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Preview Control Resonant | Hack 'n' slash mostra evolução da Remedy

20 June 2026 at 18:00

Testamos de forma antecipada o novo Control Resonant, projeto da Remedy Entertainment que promete elevar ainda mais o patamar de suas franquias. Agora mais próximo de um jogo de ação, o título tem como principal objetivo mostrar o “outro lado da moeda”: Dylan, irmão de Jesse — protagonista do primeiro jogo.

Mesmo em poucas horas, tivemos a oportunidade de ver uma grande parte de como o estúdio deseja entregar a aventura aos fãs de seu universo e, pela primeira vez desde o início do desenvolvimento, o teste foi realizado com as versões de PC (porém, com o uso de controle DualSense).

Com isso em mente, afirmo que fazia muito tempo que não me divertia com um game como Control Resonant. Ouso dizer que, desde Devil May Cry 5, não via mecânicas de hack ‘n’ slash e exploração serem tão bem utilizadas. Mesmo que o projeto não esteja finalizado, ao menos ele expressa um grandíssimo potencial.

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A ação de Control Resonant

Ainda que o estúdio identifique a experiência como ação e aventura, elementos de hack ‘n’ slash existem aos montes. A horda de inimigos, os combos, a forma como você pode mudar de armas conforme aperta os botões e o ritmo que toda a ação desenrola na tela. Só faltou aparecer um “SSS+” na tela ao fim de cada luta.

Imagem de Control Resonant
A cada abate em Control Resonant, esperei por uma nota aparecer como em Devil May Cry (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Basicamente todo o modo que Dylan batalha é personalizado de forma que te atenda melhor. Há um espaço, que podia ser visitado a qualquer momento durante o teste, em que você configura a arma leve, arma pesada, defesas, habilidades especiais e tudo mais que encontra em Control Resonant.

Este “espaço mental” é muito similar ao de Saga Anderson, de Alan Wake II, inclusive. Contudo, ao invés de estudar e analisar os fatos, serve para aprimorar ainda mais o protagonista da aventura — com espaço até para testá-las em ação sem penalidades no gameplay. 

Os chefões brilham demais

Na oportunidade, pudemos enfrentar dois chefões de Control Resonant — com propostas diferentes. O primeiro te encara dentro de uma praça aberta, o que mostra como você pode reagir quando não se tem espaço nenhum para se esconder. Isso, obviamente, ressalta sua capacidade de desviar e contra-atacar.

Já o segundo te confronta em uma área mais ampla, com prédios e espaços para cobertura. No entanto, a arena está lotada de inimigos e você precisa se preocupar com tudo simultaneamente. Ambos trazem um excelente desafio e dão a sensação que encara uma aventura épica, ao seu próprio modo.

Algo bacana disso tudo é que pudemos testar três trechos inteiros: o início da aventura, com as primeiras horas do título; uma fase mais avançada dentro da cidade de Nova York tomada por criaturas e monstros e, por fim, uma área subterrânea totalmente corrompida pelas anormalidades. 

Imagem de Control Resonant
Um dos chefões do trailer também é o primeiro que você encara no game (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

O primeiro confronto ocorre já no começo, após você ter uma noção completa dos comandos e ação com Dylan. Já o segundo acontece apenas no fim do estágio mais adiante de Control Resonant — o qual os desenvolvedores revelaram que encontraríamos em cerca de 4 a 5 horas de gameplay.

Se as batalhas contra oponentes menores, como figuras vampirescas e demônios já agradam bastante, assim como o tão temido ônibus corrompido, os chefões elevam bastante o patamar e oferecem um desafio e tanto. Seja de resistência, de movimentações ou de inteligência, terá um equilíbrio de dificuldade com a sua habilidade.

Cuidado sob controle

Mesmo sem recursos como o path tracing e outros ajustes gráficos, Control Resonant já impressiona. O estilo artístico da Remedy Entertainment brilhou ali, com prédios “dobrados”, subterrâneo cheio de nuances visuais e elementos que formam padrões ao redor de toda a cidade. Você com certeza vai parar em um momento ou outro para admirar os cenários.

A decisão de contrastar a horda de monstros, com seus ataques geralmente de cor vermelha, em meio a uma cidade escura e cheia de corrupção, me soou como um acerto e tanto. É como se me dissesse que a única coisa colorida que saía daquele ambiente “morto” não traria esperança, mas sim morte. O impacto visual é notório. 

