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BYD derrete preço e vende esportivo elétrico por valor de Honda Civic

A BYD resolveu apostar alto  para retomar o bom nível de vendas do Seal, seu esportivo elétrico de 531 cv de potência. Para isso, resolveu derreter os preços do coupé e, em outubro, vender o modelo chinês em condições especiais.

Lançado no Brasil em 2023, o Seal chegou a figurar na lista dos sedans mais vendidos do país. Afinal, combina desempenho e design dignos dos melhores esportivos. A proposta é oferecer acelerações fortes e uma experiência de condução diferente daquela encontrada em sedans convencionais, mantendo espaço para passageiros e bagagens.

BYD seal pa

A redução de preço também coloca o modelo em uma faixa de mercado disputada por veículos premium, como por exemplo o Honda Civic Hybrid, que não vive bom momento no mercado brasileiro. Para quem considera abandonar a motorização a combustão, a oferta pode tornar o elétrico chinês ainda mais atraente.

O que o BYD Seal tem de melhor?

Não dá para negar que os mais de 500 cv de potência são a principal atração do Seal, que em outubro está com os preços no chão. O sedan coupé chinês conta com dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam potência combinada de 531 cv e torque de 60,2 kgf/m. A configuração permite aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3,8 segundos.

byd seal i pa

A bateria tem capacidade de 82,5 kWh, e a autonomia homologada pelo Inmetro é de 372 km por carga. O modelo conta ainda com central multimídia com tela giratória, painel digital e uma cabine de acabamento sofisticado. Como acontece com outros elétricos, a autonomia real varia conforme velocidade, temperatura, uso do ar-condicionado e estilo de condução.

Como ficam os preços do BYD Seal em outubro

O preço público do BYD Seal é de R$ 299.990. Em uma oferta anunciada, unidades 2026/2027 na cor branca perolizada recebem bônus de R$ 20 mil, reduzindo o valor para R$ 280 mil. A condição fica próxima do preço do Honda Civic híbrido, que parte de R$ 266.500 no Brasil.

byd seal pa 3

A negociação pode ficar ainda mais vantajosa para quem já tem um BYD usado: após avaliação do veículo dado na troca, o preço do Seal pode chegar a R$ 270 mil. Essa condição depende da avaliação e da negociação com a loja, portanto não representa um desconto automático para todos os compradores. Vale solicitar uma proposta por escrito e comparar o valor final com o custo de outros modelos antes de fechar negócio.

Ficou interessado no Seal? Então confira nossas impressões em um review completo sobre o esportivo elétrico chinês, que é um carro que encanta, mas pode melhorar.

 

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BYD derrete preço e vende esportivo elétrico por valor de Honda Civic

A BYD resolveu apostar alto  para retomar o bom nível de vendas do Seal, seu esportivo elétrico de 531 cv de potência. Para isso, resolveu derreter os preços do coupé e, em outubro, vender o modelo chinês em condições especiais.

Lançado no Brasil em 2023, o Seal chegou a figurar na lista dos sedans mais vendidos do país. Afinal, combina desempenho e design dignos dos melhores esportivos. A proposta é oferecer acelerações fortes e uma experiência de condução diferente daquela encontrada em sedans convencionais, mantendo espaço para passageiros e bagagens.

BYD seal pa

A redução de preço também coloca o modelo em uma faixa de mercado disputada por veículos premium, como por exemplo o Honda Civic Hybrid, que não vive bom momento no mercado brasileiro. Para quem considera abandonar a motorização a combustão, a oferta pode tornar o elétrico chinês ainda mais atraente.

O que o BYD Seal tem de melhor?

Não dá para negar que os mais de 500 cv de potência são a principal atração do Seal, que em outubro está com os preços no chão. O sedan coupé chinês conta com dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam potência combinada de 531 cv e torque de 60,2 kgf/m. A configuração permite aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3,8 segundos.

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A bateria tem capacidade de 82,5 kWh, e a autonomia homologada pelo Inmetro é de 372 km por carga. O modelo conta ainda com central multimídia com tela giratória, painel digital e uma cabine de acabamento sofisticado. Como acontece com outros elétricos, a autonomia real varia conforme velocidade, temperatura, uso do ar-condicionado e estilo de condução.

Como ficam os preços do BYD Seal em outubro

O preço público do BYD Seal é de R$ 299.990. Em uma oferta anunciada, unidades 2026/2027 na cor branca perolizada recebem bônus de R$ 20 mil, reduzindo o valor para R$ 280 mil. A condição fica próxima do preço do Honda Civic híbrido, que parte de R$ 266.500 no Brasil.

byd seal pa 3

A negociação pode ficar ainda mais vantajosa para quem já tem um BYD usado: após avaliação do veículo dado na troca, o preço do Seal pode chegar a R$ 270 mil. Essa condição depende da avaliação e da negociação com a loja, portanto não representa um desconto automático para todos os compradores. Vale solicitar uma proposta por escrito e comparar o valor final com o custo de outros modelos antes de fechar negócio.

Ficou interessado no Seal? Então confira nossas impressões em um review completo sobre o esportivo elétrico chinês, que é um carro que encanta, mas pode melhorar.

 

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Omoda 4: chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta tem data para chegar

A Omoda & Jaecoo quer se intrometer em uma fatia do mercado em que, hoje, marcas generalistas ainda têm um certo domínio. Para isso, prepara sua ampliação no Brasil com o Omoda 4, SUV compacto que deve chegar ao país no segundo semestre de 2027 para "roubar" clientes de modelos como Volkswagen Tera e Hyundai Creta.

A estratégia da marca chinesa é apostar em tecnologia e eletrificação para conquistar espaço em uma categoria cada vez mais concorrida. O novo SUV deverá oferecer uma configuração híbrida, mas a fabricante ainda não divulgou todos os detalhes da versão destinada que está sendo preparada para chegar ao mercado brasileiro.

Omoda 4 (ex Omoda 3)

O preço será um dos fatores decisivos para o sucesso do modelo. A Omoda ainda não anunciou quanto pretende cobrar pelo SUV nem confirmou se ele terá produção nacional. Até a estreia, portanto, a expectativa fica em torno do conjunto mecânico, dos equipamentos e da capacidade de competir com modelos já consolidados.

Omoda 4 deve apostar em motor híbrido para enfrentar os rivais

O SUV nasceu para ser oferecido com um motor 1.5 turbo a combustão combinado a dois motores elétricos, formando um conjunto com potência combinada de 224 cv. Essa configuração serviu como referência para o projeto, mas não significa que a mesma mecânica será adotada no Brasil. A marca ainda trabalha na definição das especificações para cada mercado.

Outra possibilidade considerada para o país é uma configuração híbrida plena (HEV), com motor 1.0 turbo flex. A solução poderia aproximar o modelo das necessidades do consumidor brasileiro, mas ainda não há confirmação oficial de potência, consumo ou autonomia elétrica. A chegada está prevista para o segundo semestre de 2027, e os detalhes sobre preço e versões devem ser divulgados mais perto do lançamento.

