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Novo Kindle ganha tela colorida e até controle para virar páginas

1 October 2026 at 15:17

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (1º) uma nova geração da família Kindle no Brasil. Os leitores digitais ganharam um visual renovado, com tela nivelada à parte frontal e acabamento de cor única de ponta a ponta, além de corpos mais finos e leves. Os preços partem de R$ 899 no Kindle básico e chegam a R$ 1.749 no Colorsoft Signature Edition. 

A atualização contempla os modelos Kindle, Kindle Paperwhite e Kindle Colorsoft, com diferentes opções de armazenamento e acabamento. Algumas versões também ganharam traseira de alumínio e novos recursos para controle e recarga.

Kindle básico ganha novo visual e versão em alumínio

O novo Kindle mantém a tela de 6 polegadas, mas agora conta com a parte frontal nivelada, sem o rebaixo ao redor do display. Segundo a Amazon, esta é a versão mais compacta do leitor digital já produzida pela empresa.

O modelo de entrada tem 16 GB de armazenamento, autonomia de até seis semanas e promete abrir livros 30% mais rápido que a geração anterior. Ele será vendido nas cores Grafite e Roxo Ube por R$ 899. 

Outra novidade é uma versão com traseira de alumínio, disponível pela primeira vez no Kindle básico. Neste caso, o armazenamento sobe para 32 GB, com opções Azul Celeste e Verde Água, pelo preço de R$ 999. 

Kindle Paperwhite fica mais fino e leve

O Kindle Paperwhite também passou por uma reformulação. A Amazon afirma que o novo modelo está mais fino e leve que seu antecessor, mas mantém recursos já conhecidos da linha, como resistência à água e ajuste da temperatura da iluminação.

A autonomia prometida chega a 12 semanas por carga. O Paperwhite convencional tem 16 GB de armazenamento, acabamento Grafite e preço sugerido de R$ 1.149. 

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 Já o Paperwhite Signature Edition traz 32 GB, traseira de alumínio e iluminação frontal com ajuste automático. A versão também aceita recarga em uma nova base por pinos de contato e permite virar páginas com um toque duplo. O preço é de R$ 1.349, com opções Grafite e Verde Água.

Kindle Colorsoft também ganha nova geração

A série com tela colorida não ficou de fora. O novo Kindle Colorsoft promete reproduzir cores com aparência mais próxima do papel e sem o brilho intenso encontrado em telas tradicionais de tablets.

O Colorsoft convencional tem 16 GB de armazenamento, acabamento Grafite e custa R$ 1.499. A Amazon também oferecerá o Colorsoft Signature Edition, com 32 GB e traseira de alumínio, por R$ 1.749 nas cores Grafite e Figo.

Assim como no Paperwhite Signature Edition, a versão mais cara oferece ajuste automático da luz frontal, toque duplo para troca de página e suporte à nova base de carregamento por pinos de contato.

Kindle ganha controle para virar páginas

A Amazon também apresentou novos acessórios para a família. Entre eles está o Kindle Click, um pequeno controle Bluetooth que permite virar páginas à distância e funciona tanto com os lançamentos quanto com modelos apresentados a partir de 2024.

Outra novidade é uma capa com botões físicos para troca de páginas, destinada aos modelos Paperwhite Signature Edition e Colorsoft Signature Edition. A empresa também prepara uma base que mantém esses dois aparelhos em pé enquanto recarrega a bateria pelos pinos de contato.

Os novos acessórios ainda não tiveram preços divulgados para o Brasil.

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 Quanto custam os novos Kindle no Brasil?

Os dois modelos do Kindle básico já estão em pré-venda. A versão de 16 GB começa a ser entregue em 10 de novembro, enquanto a opção de 32 GB chega aos compradores a partir de 20 de novembro.

Modelo Armazenamento Preço
Kindle 16 GB R$ 899
Kindle com acabamento em alumínio 32 GB R$ 999
Kindle Paperwhite 16 GB R$ 1.149
Kindle Paperwhite Signature Edition 32 GB R$ 1.349
Kindle Colorsoft 16 GB R$ 1.499
Kindle Colorsoft Signature Edition 32 GB R$ 1.749

Já os novos Paperwhite e Colorsoft ainda não têm data de entrega divulgada. A Amazon abriu apenas o cadastro para consumidores interessados em receber um aviso quando os modelos estiverem disponíveis.

