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Rockstar pode estar gravando trailer live-action de GTA 6 em Miami; veja provas

Fãs de GTA 6 flagraram equipes de filmagem gravando comboios de carros esportivos exóticos e personalizados com marcas fictícias da franquia nas ruas de Miami. A aposta dos jogadores é que a Rockstar Games pode estar produzindo uma espécie de trailer live-action para o jogo que está a menos de um mês de distância.

Entre os modelos de carros flagrados estão Grotti e Emerus, contrapartes das montadoras da vida real Ferrari e McLaren. Na última sexta-feira (16), réplicas de carros de GTA 6 invadiram as ruas de Miami e pararam o trânsito como parte de uma campanha do jogo.

A engrenagem de marketing da Rockstar parece estar rodando a todo vapor. Além dos veículos e de um possível trailer live-action, a produtora também contou com um dirigível de Vice City sobrevoando Miami, cartazes espalhados por toda a cidade e uma ação com o time de basquete Miami Heat.

Vale notar que GTA 6 recebeu um trailer final na quinta-feira (15) e cravou que “a melhor experiência é no PS5”. Além disso, dados da Sensor Tower apontaram que o PlayStation engoliu o XBOX e tem uma vantagem assombrosa na pré-venda do jogo.

PlayStation pode barrar GTA 6 em consoles desbloqueados

A Sony e a Rockstar Games parecem estar cautelosas com a nova onda de desbloqueio do PS5. Uma nova atualização do firmware deve blindar o console contra a pirataria de GTA 6.

A companhia japonesa está em uma verdadeira corrida contra os modders. Um bom exemplo disso é que, anteriormente, um jailbreak do PS5 chegou à versão exigida por GTA 6 um mês antes da estreia.

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Sony começa a blindar PS5 contra pirataria de GTA 6 com nova atualização

A Sony lançou uma nova atualização de firmware para o PlayStation 5. Embora a marca afirme que a versão 26.07-14.20.00 trouxe apenas aprimoramentos nas mensagens e na usabilidade em algumas telas, usuários temem que a empresa tenha driblado jailbreaks que permitem o desbloqueio do console.

A atualização de firmware chega um dia depois de um jailbreak do PS5 atingir a versão exigida por GTA 6 um mês antes da estreia. O feito só foi alcançado graças ao exploit "Relapse", que permite a execução de jogos piratas em qualquer versão do firmware 14.00.00.

No início deste mês, outro rumor apontou que GTA 6 vai forçar donos de PS5 desbloqueado a atualizar o firmware. Isso significa que apenas as versões mais recentes do console conseguiriam rodar o jogo da Rockstar Games, agendado para 19 de novembro deste ano. A comunidade de homebrew e jailbreak especula que a Sony pode tornar a versão 14.20 obrigatória para quem quiser rodar GTA 6 no console.

Não só o desbloqueio como a emulação têm crescido exponencialmente no PS5 desde que a Sony anunciou o fim da mídia física de PlayStation a partir de 2028. Um bom exemplo disso é o PS5SX2, que começa a rodar jogos de PS2 em disco no PlayStation 5 desbloqueado.

PS5-Base-Img4

Em setembro, um emulador de Nintendo Switch conseguiu rodar nativamente no PlayStation 5 e atingiu 60 FPS.

GTA 6 deslancha no PlayStation

GTA 6 chegará em novembro para PlayStation 5 e XBOX Series. Mas afinal, se chegará a ambas as plataformas, por que a comunidade de mods está focada em desbloquear apenas o PS5?

Um dos motivos que podem explicar o fenômeno é que o PlayStation engoliu o XBOX e tem vantagem assombrosa na pré-venda de GTA 6.

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A atualização de firmware chega um dia depois de um jailbreak do PS5 atingir a versão exigida por GTA 6 um mês antes da estreia. O feito só foi alcançado graças ao exploit "Relapse", que permite a execução de jogos piratas em qualquer versão do firmware 14.00.00.

No início deste mês, outro rumor apontou que GTA 6 vai forçar donos de PS5 desbloqueado a atualizar o firmware. Isso significa que apenas as versões mais recentes do console conseguiriam rodar o jogo da Rockstar Games, agendado para 19 de novembro deste ano. A comunidade de homebrew e jailbreak especula que a Sony pode tornar a versão 14.20 obrigatória para quem quiser rodar GTA 6 no console.

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Terra arrasada: EA fecha a BioWare e cancela jogo de Mass Effect

A Electronic Arts anunciou nesta quarta-feira (21) o fechamento da BioWare, estúdio com mais de 30 anos na indústria e responsável por Mass Effect, Dragon Age, Star Wars: KOTOR e pelo clássico Baldur's Gate. Além disso, a empresa vai demitir 400 funcionários (sendo 50 da desenvolvedora), o que representa 3% da força de trabalho global da EA.

Como parte do fechamento da BioWare, o desenvolvimento do próximo jogo de Mass Effect foi cancelado, além de outros projetos dentro dos estúdios da EA. "Ao nos concentrarmos nessas oportunidades maiores, tínhamos uma pequena equipe na BioWare trabalhando na fase inicial de desenvolvimento de Mass Effect. Tomamos a decisão de não seguir adiante com esse desenvolvimento, o que significa que estamos fechando o estúdio e o nosso espaço de trabalho em Edmonton", escreveu a empresa em comunicado.

Em agosto deste ano, o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), a Silver Lake e a Affinity Partners concluíram a aquisição da Electronic Arts por US$ 55 bilhões. Como parte do negócio, a publisher assumiu uma dívida de US$ 18 bilhões, conforme apontado pelo jornalista Jason Schreier. Basicamente, a EA vai pagar a conta da própria aquisição.

Os cortes podem ser parte do plano da Electronic Arts anunciado aos investidores para economizar US$ 700 milhões nos setores de pesquisa e desenvolvimento (P&D). No primeiro trimestre, a EA surpreendeu a todos e cortou a equipe de Battlefield 6, apesar dos recordes que o FPS bateu em 2025.

A BioWare foi fundada em 1995 e adquirida em 2007 pela EA. O estúdio ganhou notoriedade por orquestrar grandes lançamentos do gênero RPG, em especial nos cenário de PC e na sétima geração de consoles, sendo responsável por Baldur's Gate, Star Wars: KOTOR, Dragon Age e Mass Effect. No entanto, a produtora sofreu vários tropeços na última década, como Mass Effect: Andromeda, Anthem e Dragon Age: The Veilguard. Este último lançamento teria sido o estopim para o desinvestimento no estúdio e, agora, seu fechamento.

Em um último comunicado publicado no X, a BioWare afirmou: "Durante mais de 30 anos, a BioWare foi mais do que um estúdio. Foi um lar para contadores de histórias, desenvolvedores e para os jogadores que deram vida aos nossos mundos". O estúdio prosseguiu: "O que várias gerações da BioWare construíram juntas é algo para celebrar e recordar. Esses jogos se tornaram muito mais porque vocês os jogaram, debateram suas escolhas, apaixonaram-se pelos personagens e tornaram esses mundos seus".

EA anuncia novas direções

Além do fechamento da BioWare, a Electronic Arts revelou os investimentos e caminhos que a empresa tomará daqui para frente. O bom desempenho de Battlefield 6 no ano passado levou a publisher a colocar a DICE e a Respawn Entertainment em um novo projeto não anunciado (rumores apontam para um possível novo Star Wars: Battlefront). O live-service Apex Legends continuará recebendo novos conteúdos e investimentos pesados.

ANTHEM

 

A empresa também deve focar seu orçamento em menos lançamentos, destacando o próximo jogo da série Star Wars Jedi e o novo título de Marvel’s Iron Man como suas principais apostas futuras. A EA Sports seguirá sendo um pilar da marca, enquanto recursos de The Sims estão sendo redirecionados entre os projetos baseados no life-sim. Por fim, a equipe por trás de skate. passará por um enxugamento.

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Terra arrasada: EA fecha a BioWare e cancela jogo de Mass Effect

A Electronic Arts anunciou nesta quarta-feira (21) o fechamento da BioWare, estúdio com mais de 30 anos na indústria e responsável por Mass Effect, Dragon Age, Star Wars: KOTOR e pelo clássico Baldur's Gate. Além disso, a empresa vai demitir 400 funcionários (sendo 50 da desenvolvedora), o que representa 3% da força de trabalho global da EA.

