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Pedacinhos do cometa Halley vão cruzar o céu; saiba como ver a chuva de meteoros

Já ouviu falar do cometa Halley? Se sim, saiba que este visitante cósmico só vai aparecer de novo no céu em 2061 — e, se você não quiser esperar até lá, talvez seja mais fácil tentar flagrar os pedacinhos deste objeto, que constituem a chuva de meteoros Orionídeos, ou Oriônidas. O pico do fenômeno ocorre na madrugada de quarta (21) para quinta (22).

Para ver os meteoros, não tem segredo: basta procurar as estrelas logo abaixo do Cinturão de Órion — talvez você as conheça pelo apelido popular Três Marias. Ali, procure Betelgeuse, uma das maiores estrelas visíveis a olho nu e a mais brilhante do trio, e pronto! Basta esperar o espetáculo.

cinturão de órion

Vale lembrar que os meteoros não vão, necessariamente, aparecer apenas ali; na verdade, eles podem aparecer em qualquer lugar do céu — a expectativa é que até 20 meteoros estejam visíveis em condições ideias, ou seja, com céu limpo e longe das luzes da cidade.

Cometa Halley

O cometa Halley é considerado um dos cometas periódicos mais famosos na astronomia, e não é sem motivo. Esta “bola de gelo suja”, como os cometas são conhecidos, aparece no céu da Terra em intervalos que variam entre 74 e 79 anos; a última visita foi em 1986.

Isso não significa, no entanto, que este objeto seja novo para os astrônomos: na verdade, o cometa Halley é documentado há séculos, e apareceu até em registros da Batalha de Hastings, em 1066 a.C.

Quando aparecer por aqui novamente em 2061, vale a pena tentar encontrá-lo no céu, já que ele vai estar um pouco menor do que esteve em sua última visita. A mudança se deve à natureza dos cometas, que perdem até 3 metros de matéria da sua estrutura ao longo de cada volta ao redor do Sol — e parte desta matéria vai brilhar no céu em algumas horas com a chuva de meteoros.

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Pedacinhos do cometa Halley vão cruzar o céu; saiba como ver a chuva de meteoros

Já ouviu falar do cometa Halley? Se sim, saiba que este visitante cósmico só vai aparecer de novo no céu em 2061 — e, se você não quiser esperar até lá, talvez seja mais fácil tentar flagrar os pedacinhos deste objeto, que constituem a chuva de meteoros Orionídeos, ou Oriônidas. O pico do fenômeno ocorre na madrugada de quarta (21) para quinta (22).

Para ver os meteoros, não tem segredo: basta procurar as estrelas logo abaixo do Cinturão de Órion — talvez você as conheça pelo apelido popular Três Marias. Ali, procure Betelgeuse, uma das maiores estrelas visíveis a olho nu e a mais brilhante do trio, e pronto! Basta esperar o espetáculo.

cinturão de órion

Vale lembrar que os meteoros não vão, necessariamente, aparecer apenas ali; na verdade, eles podem aparecer em qualquer lugar do céu — a expectativa é que até 20 meteoros estejam visíveis em condições ideias, ou seja, com céu limpo e longe das luzes da cidade.

Cometa Halley

O cometa Halley é considerado um dos cometas periódicos mais famosos na astronomia, e não é sem motivo. Esta “bola de gelo suja”, como os cometas são conhecidos, aparece no céu da Terra em intervalos que variam entre 74 e 79 anos; a última visita foi em 1986.

Isso não significa, no entanto, que este objeto seja novo para os astrônomos: na verdade, o cometa Halley é documentado há séculos, e apareceu até em registros da Batalha de Hastings, em 1066 a.C.

Quando aparecer por aqui novamente em 2061, vale a pena tentar encontrá-lo no céu, já que ele vai estar um pouco menor do que esteve em sua última visita. A mudança se deve à natureza dos cometas, que perdem até 3 metros de matéria da sua estrutura ao longo de cada volta ao redor do Sol — e parte desta matéria vai brilhar no céu em algumas horas com a chuva de meteoros.

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O Sol vai destruir seu próprio sistema? Pesquisa indica como pode ser fim dos planetas

Você já conhece, à exaustão, a configuração atual do nosso Sistema Solar. Vale a pena curti-la, já que ela deve ficar por aqui só por “alguns” bilhões de anos — é o que indica um novo estudo, que revelou que nossa vizinhança no espaço pode passar por instabilidades bem além daquelas já previstas pelo fim do Sol.