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Google cria teclado maluco que leva cada tecla até seu dedo

1 October 2026 at 14:36

O Google Japão apresentou nesta quinta-feira (1º) mais um de seus teclados experimentais e, desta vez, decidiu inverter a lógica da digitação. Chamado de Rotating Gboard Keyboard, o projeto coloca as teclas em uma espécie de esteira para que cada letra vá até o dedo do usuário.

A ideia é simples e, ao mesmo tempo, bastante absurda. Em um teclado comum, os dedos precisam percorrer as teclas até encontrar cada letra. No novo conceito do Google, basta manter a mão parada e esperar a opção desejada aparecer na sua frente.

A própria empresa brinca que os teclados convencionais ficaram "normais demais" e trata a mudança como uma espécie de "revolução copernicana" da digitação.

Teclado do Google funciona como uma esteira

O Rotating Gboard Keyboard distribui suas teclas sobre uma estrutura que gira continuamente. Portanto, se o usuário quiser digitar a letra "A", por exemplo, não precisa levar o dedo até ela: basta esperar que o "A" complete seu percurso até chegar à posição correta.

Cada esteira conta com 29 teclas e aceita letras maiúsculas e minúsculas. A proposta também favorece a digitação com apenas uma mão ou até mesmo com um único dedo, já que praticamente todo o trabalho de deslocamento fica por conta do próprio teclado.

Quem achar que uma mão parada é pouco ainda pode montar uma segunda unidade. Nesse caso, cada mão fica responsável por uma esteira diferente, o que deve tornar a experiência um pouco menos demorada e muito mais estranha.

Naturalmente, o projeto não tem a pretensão de substituir teclados convencionais no escritório. Ele faz parte da tradição de conceitos experimentais desenvolvidos pela equipe japonesa do Gboard. Veja como o periférico bizarro funciona:

Google Japão tem tradição de criar teclados bizarros

O Google Japão aproveita o dia 1º de outubro para apresentar projetos inusitados de teclado desde 2021. A escolha da data também faz parte da brincadeira: no formato mês/dia, 10/1 pode ser lido como "101", em referência aos tradicionais teclados de 101 teclas.

A iniciativa substituiu, de certa forma, as antigas brincadeiras de 1º de abril feitas pela empresa. Desde então, a divisão japonesa passou a reservar outubro para mostrar ideias pouco convencionais relacionadas ao Gboard.

O modelo rotativo deste ano mantém essa tradição e talvez seja um dos mais excêntricos já apresentados. Em vez de tentar reduzir o número de teclas, mudar o formato ou reinventar a disposição das letras, a equipe resolveu simplesmente colocar tudo em movimento.

Dá para montar o teclado em casa

Como costuma acontecer com esses experimentos, o Google não pretende vender o Rotating Gboard Keyboard. Isso não significa, porém, que ele ficará restrito aos escritórios da empresa.

O projeto foi disponibilizado como open source, o que permite que qualquer pessoa construa sua própria versão. Para isso, é claro, será preciso ter os componentes necessários, algum conhecimento técnico, bastante paciência e uma disposição considerável para transformar a tarefa de digitar em um pequeno passeio de esteira.

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Huawei Mate 90 estreia com câmera de encaixar e até 3 linhas ativas

1 October 2026 at 13:54

A Huawei apresentou a nova linha Mate 90 com mudanças importantes em câmeras, desempenho e conectividade. O principal destaque fica para o Mate 90 Pro Max Collector's Edition, que aceita uma câmera externa com zoom óptico contínuo de 10x e transforma o celular em um sistema fotográfico modular.

A série também estreia a tecnologia Quad-SIM Triple-Standby, com suporte para até quatro chips entre SIM físico e eSIM e três linhas disponíveis simultaneamente em standby. O catálogo inclui Mate 90, Mate 90 Pro, Mate 90 Pro Max, Pro Max Collector's Edition e o Mate 90 RS Ultimate Design.

Mate 90 ganha câmera externa com zoom óptico de 10x

A grande novidade da geração é o Huawei Ruiying Z10, um módulo de câmera que pode ser acoplado ao Mate 90 Pro Max Collector's Edition pelo sistema HyperClick.

O acessório tem câmera própria Red Maple de terceira geração e cobre distâncias focais equivalentes de 24 mm a 240 mm. Na prática, isso entrega zoom óptico contínuo de 10x, com abertura máxima variável entre f/2.0 e f/4.5.

