❌

Normal view

7 hábitos que "viciam a bateria" do robô aspirador

25 July 2026 at 16:00

Os robôs aspiradores se tornaram aliados na limpeza da casa, mas alguns hábitos reduzem a autonomia e aceleram o desgaste da bateria. Com o tempo, isso faz com que o aparelho funcione por menos tempo, demore mais para carregar e precise de substituição da bateria antes do esperado.

Embora as baterias de íons de lítio sejam mais resistentes ao chamado "efeito memória", ainda sofrem desgaste natural ou "ficam viciadas". Alguns hábitos do dia a dia aumentam esse processo e diminuem a vida útil do componente.

Pequenas mudanças na rotina ajudam a preservar o desempenho do robô por muito mais tempo. Com isso, separamos os principais hábitos que podem "viciar" a bateria do robô aspirador:

  1. Deixar a bateria descarregar completamente com frequência;
  2. Guardar o robô descarregado por vários dias;
  3. Usar o aparelho em ambientes muito quentes;
  4. Desligar o robô da base logo após a limpeza;
  5. Bloquear a ventilação durante o carregamento;
  6. Utilizar carregadores incompatíveis;
  7. Ignorar a limpeza dos sensores e das rodas.

1. Deixar a bateria descarregar completamente com frequência

Muitas pessoas acreditam que é necessário esgotar totalmente a bateria antes de recarregar o robô aspirador. Essa recomendação fazia sentido para baterias antigas, mas não para as de íons de lítio utilizadas na maioria dos modelos atuais.

Descargas profundas frequentes aumentam o desgaste químico das células e reduzem o número de ciclos de carga disponíveis, então sempre que possível, deixe o robô retornar automaticamente à base antes que a bateria chegue a níveis muito baixos.

2. Guardar o robô descarregado por vários dias

Se o robô aspirador ficar desligado por semanas ou meses com pouca carga, a bateria pode entrar em descarga profunda. Em alguns casos, ela perde capacidade permanentemente ou sequer consegue voltar a funcionar normalmente.

Caso vá ficar um longo período sem usar o aparelho, o ideal é armazená-lo com aproximadamente 40% a 60% de carga, em um local seco e longe da luz solar direta.

3. Usar o aparelho em ambientes muito quentes

O calor é um dos maiores inimigos das baterias de íons de lítio. Utilizar o robô em ambientes extremamente quentes ou deixá-lo carregando próximo a janelas ensolaradas acelera o envelhecimento dos componentes internos.

Temperaturas elevadas aumentam as reações químicas dentro da bateria, reduzindo sua capacidade ao longo do tempo. Sempre que possível, utilize e carregue o aparelho em ambientes ventilados.

4. Desligar o robô da base logo após a limpeza

A base de carregamento também ajuda o aparelho a manter o nível ideal da bateria e gerencia automaticamente pequenas recargas quando necessário, então deixar na base reduz o risco de a bateria permanecer descarregada por longos períodos, situação que pode acelerar seu desgaste.

Aspirador robô

5. Bloquear a ventilação durante o carregamento

Carregar o robô em locais apertados, cobrir com panos ou posicionar onde não há circulação de ar pode fazer a temperatura subir durante o carregamento.

O excesso de calor prejudica a eficiência da bateria e reduz sua vida útil. Por isso, mantenha a base instalada em um local aberto, plano e com boa ventilação, conforme recomendado pelo fabricante.

6. Utilizar carregadores incompatíveis

Trocar o carregador original por outro modelo incompatível pode fornecer tensão ou corrente inadequadas para o robô aspirador. A recomendação é usar a base e a fonte fornecidas pelo fabricante ou acessórios certificados para aquele modelo. Assim, o sistema de gerenciamento da bateria funciona corretamente durante todo o processo de carregamento.

7. Ignorar a limpeza dos sensores e das rodas

Embora pareça não ter relação com a bateria, deixar rodas, escovas e sensores sujos faz o robô trabalhar mais para concluir a limpeza. Isso aumenta o consumo de energia e força a bateria a realizar ciclos mais intensos.

Manter o aparelho limpo reduz o esforço dos motores, melhora a eficiência da limpeza e ajuda a preservar a autonomia por mais tempo, diminuindo o desgaste natural da bateria.

A bateria do robô aspirador é um dos componentes mais importantes e mais caros de substituir. Evitar hábitos como descarregar completamente o aparelho, expô-lo ao calor excessivo ou utilizar acessórios incompatíveis ajuda a prolongar sua vida útil. E se o seu robô aspirador perdeu força, veja como fazer manutenção das escovas em casa.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Não jogue fora! Como transformar seu celular velho da gaveta em uma câmera de segurança grátis

24 July 2026 at 18:11

Se o seu celular antigo ainda liga, conecta ao Wi-Fi e possui uma câmera funcionando, ele pode ganhar uma nova função e passar a servir como uma câmera de segurança para monitorar sua casa, escritório, garagem ou até o quarto do bebê.