SUV chinês nasceu como Omoda 3; CT Auto acompanhou

A história do modelo no noticiário brasileiro começou antes da mudança de nome. Quando o projeto ainda era conhecido como Omoda 3, o CT Auto esteve na China para acompanhar sua concepção e conferir a primeira aparição oficial do veículo, em abril de 2025, na cidade de Wuhu, onde fica a sede da Chery. Na ocasião, o carro ainda estava em desenvolvimento e despertava curiosidade pelo estilo esportivo.

O visual apresentado naquela fase tinha linhas marcantes, dianteira com desenho em X, vincos pronunciados no capô e iluminação em LED. A posterior adoção do nome Omoda 4 aproximou o veículo da estratégia global da marca, mas sua configuração definitiva para o Brasil ainda depende de confirmação oficial.

A Omoda, vale lembrar, faz parte de um grupo que abrange outras marcas, como Jetour, iCaur e Lepas: o Grupo Chery, que quer dominar o Brasil com novas marcas e lançamentos em 2027.

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Omoda 4: chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta tem data para chegar

A Omoda & Jaecoo quer se intrometer em uma fatia do mercado em que, hoje, marcas generalistas ainda têm um certo domínio. Para isso, prepara sua ampliação no Brasil com o Omoda 4, SUV compacto que deve chegar ao país no segundo semestre de 2027 para "roubar" clientes de modelos como Volkswagen Tera e Hyundai Creta.

A estratégia da marca chinesa é apostar em tecnologia e eletrificação para conquistar espaço em uma categoria cada vez mais concorrida. O novo SUV deverá oferecer uma configuração híbrida, mas a fabricante ainda não divulgou todos os detalhes da versão destinada que está sendo preparada para chegar ao mercado brasileiro.

Omoda 4 (ex Omoda 3)

O preço será um dos fatores decisivos para o sucesso do modelo. A Omoda ainda não anunciou quanto pretende cobrar pelo SUV nem confirmou se ele terá produção nacional. Até a estreia, portanto, a expectativa fica em torno do conjunto mecânico, dos equipamentos e da capacidade de competir com modelos já consolidados.

Omoda 4 deve apostar em motor híbrido para enfrentar os rivais

O SUV nasceu para ser oferecido com um motor 1.5 turbo a combustão combinado a dois motores elétricos, formando um conjunto com potência combinada de 224 cv. Essa configuração serviu como referência para o projeto, mas não significa que a mesma mecânica será adotada no Brasil. A marca ainda trabalha na definição das especificações para cada mercado.

Outra possibilidade considerada para o país é uma configuração híbrida plena (HEV), com motor 1.0 turbo flex. A solução poderia aproximar o modelo das necessidades do consumidor brasileiro, mas ainda não há confirmação oficial de potência, consumo ou autonomia elétrica. A chegada está prevista para o segundo semestre de 2027, e os detalhes sobre preço e versões devem ser divulgados mais perto do lançamento.

SUV chinês nasceu como Omoda 3; CT Auto acompanhou

A história do modelo no noticiário brasileiro começou antes da mudança de nome. Quando o projeto ainda era conhecido como Omoda 3, o CT Auto esteve na China para acompanhar sua concepção e conferir a primeira aparição oficial do veículo, em abril de 2025, na cidade de Wuhu, onde fica a sede da Chery. Na ocasião, o carro ainda estava em desenvolvimento e despertava curiosidade pelo estilo esportivo.

O visual apresentado naquela fase tinha linhas marcantes, dianteira com desenho em X, vincos pronunciados no capô e iluminação em LED. A posterior adoção do nome Omoda 4 aproximou o veículo da estratégia global da marca, mas sua configuração definitiva para o Brasil ainda depende de confirmação oficial.

A Omoda, vale lembrar, faz parte de um grupo que abrange outras marcas, como Jetour, iCaur e Lepas: o Grupo Chery, que quer dominar o Brasil com novas marcas e lançamentos em 2027.

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Fiat Mobi elétrico pode ter nome "fofinho" para desafiar BYD

A Fiat prepara um novo carro elétrico compacto para o mercado europeu, e o nome escolhido pode ser tão simpático quanto o próprio conceito do veículo. A marca já registrou Koala, denominação que pode batizar o modelo de entrada e, futuramente, ter relação com o sucessor do Mobi vendido no Brasil.

A novidade faz parte da estratégia da Stellantis para desenvolver veículos pequenos e mais acessíveis, capazes de enfrentar a expansão das fabricantes chinesas no segmento elétrico. O projeto também terá ligação com o novo Citroën 2CV, que está sendo preparado dentro do mesmo grupo automotivo.

Apesar das expectativas, a Fiat ainda não confirmou oficialmente que o novo carro será chamado Koala, nem que ele dará origem diretamente a um Mobi elétrico. O que já se sabe é que a fabricante trabalha em uma nova família de modelos urbanos, com desenvolvimento compartilhado para reduzir custos e ampliar a competitividade.

Koala pode inaugurar nova família de elétricos compactos

O nome registrado segue uma linha de batismos que inclui Panda, Grizzly e Grizzly Fastback, nomes associados a modelos e projetos recentes da Fiat. Se a escolha for confirmada, o Koala ficará responsável por atender quem procura um veículo menor e mais barato. A apresentação é esperada para 2027, enquanto a produção da família E-Car deve começar em 2028, na fábrica de Pomigliano d’Arco, na Itália. 

Por enquanto, a fabricante não divulgou dados de potência, capacidade da bateria, autonomia ou preço. Uma projeção criada pelo Motor1 Itália com auxílio de inteligência artificial sugere como o carro poderia ficar, mas não representa o desenho oficial. No Brasil, informações publicadas anteriormente apontam que o Mobi deve ganhar uma nova geração em 2028, com proposta de pequeno SUV e aproveitamento de componentes do novo Argo. Ainda não está confirmado se esse projeto será o mesmo do Koala ou se os dois terão apenas soluções em comum. 

O Koala, é bom lembrar, não é o único carro pequeno e elétrico criado pela Fiat. Em 2025, a marca italiana relançou na Europa o Topolino, EV que custa metade do preço de um Mobi e tem até chuveiro.

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Fiat Mobi elétrico pode ter nome "fofinho" para desafiar BYD

A Fiat prepara um novo carro elétrico compacto para o mercado europeu, e o nome escolhido pode ser tão simpático quanto o próprio conceito do veículo. A marca já registrou Koala, denominação que pode batizar o modelo de entrada e, futuramente, ter relação com o sucessor do Mobi vendido no Brasil.

A novidade faz parte da estratégia da Stellantis para desenvolver veículos pequenos e mais acessíveis, capazes de enfrentar a expansão das fabricantes chinesas no segmento elétrico. O projeto também terá ligação com o novo Citroën 2CV, que está sendo preparado dentro do mesmo grupo automotivo.

Apesar das expectativas, a Fiat ainda não confirmou oficialmente que o novo carro será chamado Koala, nem que ele dará origem diretamente a um Mobi elétrico. O que já se sabe é que a fabricante trabalha em uma nova família de modelos urbanos, com desenvolvimento compartilhado para reduzir custos e ampliar a competitividade.