Em alguns trechos, em particular, também notei um grande cuidado com o modo que nós e Dylan enxergaríamos todo esse universo. Control Resonant faz um excelente trabalho em mostrar que nada daquilo é “estranho” para o personagem, enquanto para nós são momentos impressionantes.

Como dito, testamos o game no PC que seguia com algumas configurações já pré-estabelecidas. Não tinha path tracing ainda, mas seguia em 4K, ray tracing acionado e a tecnologia DLSS no modo performance — o que se mostrou algo já incrível, mesmo distante do lançamento.

Imagem de Control Resonant
Control Resonant é um verdadeiro espetáculo visual, mesmo ainda sem path tracing (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Não é para menos, o computador estava equipado com uma placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5090 Founders Edition. Não foi comentado sobre o que GPUs de menor poder, como as RTX 30 e 40, mostrarão daquilo que vimos no teste, mas apontam a recomendação de uma RTX 3070 e Radeon RX 6700 XT em diante. 

Por fim, o estúdio nos permitiu jogar uma build legendada e a tradução está em um nível muito similar ao que foi encontrado em Alan Wake II e Control. Isso ajudou a ressaltar o carisma de Dylan, que é um “peixe fora d’água” no mundo real. No lançamento, ele terá dublagem também em PT-BR.

Foco em opções

A proposta de Control Resonant é trazer ainda mais opções do que qualquer game da Remedy. Não digo apenas do modo como você configura a sua árvore de habilidades ou equipa as técnicas especiais, mas também dos modos distintos de se derrubar um inimigo, limpar áreas e completar suas missões.

Não que existam múltiplas opções, já que no fim a tarefa é a mesma: derrubar tudo enquanto perde a menor quantia de HP possível no processo. Porém, com o ambiente aberto e cenários corrompidos, tudo isso ganha camadas extras. A forma como usa o cenário e recupera sua saúde com a energia deixada pelos oponentes são partes essenciais do gameplay.

Toda a liberdade me surpreendeu bastante e mostrou que a Remedy não está de brincadeira com o novo projeto. Se Quantum Break e Control foram disruptivos, enquanto Alan Wake II teve um visual que encantou milhões ao redor do mundo, Control Resonant mostrou em poucas horas que tem capacidade e potencial de entregar as duas características em um game só.

Uma das maiores promessas de 2026

Claro que nunca se pode cravar nada sem ver o resultado final de uma experiência, mas o teste conseguiu me convencer de que o estúdio joga a sério com o novo lançamento. Eles sabem que vão encarar Marvel’s Wolverine e Onimusha: Way of the Sword no mês de setembro, então trazem algo de um impacto equivalente.

Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)
Control Resonant
Imagem do preview de Control Resonant (Captura de Tela/Diego Corumba)

O resultado deste embate é incerto, mas que Control Resonant tem um grande potencial de atropelar os dois é inegável. Mecânicas de combate divertidas, gráficos de ponta, protagonista carismático e uma cidade inteira à beira de um colapso paranormal é uma boa mistura de ingredientes, diga-se de passagem.

Se você curte títulos como Devil May Cry V e os God of War clássicos, é nesta experiência que deve ficar de olho. A Remedy Entertainment pode não ser conhecida por vender milhões de unidades e ser extremamente popular, mas vale lembrar que todos os seus últimos games lançados são de uma qualidade ímpar. Alan Wake II, inclusive, concorreu ao Jogo do Ano em 2023.

O fim do ano pode estar apertadíssimo por conta do lançamento de GTA 6, mas se vai apostar suas fichas em outro game, eu recomendo que pense com carinho em Control Resonant. Tudo o que mostraram, tanto em vídeos quanto em testes, mostram que eles buscam o seu “arrasa-quarteirões”. O coelho na cartola da desenvolvedora chegará ao PS5, XBOX Series e PCs em 24 de setembro de 2026. 

Vale notar que, além da data de lançamento, a Remedy lançará Control Resonant com preço baratíssimo. Aproveite!

Leia a matéria no Canaltech.

Star Fox: entenda quem é Fox McCloud e a história da franquia

19 June 2026 at 22:15

O ano de 2026 marca o ressurgimento de Fox McCloud como uma figura importantíssima na história dos videogames. Além de sua presença em Super Mario Galaxy - O Filme, ele também chega ao Nintendo Switch 2 com Star Fox, remake do clássico de N64.