Mercúrio, por exemplo, tem 1% de chance de deixar nosso sistema nos próximos 5 milhões de anos; caso isso aconteça, é provável que este mundo acabe colidindo com Vênus, Terra ou até Marte. Já Júpiter, Saturno, Urano e Netuno podem sofrer alguma perturbação em um milhão de trilhão de anos.

sol "sorrindo"

Mesmo que nada disso aconteça, o cenário não fica muito mais favorável para nós: é que quando o Sol esgotar suas reservas de combustível para a fusão nuclear e se tornar uma gigante vermelha, vai expandir suas camadas e devorar Vênus. É possível, aliás, que nem nosso “pálido ponto azul” escape. E é aqui que entra o novo estudo, que sugere algo mais nesta história.

Fim do Sistema Solar

Embora os cientistas considerem que nosso astro deva perder massa em um ritmo tranquilo, observações de anãs brancas sugerem que este pode não ser o caso. Assim, quando o Sol chegar nesta etapa do seu ciclo, é bem provável que a Terra tenha deixado de existir há muito tempo, e que Urano e Netuno acabem trocando de lugar em suas respectivas órbitas.

A instabilidade levaria a alguns cenários interessantes: antes mesmo de o Sol se tornar uma estrela anã branca, as condições seriam tão caóticas que Urano pode muito bem acabar expulso do nosso sistema; Netuno e Saturno podem também encontrar um destino semelhante, dependendo do que acontecer com o Sol.

“Nossos resultados trazem a dissolução do Sistema Solar de volta a um território familiar da astrofísica e redefinem sua causa: não é o lento avanço do caos, nem o encontro fortuito com uma estrela que passa, mas o próprio Sol, que, ao morrer, não se limita a ampliar o sistema planetário que construiu — ele o afeta e, na maioria das vezes, o dispersa. A instabilidade prevista por Newton é, afinal, real. Ele se enganou apenas quanto ao responsável”, escreveram os autores.

O artigo que descreve os resultados foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.

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O Sol vai destruir seu próprio sistema? Pesquisa indica como pode ser fim dos planetas

Você já conhece, à exaustão, a configuração atual do nosso Sistema Solar. Vale a pena curti-la, já que ela deve ficar por aqui só por “alguns” bilhões de anos — é o que indica um novo estudo, que revelou que nossa vizinhança no espaço pode passar por instabilidades bem além daquelas já previstas pelo fim do Sol.

Mercúrio, por exemplo, tem 1% de chance de deixar nosso sistema nos próximos 5 milhões de anos; caso isso aconteça, é provável que este mundo acabe colidindo com Vênus, Terra ou até Marte. Já Júpiter, Saturno, Urano e Netuno podem sofrer alguma perturbação em um milhão de trilhão de anos.

sol "sorrindo"

Mesmo que nada disso aconteça, o cenário não fica muito mais favorável para nós: é que quando o Sol esgotar suas reservas de combustível para a fusão nuclear e se tornar uma gigante vermelha, vai expandir suas camadas e devorar Vênus. É possível, aliás, que nem nosso “pálido ponto azul” escape. E é aqui que entra o novo estudo, que sugere algo mais nesta história.

Fim do Sistema Solar

Embora os cientistas considerem que nosso astro deva perder massa em um ritmo tranquilo, observações de anãs brancas sugerem que este pode não ser o caso. Assim, quando o Sol chegar nesta etapa do seu ciclo, é bem provável que a Terra tenha deixado de existir há muito tempo, e que Urano e Netuno acabem trocando de lugar em suas respectivas órbitas.

A instabilidade levaria a alguns cenários interessantes: antes mesmo de o Sol se tornar uma estrela anã branca, as condições seriam tão caóticas que Urano pode muito bem acabar expulso do nosso sistema; Netuno e Saturno podem também encontrar um destino semelhante, dependendo do que acontecer com o Sol.

“Nossos resultados trazem a dissolução do Sistema Solar de volta a um território familiar da astrofísica e redefinem sua causa: não é o lento avanço do caos, nem o encontro fortuito com uma estrela que passa, mas o próprio Sol, que, ao morrer, não se limita a ampliar o sistema planetário que construiu — ele o afeta e, na maioria das vezes, o dispersa. A instabilidade prevista por Newton é, afinal, real. Ele se enganou apenas quanto ao responsável”, escreveram os autores.

O artigo que descreve os resultados foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.