Como parte do fechamento da BioWare, o desenvolvimento do próximo jogo de Mass Effect foi cancelado, além de outros projetos dentro dos estúdios da EA. "Ao nos concentrarmos nessas oportunidades maiores, tínhamos uma pequena equipe na BioWare trabalhando na fase inicial de desenvolvimento de Mass Effect. Tomamos a decisão de não seguir adiante com esse desenvolvimento, o que significa que estamos fechando o estúdio e o nosso espaço de trabalho em Edmonton", escreveu a empresa em comunicado.

Em agosto deste ano, o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), a Silver Lake e a Affinity Partners concluíram a aquisição da Electronic Arts por US$ 55 bilhões. Como parte do negócio, a publisher assumiu uma dívida de US$ 18 bilhões, conforme apontado pelo jornalista Jason Schreier. Basicamente, a EA vai pagar a conta da própria aquisição.

Os cortes podem ser parte do plano da Electronic Arts anunciado aos investidores para economizar US$ 700 milhões nos setores de pesquisa e desenvolvimento (P&D). No primeiro trimestre, a EA surpreendeu a todos e cortou a equipe de Battlefield 6, apesar dos recordes que o FPS bateu em 2025.

A BioWare foi fundada em 1995 e adquirida em 2007 pela EA. O estúdio ganhou notoriedade por orquestrar grandes lançamentos do gênero RPG, em especial nos cenário de PC e na sétima geração de consoles, sendo responsável por Baldur's Gate, Star Wars: KOTOR, Dragon Age e Mass Effect. No entanto, a produtora sofreu vários tropeços na última década, como Mass Effect: Andromeda, Anthem e Dragon Age: The Veilguard. Este último lançamento teria sido o estopim para o desinvestimento no estúdio e, agora, seu fechamento.

Em um último comunicado publicado no X, a BioWare afirmou: "Durante mais de 30 anos, a BioWare foi mais do que um estúdio. Foi um lar para contadores de histórias, desenvolvedores e para os jogadores que deram vida aos nossos mundos". O estúdio prosseguiu: "O que várias gerações da BioWare construíram juntas é algo para celebrar e recordar. Esses jogos se tornaram muito mais porque vocês os jogaram, debateram suas escolhas, apaixonaram-se pelos personagens e tornaram esses mundos seus".

EA anuncia novas direções

Além do fechamento da BioWare, a Electronic Arts revelou os investimentos e caminhos que a empresa tomará daqui para frente. O bom desempenho de Battlefield 6 no ano passado levou a publisher a colocar a DICE e a Respawn Entertainment em um novo projeto não anunciado (rumores apontam para um possível novo Star Wars: Battlefront). O live-service Apex Legends continuará recebendo novos conteúdos e investimentos pesados.

ANTHEM

 

A empresa também deve focar seu orçamento em menos lançamentos, destacando o próximo jogo da série Star Wars Jedi e o novo título de Marvel’s Iron Man como suas principais apostas futuras. A EA Sports seguirá sendo um pilar da marca, enquanto recursos de The Sims estão sendo redirecionados entre os projetos baseados no life-sim. Por fim, a equipe por trás de skate. passará por um enxugamento.

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Microsoft planeja 3 novas rodadas de demissões no XBOX nos próximos meses

A CEO do XBOX, Asha Sharma, pode estar planejando mais três demissões na divisão de games do Microsoft. A informação parte de "pessoas familiarizadas com os planos" à reportagem da Fortune Magazine publicada nesta terça-feira (20).

Se confirmada, esta seria a segunda rodada de demissões no XBOX desde o anúncio da reestruturação em julho que afetaria um total de 3,2 mil colaboradores. Na época Sharma anunciou que 1,6 mil pessoas perderam seus empregos instantaneamente, enquanto outros 1,6 mil seriam cortados ao longo dos meses até o início de 2027.

Em setembro, 268 cargos foram eliminados no XBOX, seguido de reorganização que mudou a RARE, Obsidian e Worlds Egdge. Além disso, o XBOX entregou Master Chief nas mãos da Activision e reduziu o Halo Studios significamente.

Segundo as fontes da Fortune, há demissões programadas para este mês, novembro e janeiro de 2027, embora os planos estejam sujeitos a mudança.

A CEO do XBOX chegou a comemorar  crescimento após demissões em massa no início deste mês. Já o chefão da Microsoft elogiou as demissões no XBOX em setembro e cobrou modelo sustentável.

XBOX Helix chega em 2027?

Além das possíveis demissões, a Fortune também relatou os planos para a próxima geração de hardware da marca. Segundo a reportagem,  o novo XBOX Helix deve ter portátil em 2027 e console em 2028 por até US$ 1.800.

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Microsoft planeja 3 novas rodadas de demissões no XBOX nos próximos meses

A CEO do XBOX, Asha Sharma, pode estar planejando mais três demissões na divisão de games do Microsoft. A informação parte de "pessoas familiarizadas com os planos" à reportagem da Fortune Magazine publicada nesta terça-feira (20).

Se confirmada, esta seria a segunda rodada de demissões no XBOX desde o anúncio da reestruturação em julho que afetaria um total de 3,2 mil colaboradores. Na época Sharma anunciou que 1,6 mil pessoas perderam seus empregos instantaneamente, enquanto outros 1,6 mil seriam cortados ao longo dos meses até o início de 2027.

Em setembro, 268 cargos foram eliminados no XBOX, seguido de reorganização que mudou a RARE, Obsidian e Worlds Egdge. Além disso, o XBOX entregou Master Chief nas mãos da Activision e reduziu o Halo Studios significamente.

Segundo as fontes da Fortune, há demissões programadas para este mês, novembro e janeiro de 2027, embora os planos estejam sujeitos a mudança.

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XBOX Helix chega em 2027?

Além das possíveis demissões, a Fortune também relatou os planos para a próxima geração de hardware da marca. Segundo a reportagem,  o novo XBOX Helix deve ter portátil em 2027 e console em 2028 por até US$ 1.800.

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Review Gears of War: E-Day | Dia da Emergência entrega beleza e brutalidade

Em 7 de novembro de 2006, chegou às prateleiras de todo o mundo o revolucionário Gears of War, jogo exclusivo do XBOX que se destacou por seu sistema de cobertura criativo e bem-feito, seu gameplay visceral, além de revolucionar o modo online e inspirar muitos outros títulos daquela geração.

Depois de 20 anos, Gears of War: E-Day chega aos XBOX Series como uma prequel da franquia e primeiro jogo exclusivo vitalício do XBOX em anos. Além dessas responsabilidades, Marcus Fenix, Dom Santiago e companhia têm a importante missão de rechear as comemorações de 25 anos da marca, logo após Forza Horizon 6 e Halo: Campaign Evolved.

Mas, afinal, Gears of War: E-Day valeu seis anos de espera por um novo jogo da The Coalition? O título está tão impressionante quanto nos foi apresentado?

Prós

  • Ação cinematográfica;

  • Gráficos de ponta na Unreal Engine 5;

  • Jogabilidade e sistema de cobertura responsivos;

  • Variedade de inimigos;

  • Química do Esquadrão Bravo.

Contras

  • Quedas constantes de FPS em todo o jogo no XBOX Series X;

  • Problemas de áudio e dublagem;

  • Trilha sonora morna;

  • Repetitividade e reutilização de cenários;

  • Oportunidades perdidas na narrativa.

O Dia da Emergência é brutal e lindíssimo

Uma das tarefas mais difíceis para qualquer obra é conseguir atrair as pessoas em seus primeiros momentos. Nos videogames, consigo me lembrar do início brutal e caótico de The Last of Us como um dos mais marcantes de todos. Felizmente, Gears of War: E-Day segue uma linha muito parecida e entra para esse hall da fama.

O jogo se passa antes dos eventos do primeiro título, durante o Dia da Emergência, momento em que a raça subterrânea conhecida como Locust invade o planeta Sera e devasta tudo o que vê pela frente. Gears of War: E-Day, em específico, se passa na cidade de Kalona pouco tempo depois do fim da Guerra do Pêndulo, local onde Dom Santiago e Marcus Fenix dão uma pausa após a morte do irmão e companheiro Carlos Santiago, que perdeu a vida no conflito.