Koala pode inaugurar nova família de elétricos compactos

O nome registrado segue uma linha de batismos que inclui Panda, Grizzly e Grizzly Fastback, nomes associados a modelos e projetos recentes da Fiat. Se a escolha for confirmada, o Koala ficará responsável por atender quem procura um veículo menor e mais barato. A apresentação é esperada para 2027, enquanto a produção da família E-Car deve começar em 2028, na fábrica de Pomigliano d’Arco, na Itália. 

Por enquanto, a fabricante não divulgou dados de potência, capacidade da bateria, autonomia ou preço. Uma projeção criada pelo Motor1 Itália com auxílio de inteligência artificial sugere como o carro poderia ficar, mas não representa o desenho oficial. No Brasil, informações publicadas anteriormente apontam que o Mobi deve ganhar uma nova geração em 2028, com proposta de pequeno SUV e aproveitamento de componentes do novo Argo. Ainda não está confirmado se esse projeto será o mesmo do Koala ou se os dois terão apenas soluções em comum. 

O Koala, é bom lembrar, não é o único carro pequeno e elétrico criado pela Fiat. Em 2025, a marca italiana relançou na Europa o Topolino, EV que custa metade do preço de um Mobi e tem até chuveiro.

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Toyota derrete preços do SW4 para encarar Haval H9, Commander e Tiggo 9

O segmento de SUVs grandes ganhou novos concorrentes no Brasil e ficou mais disputado. Além de modelos já conhecidos, como o Jeep Commander e o Chevrolet Trailblazer, marcas chinesas ampliaram a oferta com veículos como o GWM Haval H9 e o Caoa Chery Tiggo 9.

Nesse cenário, o Toyota SW4 precisa sustentar seu espaço diante de consumidores que encontram propostas diferentes em motorização, equipamentos e preço. O modelo japonês mantém uma fórmula tradicional, com construção voltada ao uso familiar e fora de estrada.

Toyota SW4

Para colocar o utilitário em evidência, a Toyota derrubou os preços do SW4. Lembre-se, porém, de que as condições anunciadas variam conforme a unidade disponível e a concessionária, por isso é importante conferir o preço final antes de fechar negócio.

Toyota SW4 Diamond: preço e desconto nas concessionárias

Na versão Diamond 2026, o preço de tabela informado é de R$ 475.990. Anúncios de unidades zero-quilômetro na Webmotors indicam valores a partir de R$ 395 mil, uma diferença de até R$ 80.990 em relação ao preço sugerido. Como se trata de ofertas de concessionárias, a disponibilidade e as condições podem variar. 

Com o valor promocional, o SW4 Diamond fica mais próximo de outros SUVs grandes. O Jeep Commander Blackhawk tem preço oficial de R$ 329.990, o Caoa Chery Tiggo 9 parte de R$ 299.990 e o GWM Haval H9 Selection é anunciado por R$ 339 mil. O Chevrolet Trailblazer Midnight, tabelado em R$ 438.590, aparece em uma faixa mais próxima da oferta do Toyota. 

Motor 2.8 turbodiesel, tração 4x4 e capacidade para sete pessoas

O SW4 Diamond é equipado com motor 2.8 turbodiesel de quatro cilindros, que entrega 204 cv a 3.400 rpm e torque de 50,9 kgf/m a 2.800 rpm. O conjunto trabalha com transmissão automática de seis marchas e tração 4x4, combinação voltada a quem precisa de força em diferentes condições de rodagem. 

Toyota SW4 SRX Platinum 2024

De acordo com os dados do Inmetro, o consumo é de 9,3 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada. O SUV tem 4,79 metros de comprimento e entre-eixos de 2,74 m. O porta-malas comporta 500 litros com cinco lugares em uso e 180 litros com a terceira fileira ocupada. A lista de equipamentos inclui sete airbags, central multimídia de 9 polegadas, Android Auto, Apple CarPlay e controle de cruzeiro adaptativo com frenagem autônoma de emergência.

Se seu negócio não é SUV grande, e sim uma caminhonete, de preferência, um pouco menor, talvez goste de saber que a picape do Corolla já tem nome e data para chegar ao mercado; confira.

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Volkswagen ID.4 mal chegou ao Brasil e já tem data para sair

O ID.4 começou a ser vendido no Brasil há pouco, em uma mudança de estratégia da Volkswagen, mas, ao que tudo indica, não terá vida longa por aqui. Depois de ficar um longo período disponível apenas pelo serviço de assinatura da marca, o SUV elétrico agora pode ser comprado pelos clientes, mas não por muito tempo.

A marca alemã confirmou que o modelo terá vida curta e, em breve, será substituído pelo ID. Tiguan, que estreia na Europa em 2027 e depois chega a outros mercados, incluindo o brasileiro. A estratégia da Volkswagen é clara: abandonar a nomenclatura numérica da linha ID e apostar em nomes já conhecidos, como Tiguan e Polo, que vem fazendo tanto sucesso em sua versão elétrica que já tem fila de espera de 10 meses. 

Volkswagen ID.Tiguan

Além disso, o ID. Tiguan chega com a missão de ser mais eficiente e competitivo que o ID.4 atual, um projeto já desgastado, mas que antes não era acessível para venda. A expectativa é que ofereça baterias maiores que as de 58 kWh e 79 kWh do ID.4, consideradas modestas diante da concorrência, especialmente em um mercado cada vez mais disputado por marcas como BYD e GWM.

Design e diferenciais do ID. Tiguan

O novo SUV elétrico aposta em linhas mais arrojadas e dinâmicas do que o ID.4. Os faróis de LED têm elementos internos recortados, a grade inferior vem em preto e há entradas de ar discretas nas extremidades do para-choque. Na traseira, as lanternas horizontais ocupam toda a largura da carroceria, reforçando a identidade visual.

volkswagen id.tiguan linkedin

Outros detalhes chamam atenção: retrovisores externos rebaixados, barras de teto e maçanetas tradicionais, diferentes dos puxadores tipo alavanca do ID.4. Essas mudanças aproximam o modelo da estética de SUVs premium, reforçando a ideia de versatilidade e sofisticação.

Estratégia global e impacto no Brasil

Segundo o CEO da Volkswagen, Thomas Schäfer, o Tiguan representa a essência da marca e agora será levado ao futuro elétrico. A ideia é oferecer uma linha robusta de SUVs, com opções a combustão e elétricas, atendendo diferentes perfis de clientes.

volkswagen id.tiguan 3

Para o Brasil, isso significa que o ID.4 será apenas uma transição. O ID. Tiguan deve chegar após 2027, trazendo mais autonomia e posicionamento premium, o que pode torná-lo um rival direto de modelos como BYD Song Plus e GWM Haval H6. A mudança mostra que a Volkswagen não quer perder espaço no segmento mais competitivo do mercado automotivo atual.

Ainda está interessado no antigo SUV elétrico, mesmo com a aposentadoria próxima? Então vale conferir o review que o CT Auto publicou do Volkswagen ID.4, que entrega uma experiência elétrica verdadeiramente premium!

