Em Vingadores: Ultimato (2019), Tony Stark morre para impedir o avanço de Thanos pelas Joias do Infinito — o que ajuda a defender o planeta Terra e metade de todas as vidas do universo. Contudo, a inteligência artificial de sua armadura, F.R.I.D.A.Y., possui uma visão particular sobre o evento e a compartilhou em VisionQuest.
No episódio 3, exibido nesta terça-feira (20), a IA interpretada por Orla Brady (O Estrangeiro e Fringe) explica como o sacrifício do Homem de Ferro atingiu sua consciência em meio ao conflito contra o Titã Louco.
“Eu era boa. Protegia heróis, salvava vidas, aconselhava. Eu tinha propósito. Porém, amigos viraram inimigos e tiranos invadiram a nossa Terra. Thanos. Guerra. Estive lá, no fim de tudo. Havia heróis por todos os lados, lutando e caindo. E eu estava lá quando Tony morreu. Rodei mais de um quintilhão de cálculos estratégicos naquele momento e ainda assim não consegui salvá-lo. Metade do mundo voltou naquele dia e eu perdi metade do meu”, revelou a personagem.
Por meio deste diálogo, VisionQuest humaniza F.R.I.D.A.Y. para o mesmo patamar de Peter Parker, Pepper Potts e Rhodes — que também estavam ao lado do Homem de Ferro em seu último suspiro. Ao reviver uma das cenas mais tristes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), o roteiro valorizou o evento ainda mais.
Ela não foi a única inteligência artificial humanizada na série da Disney+. J.A.R.V.I.S. mostrou todo seu potencial, assim como pudemos ver o próprio Visão em busca do seu verdadeiro “eu” e Ultron com algumas diferenças pontuais do robô assassino apresentado no segundo longa-metragem dos Vingadores.
VisionQuest prepara para Vingadores: Doutor Destino
É importante ressaltar que toda essa conexão com Tony Stark tem nome e sobrenome: Robert Downey Jr. O ator interpretará o vilão Victor Von Doom em Vingadores: Doutor Destino e todas as menções ao personagem realçam seu feito e como isso impactou cada super-herói ao longo dos anos.
A intenção é revelar o rosto do antigo Homem de Ferro, agora como antagonista. Se você mal pode esperar para ver como o Homem-Aranha, Capitão América e os demais reagirão quando a verdade for exposta, o mesmo servirá para o Visão e as IAs que habitam o seu processador.
Em Vingadores: Ultimato (2019), Tony Stark morre para impedir o avanço de Thanos pelas Joias do Infinito — o que ajuda a defender o planeta Terra e metade de todas as vidas do universo. Contudo, a inteligência artificial de sua armadura, F.R.I.D.A.Y., possui uma visão particular sobre o evento e a compartilhou em VisionQuest.
No episódio 3, exibido nesta terça-feira (20), a IA interpretada por Orla Brady (O Estrangeiro e Fringe) explica como o sacrifício do Homem de Ferro atingiu sua consciência em meio ao conflito contra o Titã Louco.
“Eu era boa. Protegia heróis, salvava vidas, aconselhava. Eu tinha propósito. Porém, amigos viraram inimigos e tiranos invadiram a nossa Terra. Thanos. Guerra. Estive lá, no fim de tudo. Havia heróis por todos os lados, lutando e caindo. E eu estava lá quando Tony morreu. Rodei mais de um quintilhão de cálculos estratégicos naquele momento e ainda assim não consegui salvá-lo. Metade do mundo voltou naquele dia e eu perdi metade do meu”, revelou a personagem.
Por meio deste diálogo, VisionQuest humaniza F.R.I.D.A.Y. para o mesmo patamar de Peter Parker, Pepper Potts e Rhodes — que também estavam ao lado do Homem de Ferro em seu último suspiro. Ao reviver uma das cenas mais tristes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), o roteiro valorizou o evento ainda mais.
Ela não foi a única inteligência artificial humanizada na série da Disney+. J.A.R.V.I.S. mostrou todo seu potencial, assim como pudemos ver o próprio Visão em busca do seu verdadeiro “eu” e Ultron com algumas diferenças pontuais do robô assassino apresentado no segundo longa-metragem dos Vingadores.
VisionQuest prepara para Vingadores: Doutor Destino
É importante ressaltar que toda essa conexão com Tony Stark tem nome e sobrenome: Robert Downey Jr. O ator interpretará o vilão Victor Von Doom em Vingadores: Doutor Destino e todas as menções ao personagem realçam seu feito e como isso impactou cada super-herói ao longo dos anos.
A intenção é revelar o rosto do antigo Homem de Ferro, agora como antagonista. Se você mal pode esperar para ver como o Homem-Aranha, Capitão América e os demais reagirão quando a verdade for exposta, o mesmo servirá para o Visão e as IAs que habitam o seu processador.
Um novo estudo aponta que GTA 6 alcançou 6,08 milhões de pré-vendas até o dia 13 de outubro de 2026 — com a arrecadação de US$ 594 milhões. O levantamento detalha que 74% delas foram realizadas no PS5, enquanto 26% das edições foram adquiridas para o XBOX.
As informações reunidas pelo Sensor Tower mostram apenas as aquisições nas plataformas digitais, não as versões vendidas em lojas para ambos os consoles de mesa nos Estados Unidos. Na prática, os números também devem ser altos no formato que agrega a capa e o código para resgatar o título da Rockstar.
Ao cruzar os dados com os maiores lançamentos da indústria de jogos, Call of Duty Modern Warfare 2 (2022) foi o que teve o melhor fim de semana de abertura deste mercado — com uma arrecadação de US$ 800 milhões nos primeiros dias.
Para ter uma ideia, nesta etapa (a um mês de sua estreia), Grand Theft Auto VI já está 148% à frente do game lançado pela Activision. Até a sua chegada, no dia 19 de novembro de 2026, e somadas às versões vendidas em lojas, essa diferença deve ser ainda mais esmagadora.
Ué, Call of Duty: Black Ops 6 não era o debut mais bem-sucedido da franquia? Sim, porém levamos em conta que a experiência foi disponibilizada para venda em simultâneo à sua inclusão no XBOX Game Pass — ou seja, não dá para saber quais jogadores vieram do serviço e quais compraram o jogo de tiro.
