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WhatsApp agora permite iniciar conversas só com o nome de usuário

17 July 2026 at 17:39

Após três meses em fase de testes, o recurso de nome de usuário do WhatsApp finalmente parece estar funcionando entre os usuários que já haviam reservado seu username, ampliando a disponibilidade da funcionalidade.

Aos que efetuaram a reserva, o WhatsApp começou a exibir um banner no topo da lista de conversas, informando que ele já está ativo e explicando que agora ele pode ser compartilhado com outras pessoas. Caso você queira verificar o nome de usuário de algum dos seus contatos, basta abrir a conversa com ele para conferi-lo.

Exibição de notificação sobre nome de usuário no WhatsApp
Imagem: WABetaInfo

De acordo com o WABetaInfo, o recurso está sendo liberado de forma gradual para quem já reservou um nome de usuário. Se esse for o seu caso, basta tocar no botão de adicionar (na aba Conversas) para abrir a lista de contatos, e em seguida, digitar o nome de usuário na barra de pesquisa.

Vale lembrar que isso não afetará a visualização dos números de telefone nos contatos com os quais você já iniciou uma conversa anteriormente. Nos moldes de rivais como o Telegram, os nomes de usuário apenas introduzem uma nova opção de acionar um determinado contato, alterando a primeira interação dos usuários, já que o número de telefone deixa de ser a única forma de iniciar uma conversa.

O WhatsApp está liberando o recurso completo de nomes de usuário para “uma fração muito limitada da sua base instalada no iOS e Android”, incluindo tanto versões betas quanto estáveis do aplicativo.

Vodafone targets DNA disparities

17 July 2026 at 16:55

Vodafone Group continued to press European authorities for a fairer regulatory deal, this time arguing the forthcoming Digital Networks Act (DNA) could enshrine outdated rules which favour OTTs over traditional service providers.

The operator highlighted a host of requirements operators must meet which OTTs and digital platforms do not.

It highlighted emergency service connectivity as an example of the imbalance, explaining people expect the function to be available no matter the app they use.

Vodafone stated traditional operators are also held to higher account in terms of maintaining open and resilient internet access, despite an increased reliance on “cloud providers, content delivery networks and large platforms that sit outside equivalent oversight”.

It asserted growth in the amount of fraudulent activity which “originates or is amplified upstream, across digital platforms and online services”, noting this is not subject to the same requirements placed on operators to prevent it.

Vodafone noted telecom service providers “invest heavily” in “network-level controls” and “cooperation with authorities”.

Customer verification is another bone of contention, with “overlapping” systems which “often duplicate” checks conducted by digital platforms and payment service providers. Operators also face various quality of service, security and “dispute handling” regulations for their customers.

“This asymmetry is often dismissed as a sector complaint, but the impact is most clearly felt by consumers,” Vodafone argued.

Proposed fixes
Vodafone called for the DNA to include “an explicit functional-equivalent principle” to enable regulators to apply rules equally in areas where broadly the same service is being provided.

It argued there is a lack of reality in the DNA proposals, stating the “distinction” between communications services using a telephone number and those which do not “no longer maps neatly onto user experiences or market dynamics”.

Vodafone believes fraud and internet access rules must equally cover cloud platforms, content delivery systems and messaging services.

It argued levelling the playing field would promote innovation and give consumers greater confidence in digital services.

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