Gears of War: E-Day

Gears of War: E-Day começa com os dois pés na porta. Logo de início, já conhecemos o que viria a ser o Esquadrão Bravo, formado pela dupla conhecida pelos fãs, mas com a estreia de Mags Carter e Lucas Reyes. Juntos, eles precisam lidar com um cenário totalmente novo: buracos surgem do chão e criaturas não humanas atacam tudo o que veem pela frente.

Desde o primeiro momento de gameplay, a The Coalition mostrou todo o seu poderio tecnológico e pedigree na Unreal Engine 5. Embora seja um jogo linear, o que facilita as coisas, Gears of War: E-Day possui gráficos simplesmente incríveis.

Além disso, há um nível de detalhes e uma densidade de objetos no cenário de tirar o chapéu. O título conta com texturas bem complexas e detalhadas, iluminação fantástica e reflexos em superfícies como vidros e poças d’água que colocam a franquia em outro patamar gráfico. A mesma qualidade se repete nas cutscenes e na captura de movimentos, que só melhoram com o passar do jogo.

Gears of War: E-Day

É uma primeira impressão caótica, mas lindíssima, digna de um jogo da série Gears, conhecida por sua visceralidade. De início, o jogo até passa a sensação de que vai pegar emprestado elementos de terror, mas deixa essa estética rapidamente.

Ação de outro mundo

Embora os gráficos sejam um grande convite para entrar na guerra contra os Locusts, Gears of War: E-Day reitera mais uma vez que estamos falando de um jogo de ação. A The Coalition não apenas mostrou isso com takes mais cinematográficos, destruição em massa e explosões para todos os lados, como também refinou as conhecidas mecânicas da franquia.

Gears of War: E-Day entrega um sistema de cobertura ultra-responsivo e dinâmico, que permite transições fluidas entre diversas estruturas e incentiva o jogador a se locomover a todo momento para contornar as linhas inimigas. O ritmo frenético dos combates também ajuda a ressaltar a ação no jogo de tiro em terceira pessoa. A brutalidade segue o pedigree da série, com sangue, vísceras e cenas chocantes para todos os lados.

A progressão acontece de maneira linear, com algumas poucas áreas abertas, mas ainda direcionadas para a ação. O looping de gameplay alterna entre missões de suporte, combate a ondas de inimigos, defesa de posições, coleta de munição e exploração do cenário.

Gears of War: E-Day

Nesses locais mais amplos, Marcus Fenix pode realizar algumas missões paralelas que concedem modificações para o arsenal da CGO, também encontradas em baús espalhados pelo mapa. Cada arma do jogo pode contar com até quatro melhorias que mudam aspectos como dano, precisão, cartucho e coice, entre outros atributos. Os jogadores também contam com upgrades para a armadura e itens táticos como bombas de adrenalina e rastreadores de inimigos.

Essas modificações também incentivam os jogadores a explorar os mapas de Kalona para conseguir mais melhorias — o que funciona, ao menos no início do jogo. Isso porque há tantas opções de upgrades que fica até cansativo ir atrás de mais deles, sendo que vários são pouco proveitosos. Navegar pela interface das armas é outra tarefa que se torna burocrática quanto mais nos aproximamos do fim.

Seria interessante se a The Coalition optasse por um sistema mais simplificado, como vemos na franquia DOOM, por exemplo. Se o foco do jogo é a ação, o jogador não quer perder tempo lendo dezenas de descrições de melhorias das várias armas.

Locusts mais atacados do que nunca

Não teríamos ação sem os antagonistas do game. Gears of War: E-Day apresenta uma boa variedade de inimigos que permitiu à The Coalition explorar diversas situações de maneiras diferentes, embora a repetitividade ainda seja uma questão presente.

O jogo não oferece novas formas de jogar ou enfrentar os inimigos de manerias diferentes com muita frequência. São as atividades de progressão padrão: elimine os inimigos da área e continue. Contudo, pelo menos até a metade da campanha, a produtora amenizou a sensação de repetitividade ao posicionar os inimigos em locais diferentes e variar os tipos de ameaças. O level design brilha por muito tempo em Kalona, mas vai perdendo seu brilho aos poucos.

Nos trechos finais do jogo, a fórmula de combater os Locusts e prosseguir vai ficando maçante. Um fator que contribui muito para isso é a frequente reutilização de cenários. Podemos citar o Centro de Kalona, que funciona como uma espécie de hub entre as missões e pelo qual passamos pelo menos três vezes.

Gears of War: E-Day

Claro que a The Coalition se deu ao trabalho de destruir o distrito mais e mais a cada passagem do Esquadrão Bravo, mas a sensação de "já passei por aqui" deixa um tom amargo no final da experiência.

Há níveis muito legais em Gears of War: E-Day e não dá para entender por que a desenvolvedora optou por repetir alguns desses cenários. Embora isso ajude o jogador a se familiarizar com os locais, se perde o fator novidade. A equipe poderia ter usado esse espaço para introduzir novas mecânicas de combate, fugindo um pouco do padrão convencional da série.

Felizmente, essa repetitividade é interrompida pelas batalhas contra chefes e inimigos mais fortes. Logo de início, enfrentamos alguns Locusts barra-pesada e gigantescos, que ressaltam ainda mais a ação do jogo. Embora esses chefes não contem com padrões de ataque muito complexos — variando de duas a quatro ações diferentes —, monstros como um sapo gigante ou um mini-Godzilla já colocam Gears of War: E-Day em uma escala ainda maior de ação.

Esquadrão Bravo brilha no Dia da Emergência

Gears of War nunca escondeu um de seus pontos mais fortes: a dinâmica entre os protagonistas. No novo jogo, os personagens possuem uma profundidade que vai além do superficial. A química entre eles dispensa comentários, e há toda uma evolução na forma como lidam um com o outro e com as missões que lhes são atribuídas.

Logo na abertura, podemos notar os dramas pessoais dos membros. Marcus Fenix, por exemplo, perdeu seu irmão de consideração na guerra e precisa lidar com o luto a todo instante. Dom Santiago quer pendurar a armadura, mas a invasão dos Locusts gera incertezas sobre o paradeiro de sua família. Mags, uma ex-Gear, questiona a todo momento os superiores e a estrutura daquele mundo. Por fim, Lucas é o recruta inexperiente que, diferentemente de outros casos em que arquétipos assim viram mero alívio cômico, evolui ao perceber a brutalidade da guerra.

Gears of War: E-Day

Há um desenvolvimento consistente dos personagens ao longo da campanha, algo reforçado nos coletáveis que contam não apenas a história daquele mundo, mas também dos personagens que lá habitam. O grande problema é que a The Coalition abusou dos itens colecionáveis para se aprofundar na narrativa de Gears of War: E-Day, o que pode incomodar quem não gosta de ir do ponto A ao B sem justificativa clara.

Claro que estamos falando de um shooter de ação, e o tiroteio precisa ser o foco. A questão é que há várias abordagens que a desenvolvedora deixou de lado. É o caso do autoritarismo da CGO, que, embora seja abordado em diversos momentos, acaba esquecido no fim das contas. Há até um representante da organização militar que poderia ser um ótimo antagonista, em especial por suas motivações questionáveis, mas cuja trama não é tão bem explorada.

Os problemas em Kalona

Não é possível falar sobre Gears of War: E-Day sem mencionar sua qualidade gráfica impressionante. Porém, todo esse pedigree vem acompanhado de problemas de performance. Toda a campanha do Esquadrão Bravo em Kalona foi marcada por quedas constantes de FPS no XBOX Series X (mesmo no modo desempenho).

As áreas mais abertas são ainda mais críticas nesse quesito. Essa perda de rendimento se intensifica no trecho final do jogo, quando há dezenas de inimigos por todos os lados. Cheguei a enfrentar um crash inesperado nos momentos decisivos da campanha. O problema pode ser fruto da Unreal Engine 5, que ganhou má fama entre os jogadores de PC por conta de títulos lançados com otimização aquém do esperado.

Gears of War: E-Day é um jogo pesado e que deve dar trabalho em hardware menos potente. As quedas de taxa de quadros não chegam a tornar o shooter injogável, mas podem incomodar quem valoriza estabilidade.