A Huawei também oferece perfis de cores inspirados em câmeras clássicas e suporte para filtros externos. A proposta é aproximar o celular de uma câmera dedicada sem depender apenas das lentes e sensores instalados no aparelho.

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Vale destacar que o Ruiying Z10 não acompanha toda a linha Mate 90, e a compatibilidade foi anunciada para a edição Collector's Edition do Mate 90 Pro Max.

Câmeras chegam a 200 MP no Mate 90 Pro Max

Mesmo sem o módulo externo, a Huawei trouxe mudanças importantes para as câmeras da família. Toda a série usa a terceira geração da tecnologia Red Maple Primary Color, que promete uma precisão de cores 37% maior.

O Mate 90 básico tem câmera principal RYYB de 50 MP, sensor de 1/1,56 polegada e abertura variável contínua entre f/1.4 e f/4.0. O conjunto ainda inclui telefoto de 50 MP com zoom óptico de 4x e ultrawide de 40 MP.

Já o Mate 90 Pro aumenta o sensor principal para 1/1,28 polegada e mantém a resolução de 50 MP e a abertura variável. A telefoto também tem 50 MP, mas adiciona recursos para fotografia macro.

O Mate 90 Pro Max vai além. A principal de 50 MP traz tecnologia LOFIC e alcance dinâmico anunciado de 18 EV, enquanto a telefoto sobe para 200 MP. O zoom óptico permanece em 4x, com opção de 8x em qualidade óptica.

Tela chega a 12.000 nits

O Mate 90 e o Mate 90 Pro têm telas planas de 6,75 polegadas, enquanto o Pro Max aumenta o tamanho para 6,9 polegadas. Todos os modelos contam com reconhecimento facial 3D por ToF.

Nos modelos Pro e Pro Max, a Huawei usa a segunda geração da tela Linglong, com arquitetura Tandem OLED de duas camadas. O painel trabalha em conjunto com o chip dedicado Zhuque e traz otimização de imagem por IA em nível de pixel.

Segundo a fabricante, o pico de brilho pode chegar a 12.000 nits. No Pro Max, o painel Full-Color Linglong ainda oferece suporte à gama de cores BT.2020.

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 A proteção também recebeu atenção especial. Toda a família usa a terceira geração do Kunlun Glass e conta com certificações IP68 e IP69. A Huawei afirma que os aparelhos resistem a imersões de até 6 metros, além de jatos de água sob alta pressão e temperatura.

Novos chips Kirin equipam toda a linha

A Huawei dividiu a família Mate 90 entre diferentes versões dos novos chipsets Kirin, que passam a adotar a designação τ (tau).

O Mate 90 usa o Kirin 9030 Flagship τ. Segundo números da própria Huawei, ele tem CPU 13% mais rápida, GPU 54% superior e NPU 13% mais potente que o Kirin 9020.

O Mate 90 Pro sobe para o Kirin 9035 Flagship τ, com ganhos anunciados de 11% em CPU, 10% em GPU e 51% em NPU sobre o Kirin 9030.

Já o Mate 90 Pro Max usa o Kirin 9050 Pro Logic Folding τ. A Huawei destaca uma densidade de 238 milhões de transistores por mm², 28% acima da geração anterior. A versão do Pro Max com 12 GB de RAM, porém, traz o Kirin 9050 sem o sufixo Pro.

Huawei permite usar até quatro chips

Outro diferencial do Mate 90 Pro Max é o chamado Quad-SIM Triple-Standby. A tecnologia aceita quatro chips entre opções físicas e eSIM e mantém até três linhas em standby ao mesmo tempo.

A Huawei também adicionou uma antena que combina conexões Wi-Fi e celular, além de um sistema de comunicação colaborativa entre vários dispositivos e um novo modo voltado para atividades ao ar livre.

No Pro Max, a bateria chega a 6.800 mAh. O aparelho ainda traz uma tecnologia para chamadas mais discretas, com estrutura de áudio de triplo diafragma criada para reduzir o vazamento do som durante conversas.

HarmonyOS 7 traz mais recursos de IA

A família estreia com o HarmonyOS 7 e amplia a presença da assistente Xiaoyi. Entre os recursos estão um assistente para anotações, ferramentas inteligentes na galeria e o Air Transfer, que permite transferir conteúdos por gestos.

O sistema também recebeu melhorias no Huawei Share, transferência remota de fotografias e comunicação entre aparelhos com sistemas diferentes.

