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Novo Kindle ganha tela colorida e até controle para virar páginas

1 October 2026 at 15:17

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (1º) uma nova geração da família Kindle no Brasil. Os leitores digitais ganharam um visual renovado, com tela nivelada à parte frontal e acabamento de cor única de ponta a ponta, além de corpos mais finos e leves. Os preços partem de R$ 899 no Kindle básico e chegam a R$ 1.749 no Colorsoft Signature Edition. 

A atualização contempla os modelos Kindle, Kindle Paperwhite e Kindle Colorsoft, com diferentes opções de armazenamento e acabamento. Algumas versões também ganharam traseira de alumínio e novos recursos para controle e recarga.

Kindle básico ganha novo visual e versão em alumínio

O novo Kindle mantém a tela de 6 polegadas, mas agora conta com a parte frontal nivelada, sem o rebaixo ao redor do display. Segundo a Amazon, esta é a versão mais compacta do leitor digital já produzida pela empresa.

O modelo de entrada tem 16 GB de armazenamento, autonomia de até seis semanas e promete abrir livros 30% mais rápido que a geração anterior. Ele será vendido nas cores Grafite e Roxo Ube por R$ 899. 

Outra novidade é uma versão com traseira de alumínio, disponível pela primeira vez no Kindle básico. Neste caso, o armazenamento sobe para 32 GB, com opções Azul Celeste e Verde Água, pelo preço de R$ 999. 

Kindle Paperwhite fica mais fino e leve

O Kindle Paperwhite também passou por uma reformulação. A Amazon afirma que o novo modelo está mais fino e leve que seu antecessor, mas mantém recursos já conhecidos da linha, como resistência à água e ajuste da temperatura da iluminação.

A autonomia prometida chega a 12 semanas por carga. O Paperwhite convencional tem 16 GB de armazenamento, acabamento Grafite e preço sugerido de R$ 1.149. 

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 Já o Paperwhite Signature Edition traz 32 GB, traseira de alumínio e iluminação frontal com ajuste automático. A versão também aceita recarga em uma nova base por pinos de contato e permite virar páginas com um toque duplo. O preço é de R$ 1.349, com opções Grafite e Verde Água.

Kindle Colorsoft também ganha nova geração

A série com tela colorida não ficou de fora. O novo Kindle Colorsoft promete reproduzir cores com aparência mais próxima do papel e sem o brilho intenso encontrado em telas tradicionais de tablets.

O Colorsoft convencional tem 16 GB de armazenamento, acabamento Grafite e custa R$ 1.499. A Amazon também oferecerá o Colorsoft Signature Edition, com 32 GB e traseira de alumínio, por R$ 1.749 nas cores Grafite e Figo.

Assim como no Paperwhite Signature Edition, a versão mais cara oferece ajuste automático da luz frontal, toque duplo para troca de página e suporte à nova base de carregamento por pinos de contato.

Kindle ganha controle para virar páginas

A Amazon também apresentou novos acessórios para a família. Entre eles está o Kindle Click, um pequeno controle Bluetooth que permite virar páginas à distância e funciona tanto com os lançamentos quanto com modelos apresentados a partir de 2024.

Outra novidade é uma capa com botões físicos para troca de páginas, destinada aos modelos Paperwhite Signature Edition e Colorsoft Signature Edition. A empresa também prepara uma base que mantém esses dois aparelhos em pé enquanto recarrega a bateria pelos pinos de contato.

Os novos acessórios ainda não tiveram preços divulgados para o Brasil.

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 Quanto custam os novos Kindle no Brasil?

Os dois modelos do Kindle básico já estão em pré-venda. A versão de 16 GB começa a ser entregue em 10 de novembro, enquanto a opção de 32 GB chega aos compradores a partir de 20 de novembro.

Modelo Armazenamento Preço
Kindle 16 GB R$ 899
Kindle com acabamento em alumínio 32 GB R$ 999
Kindle Paperwhite 16 GB R$ 1.149
Kindle Paperwhite Signature Edition 32 GB R$ 1.349
Kindle Colorsoft 16 GB R$ 1.499
Kindle Colorsoft Signature Edition 32 GB R$ 1.749

Já os novos Paperwhite e Colorsoft ainda não têm data de entrega divulgada. A Amazon abriu apenas o cadastro para consumidores interessados em receber um aviso quando os modelos estiverem disponíveis.

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Como passar fotos do iPhone para o PC com Windows ou Mac sem perder qualidade

1 October 2026 at 14:52

Você pode transferir fotos e vídeos do iPhone para um computador usando um cabo USB, iCloud, Google Fotos ou outro serviço de nuvem. Se o destino for um Mac, o AirDrop também é uma opção para enviar alguns arquivos sem cabo.

Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em setembro de 2026, nas versões mais recentes do iOS, Windows e macOS.

Qual é a melhor forma de passar fotos do iPhone para o PC ou Mac?

Existem diferentes maneiras para transferir fotos e vídeos entre o celular e o computador. No geral, a forma mais prática é utilizar o serviços de armazenamento na nuvem, como o iCloud, ou o AirDrop no Mac.

Porém, caso tenha muitas imagens, especialmente arquivos pesados, o cabo USBtende a oferecer um caminho mais rápido para fazer a cópia.

Como passar fotos do iPhone pelo cabo USB

A exportação de arquivos pelo cabo USB, seja pela porta Lightning e USB-C, é feita da seguinte maneira:

No Windows

Veja como transferir fotos e vídeos no Windows:

  1. Instale o app “Dispositivos Apple” (apps.microsoft.com);
  2. Conecte o iPhone ao PC pelo cabo USB;
  3. Desbloqueie o iPhone e toque em “Confiar”;
  4. Abra o app Fotos;
  5. Aperte em “Importar”;
  6. Selecione as fotos e vídeos que você deseja importar;
  7. Escolha onde salvá-los e inicie a importação;
  8. Aguarde a cópia ser finalizada.

No Mac

A importação pelo Mac é feita dessa forma:

  1. Conecte o iPhone via porta USB;
  2. Desbloqueie o Mac e autorize a conexão;
  3. Abra o app Fotos no computador;
  4. Selecione as fotos desejadas;
  5. Caso prefira, escolha um álbum para importá-las;
  6. Aperte em “Importar”.

Agora é só esperar o processo de importação ser finalizado.

Como transferir os arquivos no formato original

A transferência de fotos e vídeos para o computador podem ser feitas com um formato compatível com mais plataformas, como o JPEG, ou com os arquivos originais, em HEIC ou RAW.

Caso queira manter o formato original, sem conversão, faça o seguinte:

  1. Acesse os ajustes do celular;
  2. Abra o menu “Apps”;
  3. Entre em “Fotos”;
  4. Vá em “Transferir para Mac ou PC”;
  5. Marque a opção “Manter Originais”.
    Como transferir fotos do iPhone no formato original via USB

Como baixar fotos do iPhone pelo iCloud

Outra opção é baixar as fotos e vídeos sincronizados no iCloud. A plataforma pode ser acessada pelo app Fotos do Mac ou pela versão web em qualquer dispositivo:

  1. Acesse o iCloud (icloud.com);
  2. Faça login com a sua conta da Apple;
  3. Vá em “Fotos”;
  4. Selecione as fotos desejadas;
  5. Aperte o botão de download.
    Como baixar fotos pelo iCloud na web

Caso queira acessar os arquivos originais, sem modificação, faça o seguinte:

  1. Marque as fotos e vídeos que você deseja baixar;
  2. Pressione o botão de três pontinhas;
  3. Vá em “Mais opções de download...”;
  4. Escolha a opção “Originais não modificados”.

Como usar o iCloud para Windows

O app do iCloud para Windows também permite acessar a biblioteca diretamente pelo Explorador de Arquivos. Veja como:

  1. Baixe o iCloud para Windows (apps.microsoft.com);
  2. Faça login com sua conta;
  3. Ative o “Fotos do iCloud”;
  4. Escolha uma pasta para guardar as fotos;
  5. Se preferir, altere o formato ou ative os vídeos em HDR;
  6. Salve os ajustes.

Agora basta acessar a pasta indicada para visualizar as fotos sincronizadas no iCloud.

Como transferir fotos pelo AirDrop

O AirDrop permite compartilhar arquivos entre dispositivos da Apple próximos sem depender de cabo USB e demais serviços. Para enviar fotos e vídeos, basta fazer o seguinte:

  1. Abra o app Fotos no seu iPhone;
  2. Marque as fotos desejadas;
  3. Acesse o menu “Compartilhar”;
  4. Vá em “AirDrop”;
  5. Selecione o dispositivo desejado;
  6. Aguarde a transferência ser finalizada.

Dá para usar outros apps de fotos na nuvem?

Sim. Também é possível transferir fotos utilizando outras plataformas, como o Google Fotos, por exemplo.

Pelo Google Fotos

O Google Fotos armazena fotos e vídeos no armazenamento do Google Drive. Veja como usá-lo no seu iPhone:

  1. Baixe o app e faça login (apps.apple.com);
  2. Permita o acesso à biblioteca de fotos;
  3. Aperte em “Ativar backup”;
  4. Toque na sua foto de perfil;
  5. Vá em “Configurações de Google Fotos”;
  6. Entre em “Backup”;
  7. Toque em “Qualidade de fotos e vídeos”;
  8. Escolha a opção desejada.
    Como sincronizar fotos do iPhone no Google Fotos

Agora é só acessar a plataforma pelo seu computador:

  1. Acesse o Google Fotos pelo navegador (photos.google.com);
  2. Selecione as fotos desejadas;
  3. Baixe as fotos.

Vale lembrar que, ao fazer upload dos arquivos na qualidade original, o Google Fotos necessita de mais espaço para armazenar as fotos e vídeos.

Pelo Google Drive

Caso queira enviar arquivos pontuais, sem criar uma galeria de fotos em outra plataforma, a alternativa é enviá-los através do Google Drive. Assim, você consegue não apenas acessá-los no seu PC como é possível compartilhar facilmente com outras pessoas.

  1. Baixe o Google Drive e faça login (apps.apple.com);
  2. Abra a galeria de fotos no celular;
  3. Selecione as mídias desejadas;
  4. Abra o menu para compartilhar;
  5. Escolha o Google Drive;
  6. Indique uma pasta para guardar as fotos;
  7. Inicie o upload.

Depois é só abrir o Google Drive no computador e baixar as fotos.

Pelo OneDrive

O OneDrive é uma alternativa para quem não utiliza serviços do Google:

  1. Instale o OneDrive e faça login (apps.apple.com);
  2. Escolha as fotos que deseja salvar na galeria do iPhone;
  3. Abra o menu para compartilhar;
  4. Toque em “OneDrive”;
  5. Selecione uma pasta para fazer o upload;
  6. Inicie o upload;
  7. Acesse o OneDrive pelo PC e baixe as fotos.