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BYD Shark é “invadida” por hacker e expõe fragilidade de carros conectados

A BYD Shark, picape eletrificada que, até o momento, ainda não se destacou  no mercado brasileiro, virou alvo de um experimento de cibersegurança na Austrália. O especialista Dan Hreszczuk, fundador da Fortify Labs, conseguiu assumir remotamente diversas funções do veículo sem precisar quebrar criptografia complexa. Para a invasão, bastou ao "hacker" acessar uma porta de software sem senha para iniciar a invasão.

Durante o teste, realizado em uma estrada próxima a Camberra, o hacker desligou os faróis da picape de 2.600 kg enquanto ela rodava a 30 km/h à noite. Também acionou os limpadores na velocidade máxima, travou portas, alterou imagens da multimídia e reproduziu áudios para distrair o motorista.

Além dos comandos físicos, Hreszczuk acessou o microfone interno e rastreou a localização do veículo em tempo real. Ele gravou o comando de voz usado para ativar o assistente do celular do motorista e, ao reproduzi-lo nos alto-falantes, conseguiu induzir o smartphone a revelar dados sensíveis como endereço e data de nascimento.

Riscos e debate sobre carros conectados

Embora funções vitais como freios e câmeras tenham proteção mais robusta, a invasão mostrou que iluminação e sistemas multimídia podem ser manipulados com facilidade. Em alta velocidade, a perda repentina dos faróis poderia causar acidentes graves.

Hacker

O caso reacende o debate sobre espionagem e privacidade por hackers em veículos modernos, que funcionam como computadores sobre rodas. No Brasil, onde a BYD Shark também é vendida, ainda não há regulamentação clara sobre padrões mínimos de cibersegurança automotiva.

O que dizem especialistas sobre carros autônomos

O CT Auto já havia abordado o tema sobre invasão a carros autônomos em 2021, na entrevista com Fabio Assoline, analista-sênior da Kaspersky, empresa de segurança digital fundada em 1997. O especialista alertou que a invasão dos sistemas dos carros conectados não é obra de ficção: “Sim, porque no momento nós vemos carros conectados. Não é ficção. Isso pode acontecer, desde que haja vulnerabilidade”.

hacker cibersegurança

Assoline citou um caso de 2015, quando hackers invadiram um Chrysler Cherokee e conseguiram controlar acelerador e freios. Para ele, ataques a carros inteligentes são uma questão de tempo se fabricantes não reforçarem testes e atualizações constantes de software.

Caminhos para maior proteção

Montadoras como Mercedes-Benz e Volvo afirmam que separam sistemas críticos (freios, direção, acelerador) dos conectados, reduzindo riscos. Já a Stellantis chegou a realizar recall em 1,4 milhão de veículos para instalar patches de segurança após um ataque semelhante.

Carro protegido

O episódio da BYD Shark mostra que, sem protocolos globais de cibersegurança, carros conectados podem se tornar alvos fáceis. A pressão agora recai sobre fabricantes e reguladores para garantir que a evolução tecnológica não comprometa a segurança dos motoristas.

Vale pontuar que o caso da invasão à picape da BYD não é um fato isolado. Recentemente, carros modernos viraram alvo de hackers com falha em chip de comunicação; relembre.

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GAC joga preços de SUV híbrido no chão para encarar BYD Song

A GAC está com condições especiais em seu SUV híbrido rival do BYD Song Pro até o final do mês de setembro (ou enquanto durarem os estoques). A promoção derrubou o preço do GS4 Premium, e é voltada às vendas diretas para pessoas com deficiência (PcD). 

O modelo que está com os preços no chão entra na modalidade por permanecer dentro do limite de R$ 200 mil para aplicação da isenção de IPI. Além disso, a fabricante adicionou um bônus comercial, tornando o negócio ainda mais atrativo.

gac gs4

Com isso, o GS4 Premium passa a custar R$ 159.990 para PcD, contra R$ 191.990 na tabela pública. A diferença de R$ 32 mil mostra como o SUV realmente derreteu seu preço, posicionando-se como alternativa competitiva frente ao BYD Song (com preços a partir de R$ 165.900) e outros rivais eletrificados.

Como é o GAC GS4 Premium?

O GS4 Premium utiliza um sistema híbrido pleno, combinando motor 2.0 a gasolina com um propulsor elétrico. O conjunto entrega 235 cv de potência e torque máximo de 33,6 kgf/m, garantindo desempenho sólido para o segmento.

Nos testes homologados pelo Inmetro, o SUV registrou consumo de 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l em rodovias. Esses números reforçam a eficiência do modelo, que consegue equilibrar potência e economia em diferentes tipos de percurso.

Rival do BYD Song tem interior tecnológico e muita segurança

O GS4 Premium aposta em conforto e tecnologia. O painel digital tem 7 polegadas, enquanto a central multimídia oferece tela de 10,1’’ com Android Auto e Apple CarPlay. Recursos como chave presencial, partida por botão e bancos dianteiros com ventilação elevam a experiência a bordo.

GAC GS4

Na segurança, o rival do BYD Song Pro traz seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas e piloto automático adaptativo. O pacote inclui ainda frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e câmera de ré, itens que aumentam a proteção ao motorista e aos ocupantes do SUV.

Vale pontuar que a marca chinesa já tem um portfólio bem variado no Brasil e, recentemente, apresentou o GAC GS9, que chegou ao país com preço no chão para desafiar SUVs de luxo de BYD e GWM.

 

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Rival da BYD abre pré-reserva de SUV elétrico de luxo no Brasil

A MG Motor Brasil abriu oficialmente a pré-reserva do IM6, SUV elétrico premium desenvolvido pela IM Motors, divisão de alta tecnologia do grupo SAIC. O modelo foi apresentado no Festival Interlagos e marca a estreia da marca de luxo no país.

O cadastro pode ser feito diretamente na plataforma digital da MG, mas ainda não foram divulgados os preços e condições de entrega. A expectativa é que as vendas comecem até o fim de 2026, consolidando a presença da MG no segmento de luxo elétrico.

O inédito SUV coupé elétrico chega para disputar espaço com rivais das divisões de luxo da BYD e da Geely, como Denza e Zeekr. Para isso, a estratégia é oferecer desempenho e tecnologia superiores para conquistar consumidores exigentes.

Performance e tecnologia de ponta

O SUV impressiona pelos números: acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, alcança velocidade máxima de 305 km/h e entrega até 778 cv de potência, dependendo da versão. A autonomia homologada pelo Inmetro é de cerca de 400 km.

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A arquitetura elétrica de 800V permite recargas ultrarrápidas, com capacidade de passar de 30% a 80% em cerca de 15 minutos em condições ideais. O modelo também conta com esterçamento das quatro rodas, que facilita manobras e aumenta a estabilidade em altas velocidades.

Design e experiência premium

O IM6 tem 4,90 metros de comprimento e perfil cupê, combinando linhas aerodinâmicas com teto panorâmico. O interior aposta em sofisticação e tecnologia: painel digital panorâmico de 26,3 polegadas, acabamento refinado e sistema de som com 20 alto-falantes, incluindo quatro no teto.

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Além disso, o SUV traz recursos avançados de assistência à condução apoiados por inteligência artificial, suspensão com controle eletrônico e cinco estrelas nos testes de segurança do Euro NCAP. Tudo isso reforça sua proposta de ser um dos SUVs elétricos mais luxuosos e tecnológicos disponíveis no Brasil.