Contudo, quantos ainda lembram dele? Exceto pelo jogo mal-recebido de 2016, Fox McCloud esteve muito distante dos fãs por um longo período, principalmente os que conheceram todo esse universo por meio do Nintendo Switch, lançado em 2017.

O herói da franquia que mistura ficção científica, animais antropomórficos e combates espaciais merecia mais atenção e a nova aventura é a oportunidade ideal para ele conquistar o seu lugar ao lado de Mario, Link, Pikachu e outros grandes ícones. Se não conhece Fox McCloud e os títulos Star Fox, chegou a hora de conhecê-los.

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Quem é Fox McCloud?

Herdeiro do legado de James McCloud, piloto da Arwing e líder de um dos esquadrões espaciais mais respeitados da galáxia, a raposa representa o verdadeiro arquétipo de herói moderno: jovem, corajoso, responsável e cheio de atitude. 

Imagem de Star Fox
Fox McCloud lidera a equipe de mercenários contra Andross e várias outras ameaças (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Como um dos personagens mais habilidosos deste universo, ele busca honrar a grande reputação deixada por seu pai. Além disso, ele é o líder dos Star Fox, que dependem de suas decisões para encarar as missões.

O grupo conta, além do protagonista, com três grandes aliados para garantir o sucesso de suas ações espaciais: Peppy Hare, Falco e Slippy Toad. Fox McCloud pode ser o “rosto”, mas não está sozinho na sua jornada.

Ainda que toda a equipe seja importante, é pelos seus olhos que vemos todo este mundo ser apresentado — assim como os dilemas emocionais e morais que eles carregam pela aventurta. Na prática, ele assume o papel não apenas como central, mas também como a porta de entrada para a saga.

O que é Star Fox?

Centrada em combates espaciais, a franquia de jogos da Nintendo sempre teve dois objetivos: elevar o nível das plataformas para as quais foi lançado e trazer uma aventura única aos fãs.

Do ponto de vista de gameplay, você não controla apenas a sua nave, mas também dá comandos para seus aliados realizarem ações durante as partidas. Em outras palavras, além de ser rápido no gatilho e atento, o jogador precisa ler as fases e inimigos de forma tática para se dar bem.

Imagem de Star Fox
A equipe principal de Star Fox contou com outros aliados em jogos diferentes (Imagem: Divulgação/Nintendo)

O shooter conta com uma forte identidade visual, com diversos personagens animalescos que dão vida a esta aventura. Outro destaque é seu sistema de movimentação “em trilhos”, que permite adentrar em rotas alternativas e usar até veículos para completar a sua missão apropriadamente.

Suas naves e os planetas do sistema Lylat possuem uma forte representação para o público, já que contam com designs extremamente criativos e que chamam pela exploração. O vilão deste universo é Andross, uma figura que deseja o que todas as grandes ameaças querem: poder total sobre tudo.

Por outro lado, temos de debater que Star Fox sempre foi uma bela vitrine tecnológica para a Nintendo. Sua estreia, no SNES, foi a oportunidade ideal para apresentarem o chip SuperFX, que fazia o console 16-bit rodar gráficos 3D de forma impressionante.

Hoje em dia não é tão diferente, já que o game de Nintendo Switch 2 permite o uso de avatares dos personagens do game no GameChat — com movimentação da cabeça, olhos e boca iguais ao que reproduz em sua câmera, algo inédito na plataforma.

Qual é a história de Star Fox?

Sem entregar muitos spoilers, temos no prólogo a figura de James McCloud contra o grande vilão da história: Andross. Em um combate decisivo, descobrem que um aliado do pai de Fox traiu sua confiança, se aliou ao inimigo e ajudou a afundar o grupo.

Um dos únicos sobreviventes deste embate foi Peppy Hare, que agora trabalha ao lado do protagonista para terem uma chance de derrubar esta ameaça em definitivo. O objetivo é impedir a figura maléfica de concluir seus planos de dominação universal.

Enquanto investigam os próximos passos da ameaça, eles realizam missões militares e científicas para ganhar dinheiro e ajudar a manter o grupo. A relação entre os personagens é bem divertida e os mantém unidos: seja por meio dos erros de Slippy Toad, seja pela rivalidade existente entre Fox McCloud e Falco.