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Nova geração do Corolla terá "DNA chinês" e versão 100% elétrica

A Toyota deve começar a produzir a próxima geração do Corolla na China em 2028. O novo sedan vem da parceria fechada com a estatal FAW e uma nova plataforma multienergia flexível, constituindo uma arquitetura inédita e pronta para acomodar motores a combustão, conjuntos híbridos e propulsão 100% elétrica.

O lançamento marca uma virada estratégica na trajetória comercial do sedan mais vendido do mundo, e vem em resposta à ascensão das fabricantes locais no mercado chinês. Ciente disso, a Toyota quer agora estancar a queda de vendas da marca no país asiático por meio da redução de custos operacionais e do encurtamento do ciclo de criação de veículos.

novo corolla concept

Com a nova base arquitetônica, a montadora japonesa pretende adequar o portfólio às exigências de cada região, garantindo alcance estimado em até 400 km para as futuras configurações puramente elétricas do modelo.

Novo Toyota Corolla

A transformação estética da próxima geração do Corolla foi antecipada pelo Corolla Concept no Salão do Automóvel de Tóquio. O protótipo apresentou linhas aerodinâmicas e um estilo mais agressivo, alinhado com a nova linguagem visual global do grupo automotivo. A estratégia na Ásia contempla ainda o desenvolvimento de modelos elétricos de nova geração para a divisão de luxo Lexus.

No Brasil, o sedan atualmente segue fabricado sobre a plataforma TNGA, e a introdução da nova arquitetura multienergia produzida em solo nacional ainda depende de confirmações oficiais da filial brasileira. Portanto, a produção chinesa não indica que, necessariamente, os modelos de lá vão vir para o mercado brasileiro.

Vale lembrar que a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) foi duramente danificada no ano passado, quando uma forte tempestade atingiu a região. Recentemente, a marca anunciou a retomada parcial das atividades por lá, e já confirmou a retomada dos processos de fundição e usinagem do motor 1.5 que equipa o Yaris Cross.

Quer saber mais? Confira nossa matéria sobre a picape do Corolla, que já tem nome e data para chegar ao Brasil!

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Nova geração do Corolla terá "DNA chinês" e versão 100% elétrica

A Toyota deve começar a produzir a próxima geração do Corolla na China em 2028. O novo sedan vem da parceria fechada com a estatal FAW e uma nova plataforma multienergia flexível, constituindo uma arquitetura inédita e pronta para acomodar motores a combustão, conjuntos híbridos e propulsão 100% elétrica.

O lançamento marca uma virada estratégica na trajetória comercial do sedan mais vendido do mundo, e vem em resposta à ascensão das fabricantes locais no mercado chinês. Ciente disso, a Toyota quer agora estancar a queda de vendas da marca no país asiático por meio da redução de custos operacionais e do encurtamento do ciclo de criação de veículos.

novo corolla concept

Com a nova base arquitetônica, a montadora japonesa pretende adequar o portfólio às exigências de cada região, garantindo alcance estimado em até 400 km para as futuras configurações puramente elétricas do modelo.

Novo Toyota Corolla

A transformação estética da próxima geração do Corolla foi antecipada pelo Corolla Concept no Salão do Automóvel de Tóquio. O protótipo apresentou linhas aerodinâmicas e um estilo mais agressivo, alinhado com a nova linguagem visual global do grupo automotivo. A estratégia na Ásia contempla ainda o desenvolvimento de modelos elétricos de nova geração para a divisão de luxo Lexus.

No Brasil, o sedan atualmente segue fabricado sobre a plataforma TNGA, e a introdução da nova arquitetura multienergia produzida em solo nacional ainda depende de confirmações oficiais da filial brasileira. Portanto, a produção chinesa não indica que, necessariamente, os modelos de lá vão vir para o mercado brasileiro.

Vale lembrar que a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) foi duramente danificada no ano passado, quando uma forte tempestade atingiu a região. Recentemente, a marca anunciou a retomada parcial das atividades por lá, e já confirmou a retomada dos processos de fundição e usinagem do motor 1.5 que equipa o Yaris Cross.

Quer saber mais? Confira nossa matéria sobre a picape do Corolla, que já tem nome e data para chegar ao Brasil!

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Lançamento do novo Kia Stonic no Brasil vai atrasar; saiba quando híbrido chega

A chegada da nova geração do Kia Stonic foi adiada. Segundo informações do Motor1, a concessionária da marca afirma que o compacto deve estrear somente no primeiro semestre de 2027 — vale lembrar que, inicialmente, era previsto que o SUV passasse a integrar o portfólio da marca no portfólio brasileiro no segundo semestre do ano.