Gears of War: E-Day

Outro ponto negativo é o design de áudio do jogo. Gears of War: E-Day conta com muitos diálogos fora das cutscenes, em especial entre os membros do Esquadrão Bravo. O grande problema é que a mixagem de som parece desalinhada: as vozes dos personagens ficam muito baixas em comparação com o som ambiente e os efeitos sonoros. Mesmo ajustando as configurações, é possível ver uma discrepância marcante.

A dublagem em português do Brasil também apresenta deslizes. Em vários momentos, ocorrem dessincronização labial, sobreposição de vozes e falas cortadas que retornam com atraso após o fim das cenas. Somado à mixagem inconsistente, ouvir uma conversa entre Marcus e Dom em meio ao tiroreio pode ser uma tarefa difícil, principalmente se as legendas estiverem desativadas.

A trilha sonora do jogo também é discreta demais. Em certos momentos, há apenas temas militares genéricos que definitivamente não marcam. Não se trata de uma trilha ruim, mas sim da ausência de faixas mais marcantes que pudessem elevar a ação visceral que Gears of War: E-Day oferece.

Gears of War: E-Day vale a pena?

Gears of War: E-Day veio com a missão de não só representar a franquia na geração do XBOX Series, mas também comemorar os 25 anos da marca XBOX. Embora os problemas de performance, áudio e repetitividade sejam um tendão de Aquiles para o Esquadrão Bravo, a The Coalition conseguiu entregar exatamente o que o fã espera de um Gears quando o assunto é temática militar e ação visceral.

Gears of War: E-Day

Não espere uma grande revolução ou a reinvenção da roda. Gears of War: E-Day é um título feito para quem valoriza a jogabilidade em primeiro lugar. O game resgata o espírito dos grandes shooters da era do XBOX 360: direto ao ponto, divertido e visceral, independentemente da história ou de outros detalhes secundários.

Os grandes acertos ainda ficam para a dinâmica do Esquadrão Bravo, a qualidade gráfica impressionante e uma direção de jogo que coloca a ação e a diversão em primeiro lugar.

*Gears of War: E-Day foi avaliado em cópia digital gentilmente cedida ao Canaltech pela XBOX Brasil

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Fim do sonho: Rockstar ordena cancelamento de port nativo de GTA 5 para Android

A Take-Two Interactive enviou uma notificação de cease-and-desist para a desenvolvedora Paralympics Productions, que estava envolvida na produção de um port nativo de GTA 5 para Android. Conforme o portal Android Authority, o projeto aparentemente dependia do código-fonte vazado do jogo, e não de engenharia reversa, o que pode ter posto o port em risco.

Quem já acompanha as polêmicas envolvendo a Rockstar Games e até a Nintendo já deve saber o que é um cease-and-desist. O documento é uma notificação extrajudicial que exige que uma pessoa ou organização pare de cometer atos ilegais sob ameaça de processo judicial. É um aviso prévio muito utilizado na defesa de propriedades intelectuais.

Além de encerrar a produção do port e fechar as portas do estúdio, a Take-Two Interactive também proibiu a Paralympics Productions de distribuir o código do port. O líder do port de GTA 5 para Android, Mojso, confirmou que o grupo de desenvolvimento irá encerrar suas operações a partir do próximo sábado (3).

Em uma mensagem de despedida publicada no último domingo (8), Mojso agradeceu "pela misericórdia da Take-Two" e se desculpou com os jogadores por não conseguir levar o port de GTA 5 para Android adiante. "Obrigado a todos que nos apoiaram durante momentos difíceis e durante o longo desenvolvimento. Sinto muito por não atender às suas expectativas e por deixá-los na mão."

Hoje, para conseguir rodar GTA 5 em um celular, os jogadores recorrem a emuladores como o Winlator, que permite rodar a versão de PC do jogo na arquitetura x86 no Android. O processo, no entanto, é bem pesado. Mojso e sua equipe, porém, pretendiam fazer uma compilação do título e rodá-lo nativamente no celular, com FPS mais alto, melhor controle de temperatura e jogabilidade ajustada para touchscreen. Havia também um port nativo de GTA 5 para o Nintendo Switch em estágio iniciais em desenvolviemnto.

Contudo, o projeto da Paralympics Productions aparentemente utilizava o código-fonte vazado de GTA 5 no fim de 2023. Além disso, a Rockstar possui uma política dura sobre modding de seus jogos e proteção de suas propriedades intelectuais.

Projetos de GTA 5 seguem vivos

Apesar das más notícias para quem esperava GTA 5 no Android, o jogo lançado pela Rockstar há 13 anos segue na mira de modders e da comunidade de emulação. Recentemente, um emulador de PS5 impressionou ao rodar a versão de GTA 5 a até 60 FPS no computador.

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Como transformar discos do XBOX em jogos digitais com novo recurso?

O XBOX anunciou na noite desta terça-feira (29) que o recurso disc-to-digital está disponível para todos os jogadores do XBOX One e XBOX Series X, após ficar restrito a membros do XBOX Insider no fim de agosto. A funcionalidade em questão permite que os jogadores adquiram a licença de jogos em disco e a adicionem à sua biblioteca digital.

O disc-to-digital inclui diversas vantagens, como eliminar a necessidade de trocar mídias físicas para jogar. O recurso também permite acessar benefícios digitais, como o XBOX Play Anywhere, que possibilita jogar um título adquirido no XBOX no PC e na nuvem, além do XBOX Cloud Gaming.

Na página de suporte da funcionalidade, a Microsoft explica que o disc-to-digital é elegível apenas para jogos em mídia física do XBOX One e XBOX Series X. Ou seja, não há suporte para o XBOX 360 ou discos do primeiro console da marca. A empresa também ressalta que essa elegibilidade pode mudar com o tempo devido a diversos motivos, entre eles aspectos técnicos, de licenciamento, publicação e fabricação.

É importante notar que nem todos os jogos possuem suporte ao recurso. A Square Enix, por exemplo, é uma das empresas que parece não permitir a conversão de seus jogos físicos em uma licença digital.

Vale notar que a licença está atrelada ao disco físico do jogo. Ou seja, caso você perca a mídia física, empreste, doe ou a venda, o acesso às licenças digitais pode ser revogado e transferido para o novo usuário que detém o disco. Outro ponto importante é que ainda será possível jogar pelo disco, mesmo que você tenha resgatado a licença digital do jogo específico.

Como resgatar uma licença digital a partir do disco no XBOX

Pode dar um pouco de trabalho resgatar uma licença digital a partir de um jogo em mídia física do XBOX caso você tenha uma coleção grande de discos em casa. Antes de saber se seus jogos são elegíveis para o recurso disc-to-digital, a Microsoft recomenda que os jogadores desativem a opção "Reproduzir disco automaticamente".

XBOX Mídia física

Isso porque, quando colocamos um disco no XBOX e a opção está ativada, o jogo começa a baixar as atualizações existentes, o que pode atrapalhar quem quer adquirir licenças de muitos títulos. Para contornar esse pequeno problema, basta:

  1. Pressionar o botão XBOX e acessar Perfil e sistema > Configurações;

  2. Ir para a aba Dispositivos e conexões > Disco;

  3. Desmarcar a opção Reproduzir disco automaticamente.

Agora, com o obstáculo fora do caminho, já é possível obter a licença digital dos seus jogos:

  1. Insira o disco do jogo em um XBOX One com leitor de disco ou no XBOX Series X (certifique-se de estar conectado à conta de usuário correta);

  2. Na dashboard do XBOX, selecione o jogo desejado com o botão Menu/Start;

  3. Selecione a opção Obter licença digital e, em seguida, Resgatar;

  4. Aguarde a notificação informando que você recebeu a sua licença digital;

  5. Por fim, caso o jogo tenha suporte ao recurso, basta ejetar o disco e aproveitar o título na sua biblioteca digital.

Os jogos digitais adquiridos via mídia física contarão com um pequeno ícone de disco no canto inferior esquerdo da arte dos títulos no XBOX. O símbolo também estará presente na sua biblioteca de jogos no aplicativo do XBOX no PC, caso os títulos em questão tenham suporte ao XBOX Play Anywhere.