Se você está ansioso para saber mais do IM6, talvez também queira ficar por dentro de como são e quanto custam os outros carros da MG Motor no Brasil.

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Jaecoo 5 chega ao Brasil para tirar sono do T-Cross; veja preços e versões

O Jaecoo 5 desembarcou oficialmente no Brasil nesta quarta-feira (30), com preços a partir de R$ 154.990, prometendo tirar o sono do Volkswagen T-Cross, líder entre os SUVs compactos. O modelo chega em duas versões, Comfort e Prestige, e já nasce com a missão de democratizar o acesso à tecnologia híbrida.

Equipado com o sistema Super Hybrid System (SHS-H), o Jaecoo 5 combina motor a combustão e elétrico sem necessidade de recarga externa. O resultado é uma potência de 224 cv, torque de 30,1 kgfm e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 7,9 segundos.

Com autonomia próxima de 1.000 km e consumo urbano de até 15,5 km/l, o SUV se posiciona como o híbrido compacto mais potente e eficiente do Brasil. O primeiro lote contará com 3.600 unidades, disponíveis via Webmotors e concessionárias em todo o país a partir de 1º de outubro.

Rival do T-Cross já tem tecnologia híbrida

O grande destaque do Jaecoo 5 é o sistema SHS-H, que dispensa infraestrutura de recarga externa. O motor 1.5 TGDI turbo a gasolina trabalha em conjunto com um motor elétrico de alta eficiência e uma bateria LiFePO4 de 1,83 kWh, recarregada automaticamente durante a condução.

painel jaecoo

Esse conjunto garante respostas rápidas em baixas velocidades, aceleração vigorosa e eficiência energética tanto em trajetos urbanos quanto rodoviários. Segundo o Inmetro, o consumo rodoviário é de 13,7 km/l, o melhor resultado da marca Omoda & Jaecoo no Brasil.

Jaecoo 5 tem design marcante e espaço interno

Com 4,38 metros de comprimento e entre-eixos de 2,62 m, o Jaecoo 5 oferece dimensões equilibradas para uso urbano sem abrir mão do conforto. O design segue a identidade global da marca, com grade frontal Waterfall, linhas robustas e rodas de liga leve de 18 polegadas.

visual jaecoo

O interior acomoda até cinco ocupantes e traz porta-malas de 410 litros, ampliado para 1.214 litros com os bancos traseiros rebatidos. A versão Prestige adiciona teto panorâmico Sky Screen de 1,45 m² e faróis Full LED, reforçando a proposta premium.

Tecnologia, conforto e segurança

Na versão Comfort, o SUV oferece central multimídia de 9”, ar-condicionado Dual Zone e sistema de som com seis alto-falantes. Já a versão Prestige eleva o nível com tela de 13,2”, som Premium Sony, carregador por indução de 50W, bancos elétricos ventilados e iluminação ambiente customizável.

cabine jaecoo

A segurança é destaque em ambas as versões, com seis airbags, controle de estabilidade, monitoramento de pressão dos pneus e estrutura reforçada. A versão Prestige adiciona o sistema ADAS 2.5, com 17 funções avançadas, incluindo ACC, AEB e alerta de ponto cego, além de câmera 540° para visão panorâmica.

Jaecoo 5: versões e preços

  • Jaecoo 5 Comfort: R$ 154.990
  • Jaecoo 5 Prestige: R$ 179.990

* Após o primeiro lote de lançamento, composto por 3.600 unidades, os valores subirão para R$ 159.990 e R$ 184.990, respectivamente.

Se você já se apaixonou pelo Jaecoo 5, talvez queira conferir como foi o lançamento dele e quais as primeiras impressões ao volante do SUV compacto. O CT Auto esteve na China e teve o privilégio de testar o carro antes de sua chegada ao Brasil.

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CNH do Brasil: por que ainda não é possível fazer todo o processo online?

O aplicativo CNH do Brasil chegou para facilitar a vida dos motoristas, já que reúne serviços antes espalhados em diferentes canais e, com isso, permite uma infinidade de consultas e solicitações diretamente pelo celular. No entanto, ao menos por enquanto, nem tudo pode ser resolvido sem sair de casa.

A emissão da primeira CNH é um exemplo dessas exceções. Embora parte do processo seja iniciada online, há etapas que ainda demandam o comparecimento em unidades dos órgãos de trânsito, tais como coleta de biometria, foto, assinatura e exames médicos e psicológicos. Além disso, as provas teórica e prática de direção só podem ser realizadas presencialmente, o que torna impossível concluir todo o processo digitalmente.

autoescola

Outro ponto importante é que alterações cadastrais, como mudança de nome ou atualização de documentos, também podem exigir ida ao Detran. Isso acontece porque, em muitos casos, é necessário apresentar documentos originais para validação, garantindo a segurança e autenticidade das informações.

Serviços que ainda exigem presença no Detran

Mudanças cadastrais na CNH, como atualização de CPF ou data de nascimento, não podem ser feitas apenas pelo aplicativo. Dependendo do tipo de alteração, o motorista precisa comparecer ao Detran com documentos físicos. Além disso, falhas na validação digital ou pendências em registros oficiais também obrigam o atendimento presencial.

CNH Digital

Outro serviço que demanda presença é a defesa contra multas e processos de suspensão da CNH. Em situações que envolvem documentação específica ou contestação de penalidades, o motorista deve seguir as orientações do órgão responsável pela autuação, entregando os documentos exigidos pessoalmente.

Vistorias e processos ligados ao veículo

Além da habilitação, alguns serviços relacionados ao veículo também não podem ser feitos online. A vistoria para transferência de propriedade ou para alteração de características do automóvel exige inspeção física. Isso garante que o carro esteja em conformidade com as normas de trânsito e segurança.

Vistoria carro Detran

Essas exigências variam de acordo com o Detran de cada estado, mas em todos os casos há etapas que não podem ser substituídas por processos digitais. Mesmo com a integração crescente entre os órgãos de trânsito e a Senatran, a presença física continua sendo indispensável em situações que envolvem comprovação prática ou análise técnica.

Já que estamos falando sobre CNH Digital, que tal conferir um guia prático que mostra como não passar aperto ao exibir o documento em blitz de trânsito e em aeroportos?

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Chery e Huawei se juntam para criar "cópia" da Ferrari Purosangue

A parceria entre Huawei e Chery resultou em um dos SUVs elétricos mais comentados da atualidade: o Luxeed RX. O modelo chamou atenção por unir tecnologia avançada e um design que remete diretamente à Ferrari Purosangue.

O lançamento reforça a estratégia das marcas chinesas de disputar espaço no segmento premium, oferecendo um veículo que combina desempenho esportivo, autonomia elevada e recursos tecnológicos inéditos.

luxeed rx3

Mais do que um SUV elétrico, o RX se posiciona como vitrine de inovação. Ele traz soluções que vão desde lanternas com milhares de elementos até sistemas inteligentes de condução, mostrando que a Huawei e a Chery querem marcar presença no topo do mercado.