O modelo com visual renovado foi exibido recentemente em uma concessionária de São Paulo como um veículo de homologação. Assim, a unidade exposta em São Paulo refere-se a um modelo seminovo utilizado no processo de certificação técnica que sairia por R$ 150 mil.

A readequação do calendário ocorreu após a reestruturação dos lançamentos da marca no país, que priorizou a introdução de utilitários como o novo Sorento e a picape inédita Tasman. Como resultado, o cronograma de vendas zero-quilômetro foi reajustado.

Como é o Kia Stonic

O SUV compacto passou por uma atualização substancial em seu design global, e agora traz a nova identidade visual da marca com faróis em LED integrados à grade frontal e lanternas redefinidas. Quem levá-lo para casa vai poder escolher entre as cores Verde Aventureiro e Azul Iate.

As principais transformações concentram-se no interior, que recebeu um painel digital com duas telas integradas de 12,3”, comandos de climatização sensíveis ao toque, carregador por indução e conectividade remota via aplicativo.

No aspecto mecânico, a expectativa é que o modelo mantenha o conjunto fabril com motor 1.0 turbo de três cilindros associado ao sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O sistema conta com a função de desacoplamento do motor em velocidades de cruzeiro, recurso projetado para otimizar o consumo de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes.

Que tal conferir nossa matéria sobre os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026?

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Lançamento do novo Kia Stonic no Brasil vai atrasar; saiba quando híbrido chega

A chegada da nova geração do Kia Stonic foi adiada. Segundo informações do Motor1, a concessionária da marca afirma que o compacto deve estrear somente no primeiro semestre de 2027 — vale lembrar que, inicialmente, era previsto que o SUV passasse a integrar o portfólio da marca no portfólio brasileiro no segundo semestre do ano.

O modelo com visual renovado foi exibido recentemente em uma concessionária de São Paulo como um veículo de homologação. Assim, a unidade exposta em São Paulo refere-se a um modelo seminovo utilizado no processo de certificação técnica que sairia por R$ 150 mil.

A readequação do calendário ocorreu após a reestruturação dos lançamentos da marca no país, que priorizou a introdução de utilitários como o novo Sorento e a picape inédita Tasman. Como resultado, o cronograma de vendas zero-quilômetro foi reajustado.

Como é o Kia Stonic

O SUV compacto passou por uma atualização substancial em seu design global, e agora traz a nova identidade visual da marca com faróis em LED integrados à grade frontal e lanternas redefinidas. Quem levá-lo para casa vai poder escolher entre as cores Verde Aventureiro e Azul Iate.

As principais transformações concentram-se no interior, que recebeu um painel digital com duas telas integradas de 12,3”, comandos de climatização sensíveis ao toque, carregador por indução e conectividade remota via aplicativo.

No aspecto mecânico, a expectativa é que o modelo mantenha o conjunto fabril com motor 1.0 turbo de três cilindros associado ao sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O sistema conta com a função de desacoplamento do motor em velocidades de cruzeiro, recurso projetado para otimizar o consumo de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes.

Que tal conferir nossa matéria sobre os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026?

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Nova geração do BYD Dolphin Mini estreia mais potente e com tempo de recarga absurdo

A segunda geração do Dolphin Mini chegou à China nesta terça (20). O novo hatch elétrico da BYD chegou de cara nova e reformulado, equipado para recarregar suas baterias de 10% a 70% em apenas 5 minutos.

Chamado localmente de Seagull, o compacto estreou no mercado chinês com dimensões maiores, migração para tração traseira e compatibilidade com estações ultrarrápidas de até 1.500 kW, que permitem alcançar 97% de carga em 9 minutos.

novo BYD Dolphin Mini

O avanço tecnológico coloca o modelo em um novo patamar de eficiência urbana e desempenho. Por enquanto, o lançamento do novo Dolphin Mini não foi confirmado para o mercado brasileiro, mas vale lembrar que a marca prometeu instalar mil carregadores ultrarrápidos do tipo no Brasil até o final de 2027.

Novo BYD Dolphin Mini

O hatchback passou por uma evolução mecânica expressiva. O motor elétrico quase dobrou de potência, saltando de 75 cv para 127 cv, e agora conta com tração traseira. Nas dimensões, o compacto cresceu e atingiu 4,20 metros de comprimento, 9 cm a mais de largura e ganho de 15 cm no entre-eixos, tornando-se maior que as versões do Dolphin atual.

Já o visual abandonou as linhas retas em favor de formas mais fluidas, caixas de roda marcadas e faróis reestilizados. No interior, a tela multimídia subiu para 12,8” e o painel de instrumentos convencional foi removido.

