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Operadora paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade

Uma operadora dos Estados Unidos lançou uma nova campanha e paga dívidas de até R$ 4 mil de quem fizer portabilidade. A T-Mobile oferece a quantia de US$ 800 para quitar o saldo devedor de smartphones de usuários que deixarem as empresas concorrentes.

O benefício atende até quatro linhas por família e chega ao consumidor por meio de um cartão pré-pago virtual Mastercard. Para garantir o reembolso, o usuário precisa levar um aparelho compatível para a nova rede. A migração dura cerca de 15 minutos e dispensa o cancelamento manual de contratos antigos.

Todo o processo ocorre de forma digital no site da companhia e termina em menos de uma hora, sem a necessidade de visitas a lojas físicas. O interessado confere a cobertura da região, calcula o valor da mensalidade e escolhe o plano ilimitado ideal antes de ativar o chip.

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Os pacotes da categoria Experience trazem vantagens extras, como plataformas de streaming, proteção digital e a substituição anual do celular. A opção inicial Essentials Saver custa US$ 50 mensais. A empresa estima uma economia de até 20% em comparação com os preços da AT&T e da Verizon.

Operadora dos Estados Unidos lança incentivo para portabilidade (Imagem: appshunter.io/Unsplash)

A promoção possui tempo limitado e exige a manutenção da conta ativa por um período mínimo. Dispositivos como relógios inteligentes e tablets entram em uma oferta separada, com desconto de 50% na assinatura dentro dos planos Experience Beyond.

Recentemente, a T-Mobile lançou um novo recurso que  traduz ligações sem app ou IA no celular.

Leia a matéria no Canaltech.

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Chinesa lança lente para Sony por R$ 380 enquanto "original" custa R$ 4 mil

A fabricante chinesa TTArtisan anunciou o lançamento de uma nova lente para câmeras da Sony que custa cerca de R$ 380, valor muito inferior ao de modelos com especificações semelhantes da marca japonesa, vendidos por aproximadamente R$ 4 mil. O acessório conta com foco automático e abertura F1.8.

Batizada de AF 85mm F1.8 Neo, a novidade é compatível com sensores full-frame e APSC e será oferecida em versões para os encaixes Sony E e Nikon Z. A empresa destaca o design leve do produto, embora ainda não tenha divulgado informações sobre dimensões e peso.

De acordo com as informações preliminares, a lente possui distância mínima de foco de 0,8 metro e rosca para filtros de 62 mm. O visual segue o padrão tradicional da categoria, com acabamento na cor preta.

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Nova lente chinesa para câmeras Sony é vendida por preço baixo (Imagem: Divulgação/TTArtisan)

As vendas na China começam em 26 de junho, com preço promocional de ¥ 499, cerca de R$ 380 em conversão direta.

Após o lançamento, o valor passa para ¥ 599. A TTArtisan ainda não revelou especificações mais detalhadas nem informações sobre o projeto óptico da lente.

O preço chama atenção principalmente por se tratar de uma lente com especificações semelhantes às de modelos mais conhecidos do mercado.

No Brasil, opções de 85 mm com abertura F1.8 e foco automático para câmeras Sony costumam ser vendidas na faixa de milhares de reais, o que coloca a novidade da TTArtisan em uma faixa de preço muito mais acessível.

Recentemente, a Insta360 anunciou uma nova câmera com gimbal que usa sensor da Sony para competir com a DJI. 

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Já existe TV 3.0 em outros países? Saiba o que mudou na vida do espectador

A nova geração da televisão aberta, conhecida como TV 3.0, já estreou no Brasil. A tecnologia base para essa mudança, contudo, já funciona de maneira definitiva em outros países ao redor do mundo.

O exterior adota o padrão internacional ATSC 3.0 para essas transmissões. E o formato inova ao combinar o sinal captado pela antena com a internet de banda larga da residência.

Como a tecnologia funciona no exterior

A Coreia do Sul lidera esse movimento desde 2016 e iniciou as transmissões com resolução 4K no ano seguinte. 

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Nos Estados Unidos, o recurso recebeu o nome comercial de NextGen TV. A transição ocorre de maneira gradual pelas regiões do país e já alcança uma boa parcela das residências americanas.