Na segurança, a Huawei adicionou detecção de páginas maliciosas e identificação de chamadas redirecionadas do exterior.

Huawei Mate 90 series

Mate 90 RS Ultimate Design aposta em titânio

No topo da família está o Huawei Mate 90 RS Ultimate Design. A versão tem visual próprio, com acabamento inspirado em diamante, microtextura em relevo e estrutura unibody feita em titânio polido.

O aparelho herda grande parte do hardware do Pro Max Collector's Edition, como o Kirin 9050 Pro, as câmeras avançadas, o Quad-SIM Triple-Standby e a compatibilidade com o Ruiying Z10.

O RS também oferece comunicação via satélite Tiantong e mensagens por Beidou. A Huawei retirou a opção de 20 GB de RAM disponível na geração anterior, mas agora oferece armazenamento de até 2 TB.

Preços da linha Huawei Mate 90

O Huawei Mate 90 parte de ¥ 5.999, cerca de R$ 4.633 em conversão direta. O modelo mais caro da família chega a ¥ 18.999, aproximadamente R$ 14.672. Até o momento não há informações sobre a estreia fora da China. Veja os preços locais de cada variante:

Modelo Versão Preço Conversão direta
Mate 90 12 GB + 256 GB ¥ 5.999 R$ 4.633
Mate 90 12 GB + 512 GB ¥ 6.999 R$ 5.405
Mate 90 12 GB + 1 TB ¥ 8.499 R$ 6.564
Mate 90 Pro 12 GB + 256 GB ¥ 6.999 R$ 5.405
Mate 90 Pro 12 GB + 512 GB ¥ 7.999 R$ 6.177
Mate 90 Pro 16 GB + 512 GB ¥ 8.499 R$ 6.564
Mate 90 Pro 16 GB + 1 TB ¥ 9.999 R$ 7.722
Mate 90 Pro Max 12 GB + 512 GB ¥ 9.499 R$ 7.336
Mate 90 Pro Max 16 GB + 512 GB ¥ 9.999 R$ 7.722
Pro Max Collector's Edition 16 GB + 512 GB ¥ 10.999 R$ 8.494
Pro Max Collector's Edition 16 GB + 1 TB ¥ 12.999 R$ 10.039
Pro Max Collector's Edition Kit completo ¥ 19.499 R$ 15.059
Ruiying Z10 Encaixe H1 ou H2 ¥ 5.999 R$ 4.633
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 512 GB ¥ 12.999 R$ 10.039
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 1 TB ¥ 14.999 R$ 11.583
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 2 TB ¥ 18.999 R$ 14.672

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Xiaomi lança sensor de US$ 6 que sabe quando você abre portas e gavetas

30 September 2026 at 18:19

A Xiaomi anunciou o Door and Window Sensor 3, novo sensor inteligente capaz de identificar quando portas, janelas, gavetas ou armários são abertos e fechados. O acessório estreia na China por ¥ 44, cerca de R$ 34 em conversão direta, por meio de uma campanha de financiamento coletivo.

Além de mostrar o estado do local monitorado em tempo real, o dispositivo mantém um histórico de uso. Assim, é possível saber quantas vezes uma gaveta foi aberta durante o dia ou por quanto tempo uma porta permaneceu aberta, por exemplo.

Sensor registra abertura de portas e gavetas

O Xiaomi Door and Window Sensor 3 mantém o formato compacto característico da categoria. A ideia é instalar uma parte do dispositivo na superfície móvel e outra na estrutura fixa para que o sistema reconheça quando há abertura ou fechamento.

O acessório pode ser colocado em portas e janelas, mas também funciona em gavetas, armários, caixas organizadoras e outros locais com espaço suficiente para a instalação.

A Xiaomi ainda adicionou marcações no próprio corpo do sensor para ajudar no alinhamento entre a unidade principal e o ímã. Isso reduz a chance de erros de instalação que poderiam causar registros incorretos.

No aplicativo Mi Home, o usuário consegue consultar o estado atual do sensor, acessar o histórico de eventos e receber alertas caso alguma situação configurada como anormal seja identificada.

Bateria pode durar até três anos

Uma das principais mudanças da terceira geração está no componente responsável por detectar a abertura. A Xiaomi deixou de lado o sensor Hall usado no Door and Window Sensor 2 e adotou um sensor de magnetorresistência túnel.

Segundo a fabricante, a nova tecnologia responde mais rapidamente e consome menos energia. O resultado aparece principalmente na autonomia.