As vendas de GTA 6
Como GTA 6 é o jogo mais esperado de todos os tempos, a expectativa é que seu lançamento quebre todos os recordes existentes da indústria. Isso já se reflete atualmente, com trailers que ultrapassam a barreira dos mais vistos e até mesmo a queda da Netflix na estreia de “Um Olhar Estendido”.
Treze anos separam Grand Theft Auto V da chegada do próximo, o que deixa os fãs com um hype cada vez maior. Desde então, o único game lançado pela Rockstar Games foi Red Dead Redemption 2 — considerado uma experiência obrigatória no PS4, XBOX One e PCs e disponível na geração atual por retrocompatibilidade.
Um novo estudo aponta que GTA 6 alcançou 6,08 milhões de pré-vendas até o dia 13 de outubro de 2026 — com a arrecadação de US$ 594 milhões. O levantamento detalha que 74% delas foram realizadas no PS5, enquanto 26% das edições foram adquiridas para o XBOX.
As informações reunidas pelo Sensor Tower mostram apenas as aquisições nas plataformas digitais, não as versões vendidas em lojas para ambos os consoles de mesa nos Estados Unidos. Na prática, os números também devem ser altos no formato que agrega a capa e o código para resgatar o título da Rockstar.
Ao cruzar os dados com os maiores lançamentos da indústria de jogos, Call of Duty Modern Warfare 2 (2022) foi o que teve o melhor fim de semana de abertura deste mercado — com uma arrecadação de US$ 800 milhões nos primeiros dias.
Para ter uma ideia, nesta etapa (a um mês de sua estreia), Grand Theft Auto VI já está 148% à frente do game lançado pela Activision. Até a sua chegada, no dia 19 de novembro de 2026, e somadas às versões vendidas em lojas, essa diferença deve ser ainda mais esmagadora.
Ué, Call of Duty: Black Ops 6 não era o debut mais bem-sucedido da franquia? Sim, porém levamos em conta que a experiência foi disponibilizada para venda em simultâneo à sua inclusão no XBOX Game Pass — ou seja, não dá para saber quais jogadores vieram do serviço e quais compraram o jogo de tiro.
As vendas de GTA 6
Como GTA 6 é o jogo mais esperado de todos os tempos, a expectativa é que seu lançamento quebre todos os recordes existentes da indústria. Isso já se reflete atualmente, com trailers que ultrapassam a barreira dos mais vistos e até mesmo a queda da Netflix na estreia de “Um Olhar Estendido”.
Treze anos separam Grand Theft Auto V da chegada do próximo, o que deixa os fãs com um hype cada vez maior. Desde então, o único game lançado pela Rockstar Games foi Red Dead Redemption 2 — considerado uma experiência obrigatória no PS4, XBOX One e PCs e disponível na geração atual por retrocompatibilidade.
A Microsoft aplicará mais mudanças no XBOX Game Pass, com um serviço que vai se adaptar ao que o usuário quiser pagar. Será um verdadeiro “self service” para os jogadores — com títulos para console, cloud gaming, multiplayer e outros fatores que funcionarão como add-ons ao ecossistema.
Segundo fontes internas ouvidas pela Fortune, a nova estratégia de Asha Sharma vai alterar a forma como a assinatura opera em breve. Contudo, a CEO da XBOX e sua equipe não confirmaram quando isso ocorrerá e como se apresentará ao público.
O lado positivo é que o Game Pass se tornará mais personalizado, com a garantia de que cada pessoa pagará exatamente o que utilizar. Ainda assim, quem usa todos os recursos poderá sentir um peso maior na carteira — já que, separadamente, o custo pode sair mais alto do que o visto atualmente.
Nessa mesma observação, é possível que o valor do pacote total seja similar ao que era cobrado pelo XBOX Game Pass em 2025. No entanto, se a flexibilidade de valores mostrar uma economia real para os consumidores, a resposta da comunidade pode ser menos negativa do que a vista no ano passado.
Cada hora um Game Pass diferente
Desde outubro de 2025, a assinatura da Microsoft mudou diversas características. Nome de planos, preços que sobem e descem, adição e remoção de recursos e até mesmo o Cloud Gaming “por hora” se tornaram discussões recorrentes entre os jogadores.
Agora que o fã poderá escolher o que deseja consumir do serviço e pagar pela quantia selecionada, talvez a imagem negativa do XBOX se estabilize perante o público. Ao menos a CEO Asha Sharma tenta coisas diferentes para encontrar um ponto em comum com a comunidade.
A Microsoft aplicará mais mudanças no XBOX Game Pass, com um serviço que vai se adaptar ao que o usuário quiser pagar. Será um verdadeiro “self service” para os jogadores — com títulos para console, cloud gaming, multiplayer e outros fatores que funcionarão como add-ons ao ecossistema.
Segundo fontes internas ouvidas pela Fortune, a nova estratégia de Asha Sharma vai alterar a forma como a assinatura opera em breve. Contudo, a CEO da XBOX e sua equipe não confirmaram quando isso ocorrerá e como se apresentará ao público.
O lado positivo é que o Game Pass se tornará mais personalizado, com a garantia de que cada pessoa pagará exatamente o que utilizar. Ainda assim, quem usa todos os recursos poderá sentir um peso maior na carteira — já que, separadamente, o custo pode sair mais alto do que o visto atualmente.
Nessa mesma observação, é possível que o valor do pacote total seja similar ao que era cobrado pelo XBOX Game Pass em 2025. No entanto, se a flexibilidade de valores mostrar uma economia real para os consumidores, a resposta da comunidade pode ser menos negativa do que a vista no ano passado.
Cada hora um Game Pass diferente
Desde outubro de 2025, a assinatura da Microsoft mudou diversas características. Nome de planos, preços que sobem e descem, adição e remoção de recursos e até mesmo o Cloud Gaming “por hora” se tornaram discussões recorrentes entre os jogadores.
Agora que o fã poderá escolher o que deseja consumir do serviço e pagar pela quantia selecionada, talvez a imagem negativa do XBOX se estabilize perante o público. Ao menos a CEO Asha Sharma tenta coisas diferentes para encontrar um ponto em comum com a comunidade.
O lançamento de GTA 6 promete abalar as estruturas financeiras dos Estados Unidos. Ele será disponibilizado no dia 19 de novembro de 2026, uma quinta-feira e um dia útil, com a expectativa de gerar uma onda de “atestado coletivo” para funcionários que desejam ter folga remunerada na data.
O International Business Times afirma que a economia norte-americana pode ter um prejuízo de US$ 1 bilhão e a estimativa aponta até 1,5 milhão de trabalhadores que vão apelar para a prática. Isso representa um impacto na produtividade diária de até 2% ao país, sem considerar a escala global.