É possível que, no processo de resgate da licença digital, os usuários enfrentem problemas. Caso você receba mensagens como "Este disco não suporta uma licença digital", "Não foi possível conceder uma licença digital" ou "Licença de disco indisponível", pode ser que o disco esteja com mau funcionamento ou danificado, que a tecnologia da mídia seja incompatível ou que o jogo simplesmente não esteja incluso no programa disc-to-digital.

Disc-to-digital do XBOX é um tapa na cara do PlayStation

O recurso disc-to-digital do XBOX foi revelado pouco depois da Sony anunciar o fim da mídia física do PlayStation a partir de 2028. A decisão da empresa japonesa gerou uma grande revolta entre os jogadores e fãs da marca.

vezes em que empresas de games tentaram matar a mídia física

Apesar dos muitos benefícios do recurso disc-to-digital, este pode ser mais um indicativo de que estamos caminhando para o fim da mídia física nos games. É o que defende o editor-chefe do portal Windows Central, Jez Corden. Ele sugeriu que o colapso na fabricação de leitores força o XBOX a acelerar a transição para os jogos digitais.

De qualquer maneira, essa não parece ser uma decisão definitiva nem para o XBOX nem para o PlayStation. A Microsoft quer saber se o público compraria o Project Helix sem leitor de disco por meio de pesquisas enviadas aos usuários do XBOX. Já a Sony tem consultado desenvolvedores após a revolta causada pelo fim dos discos no PS5.

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Controle do XBOX One funciona no Series X/S?

Era comum reunir amigos no sofá para jogar algum game cooperativo lá pelo início dos anos 2000. Embora a prática tenha diminuído bastante, e a escassez dos jogos "coop de sofá" seja um ótimo exemplo disso, vez ou outra pode acontecer de reunir o pessoal para criar um novo mundo no Minecraft ou lutar contra o Clã do Pé em Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge.

Um dos problemas dessa prática, no entanto, é a falta de controles. Hoje em dia, os consoles costumam vir com apenas um gamepad, o que dificulta na hora de aproveitar a jogatina com amigos. É possível comprar mais periféricos, mas essa não é uma tarefa fácil, em especial pelos altos preços dos acessórios.

Seria incrível se pudéssemos utilizar controles de consoles antigos em plataformas mais recentes. Felizmente, a Microsoft fez exatamente isso no XBOX Series.

Controle do XBOX One funciona no XBOX Series X/S?

O XBOX é bem conhecido por suas iniciativas de preservação de jogos e possibilita que donos de um sistema da linha Series tenham acesso a títulos de 2001 do XBOX Original via retrocompatibilidade (mesmo 25 anos depois). A marca tem expandido essa estratégia, como ao anunciar que jogos do primeiro XBOX chegam ao PC com suporte ao Game Pass.

Controle XBOX One

Porém, a retrocompatibilidade não vale somente para software, mas também para alguns casos de hardware. Este é o caso do controle do XBOX One, que funciona perfeitamente no atual hardware da empresa. Caso você tenha um XBOX Elite Controller ou XBOX Adaptive Controller em casa, saiba que também é possível conectá-los ao seu XBOX Series.

A compatibilidade dos controles de XBOX One vale para qualquer jogo presente na linha Series, o que não vemos acontecer com o PlayStation 5 e o DualShock do PS4.

O caminho inverso também é possível. Os controles do XBOX Series são compatíveis com o console XBOX One, assim como a função do botão de compartilhar.

Como conectar o controle do XBOX One ao XBOX Series?

A Microsoft também facilitou o processo de conectar um controle do XBOX One ao XBOX Series. Como ambos contam com a mesma tecnologia de emparelhamento, o procedimento é idêntico ao dos periféricos atuais.

XBOX Series S

Veja como conectar o controle do XBOX One ao XBOX Series:

  1. Ligue o XBOX Series;

  2. Ligue o controle do XBOX One pressionando o botão XBOX;

  3. No console, pressione o botão de emparelhamento (na frente, próximo à porta USB);

  4. Em seguida, pressione e segure o botão de sincronização na parte superior do controle;

  5. Quando ambos pararem de piscar e ficarem acesos, o emparelhamento estará concluído.

Vale notar que também é possível conectar o controle do XBOX One ao XBOX Series via cabo USB na porta frontal do console.

Acessórios do XBOX One funcionam no XBOX Series?

Sabe aquela porta na parte de baixo do controle do XBOX que muita gente não sabe para que serve? Bem, ela foi introduzida no controle do XBOX One e servia principalmente para acoplar acessórios como Chatpads e headsets oficiais do XBOX.

Porta de expansão XBOX

A Microsoft manteve essa conexão nos controles do XBOX Series justamente para que os jogadores conseguissem utilizar os acessórios na nova plataforma da marca.

Então, via de regra, os acessórios oficiais do XBOX One funcionarão na maioria dos controles do XBOX Series sem problemas.

Posso conectar controles de XBOX 360 ou do XBOX Original no XBOX Series?

Diferentemente da retrocompatibilidade de jogos, os controles do XBOX 360 e do XBOX Original não são compatíveis com o XBOX Series.

O motivo em si não está claro, embora possivelmente seja por conta das diferentes tecnologias de conectividade.

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Microsoft vai vender o XBOX? Relembre 5 vezes em que a marca esteve perto do fim

Há mais de uma década, a divisão do XBOX tem vivido instabilidades que colocaram em risco até mesmo a existência da marca. Aliado aos sérios problemas que o XBOX tem passado nos últimos anos, sua empresa-mãe, a Microsoft, não tem um bom histórico quando o assunto é abandonar serviços e produtos — basta olhar para o Windows Phone ou HoloLens.

Na verdade, o XBOX tem balançado aos olhos da Big Tech desde o seu lançamento, em 2001, e até em sua era de ouro no XBOX 360, considerado o último grande momento da marca.

Mesmo as mudanças que têm sido implementadas pela gestão de Asha Sharma, que envolvem desde a volta dos exclusivos e o foco nos consoles até o anúncio de mais de 3 mil demissões até 2027, não livraram o XBOX de um possível fechamento ou separação.

Em junho deste ano, um rumor sugeria que a conta não tinha fechado e que a Microsoft estudava uma separação do XBOX. Embora se trate de um rumor levantado pelo portal The Information, a notícia foi reproduzida em grandes veículos de mídia, como a Reuters. Além dessa, listamos outras quatro vezes em que a Microsoft quase deu tchau para o XBOX.

5. XBOX Original

O sucesso da poderosa Sony na sala de estar de milhares de famílias entre os anos 90 e 2000 incomodou muito a Microsoft. A empresa sempre foi muito associada ao mundo corporativo graças às soluções com Windows e softwares como o Excel, e eles queriam mudar isso. No XBOX, surgiu a oportunidade de invadir esse espaço e disputar a atenção do consumidor final, sem qualquer intermédio de uma companhia ou serviço.

Neste cenário, nasceu o XBOX Original, lançado em novembro de 2001. Apesar do seu sucesso relativo (ele ultrapassou o GameCube em vendas), a estreia da Microsoft no setor de hardware de games esteve longe de ser um paraíso. Em uma entrevista ao GamesBeat em 2016, o ex-CEO do XBOX entre 2001 e 2010, Robbie Bach, revelou que a companhia perdeu rios de dinheiro nos primeiros anos no negócio de jogos eletrônicos.

XBOX-2001-Img1

Segundo o executivo, a Microsoft perdeu de US$ 5 bilhões a US$ 7 bilhões nos primeiros quatro anos do XBOX. Bach afirmou que, até um mês antes do lançamento do primeiro console, ele nem sabia se realmente teria algum hardware nas prateleiras. Se isso acontecesse hoje, a companhia definitivamente teria demitido o CEO no comando e talvez até fechado a divisão de games. O ex-chefão do XBOX acredita que isso só não aconteceu na época por decisão estratégica da Microsoft.

Não demorou muito para que o XBOX 360 salvasse a pátria, pelo menos até o defeito que quase matou a marca para sempre.

4. XBOX 360 e as Luzes Vermelhas da Morte

O XBOX 360 chegou à América do Norte em novembro de 2005, um ano antes dos rivais PlayStation 3 e Nintendo Wii. Essa antecipação deu certo, mas não sem um preço (e bote cifrões aí). Usuários de todas as partes do mundo começaram a relatar um problema que fazia com que o console exibisse três luzes vermelhas ao redor do botão de energia, o que rendeu o famigerado apelido de "três luzes vermelhas" ou "luzes vermelhas da morte".