O grande destaque tecnológico fica para o sistema "Olho de Deus", como é conhecido o sistema de direção semiautônoma com sensores no teto e inteligência artificial. Com o recurso, o carro pode identificar se o farol está aberto ou fechado no trânsito, desvia automaticamente de obstáculos, estaciona sozinho e até faz a temida baliza de forma remota, sem o motorista no carro.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento!

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Nova geração do BYD Dolphin Mini estreia mais potente e com tempo de recarga absurdo

A segunda geração do Dolphin Mini chegou à China nesta terça (20). O novo hatch elétrico da BYD chegou de cara nova e reformulado, equipado para recarregar suas baterias de 10% a 70% em apenas 5 minutos.

Chamado localmente de Seagull, o compacto estreou no mercado chinês com dimensões maiores, migração para tração traseira e compatibilidade com estações ultrarrápidas de até 1.500 kW, que permitem alcançar 97% de carga em 9 minutos.

novo BYD Dolphin Mini

O avanço tecnológico coloca o modelo em um novo patamar de eficiência urbana e desempenho. Por enquanto, o lançamento do novo Dolphin Mini não foi confirmado para o mercado brasileiro, mas vale lembrar que a marca prometeu instalar mil carregadores ultrarrápidos do tipo no Brasil até o final de 2027.

Novo BYD Dolphin Mini

O hatchback passou por uma evolução mecânica expressiva. O motor elétrico quase dobrou de potência, saltando de 75 cv para 127 cv, e agora conta com tração traseira. Nas dimensões, o compacto cresceu e atingiu 4,20 metros de comprimento, 9 cm a mais de largura e ganho de 15 cm no entre-eixos, tornando-se maior que as versões do Dolphin atual.

Já o visual abandonou as linhas retas em favor de formas mais fluidas, caixas de roda marcadas e faróis reestilizados. No interior, a tela multimídia subiu para 12,8” e o painel de instrumentos convencional foi removido.

O grande destaque tecnológico fica para o sistema "Olho de Deus", como é conhecido o sistema de direção semiautônoma com sensores no teto e inteligência artificial. Com o recurso, o carro pode identificar se o farol está aberto ou fechado no trânsito, desvia automaticamente de obstáculos, estaciona sozinho e até faz a temida baliza de forma remota, sem o motorista no carro.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento!

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Prefeitura de SP barra radares com IA; entenda o motivo

Por enquanto, a Prefeitura de São Paulo não vai adotar câmeras de monitoramento com inteligência artificial (IA) para multar motoristas por condutas como o uso do celular ao volante ou falta de cinto dentro da capital.

É o que declarou Gilmar Miranda, secretário executivo municipal de Mobilidade e Trânsito, durante o Summit Futuro da Mobilidade 2026. Segundo o secretário, a tecnologia é mais eficaz em malhas rodoviárias extensas do que no ambiente urbano de alta densidade.

multa radar infração

Enquanto a capital paulista mantém a fiscalização tradicional por meio da CET e da Polícia Militar, as rodovias do estado já operam com a novidade — tanto que trechos da Rodovia Raposo Tavares e do Rodoanel Mário Covas têm o recurso, e a concessionária Ecovias projeta expandir a instalação dos novos radares para a Rodovia Castelo Branco.

Radar com inteligência artificial

As câmeras com IA captam as suspeitas de infração e enviam as imagens para validação humana em uma central da Polícia Militar Rodoviária, que decide se é necessário aplicar a penalidade. No trecho concessionado da Raposo Tavares, a tecnologia já demonstrou alto alcance ao registrar 2.316 multas em um único mês de operação.

Até o momento, a falta do cinto de segurança lidera as infrações, somando 1.386 ocorrências (falta grave, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH). Já o manuseio ou uso de celular ao volante respondeu por 930 flagrantes (falta gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na carteira).

Quer saber mais? Confira nossa matéria que explica como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Golpe da quilometragem? Sistema do Detran "esconde" adulteração do hodômetro

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) já aceita a transferência de veículos usados mesmo quando há divergências gritantes nos registros de quilometragem entre as vistorias. A brecha de fiscalização foi identificada durante avaliações recentes de mercado feitas pelo Uol, e mostra que carros com hodômetro adulterado ainda são negociados e regularizados sem bloqueios pelo órgão de trânsito.

