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Normal view

Stuart Fails to Save the Universe episode 1's 'OG death' isn't actually shocking at all — in fact, there's an overwhelmingly obvious clue to confirm that it's not even real

Spoilers for Stuart Fails to Save the Universe episode 1 ahead.

Stuart Fails to Save the Universe episode 1 has arrived, and is now available to stream worldwide on HBO Max.

In short, our "starting" versions of Stuart (Kevin Sussman), Denise (Lauren Lapkus), Kripke (John Ross Bowie) and Bert (Brian Posehn) live in a reality akin to The Walking Dead, complete with Mad Max-style apocalyptic outposts and wasps that are the size of cars.

Stuart accidentally triggered this multiverse Armageddon after breaking a device supposedly built by Sheldon (Jim Parsons) and Leonard (Johnny Galecki).

Shortly after Kripke, that universe's leader, is confronted by the rest of the group, we meet our first secret TBBT cameo: Raj (Kunal Nayyar). He's basically become a doomsday prepper, working on plans on a blackboard for how to get the device working and get the hell outta dodge.

But just as quickly as we've met him, Raj is killed while the others safely teleport to... well, hopefully somewhere better. It's a bold move, and one that has shocked fans if social media is anything to go by.

However, we've been so caught up in Raj's death that we haven't considered one major detail... it hasn't really happened at all.

Only one version of Raj is now dead... and it's certainly not the one from The Big Bang Theory

Did you forget? This is just one version of Raj in one universe, meaning there's still an infinite number of Raj's out there to be found.

As none of the versions of the characters we're meeting are actually the ones seen in TBBT, original Raj is safely in California doing some science equations in peace (probably).

This doesn't even rule out Raj appearing again later on in Stuart Fails to Save the Universe. Now that we know he's a confirmed cameo for the HBO Max spinoff, it would be silly not to use him again where possible. With the overarching narrative so difficult to predict, the possibilities are endless.

If nothing else, this now means that we're likely to see other TBBT cast members cameo in other episodes, and whether they're killed off or not. However, who these cameos might be is anybody's guess.

What we do know for episodes 2-10 is pretty minimal, but the below preview gives us the faintest idea of what to expect. Strap in, is all I'm saying.

Crise de memórias teria feito Apple pedir por descontos em telas OLED para o “iPhone 18 Pro Max”

24 July 2026 at 13:43

A crise no mercado de memórias causada pelo boom das empresas de inteligência artificial (IA) está fazendo até mesmo marcas como a Apple pechincharem na hora de garantir componentes para os seus produtos, segundo informações do site sul-coreano The Elec.

Mais precisamente, a empresa teria pedido que suas fornecedoras reduzissem o preço das telas OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. destinadas ao vindouro “iPhone 18 Pro Max” para algo em torno de US$70. Para efeito de comparação, é estimado que cada tela do iPhone 17 Pro Max custe à Apple algo em torno de US$80.

De acordo com as fontes da indústria consultadas pelo veículo, no entanto, a Maçã não só teria obtido sucesso em sua barganha, como estaria pagando um valor médio ainda menor para a Samsung Display e a LG Display, suas duas principais fornecedoras de painéis: US$66,50 (redução de aproximadamente 20%).

Dados da UBI Research citados pelo The Elec dão conta de que a Samsung Display deverá produzir algo em torno de 46 milhões de telas OLED para a linha “iPhone 18” só em 2026, de modo que 2 milhões delas serão reservadas para o modelo de entrada, 18 milhões para o modelo Pro e 26 milhões para a versão Pro Max. A LG Display, por sua vez, produzirá cerca de 1,09 milhão de telas para o modelo mais barato, 19 milhões para o Pro e 21 milhões para o Pro Max.

É esperado que os iPhones “18 Pro” e “18 Pro Max” utilizem displays M16, a geração mais recente de painéis OLED. Entre as vantagens dessa versão da tecnologia estão uma maior eficiência luminosa, uma vida útil maior e características de cor aprimoradas.

Essa, vale notar, não é a primeira vez que o valor das telas OLED empregadas em iPhones cai de uma geração para a outra. Como destacado pelo próprio The Elec, os painéis produzidos para o iPhone 16 Pro Max, lançado em 2024, podiam passar de US$100 por unidade em alguns casos.

Exigências como a da Apple também não são uma surpresa para as fabricantes de telas. No último dia 22 de julho, por exemplo, o presidente da Samsung Display, Lee Cheong, comentou durante um evento que “há uma pressão muito forte para reduzir os preços de componentes e telas” devido à “inflação dos chips”. Jeong Cheol-dong, presidente da LG Display, por sua vez, reconheceu o impacto dessa crise nos negócios da fabricante, mas disse que a situação permanece “em um nível administrável”.

iPhone 17 Pro Max

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 10.999,00
R$ 12.499,00

iPhone 17 Pro

Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 9.777,77
R$ 11.499,00

iPhone 17

Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256GB, 512GB ou 1TB
R$ 7.999,00

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via MacRumors

Notas de rodapé

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    Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico.

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