XBOX 360 3RL

O problema em questão afetava o material de solda interna e os componentes do console. Ao ligar e usar o XBOX 360, os materiais esquentavam e, ao desligar, esfriavam. Após vários ciclos de variação térmica, esses componentes sofriam microfissuras que, por sua vez, interrompiam as conexões elétricas do hardware, fazendo com que o sistema identificasse o problema como uma falha geral.

Levou quase dois anos para que a Microsoft anunciasse que investiria mais de US$ 1 bilhão para consertar o erro e fazer o recall para os consumidores afetados. O ex-chefe do XBOX, Peter Moore, afirmou que, em alguns casos, os clientes levavam o XBOX até quatro vezes para a assistência. Assim como no primeiro XBOX, a escolha da Microsoft em manter o projeto foi totalmente estratégica e definitivamente não aconteceria nos dias de hoje.

3. XBOX One "TV"

Todos já conhecem a caótica história da apresentação do XBOX One, que, diferente dos outros itens da lista, resultou na saída do executivo da divisão. O console de oitava geração da Microsoft não apenas enfureceu os jogadores com chavões como "TV" e "Sempre Online", mas também se distanciou do foco em jogos.

Além de toda a crise de imagem que o XBOX One enfrentou após a apresentação, a divisão sofreu com uma escassez de jogos exclusivos no início da geração, ao passo que atualizações de suas franquias não ressoavam tão bem quanto antigamente.

XBOX One

Não à toa, anos mais tarde, o ex-chefão da divisão de games da Big Tech, Phil Spencer, revelou que aquela era uma geração que eles não podiam ter perdido. Essa derrota e o distanciamento da concorrência ressoam até hoje, com suas cicatrizes impressas nos principais problemas com os quais a atual gestão de Asha Sharma precisa lidar.

O lançamento desastroso do XBOX One coincidiu com a aposentadoria do antigo CEO da Microsoft, Steve Ballmer. Já havia rumores de que a Big Tech planejava encerrar a divisão de games, algo corroborado por Stephen Elop, um dos candidatos a assumir a companhia de Redmond. A Bloomberg reportava que Elop poderia acabar com o Bing e vender o XBOX, caso fosse nomeado CEO na época.

No fim das contas, Satya Nadella assumiu o comando da Microsoft e seguiu apoiando o XBOX.

2. XBOX sem hardware?

Já na era do XBOX Series, as mudanças radicais de rumo com foco em serviços e a onda de aquisições de dezenas de estúdios ao longo da década resultaram em uma estrutura inchada, demissões, fechamentos e na lanterninha de uma geração na qual a marca poderia voltar a nadar de braçadas.

No ano passado, apesar da enorme quantidade de lançamentos, a Microsoft promoveu 9 mil demissões, incluindo cortes na divisão de games. Como parte do movimento, o XBOX fechou o estúdio The Initiative e cancelou projetos aguardados como Perfect Dark e Everwild.

Nintendo PlayStation XBOX

 Como contramedida, o XBOX começou a levar suas principais franquias para fora de seus consoles, o que levantou rumores de que a marca estaria abandonando o mercado de hardware. Outro ponto que reforçou o boato foi a escassez do XBOX Series em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil.

Em outubro de 2025, a empresa negou que iria deixar a fabricação de hardware e confirmou que a produção de futuros hardwares estava ativa. Na época, isso parecia sinalizar o fim do XBOX como conhecemos.

1. A Microsoft pode vender o XBOX?

O portal The Information voltou a ligar o alerta sobre a existência do XBOX. Segundo uma reportagem publicada em junho, a Microsoft estaria estudando uma separação ou reestruturação da marca como uma subsidiária integral.

A empresa também estaria cogitando transformar sua divisão de games em uma joint venture, o que facilitaria uma possível venda no futuro.

Os rumores, repassados pela Reuters, acontecem em um momento de grandes mudanças no XBOX. A divisão se separou de três estúdios, tenta vender outros dois e reformulou toda a hierarquia de suas produções. Halo, por exemplo, está oficialmente sob o comando da Activision, enquanto a Playground Games e a Turn 10 Studios se fundiram.

XBOX Helix

Há também todo um mistério em torno de como será o Project Helix, a próxima geração do XBOX, que Sharma já confirmou ser uma família de dispositivos.

No início do XBOX, a Microsoft parecia acreditar em um resultado de longo prazo, mas o cenário parece ter mudado de figura com a sequência de tropeços que a divisão vem acumulando há mais de uma década.

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XBOX Game Pass recebe Gears of War, Minecraft Dungeons II e Dune:A wakening em setembro

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (15) os jogos que chegam ao XBOX Game Pass na segunda metade de setembro e além. Ao todo, serão 14 adições, sendo seis títulos que chegam diretamente no serviço no lançamento (no day one). Vale destacar que haverá dois jogos first-party do XBOX chegando à assinatura neste período, incluindo o exclusivo para consoles Gears of War: E-Day.

Além do shooter da The Coalition em comemoração aos 25 anos do XBOX, o Game Pass receberá a sequência Minecraft Dungeons II, o RPG RuneScape: Dragonwilds e o jogo de sobrevivência em mundo aberto Dune: Awakening.

Também vale destacar que assinantes do plano XBOX Game Pass Premium terão um prato cheio neste mês com nove adições à assinatura, incluindo três jogos first-party do XBOX, com Call of Duty entre eles.

Confira abaixo a lista completa dos jogos que chegam ao catálogo do XBOX Game Pass em setembro de 2026:

XBOX Game Pass setembro 2026

 

  • RuneScape: Dragonwilds (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 15 de setembro nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;

  • Marvel Cosmic Invasion (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Planet of Lana II (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Routine (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Ultimate Sheep Raccoon (nuvem, console e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Kernel Hearts (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 17 de setembro nos planos Ultimate e PC Game Pass;

  • Ninja Gaiden 4 (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 17 de setembro no plano Premium;

  • Dune: Awakening (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 22 de setembro nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;

  • Well Dweller (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 22 de setembro nos planos Ultimate e PC Game Pass;

  • Mad King Redemption (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 23 de setembro nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;

  • Call of Duty: Black Ops 6 (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 25 de setembro no plano Premium;

  • Rematch (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 25 de setembro no plano Essential;

  • Minecraft Dungeons II (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 29 de setembro nos planos Ultimate e PC Game Pass;

  • Keeper (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 2 de outubro no plano Premium;

  • Gears of War: E-Day (XBOX Series X|S, portátil, PC e nuvem) — disponível em 6 de outubro nos planos Ultimate e PC Game Pass.

Jogos que deixam o XBOX Game Pass em setembro

Como acontece mensalmente, a Microsoft anunciou os jogos que deixarão o XBOX Game Pass em 30 de setembro e um título específico em 6 de setembro. Vale lembrar que os títulos ficam em promoção, com até 20% de desconto, até deixarem o serviço de assinatura de vez.

  • Atomfall (nuvem, console e PC)

  • Lara Croft and the Guardian of Light (nuvem, console e PC)

  • Little Nightmares 2 Enhanced Edition (nuvem, console e PC)

  • Little Rocket Lab (nuvem, console e PC)

  • Sifu (nuvem, console e PC)

  • SOPA Tale of the Stolen Potato (nuvem, console e PC)

  • Sworn (nuvem, console e PC)

  • Terminull Brigade (nuvem, console e PC)

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XBOX Game Pass recebe Gears of War, Minecraft Dungeons II e Dune:A wakening em setembro

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (15) os jogos que chegam ao XBOX Game Pass na segunda metade de setembro e além. Ao todo, serão 14 adições, sendo seis títulos que chegam diretamente no serviço no lançamento (no day one). Vale destacar que haverá dois jogos first-party do XBOX chegando à assinatura neste período, incluindo o exclusivo para consoles Gears of War: E-Day.

Além do shooter da The Coalition em comemoração aos 25 anos do XBOX, o Game Pass receberá a sequência Minecraft Dungeons II, o RPG RuneScape: Dragonwilds e o jogo de sobrevivência em mundo aberto Dune: Awakening.

