O Instagram anunciou hoje que usuários agora podem substituir a música em posts no feed e em carrosséis já publicados. Até então, a única forma de alterar a música de uma publicação era excluí-la e carregá-la novamente.
A atualização elimina uma limitação que forçava criadores e marcas a escolher entre manter o engajamento de uma publicação e atualizar sua trilha sonora. Isso porque, com a nova ferramenta Substituir Áudio, é possível atualizar a música de uma publicação a qualquer momento, mantendo intactos as curtidas, os comentários, os compartilhamentos e o alcance.
O Instagram afirma que o novo recurso é mais um passo em seus esforços para “criar ferramentas que ofereçam aos criadores maior controle criativo sobre seu conteúdo”.
Para acessar o novo recurso, basta ir até a publicação cujo áudio deseja alterar e tocar no menu de duas linhas localizado no canto superior direito da postagem. Em seguida, é preciso rolar a tela para baixo até a opção “Editar”; lá, você encontrará a opção para substituir o áudio.
Já compartilhamos muitos casos de vidas que foram salvas com a ajuda do Apple Watch, mas a maioria deles parte de relatos feitos pelos protagonistas (ou terceiros) nas redes sociais ou para publicações jornalísticas.
Desta vez, a própria Apple publicou em seu canal no YouTube o relato de um homem chamado Phil, que contou em um vídeo de pouco mais de meio minuto como o recurso SOS de Emergência do relógio salvou a sua vida.
Ele relatou estar pedalando em uma trilha com seus filhos pequenos quando calculou mal um salto e sofreu um acidente que o deixou desacordado — o que fez o Apple Watch detectar a queda e ligar imediatamente para a emergência.
“Só agradeço muito por estar usando o meu Apple Watch”, disse Phil, que foi resgatado pelos bombeiros e ficou internado por uma semana após quebrar a clavícula e sete costelas por causa do acidente.
Baita história, não?
Apple Watch Ultra 3
Cores: natural ou preto Pulseiras: loop Alpina, loop Trail, Oceano ou estilo milanês de titânio
Material: alumínio ou titânio Cores: cinza-espacial, prateado, ouro rosa, preto brilhante, natural, dourado ou ardósia Tamanho: 42mm ou 46mm Conectividade: GPS ou GPS + Cellular Pulseiras: esportiva ou estilo milanês
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Agora, o mesmo veículo informou que a Apple corrigiu a vulnerabilidade em questão em uma atualização (muito provavelmente remota) lançada em 3 de julho — mais de um ano após ter sido alertada sobre a falha.
Tyler Murphy, cofundador da EasyOptOuts e responsável por relatar a falha à Apple inicialmente, disse ter sido informado de que o caso estava sob investigação. A Apple afirmou a ele que a vulnerabilidade havia sido corrigida em março de 2026, o que não aconteceu. Nos meses seguintes, a Apple disse estar analisando o problema novamente […] por isso, Murphy contatou o 404 Media para tornar o caso público.
Como já informamos, o envio de um email para um usuário que possuía o recurso de privacidade ativado — email esse que acabava sendo rejeitado como spam — fazia com que o endereço real da pessoa aparecesse nos registros do remetente.
O 404 Media confirmou que a vulnerabilidade foi corrigida, mas ainda aponta que os usuários devem ser cautelosos.
A falha que fazia com que o recurso Ocultar Meu E-mail da Apple vazasse endereços ocultos para os remetentes foi corrigida. No entanto, não acreditamos que o risco para os usuários do recurso tenha sido eliminado. Como emails legítimos podiam ser rejeitados (gerando uma devolução ou bounce), revelando seu endereço oculto, e como os registros de transferência de email são frequentemente armazenados, presumimos que qualquer endereço oculto vinculado a um endereço do Ocultar Meu E-mail criado antes de 7 de julho de 2026 pode ter sido exposto e ainda pode constar em registros de terceiros.
A Apple, vale lembrar, já foi alvo até mesmo de uma ação judicial devido à falha, com os autores da ação buscando o reconhecimento de uma ação coletiva. Eles alegam que a Apple violou uma lei da Califórnia sobre publicidade enganosa e outras normas de proteção ao consumidor, pois a empresa sabia que o recurso não funcionava conforme anunciado.
O Googleapresentou hoje novas variantes para a geração 3.0 dos modelos de inteligência artificial generativa do Gemini. Mais especificamente, foram lançados o Gemini 3.6 Flash, o 3.5 Flash-Lite e o 3.5 Flash Cyber.
A maior novidade é justamente o 3.6 Flash, que agora é o principal modelo “rápido” da empresa. Ele foi projetado com base em feedbacks dos usuários do 3.5 Flash e visa oferecer um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade.
Today we’re expanding the Gemini family with three new models built to be faster, more token efficient, and reliable at scale.
Hoje, estamos expandindo a família Gemini com três novos modelos criados para serem mais rápidos, mais eficientes no uso de tokens e confiáveis em escala.
Conheça os novos modelos Gemini. ↓
Na prática, o 3.6 Flash gasta 17% menos tokens de saída para tarefas semelhantes, bem como precisa de menos etapas de raciocínio e menos chamadas de ferramentas para concluir fluxos de trabalho compostos por várias etapas.
Essa eficiência também vem acompanhada de um preço menor. Custando US$1,50 por milhão de tokens de entrada e US$7,50 por milhão de tokens de saída, o 3.6 Flash reduz o custo total por tarefa executada por agentes, tornando-os mais baratos para desenvolver e operar.
Ele também é mais preciso em programação, avança significativamente em ML 1Machine learning, ou aprendizado de máquina., apresenta maior capacidade de interação com computadores e um melhor desempenho em tarefas envolvendo conhecimento.
Divulgação/Google
Além disso, o novo modelo tem proteções reforçadas contra usos indevidos relacionados a materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares (CBRN) e ataques cibernéticos.
3.5 Flash-Lite e 3.5 Flash Cyber
Continuando os investimentos na família de modelos 3.5, o Google apresentou hoje o 3.5 Flash-Lite como o “modelo mais rápido da família”, desenvolvido para tarefas de baixa latência e alto volume de processamento.
Altamente superior ao Gemini 3.1 Flash-Lite, seu antecessor direto, ele gera 350 tokens de saída por segundo e custa apenas US$0,30 por milhão de tokens de entrada e US$2,50 por milhão de tokens de saída.
Divulgação/Google
O 3.5 Flash Cyber, por sua vez, é o 3.5 Flash rodando no sistema de IA do Google voltado à segurança (o CodeMender) e ajustado para encontrar e corrigir falhas de cibersegurança com um baixo custo por token.
Divulgação/Google
Ele será disponibilizado inicialmente apenas para governos e parceiros confiáveis por meio de um programa piloto de acesso limitado para que eles encontrem e corrijam possíveis vulnerabilidades críticas.
Além disso, o Google também afirmou que sua equipe de desenvolvedores já está focada na construção do Gemini 4 — o pré-treinamento mais ambicioso para essa nova geração, inclusive, já começou.