Passar fotos por cabo reduz a qualidade?

Não. A transferência via cabo não impacta a qualidade do arquivo da foto, desde que você não faça alterações no arquivo.

Por que algumas fotos não aparecem ao conectar o iPhone ao Windows?

Ao conectá-lo no computador, o iPhone exibe apenas os arquivos que estão salvos no armazenamento do celular. Dessa forma, é preciso baixar as fotos e vídeos salvos apenas no iCloud antes de transferi-los via cabo USB.

As fotos do iCloud ficam no PC se eu apagá-las do iPhone?

Depende. Se você criou uma cópia da foto no computador, o arquivo continua salvo normalmente após removê-lo do iPhone. Contudo, caso esteja armazenado apenas no iCloud, o arquivo é removido de todos os dispositivos sincronizados.

Google Fotos em “Economia de armazenamento” mantém a qualidade original?

Segundo o Google, as fotos maiores de 16 MP são redimensionadas para reduzir o consumo de espaço ao ativar o modo “Economia de armazenamento”. Além disso, os arquivos podem ser guardados em um formato diferente, como JPG.

O mesmo é válido para vídeos. Neste caso, os conteúdos são reduzidos para 1080p, caso ultrapassem essa resolução, e terão a “aparência próxima à do original”.

Dá para transferir fotos do iPhone para o Linux?

Sim. O caminho mais prático para baixar fotos do iPhone em sistemas baseados em Linux é através do iCloud e de outros serviços na nuvem, como o Google Fotos.

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Google cria teclado maluco que leva cada tecla até seu dedo

1 October 2026 at 14:36

O Google Japão apresentou nesta quinta-feira (1º) mais um de seus teclados experimentais e, desta vez, decidiu inverter a lógica da digitação. Chamado de Rotating Gboard Keyboard, o projeto coloca as teclas em uma espécie de esteira para que cada letra vá até o dedo do usuário.

A ideia é simples e, ao mesmo tempo, bastante absurda. Em um teclado comum, os dedos precisam percorrer as teclas até encontrar cada letra. No novo conceito do Google, basta manter a mão parada e esperar a opção desejada aparecer na sua frente.

A própria empresa brinca que os teclados convencionais ficaram "normais demais" e trata a mudança como uma espécie de "revolução copernicana" da digitação.

Teclado do Google funciona como uma esteira

O Rotating Gboard Keyboard distribui suas teclas sobre uma estrutura que gira continuamente. Portanto, se o usuário quiser digitar a letra "A", por exemplo, não precisa levar o dedo até ela: basta esperar que o "A" complete seu percurso até chegar à posição correta.

Cada esteira conta com 29 teclas e aceita letras maiúsculas e minúsculas. A proposta também favorece a digitação com apenas uma mão ou até mesmo com um único dedo, já que praticamente todo o trabalho de deslocamento fica por conta do próprio teclado.

Quem achar que uma mão parada é pouco ainda pode montar uma segunda unidade. Nesse caso, cada mão fica responsável por uma esteira diferente, o que deve tornar a experiência um pouco menos demorada e muito mais estranha.

Naturalmente, o projeto não tem a pretensão de substituir teclados convencionais no escritório. Ele faz parte da tradição de conceitos experimentais desenvolvidos pela equipe japonesa do Gboard. Veja como o periférico bizarro funciona:

Google Japão tem tradição de criar teclados bizarros

O Google Japão aproveita o dia 1º de outubro para apresentar projetos inusitados de teclado desde 2021. A escolha da data também faz parte da brincadeira: no formato mês/dia, 10/1 pode ser lido como "101", em referência aos tradicionais teclados de 101 teclas.

A iniciativa substituiu, de certa forma, as antigas brincadeiras de 1º de abril feitas pela empresa. Desde então, a divisão japonesa passou a reservar outubro para mostrar ideias pouco convencionais relacionadas ao Gboard.

O modelo rotativo deste ano mantém essa tradição e talvez seja um dos mais excêntricos já apresentados. Em vez de tentar reduzir o número de teclas, mudar o formato ou reinventar a disposição das letras, a equipe resolveu simplesmente colocar tudo em movimento.

Dá para montar o teclado em casa

Como costuma acontecer com esses experimentos, o Google não pretende vender o Rotating Gboard Keyboard. Isso não significa, porém, que ele ficará restrito aos escritórios da empresa.

O projeto foi disponibilizado como open source, o que permite que qualquer pessoa construa sua própria versão. Para isso, é claro, será preciso ter os componentes necessários, algum conhecimento técnico, bastante paciência e uma disposição considerável para transformar a tarefa de digitar em um pequeno passeio de esteira.

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Review Gears of War: E-Day | Dia da Emergência entrega beleza e brutalidade

1 October 2026 at 14:00

Em 7 de novembro de 2006, chegou às prateleiras de todo o mundo o revolucionário Gears of War, jogo exclusivo do XBOX que se destacou por seu sistema de cobertura criativo e bem-feito, seu gameplay visceral, além de revolucionar o modo online e inspirar muitos outros títulos daquela geração.

Depois de 20 anos, Gears of War: E-Day chega aos XBOX Series como uma prequel da franquia e primeiro jogo exclusivo vitalício do XBOX em anos. Além dessas responsabilidades, Marcus Fenix, Dom Santiago e companhia têm a importante missão de rechear as comemorações de 25 anos da marca, logo após Forza Horizon 6 e Halo: Campaign Evolved.

Mas, afinal, Gears of War: E-Day valeu seis anos de espera por um novo jogo da The Coalition? O título está tão impressionante quanto nos foi apresentado?

Prós

  • Ação cinematográfica;

  • Gráficos de ponta na Unreal Engine 5;

  • Jogabilidade e sistema de cobertura responsivos;

  • Variedade de inimigos;

  • Química do Esquadrão Bravo.

Contras

  • Quedas constantes de FPS em todo o jogo no XBOX Series X;

  • Problemas de áudio e dublagem;

  • Trilha sonora morna;

  • Repetitividade e reutilização de cenários;

  • Oportunidades perdidas na narrativa.

O Dia da Emergência é brutal e lindíssimo

Uma das tarefas mais difíceis para qualquer obra é conseguir atrair as pessoas em seus primeiros momentos. Nos videogames, consigo me lembrar do início brutal e caótico de The Last of Us como um dos mais marcantes de todos. Felizmente, Gears of War: E-Day segue uma linha muito parecida e entra para esse hall da fama.

O jogo se passa antes dos eventos do primeiro título, durante o Dia da Emergência, momento em que a raça subterrânea conhecida como Locust invade o planeta Sera e devasta tudo o que vê pela frente. Gears of War: E-Day, em específico, se passa na cidade de Kalona pouco tempo depois do fim da Guerra do Pêndulo, local onde Dom Santiago e Marcus Fenix dão uma pausa após a morte do irmão e companheiro Carlos Santiago, que perdeu a vida no conflito.

Gears of War: E-Day

Gears of War: E-Day começa com os dois pés na porta. Logo de início, já conhecemos o que viria a ser o Esquadrão Bravo, formado pela dupla conhecida pelos fãs, mas com a estreia de Mags Carter e Lucas Reyes. Juntos, eles precisam lidar com um cenário totalmente novo: buracos surgem do chão e criaturas não humanas atacam tudo o que veem pela frente.

Desde o primeiro momento de gameplay, a The Coalition mostrou todo o seu poderio tecnológico e pedigree na Unreal Engine 5. Embora seja um jogo linear, o que facilita as coisas, Gears of War: E-Day possui gráficos simplesmente incríveis.

Além disso, há um nível de detalhes e uma densidade de objetos no cenário de tirar o chapéu. O título conta com texturas bem complexas e detalhadas, iluminação fantástica e reflexos em superfícies como vidros e poças d’água que colocam a franquia em outro patamar gráfico. A mesma qualidade se repete nas cutscenes e na captura de movimentos, que só melhoram com o passar do jogo.

Gears of War: E-Day

É uma primeira impressão caótica, mas lindíssima, digna de um jogo da série Gears, conhecida por sua visceralidade. De início, o jogo até passa a sensação de que vai pegar emprestado elementos de terror, mas deixa essa estética rapidamente.

Ação de outro mundo

Embora os gráficos sejam um grande convite para entrar na guerra contra os Locusts, Gears of War: E-Day reitera mais uma vez que estamos falando de um jogo de ação. A The Coalition não apenas mostrou isso com takes mais cinematográficos, destruição em massa e explosões para todos os lados, como também refinou as conhecidas mecânicas da franquia.

Gears of War: E-Day entrega um sistema de cobertura ultra-responsivo e dinâmico, que permite transições fluidas entre diversas estruturas e incentiva o jogador a se locomover a todo momento para contornar as linhas inimigas. O ritmo frenético dos combates também ajuda a ressaltar a ação no jogo de tiro em terceira pessoa. A brutalidade segue o pedigree da série, com sangue, vísceras e cenas chocantes para todos os lados.

A progressão acontece de maneira linear, com algumas poucas áreas abertas, mas ainda direcionadas para a ação. O looping de gameplay alterna entre missões de suporte, combate a ondas de inimigos, defesa de posições, coleta de munição e exploração do cenário.

Gears of War: E-Day

Nesses locais mais amplos, Marcus Fenix pode realizar algumas missões paralelas que concedem modificações para o arsenal da CGO, também encontradas em baús espalhados pelo mapa. Cada arma do jogo pode contar com até quatro melhorias que mudam aspectos como dano, precisão, cartucho e coice, entre outros atributos. Os jogadores também contam com upgrades para a armadura e itens táticos como bombas de adrenalina e rastreadores de inimigos.

Essas modificações também incentivam os jogadores a explorar os mapas de Kalona para conseguir mais melhorias — o que funciona, ao menos no início do jogo. Isso porque há tantas opções de upgrades que fica até cansativo ir atrás de mais deles, sendo que vários são pouco proveitosos. Navegar pela interface das armas é outra tarefa que se torna burocrática quanto mais nos aproximamos do fim.

Seria interessante se a The Coalition optasse por um sistema mais simplificado, como vemos na franquia DOOM, por exemplo. Se o foco do jogo é a ação, o jogador não quer perder tempo lendo dezenas de descrições de melhorias das várias armas.

Locusts mais atacados do que nunca

Não teríamos ação sem os antagonistas do game. Gears of War: E-Day apresenta uma boa variedade de inimigos que permitiu à The Coalition explorar diversas situações de maneiras diferentes, embora a repetitividade ainda seja uma questão presente.