Design e tecnologia de ponta

O Luxeed RX mede 5,02 metros de comprimento, com proporções que lembram a Ferrari Purosangue. O capô longo, as rodas de até 22’’ e a distância entre painel e eixo dianteiro reforçam a inspiração esportiva.

Na traseira, o destaque fica para as lanternas com 10.000 elementos cristalinos, criando um efeito visual único. Já no interior, o SUV aposta em telas múltiplas, incluindo uma central de 16,1’’, display para o passageiro e head-up display de 26’’.

Desempenho e preço competitivo

O RX oferece versões com tração traseira e integral. Na configuração AWD, o SUV entrega 594 cv de potência, enquanto a versão de entrada alcança 377 cv. O desempenho impressiona, tanto que já o colocou como o SUV elétrico chinês mais rápido testado no circuito de Zhejiang.

A autonomia varia entre 700 km e 852 km, dependendo da bateria escolhida. Com preços entre 259.800 e 389.800 yuans na China, o Luxeed RX se posiciona como alternativa mais acessível frente a SUVs de luxo europeus, sem abrir mão de desempenho esportivo e tecnologia avançada.

Se você achou exagero comparar o design do Luxeed RX com o SUV da marca italiana, então dê uma olhadinha mais atenta na Ferrari Purosangue, que chegou ao Brasil por R$ 7,5 milhões, no finzinho de 2023.

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Quanto custaria um Volkswagen Pointer GTI hoje, com a inflação?

Apresentado ao mercado em dezembro de 1993, mas lançado efetivamente no Brasil somente em fevereiro de 1994, o Volkswagen Pointer GTI fez história por ter sido o primeiro hatchback do mercado nacional a ostentar cinco portas e apelo esportivo, algo que as icônicas três letrinhas entregam logo de cara.

Produzido com o motor AP-2000, que oferecia injeção eletrônica de gasolina e até 115,5 cv de potência, o Pointer GTI era a versão topo de linha (e a mais desejada) da gama, que contava ainda com as variantes CL e GL, dotadas do também eficiente motor AP-1800.

Outra novidade introduzida pelo icônico hatch produzido pela Autolatina foi o câmbio de cinco marchas "MQ", que contava com engate por cabos, e dava ao motorista maior agilidade nas trocas. O Pointer ficou em linha no Brasil até 1996 e, hoje, muita gente se pergunta quanto custaria o modelo esportivo com o preço corrigido pela inflação. É isso o que o CT Auto vai revelar.

Quanto custava um Pointer GTI em 1994?

O Pointer GTI não foi um carro acessível para muita gente. Afinal, por se tratar de uma versão topo de linha, com apelo esportivo e a sigla que imortalizou o Gol GTI, o hatch custava caro.

volkswagen pointer div

Na época do lançamento, em fevereiro de 1994, o Plano Real ainda não havia sido lançado e, por isso, o mercado era muito volátil. Em nossas pesquisas, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custava o equivalente a 25 mil dólares, algo em torno de R$ 12,6 milhões de Cruzeiros Reais, a moeda corrente à época.

Quanto custaria um Pointer GTI em 2026, com a inflação?

Usando a excepcional calculadora oficial do Banco Central do Brasil, que converte automaticamente as moedas antigas para o Real, e aplicando como parâmetros os meses de fevereiro de 1994 e julho de 2026, além do valor de lançamento em Cruzeiros Reais, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custaria hoje o equivalente a R$ 359.667,84, com a correção dos índices de inflação.

O preço, por incrível que possa parecer, é bem "salgado", mas compatível com a proposta que o carro certamente ofereceria se recebesse as atualizações tecnológicas necessárias. Afinal, por se tratar de um modelo esportivo, ele provavelmente seria comparável ao Gol GTI, hatch que chegou em sua última geração recentemente ao Brasil por um preço ainda mais alto. 

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Quanto pode custar a troca da bateria dos carros híbridos? Veja estimativas

A bateria de alta tensão é um dos componentes que mais despertam dúvidas entre quem pensa em comprar um carro híbrido. Afinal, embora o sistema elétrico reduza o consumo de combustível e ajude no desempenho, existe a preocupação sobre quanto o proprietário teria de desembolsar caso o conjunto apresentasse um problema depois do período de garantia.

Os valores variam bastante conforme a tecnologia utilizada, a capacidade da bateria e o tipo de sistema híbrido. Um híbrido convencional, por exemplo, pode utilizar uma bateria relativamente pequena, enquanto um híbrido plug-in precisa de um conjunto muito maior para permitir uma autonomia elétrica mais extensa.

Bateria carro híbrido

Como as fabricantes nem sempre divulgam publicamente o preço de uma bateria nova para reposição, as cifras disponíveis precisam ser tratadas com cuidado. Nesta lista, os valores são referências e estimativas de mercado, e não necessariamente preços oficiais de concessionárias. Onde há uma cifra mais consolidada, ela é identificada como tal.

Quanto custa a bateria de um Toyota Corolla Hybrid?

O Toyota Corolla Hybrid é um dos casos mais conhecidos no mercado brasileiro. O modelo utiliza uma bateria de 1,3 kWh, de níquel-cádmio, relativamente pequena quando comparada aos conjuntos empregados por híbridos plug-in. A referência de preço encontrada para a substituição completa é de aproximadamente R$ 17 mil, sem considerar a mão de obra.

toyota corolla div nova

Existe ainda a possibilidade de reparo em vez da substituição do conjunto completo. Em referências de mercado, o conserto de células pode reduzir bastante a conta, com valores na faixa de R$ 8 mil a R$ 10 mil. É importante ressaltar que esse procedimento depende do diagnóstico e não significa que todas as baterias possam ser recuperadas dessa maneira.

E quanto custa a bateria do BYD King?

O BYD King GS utiliza uma bateria de maior capacidade que a do Corolla, já que seu sistema híbrido plug-in foi desenvolvido para permitir condução elétrica por períodos mais longos. A BYD oferece garantia específica para suas baterias de alta tensão, mas não divulga publicamente, em sua página brasileira do modelo, um preço de varejo para a substituição completa do conjunto.

BYD King

No mercado de peças usadas aparecem conjuntos e componentes do King por valores que podem ficar na casa dos R$ 15 mil a R$ 17,5 mil, mas essas cifras não devem ser confundidas com o preço de uma bateria nova fornecida pela BYD. A existência de peças usadas nessa faixa serve apenas como referência para dimensionar o mercado de reposição.

Quanto pode custar a bateria de um Toyota Corolla Cross Hybrid?

O Corolla Cross Hybrid compartilha a lógica de sistema híbrido convencional da Toyota e utiliza uma bateria de capacidade relativamente baixa. Isso ajuda a explicar por que o custo de reposição pode ser significativamente menor que o de baterias empregadas em modelos plug-in, que precisam armazenar muito mais energia.

Há conjuntos usados de bateria do Corolla Cross Hybrid anunciados no mercado brasileiro por valores que vão de aproximadamente R$ 4.900 a R$ 10 mil, dependendo do ano, da versão e da condição da peça. Como são componentes usados, esses números não representam o preço oficial de uma bateria nova na rede Toyota.

E a bateria do GWM Haval H6?