O dispositivo usa uma bateria do tipo CR2032 e promete até três anos de duração em condições típicas de uso. É um avanço considerável sobre a geração anterior, cuja estimativa era de aproximadamente um ano.

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Por outro lado, a Xiaomi removeu o sensor de luminosidade presente no Door and Window Sensor 2. Desta vez, a prioridade ficou para a autonomia e para o monitoramento de abertura e fechamento.

Sensor pode automatizar a casa

O novo dispositivo também pode fazer parte de automações no ecossistema da Xiaomi. Uma rotina pode, por exemplo, acender as luzes quando uma porta for aberta ou desligar o ar-condicionado caso uma janela fique aberta.

Também é possível configurar lembretes para fechar janelas em determinadas condições, como períodos de chuva ou umidade elevada. As rotinas precisam ser configuradas manualmente no Mi Home e dependem de outros dispositivos inteligentes compatíveis.

Para acessar o sensor à distância pelo aplicativo, é necessário ter em casa um equipamento compatível com gateway Bluetooth Mesh. A integração com outros aparelhos da marca ocorre pela plataforma Surge Intelligent Connect.

Preço e disponibilidade

O Xiaomi Door and Window Sensor 3 entra em financiamento coletivo na China em 12 de outubro, às 10h no horário local, por ¥ 44, aproximadamente R$ 34.

Após a campanha, o preço sugerido sobe para ¥ 49, cerca de R$ 38 em conversão direta. A Xiaomi ainda não divulgou planos para comercializar o novo sensor em outros mercados.

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Wi-Fi 8 já é testado no Brasil e promete internet mais estável em casa

30 September 2026 at 14:45

O Wi-Fi 8 já começou a ser testado no Brasil e promete melhorar principalmente a estabilidade da internet dentro de casa. A Qualcomm e a TIM realizaram uma demonstração da nova tecnologia no TIM Lab, laboratório da operadora no Rio de Janeiro.

Ainda em desenvolvimento, o novo padrão é baseado na especificação IEEE 802.11bn e segue uma proposta diferente das gerações anteriores. Em vez de priorizar apenas velocidades maiores, o Wi-Fi 8 concentra esforços em tornar a conexão mais confiável, especialmente em casas com muitos aparelhos conectados.

Wi-Fi 8 quer acabar com conexão instável dentro de casa

A principal proposta do Wi-Fi 8 é a chamada Ultra High Reliability, ou Ultra Alta Confiabilidade. Na prática, o padrão deve melhorar a cobertura dentro da residência, reduzir interferências entre dispositivos e aproveitar melhor o espectro disponível.

Esses avanços também podem diminuir a latência em atividades mais sensíveis a atrasos, como jogos online, videoconferências e streaming. Redes mesh também devem se beneficiar, com uma comunicação mais eficiente entre os diferentes pontos de acesso instalados pela casa.

Outra promessa é melhorar a eficiência energética dos aparelhos conectados. Isso ganha importância com o aumento do número de dispositivos de casa inteligente ligados à mesma rede, como câmeras, TVs, lâmpadas, fechaduras e eletrodomésticos.

Roteador combina Wi-Fi 8, fibra e inteligência artificial

Na demonstração feita no Brasil, Qualcomm e TIM utilizaram um HGU, nome dado ao equipamento que concentra as funções de modem e roteador residencial, equipado com as plataformas Dragonwing F8 ou Dragonwing FiberPro A8 Elite, da Qualcomm.

O equipamento reúne Wi-Fi 8, XGS-PON e inteligência artificial em uma mesma arquitetura. A tecnologia XGS-PON é utilizada em redes de fibra óptica e suporta conexões de alta velocidade tanto para download quanto para upload.

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 Outro ponto importante é a compatibilidade com Wi-Fi 7 e gerações anteriores. Isso significa que a chegada do Wi-Fi 8 não exige a troca imediata de todos os dispositivos da casa. Celulares, TVs, notebooks e outros aparelhos mais antigos ainda poderão se conectar normalmente, enquanto produtos compatíveis com o novo padrão poderão aproveitar seus recursos mais avançados.

Entre os recursos demonstrados também está o Dynamic Subband Operation, ou DSO. A tecnologia busca distribuir melhor os recursos de rádio da rede. A Qualcomm ainda trabalha em uma versão própria chamada DSO Pro, que adiciona algoritmos e otimizações de software ao recurso previsto no padrão.