O jogo não oferece novas formas de jogar ou enfrentar os inimigos de manerias diferentes com muita frequência. São as atividades de progressão padrão: elimine os inimigos da área e continue. Contudo, pelo menos até a metade da campanha, a produtora amenizou a sensação de repetitividade ao posicionar os inimigos em locais diferentes e variar os tipos de ameaças. O level design brilha por muito tempo em Kalona, mas vai perdendo seu brilho aos poucos.

Nos trechos finais do jogo, a fórmula de combater os Locusts e prosseguir vai ficando maçante. Um fator que contribui muito para isso é a frequente reutilização de cenários. Podemos citar o Centro de Kalona, que funciona como uma espécie de hub entre as missões e pelo qual passamos pelo menos três vezes.

Gears of War: E-Day

Claro que a The Coalition se deu ao trabalho de destruir o distrito mais e mais a cada passagem do Esquadrão Bravo, mas a sensação de "já passei por aqui" deixa um tom amargo no final da experiência.

Há níveis muito legais em Gears of War: E-Day e não dá para entender por que a desenvolvedora optou por repetir alguns desses cenários. Embora isso ajude o jogador a se familiarizar com os locais, se perde o fator novidade. A equipe poderia ter usado esse espaço para introduzir novas mecânicas de combate, fugindo um pouco do padrão convencional da série.

Felizmente, essa repetitividade é interrompida pelas batalhas contra chefes e inimigos mais fortes. Logo de início, enfrentamos alguns Locusts barra-pesada e gigantescos, que ressaltam ainda mais a ação do jogo. Embora esses chefes não contem com padrões de ataque muito complexos — variando de duas a quatro ações diferentes —, monstros como um sapo gigante ou um mini-Godzilla já colocam Gears of War: E-Day em uma escala ainda maior de ação.

Esquadrão Bravo brilha no Dia da Emergência

Gears of War nunca escondeu um de seus pontos mais fortes: a dinâmica entre os protagonistas. No novo jogo, os personagens possuem uma profundidade que vai além do superficial. A química entre eles dispensa comentários, e há toda uma evolução na forma como lidam um com o outro e com as missões que lhes são atribuídas.

Logo na abertura, podemos notar os dramas pessoais dos membros. Marcus Fenix, por exemplo, perdeu seu irmão de consideração na guerra e precisa lidar com o luto a todo instante. Dom Santiago quer pendurar a armadura, mas a invasão dos Locusts gera incertezas sobre o paradeiro de sua família. Mags, uma ex-Gear, questiona a todo momento os superiores e a estrutura daquele mundo. Por fim, Lucas é o recruta inexperiente que, diferentemente de outros casos em que arquétipos assim viram mero alívio cômico, evolui ao perceber a brutalidade da guerra.

Gears of War: E-Day

Há um desenvolvimento consistente dos personagens ao longo da campanha, algo reforçado nos coletáveis que contam não apenas a história daquele mundo, mas também dos personagens que lá habitam. O grande problema é que a The Coalition abusou dos itens colecionáveis para se aprofundar na narrativa de Gears of War: E-Day, o que pode incomodar quem não gosta de ir do ponto A ao B sem justificativa clara.

Claro que estamos falando de um shooter de ação, e o tiroteio precisa ser o foco. A questão é que há várias abordagens que a desenvolvedora deixou de lado. É o caso do autoritarismo da CGO, que, embora seja abordado em diversos momentos, acaba esquecido no fim das contas. Há até um representante da organização militar que poderia ser um ótimo antagonista, em especial por suas motivações questionáveis, mas cuja trama não é tão bem explorada.

Os problemas em Kalona

Não é possível falar sobre Gears of War: E-Day sem mencionar sua qualidade gráfica impressionante. Porém, todo esse pedigree vem acompanhado de problemas de performance. Toda a campanha do Esquadrão Bravo em Kalona foi marcada por quedas constantes de FPS no XBOX Series X (mesmo no modo desempenho).

As áreas mais abertas são ainda mais críticas nesse quesito. Essa perda de rendimento se intensifica no trecho final do jogo, quando há dezenas de inimigos por todos os lados. Cheguei a enfrentar um crash inesperado nos momentos decisivos da campanha. O problema pode ser fruto da Unreal Engine 5, que ganhou má fama entre os jogadores de PC por conta de títulos lançados com otimização aquém do esperado.

Gears of War: E-Day é um jogo pesado e que deve dar trabalho em hardware menos potente. As quedas de taxa de quadros não chegam a tornar o shooter injogável, mas podem incomodar quem valoriza estabilidade.

Gears of War: E-Day

Outro ponto negativo é o design de áudio do jogo. Gears of War: E-Day conta com muitos diálogos fora das cutscenes, em especial entre os membros do Esquadrão Bravo. O grande problema é que a mixagem de som parece desalinhada: as vozes dos personagens ficam muito baixas em comparação com o som ambiente e os efeitos sonoros. Mesmo ajustando as configurações, é possível ver uma discrepância marcante.

A dublagem em português do Brasil também apresenta deslizes. Em vários momentos, ocorrem dessincronização labial, sobreposição de vozes e falas cortadas que retornam com atraso após o fim das cenas. Somado à mixagem inconsistente, ouvir uma conversa entre Marcus e Dom em meio ao tiroreio pode ser uma tarefa difícil, principalmente se as legendas estiverem desativadas.

A trilha sonora do jogo também é discreta demais. Em certos momentos, há apenas temas militares genéricos que definitivamente não marcam. Não se trata de uma trilha ruim, mas sim da ausência de faixas mais marcantes que pudessem elevar a ação visceral que Gears of War: E-Day oferece.

Gears of War: E-Day vale a pena?

Gears of War: E-Day veio com a missão de não só representar a franquia na geração do XBOX Series, mas também comemorar os 25 anos da marca XBOX. Embora os problemas de performance, áudio e repetitividade sejam um tendão de Aquiles para o Esquadrão Bravo, a The Coalition conseguiu entregar exatamente o que o fã espera de um Gears quando o assunto é temática militar e ação visceral.

Gears of War: E-Day

Não espere uma grande revolução ou a reinvenção da roda. Gears of War: E-Day é um título feito para quem valoriza a jogabilidade em primeiro lugar. O game resgata o espírito dos grandes shooters da era do XBOX 360: direto ao ponto, divertido e visceral, independentemente da história ou de outros detalhes secundários.

Os grandes acertos ainda ficam para a dinâmica do Esquadrão Bravo, a qualidade gráfica impressionante e uma direção de jogo que coloca a ação e a diversão em primeiro lugar.

*Gears of War: E-Day foi avaliado em cópia digital gentilmente cedida ao Canaltech pela XBOX Brasil

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Huawei Mate 90 estreia com câmera de encaixar e até 3 linhas ativas

1 October 2026 at 13:54

A Huawei apresentou a nova linha Mate 90 com mudanças importantes em câmeras, desempenho e conectividade. O principal destaque fica para o Mate 90 Pro Max Collector's Edition, que aceita uma câmera externa com zoom óptico contínuo de 10x e transforma o celular em um sistema fotográfico modular.

A série também estreia a tecnologia Quad-SIM Triple-Standby, com suporte para até quatro chips entre SIM físico e eSIM e três linhas disponíveis simultaneamente em standby. O catálogo inclui Mate 90, Mate 90 Pro, Mate 90 Pro Max, Pro Max Collector's Edition e o Mate 90 RS Ultimate Design.

Mate 90 ganha câmera externa com zoom óptico de 10x

A grande novidade da geração é o Huawei Ruiying Z10, um módulo de câmera que pode ser acoplado ao Mate 90 Pro Max Collector's Edition pelo sistema HyperClick.

O acessório tem câmera própria Red Maple de terceira geração e cobre distâncias focais equivalentes de 24 mm a 240 mm. Na prática, isso entrega zoom óptico contínuo de 10x, com abertura máxima variável entre f/2.0 e f/4.5.

A Huawei também oferece perfis de cores inspirados em câmeras clássicas e suporte para filtros externos. A proposta é aproximar o celular de uma câmera dedicada sem depender apenas das lentes e sensores instalados no aparelho.

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Vale destacar que o Ruiying Z10 não acompanha toda a linha Mate 90, e a compatibilidade foi anunciada para a edição Collector's Edition do Mate 90 Pro Max.

Câmeras chegam a 200 MP no Mate 90 Pro Max

Mesmo sem o módulo externo, a Huawei trouxe mudanças importantes para as câmeras da família. Toda a série usa a terceira geração da tecnologia Red Maple Primary Color, que promete uma precisão de cores 37% maior.

O Mate 90 básico tem câmera principal RYYB de 50 MP, sensor de 1/1,56 polegada e abertura variável contínua entre f/1.4 e f/4.0. O conjunto ainda inclui telefoto de 50 MP com zoom óptico de 4x e ultrawide de 40 MP.

Já o Mate 90 Pro aumenta o sensor principal para 1/1,28 polegada e mantém a resolução de 50 MP e a abertura variável. A telefoto também tem 50 MP, mas adiciona recursos para fotografia macro.

O Mate 90 Pro Max vai além. A principal de 50 MP traz tecnologia LOFIC e alcance dinâmico anunciado de 18 EV, enquanto a telefoto sobe para 200 MP. O zoom óptico permanece em 4x, com opção de 8x em qualidade óptica.

Tela chega a 12.000 nits

O Mate 90 e o Mate 90 Pro têm telas planas de 6,75 polegadas, enquanto o Pro Max aumenta o tamanho para 6,9 polegadas. Todos os modelos contam com reconhecimento facial 3D por ToF.

Nos modelos Pro e Pro Max, a Huawei usa a segunda geração da tela Linglong, com arquitetura Tandem OLED de duas camadas. O painel trabalha em conjunto com o chip dedicado Zhuque e traz otimização de imagem por IA em nível de pixel.

Segundo a fabricante, o pico de brilho pode chegar a 12.000 nits. No Pro Max, o painel Full-Color Linglong ainda oferece suporte à gama de cores BT.2020.

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 A proteção também recebeu atenção especial. Toda a família usa a terceira geração do Kunlun Glass e conta com certificações IP68 e IP69. A Huawei afirma que os aparelhos resistem a imersões de até 6 metros, além de jatos de água sob alta pressão e temperatura.

Novos chips Kirin equipam toda a linha

A Huawei dividiu a família Mate 90 entre diferentes versões dos novos chipsets Kirin, que passam a adotar a designação τ (tau).

O Mate 90 usa o Kirin 9030 Flagship τ. Segundo números da própria Huawei, ele tem CPU 13% mais rápida, GPU 54% superior e NPU 13% mais potente que o Kirin 9020.

O Mate 90 Pro sobe para o Kirin 9035 Flagship τ, com ganhos anunciados de 11% em CPU, 10% em GPU e 51% em NPU sobre o Kirin 9030.