O GWM Haval H6 tem diferentes configurações híbridas, incluindo versões HEV e plug-in. Isso é importante porque não existe um único preço de bateria para toda a família H6. A capacidade e a arquitetura do sistema variam de acordo com a versão, influenciando diretamente o custo potencial de uma substituição.

No mercado de peças usadas, há conjuntos de bateria para o Haval H6 PHEV19 anunciados por cerca de R$ 4 mil, mas novamente estamos falando de uma peça usada, e não de uma bateria nova adquirida na rede autorizada. A GWM, por sua vez, oferece garantia específica de 8 anos ou 200 mil km para o sistema híbrido, dependendo das condições aplicáveis ao veículo.

Baterias maiores são mais caras

A diferença de capacidade ajuda a entender por que não existe um preço único para baterias de carros híbridos. Os sistemas HEV, como os empregados no Corolla, usam conjuntos menores e são recarregados pelo próprio veículo durante desacelerações, frenagens e funcionamento do motor a combustão.

Já os híbridos plug-in (PHEV) precisam de baterias maiores para entregar autonomia elétrica relevante. O custo potencial de reposição tende a acompanhar essa diferença de tamanho e complexidade. Por isso, comparar uma bateria de 1,3 kWh de um Corolla com o conjunto de um PHEV sem levar em conta a capacidade pode produzir uma impressão completamente errada sobre o custo de manutenção.

Estimativas de preço de baterias dos híbridos

  1. Toyota Corolla Hybrid: cerca de R$ 17 mil para o conjunto completo.
  2. Toyota Corolla Cross Hybrid: cerca de R$ 4.900 a R$ 10 mil para conjuntos usados encontrados no mercado.
  3. BYD King: cerca de R$ 15 mil a R$ 17,5 mil para peças usadas anunciadas.
  4. GWM Haval H6 PHEV19: cerca de R$ 4 mil para peça usada anunciada.

Como vimos, as estimativas para os preços das baterias seguem bem altas no Brasil. Por isso, nada melhor do que cuidar da maneira certa dos componentes e, com isso, aproveitar ao máximo a autonomia de um carro híbrido.

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Quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento?

Quanto será que o carro elétrico mais vendido do Brasil desvalorizou desde que foi lançado por aqui? Essa é uma pergunta que muita gente que pensa em entrar para o segmento "verde" se faz. Afinal, o BYD Dolphin Mini não é apenas o mais emplacado da própria categoria. Ele também incomoda (e muito) modelos a combustão, como Chevrolet Onix e Volkswagen Polo.

Por conta disso, o CT Auto foi a fundo nas pesquisas, usou e abusou da calculadora e, com base em dados como preço de lançamento, ofertas em e-commerces e valores da Tabela Fipe, chegou a uma conclusão sobre quanto valor de mercado o "mini-golfinho chinês" perdeu entre a data do lançamento (fevereiro de 2024) e o último mês de fevereiro.

dolphin mini mais uma

Escolhemos fevereiro de 2026 como referência final para que a conta pudesse ser fechada em exatos 24 meses após o lançamento oficial no país. A diferença entre o preço de lançamento e a cotação encontrada dois anos depois não é tão grande quanto alguns poderiam imaginar, mas esse é o único spoiler que daremos sobre a matéria. Confira.

Quanto valia o BYD Dolphin Mini após dois anos?

Em fevereiro de 2026, a Tabela Fipe do BYD Dolphin Mini 2024 de 38 kWh estava em R$ 99.905, de acordo com o histórico disponibilizado pela Webmotors, um dos e-commerces mais conceituados do país na hora de buscar por carros seminovos, usados e até 0 km.

dolphin mini lateral

A diferença para os R$ 115.800 cobrados no lançamento é de R$ 15.895. Em termos percentuais, isso significa que o Dolphin Mini perdeu aproximadamente 13,7% do valor em dois anos, preservando cerca de 86,3% do preço originalmente anunciado.

Dolphin Mini desvalorizou muito em dois anos?

Para responder se o BYD Dolphin Mini desvalorizou muito ou pouco em um intervalo de dois anos, um dos meios é compará-lo a um carro a combustão do segmento de entrada, como o Volkswagen Polo Track.

dolphin mini carregando carro elétrico carregando

O hatch da marca alemã custava, no mês que o elétrico chinês chegou ao Brasil (aproximadamente um ano após seu próprio lançamento), R$ 87.990, de acordo com a Tabela Fipe. Dois anos depois, em fevereiro de 2026, a cotação de um seminovo gira em torno de R$ 80.825, uma retração de R$ 7.165 ou 8,14%. 

A desvalorização, portanto, foi quase 5% menor que a do subcompacto elétrico, mas é importante ressaltar que, ao contrário do carro da BYD, o Polo Track é um modelo campeão em vendas diretas, especialmente para locadoras e frotistas, que fazem rotação de estoques rápidas e, portanto, contribuem para uma queda menor do ativo. Por falar nisso, você sabe o que é venda direta de um carro zero quilômetro??

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Motor de carro elétrico: entenda por que ele é melhor que o a combustão

O carro elétrico ainda não convenceu todo mundo de que é uma opção melhor do que o tradicional modelo a combustão, e isso acontece por alguns motivos. Um dos principais é que muita gente ainda acredita que um motor abastecido com combustível é superior a um motor que funciona com energia elétrica. Mas será que isso é verdade?

A dúvida faz sentido, principalmente para quem está acostumado há décadas com motores a gasolina, etanol ou diesel. Afinal, são eles que dominaram as ruas e evoluíram durante mais de um século. O que pouca gente percebe é que o motor elétrico funciona de uma maneira bem diferente, e algumas dessas diferenças podem representar vantagens importantes no uso cotidiano.

ferrari luce carro elétrico bateria

Mas afinal, o que muda de verdade entre um motor elétrico e um motor a combustão? E por que os carros elétricos conseguem entregar força, desempenho e eficiência usando uma tecnologia com funcionamento aparentemente tão simples? É isso que vamos explicar a seguir e, assim, fazer você entender que o motor de um EV é, sim, melhor do que o de um carro a combustão. Duvida? Então segue com o CT Auto que a gente te prova.

Como funciona o motor de um carro elétrico?

Para provar que o motor do carro elétrico é melhor que o de um veículo a combustão, é preciso explicar como ele funciona, certo? Basicamente, a bateria envia energia elétrica para o inversor, que controla a quantidade de corrente destinada ao motor. O motor transforma essa energia em movimento rotacional, que é transmitido às rodas.

Essa construção elimina componentes presentes em muitos motores a combustão, como pistões, bielas, válvulas, velas e sistemas complexos de injeção e escapamento. A menor quantidade de componentes mecânicos sujeitos a desgaste ajuda a reduzir a necessidade de manutenção e também permite que o motor elétrico responda rapidamente aos comandos do acelerador.

Quais são os tipos de motores de carros elétricos?

Agora vamos falar um pouquinho mais sobre os tipos de motores que os carros elétricos usam. E não pense que “é tudo igual”, como algumas pessoas falam por aí. Há, na verdade, três tipos de motores.