A prática expõe uma brecha significativa no sistema de checagem: em um dos casos identificados, um veículo registrava 214 mil km em uma vistoria de 2025; apenas dois meses depois, teve uma nova inspeção aprovada, que indicava somente 72 mil km.

trânsito são paulo

Apesar do salto inexplicável de 142 mil km "apagados", o Detran efetuou a transferência normalmente, transferindo ao comprador o risco e a responsabilidade de contestar a fraude posteriormente.

Golpe de carro adulterado

A vulnerabilidade é amplificada por outra limitação operacional no sistema do órgão, que exibe apenas as últimas cinco vistorias do veículo. Assim, caso o carro passe por novas inspeções em datas próximas, os registros com as quilometragens mais altas acabam eliminados da consulta pública, mascarando a adulteração para futuros compradores.

Diante do cenário, especialistas recomendam que os consumidores exijam o histórico de manutenção do veículo com notas fiscais, datas e quilometragens para cruzar os dados. Além disso, a presença de vistorias múltiplas registradas em intervalos muito curtos deve servir como alerta vermelho para a possibilidade de maquiagem no histórico do carro.

Aproveite para conferir como um Corvette clássico anunciado no Facebook virou isca em golpe!

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Geely "ganha" da BYD e lança o carregador de carros elétricos mais rápido de todos

A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.

Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.

Flash Charging da BYD

Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.

Bateria Blade

Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.

Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.

Aproveite para conferir o novo projeto da Geely, um hatch elétrico barato para encarar o Dolphin Mini!

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Rival do Tesla Model 3: BYD lança sedan elétrico de luxo com bateria gigante

O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.

A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.

BYD Denza Z9S

Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.

Sedan de luxo BYD

Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.

Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.

Curtiu a novidade da BYD? Aproveite para conhecer o novo carro elétrico chinês de luxo que rompe a barreira dos 1.000 km por carga!

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Carro sem força na subida? O culpado pode ser este recurso "invisível"

Desde janeiro de 2024, todos os carros comercializados no Brasil devem sair de fábrica equipados com os controles de tração e estabilidade. Embora esses assistentes sejam essenciais para a segurança, é preciso ter atenção: em alguns casos, o "anjo da guarda" eletrônico pode acabar imobilizando o veículo, colocando os ocupantes em risco.

De forma resumida, podemos dizer que a tecnologia do controle de tração monitora a velocidade das rodas por meio dos mesmos sensores usados pelo sistema de freios ABS. Nos carros mais modernos, por exemplo, o acelerador é eletrônico, componente que permite suspender a aceleração do motor assim que as rodas girarem em falso.

carro tração

O problema é que essa intervenção automática torna-se um obstáculo quando o motorista precisa enfrentar terrenos irregulares, como lama, areia ou estradas de terra íngremes. Nesses pisos fragmentados, o carro muitas vezes precisa "cavar" o solo para encontrar tração — e é aí que está o desafio.

Tração nas quatro rodas

Clécio William, diretor e instrutor do Centro de Treinamento CWS 4×4, explica que em terrenos do tipo, é necessário desativar o controle de tração assim que o motorista perceber que o carro está cortando a força do motor. “Se o carro cortar a potência ele não consegue subir”, declarou.

A desativação costuma ser simples — dependendo do modelo, basta acionar um botão com o desenho de um carro e marcas de derrapagem ou com os termos “TCS off”, “ASR off” ou “VSA off”. Em veículos mais tecnológicos, o comando pode estar escondido em menus da central multimídia.

Vale lembrar que nem sempre é preciso de fato desativar o recurso, já que alguns carros permitem a leve remoção da tração em arrancadas. Os da Fiat têm algum nível de destracionamento, mas os da Volkswagen, não.

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Carro usado mais barato: veja qual é a melhor época para conseguir desconto

Está em busca de um carro usado para renovar a garagem sem gastar muito? Se sim, talvez valha a pena esperar mais um pouco para fechar negócio. É que, embora não haja um mês perfeito para comprar carro usado mais barato, janeiro e fevereiro costumam ser épocas bem interessantes, porque reúnem as melhores condições para a compra.

É o que observou Fred Bittar, CEO do Comprecar. Segundo ele, não dá para indicar um mês específico, até porque o mercado de usados tem flutuações de acordo com a oferta, procura, crédito e comportamento do setor. Mesmo assim, janeiro costuma registrar maior volume de visitas ao portal, sinalizando o forte interesse dos consumidores.

trânsito são paulo

Vale lembrar também que o começo do ano é tradicionalmente marcado pelo desinteresse temporário dos compradores — afinal, esta é a época de quitar despesas pesadas como IPVA, IPTU e custos escolares. Portanto, há uma retração nas vendas nos dois primeiros meses do ano. O resultado? Os lojistas têm que ser mais flexíveis na hora de negociar.