A configuração é simples e leva poucos minutos. Com a ajuda de apps, o smartphone antigo transmite imagens em tempo real para o seu celular atual, permitindo acompanhar tudo de qualquer lugar pela internet. A seguir, veja como fazer isso de forma prática.

  1. 📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas

Como transformar um celular antigo em câmera de segurança

Antes de começar, verifique se o celular ainda liga normalmente, possui conexão Wi-Fi, a câmera funciona e se instala aplicativos. Se estiver tudo certo, basta seguir os passos abaixo.

1. Escolha um aplicativo de monitoramento

O caminho mais simples é usar um aplicativo desenvolvido para transformar celulares em câmeras de vigilância.

Uma das opções mais populares é o AlfredCamera, disponível gratuitamente para Android e iPhone. A versão sem custo já oferece transmissão ao vivo, alertas de movimento e acesso remoto, enquanto recursos extras ficam disponíveis na assinatura paga.

Outra alternativa é o IP Webcam, exclusivo para Android, indicado para usuários que desejam mais opções de configuração e integração com computadores ou servidores locais.

2. Instale o aplicativo nos dois celulares

Após instalar o mesmo app no celular velho e no novo, faça login utilizando a mesma conta (Google ou Apple) e faça a leitura do QR Code oferecido. Em seguida, configure o aparelho antigo como câmera e o celular principal como visualizador.

Depois disso, a transmissão normalmente já estará disponível.

Celular câmera de segurança

3. Posicione o celular

A localização do aparelho faz diferença na qualidade do monitoramento. Colocar o celular sobre uma estante ou preso à parede aumenta o campo de visão e reduz pontos cegos. O ideal é que a câmera fique voltada para portas, corredores ou áreas de maior circulação.

4. Deixe sempre conectado na tomada

Como a câmera vai ficar ligada o tempo todo, a bateria acabaria rapidamente sem alimentação constante. Por isso, é importante deixar o smartphone sempre conectado ao carregador. Se a tomada estiver distante do local escolhido, use algum suporte que facilite a instalação.

5. Deixe o bloqueio de tela desativado

Também é importante desativar o bloqueio automático da tela, para não interromper a transmissão. 

Como acompanhar as imagens pelo celular atual

Depois da configuração inicial, basta abrir o aplicativo no smartphone principal para visualizar as imagens em tempo real. O sistema envia notificações sempre que identifica movimentação no ambiente monitorado, o que evita acompanhar a câmera continuamente.

Mesmo longe de casa, você consegue acessar a transmissão utilizando dados móveis ou outra rede Wi-Fi, desde que ambos os aparelhos estejam conectados à internet.

Reaproveitar um celular antigo como câmera de segurança é um jeito de dar uma nova utilidade a um aparelho que ficaria parado. Mas precisamos deixar claro que essa solução não substitui um sistema profissional de vigilância em todos os cenários. Apesar disso, pode ser um custo-benefício para aumentar a segurança da sua casa sem gastar praticamente nada. Conheça outras formas criativas de reaproveitar um celular velho.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Aspirador vertical da Xiaomi limpa com muita força e ainda passa pano por R$ 675

24 July 2026 at 13:49

A Xiaomi apresentou um novo aspirador de pó vertical que promete facilitar a limpeza da casa com mais potência e recursos inteligentes. O Mijia Wireless Floor Cleaner 5C chega ao mercado chinês com sucção de até 18.000 Pa, função de passar pano e sistema de secagem com ar quente para evitar odores e mofo. O lançamento também chama atenção pelo preço: 899 yuans, cerca de R$ 675.

O modelo começa a ser vendido na China em 3 de agosto e substitui o Mijia Wireless Floor Cleaner 4C, trazendo melhorias em potência, autonomia e praticidade para o uso diário.

Xiaomi aumenta potência e melhora a limpeza

A principal novidade do Mijia Wireless Floor Cleaner 5C é o aumento da potência de sucção. O novo aspirador alcança 18.000 Pa, contra os 15.000 Pa da geração anterior. Assim, promete maior eficiência para remover poeira, sujeira e pelos de animais em diferentes tipos de piso.

Além de aspirar, o aparelho também passa pano, tornando a limpeza mais completa em apenas uma etapa.

Outro destaque é a tecnologia tripla antienrosco, desenvolvida para evitar que cabelos e pelos fiquem presos na escova durante o funcionamento.