Também vale destacar que assinantes do plano XBOX Game Pass Premium terão um prato cheio neste mês com nove adições à assinatura, incluindo três jogos first-party do XBOX, com Call of Duty entre eles.

Confira abaixo a lista completa dos jogos que chegam ao catálogo do XBOX Game Pass em setembro de 2026:

XBOX Game Pass setembro 2026

 

  • RuneScape: Dragonwilds (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 15 de setembro nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;

  • Marvel Cosmic Invasion (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Planet of Lana II (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Routine (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Ultimate Sheep Raccoon (nuvem, console e PC) — disponível em 16 de setembro no plano Premium;

  • Kernel Hearts (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 17 de setembro nos planos Ultimate e PC Game Pass;

  • Ninja Gaiden 4 (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 17 de setembro no plano Premium;

  • Dune: Awakening (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 22 de setembro nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;

  • Well Dweller (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 22 de setembro nos planos Ultimate e PC Game Pass;

  • Mad King Redemption (nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC) — disponível em 23 de setembro nos planos Ultimate, Premium e PC Game Pass;

  • Call of Duty: Black Ops 6 (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 25 de setembro no plano Premium;

  • Rematch (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 25 de setembro no plano Essential;

  • Minecraft Dungeons II (nuvem, console, portátil e PC) — disponível em 29 de setembro nos planos Ultimate e PC Game Pass;

  • Keeper (nuvem, XBOX Series X|S e PC) — disponível em 2 de outubro no plano Premium;

  • Gears of War: E-Day (XBOX Series X|S, portátil, PC e nuvem) — disponível em 6 de outubro nos planos Ultimate e PC Game Pass.

Jogos que deixam o XBOX Game Pass em setembro

Como acontece mensalmente, a Microsoft anunciou os jogos que deixarão o XBOX Game Pass em 30 de setembro e um título específico em 6 de setembro. Vale lembrar que os títulos ficam em promoção, com até 20% de desconto, até deixarem o serviço de assinatura de vez.

  • Atomfall (nuvem, console e PC)

  • Lara Croft and the Guardian of Light (nuvem, console e PC)

  • Little Nightmares 2 Enhanced Edition (nuvem, console e PC)

  • Little Rocket Lab (nuvem, console e PC)

  • Sifu (nuvem, console e PC)

  • SOPA Tale of the Stolen Potato (nuvem, console e PC)

  • Sworn (nuvem, console e PC)

  • Terminull Brigade (nuvem, console e PC)

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Fim de uma era: Game Pass pode acabar com jogos day one e ganhar novos planos

Um novo rumor que surgiu no fórum ResetEra nesta segunda-feira (14) sugere que a Microsoft irá reformular o XBOX Game Pass e bifurcará o serviço de assinatura em um plano com anúncios e outro sem comerciais. A opção sem propagandas custaria US$ 19,99/mês, enquanto a versão com anúncios chegaria à mensalidade de US$ 12,99/mês.

A versão sem anúncios seria equivalente ao XBOX Game Pass Ultimate atual, mas US$ 3 mais barata. O preço menor seria devido à retirada dos jogos day one do serviço a partir de fevereiro/abril de 2027. O boato ainda destaca que o streaming de jogos via nuvem não estaria mais incluso no Game Pass, passando a funcionar como um adicional de US$ 5,99 por 25 horas de jogo mensais.

Vale notar que a Microsoft anunciou uma nova regra para o XBOX Game Pass que corta o uso livre da nuvem e pesa no bolso do jogador. Assinantes do plano Ultimate terão um limite de 15 horas mensais de uso do serviço de nuvem. Caso ultrapassem esse tempo, os jogadores poderão adquirir horas de jogo avulsas na Microsoft Store.

XBOX Game Pass

O rumor ainda destaca que haverá um plano familiar por um adicional de US$ 5,99 por mês e que será possível escolher apenas a biblioteca do Game Pass com multiplayer online por US$ 14,99/mês. A empresa também estaria estudando uma assinatura que incluiria somente o acesso ao multiplayer online, tal como o XBOX Live Gold no passado, por US$ 10,99/mês.

A principal mudança estaria relacionada aos jogos day one, ou seja, títulos first-party do XBOX e games de estúdios parceiros que chegam ao Game Pass no lançamento.

Em resposta aos rumores, o XBOX compartilhou uma declaração com o jornalista da Forbes Paul Tassi. Embora tenha negado anúncios de mudanças imediatas no serviço de assinatura e afirmado que não há planos finalizados sobre o serviço, o comunicado deu margem para especulações sobre o futuro dos jogos day one no XBOX Game Pass Ultimate. Leia a declaração na íntegra:

 

"Testamos regularmente diferentes ofertas do Game Pass e analisamos o que funciona melhor para os jogadores em diferentes mercados. Não temos nenhuma mudança para anunciar hoje nem planos que tenham sido finalizados. Não há alterações em relação aos jogos anunciados anteriormente que chegarão ao Game Pass Ultimate no day one", diz o comunicado do XBOX.

Jogos day one com os dias contados?

Não é de hoje que ouvimos rumores sobre o possível fim dos jogos day one no XBOX Game Pass Ultimate. O benefício era visto até então como o principal atrativo do serviço de assinatura da Microsoft, ao passo que críticos do Game Pass argumentavam que o modelo canibalizava as vendas de títulos first-party do XBOX e de estúdios parceiros.

Em julho, rumores sobre uma possível redução nos preços da assinatura acenderam um alerta no XBOX Game Pass sobre o fim dos jogos day one. Um analista também explicou que o Game Pass pode ter estagnado e que o modelo não tem solução.

Em meio a essa tempestade de informações, o Canaltech listou 7 sinais de que o XBOX Game Pass está com os dias contados.

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Fim de uma era: Game Pass pode acabar com jogos day one e ganhar novos planos

Um novo rumor que surgiu no fórum ResetEra nesta segunda-feira (14) sugere que a Microsoft irá reformular o XBOX Game Pass e bifurcará o serviço de assinatura em um plano com anúncios e outro sem comerciais. A opção sem propagandas custaria US$ 19,99/mês, enquanto a versão com anúncios chegaria à mensalidade de US$ 12,99/mês.

A versão sem anúncios seria equivalente ao XBOX Game Pass Ultimate atual, mas US$ 3 mais barata. O preço menor seria devido à retirada dos jogos day one do serviço a partir de fevereiro/abril de 2027. O boato ainda destaca que o streaming de jogos via nuvem não estaria mais incluso no Game Pass, passando a funcionar como um adicional de US$ 5,99 por 25 horas de jogo mensais.

Vale notar que a Microsoft anunciou uma nova regra para o XBOX Game Pass que corta o uso livre da nuvem e pesa no bolso do jogador. Assinantes do plano Ultimate terão um limite de 15 horas mensais de uso do serviço de nuvem. Caso ultrapassem esse tempo, os jogadores poderão adquirir horas de jogo avulsas na Microsoft Store.

XBOX Game Pass

O rumor ainda destaca que haverá um plano familiar por um adicional de US$ 5,99 por mês e que será possível escolher apenas a biblioteca do Game Pass com multiplayer online por US$ 14,99/mês. A empresa também estaria estudando uma assinatura que incluiria somente o acesso ao multiplayer online, tal como o XBOX Live Gold no passado, por US$ 10,99/mês.

A principal mudança estaria relacionada aos jogos day one, ou seja, títulos first-party do XBOX e games de estúdios parceiros que chegam ao Game Pass no lançamento.

Em resposta aos rumores, o XBOX compartilhou uma declaração com o jornalista da Forbes Paul Tassi. Embora tenha negado anúncios de mudanças imediatas no serviço de assinatura e afirmado que não há planos finalizados sobre o serviço, o comunicado deu margem para especulações sobre o futuro dos jogos day one no XBOX Game Pass Ultimate. Leia a declaração na íntegra:

 

"Testamos regularmente diferentes ofertas do Game Pass e analisamos o que funciona melhor para os jogadores em diferentes mercados. Não temos nenhuma mudança para anunciar hoje nem planos que tenham sido finalizados. Não há alterações em relação aos jogos anunciados anteriormente que chegarão ao Game Pass Ultimate no day one", diz o comunicado do XBOX.

Jogos day one com os dias contados?