Já o Mate 90 Pro Max usa o Kirin 9050 Pro Logic Folding τ. A Huawei destaca uma densidade de 238 milhões de transistores por mm², 28% acima da geração anterior. A versão do Pro Max com 12 GB de RAM, porém, traz o Kirin 9050 sem o sufixo Pro.

Huawei permite usar até quatro chips

Outro diferencial do Mate 90 Pro Max é o chamado Quad-SIM Triple-Standby. A tecnologia aceita quatro chips entre opções físicas e eSIM e mantém até três linhas em standby ao mesmo tempo.

A Huawei também adicionou uma antena que combina conexões Wi-Fi e celular, além de um sistema de comunicação colaborativa entre vários dispositivos e um novo modo voltado para atividades ao ar livre.

No Pro Max, a bateria chega a 6.800 mAh. O aparelho ainda traz uma tecnologia para chamadas mais discretas, com estrutura de áudio de triplo diafragma criada para reduzir o vazamento do som durante conversas.

HarmonyOS 7 traz mais recursos de IA

A família estreia com o HarmonyOS 7 e amplia a presença da assistente Xiaoyi. Entre os recursos estão um assistente para anotações, ferramentas inteligentes na galeria e o Air Transfer, que permite transferir conteúdos por gestos.

O sistema também recebeu melhorias no Huawei Share, transferência remota de fotografias e comunicação entre aparelhos com sistemas diferentes.

Na segurança, a Huawei adicionou detecção de páginas maliciosas e identificação de chamadas redirecionadas do exterior.

Huawei Mate 90 series

Mate 90 RS Ultimate Design aposta em titânio

No topo da família está o Huawei Mate 90 RS Ultimate Design. A versão tem visual próprio, com acabamento inspirado em diamante, microtextura em relevo e estrutura unibody feita em titânio polido.

O aparelho herda grande parte do hardware do Pro Max Collector's Edition, como o Kirin 9050 Pro, as câmeras avançadas, o Quad-SIM Triple-Standby e a compatibilidade com o Ruiying Z10.

O RS também oferece comunicação via satélite Tiantong e mensagens por Beidou. A Huawei retirou a opção de 20 GB de RAM disponível na geração anterior, mas agora oferece armazenamento de até 2 TB.

Preços da linha Huawei Mate 90

O Huawei Mate 90 parte de ¥ 5.999, cerca de R$ 4.633 em conversão direta. O modelo mais caro da família chega a ¥ 18.999, aproximadamente R$ 14.672. Até o momento não há informações sobre a estreia fora da China. Veja os preços locais de cada variante:

Modelo Versão Preço Conversão direta
Mate 90 12 GB + 256 GB ¥ 5.999 R$ 4.633
Mate 90 12 GB + 512 GB ¥ 6.999 R$ 5.405
Mate 90 12 GB + 1 TB ¥ 8.499 R$ 6.564
Mate 90 Pro 12 GB + 256 GB ¥ 6.999 R$ 5.405
Mate 90 Pro 12 GB + 512 GB ¥ 7.999 R$ 6.177
Mate 90 Pro 16 GB + 512 GB ¥ 8.499 R$ 6.564
Mate 90 Pro 16 GB + 1 TB ¥ 9.999 R$ 7.722
Mate 90 Pro Max 12 GB + 512 GB ¥ 9.499 R$ 7.336
Mate 90 Pro Max 16 GB + 512 GB ¥ 9.999 R$ 7.722
Pro Max Collector's Edition 16 GB + 512 GB ¥ 10.999 R$ 8.494
Pro Max Collector's Edition 16 GB + 1 TB ¥ 12.999 R$ 10.039
Pro Max Collector's Edition Kit completo ¥ 19.499 R$ 15.059
Ruiying Z10 Encaixe H1 ou H2 ¥ 5.999 R$ 4.633
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 512 GB ¥ 12.999 R$ 10.039
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 1 TB ¥ 14.999 R$ 11.583
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 2 TB ¥ 18.999 R$ 14.672

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Combina com tudo: tema clássico de Guile ganha versão épica para filme de Street Fighter

1 October 2026 at 12:57

A Paramount Pictures disponibilizou nesta quarta-feira (30) o emblemático tema do personagem Guile para o filme baseado em Street Fighter. A composição soma-se ao que já era considerada uma trilha sonora épica, o que tem potencial para elevar ainda mais a escala da produção.

O estúdio liberou a música nas plataformas Apple Music, Spotify, Amazon Music, YouTube Music, Deezer e Tidal. Quem conhece a versão original notará um solo de guitarra e algumas mudanças para se encaixar melhor em um longa-metragem — contudo, a sua “alma” continua no lugar.

Vale notar a atenção redobrada que a direção oferece ao personagem. Além de Guile estar presente em vários trailers em posição de destaque, o balde de pipoca replica o seu icônico corte de cabelo e agora a sua faixa também é divulgada como uma das principais músicas da obra.

O lutador será interpretado por Cody Rhodes (Corra que a Polícia Vem Aí e Arrow), que também possui uma carreira estelar no cenário das lutas livres profissionais do WWE. Não foi revelado o peso do seu arco na história, porém nota-se que ele terá uma participação maior do que os demais heróis. 

Toda a trilha sonora de Street Fighter, com 39 músicas, será disponibilizada no dia 16 de outubro de 2026. No Brasil, o longa-metragem estreia nos cinemas um dia antes — em 15 de outubro. A pré-venda dos ingressos já foi liberada em todo o país.

A icônica trilha de Guile em Street Fighter

Quando a internet viveu o seu auge, entre o fim dos anos 2000 e início da década de 2010, o som original que embala o estágio do personagem virou um meme por “combinar com absolutamente tudo”. 

A situação chegou a tal ponto que muitos a ouviam em versões com 10 horas de duração ou mais —- o que a tornou uma das mais reconhecíveis para toda uma geração e prolongou a fama do game para além de sua própria época.

Composta por Yoko Shimomura (reconhecida por também ser responsável pela trilha sonora de Kingdom Hearts, Xenoblade Chronicles e Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars), a canção foi incluída em Street Fighter II (1991) e permaneceu intocável por diversos games da franquia.

Para o filme, Leo Birenberg e Zach Robinson (conhecidos por seu trabalho em Cobra Kai) dizem que a artista foi uma inspiração: “Como compositores jovens, ouvimos a icônica canção de Guile feita por Yoko Shimomura mais vezes do que assistimos Os Caçadores da Arca Perdida. Esperamos que os fãs ouçam e entendam o amor e reverência que sentimos por essa música em nossa versão do tema de Guile”. 

Confira quem é quem no filme de Street Fighter e por que o elenco é tão inusitado. Se você é fã de Street Fighter 2, entenda o real significado de "Shoryuken" e outras expressões.

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CEO da XBOX nega boatos em meio a chuva de demissões: "Não estamos à venda"

30 September 2026 at 21:31

A CEO da XBOX, Asha Sharma, afirma que a companhia “não está à venda” após uma onda de demissões em massa e fechamento de estúdios. A executiva revelou que todas as movimentações fazem parte de sua proposta de “resetar” as operações da divisão.

Ao The New York Times, ela indicou que busca uma fórmula para manter o trabalho em prol dos gamers — sem perder o propósito de chegar ao topo do ranking entre as fabricantes de consoles.

“Faremos o que for necessário para alinhar a empresa para o sucesso, vamos buscar os parceiros certos, o modelo operacional mais adequado e tudo o que for preciso para atingir nossos objetivos”, afirmou Sharma. 

Contudo, ela não se desvia do assunto sobre as demissões e aponta que “há um longo caminho com a Microsoft e nós tomaremos uma visão de longo prazo”. Isso significa que apenas o tempo dirá se a estratégia da marca funcionará a partir de agora.

Em julho, ela confirmou que mais de 1.600 funcionários foram demitidos e até abril de 2027 este número seria elevado a mais de 3 mil pessoas. De acordo com a executiva, a movimentação se justifica por uma margem de lucro 10 vezes menor em comparação à sua concorrência.

XBOX Gamescom

O reset do XBOX

Muitos acreditaram que o reinício prometido da marca incluiria a venda da companhia para outra empresa, porém Asha Sharma não segue este caminho — ao menos não ainda. Rumores sobre isso já circularam no passado, mas a Microsoft não deseja abrir mão da divisão por enquanto. 

Após os gastos bilionários para adquirir a Activision Blizzard, Bethesda e mais estúdios, somados à queda de vendas do XBOX Series, problemas no Game Pass e outros desafios (como demissões, fechamento de estúdios e cancelamento de projetos), a fabricante entrou em alerta total.

A nova movimentação inclui levar a equipe da Halo Studios para a Activision e colocar o time da Obsidian sob as asas da Bethesda. Não foram revelados quais são os próximos passos, porém seu objetivo é voltar a disputar espaço com a PlayStation entre os hardwares e jogos de ponta (sem um vasto prejuízo).

Enquanto balança nos negócios, a Microsoft tenta acalmar os fãs ao mostrar como transformar discos do XBOX em jogos digitais com novo recurso. A tecnologia pode ser um indicativo de que o futuro console de mesa não rodará mídia física — assim como o PS6. 

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Xiaomi lança sensor de US$ 6 que sabe quando você abre portas e gavetas

30 September 2026 at 18:19

A Xiaomi anunciou o Door and Window Sensor 3, novo sensor inteligente capaz de identificar quando portas, janelas, gavetas ou armários são abertos e fechados. O acessório estreia na China por ¥ 44, cerca de R$ 34 em conversão direta, por meio de uma campanha de financiamento coletivo.

Além de mostrar o estado do local monitorado em tempo real, o dispositivo mantém um histórico de uso. Assim, é possível saber quantas vezes uma gaveta foi aberta durante o dia ou por quanto tempo uma porta permaneceu aberta, por exemplo.

Sensor registra abertura de portas e gavetas

O Xiaomi Door and Window Sensor 3 mantém o formato compacto característico da categoria. A ideia é instalar uma parte do dispositivo na superfície móvel e outra na estrutura fixa para que o sistema reconheça quando há abertura ou fechamento.

O acessório pode ser colocado em portas e janelas, mas também funciona em gavetas, armários, caixas organizadoras e outros locais com espaço suficiente para a instalação.

A Xiaomi ainda adicionou marcações no próprio corpo do sensor para ajudar no alinhamento entre a unidade principal e o ímã. Isso reduz a chance de erros de instalação que poderiam causar registros incorretos.

No aplicativo Mi Home, o usuário consegue consultar o estado atual do sensor, acessar o histórico de eventos e receber alertas caso alguma situação configurada como anormal seja identificada.

Bateria pode durar até três anos

Uma das principais mudanças da terceira geração está no componente responsável por detectar a abertura. A Xiaomi deixou de lado o sensor Hall usado no Door and Window Sensor 2 e adotou um sensor de magnetorresistência túnel.