A análise foi realizada por um professor de Economia da Universidade de Fabra (em Barcelona) e é uma projeção acadêmica. Ele calcula que as pessoas precisarão de tempo para curtir o game (que demorou 13 anos para estrear) e o trabalho “está no caminho”.
A matemática usada pelo intelectual é simples: ele avalia a média anual de um trabalhador nos Estados Unidos de US$ 70 mil e estipula o que isso significa para a ausência estimada de 1,5 milhão de pessoas no ambiente de trabalho apenas no território. Ainda que 2% pareça “pouco”, é um número a levar em conta.
Além disso, ele pressupõe que o “atestado coletivo” para jogar GTA 6 deve ser uma tendência entre homens na faixa de 18 a 30 anos e o setor de tecnologia será o mais afetado pela chegada. Caso 2013 não esteja fresco na memória, essa foi a mesma faixa e nicho que foram mais impactados por Grand Theft Auto V na época.
Apesar de ser uma perda para as empresas, isso não representa um prejuízo para a arrecadação do governo norte-americano. Ainda que os funcionários se ausentem, o dinheiro obtido de impostos pela Rockstar e pela Take-Two Interactive com as vendas deve se sobressair às perdas.
Não foi revelado como esse cenário impactará o Brasil, mas o que você fará quando GTA 6 chegar? Vai virar a madrugada no jogo ou apelará para o atestado para aproveitar a experiência no dia 19 de novembro de 2026?
Faltou bom senso em GTA 6?
Lançar o seu próximo game em uma quinta-feira, em pleno dia útil, mostra que a Rockstar não teve o mesmo cuidado que algumas companhias demonstravam no passado. Durante a era 8-bit, a Enix (hoje Square Enix) recebeu uma advertência do governo japonês para o estreia de seus games.
Quando Dragon Quest III (1988) chegou às lojas foi uma quarta-feira e causou um grande impacto — tal qual GTA 6 promete. Muitos funcionários faltaram ao trabalho e estudantes não foram à aula, seja para comprar o título ou apenas jogá-lo. Isso gerou até uma ação policial para deter o excesso de jovens, em horário escolar, nas ruas na data.
Para conter futuras confusões, a desenvolvedora firmou um acordo com a Nintendo para disponibilizar os próximos títulos da saga apenas aos sábados. Isso funcionou por muitos anos, porém passou a ser ignorado com a queda da relevância da franquia entre os fãs ao redor do mundo.
Por causa disso, por muito tempo foi instituído que seria de bom senso lançar jogos ao menos em uma sexta-feira — na qual as pessoas chegariam do trabalho ou da escola e conseguiriam curtir de forma contínua pelo fim de semana estes títulos. Nos últimos anos a barra “desceu” para quinta-feira.
Não dá para pedir bom senso de um estúdio que mostrou que GTA 6 mal lançou e já trouxe 5 práticas negativas aos consumidores. Porém, como agora ameaça até a economia, talvez uma ação tente conter o impacto de seu lançamento ou até um “adiamento” de 24 horas para não interromper a produtividade.
O lançamento de GTA 6 promete abalar as estruturas financeiras dos Estados Unidos. Ele será disponibilizado no dia 19 de novembro de 2026, uma quinta-feira e um dia útil, com a expectativa de gerar uma onda de “atestado coletivo” para funcionários que desejam ter folga remunerada na data.
O International Business Times afirma que a economia norte-americana pode ter um prejuízo de US$ 1 bilhão e a estimativa aponta até 1,5 milhão de trabalhadores que vão apelar para a prática. Isso representa um impacto na produtividade diária de até 2% ao país, sem considerar a escala global.
A análise foi realizada por um professor de Economia da Universidade de Fabra (em Barcelona) e é uma projeção acadêmica. Ele calcula que as pessoas precisarão de tempo para curtir o game (que demorou 13 anos para estrear) e o trabalho “está no caminho”.
A matemática usada pelo intelectual é simples: ele avalia a média anual de um trabalhador nos Estados Unidos de US$ 70 mil e estipula o que isso significa para a ausência estimada de 1,5 milhão de pessoas no ambiente de trabalho apenas no território. Ainda que 2% pareça “pouco”, é um número a levar em conta.
Além disso, ele pressupõe que o “atestado coletivo” para jogar GTA 6 deve ser uma tendência entre homens na faixa de 18 a 30 anos e o setor de tecnologia será o mais afetado pela chegada. Caso 2013 não esteja fresco na memória, essa foi a mesma faixa e nicho que foram mais impactados por Grand Theft Auto V na época.
Apesar de ser uma perda para as empresas, isso não representa um prejuízo para a arrecadação do governo norte-americano. Ainda que os funcionários se ausentem, o dinheiro obtido de impostos pela Rockstar e pela Take-Two Interactive com as vendas deve se sobressair às perdas.
Não foi revelado como esse cenário impactará o Brasil, mas o que você fará quando GTA 6 chegar? Vai virar a madrugada no jogo ou apelará para o atestado para aproveitar a experiência no dia 19 de novembro de 2026?
Faltou bom senso em GTA 6?
Lançar o seu próximo game em uma quinta-feira, em pleno dia útil, mostra que a Rockstar não teve o mesmo cuidado que algumas companhias demonstravam no passado. Durante a era 8-bit, a Enix (hoje Square Enix) recebeu uma advertência do governo japonês para o estreia de seus games.
Quando Dragon Quest III (1988) chegou às lojas foi uma quarta-feira e causou um grande impacto — tal qual GTA 6 promete. Muitos funcionários faltaram ao trabalho e estudantes não foram à aula, seja para comprar o título ou apenas jogá-lo. Isso gerou até uma ação policial para deter o excesso de jovens, em horário escolar, nas ruas na data.
Para conter futuras confusões, a desenvolvedora firmou um acordo com a Nintendo para disponibilizar os próximos títulos da saga apenas aos sábados. Isso funcionou por muitos anos, porém passou a ser ignorado com a queda da relevância da franquia entre os fãs ao redor do mundo.
Por causa disso, por muito tempo foi instituído que seria de bom senso lançar jogos ao menos em uma sexta-feira — na qual as pessoas chegariam do trabalho ou da escola e conseguiriam curtir de forma contínua pelo fim de semana estes títulos. Nos últimos anos a barra “desceu” para quinta-feira.