TV 3.0 mudará a experiência de assistir TV aberta (Imagem: Reprodução/CanalGov)

Outros mercados também avançam com a novidade. A Jamaica tem o sinal ativo desde 2022, assim como Trinidad e Tobago, que começou em 2025. Já a Índia realiza testes para a adoção do serviço.

Televisão com formato de aplicativo

O conceito principal para entender a mudança é o fim do canal tradicional. A sintonia da televisão passa a funcionar de forma semelhante a um serviço de streaming ou ao próprio sistema de uma Smart TV.

O telespectador navega pelos canais abertos com a mesma fluidez de quem escolhe um filme em uma como a Netflix. A programação ganha um menu digital e interativo direto na tela.

Impactos reais no dia a dia

Essa transformação traz vantagens diretas para quem assiste a esportes. Em jogos de beisebol ou futebol americano, por exemplo, o usuário nos EUA acompanha a partida pela antena e usa a internet para abrir janelas secundárias.

Esses menus extras exibem estatísticas em tempo real, novos ângulos de câmera ou replays sob demanda. Toda a interação acontece sem a necessidade de sair da transmissão ao vivo principal.

Outra facilidade prática é a função de assistir do início programas que já estõ na metade. Se o espectador ligar a TV no meio do telejornal, basta apertar um botão no controle remoto para assistir do começo.

O aparelho faz uma transição automática e imperceptível do sinal da antena para o feed de streaming da emissora. O áudio também recebe melhorias com sistemas de som inteligente, a exemplo do Dolby Atmos.

O recurso permite isolar a voz dos atores e diminuir os efeitos sonoros ou trilhas musicais de fundo. Isso acaba com o incômodo da variação extrema de volume na televisão.

A segurança pública ganha ferramentas inéditas com avisos de emergência direcionados. O sistema deixa de exibir apenas letreiros genéricos na tela e passa a enviar mapas e rotas de fuga seguras.

TV 3.0 será mais interativa (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

A tecnologia utiliza o CEP ou o IP do televisor para focar o alerta. O recurso consegue até interromper a programação e ligar a tela de aparelhos em repouso nas rotas reais de perigo.

Fim do atraso na transmissão

Muitos torcedores sofrem com o constante atraso no sinal de vídeo atual, o famoso “delay”. A nova tecnologia, no entanto, resolve o problema do engarrafamento de dados comum no YouTube ou em plataformas pagas da internet.

O sinal principal viaja por radiofrequência com boa velocidade e garante a exibição ao vivo sem travamentos. Existe apenas um mínimo intervalo físico de um a três segundos para o processamento de imagem.

Esse tempo é necessário apenas para que o chip do aparelho entregue a qualidade máxima de vídeo 4K. Na prática, quem usa a antena da nova TV comemora o gol antes dos vizinhos com o sinal de internet.

Os dados de interação chegam exatamente no mesmo milissegundo do vídeo. O sistema entrega as estatísticas de forma sincronizada e evita o risco de exibir um gráfico na tela antes da jogada real.

O que esperar no Brasil

O mercado brasileiro adotará a mesma base técnica de transmissão americana sob o padrão ATSC 3.0. O nosso formato nacional, batizado de DTV+, terá tecnologias complementares modernas.

A versão brasileira contará com sistemas de compressão de vídeo mais avançados, a exemplo do formato VVC. O país também manterá o próprio ecossistema nacional de interatividade, conhecido como DTV Play.

Essa escolha técnica garante a integração nativa com plataformas e serviços governamentais brasileiros. A medida adapta as inovações mundiais para a realidade e a necessidade do espectador local.

No Brasil, a Globo vai aproveitar a tecnologia para  transmitir novelas em 4K já no primeiro dia da TV 3.0 no país.

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Alexa Plus chega ao Brasil com IA que pede um Uber por você; veja o que mudou

A Amazon anunciou o lançamento oficial da Alexa Plus no Brasil nesta quinta-feira (18). A nova versão da assistente virtual traz uma inteligência artificial avançada capaz de executar ações no mundo real. A novidade busca aprimorar a experiência dos usuários no país com interações complexas.

A assistente foi desenvolvida do zero com uma nova arquitetura tecnológica. Ela se conecta a mais de 70 modelos de linguagem para oferecer respostas precisas em milissegundos. A equipe de engenheiros adaptou o sistema de forma integral para a realidade brasileira.