A empresa também apresentou a plataforma Security and Management, ou SAM, voltada à segurança da rede doméstica. O sistema reúne funções para monitorar os dispositivos conectados, controlar acessos e ampliar a proteção da rede.

Quando o Wi-Fi 8 chega ao Brasil?

Apesar dos testes, a TIM ainda não anunciou uma oferta comercial com Wi-Fi 8. A operadora destaca que a demonstração serve, neste momento, para estudar a tecnologia e entender como os novos recursos podem ser aplicados às redes residenciais.

Qualcomm e TIM avaliam agora testes em ambientes reais, com diferentes cenários de uso. A chegada comercial do Wi-Fi 8 é esperada apenas para os próximos anos e ainda depende do avanço da padronização, além da disponibilidade de roteadores, celulares, computadores e outros dispositivos compatíveis.

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JBL lança fone para crianças que não tampa os ouvidos e limita o volume

30 September 2026 at 13:56

A JBL ampliou sua linha de produtos infantis no Brasil com o lançamento do JBL Junior Free, seu primeiro fone sem fio open-ear desenvolvido especificamente para crianças. O modelo não bloqueia o canal auditivo e ainda limita automaticamente o volume a 85 dB.

A proposta é permitir que a criança ouça músicas, assista a vídeos ou participe de aulas sem perder completamente a percepção do ambiente ao redor. O Junior Free chega ao mercado brasileiro por R$ 349, nas cores verde-água e pêssego.

Fone da JBL deixa os ouvidos livres

O principal destaque do JBL Junior Free é a tecnologia JBL OpenSound. Diferente de um fone intra-auricular tradicional, o acessório não entra no canal auditivo nem cria uma vedação completa.

O áudio fica direcionado para os ouvidos, mas a criança ainda consegue escutar pessoas próximas e outros sons do ambiente. Isso pode ser especialmente útil em situações nas quais a percepção externa é importante.

A JBL também inclui o recurso Safe Sound, que impede que o volume ultrapasse os 85 dB. Os pais ainda podem definir um limite abaixo desse patamar pelo aplicativo JBL Headphones.

O app também permite estabelecer um tempo máximo diário de uso e consultar dados sobre os hábitos de escuta da criança. Há informações sobre tempo e volume em uso, além de relatórios diários e semanais.

JBL Junior Free

Para evitar que essas configurações sejam alteradas pela própria criança, os controles parentais podem ser protegidos por um código PIN.

Design foi adaptado para crianças

A estrutura do JBL Junior Free combina silicone macio com um arco de pescoço e uma armação de metal com memória de titânio. Segundo a JBL, a construção busca oferecer flexibilidade e estabilidade durante o uso.

O fone pesa apenas 24,6 gramas e conta com botões físicos maiores, que facilitam a identificação dos comandos pelas crianças.

A embalagem também dispensa plástico e pode ser reaproveitada como suporte para outros dispositivos. O kit ainda acompanha adesivos para personalizar o visual do fone.

O Junior Free possui microfone integrado para chamadas, o que também permite seu uso em conversas com familiares, amigos ou professores.

Bateria dura até 10 horas

A JBL promete até 10 horas de reprodução de músicas com uma única carga. Para chamadas, a autonomia estimada cai para até oito horas.

O carregamento completo leva aproximadamente duas horas por USB-C. Já o recurso Speed Charge promete até três horas extras de reprodução após apenas 10 minutos conectado à tomada.

O fone usa Bluetooth e também oferece conexão Multi-Point, que permite manter o acessório conectado a mais de um dispositivo compatível.

Preço e disponibilidade

O JBL Junior Free chega ao Brasil em setembro pelo preço sugerido de R$ 349. O modelo será vendido nas cores verde-água e pêssego.

Ficha Técnica do JBL Junior Free

JBL Junior Free Especificações
Tipo Fone infantil open-ear sem fio
Conectividade Bluetooth e Multi-Point
Aplicativo JBL Headphones
Limite de volume Até 85 dB
Microfone 1 microfone integrado
Resposta de frequência 20 Hz a 20 kHz
Peso 24,6 g
Bateria para músicas Até 10 horas
Bateria para chamadas Até 8 horas
Recarga rápida 10 minutos para até 3 horas de uso
Tempo de recarga Aproximadamente 2 horas
Cores Verde-água e pêssego
Preço sugerido R$ 349

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