Não dá para pedir bom senso de um estúdio que mostrou que GTA 6 mal lançou e já trouxe 5 práticas negativas aos consumidores. Porém, como agora ameaça até a economia, talvez uma ação tente conter o impacto de seu lançamento ou até um “adiamento” de 24 horas para não interromper a produtividade.
Um novo rumor aponta para o lançamento de novos dispositivos da linha XBOX para os próximos anos. Informações vazadas indicam que um dispositivo portátil da próxima geração chegará no fim de 2027, enquanto o Project Helix está previsto para a temporada de final de ano em 2028.
De acordo com a Fortune, a Microsoft trabalha com este calendário para os hardwares voltados para sua linha gaming. Porém, não divulgou se o console de mão será produzido em parceria com ASUS (como o ROG XBOX Ally) ou pela própria fabricante norte-americana.
Em 2025, a AMD e a XBOX anunciaram uma “parceria estratégica” para múltiplos anos, com a promessa de trazer um portfólio de dispositivos para o futuro — o que incluía o Project Helix. Na prática, devemos ver os chips da companhia como os principais elementos dos demais aparelhos da marca.
Apesar do vazamento, a empresa dos Estados Unidos não confirmou nem negou os rumores. Recentemente, a CEO Asha Sharma até confirmou que a próxima geração terá mais de um hardware e que trabalha em uma verdadeira “família de aparelhos”. Porém, não detalhou os projetos ou forneceu datas.
Um preço alto para o XBOX
É importante lembrar que a divisão de games já indicou no passado que o próximo console terá um custo premium, mas não especificou o quanto. Se a geração atual foi lançada com valores que circulavam em US$ 499, o vazamento da Fortune aponta que o Project Helix chegará por “entre US$ 1.200 e US$ 1.800”.
Isso representa um novo patamar para o que é cobrado em um videogame, o que supera até mesmo o valor cobrado pelo Steam Machine — que foi lançado por US$ 1.049. Ainda que haja vendas, não é o tipo de dispositivo que se populariza e pode causar problemas comerciais para a Microsoft no futuro.
Além disso, há divergências dentro da própria companhia. Foram registrados conflitos entre o time do XBOX e do Windows, sobre o software que estará presente nos próximos hardwares produzidos. Essa não é a primeira vez (possivelmente nem a última), mas parece haver resistência da atual CEO para adotar o clássico sistema operacional.
Um novo rumor aponta para o lançamento de novos dispositivos da linha XBOX para os próximos anos. Informações vazadas indicam que um dispositivo portátil da próxima geração chegará no fim de 2027, enquanto o Project Helix está previsto para a temporada de final de ano em 2028.
De acordo com a Fortune, a Microsoft trabalha com este calendário para os hardwares voltados para sua linha gaming. Porém, não divulgou se o console de mão será produzido em parceria com ASUS (como o ROG XBOX Ally) ou pela própria fabricante norte-americana.
Em 2025, a AMD e a XBOX anunciaram uma “parceria estratégica” para múltiplos anos, com a promessa de trazer um portfólio de dispositivos para o futuro — o que incluía o Project Helix. Na prática, devemos ver os chips da companhia como os principais elementos dos demais aparelhos da marca.
Apesar do vazamento, a empresa dos Estados Unidos não confirmou nem negou os rumores. Recentemente, a CEO Asha Sharma até confirmou que a próxima geração terá mais de um hardware e que trabalha em uma verdadeira “família de aparelhos”. Porém, não detalhou os projetos ou forneceu datas.
Um preço alto para o XBOX
É importante lembrar que a divisão de games já indicou no passado que o próximo console terá um custo premium, mas não especificou o quanto. Se a geração atual foi lançada com valores que circulavam em US$ 499, o vazamento da Fortune aponta que o Project Helix chegará por “entre US$ 1.200 e US$ 1.800”.
Isso representa um novo patamar para o que é cobrado em um videogame, o que supera até mesmo o valor cobrado pelo Steam Machine — que foi lançado por US$ 1.049. Ainda que haja vendas, não é o tipo de dispositivo que se populariza e pode causar problemas comerciais para a Microsoft no futuro.
Além disso, há divergências dentro da própria companhia. Foram registrados conflitos entre o time do XBOX e do Windows, sobre o software que estará presente nos próximos hardwares produzidos. Essa não é a primeira vez (possivelmente nem a última), mas parece haver resistência da atual CEO para adotar o clássico sistema operacional.
Algumas mortes marcam as HQs, como ocorreu com as tristes partidas de Superman, Homem-Aranha e outros super-heróis emblemáticos. Os eventos não geram apenas grandes histórias, como também mudanças que movimentam todas as tramas.
O Homem-Morcego, contudo, não provoca comoção com a sua partida. Ele traz sagas épicas, que realçam o poder da batfamília e tudo o que ele representa: a possibilidade de Gotham e de todo o planeta viverem seguros, longe das grandes ameaças.
A DC Comics fez isso muito bem nas suas páginas, assim como permitiu que eventos similares ocorressem em diversas outras mídias — das animações aos jogos (Gotham Knights, por exemplo), ela sempre explora o que há de pior e de melhor dentro do seu universo.
Agora, a editora confirmou que Bruce Wayne morrerá. Porém, a informação que mais surpreende é que o Batman investigará o assassinato para descobrir quem colocou um alvo em um dos maiores bilionários e playboys da cidade fictícia.
A morte do Batman? Hoje não
O roteirista Matt Fraction e o artista Jorge Jiménez prometem levar os fãs em uma história insana em Batman #15, que chegará em novembro de 2026 nos Estados Unidos. O personagem será alvejado por seis assassinos e, pelo visto, um deles atingirá seu objetivo.
O movimento acontecerá em uma grande festa de Gotham, chamada de El Grande Gala Enmascarado. Não foi revelada a identidade de quem cometerá o crime, assim como o que acontecerá na trama — se outro herói assumirá a capa do Homem-Morcego ou se veremos reviravoltas.
Para a Forbes, Fraction explicou o que trará na nova HQ e o que os fãs devem esperar da história:
“Eu posso garantir, sem sombra de dúvida, que em Batman #15 você verá Bruce Wayne levar um tiro e Batman precisará investigar. Um truque e tanto. Um belo trabalho, se conseguir arrumar”, revelou o roteirista.
Além disso, ele reforça que tentará manter a trama fechada dentro da própria narrativa — o que permitirá a leitura de vários fãs, não apenas quem acompanha a saga recente.