Suas aventuras pelo sistema Lylat também são rivalizadas pelo grupo Star Wolf, um grupo de mercenários que busca conquistar toda a glória dos Star Fox. A equipe é chefiada por Wolf O’Donnell, uma figura arrogante que segue seu próprio código de honra.

É neste universo que os jogadores mergulham, cheio de perigos e rivais que desejam ter apenas a “parte boa” da galáxia. Já para Fox e seus amigos, a tarefa é simples: dinheiro é importante sim, mas defender quem vive ali e salvar o dia é o que realmente importa. 

Quem faz parte da equipe Star Fox?

Como a trama é centrada apenas na equipe principal, suas histórias ganham todos os holofotes dentro de toda a franquia. Alguns podem até receber mais destaque aqui e ali, mas no geral não é apenas Fox McCloud que importa, mas sim todos os membros do time.

Imagem de Star Fox
Apesar de já ter contado com diversos personagens, Star Fox sempre foi sobre os membros principais do original (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Confira abaixo quem é quem dentro do grupo, assim como as responsabilidades que cada um carrega ali dentro. Pois é, apesar de ajudarem a atirar nos inimigos, eles possuem mais funções para manter a liderança neste mercado de mercenários:

  • Fox McCloud: líder e protagonista;
  • Falco Lombardi: piloto talentoso, rival amigável e figura mais provocadora da equipe;
  • Peppy Hare: veterano, mentor e possui uma ligação com o pai do herói, James McCloud;
  • Slippy Toad: mecânico, suporte técnico e alívio cômico;
  • ROB 64: apoio operacional da nave Great Fox

Ainda que existam figuras como Andross, Wolf e outros personagens importantes, toda a trama gira em torno destes — com o suporte de ROB 64 para que tudo opere da melhor forma quando eles voltam para “casa”.

Por que Fox McCloud virou um personagem importante da Nintendo?

Se Star Wars tem Han Solo, a Nintendo possui em sua vasta biblioteca de personagens Fox McCloud. Ele representa o espírito de aventura em direção ao desconhecido espaço, com uma linha um pouco mais voltada à ficção científica. 

Mesmo com menos jogos em sua franquia, a Big N viu o personagem brilhar fortemente a cada novo anúncio — tanto no segundo filme do Super Mario Bros. quanto com um título inédito para o Switch 2. Ele preenche uma lacuna que nenhum outro dos seus heróis consegue: o de protagonista cheio de atitude e destemido.

Imagem de Super Smash Bros
Apesar de um arsenal de personagens, Fox se destaca entre os personagens da Big N (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Link? Calado. Kirby? Devore primeiro, use os poderes do adversário em seguida. Mario? Extremamente carismático, mas nunca foi tão descolado quanto a raposa. Poderíamos seguir esta lista para sempre, mas acredito que vocês já entenderam a mensagem. 

Além disso, ele carrega um grande valor sentimental para os fãs. Muita gente conhece o personagem sem nunca ter zerado um game da série Star Fox, com memórias apenas de crossovers como Super Smash Bros e outros que o colocaram em destaque.

Já quem jogou, se lembra muito bem da ação rápida, fases rejogáveis e as vozes marcantes que acompanharam toda uma geração de fãs. Em outras palavras, o apelo de Fox McCloud é colossal para o próprio público e para qualquer pessoa que jogue videogames há algum tempo.

Ao unir tudo isso com o sucesso de sua participação em Super Mario Galaxy - O Filme, sua importância se tornou inquestionável. Não é à toa que a Nintendo nunca deixou a franquia morrer (como Ice Climbers, Kid Icarus e F-Zero) e sempre tenta resgatá-lo do “limbo”.

Quais são os jogos de Star Fox mais importantes?

Você quer jogar o próximo game da franquia no Nintendo Switch 2, mas também deseja saber o que perdeu ao longo dos anos? A série, apesar de longeva, não é tão extensa e permite que os jogadores tenham uma porta de entrada com fácil acesso.

Entre os títulos que deveria conhecer e o que oferecem, confira abaixo o que cada um apresenta:

  • Star Fox (1993), do SNES, é a origem da franquia e um dos jogos que levaram o console ao seu limite. Ele está disponível atualmente no Nintendo Switch Online
  • Star Fox 64 (1997), do Nintendo 64, é a “referência” mais lembrada e base de muitos elementos clássicos. Ele funciona como um reboot do original, já que o console tem poder para trazer o melhor do que o time de desenvolvimento queria no original. Você pode jogá-lo no Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão
  • Star Fox Adventures (2002), do GameCube, é um desvio de gênero, com uma experiência mais próxima de aventura do que de batalhas espaciais
  • Star Fox: Assault (2005), lançado também no GameCube, ele ganhou muito destaque pela mistura de combate espacial e ação em solo, mas é sequência direta dos eventos de Star Fox Adventures
  • Star Fox Command (2006) traz pela primeira vez a continuidade da saga a um console portátil, com estrutura própria e a tentativa de adicionar mais elementos ao lore da saga
  • Star Fox Zero (2016) outra tentativa de retorno ao início, o game não foi tão bem aceito pela comunidade e desapareceu no fracasso que o Wii U se tornou
  • Star Fox 2 (2017) é um caso curioso de um jogo que foi finalizado, engavetado e lançado muitos anos depois. Ele sairia para o SNES, mas não viu a luz do dia por causa do início da produção da versão feita para o N64. Ele chegou originalmente para o SNES Classic Edition e depois também foi disponibilizado no Nintendo Switch Online

Preciso jogar os clássicos antes de Star Fox no Switch 2?

De forma direta e bem expressa, não é necessário ter experimentado os clássicos para jogar Star Fox no Switch 2. Claro, ter jogado o original de Nintendo 64 ajudaria a compreender referências e até a atitude dos personagens, mas em termos de narrativa, é como se tudo começasse do zero mais uma vez.

Na prática, o título de 1997 pode te dar uma imersão maior na equipe, nos movimentos da Arwing, na dinâmica que existe entre os personagens e em Andross — o vilão da obra. Porém, isso não será obrigatório para seguir adiante com o capítulo inédito.

Imagem de Star Fox
O pai de Fox, James McCloud, não conseguiu impedir Andross e seu plano maligno (Imagem: Reprodução/Nintendo)

A Nintendo quer assegurar que esta será a porta de entrada perfeita, com novas cenas para compor a história e um gameplay renovado. Além disso, contará com personagens que sequer apareceram no original, para preparar o terreno para o futuro da série.

Mesmo que seja um remake do game de N64, não é necessário se preocupar com os clássicos de SNES ou das demais plataformas — a não ser que tenha o desejo de se preparar para o que vai encarar no Switch 2. Se não for de sua vontade, pode começar direto pelo inédito e seguir adiante para onde a franquia seguir.

O que esperar do retorno de Star Fox no Nintendo Switch 2?

A nova versão da experiência trará diversas novidades em comparação a Star Fox 64, que levantaram muitas expectativas dos fãs para o seu futuro. Em relação ao gameplay, já foi confirmado um mutiplayer mais amplo, assim como comandos adaptados aos controles mais modernos.

Já a sua trama será contada de uma forma cinematográfica, com novos diálogos e cenas que se aprofundam ainda mais na reação dos mercenários. A presença de novos momentos também é prometida pela Big N, que incluiu um Prólogo com a história de James McCloud — vista pela primeira vez no Switch 2.

Além disso, o game contará com diálogos mais dinâmicos durante a travessia das fases e novos atalhos em cenários clássicos. Ainda que isso seja um aceno aos fãs mais antigos, também querem atrair um público mais novo, principalmente quem conheceu o personagem no último longa-metragem do Mario.

O seu lançamento acontecerá no dia 25 de junho de 2026 e nós do Canaltech já jogamos um pouco da experiência, confira o preview de Star Fox para entender mais o que esperar do próximo grande lançamento da Nintendo em seu mais recente console híbrido.

Prontos para Star Fox?

Agora que você já sabe o que precisa para estar no controle de Fox McCloud e da Arwing, lembre-se que ele é mais do que uma raposa que anda, fala e pilota uma nave: é este herói que vai te apresentar uma das franquias de ação espacial mais incríveis do mundo dos games.

O líder e rosto da equipe Star Fox traz a oportunidade ideal para conhecer este universo e seus personagens carismáticos, principalmente pela demora de 10 anos da Big N para trazê-lo de volta aos seus consoles. Você vai perdê-la? Não é recomendável, diga-se de passagem.

Confira este e vários outros lançamentos de jogos para o mês de junho de 2026 em nosso calendário completo. 

Leia a matéria no Canaltech.

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