O software agora entende sotaques regionais e gírias locais com fluidez. A IA sabe a diferença entre termos específicos de cada região e conhece nossos feriados nacionais. Isso cria uma conversa muito mais natural e próxima da rotina real das famílias.

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Alexa Plus oferece interações mais naturais (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Um dos grandes destaques da Alexa Plus é a capacidade de agir fora do ambiente virtual. O sistema consegue pedir um carro na Uber apenas por comando de voz. A ferramenta confirma os endereços e informa o preço exato da corrida em reais, de forma totalmente autônoma.

É importante destacar que o serviço ainda não está disponível de forma ampla, mas deve ser liberado em breve para os usuários que aderirem ao acesso antecipado.

Alexa agora sabem quem é quem

A personalização também recebeu melhorias significativas com a atualização. A assistente reconhece diferentes membros da casa e aprende preferências musicais ou times de futebol com o tempo.

Ela também controla dispositivos de casa inteligente com mais agilidade, e permite acender e apagar várias lâmpadas, por exemplo, com um só comando.

Os consumidores não precisam comprar aparelhos novos para aproveitar a tecnologia. A empresa confirmou a compatibilidade com grande parte dos dispositivos já existentes no mercado nacional. 

Segundo a empresa, todo dispositivo Echo lançado oficialmente no país tem suporte à Alexa Plus, mas os modelos mais recentes conseguem interagir de forma mais ágil com a nova assistente. Um novo aplicativo móvel também permite o uso dos recursos longe de casa.

Executivos apresentam novidades da Alexa Plus em evento realizado em São Paulo (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

O acesso antecipado à Alexa Plus começa no dia 18 de julho de 2026 para clientes selecionados. Após o período de testes práticos, o recurso será um benefício gratuito para assinantes do Amazon Prime. Detalhes sobre os planos para não membros ainda são desconhecidos.

Além desses recursos, outras novidades também devem chegar com a Alexa Plus, como a possibilidade de pesquisar um filme na Fire TV com uma descrição de uma cena. 

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Empresa aposta em NFC para recarregar bateria de óculos sem contato físico

A empresa NuCurrent aposta na tecnologia NFC para recarregar a bateria de óculos inteligentes sem conectores de carregamento expostos. O sistema, chamado Fast Frames, integra a tecnologia de transferência de energia à própria armação do dispositivo.

A novidade funciona com base nas plataformas Snapdragon XR. O acessório atinge metade da carga em apenas 20 minutos e empata com a velocidade dos conectores físicos atuais. A diferença é a possibilidade de manter o aparelho totalmente selado para o uso diário.

Fabricantes de óculos inteligentes sempre lidam com desafios de design em seus projetos. Os contatos de energia expostos quebram a aparência de um acessório comum. Com o sistema de carregamento integrado à armação, os criadores ganham mais liberdade para desenvolver modelos com visual tradicional.

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A mesma camada de carregamento sem fio funciona em múltiplas plataformas do mercado. A solução entrega um projeto repetível para diferentes estilos de armações. As marcas podem testar novos modelos sem tratar o carregamento como um problema inédito de engenharia a cada produto.

Carregamento de óculos inteligentes ainda é considerado um problema (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A lógica da NuCurrent também pode ser aplicada a outros aparelhos de uso pessoal. A empresa cita como exemplos fones de ouvido, anéis inteligentes e dispositivos vestíveis de pulso. O sucesso da ideia, porém, depende da adoção da tecnologia pelos fabricantes.

A NuCurrent tem cadeira no conselho do NFC Forum e atua no desenvolvimento de padrões ligados ao Qi2. Segundo a empresa, sua tecnologia já é utilizada por fabricantes de semicondutores como NXP, Infineon, Renesas e STMicroelectronics, o que reforça a credibilidade da proposta para o futuro da categoria.

O design sempre foi um fator crucial em óculos inteligentes, e o problema do carregamento não é o único fator que impacta neste aspecto. Um executivo do Google, por exemplo, destacou que o Google Glass fracassou por "moda importar mais que tecnologia".

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IA deixou celulares mais difíceis de consertar, diz empresa

A inteligência artificial deixou os celulares mais difíceis de consertar, segundo o Grupo PLL. A empresa especializada em manutenção de dispositivos móveis afirma que a integração crescente entre hardware e software aumentou a complexidade dos diagnósticos, reparos e validações técnicas dos aparelhos.

A atual geração de smartphones apresenta funções mais avançadas e um nível maior de integração entre componentes. Com isso, profissionais de assistência técnica precisam lidar com processos mais complexos para identificar falhas e garantir que os sistemas continuem funcionando corretamente após a substituição de peças.

Segundo a empresa, esse cenário também impacta o tempo de manutenção e os custos operacionais. A tecnologia inteligente influencia tanto os diagnósticos quanto as etapas de validação dos dispositivos após os reparos.

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O tema reforça as discussões sobre direito ao reparo e obsolescência no Brasil. Propostas em debate buscam ampliar a vida útil dos eletrônicos e facilitar o acesso dos consumidores à manutenção, em um momento em que os smartphones concentram cada vez mais funções do dia a dia.

Inteligência artificial deixa reparos de celulares mais difíceis (Imagem: Divulgação/Grupo PLL)

Lucas Linhares, sócio-fundador e porta-voz do Grupo PLL, comentou a visão da companhia sobre o assunto. Segundo ele, o reparo qualificado se tornou um elo fundamental entre inovação e durabilidade. A empresa atende fabricantes e seguradoras e mantém um centro próprio de reparos em São Paulo com capacidade para 24 mil ordens mensais.

Divulgado recentemente, outro estudo apontou que o conserto de celular usado cresceu 68% no Brasil.

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TIM e Vivo entram em conflito na Anatel por bloqueio de ligações indesejadas

Um novo embate movimenta o setor de telecomunicações. A TIM e a Vivo entraram em conflito direto na Anatel por conta do serviço de bloqueio de ligações indesejadas da Vivo. A agência reguladora precisou intervir na disputa para tentar mediar a situação.

O problema é o serviço Vivo Anti-Spam. A ferramenta foi ativada para toda a base móvel da operadora de forma automática. Em seguida, a TIM protocolou uma reclamação administrativa na Anatel alegando que o serviço pode restringir o recebimento de chamadas feitas por seus clientes. A agência convocou uma reunião de conciliação para amanhã, 18 de junho.

Outras empresas de telecomunicações também manifestaram insatisfação. Algar Telecom, IDT Telecom e Adyl Telecom registraram queixas na agência. As manifestações indicam que os efeitos da ferramenta podem atingir diferentes agentes do mercado.

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A Adyl apresentou uma denúncia rica em detalhes. A empresa relata dificuldades para completar chamadas com destino a clientes da Vivo desde o início de junho. A falha ocorre até em cenários de interconexão direta entre as redes.

A operadora afirma que a Vivo aplica critérios internos sem clareza para realizar esses bloqueios. Segundo a Adyl, números vinculados a instituições hospitalares acabaram enquadrados nos mecanismos de bloqueio mesmo utilizando serviços legítimos e ferramentas oficiais de autenticação.

Serviço anti spam da Vivo causa conflito com outras operadoras (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)

Segundo a empresa, cerca de 700 chamadas deixam de ser completadas por dia. A Adyl também afirma que não há um procedimento estruturado para contestar e corrigir classificações consideradas equivocadas. 

Fontes do setor relatam ainda dificuldades enfrentadas por centrais de monitoramento de alarmes, empresas de logística e outros serviços que utilizam chamadas automáticas ou semiautomáticas.

Vivo reforça segurança do recurso

A Vivo defende a validade da sua ferramenta. A empresa afirma que o sistema identifica e barra chamadas automáticas em grande volume. O objetivo é combater números rotativos e práticas de fraude na rede.

A operadora reforça seu apoio à autenticação de todas as chamadas entre prestadoras. A companhia afirma que não bloqueia o tráfego de empresas que estejam em conformidade com as regras do Anti-Spam e os mecanismos de autenticação. Um canal online permite solicitar a revisão de possíveis falhas no sistema.

A Anatel avalia o cenário com cautela. A agência trata a questão de forma individualizada neste primeiro momento. Fontes do órgão regulador apontam a necessidade de separar o combate ao spam de eventuais condutas indevidas relacionadas à interconexão entre operadoras.

O serviço anti spam da Vivo foi lançado em 2024, como uma ferramenta para bloquear ligações suspeitas. 

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