“Esta é a vez na qual eu mais me diverti escrevendo HQs de super-heróis em uma editora. Não quero desfazer nada que veio antes. Mas parte do desafio que me impus é que eu desejo que essas histórias sejam autocontidas o máximo possível. Não quero que as pessoas sintam que não entenderam parte da trama porque não leram algo. Ninguém pode ler todos os volumes de Batman que já existiram”, afirma o escritor.
O que acontece com Bruce Wayne?
Vale notar que o Homem-Morcego é cheio de truques e pode estar ciente do plano para matar seu alter-ego. Como é um baile de máscaras, outra pessoa pode se disfarçar dele para levar um tiro no seu lugar — ou até fazer uso de equipamentos, como coletes à prova de balas — para que possa analisar a situação.
Um ponto importante é que nada impede que outro membro da batfamília assuma a posição como Batman para investigar o crime. Isso já ocorreu algumas vezes no passado e Azrael, cada um dos Robin e até mesmo Clark Kent o substituíram em determinados arcos. Na prática, não seria algo inédito nas HQs.
Inclusive, recentemente a DC Comics apresentou Verity Pennyworth — sobrinha de Alfred, já falecido nas histórias em quadrinhos. A personagem surge como uma nova aliada, quem sabe ela não assume o manto do morcego para fazer justiça ao seu novo chefe?
Algumas mortes marcam as HQs, como ocorreu com as tristes partidas de Superman, Homem-Aranha e outros super-heróis emblemáticos. Os eventos não geram apenas grandes histórias, como também mudanças que movimentam todas as tramas.
O Homem-Morcego, contudo, não provoca comoção com a sua partida. Ele traz sagas épicas, que realçam o poder da batfamília e tudo o que ele representa: a possibilidade de Gotham e de todo o planeta viverem seguros, longe das grandes ameaças.
A DC Comics fez isso muito bem nas suas páginas, assim como permitiu que eventos similares ocorressem em diversas outras mídias — das animações aos jogos (Gotham Knights, por exemplo), ela sempre explora o que há de pior e de melhor dentro do seu universo.
Agora, a editora confirmou que Bruce Wayne morrerá. Porém, a informação que mais surpreende é que o Batman investigará o assassinato para descobrir quem colocou um alvo em um dos maiores bilionários e playboys da cidade fictícia.
A morte do Batman? Hoje não
O roteirista Matt Fraction e o artista Jorge Jiménez prometem levar os fãs em uma história insana em Batman #15, que chegará em novembro de 2026 nos Estados Unidos. O personagem será alvejado por seis assassinos e, pelo visto, um deles atingirá seu objetivo.
O movimento acontecerá em uma grande festa de Gotham, chamada de El Grande Gala Enmascarado. Não foi revelada a identidade de quem cometerá o crime, assim como o que acontecerá na trama — se outro herói assumirá a capa do Homem-Morcego ou se veremos reviravoltas.
Para a Forbes, Fraction explicou o que trará na nova HQ e o que os fãs devem esperar da história:
“Eu posso garantir, sem sombra de dúvida, que em Batman #15 você verá Bruce Wayne levar um tiro e Batman precisará investigar. Um truque e tanto. Um belo trabalho, se conseguir arrumar”, revelou o roteirista.
Além disso, ele reforça que tentará manter a trama fechada dentro da própria narrativa — o que permitirá a leitura de vários fãs, não apenas quem acompanha a saga recente.
“Esta é a vez na qual eu mais me diverti escrevendo HQs de super-heróis em uma editora. Não quero desfazer nada que veio antes. Mas parte do desafio que me impus é que eu desejo que essas histórias sejam autocontidas o máximo possível. Não quero que as pessoas sintam que não entenderam parte da trama porque não leram algo. Ninguém pode ler todos os volumes de Batman que já existiram”, afirma o escritor.
O que acontece com Bruce Wayne?
Vale notar que o Homem-Morcego é cheio de truques e pode estar ciente do plano para matar seu alter-ego. Como é um baile de máscaras, outra pessoa pode se disfarçar dele para levar um tiro no seu lugar — ou até fazer uso de equipamentos, como coletes à prova de balas — para que possa analisar a situação.
Um ponto importante é que nada impede que outro membro da batfamília assuma a posição como Batman para investigar o crime. Isso já ocorreu algumas vezes no passado e Azrael, cada um dos Robin e até mesmo Clark Kent o substituíram em determinados arcos. Na prática, não seria algo inédito nas HQs.
Inclusive, recentemente a DC Comics apresentou Verity Pennyworth — sobrinha de Alfred, já falecido nas histórias em quadrinhos. A personagem surge como uma nova aliada, quem sabe ela não assume o manto do morcego para fazer justiça ao seu novo chefe?
O desbloqueio do PS5 alcançou a versão 14.10 do firmware, que é pré-requisito obrigatório para os jogadores rodarem GTA 6. Na prática, será possível ter o jailbreak no console da Sony Interactive Entertainment (SIE) e explorar a nova aventura da Rockstar Games.
O desenvolvedor Gezine compartilhou um vídeo inédito, no qual mostra como acessou as configurações de debug do seu dispositivo e realizou o procedimento do jailbreak. A exposição coloca a pirataria novamente como uma ameaça para companhias como a SIE.
Levou pouco mais de duas semanas, mas Gezine confirma que conseguiu burlar as proteções de segurança do sistema operacional. Contudo, o processo ainda não funciona de forma perfeita — já que o hypervisor bypass, responsável por criar e dar boot no backup de games, ainda não foi habilitado.
Além disso, o dev não disponibilizou os arquivos publicamente. Sem isso, não é possível executar o desbloqueio no PS5 — porém, também evita que a Sony encontre uma contramedida para bloqueá-lo novamente.
Com isso em mente, muitos fãs pedem para que o acesso seja divulgado apenas no dia 19 de novembro de 2026. Na data, GTA 6 será disponibilizado e com o videogame desbloqueado será possível rodar o próximo game da Rockstar.
Ainda que a SIE encontre um modo de reverter a situação, se os usuários não atualizarem o videogame poderão aproveitar a experiência sem impedimentos — uma das maiores dores de cabeça que ela poderia ter no mercado.
O desbloqueio do PS5
Vale notar que, até o momento, o jailbreak Relapse continua acessível apenas para quem tem um PlayStation 5 na versão 13.60. No entanto, na velocidade em que encontram as falhas no sistema, logo a versão 14.10 estará disponível e permitirá rodar todos os títulos recentes.