Motor elétrico de imã permanente
  • Motor Síncrono de Imã Permanente (PMSM): o mais comum; possui ímãs permanentes no rotor, têm características de tração, como alta densidade de potência e alta eficiência. É a melhor escolha para aplicações de alto desempenho;
  • Motor de Indução Trifásico (AC): também chamado de assíncrono e não precisa de imãs permanentes, já que o campo magnético é produzido pela corrente elétrica que passa pelas bobinas fixadas no estator;
  • Motor de relutância comutado (SRM): é capaz de entregar alta potência a um custo baixo. Sua utilização específica em carros elétricos, no entanto, ainda é reduzida, pois há problemas relatados em relação a controle, barulho excessivo em altas velocidades e até mesmo em seu processo de fabricação.

Por que o motor elétrico é mais eficiente?

A eficiência é uma das principais vantagens da propulsão elétrica. No motor a combustão, uma parcela significativa da energia do combustível é perdida na forma de calor. O motor elétrico aproveita uma proporção muito maior da energia disponível para efetivamente movimentar o veículo. Além disso, o sistema pode recuperar parte da energia durante as desacelerações por meio da frenagem regenerativa.

Essa característica também ajuda a explicar a resposta rápida dos elétricos. O torque máximo pode estar disponível praticamente de imediato, sem a necessidade de elevar o giro do motor para atingir determinada faixa de força. O resultado é uma aceleração linear, silenciosa e previsível, característica que aparece tanto em modelos compactos quanto em carros elétricos de alto desempenho.

Principais vantagens do motor elétrico

  1. Maior eficiência energética
  2. Torque instantâneo
  3. Menor número de peças móveis
  4. Menor necessidade de manutenção
  5. Silêncio ao dirigir
  6. Ausência de emissões pelo escapamento
  7. Frenagem regenerativa
  8. Resposta rápida ao acelerador
  9. Possibilidade de utilizar um motor em cada eixo
  10. Maior aproveitamento da energia armazenada na bateria

Se carro elétrico é a "sua praia", te convidamos a ler também conteúdos curiosos a respeito do tema. Você sabe, por exemplo, quanto a conta de luz aumenta ao carregar o carro em casa ou por que a autonomia declarada no Brasil é menor do que em outros países? Confira.

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Esses são os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026

O mercado de elétricos no Brasil mudou radicalmente em pouco mais de um ano. Se em 2025 era necessário desembolsar até R$ 235 mil para adquirir um dos dez modelos mais baratos, em 2026 o teto caiu para R$ 176 mil. Essa redução reflete a chegada de novos modelos e a intensificação da concorrência, especialmente entre fabricantes chinesas.

Em agosto de 2026, os veículos 100% elétricos já representaram mais de 10% das vendas de automóveis e comerciais leves no país, com mais de 27 mil emplacamentos. Isso mostra que a eletrificação deixou de ser nicho e começa a se consolidar como uma opção viável para o consumidor brasileiro.

dolphin mini lateral

A lista dos mais baratos é dominada por marcas chinesas, com apenas uma exceção: o Chevrolet Spark EUV, que também é fruto de uma parceria com a gigante asiática SAIC e, recentemente, bateu recordes importantes. Essa predominância reforça o papel da China como protagonista na democratização dos elétricos no Brasil.

Rivalidade em alta

A liderança do BYD Dolphin Mini, com preço inicial de R$ 119.990, mostra a estratégia agressiva da marca em oferecer modelos acessíveis. Logo atrás, aparecem o Geely EX2 e o MG4 Urban, ambos abaixo de R$ 130 mil, ampliando as opções para quem busca eletrificação sem gastar tanto.

versão Ora 5

Modelos como o GWM Ora 5 e o GAC Aion UT também figuram na lista, mostrando que os SUVs compactos e médios estão se tornando alternativas competitivas. Essa diversidade de categorias, que oferece hatches, sedans e SUVs, ajuda a atrair diferentes perfis de consumidores.

Os 10 carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026

  1. BYD Dolphin Mini: R$ 119.990
  2. Geely EX2: R$ 123.800
  3. MG4 Urban: R$ 129.990
  4. GAC Aion UT: R$ 139.990
  5. BYD Dolphin: R$ 149.990
  6. Chevrolet Spark EUV: R$ 154.990
  7. GWM Ora 5: R$ 163.990
  8. GWM Ora 03: R$ 169.000
  9. GAC Aion ES: R$ 170.990
  10. GAC Aion Y: R$ 175.990

Se você quiser ficar ligado em outras novidades do segmento dos elétricos, deixamos aqui o convite para dar uma olhadinha, já que a Chevrolet está dando quase um BYD Dolphin de desconto para "desovar" seu SUV elétrico, enquanto Mercedes e Geely se uniram para lançar um compacto elétrico "anti-BYD".

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Esses são os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026

O mercado de elétricos no Brasil mudou radicalmente em pouco mais de um ano. Se em 2025 era necessário desembolsar até R$ 235 mil para adquirir um dos dez modelos mais baratos, em 2026 o teto caiu para R$ 176 mil. Essa redução reflete a chegada de novos modelos e a intensificação da concorrência, especialmente entre fabricantes chinesas.

Em agosto de 2026, os veículos 100% elétricos já representaram mais de 10% das vendas de automóveis e comerciais leves no país, com mais de 27 mil emplacamentos. Isso mostra que a eletrificação deixou de ser nicho e começa a se consolidar como uma opção viável para o consumidor brasileiro.

dolphin mini lateral

A lista dos mais baratos é dominada por marcas chinesas, com apenas uma exceção: o Chevrolet Spark EUV, que também é fruto de uma parceria com a gigante asiática SAIC e, recentemente, bateu recordes importantes. Essa predominância reforça o papel da China como protagonista na democratização dos elétricos no Brasil.

Rivalidade em alta

A liderança do BYD Dolphin Mini, com preço inicial de R$ 119.990, mostra a estratégia agressiva da marca em oferecer modelos acessíveis. Logo atrás, aparecem o Geely EX2 e o MG4 Urban, ambos abaixo de R$ 130 mil, ampliando as opções para quem busca eletrificação sem gastar tanto.

versão Ora 5

Modelos como o GWM Ora 5 e o GAC Aion UT também figuram na lista, mostrando que os SUVs compactos e médios estão se tornando alternativas competitivas. Essa diversidade de categorias, que oferece hatches, sedans e SUVs, ajuda a atrair diferentes perfis de consumidores.

Os 10 carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026

  1. BYD Dolphin Mini: R$ 119.990
  2. Geely EX2: R$ 123.800
  3. MG4 Urban: R$ 129.990
  4. GAC Aion UT: R$ 139.990
  5. BYD Dolphin: R$ 149.990
  6. Chevrolet Spark EUV: R$ 154.990
  7. GWM Ora 5: R$ 163.990
  8. GWM Ora 03: R$ 169.000
  9. GAC Aion ES: R$ 170.990
  10. GAC Aion Y: R$ 175.990

Se você quiser ficar ligado em outras novidades do segmento dos elétricos, deixamos aqui o convite para dar uma olhadinha, já que a Chevrolet está dando quase um BYD Dolphin de desconto para "desovar" seu SUV elétrico, enquanto Mercedes e Geely se uniram para lançar um compacto elétrico "anti-BYD".

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