Comprar carro usado

Segundo dados da Fenauto, o volume de transações de usados recuou 24,5% em janeiro de 2026 em comparação a dezembro do ano anterior, com 1,34 milhão de unidades vendidas. Especialistas como Bittar reforçam que essa queda no movimento das lojas gera uma brecha comercial estratégica, permitindo que motoristas dispostos a negociar encontrem estoques parados há mais tempo e obtenham preços reduzidos.

Embora o período do ano influencie a receptividade das revendedoras, o tempo de permanência do carro no pátio, a procura pelo modelo específico e o fechamento de metas comerciais têm peso decisivo sobre a margem de abatimento. Por isso, carros com menor liquidez ou em estoque há meses oferecem condições de pechincha bem mais convidativas do que modelos recém-chegados ou com alta demanda.

Mas quem planeja aproveitar a calmaria do início do ano precisa ser rápido: os números do mercado mostram que a disposição dos lojistas para ceder se encerra rapidamente conforme o ritmo de vendas é retomado — basta recordar que fevereiro registrou alta de 1,7% frente a janeiro, enquanto o mês de março disparou 22,8%.

E aí, se animou para comprar um carro usado? Veja a nossa checklist antes de fechar negócio!

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Vai dar multa? ANTT inicia novos testes com radares de velocidade média

Quem pratica a velha estratégia de reduzir a velocidade quando se aproxima de um radar e volta a acelerar assim que passa o equipamento vai precisar redobrar a atenção. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou o início de projetos-piloto de testes, que fiscalizam a velocidade média dos motoristas na Ponte Anita Garibaldi (SC) e na Ponte Rio-Niterói (RJ).

Por ora, a fiscalização ocorre em caráter experimental pelo prazo inicial de 180 dias, e vai contar com pares de câmeras que calculam o tempo gasto pelo motorista para percorrer um trecho da rodovia. Se o carro chegar ao segundo ponto antes de um tempo mínimo necessário para rodar ali dentro do limite, o sistema entende que o motorista estava acima da velocidade permitida.

radar de velocidade média

Como os equipamentos vão ser usados em caráter educativo e técnico, não vão aplicar multas somente com base no excesso de velocidade: o Código de Trânsito Brasileiro determina, sim, penalidades para o excesso de velocidade, mas só se a ocorrência for medida por instrumentos específicos. Portanto, a fiscalização por velocidade média não tem regulamentação específica para a aplicação de multas.

Como funciona o monitoramento

Diferente das câmeras com inteligência artificial que analisam o interior da cabine, o sistema registra a placa e o horário do veículo em dois pontos da via. Na Ponte Anita Garibaldi, o trecho monitorado de 3 km na BR-101 exige um tempo mínimo de 1 minuto e 38 segundos para respeitar o limite de 110 km/h. Já no acesso à Ponte Rio-Niterói, a medição abrange 9 km.

Como a fiscalização por velocidade média ainda não pode gerar autuações no Brasil, as concessionárias ViaCosteira e Ecoponte vão repassar os relatórios de medição à ANTT para subsidiar uma futura regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Vale lembrar também que estes equipamentos são diferentes dos radares com inteligência artificial: estes analisam imagens e buscam padrões associados a infrações, como a falta do cinto de segurança. Os dispositivos para controle de velocidade, por outro lado, não precisam “enxergar” o que ocorre no interior do carro.

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Fiat Panda mais estreito do mundo entra para o Guinness World Records

Andrea Marazzi, mecânico italiano, conseguiu seu cantinho no Guinness World Records. O motivo? Marazzi construiu o carro dirigível mais estreito do mundo a partir de um Fiat Panda de 1993 cortado ao meio, medindo apenas 50,2 cm — para comparação, o carro ficou mais fino que uma Honda CG 160!

A homologação do feito ocorreu em Bagnolo Cremasco, na Itália, após um ano de modificações estruturais que reduziram a largura do veículo. Apesar dos desafios, o modelo ficou com o comprimento original de 3,4 m, com reaproveitamento de quase 90% dos componentes originais.

Claro que o projeto exigiu a reconstrução artesanal da carroceria, do assoalho e da suspensão. Mesmo assim, o mecânico tentou manter ao máximo a identidade tradicional do Panda, readaptando colunas, rodas, lanternas e partes dos faróis.