Segundo a fabricante, a nova tecnologia responde mais rapidamente e consome menos energia. O resultado aparece principalmente na autonomia.

O dispositivo usa uma bateria do tipo CR2032 e promete até três anos de duração em condições típicas de uso. É um avanço considerável sobre a geração anterior, cuja estimativa era de aproximadamente um ano.

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Por outro lado, a Xiaomi removeu o sensor de luminosidade presente no Door and Window Sensor 2. Desta vez, a prioridade ficou para a autonomia e para o monitoramento de abertura e fechamento.

Sensor pode automatizar a casa

O novo dispositivo também pode fazer parte de automações no ecossistema da Xiaomi. Uma rotina pode, por exemplo, acender as luzes quando uma porta for aberta ou desligar o ar-condicionado caso uma janela fique aberta.

Também é possível configurar lembretes para fechar janelas em determinadas condições, como períodos de chuva ou umidade elevada. As rotinas precisam ser configuradas manualmente no Mi Home e dependem de outros dispositivos inteligentes compatíveis.

Para acessar o sensor à distância pelo aplicativo, é necessário ter em casa um equipamento compatível com gateway Bluetooth Mesh. A integração com outros aparelhos da marca ocorre pela plataforma Surge Intelligent Connect.

Preço e disponibilidade

O Xiaomi Door and Window Sensor 3 entra em financiamento coletivo na China em 12 de outubro, às 10h no horário local, por ¥ 44, aproximadamente R$ 34.

Após a campanha, o preço sugerido sobe para ¥ 49, cerca de R$ 38 em conversão direta. A Xiaomi ainda não divulgou planos para comercializar o novo sensor em outros mercados.

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Desbloqueio do PS5 e PS5 Pro alcança videogames desatualizados, confira

30 September 2026 at 17:36

Uma nova vulnerabilidade foi encontrada no sistema do PS5 e PlayStation 5 Pro, o que permite o desbloqueio da plataforma para rodar modificações e softwares não autorizados pela Sony Interactive Entertainment (SIE). 

O jailbreak, chamado de Relapse 13.60, funciona nos firmwares entre as versões 7.00 e 13.60. Deste modo, você pode instalar nos consoles de mesa os emuladores, softwares de modificação e até mesmo cheats — algo delicado, principalmente para jogos online.

A falha foi descoberta em setembro, mas apenas há alguns dias conseguiram contornar as restrições existentes para desbloquear um maior número de dispositivos. Contudo, a atualização 26.06-14.00.00 (a mais recente) já impede o procedimento. 

Isso significa que, se você já atualizou o seu console durante o mês de setembro, não conseguirá explorar essa vulnerabilidade. Ainda assim, outras podem ser encontradas com o passar do tempo — como já ocorreu nas últimas vezes.

É importante ter em mente que alterar o sistema ou o firmware é passível de violação dos termos de serviço do PS5 e PS5 Pro. Nestes casos, a SIE pode punir o jogador com banimentos e até o bloqueio permanente do software. 

O futuro do PS5 em risco

Os desbloqueios são uma preocupação para a Sony, porém não é a única. Recentemente, fãs também trabalham em um emulador funcional da plataforma do PlayStation 5 — que avança a passos largos, diga-se de passagem.

Na prática, além de a companhia ter de se preocupar com as falhas existentes nos consoles, ela também tenta coibir a engenharia reversa que levará a plataforma para computadores e outros dispositivos portáteis.

O jailbreak mais recente, por exemplo, poderia ser executado em todos os modelos disponíveis do PS5. Exceto por aqueles que possuíam a atualização recente, o problema se tornou amplo demais e virou uma preocupação para a SIE.

Enquanto isso, a emulação do PS5 avança rápido no PC e já coloca jogos a 30 FPS. 

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Itaú conecta agentes de IA a pagamentos online para concluir compras no chat

30 September 2026 at 16:22

O Itaú Unibanco apresentou, nesta terça-feira (29), uma solução para receber pagamentos em conversas entre consumidores e agentes de IA. A tecnologia foi desenvolvida por meio da Rede.

A novidade mira nas apostas recentes de comércio agêntico, que possibilidade realizar uma compra por meio de chatbots sem precisar mudar de app e encerrar o papo.

Segundo a instituição financeira, os agentes de IA já ajudam a pesquisar produtos, comparar opções e a montar carrinhos. A conclusão da compra nesta modalidade, por outro lado, ainda é desafio.

A novidade se concentra nessa etapa, ao oferece uma integração que conecta diferentes plataformas de IA à infraestrutura de pagamentos usada pelas lojas.

“Para quem vende, isso significa estar presente onde a compra acontece, com potencial para aumentar conversão, ampliar alcance e capturar novas oportunidades de vendas nos canais digitais impulsionados por IA”, afirmou o diretor de Recebimentos e Adquirência do Itaú Unibanco, Angelo Russomanno. “Para o consumidor, representa uma jornada mais fluida, com pesquisa, interação e pagamento no mesmo lugar.”

Integração

A solução se concentra em um sistema desenvolvido pelo Itaú que adapta os protocolos usados pelos agentes de IA às interfaces de pagamento da Rede. Isso permite que uma empresa se conecte a diferentes ambientes sem criar uma integração de pagamentos específica para cada agente.

Inicialmente, a solução aceitará apenas pagamentos com cartão de crédito. A expectativa é que outros meios de pagamento sejam incorporados no futuro.

O banco também trabalha na integração com parceiros que usam tokenização para proteger as informações do cartão inseridos no chat. Nesses casos, o agente não terá acesso aos dados completos.

Recentemente, o Itaú também liberou o ia.i, um assistente de IA em seu aplicativo para pessoas físicas.

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Fim do sonho: Rockstar ordena cancelamento de port nativo de GTA 5 para Android

30 September 2026 at 15:30

A Take-Two Interactive enviou uma notificação de cease-and-desist para a desenvolvedora Paralympics Productions, que estava envolvida na produção de um port nativo de GTA 5 para Android. Conforme o portal Android Authority, o projeto aparentemente dependia do código-fonte vazado do jogo, e não de engenharia reversa, o que pode ter posto o port em risco.

Quem já acompanha as polêmicas envolvendo a Rockstar Games e até a Nintendo já deve saber o que é um cease-and-desist. O documento é uma notificação extrajudicial que exige que uma pessoa ou organização pare de cometer atos ilegais sob ameaça de processo judicial. É um aviso prévio muito utilizado na defesa de propriedades intelectuais.

Além de encerrar a produção do port e fechar as portas do estúdio, a Take-Two Interactive também proibiu a Paralympics Productions de distribuir o código do port. O líder do port de GTA 5 para Android, Mojso, confirmou que o grupo de desenvolvimento irá encerrar suas operações a partir do próximo sábado (3).

Em uma mensagem de despedida publicada no último domingo (8), Mojso agradeceu "pela misericórdia da Take-Two" e se desculpou com os jogadores por não conseguir levar o port de GTA 5 para Android adiante. "Obrigado a todos que nos apoiaram durante momentos difíceis e durante o longo desenvolvimento. Sinto muito por não atender às suas expectativas e por deixá-los na mão."

Hoje, para conseguir rodar GTA 5 em um celular, os jogadores recorrem a emuladores como o Winlator, que permite rodar a versão de PC do jogo na arquitetura x86 no Android. O processo, no entanto, é bem pesado. Mojso e sua equipe, porém, pretendiam fazer uma compilação do título e rodá-lo nativamente no celular, com FPS mais alto, melhor controle de temperatura e jogabilidade ajustada para touchscreen. Havia também um port nativo de GTA 5 para o Nintendo Switch em estágio iniciais em desenvolviemnto.

Contudo, o projeto da Paralympics Productions aparentemente utilizava o código-fonte vazado de GTA 5 no fim de 2023. Além disso, a Rockstar possui uma política dura sobre modding de seus jogos e proteção de suas propriedades intelectuais.

Projetos de GTA 5 seguem vivos

Apesar das más notícias para quem esperava GTA 5 no Android, o jogo lançado pela Rockstar há 13 anos segue na mira de modders e da comunidade de emulação. Recentemente, um emulador de PS5 impressionou ao rodar a versão de GTA 5 a até 60 FPS no computador.

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Como deixar o Android mais rápido: limpeza de cache, memória e liberação de espaço

30 September 2026 at 15:01

Um celular Android pode ficar lento por falta de espaço ou até problemas em um aplicativo ou no sistema. Por isso, é importante fazer uma limpeza no celular e até buscar atualizações para resolver problemas.

Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em setembro de 2026, no Android 16.

Por que o celular Android fica lento?

Há diversos fatores que podem causar lentidão do celular, como o armazenamento lotado. De acordo com o Google, o aparelho pode começar a apresentar problemas quando houver menos de 10% de espaço livre.

Falhas em apps ou no sistema também tendem a trazer episódios de travamento. Nestas situações, é necessário buscar por um atualização ou, no caso de apps, removê-lo para resolver o problema.

Além disso, há casos em que o aparelho não possui recursos suficientes para executar tarefas que dependem de chips mais poderosos e mais RAM, como geralmente ocorre com jogos com gráficos avançados.

Como liberar espaço no Android

Existem diversas formas para esvaziar o armazenamento do celular. Entre elas, remover apps sem uso, apagar arquivos desnecessários e duplicados, sincronizar fotos e vídeos no Google Fotos, entre outros.

1. Apague apps do Android

A remoção de apps sem uso, além de abrir mais espaço, reduz o consumo de recursos do celular. Afinal, a RAM deixa de ser utilizada pelo aplicativo, garantindo mais memória livre no aparelho.

Veja como desinstalar apps no Android:

  1. Entre nas configurações do celular;
  2. Acesse o menu “Aplicativos”;
  3. Filtre os apps pelo tamanho;
  4. Selecione o app;
  5. Aperte em “Desinstalar”.

    Como apagar apps no Android

Cabe ressaltar que, antes de removê-los, é recomendável verificar se o software guarda arquivos ou informações que não podem ser recuperados posteriormente. Assim, você evita perda de dados.

2. Remova arquivos duplicados ou sem uso

O app Files do Google reúne sugestões de limpeza e permite localizar arquivos grandes, duplicados, capturas de tela e downloads. Veja como usá-lo:

  1. Abra o Files do Google (play.google.com);
  2. Acesse o menu lateral;
  3. Entre em “Liberar espaço”;
  4. Siga as recomendações do app de acordo com suas necessidades.

    Como remover arquivos duplicados ou sem uso no Android

Fabricantes, como a Samsung e a Xiaomi, também oferecem recursos próprios para revisar o armazenamento e apagar dados desnecessários.

3. Sincronize suas fotos no Google Fotos

O Google Fotos permite armazenar fotos e vídeos na nuvem. Assim, você pode, posteriormente, remover os arquivos do aparelho para garantir mais espaço.

Veja como liberar o espaço de fotos sincronizadas no app do Google:

  1. Entre no Google Fotos (play.google.com);
  2. Toque na sua foto de perfil;
  3. Vá em “Liberar espaço neste dispositivo”;
  4. Toque em “Liberar”;
  5. Se solicitado, permita a remoção;
  6. Aguarde o processo ser concluído.

4. Revise as mensagens do WhatsApp

O WhatsApp também tende a ocupar um espaço precioso no celular, caso troque muitas fotos e vídeos pelo mensageiro. Por isso, é importante remover arquivos pesados recebidos em conversas:

  1. Abra as configurações do WhatsApp;
  2. Vá em “Armazenamento e dados”;
  3. Acesse o menu “Gerenciar armazenamento”.

Agora é só verificar as recomendações oferecidas pelo mensageiro e remover os dados que não têm mais utilidade ou estão duplicados, por exemplo. Mas lembre-se de, antes, fazer um backup das informações importantes.

5. Limpe o cache de apps

A limpeza de cache, além de liberar espaço no celular, ajuda a resolver problemas em aplicativos. Veja como removê-lo:

  1. Abra as configurações do sistema;
  2. Entre em “Aplicativos”;
  3. Selecione um aplicativo;
  4. Entre em “Armazenamento”;
  5. Aperte o botão “Limpar cache”.

Quando vale a pena limpar o cache?

O cache ajuda os aplicativos a carregar conteúdos que você já acessou. Se um app começou a falhar ou ficou lento, limpar seu cache pode ajudar.

Essa, no entanto, é uma medida pontual e que não tende a abrir um espaço considerável no celular. Se o principal problema é armazenamento cheio, revisar fotos, vídeos, downloads e apps instalados tende a trazer um resultado mais duradouro.

Como remover ou desativar aplicativos pré-instalados

Aparelhos com Android são comercializados com aplicativos pré-instalados tanto do Google quanto da fabricante. Em alguns casos, é possível removê-los pelas configurações do sistema.

Em outros, o usuário não possui permissão para removê-lo do celular. Contudo, é possível desativá-lo para evitar a execução em segundo plano, caso não utilize-o:

  1. Entre nas configurações do celular;
  2. Acesse o menu de apps;
  3. Entre na página do app desejado;
  4. Aperte em “Desativar”.

Para reativá-lo, basta repetir o procedimento.

O que é bloatware?

Bloatware é o nome dado a aplicativos que já vêm instalados no aparelho e que podem ser desnecessários para quem o utiliza. Alguns são oferecidos pelo fabricante ou por parceiros comerciais, enquanto outros têm funções importantes para o sistema.

Por isso, a presença de um app de fábrica, por si só, não significa que ele deva ser removido. Em muitos casos, vale destacar, a desinstalação desses programas tende a causar problemas no celular.

Como gerenciar a memória RAM do celular

O Android administra a RAM automaticamente para garantir o funcionamento do celular. Assim, não é necessário utilizar aplicativos para controlar a memória e fechá-los ao encerrar o uso, muito menos limpá-la frequentemente.

Como o Android usa a RAM e os aplicativos em segundo plano

Quando você sai de um aplicativo, o Android pode mantê-lo pronto para abrir novamente com rapidez. Porém, se outra tarefa demandar mais memória, o sistema encerra os processos guardados em segundo plano automaticamente.

“Mesmo que você não feche os apps, não ficará sem memória ou bateria. O Android gerencia esses itens automaticamente”, explica o Google.

Qual é a diferença entre armazenamento, cache e memória RAM?

O armazenamento é responsável por guardar aplicativos e arquivos, como fotos e vídeos, enquanto a RAM mantém processos em uso ou prontos para serem retomados. Já o cache reúne dados temporários que os apps usam para carregar conteúdos.

Portanto, apagar um vídeo e esvaziar o cache libera armazenamento, enquanto fechar um aplicativo afeta a RAM naquele momento, por exemplo.

É preciso fechar os apps após o uso?

Não. O gerenciamento de apps é realizados pelo próprio Android, automaticamente.

RAM Plus e recursos semelhantes deixam o celular mais rápido?

Recursos como RAM Plus, RAM Boost e Extensão de memória usam parte do armazenamento interno como memória virtual. Eles podem ajudar, mas não transformam o armazenamento em RAM física nem garantem jogos ou tarefas mais rápidos.

O que mais pode melhorar o desempenho do Android?

Confira outras dicas para melhorar o desempenho do celular:

1. Atualize os apps

Além de novos recursos, as atualizações levam melhorias para deixar os apps mais estáveis, mais seguros e mais rápidos. Portanto, é importante verificar se há novas versões disponíveis na Play Store:

  1. Entre na Play Store;
  2. Toque na sua foto de perfil;
  3. Vá em “Gerenciar apps e dispositivos”;
  4. Acesse o menu de atualizações;
  5. Atualize o app ou aperte em “Atualizar tudo”;
  6. Aguarde os apps serem atualizados.

    Como atualizar apps no Android

2. Atualize o sistema

O mesmo é válido para o sistema operacional. Para mantê-lo atualizado, faça o seguinte:

  1. Entre nas configurações;
  2. Vá em “Atualização de software”;
  3. Procure por novas atualizações;
  4. Caso disponível, instale o update.

3. Use os recursos de manutenção do próprio aparelho

Algumas fabricantes reúnem informações sobre armazenamento, bateria e memória em um assistente do aparelho. Nos celulares da Samsung, por exemplo, a área Assistência do aparelho permite revisar arquivos, acessar opções de otimização e até verificar se há vírus no celular.

Vale a pena restaurar o celular?

A restauração apaga todos os dados do celular de maneira irreversível. O procedimento, portanto, é indicado para casos mais extremos, como falhas no sistema ou até mesmo vírus.

Limpar o cache apaga fotos, conversas ou arquivos?

Em geral, a opção Limpar cache remove dados temporários do aplicativo. Ela é diferente de Limpar dados ou Limpar armazenamento, que pode apagar informações guardadas pelo app.

É preciso limpar o cache com frequência?

Não. A limpeza é indicada quando um aplicativo apresenta falhas ou quando seus arquivos temporários ocupam espaço que você precisa recuperar.

Fechar todos os aplicativos libera RAM e acelera o celular?

Fechar apps libera a memória que eles ocupavam naquele momento. Contudo, o Android já administra processos em segundo plano conforme a necessidade.

RAM Plus substitui a memória RAM física?

Não. O recurso usa armazenamento interno como memória virtual e pode ajudar a manter apps disponíveis para retomada. Ele não oferece a mesma velocidade da RAM física nem representa um aumento equivalente de desempenho.

Desativar um aplicativo pré-instalado libera espaço?

Não. Desativar restringe o uso do app, mas não equivale a desinstalá-lo.

Qual é a diferença entre limpar cache e os dados do app?

A limpeza de cache remove de arquivos temporários enquanto a limpeza de dadosredefine o app e apaga ajustas, sessões de login e conteúdos salvos no dispositivo.

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Wi-Fi 8 já é testado no Brasil e promete internet mais estável em casa

30 September 2026 at 14:45

O Wi-Fi 8 já começou a ser testado no Brasil e promete melhorar principalmente a estabilidade da internet dentro de casa. A Qualcomm e a TIM realizaram uma demonstração da nova tecnologia no TIM Lab, laboratório da operadora no Rio de Janeiro.

Ainda em desenvolvimento, o novo padrão é baseado na especificação IEEE 802.11bn e segue uma proposta diferente das gerações anteriores. Em vez de priorizar apenas velocidades maiores, o Wi-Fi 8 concentra esforços em tornar a conexão mais confiável, especialmente em casas com muitos aparelhos conectados.

Wi-Fi 8 quer acabar com conexão instável dentro de casa

A principal proposta do Wi-Fi 8 é a chamada Ultra High Reliability, ou Ultra Alta Confiabilidade. Na prática, o padrão deve melhorar a cobertura dentro da residência, reduzir interferências entre dispositivos e aproveitar melhor o espectro disponível.

Esses avanços também podem diminuir a latência em atividades mais sensíveis a atrasos, como jogos online, videoconferências e streaming. Redes mesh também devem se beneficiar, com uma comunicação mais eficiente entre os diferentes pontos de acesso instalados pela casa.

Outra promessa é melhorar a eficiência energética dos aparelhos conectados. Isso ganha importância com o aumento do número de dispositivos de casa inteligente ligados à mesma rede, como câmeras, TVs, lâmpadas, fechaduras e eletrodomésticos.

Roteador combina Wi-Fi 8, fibra e inteligência artificial

Na demonstração feita no Brasil, Qualcomm e TIM utilizaram um HGU, nome dado ao equipamento que concentra as funções de modem e roteador residencial, equipado com as plataformas Dragonwing F8 ou Dragonwing FiberPro A8 Elite, da Qualcomm.

O equipamento reúne Wi-Fi 8, XGS-PON e inteligência artificial em uma mesma arquitetura. A tecnologia XGS-PON é utilizada em redes de fibra óptica e suporta conexões de alta velocidade tanto para download quanto para upload.

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 Outro ponto importante é a compatibilidade com Wi-Fi 7 e gerações anteriores. Isso significa que a chegada do Wi-Fi 8 não exige a troca imediata de todos os dispositivos da casa. Celulares, TVs, notebooks e outros aparelhos mais antigos ainda poderão se conectar normalmente, enquanto produtos compatíveis com o novo padrão poderão aproveitar seus recursos mais avançados.

Entre os recursos demonstrados também está o Dynamic Subband Operation, ou DSO. A tecnologia busca distribuir melhor os recursos de rádio da rede. A Qualcomm ainda trabalha em uma versão própria chamada DSO Pro, que adiciona algoritmos e otimizações de software ao recurso previsto no padrão.

A empresa também apresentou a plataforma Security and Management, ou SAM, voltada à segurança da rede doméstica. O sistema reúne funções para monitorar os dispositivos conectados, controlar acessos e ampliar a proteção da rede.

Quando o Wi-Fi 8 chega ao Brasil?

Apesar dos testes, a TIM ainda não anunciou uma oferta comercial com Wi-Fi 8. A operadora destaca que a demonstração serve, neste momento, para estudar a tecnologia e entender como os novos recursos podem ser aplicados às redes residenciais.

Qualcomm e TIM avaliam agora testes em ambientes reais, com diferentes cenários de uso. A chegada comercial do Wi-Fi 8 é esperada apenas para os próximos anos e ainda depende do avanço da padronização, além da disponibilidade de roteadores, celulares, computadores e outros dispositivos compatíveis.