Segundo a Xiaomi, isso reduz a necessidade de manutenção e torna o equipamento especialmente interessante para casas com animais de estimação.

aspirador Xiaomi

Secagem com ar quente e bateria para casas grandes

Outro diferencial é o sistema de secagem automática da escova com ar quente a 60°C. A tecnologia ajuda a eliminar a umidade após a limpeza, reduzindo o risco de mofo, mau cheiro e proliferação de bactérias.

O aspirador também oferece autonomia de até 45 minutos. A Xiaomi ainda afirma que o equipamento opera com baixo nível de ruído, próximo de 50 dB, além de contar com um design mais leve para facilitar o transporte e a movimentação durante a limpeza.

Por enquanto, o Mijia Wireless Floor Cleaner 5C foi anunciado apenas para o mercado chinês e ainda não possui previsão de lançamento em outros países. Enquanto isso, uma nova marca lança robô-aspirador mais potente do Brasil com 35.000 Pa de sucção.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

10 celulares tão inovadores que pareciam ficção científica e não fizeram sucesso

24 July 2026 at 13:25

Muito antes das telas dobráveis, da inteligência artificial embarcada e das câmeras com zoom avançado, as fabricantes de celulares já apostavam em ideias que pareciam saídas de filmes de ficção científica.

Alguns modelos trouxeram formatos inusitados, telas extras, recursos modulares e até efeitos holográficos, mas nem toda inovação encontra o momento certo para conquistar os consumidores.

Vamos relembrar os celulares que impressionaram pelo conceito, mas acabaram ficando pelo caminho:

  1. Nokia 7600 (2003);
  2. Nokia N-Gage (2003);
  3. Motorola Flipout;
  4. LG Wing (2020);
  5. YotaPhone (2013);
  6. RED Hydrogen One (2018);
  7. LG G5 (2016);
  8. Essential Phone PH-1 (2017);
  9. Sony Xperia Play (2011);
  10. Nokia 7280 (2004).

1. Nokia 7600 (2003)

Nokia 7600 (2003)

Lançado em 2003, o Nokia 7600 chamou atenção pelo design em formato de gota, completamente diferente dos celulares convencionais da época. O teclado ficava distribuído nas laterais da tela, criando um visual futurista que também marcava a chegada da conectividade 3G.

Apesar da aparência ousada, o uso no dia a dia era pouco prático, já que digitar mensagens e fazer chamadas exigia uma adaptação considerável. O design inovador acabou pesando mais contra do que a favor.

2. Nokia N-Gage (2003)

Nokia N-Gage

O Nokia N-Gage nasceu com a ambiciosa proposta de unir celular e videogame portátil em um único aparelho. Parecia antecipar a ideia de dispositivos híbridos que hoje fazem sucesso, mas o formato era desconfortável tanto para jogar quanto para realizar ligações, e a biblioteca limitada de jogos impediu que o aparelho competisse de igual para igual com os consoles portáteis da época.

3. Motorola Flipout (2010)

Motorola Flipout (2010)

Enquanto isso, o Motorola Flipout apostava em um formato quadrado pouco convencional. A tela girava para revelar um teclado físico completo, oferecendo uma experiência diferente dos smartphones tradicionais.

A tela pequena limitava a navegação na internet e o consumo de conteúdo, enquanto o design exótico não agradou ao grande público.

4. LG Wing (2020)

LG Wing

O LG Wing foi um dos smartphones mais ousados da década de 2020. A tela principal girava 90 graus, formando um "T" e revelando uma segunda tela escondida. Isso permitia usar dois aplicativos ao mesmo tempo ou transformar a tela menor em um controle durante a reprodução de vídeos.

Só que poucos aplicativos aproveitavam o formato diferenciado e o alto preço afastou muitos consumidores. Pouco tempo depois, a LG encerrou sua divisão de celulares.

5. YotaPhone (2013)

YotaPhone (2013)

O YotaPhone trouxe uma tela AMOLED na parte frontal e outra de tinta eletrônica (E Ink) na traseira. A segunda tela permitia ler livros, visualizar notificações e economizar bateria sem precisar ligar o painel principal, mas poucos aplicativos eram compatíveis com o recurso e o aparelho nunca conseguiu alcançar vendas expressivas fora de mercados específicos.

6. RED Hydrogen One (2018)

RED Hydrogen One

A RED decidiu entrar no mercado de smartphones com um aparelho que prometia uma experiência holográfica. O Hydrogen One tinha uma tela capaz de exibir imagens tridimensionais sem necessidade de óculos e ainda previa um sistema modular para acessórios. O efeito visual decepcionou, o aparelho era pesado e caro, e o projeto acabou sendo abandonado poucos anos depois.