Não é de hoje que ouvimos rumores sobre o possível fim dos jogos day one no XBOX Game Pass Ultimate. O benefício era visto até então como o principal atrativo do serviço de assinatura da Microsoft, ao passo que críticos do Game Pass argumentavam que o modelo canibalizava as vendas de títulos first-party do XBOX e de estúdios parceiros.

Em julho, rumores sobre uma possível redução nos preços da assinatura acenderam um alerta no XBOX Game Pass sobre o fim dos jogos day one. Um analista também explicou que o Game Pass pode ter estagnado e que o modelo não tem solução.

Em meio a essa tempestade de informações, o Canaltech listou 7 sinais de que o XBOX Game Pass está com os dias contados.

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Polícia de GTA 6 memoriza placa do carro, roupa do personagem e mais

A Rockstar revelou que deixará a força policial de GTA 6 um pouco mais persistente e que os agentes não esquecerão os jogadores assim que forem despistados. A informação foi revelada pelo codiretor da Rockstar North, Rob Nelson, em um vídeo publicado no canal TGG no fim do mês passado.

O novo sistema de ícones chamado Heat indica o que as autoridades sabem sobre o jogador durante a perseguição, incluindo reconhecimento por câmera, roupas, características físicas, armas ou veículos. Mesmo que os jogadores despistem a polícia e saiam do nível de procurado, os agentes poderão reconhecer os jogadores e retomar a perseguição caso eles não se livrem das 'provas'.

"Queríamos superar aquilo que tínhamos antes, em que você podia despistar os policiais instantaneamente e depois eles se esqueciam de você no mesmo segundo. E queríamos que eles tivessem uma memória um pouco mais persistente", contou Nelson.

Outra mudança expressiva foi na forma como os policiais são exibidos no minimapa durante a fuga. Os cones de visão não aparecem mais no radar do jogador. Um recurso chamado Focus, no entanto, permitirá identificar a posição de agentes no ambiente e através das paredes.

Nelson acrescentou: "Pode ser mais difícil, mas é divertido. Dependendo do Wanted Level, você tem que pensar mais. Você não pode simplesmente jogar o game e desviar dos pequenos cones de visão como antes. Desta vez, você precisa usar o Focus."

GTA 6 não estava pronto em 2023

Em entrevista à revista Trois Couleurs, o chefão da Rockstar North admitiu que GTA 6 não estava nem perto de ficar pronto no primeiro trailer. Para quem não se recorda, o anúncio do jogo aconteceu em dezembro de 2023, há cerca de três anos.

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Polícia de GTA 6 memoriza placa do carro, roupa do personagem e mais

A Rockstar revelou que deixará a força policial de GTA 6 um pouco mais persistente e que os agentes não esquecerão os jogadores assim que forem despistados. A informação foi revelada pelo codiretor da Rockstar North, Rob Nelson, em um vídeo publicado no canal TGG no fim do mês passado.

O novo sistema de ícones chamado Heat indica o que as autoridades sabem sobre o jogador durante a perseguição, incluindo reconhecimento por câmera, roupas, características físicas, armas ou veículos. Mesmo que os jogadores despistem a polícia e saiam do nível de procurado, os agentes poderão reconhecer os jogadores e retomar a perseguição caso eles não se livrem das 'provas'.

"Queríamos superar aquilo que tínhamos antes, em que você podia despistar os policiais instantaneamente e depois eles se esqueciam de você no mesmo segundo. E queríamos que eles tivessem uma memória um pouco mais persistente", contou Nelson.

Outra mudança expressiva foi na forma como os policiais são exibidos no minimapa durante a fuga. Os cones de visão não aparecem mais no radar do jogador. Um recurso chamado Focus, no entanto, permitirá identificar a posição de agentes no ambiente e através das paredes.

Nelson acrescentou: "Pode ser mais difícil, mas é divertido. Dependendo do Wanted Level, você tem que pensar mais. Você não pode simplesmente jogar o game e desviar dos pequenos cones de visão como antes. Desta vez, você precisa usar o Focus."

GTA 6 não estava pronto em 2023

Em entrevista à revista Trois Couleurs, o chefão da Rockstar North admitiu que GTA 6 não estava nem perto de ficar pronto no primeiro trailer. Para quem não se recorda, o anúncio do jogo aconteceu em dezembro de 2023, há cerca de três anos.

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Salto surreal: emulador de PS5 faz Demon's Souls ir de 1 a 30 FPS em uma semana

O usuário PSXTech publicou um vídeo no YouTube rodando o remake de Demon's Souls a 30 FPS no KytyPS5, emulador de PlayStation 5. O material foi publicado no domingo (13) e mostra o soulslike alcançando a marca, acompanhado de quedas bruscas de frames para menos de 18 FPS ao mover a câmera.

Embora não signifique que Demon's Souls esteja 100% jogável, já é uma rápida evolução do emulador, que rodava o jogo a 2 FPS apenas dois dias antes do novo vídeo do PSXTech mostrar o novo patamar de 30 FPS.

De acordo com uma publicação no Reddit, o salto de desempenho entre uma versão e outra do soulslike no emulador se deve ao uso de IA, que reduziu a exigência da CPU, manteve a qualidade gráfica, aumentou o desempenho do título e se adaptou ao código mais recente.

Aparentemente, o usuário está usando um PC equipado com uma RTX 4080 e um processador AMD Ryzen 9 7900X3D para rodar o experimento. O PSXTech compartilhou outro vídeo comparando a versão nativa de Demon's Souls rodando no PlayStation 5 com a emulada no KytyPS5.

A evolução dos emuladores de PlayStation 5 tem impressionado. Os avanços, muitos movidos por Inteligência Artificial e pelo ganho de popularidade de softwares como o KytyPS5 (o que resulta em uma comunidade mais ativa), renderam frutos como rodar GTA 5 a até 60 FPS no computador por meio de emulação. Outro emulador de PlayStation 5, o SharpEmu, deu mais um passo e até já rodou no Steam Deck.

Emuladores mantêm Demon's Souls vivo

Embora Demon's Souls seja um jogo relativamente recente e esteja disponível de maneira nativa no PC e no PlayStation 5, é marcante o contraste entre o progresso do soulslike em emuladores e o fechamento de sua desenvolvedora, a Bluepoint Games, que aconteceu em fevereiro deste ano pela Sony.

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Salto surreal: emulador de PS5 faz Demon's Souls ir de 1 a 30 FPS em uma semana

O usuário PSXTech publicou um vídeo no YouTube rodando o remake de Demon's Souls a 30 FPS no KytyPS5, emulador de PlayStation 5. O material foi publicado no domingo (13) e mostra o soulslike alcançando a marca, acompanhado de quedas bruscas de frames para menos de 18 FPS ao mover a câmera.

Embora não signifique que Demon's Souls esteja 100% jogável, já é uma rápida evolução do emulador, que rodava o jogo a 2 FPS apenas dois dias antes do novo vídeo do PSXTech mostrar o novo patamar de 30 FPS.

De acordo com uma publicação no Reddit, o salto de desempenho entre uma versão e outra do soulslike no emulador se deve ao uso de IA, que reduziu a exigência da CPU, manteve a qualidade gráfica, aumentou o desempenho do título e se adaptou ao código mais recente.

Aparentemente, o usuário está usando um PC equipado com uma RTX 4080 e um processador AMD Ryzen 9 7900X3D para rodar o experimento. O PSXTech compartilhou outro vídeo comparando a versão nativa de Demon's Souls rodando no PlayStation 5 com a emulada no KytyPS5.

A evolução dos emuladores de PlayStation 5 tem impressionado. Os avanços, muitos movidos por Inteligência Artificial e pelo ganho de popularidade de softwares como o KytyPS5 (o que resulta em uma comunidade mais ativa), renderam frutos como rodar GTA 5 a até 60 FPS no computador por meio de emulação. Outro emulador de PlayStation 5, o SharpEmu, deu mais um passo e até já rodou no Steam Deck.

Emuladores mantêm Demon's Souls vivo

Embora Demon's Souls seja um jogo relativamente recente e esteja disponível de maneira nativa no PC e no PlayStation 5, é marcante o contraste entre o progresso do soulslike em emuladores e o fechamento de sua desenvolvedora, a Bluepoint Games, que aconteceu em fevereiro deste ano pela Sony.

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