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Mais telas e interação: por que os periféricos ganharam protagonismo

30 September 2026 at 14:33

Nunca tivemos tantos dispositivos ao nosso redor. Computadores, notebooks, smartphones, tablets e monitores fazem parte de  praticamente todos os momentos da nossa rotina. Mas, em meio a tantas telas, existe uma parte da experiência digital que merece mais atenção: a forma como interagimos com elas. 

É nesse ponto que os periféricos ganharam protagonismo. Mouse, teclado, headset, webcam e outros dispositivos deixaram de ser simples complementos do computador. Eles são a interface entre a pessoa e a tecnologia e influenciam diretamente a maneira como trabalhamos, nos comunicamos e criamos. 

Essa mudança acompanha uma transformação importante na rotina. Já  não estamos necessariamente diante de um único computador, em um único espaço, durante todo o dia. Alternamos entre dispositivos, ambientes e tarefas, e esperamos que a tecnologia acompanhe esse movimento sem criar novas barreiras. 

Conectividade e personalização ganham espaço

Por isso, conectividade, personalização, conforto e facilidade de uso  passaram a ser tão importantes quanto as especificações técnicas. A tecnologia precisa se adaptar à maneira como cada pessoa trabalha, e não exigir que todos trabalhem da mesma forma. Essa é uma das razões pelas quais soluções capazes de conectar diferentes dispositivos e  personalizar funções ganharam espaço.

O próprio crescimento dessa categoria ajuda a dimensionar sua relevância. A Logitech envia globalmente mais de 3,5 milhões de produtos por semana, resultado de uma presença que acompanha diferentes formas de trabalhar, criar e se conectar. 

Mas escala, por si só, não explica a evolução dos periféricos. O design também passou a ocupar um papel central. Desde 2015, a Logitech recebeu mais de 250 prêmios internacionais de design e foi reconhecida  duas vezes pela Fast Company entre as empresas mais inovadoras em  design. 

Isso reflete uma mudança de expectativa. Hoje, as pessoas não procuram apenas uma ferramenta que funcione. Esperam que ela seja confortável, intuitiva, eficiente e que faça sentido dentro da sua rotina. 

Essa discussão também passa pela criatividade. Quanto mais digital se torna o processo de criação, maior é a importância da ferramenta que transforma uma ideia em ação. Uma interação mais fluida pode significar menos interrupções e mais espaço para aquilo que realmente importa:  pensar, criar e resolver problemas. 

Talvez seja esse o verdadeiro papel dos periféricos na era das múltiplas telas. Eles não competem com a tela nem com o computador. São justamente o que permite que toda essa tecnologia seja utilizada de maneira mais natural. 

Se continuaremos adicionando novas telas à nossa rotina, não deveríamos dedicar a mesma atenção à forma como interagimos com elas?

Confira também 6 dicas para limpar seu PC e periféricos e renovar seus equipamentos. 

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Como transformar discos do XBOX em jogos digitais com novo recurso?

30 September 2026 at 14:10

O XBOX anunciou na noite desta terça-feira (29) que o recurso disc-to-digital está disponível para todos os jogadores do XBOX One e XBOX Series X, após ficar restrito a membros do XBOX Insider no fim de agosto. A funcionalidade em questão permite que os jogadores adquiram a licença de jogos em disco e a adicionem à sua biblioteca digital.

O disc-to-digital inclui diversas vantagens, como eliminar a necessidade de trocar mídias físicas para jogar. O recurso também permite acessar benefícios digitais, como o XBOX Play Anywhere, que possibilita jogar um título adquirido no XBOX no PC e na nuvem, além do XBOX Cloud Gaming.

Na página de suporte da funcionalidade, a Microsoft explica que o disc-to-digital é elegível apenas para jogos em mídia física do XBOX One e XBOX Series X. Ou seja, não há suporte para o XBOX 360 ou discos do primeiro console da marca. A empresa também ressalta que essa elegibilidade pode mudar com o tempo devido a diversos motivos, entre eles aspectos técnicos, de licenciamento, publicação e fabricação.

É importante notar que nem todos os jogos possuem suporte ao recurso. A Square Enix, por exemplo, é uma das empresas que parece não permitir a conversão de seus jogos físicos em uma licença digital.

Vale notar que a licença está atrelada ao disco físico do jogo. Ou seja, caso você perca a mídia física, empreste, doe ou a venda, o acesso às licenças digitais pode ser revogado e transferido para o novo usuário que detém o disco. Outro ponto importante é que ainda será possível jogar pelo disco, mesmo que você tenha resgatado a licença digital do jogo específico.

Como resgatar uma licença digital a partir do disco no XBOX

Pode dar um pouco de trabalho resgatar uma licença digital a partir de um jogo em mídia física do XBOX caso você tenha uma coleção grande de discos em casa. Antes de saber se seus jogos são elegíveis para o recurso disc-to-digital, a Microsoft recomenda que os jogadores desativem a opção "Reproduzir disco automaticamente".

XBOX Mídia física

Isso porque, quando colocamos um disco no XBOX e a opção está ativada, o jogo começa a baixar as atualizações existentes, o que pode atrapalhar quem quer adquirir licenças de muitos títulos. Para contornar esse pequeno problema, basta:

  1. Pressionar o botão XBOX e acessar Perfil e sistema > Configurações;

  2. Ir para a aba Dispositivos e conexões > Disco;

  3. Desmarcar a opção Reproduzir disco automaticamente.

Agora, com o obstáculo fora do caminho, já é possível obter a licença digital dos seus jogos:

  1. Insira o disco do jogo em um XBOX One com leitor de disco ou no XBOX Series X (certifique-se de estar conectado à conta de usuário correta);

  2. Na dashboard do XBOX, selecione o jogo desejado com o botão Menu/Start;

  3. Selecione a opção Obter licença digital e, em seguida, Resgatar;

  4. Aguarde a notificação informando que você recebeu a sua licença digital;

  5. Por fim, caso o jogo tenha suporte ao recurso, basta ejetar o disco e aproveitar o título na sua biblioteca digital.

Os jogos digitais adquiridos via mídia física contarão com um pequeno ícone de disco no canto inferior esquerdo da arte dos títulos no XBOX. O símbolo também estará presente na sua biblioteca de jogos no aplicativo do XBOX no PC, caso os títulos em questão tenham suporte ao XBOX Play Anywhere.

É possível que, no processo de resgate da licença digital, os usuários enfrentem problemas. Caso você receba mensagens como "Este disco não suporta uma licença digital", "Não foi possível conceder uma licença digital" ou "Licença de disco indisponível", pode ser que o disco esteja com mau funcionamento ou danificado, que a tecnologia da mídia seja incompatível ou que o jogo simplesmente não esteja incluso no programa disc-to-digital.

Disc-to-digital do XBOX é um tapa na cara do PlayStation

O recurso disc-to-digital do XBOX foi revelado pouco depois da Sony anunciar o fim da mídia física do PlayStation a partir de 2028. A decisão da empresa japonesa gerou uma grande revolta entre os jogadores e fãs da marca.

vezes em que empresas de games tentaram matar a mídia física

Apesar dos muitos benefícios do recurso disc-to-digital, este pode ser mais um indicativo de que estamos caminhando para o fim da mídia física nos games. É o que defende o editor-chefe do portal Windows Central, Jez Corden. Ele sugeriu que o colapso na fabricação de leitores força o XBOX a acelerar a transição para os jogos digitais.

De qualquer maneira, essa não parece ser uma decisão definitiva nem para o XBOX nem para o PlayStation. A Microsoft quer saber se o público compraria o Project Helix sem leitor de disco por meio de pesquisas enviadas aos usuários do XBOX. Já a Sony tem consultado desenvolvedores após a revolta causada pelo fim dos discos no PS5.

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JBL lança fone para crianças que não tampa os ouvidos e limita o volume

30 September 2026 at 13:56

A JBL ampliou sua linha de produtos infantis no Brasil com o lançamento do JBL Junior Free, seu primeiro fone sem fio open-ear desenvolvido especificamente para crianças. O modelo não bloqueia o canal auditivo e ainda limita automaticamente o volume a 85 dB.

A proposta é permitir que a criança ouça músicas, assista a vídeos ou participe de aulas sem perder completamente a percepção do ambiente ao redor. O Junior Free chega ao mercado brasileiro por R$ 349, nas cores verde-água e pêssego.

Fone da JBL deixa os ouvidos livres

O principal destaque do JBL Junior Free é a tecnologia JBL OpenSound. Diferente de um fone intra-auricular tradicional, o acessório não entra no canal auditivo nem cria uma vedação completa.

O áudio fica direcionado para os ouvidos, mas a criança ainda consegue escutar pessoas próximas e outros sons do ambiente. Isso pode ser especialmente útil em situações nas quais a percepção externa é importante.

A JBL também inclui o recurso Safe Sound, que impede que o volume ultrapasse os 85 dB. Os pais ainda podem definir um limite abaixo desse patamar pelo aplicativo JBL Headphones.

O app também permite estabelecer um tempo máximo diário de uso e consultar dados sobre os hábitos de escuta da criança. Há informações sobre tempo e volume em uso, além de relatórios diários e semanais.

JBL Junior Free

Para evitar que essas configurações sejam alteradas pela própria criança, os controles parentais podem ser protegidos por um código PIN.

Design foi adaptado para crianças

A estrutura do JBL Junior Free combina silicone macio com um arco de pescoço e uma armação de metal com memória de titânio. Segundo a JBL, a construção busca oferecer flexibilidade e estabilidade durante o uso.

O fone pesa apenas 24,6 gramas e conta com botões físicos maiores, que facilitam a identificação dos comandos pelas crianças.

A embalagem também dispensa plástico e pode ser reaproveitada como suporte para outros dispositivos. O kit ainda acompanha adesivos para personalizar o visual do fone.

O Junior Free possui microfone integrado para chamadas, o que também permite seu uso em conversas com familiares, amigos ou professores.

Bateria dura até 10 horas

A JBL promete até 10 horas de reprodução de músicas com uma única carga. Para chamadas, a autonomia estimada cai para até oito horas.

O carregamento completo leva aproximadamente duas horas por USB-C. Já o recurso Speed Charge promete até três horas extras de reprodução após apenas 10 minutos conectado à tomada.

O fone usa Bluetooth e também oferece conexão Multi-Point, que permite manter o acessório conectado a mais de um dispositivo compatível.

Preço e disponibilidade

O JBL Junior Free chega ao Brasil em setembro pelo preço sugerido de R$ 349. O modelo será vendido nas cores verde-água e pêssego.