Fiat Panda modificado

A falta de espaço impediu a manutenção do motor a combustão original. Para resolver o problema, Marazzi adaptou um propulsor elétrico alimentado por bateria de 12 volts, capaz de levar o veículo de 246 kg à velocidade máxima de 15 km/h com autonomia de até 25 km.

A cabine foi dimensionada sob medida, de modo que só pode comportar o motorista em posição central. Como tem estabilidade lateral reduzida, o modelo não possui homologação para circular em vias públicas e é destinado unicamente a exibições.

Vale lembrar que o Fiat Panda é um carro para lá de tradicional na história da montadora italiana. O carro foi desenhado por Giorgetto Giugiaro e sua primeira geração chegou na década de 1980, servindo como base para o que se tornaria o projeto do Uno — e, aliás, é por isso que o Panda é popularmente conhecido como o “primo europeu” do Uno.

E não pense que foi só o italiano que se aventurou na criação. Conheça o carro brasileiro que é o "menor do mundo"!

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Fiat Panda mais estreito do mundo entra para o Guinness World Records

Andrea Marazzi, mecânico italiano, conseguiu seu cantinho no Guinness World Records. O motivo? Marazzi construiu o carro dirigível mais estreito do mundo a partir de um Fiat Panda de 1993 cortado ao meio, medindo apenas 50,2 cm — para comparação, o carro ficou mais fino que uma Honda CG 160!

A homologação do feito ocorreu em Bagnolo Cremasco, na Itália, após um ano de modificações estruturais que reduziram a largura do veículo. Apesar dos desafios, o modelo ficou com o comprimento original de 3,4 m, com reaproveitamento de quase 90% dos componentes originais.

Claro que o projeto exigiu a reconstrução artesanal da carroceria, do assoalho e da suspensão. Mesmo assim, o mecânico tentou manter ao máximo a identidade tradicional do Panda, readaptando colunas, rodas, lanternas e partes dos faróis.

Fiat Panda modificado

A falta de espaço impediu a manutenção do motor a combustão original. Para resolver o problema, Marazzi adaptou um propulsor elétrico alimentado por bateria de 12 volts, capaz de levar o veículo de 246 kg à velocidade máxima de 15 km/h com autonomia de até 25 km.

A cabine foi dimensionada sob medida, de modo que só pode comportar o motorista em posição central. Como tem estabilidade lateral reduzida, o modelo não possui homologação para circular em vias públicas e é destinado unicamente a exibições.

Vale lembrar que o Fiat Panda é um carro para lá de tradicional na história da montadora italiana. O carro foi desenhado por Giorgetto Giugiaro e sua primeira geração chegou na década de 1980, servindo como base para o que se tornaria o projeto do Uno — e, aliás, é por isso que o Panda é popularmente conhecido como o “primo europeu” do Uno.

E não pense que foi só o italiano que se aventurou na criação. Conheça o carro brasileiro que é o "menor do mundo"!

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Chevrolet derruba preço do SUV Trailblazer, mas não para todo mundo

Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena dar uma chance para o Chevrolet Trailblazer, que sai “no precinho” ao longo do mês — mas só para os clientes do tipo pessoa jurídica, com CNPJ. Para aqueles contemplados, a marca oferece 6% de redução.

Isso significa um desconto de R$ 25.412 no preço de tabela pública do SUV na opção High Country. Com a redução, o carro deixa de custar R$ 423.540 e sai por R$ 398.128, abatimento que vem para dar um empurrãozinho nas vendas do utilitário.

Chevrolet Trailblazer

Vale lembrar que a condição especial foi identificada no início do mês em uma loja de Natal (RN). Portanto, a dica do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as concessionárias da região para conferir a disponibilidade do carro e as condições.

Como é o Chevrolet Trailblazer

Sob o capô, o Chevrolet Trailblazer entrega o motor 2.8 turbodiesel de 207 cv e 52 kgfm de torque, combinado ao câmbio automático de oito marchas e tração 4x4. Com 4,89 metros de comprimento e entre-eixos de 2,85 metros, o SUV entrega porta-malas de 205 litros com todos os assentos em uso e 554 litros com a terceira fileira rebatida.

Quem apostar na versão High Country vai ter na garagem um carro com espaço para sete ocupantes bem equipado, com itens que incluem desde o painel de instrumentos digital de 8”, central multimídia de 11”, assistente de permanência em faixa e alerta de colisão frontal.

Para ajudar a tirar a dúvida antes de fechar negócio, confira nossa matéria que explica 5 motivos para comprar o Trailblazer!

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