7. LG G5 (2016)

LG G5

O LG G5 tinha uma parte inferior que podia ser removida para instalar acessórios que adicionavam recursos, como controles físicos para câmera ou melhorias no áudio.

A ideia de personalizar o celular parecia revolucionária, mas os módulos eram caros, havia poucas opções disponíveis e a troca exigia desligar o aparelho. O conceito acabou sendo rapidamente abandonado.

8. Essential Phone PH-1 (2017)

Essential Phone PH-1

O Essential Phone PH-1 chegou com bordas extremamente finas quando isso ainda era novidade, e também apostava em acabamento de titânio e cerâmica, além de um conector magnético para acessórios. Apesar da qualidade de construção, o smartphone enfrentou problemas na câmera e a fabricante encerrou suas atividades poucos anos depois.

9. Sony Xperia Play (2011)

Sony Xperia Play

Conhecido como "PlayStation Phone", o Xperia Play trouxe controles físicos deslizantes inspirados nos consoles da Sony. O problema é que tinha uma quantidade reduzida de jogos compatíveis. O hardware  envelheceu rapidamente e a forte concorrência limitaram o sucesso do dispositivo.

10. Nokia 7280 (2004)

Nokia 7280

Para encerrar a lista, temos o Nokia 7280, que ficou famoso por abandonar completamente o teclado físico. Seu formato lembrava um batom ou um pequeno acessório de moda, enquanto toda a navegação era feita por uma roda giratória semelhante à de um iPod.

O visual futurista transformou o aparelho em um ícone de design, mas escrever mensagens ou navegar pelos menus era muito mais complicado do que nos celulares convencionais da época.

Curiosamente, algumas dessas ideias de "celulares da ficção científica" reapareceram anos depois em produtos mais maduros, como os smartphones dobráveis, as telas secundárias e os acessórios modulares. Isso mostra que, às vezes, uma boa inovação só precisa esperar o momento certo para finalmente dar certo. E se quiser inovação, veja os celulares mais incríveis que as grandes marcas já lançaram.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Motorola revela novo tablet com tela grande, caneta e capa que vira teclado

24 July 2026 at 13:23

A Motorola confirmou o lançamento do novo Moto Pad 70 na Índia para o dia 8 de agosto e já revelou praticamente todas as especificações do tablet. O tablet chega com foco em produtividade e entretenimento, trazendo tela de grandes dimensões, suporte à caneta inteligente, capa com teclado e recursos de inteligência artificial integrados ao Android 16.

Entre os destaques estão a bateria de alta capacidade, conectividade 5G, promessa de atualizações por vários anos e um conjunto voltado para quem pretende usar o tablet para estudar, trabalhar ou consumir conteúdo multimídia.

O Moto Pad 70 chega com uma tela de 12,1 polegadas e resolução 2,5K, oferecendo brilho de até 800 nits no modo de alto brilho (HBM).

O painel também cobre 96% da gama de cores DCI-P3, prometendo imagens mais vivas para vídeos, jogos e edição de documentos.

Segundo a Motorola, o tablet pesa apenas 530 gramas e tem 6,29 mm de espessura, características que o colocam entre os modelos mais leves e finos da categoria.

Outro destaque é a Moto Pen, que acompanha o produto na caixa. A caneta possui 4.096 níveis de sensibilidade à pressão, reconhecimento de inclinação e rejeição da palma da mão, tornando a escrita e o desenho mais naturais.

IA, Android 16 e bateria de 10.200 mAh

Tablet Motorola

O Moto Pad 70 sai de fábrica com Android 16 e contará com recursos de inteligência artificial voltados para criação de conteúdo e organização de textos. Entre as funções anunciadas estão AI Rewrite, para reescrever textos, AI Summary, que cria resumos automaticamente, e AI Continue Writing, capaz de sugerir a continuação de um conteúdo.

O tablet também traz integração com o Google Gemini e o recurso Circle to Search para realizar pesquisas circulando objetos ou textos na tela.

No desempenho, a Motorola escolheu o MediaTek Dimensity 6400, chipset compatível com redes 5G. A autonomia fica por conta de uma bateria de 10.200 mAh, com suporte ao carregamento rápido TurboPower de 68 W.

A Motorola ainda não confirmou o lançamento do tablet em outros mercados, mas a combinação de tela grande, acessórios inclusos, recursos de IA e longo suporte de software mostra que o Moto Pad 70 foi desenvolvido para disputar espaço entre os principais tablets intermediários premium disponíveis atualmente. Quer saber qual o melhor tablet para comprar hoje? Veja escolha de especialistas.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

❌