Ficha Técnica do JBL Junior Free

JBL Junior Free Especificações
Tipo Fone infantil open-ear sem fio
Conectividade Bluetooth e Multi-Point
Aplicativo JBL Headphones
Limite de volume Até 85 dB
Microfone 1 microfone integrado
Resposta de frequência 20 Hz a 20 kHz
Peso 24,6 g
Bateria para músicas Até 10 horas
Bateria para chamadas Até 8 horas
Recarga rápida 10 minutos para até 3 horas de uso
Tempo de recarga Aproximadamente 2 horas
Cores Verde-água e pêssego
Preço sugerido R$ 349

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GTA 6 ganha enxurrada de detalhes; veja todas as novidades reveladas

30 September 2026 at 13:35

A Rockstar divulgou diversos detalhes de GTA 6 nesta terça-feira (29), que especificam aos jogadores um pouco mais do que encontrarão no mapa — seja de variações climáticas e comportamento de NPCs, seja de presença da vida animal e o tamanho do seu mapa.

Como a prévia já revelava, as tempestades e furacões foram confirmados no título. Apesar de não revelar como o sistema de clima funcionará, o estúdio também afirmou que os fãs podem esperar por “nuvens pesadas, ventos fortes, atmosfera densa e muita chuva”.

Além disso, é dito que o ambiente será dinâmico e localizado. Na prática, você conseguirá ver a tempestade à distância, além de contar com a presença de poças e até arco-íris. As mecânicas de vento permitirão enxergar movimentos de cabelo, objetos e até ondulações na água.

Somada à iluminação, GTA 6 apresentará diferenças expressivas para dias ensolarados, com neblina, céu com nuvens e agirá em noites tempestuosas com raios e relâmpagos. 

O mapa de GTA 6

Uma das grandes novidades reveladas pela Rockstar é em relação ao mapa. De acordo com o estúdio, ele possui seis regiões distintas: Vice City, Leonida Keys, Grassrivers, Port Gellhorn, Ambrosia e Moint Kalaga National Park.

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O chefe do Rockstar North, Aaron Garbut, revelou que a região será duas vezes maior do que a vista em Grand Theft Auto V. Um dos principais fatores que a desenvolvedora destacou é a densidade de objetos no interior e exterior dos lugares. 

Outro aspecto importante é que gangues diferentes atuam em locais distintos. Um grupo de motoqueiros, por exemplo, tem o controle sobre o mundo do crime em Ambrosia — que representa a área rural de Leonida. 

A história de GTA 6 ajudará os jogadores a transitar por todas as regiões, com capítulos que te levarão para cada uma delas conforme avança. Isso auxiliará a explorar o que cada uma esconde, do mesmo modo que mostrará o contraste entre a comunidade pobre e rica do jogo.

As interações de Grand Theft Auto

A viagem rápida também foi confirmada no próximo game, mas o jogador poderá “pular” diretamente em um carro de aplicativo. Em corridas compartilhadas, será possível ver Jason e Lucia interagirem de formas diferentes com outros passageiros.

Além disso, será possível fazer o famoso “doomscroll” (passar vídeos ou postagens de forma infinita nas redes sociais) no app Snapmatic — paródia do Instagram. Contudo, não será possível publicar fotos e vídeos na plataforma. 

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A Rockstar revelou que, entre as atividades que poderão ser realizadas em GTA 6, estão bilhar, academia, caiaque, mini golf, base jumping, mergulho, corrida de rua e off-road, visitas a zoológicos e pilotar aerobarcos e jet skis. 

Possivelmente existirão outras, mas o estúdio não divulgou o que esperar no seu lançamento. Vale notar que outras podem ser adicionadas via atualização, o que permitirá expandir o leque para novos recursos — principalmente no futuro modo online.

A vida em Vice City

A desenvolvedora também confirmou a presença de mais de 170 espécies animais diferentes — entre pássaros, mamíferos, peixes, répteis e outras criaturas marinhas. No mar, os jogadores poderão encontrar tubarões, baleias, águas-vivas e outros seres que terão um comportamento “único”. 

Assim como Red Dead Redemption 2 (2018), os jogadores também poderão rastrear a presença de bichos raros pelo mapa. Apesar da revelação, não foram detalhados quais serão encontrados assim e se existirão espécimes em extinção na experiência.

Por falar em similaridades com RDR2, GTA 6 também trará um sistema de caça. Em uma das capturas de tela, é possível ver Jason com um rifle enquanto se aproxima de cervos, no entanto a Rockstar não detalhou o que mais poderá fazer nesta atividade.

Em relação aos protagonistas, tudo será uma questão de escolha. Da forma como decide assaltar os lugares, despistar a polícia e roubar carros, as opções são variadas e podem acionar sistemas únicos — como ferramenta para concluir o objetivo, desarme de sistema de segurança e outros.

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O mesmo vale para o relacionamento, que definirá o rumo que a história seguirá. A Rockstar revelou que haverá decisões grandes e pequenas que impactam o casal e toda a trama no geral. Assim, reforçam que o fator replay será importante para conhecer todas as nuances de GTA 6.

Veja também a lista completa dos 89 veículos confirmados e marcas de GTA 6. Inclusive, o game carrega mais uma polêmica: a caixa de colecionador de GTA 6 custa R$ 2 mil, mas não tem o jogo.

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Fã faz Super Mario 64 rodar no Super Nintendo com "gambiarra" incrível

30 September 2026 at 12:01

Um fã criou uma versão de Super Mario 64 capaz de rodar no Super Nintendo, de forma basicamente fiel ao projeto original lançado em 1996. Exceto pelos gráficos, os cenários e gameplay permaneceram intactos para os jogadores.

O canal do YouTube Game of Tobi demonstrou como a iniciativa alcançou um resultado positivo — apesar de ter mexido no motor gráfico, os assets foram mantidos e ele funciona adequadamente por meio do chip Super FX (que garante gráficos tridimensionais).

O trabalho não foi disponibilizado ao público, mas já alcançou atenção suficiente para receber diversos pedidos para a liberação de um link para download. Assim, os usuários poderiam jogá-lo em emuladores ou no próprio SNES.

Porém, o fã não deseja permitir o acesso até Super Mario 64 estar com um desempenho aceitável — algo que pode demorar a ocorrer, já que o youtuber desenvolve melhorias apenas em suas horas vagas. Logo, você terá de esperar para vê-lo no seu console.

Além disso, por terem uma performance similar, o emblemático título do encanador também pode ser adaptado para o Game Boy Advance futuramente. Contudo, Game of Tobi ainda não pensa em portar a aventura para outras plataformas.

Os ports para SNES

É interessante notar que muitos projetos envolvem o procedimento de “demake” — que recria a experiência do zero, para um determinado videogame antigo. Sucessos como Portal, Disco Elysium e No Man’s Sky já receberam esse tratamento.

Contudo, Super Mario 64 segue outro caminho. O fã pegou o título original e apenas “comprimiu” o que pôde para fazer o formato caber em um cartucho de Super Nintendo. Exigiu uma “gambiarra”, mas o importante é que tudo funcionou bem.

Esta não é a primeira vez que ele se aventura nesse território. Em vídeos anteriores, o criador de conteúdo já tinha portado Minecraft para o SNES — o que envolvia até uma versão reduzida do Nether. Assim, mantém o sistema vivo, 36 anos após seu lançamento. 

É curioso ver que, mesmo com o passar do tempo, ainda há pessoas que continuam a desvendar as nuances do sistema. O criador do ZSNES revela como obsessão deu origem ao emulador clássico.

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Apple prepara novo Vision Pro mais leve, mas pode abandonar o formato atual

28 September 2026 at 14:24

A Apple já trabalha em uma nova geração do Vision Pro com o objetivo de reduzir um dos principais incômodos do headset atual: o peso sobre o rosto. No entanto, a mudança pode ser mais profunda do que uma simples troca de materiais, já que a empresa avalia até abandonar o formato atual em favor de um aparelho com processamento externo.

Segundo informações da Bloomberg, o projeto é conhecido internamente pelo codinome N224 e ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento. A expectativa é que o novo Vision Pro chegue ao mercado entre o final de 2028 e o começo de 2029.

O N224 sucede uma iniciativa anterior, chamada N100, que teria dado origem a uma espécie de "Vision Air". Esse modelo teria construção mais leve e preço reduzido, mas a Apple desistiu do projeto no ano passado.

Desta vez, a prioridade parece ser diferente. O N224 não precisa necessariamente ser um Vision Pro barato, mas deve tentar reduzir o tamanho e o peso sem abrir mão da experiência de um produto topo de linha. Ainda assim, há possibilidade de que o preço fique abaixo do cobrado pela geração atual.

Apple testa quatro caminhos para o novo Vision Pro

A Apple ainda não decidiu como será o aparelho e trabalha com quatro conceitos diferentes. Uma das propostas mais ousadas separa parte dos componentes do headset e os transfere para um pequeno módulo externo.

O Vision Pro atual já usa uma bateria conectada por cabo, mas a nova abordagem iria além e também colocaria o processamento nesse módulo. Com menos componentes dentro do headset, seria possível aliviar justamente o peso sustentado pela cabeça do usuário.

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 A ideia lembra a estratégia adotada pela Meta em seus novos óculos de realidade virtual. Para a Apple, porém, esse caminho ainda exigiria avanços em eficiência energética e controle térmico para que o módulo externo não se torne grande ou quente demais.

A proposta também não é consenso dentro da companhia. Parte dos executivos prefere manter um formato "all-in-one", com o processamento integrado ao próprio headset.

Formato atual ainda pode sobreviver

Outra possibilidade em estudo mantém o desenho oval característico do Vision Pro. Nesse caso, a Apple tenta diminuir o peso principalmente por meio dos materiais usados na construção.

Entre as opções avaliadas estão plástico, titânio e outros metais mais leves. A estratégia permitiria preservar boa parte do conceito atual, mas com mudanças suficientes para tornar o dispositivo mais confortável em sessões prolongadas.

A evolução dos chips da própria Apple também pode ajudar nessa tarefa. A expectativa é que processadores futuros, como um eventual A20 Pro, tenham potência suficiente para executar o visionOS com desempenho superior ao M5 atual, mas com menor consumo de energia e sem necessidade de refrigeração ativa.

Como o lançamento ainda está distante, nenhum dos quatro conceitos está definido como versão final. O N224 pode, portanto, resultar tanto em um Vision Pro parecido com o atual quanto em um produto bastante diferente, com parte de seu hardware transferida para um módulo externo.

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Adeus ao Copilot+ PC? Microsoft, silenciosamente, mata selo em novos notebooks

28 September 2026 at 12:43

O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.

Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.

“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.

Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA. 

A história dos Copilot+ PC

Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.

Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.

Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.

Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa. 

Como o Copilot vai virar 'super app' integrado diretamente ao Windows 11, também abre-se margem para dúvidas se o selo será "morto" por todos os PCs com os requisitos atuarem de forma similar — sejam parceiros da Microsoft ou não. 

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