Mais do que isso, o desbloqueio também permite que rodem ROMs de outras plataformas. Não é incomum ver usuários nas redes sociais que mostram como o videogame da SIE executa games como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Donkey Kong Bananza e outros sucessos.
Ainda assim, não se sabe se o homebrew conseguirá trazer GTA 6 em sua “glória total”. Em outras palavras, talvez seu desempenho não seja o mesmo que a versão disponível na PS Store — o que preocupa muitos fãs até o momento.
Não foi divulgado quando Gezine vai liberar o conteúdo para os demais ou se há um plano para aguardar por Grand Theft Auto VI. Apesar disso, não é algo que deve permanecer preso com o desenvolvedor por muito tempo.
A Paramount Pictures disponibilizou nesta quarta-feira (30) o emblemático tema do personagem Guile para o filme baseado em Street Fighter. A composição soma-se ao que já era considerada uma trilha sonora épica, o que tem potencial para elevar ainda mais a escala da produção.
O estúdio liberou a música nas plataformas Apple Music, Spotify, Amazon Music, YouTube Music, Deezer e Tidal. Quem conhece a versão original notará um solo de guitarra e algumas mudanças para se encaixar melhor em um longa-metragem — contudo, a sua “alma” continua no lugar.
Vale notar a atenção redobrada que a direção oferece ao personagem. Além de Guile estar presente em vários trailers em posição de destaque, o balde de pipoca replica o seu icônico corte de cabelo e agora a sua faixa também é divulgada como uma das principais músicas da obra.
O lutador será interpretado por Cody Rhodes (Corra que a Polícia Vem Aí e Arrow), que também possui uma carreira estelar no cenário das lutas livres profissionais do WWE. Não foi revelado o peso do seu arco na história, porém nota-se que ele terá uma participação maior do que os demais heróis.
Toda a trilha sonora de Street Fighter, com 39 músicas, será disponibilizada no dia 16 de outubro de 2026. No Brasil, o longa-metragem estreia nos cinemas um dia antes — em 15 de outubro. A pré-venda dos ingressos já foi liberada em todo o país.
A icônica trilha de Guile em Street Fighter
Quando a internet viveu o seu auge, entre o fim dos anos 2000 e início da década de 2010, o som original que embala o estágio do personagem virou um meme por “combinar com absolutamente tudo”.
A situação chegou a tal ponto que muitos a ouviam em versões com 10 horas de duração ou mais —- o que a tornou uma das mais reconhecíveis para toda uma geração e prolongou a fama do game para além de sua própria época.
Composta por Yoko Shimomura (reconhecida por também ser responsável pela trilha sonora de Kingdom Hearts, Xenoblade Chronicles e Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars), a canção foi incluída em Street Fighter II (1991) e permaneceu intocável por diversos games da franquia.
Para o filme, Leo Birenberg e Zach Robinson (conhecidos por seu trabalho em Cobra Kai) dizem que a artista foi uma inspiração: “Como compositores jovens, ouvimos a icônica canção de Guile feita por Yoko Shimomura mais vezes do que assistimos Os Caçadores da Arca Perdida. Esperamos que os fãs ouçam e entendam o amor e reverência que sentimos por essa música em nossa versão do tema de Guile”.
A CEO da XBOX, Asha Sharma, afirma que a companhia “não está à venda” após uma onda de demissões em massa e fechamento de estúdios. A executiva revelou que todas as movimentações fazem parte de sua proposta de “resetar” as operações da divisão.
Ao The New York Times, ela indicou que busca uma fórmula para manter o trabalho em prol dos gamers — sem perder o propósito de chegar ao topo do ranking entre as fabricantes de consoles.
“Faremos o que for necessário para alinhar a empresa para o sucesso, vamos buscar os parceiros certos, o modelo operacional mais adequado e tudo o que for preciso para atingir nossos objetivos”, afirmou Sharma.
Contudo, ela não se desvia do assunto sobre as demissões e aponta que “há um longo caminho com a Microsoft e nós tomaremos uma visão de longo prazo”. Isso significa que apenas o tempo dirá se a estratégia da marca funcionará a partir de agora.
Muitos acreditaram que o reinício prometido da marca incluiria a venda da companhia para outra empresa, porém Asha Sharma não segue este caminho — ao menos não ainda. Rumores sobre isso já circularam no passado, mas a Microsoft não deseja abrir mão da divisão por enquanto.
Após os gastos bilionários para adquirir a Activision Blizzard, Bethesda e mais estúdios, somados à queda de vendas do XBOX Series, problemas no Game Pass e outros desafios (como demissões, fechamento de estúdios e cancelamento de projetos), a fabricante entrou em alerta total.
A nova movimentação inclui levar a equipe da Halo Studios para a Activision e colocar o time da Obsidian sob as asas da Bethesda. Não foram revelados quais são os próximos passos, porém seu objetivo é voltar a disputar espaço com a PlayStation entre os hardwares e jogos de ponta (sem um vasto prejuízo).
Uma nova vulnerabilidade foi encontrada no sistema do PS5 e PlayStation 5 Pro, o que permite o desbloqueio da plataforma para rodar modificações e softwares não autorizados pela Sony Interactive Entertainment (SIE).
O jailbreak, chamado de Relapse 13.60, funciona nos firmwares entre as versões 7.00 e 13.60. Deste modo, você pode instalar nos consoles de mesa os emuladores, softwares de modificação e até mesmo cheats — algo delicado, principalmente para jogos online.
A falha foi descoberta em setembro, mas apenas há alguns dias conseguiram contornar as restrições existentes para desbloquear um maior número de dispositivos. Contudo, a atualização 26.06-14.00.00 (a mais recente) já impede o procedimento.
Isso significa que, se você já atualizou o seu console durante o mês de setembro, não conseguirá explorar essa vulnerabilidade. Ainda assim, outras podem ser encontradas com o passar do tempo — como já ocorreu nas últimas vezes.
É importante ter em mente que alterar o sistema ou o firmware é passível de violação dos termos de serviço do PS5 e PS5 Pro. Nestes casos, a SIE pode punir o jogador com banimentos e até o bloqueio permanente do software.
O futuro do PS5 em risco
Os desbloqueios são uma preocupação para a Sony, porém não é a única. Recentemente, fãs também trabalham em um emulador funcional da plataforma do PlayStation 5 — que avança a passos largos, diga-se de passagem.
Na prática, além de a companhia ter de se preocupar com as falhas existentes nos consoles, ela também tenta coibir a engenharia reversa que levará a plataforma para computadores e outros dispositivos portáteis.
O jailbreak mais recente, por exemplo, poderia ser executado em todos os modelos disponíveis do PS5. Exceto por aqueles que possuíam a atualização recente, o problema se tornou amplo demais e virou uma preocupação para a SIE.
A Rockstar divulgou diversos detalhes de GTA 6 nesta terça-feira (29), que especificam aos jogadores um pouco mais do que encontrarão no mapa — seja de variações climáticas e comportamento de NPCs, seja de presença da vida animal e o tamanho do seu mapa.
Como a prévia já revelava, as tempestades e furacões foram confirmados no título. Apesar de não revelar como o sistema de clima funcionará, o estúdio também afirmou que os fãs podem esperar por “nuvens pesadas, ventos fortes, atmosfera densa e muita chuva”.
Além disso, é dito que o ambiente será dinâmico e localizado. Na prática, você conseguirá ver a tempestade à distância, além de contar com a presença de poças e até arco-íris. As mecânicas de vento permitirão enxergar movimentos de cabelo, objetos e até ondulações na água.
Somada à iluminação, GTA 6 apresentará diferenças expressivas para dias ensolarados, com neblina, céu com nuvens e agirá em noites tempestuosas com raios e relâmpagos.
O mapa de GTA 6
Uma das grandes novidades reveladas pela Rockstar é em relação ao mapa. De acordo com o estúdio, ele possui seis regiões distintas: Vice City, Leonida Keys, Grassrivers, Port Gellhorn, Ambrosia e Moint Kalaga National Park.
O chefe do Rockstar North, Aaron Garbut, revelou que a região será duas vezes maior do que a vista em Grand Theft Auto V. Um dos principais fatores que a desenvolvedora destacou é a densidade de objetos no interior e exterior dos lugares.
Outro aspecto importante é que gangues diferentes atuam em locais distintos. Um grupo de motoqueiros, por exemplo, tem o controle sobre o mundo do crime em Ambrosia — que representa a área rural de Leonida.
A história de GTA 6 ajudará os jogadores a transitar por todas as regiões, com capítulos que te levarão para cada uma delas conforme avança. Isso auxiliará a explorar o que cada uma esconde, do mesmo modo que mostrará o contraste entre a comunidade pobre e rica do jogo.
As interações de Grand Theft Auto
A viagem rápida também foi confirmada no próximo game, mas o jogador poderá “pular” diretamente em um carro de aplicativo. Em corridas compartilhadas, será possível ver Jason e Lucia interagirem de formas diferentes com outros passageiros.
Além disso, será possível fazer o famoso “doomscroll” (passar vídeos ou postagens de forma infinita nas redes sociais) no app Snapmatic — paródia do Instagram. Contudo, não será possível publicar fotos e vídeos na plataforma.
A Rockstar revelou que, entre as atividades que poderão ser realizadas em GTA 6, estão bilhar, academia, caiaque, mini golf, base jumping, mergulho, corrida de rua e off-road, visitas a zoológicos e pilotar aerobarcos e jet skis.
Possivelmente existirão outras, mas o estúdio não divulgou o que esperar no seu lançamento. Vale notar que outras podem ser adicionadas via atualização, o que permitirá expandir o leque para novos recursos — principalmente no futuro modo online.
A vida em Vice City
A desenvolvedora também confirmou a presença de mais de 170 espécies animais diferentes — entre pássaros, mamíferos, peixes, répteis e outras criaturas marinhas. No mar, os jogadores poderão encontrar tubarões, baleias, águas-vivas e outros seres que terão um comportamento “único”.
Assim como Red Dead Redemption 2 (2018), os jogadores também poderão rastrear a presença de bichos raros pelo mapa. Apesar da revelação, não foram detalhados quais serão encontrados assim e se existirão espécimes em extinção na experiência.
Por falar em similaridades com RDR2, GTA 6 também trará um sistema de caça. Em uma das capturas de tela, é possível ver Jason com um rifle enquanto se aproxima de cervos, no entanto a Rockstar não detalhou o que mais poderá fazer nesta atividade.
Em relação aos protagonistas, tudo será uma questão de escolha. Da forma como decide assaltar os lugares, despistar a polícia e roubar carros, as opções são variadas e podem acionar sistemas únicos — como ferramenta para concluir o objetivo, desarme de sistema de segurança e outros.
Um fã criou uma versão de Super Mario 64 capaz de rodar no Super Nintendo, de forma basicamente fiel ao projeto original lançado em 1996. Exceto pelos gráficos, os cenários e gameplay permaneceram intactos para os jogadores.
O canal do YouTube Game of Tobi demonstrou como a iniciativa alcançou um resultado positivo — apesar de ter mexido no motor gráfico, os assets foram mantidos e ele funciona adequadamente por meio do chip Super FX (que garante gráficos tridimensionais).
O trabalho não foi disponibilizado ao público, mas já alcançou atenção suficiente para receber diversos pedidos para a liberação de um link para download. Assim, os usuários poderiam jogá-lo em emuladores ou no próprio SNES.
Porém, o fã não deseja permitir o acesso até Super Mario 64 estar com um desempenho aceitável — algo que pode demorar a ocorrer, já que o youtuber desenvolve melhorias apenas em suas horas vagas. Logo, você terá de esperar para vê-lo no seu console.
Além disso, por terem uma performance similar, o emblemático título do encanador também pode ser adaptado para o Game Boy Advance futuramente. Contudo, Game of Tobi ainda não pensa em portar a aventura para outras plataformas.
Os ports para SNES
É interessante notar que muitos projetos envolvem o procedimento de “demake” — que recria a experiência do zero, para um determinado videogame antigo. Sucessos como Portal,Disco Elysium e No Man’s Sky já receberam esse tratamento.
Contudo, Super Mario 64 segue outro caminho. O fã pegou o título original e apenas “comprimiu” o que pôde para fazer o formato caber em um cartucho de Super Nintendo. Exigiu uma “gambiarra”, mas o importante é que tudo funcionou bem.
Esta não é a primeira vez que ele se aventura nesse território. Em vídeos anteriores, o criador de conteúdo já tinha portado Minecraft para o SNES — o que envolvia até uma versão reduzida do Nether. Assim, mantém o sistema vivo, 36 anos após seu lançamento.
O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.
Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.
“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.
Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA.
A história dos Copilot+ PC
Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.
Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.
Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.
Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa.
A Nintendo já foi o centro de algumas das maiores polêmicas da indústria dos jogos, mas também apresentou algumas excentricidades um tanto curiosas. Afinal de contas, 137 anos de história não são 137 dias e as suas diferentes fases trouxeram histórias estranhas demais para serem esquecidas pelos fãs.
De ações judiciais um tanto “únicas” a decisões que desafiavam a própria realidade, a Big N, para o bem e para o mal, nunca se conteve em suas convicções. Obviamente, isso rendeu eventos caóticos e que se tornaram o centro do debate entre muitos jogadores ao longo de muito tempo.
Se você acredita que disputar espaço com GTA 6 e seguir um caminho completamente distinto do visto com a Sony Interactive Entertainment e Microsoft soa esquisito, é melhor se preparar, pois isso é apenas “um dia comum” nas operações da companhia japonesa.
Veja as 8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo, assim como o que a motivou a agir de uma forma tão bizarra.
8. Jogos e motel
Durante os anos 1960, a Nintendo passava um sufoco na produção de cartas de baralho. Para escapar da falência, a companhia decidiu diversificar os negócios e investiu na abertura de um “love hotel” (um motel, em termos mais claros) em Kyoto.
Se isso abala a imagem puritana que você tem dela, saiba que foi uma operação breve e a Big N compreendeu que não era o caminho correto. Na mesma época, eles também administraram uma frota de táxis e venderam arroz instantâneo.
7. Donkey Kong nos tribunais
A Universal Studios sentiu que a Nintendo promovia Donkey Kong como uma paródia de King Kong e decidiu levar a fabricante até a Justiça no início dos anos 1980. Para comprovar que não era apenas uma cópia, contrataram o advogado John Kirby e torceram pelo melhor.
Por ironia do destino, o jurista descobriu que alguns anos antes o estúdio argumentou nos tribunais que o gorilão estava em domínio público — o que permitia a eles refazer os longas. Ao usar o mesmo argumento, eles venceram a ação judicial e como agradecimento batizaram um de seus personagens de Kirby para homenageá-lo.
6. Suor em Mortal Kombat
No ápice da guerra entre Nintendo e SEGA, a Big N decidiu trazer Mortal Kombat (1993) para a sua plataforma. Contudo, o sangue iria contra toda a imagem que ela gostaria de transmitir à sociedade e tomou a estranha decisão de mudar a cor dele para cinza — com a justificativa de que era apenas suor.
A sua rival não poupou esforços para liberar o sangue via código, o que elevou sua moral como “descolada” e abalou as estruturas da concorrente. O resultado disso é que MK vendeu muito mais no Mega Drive e a companhia sofreu do mesmo jeito com a criação da classificação indicativa nos games.
5. Luvas para Mario Party
Os minigames de Mario Party (1999) podiam ser bem intensos. Muitos jogadores, em sessões “frenéticas” sofreram com bolhas, queimaduras por fricção e, em certos casos, chegou a causar danos reais nos nervos das mãos de crianças, para se ter ideia. O analógico do Nintendo 64 sofria, mas o público tinha problemas maiores.
Um procurador de Nova York decidiu lutar contra isso e obrigou a companhia japonesa a encarar os tribunais. O resultado disso foi um acordo no qual teve de gastar US$ 80 milhões para produzir luvas e disponibilizá-las para qualquer um que solicitasse o item para jogar.
4. Nintendo destrói TVs?
No auge do Nintendo Wii, a fabricante teve um baita problema nas mãos. Na verdade, na TV: quando o público jogava Wii Sports, a alça do controle se rompia e o periférico voava em direção às telas. Centenas de pessoas passaram por problemas deste tipo, o que gerou uma grande polêmica.
Com a destruição de diversos televisores, ações judiciais começaram a acusar a companhia de “descaso” e a obrigaram a encarar o tribunal mais uma vez. Isso rendeu um recall massivo de Wii Remote, com o reenvio com alças reforçadas e capas de silicone para inibir os danos.
3. PETA vs. Big N
Após o lançamento de Super Mario 3D Land (2011), a organização de direitos dos animais PETA criou uma campanha agressiva para acusar a Nintendo de mostrar um personagem que, supostamente, esfolava cães e guaxinins para vestir as suas peles in-game.
Essa movimentação gerou até um jogo em flash chamado Mario Kills Tanooki, muito sangrento e explícito, por sinal. Para se defender, a Big N emitiu uma nota oficial para lembrar ao público que a transformação era lúdica e não apoiava a caça de animais (mesmo que tenha produzido Duck Hunt décadas atrás).
2. O gosto das fitas de Switch
De todas as decisões estranhas da Big N, o gosto azedo das fitas de Switch ao menos ganhou uma explicação plausível. Para evitar que crianças pequenas e bebês colocassem os cartuchos na boca, ela incluiu benzoato de denatônio na sua composição — um composto químico amargo.
Por incrível que pareça, o tiro saiu pela culatra. Com o advento das redes sociais, virou um desafio online lamber as fitas para testar o sabor. A medida de segurança viralizou, o que fez bem: hoje, todos sabem que as mídias físicas podem causar um grande desconforto se levadas à boca.
1. A polêmica de Bowsette
Quando New Super Mario Bros U. Deluxe (2019) foi anunciado, um item se destacou: a Super Crown, que podia transformar Toadette em uma versão similar à Princesa Peach. Claro que a internet não perdoou e criou a Bowsette — como uma alternativa em que o vilão usaria o item e assumiria uma forma humana feminina.
Quando a Nintendo piscou, a internet já tinha se rendido à fanfic. Milhares de artes de fãs, o termo nos trending topics mundiais e versões que não ousamos sequer mencionar. A companhia nunca canonizou esta hipótese e, no game, fez questão de inserir o trecho “Desculpe Luigi, apenas Toadette pode usar este item!”.
Histórias estranhas da Nintendo
No momento que achar que já viu de tudo no mundo dos games, lembre-se que a companhia japonesa pode sempre inovar e trazer uma trama excêntrica para apimentar a comunidade. Seja por querer ou não, o importante é que gera entretenimento.
Apesar das sequências estranhas, você também pode se lembrar de 6 decisões polêmicas da história da Nintendo para ver que eles sempre são “8 ou 80” — ou é algo divertido ou é uma bomba para a indústria. Confira as que são menos piores, ao menos: