A Samsung começou a liberar a versão estável da One UI 9 para a linha Galaxy S25, o Galaxy Z Fold 7 e o Galaxy Z Flip 7. A atualização, baseada no Android 17, começou a aparecer nesta segunda-feira (28) na Coreia do Sul e indica que a distribuição para outros mercados está próxima.
No caso da linha Galaxy S25, a nova versão já está disponível tanto para participantes do programa Beta quanto para aparelhos que ainda estavam na One UI 8.5.
Segundo o Android Authority, o pacote completo encontrado no Galaxy S25 Ultra tem cerca de 3,85 GB, enquanto a atualização para quem já participava dos testes fica próxima de 535 MB.
Por enquanto, a liberação foi identificada no Galaxy S25, S25+ e S25 Ultra. A versão estável também começou a chegar aos Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7 na Coreia, inicialmente para usuários que participaram do Beta.
Ainda não há uma data específica para a chegada da atualização a esses aparelhos no Brasil. A própria Samsung, porém, já informou que a distribuição da One UI 9 será ampliada gradualmente e afirmou que a nova interface chegará ao país em breve.
One UI 9 é exclusiva do Android 17
A One UI 9 é a geração da interface da Samsung desenvolvida sobre o Android 17. Isso significa que a atualização dos celulares compatíveis também troca a versão do sistema operacional do Google: aparelhos como o Galaxy S25, que chegaram à One UI 8.5 sobre uma geração anterior do Android, recebem o Android 17 junto com a nova interface.
A Samsung apresentou oficialmente a One UI 9 como uma plataforma construída sobre o Android 17 desde o início dos testes em maio. A versão estreou de fábrica nos Galaxy Z Fold 8 Ultra, Z Fold 8 e Z Flip 8 e começou a ser distribuída neste mês para a linha Galaxy S26.
Entre as mudanças da interface está um Painel Rápido mais personalizável, que permite alterar separadamente o tamanho e a organização dos controles de brilho, volume e reprodução de mídia. O sistema também reforça a proteção contra aplicativos considerados de alto risco e pode bloquear sua execução e instalação.
O Galaxy AI também ganhou novidades. O My FanCam consegue selecionar uma pessoa em um vídeo já gravado e mantê-la centralizada automaticamente, enquanto o Now Brief permite escolher quais tipos de informação devem aparecer nos resumos diários.
Há ainda o Now Nudge, que sugere próximas ações de acordo com o conteúdo exibido na tela, e uma nova área de “Garantia e cuidados” nas configurações, com informações de cobertura, diagnósticos e opções de assistência técnica.
A disponibilidade de alguns desses recursos pode variar conforme o modelo e o país.
O que muda com o Android 17?
Além das ferramentas criadas pela Samsung, a atualização traz a base do Android 17. Entre as novidades apresentadas pelo Google estão melhorias de multitarefa, segurança, privacidade e suporte a dispositivos com telas maiores.
Um dos recursos do sistema são os Bubbles, que permitem transformar aplicativos em pequenas janelas flutuantes e alternar entre eles sem sair completamente do app aberto. Em dobráveis, o Android 17 também oferece uma barra dedicada para facilitar a troca entre essas janelas.
A versão reforça ainda a proteção de senhas de uso único recebidas por SMS, aumenta as restrições de acesso de aplicativos à rede local e introduz novas opções para controlar o compartilhamento de localização.
Nem todos os recursos apresentados pelo Google precisam aparecer de maneira idêntica nos celulares Galaxy, já que a Samsung modifica a experiência com a One UI.
A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.
Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.
Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.
Bateria Blade
Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.
Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.
Enquanto muitos fãs do DC Studios esperam por respostas acerca do responsável que vai interpretar o Batman no DCU, Robert Pattinson tem um motivo para que não seja ele. O ator assumiu o manto do Homem-Morcego em 2022 com o filme de Matt Reeves, mas a produção existe fora do universo compartilhado oficial da franquia, agora sob comando de James Gunn e Peter Safran.
Falando ao LADbible, Pattinson explicou o porquê acredita que ele não é o melhor candidato para ser o Batman do novo DCU. De acordo com o astro, seu Bruce Wayne não existiria fora do universo criado por Reeves, especialmente pelo tom mais sombrio da produção.
“Acho que seria meio difícil ter essa versão do Bruce fora do mundo . É um dos poucos personagens, acho que por causa da duração das filmagens, mas também por ter um tipo tão específico de , o tom dele te envolve”, comentou Pattinson.
O ator ainda falou sobre como se sentiu “no escuro” fazendo o primeiro filme do diretor, justamente pela atmosfera marcante e pesada que permeia o enredo.
“Lembro que isso aconteceu comigo da última vez que fiz , demorou um pouco. Você fica no escuro o tempo todo. Tanto em termos de humor quanto de luminosidade, não consigo enxergar nada por meses. Isso te afeta, você se sente estranho depois”, disse ele.
Vale lembrar que o reboot do DCU contará com a presença do Batman em algum momento, mas Gunn e Safran parecem estar ainda na busca pelo ator que será responsável por interpretar o vigilante no filme The Brave and the Bold, que ainda está em fase de desenvolvimento.
Retorno do Morcego
Com Matt Reeves de volta ao comando, Batman: Parte 2 promete ser ainda mais grandioso que seu antecessor, Batman (2022). O filme contará com retorno de Pattinson na pele de Bruce Wayne, mas detalhes aprofundados sobre a trama ainda não foram revelados.
Por enquanto, espera-se que o enredo se desenvolva durante o período do inverno. Entre os destaques da produção está a confirmação de Sebastian Stan como o intérprete de Harvey Dent, o Duas-Caras.
Outros atores confirmados são Colin Farrell como Pinguim, Andy Serkis como Alfred e Jeffrey Wright como Jim Gordon. Scarlett Johansson e Charles Dance também estão no elenco, mas seus papéis ainda não foram oficialmente confirmados.
Batman: Parte 2 estreia no dia 18 de fevereiro de 2028 nos cinemas. Enquanto isso, aproveite para saber se o Batman existe no universo de Lanternas, série do estúdio exibida pela HBO.
Britain’s Competition Appeal Tribunal is allowing part of a consumer lawsuit against Apple and Amazon to proceed over claims they restricted competition in the sale of Apple products on Amazon’s UK marketplace, reports Reuters.
The lawsuit alleges that Apple and Amazon agreed in 2018 to limit which resellers could offer Apple and Beats-branded products on Amazon’s UK website, reducing market competition. Judge Kelyn Bacon has permitted claims regarding Amazon marketplace purchases to move forward, noting they were plausible and grounded in facts
The part of the case allowed to proceed could be worth between £289 million ($383 million) and £306 million, including interest, according to the claimant, according to Reuters.
Broader claims regarding products sold through Apple’s own stores or other independent retailers were dismissed as too speculative. Not surprisingly,Apple strongly disagrees with the claims, saying the 2018 deal was intended to protect consumers and reduce serious safety risks associated with counterfeit goods. [1]
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Alguns aplicativos parecem tão presentes na rotina dos brasileiros que é fácil imaginar que tenham a mesma popularidade em qualquer lugar do mundo. Mas, em alguns casos, o Brasil representa uma fatia surpreendentemente grande da audiência global ou virou um mercado muito mais relevante do que outros países.
Abaixo, confira cinco apps cujo tamanho no mercado brasileiro pode surpreender.
1. Kwai
O Kwai é chinês, mas o Brasil ganhou um peso enorme na operação internacional da plataforma de vídeos curtos.
Em agosto de 2026, cerca de dois terços, 66,18% de todo o tráfego do site kwai.com, veio do Brasil, segundo estimativas da Semrush.
Os Estados Unidos ficaram muito atrás, com 7,2%, seguidos pela Indonésia, com 5,97%. O dado mede acessos ao site e não representa diretamente toda a base do aplicativo, mas mostra a concentração brasileira na audiência web.
Há outro sinal dessa importância: atualmente, o comércio eletrônico do Kwai funciona somente no Brasil, com compradores e vendedores locais.
2. 99
É fácil imaginar que a 99 também seja famosa na China, afinal, desde 2018 a empresa pertence à gigante chinesa DiDi.
A história é justamente o contrário. A 99 nasceu no Brasil, em 2012, e posteriormente foi comprada pela DiDi. Na China, a controladora oferece seus serviços sob sua própria marca, e não como 99.
Por aqui, a 99 já ultrapassou 60 milhões de usuários ativos e 2,5 milhões de motoristas parceiros, segundo dados divulgados pela própria companhia em 2026. Além de oferecer também serviço de delivery de comida, com o 99Food, e de mercado, com 99Compras.
3. iFood
O iFood é o exemplo menos surpreendente da lista, mas a diferença de escala entre o Brasil e outros países chama atenção.
A empresa nasceu por aqui e atualmente processa mais de 180 milhões de pedidos por mês, conecta mais de 60 milhões de clientes ativos e atende mais de 1,5 mil cidades brasileiras.
O iFood chegou a operar na Colômbia, mas encerrou as atividades no país em 2022 para concentrar seus investimentos no Brasil. Hoje, sua operação de delivery está essencialmente ligada ao mercado brasileiro, diferentemente de rivais globais como Uber Eats e DoorDash.
4. BlaBlaCar
A BlaBlaCar é francesa, mas o Brasil virou um dos mercados mais importantes de sua operação global.
Em 2025, mais de 25 milhões de passageiros utilizaram a plataforma no Brasil. No mesmo ano, a BlaBlaCar contabilizou 150 milhões de passageiros globalmente considerando caronas, ônibus e trens. Ou seja, o volume brasileiro correspondeu a aproximadamente um em cada seis passageiros registrados pela empresa no mundo.
A plataforma chegou ao país há cerca de dez anos e, além das caronas entre usuários, ganhou espaço por aqui com a venda de passagens de ônibus.
5. Strava
O Strava nasceu nos Estados Unidos, mas quem abre o aplicativo depois de uma corrida no Brasil está em um dos mercados mais importantes da plataforma.
Em março de 2025, o CEO Michael Martin revelou que 21 milhões de brasileiros utilizavam o Strava, então a segunda maior base nacional da empresa, atrás apenas dos Estados Unidos. Naquele período, a plataforma tinha pouco mais de 150 milhões de usuários globalmente.
O peso brasileiro continuou crescendo. Em fevereiro de 2026, quando o Strava já passava de 195 milhões de usuários no mundo, a própria empresa confirmou que o Brasil permanecia como seu segundo maior mercado. A companhia chegou até a adicionar Pix como forma de pagamento para assinaturas no país.
A quantidade de novos clubes brasileiros dentro da plataforma também cresceu quase 800% em um ano, segundo dados divulgados pelo Strava em 2025.
O governo federal criou novas regras para anúncios e conteúdos impulsionados em redes sociais e outras plataformas digitais. Entre as mudanças está a obrigação de serviços com mais de 1 milhão de usuários ativos por mês no Brasil manterem um repositório público e gratuito de publicidade paga, medida que busca facilitar a identificação de fraudes e golpes online.
A exigência faz parte da Portaria Conjunta nº 3, assinada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) e Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi). A norma também cria exigências específicas para anúncios de produtos financeiros e determina uma identificação mais clara de conteúdos patrocinados.
As regras alcançam plataformas que intermedeiam conteúdo de terceiros e vendem anúncios ou impulsionamento para usuários brasileiros, inclusive empresas sediadas fora do país. Marketplaces e serviços que possuem controle editorial próprio estão entre as exceções previstas na portaria.
O que vai aparecer no cadastro de anúncios?
O novo repositório funcionará como uma espécie de biblioteca de publicidade online. Mesmo depois que uma campanha terminar ou for retirada do ar, parte dos seus dados deverá continuar disponível para consulta por pelo menos um ano.
Qualquer pessoa poderá pesquisar e filtrar os registros. Entre as informações que terão de aparecer estão:
conteúdo do anúncio ou publicação impulsionada;
produto, serviço ou marca anunciada;
um identificador do responsável pela contratação;
período em que a publicidade ficou no ar;
estimativa de quantas pessoas foram alcançadas;
links associados ao anúncio;
data e motivo de eventual suspensão, remoção ou desativação.
Há uma diferença importante na identificação do anunciante. CPF e CNPJ não precisam ficar expostos no cadastro público: a portaria prevê que o responsável seja representado ali por um identificador único anonimizado. As plataformas, porém, terão de guardar internamente dados que permitam identificar quem contratou a publicidade, incluindo CPF ou CNPJ, além de informações de pagamento e segmentação de público.
A Senacon poderá solicitar esses dados diretamente às empresas durante uma fiscalização. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a ideia é permitir que consumidores, pesquisadores, jornalistas e autoridades consigam acompanhar anúncios que hoje podem desaparecer depois de serem removidos da plataforma.
Como a regra tenta reduzir golpes?
Uma das principais frentes envolve publicidade de serviços e produtos financeiros, categoria frequentemente explorada em páginas falsas e campanhas fraudulentas.
Antes de liberar esse tipo de anúncio para usuários no Brasil, a plataforma terá de verificar a identidade de quem está pagando pela campanha e, quando aplicável, confirmar se o serviço possui registro ou autorização do órgão regulador responsável. Também será necessário checar se o contratante realmente pode representar a instituição apresentada no anúncio.
Essa verificação deverá ser refeita em intervalos de, no máximo, 12 meses. A publicidade terá de ser suspensa quando houver inconsistências nos dados, perda de uma autorização obrigatória ou constatação de prática enganosa, abusiva ou fraudulenta.
O governo também cita como alvo publicações fraudulentas que imitam programas públicos para levar usuários a páginas falsas. Com o histórico de anúncios preservado, autoridades poderão recuperar informações sobre campanhas mesmo depois que elas saírem do ar.
Publicidade de influenciadores também terá identificação
A portaria ainda mexe com posts patrocinados e outros conteúdos produzidos mediante pagamento, entrega de produtos ou qualquer outra vantagem comercial.
Influenciadores e demais criadores deverão informar de maneira clara quando existir uma relação comercial por trás da publicação. A identificação precisa permanecer visível enquanto o conteúdo estiver disponível, inclusive durante transmissões ao vivo.
As plataformas também terão de oferecer ferramentas específicas para que essa relação seja indicada dentro do próprio conteúdo. Segundo o texto da norma, a obrigação vale ainda para relações societárias, financeiras e acordos de participação em receitas, entre outras formas de compensação.
Quando as novas regras começam a valer?
A portaria foi publicada em 23 de setembro e possui dois prazos de adaptação. A maior parte das regras, incluindo a exigência do repositório público de anúncios, entra em vigor 30 dias depois da publicação, em 23 de outubro.
Já a obrigação de as plataformas oferecerem ferramentas técnicas para identificar relações comerciais em conteúdos terá prazo de 90 dias, até 22 de dezembro. A fiscalização ficará a cargo da Senacon, e o descumprimento pode resultar nas sanções previstas pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Marco Civil da Internet.
O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.
A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.
Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.
Sedan de luxo BYD
Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.
Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.
Le lancement récurrent de fusées soulève des questions sur les raisons empêchant une omniprésence technologique planétaire des spatioports. Cette problématique met notamment en lumière des paramètres physiques et géographiques clés au bon déroulement de tout décollage spatial.
On September 22, Apple announced the opening of Apple Music Hall, a new, state-of-the-art live music venue in London’s Battersea Power Station. Elton John will be the first artist to perform there in an appearance on September 28.
Following performances will be by Baby Keen on October 2, Skye Newman on October 7, Troye Sivan on October 13, Arlo Parks on October 22, Burma Boy on October 29, Chase & Status on November 26, and a Charli XCC on December 2.
Apple Music Hall is designed to connect artists and fans through bespoke, intimate performances unlike anywhere else, according to Oliver Schusser, Apple’s vice president of Apple Music and International Content. He said the venue will offer artists and music fans alike an exceptional live concert experience alongside the River Thames.
Taking inspiration from the iconic Battersea Power Station, the new venue incorporates heritage brickwork, fluted arches, and bronze balconies reminiscent of the historic oriel windows. A giant glass wall further enhances the visual connection with the historic building, offering a panoramic view of the concourse and the river beyond.
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OpenAI and the other defendants in Apple’s trade secret misappropriation lawsuit have made a new filing, asking the court to strike two expert declarations and disregard other evidence Apple recently submitted, reports 9to5Mac.
From the filing: Apple submitted with its reply brief five new expert declarations (including one entirely new expert), totaling 126 pages, as well as numerous new exhibits. These declarations go far outside the scope of Apple’s opening brief and Defendants’ opposition, and in any event do not save Apple’s deficient motion.
This is part of an ongoing legal brouhaha. In a lawsuit filed with the Northern District of California, Apple says it’s uncovered evidence of a months-long scheme to steal confidential information. The company says OpenAI hardware lead and former Apple designer Tan and former electrical engineer Liu directed Apple employees interviewing with OpenAI to provide details on unreleased devices, components, manufacturing processes, and vendor relationships.
Here’s what Apple said in a statement to MacRumors: At Apple, our teams are constantly developing breakthrough technologies to create the best products and services in the world, and protecting their work and intellectual property is something we take very seriously. Recently, significant evidence has emerged suggesting individuals employed by OpenAI wrongfully took Apple’s secret and confidential information regarding our unreleased technologies, processes, and products. We will always defend our teams’ hard work and innovations, and we are taking all appropriate steps to do so.
And from the lawsuit:
OpenAI also instructs new hires on how to avoid scrutiny when they leave Apple. For example, Mr. Tan warns them not to tell Apple that they have taken jobs at OpenAI, so they can stay at Apple as long as they can. After his own departure, Mr. Tan improperly retained or obtained an internal Apple managers’ document marked “Need to Know” that describes security procedures for employee departures. Messages left on Apple-issued work devices show that Mr. Tan and his OpenAI colleagues have been sharing this document with new hires before they give notice to Apple of their departures, previewing Apple’s security protocols. Unsurprisingly, Apple’s investigation has found a pattern by employees who depart for OpenAI of taking steps to evade the security processes intended to protect Apple’s confidential information.
In response to the lawsuit, OpenAI spokesperson Drew Pusateri told MacRumors that, “We have no interest in other companies’ trade secrets. We remain focused on building innovative technology that empowers people everywhere.”
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A federal jury in San Diego ruled that Taction Technology is owed more than $5.7 billion by Apple for infringing two haptic feedback patents, reports CBNC.
Taction, a haptics technology company, sued Apple in 2021. The tech giant has vowed to appeal the findings saying “Apple does not use Taction’s technology.” Also, a jury has found that Apple’s infringement wasn’t willful, which limits potential triple damages.
The dispute centers on Apple’s Taptic Engine, which provides the tapping and vibration sensations in iPhones and Apple Watches. Taction argued that Apple used its patented tactile transducer technology without permission under U.S. Patent Nos. 10,659,885 and 10,820,117.
Taction initially filed the lawsuit in 2021. Apple won a dismissal in 2023. However, the U.S. Court of Appeals for the Federal Circuit revived the case in 2025.
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The holiday season is fast approaching and new Apple CEO John Ternus has told the company’s staff that most US divisions will get the whole week of Thanksgiving off.
Here’s what he said in an email seen by Bloomberg:
Team,
Last week in New York, I had the chance to see customers discover for themselves what we already know: Our newest products are incredible! From the most advanced camera ever in aniPhoneto intelligent health features inApple Watchto the amazing listening experience of our latest Air Pods, it was so wonderful to see the joy in people’s faces as they experienced our new lineup for the very first time. And that’s beforeiPhone Duoeven hits the shelves.
It takes an extraordinary amount of work to make moments like this possible. It takes teams across Apple all driving toward the same goal, every single day. This year has been filled with remarkable milestones, and for all your hard work, you deserve a break.
In recognition of your contributions, most US teams will get the Monday through Wednesday before Thanksgiving off. If you’re part of our Retail andAppleCareteams who serve our customers, or international teams, you’ll be able to take three extra days off at a later date. You can find all the details on the People site.
I’m so grateful for this amazing team, and I hope you’ll use this time away to unwind, recharge, and spend time with loved ones. As I’ve said, this is an incredibly exciting time to be at Apple. And I can’t wait for what’s next.
A urna eletrônica executa um conjunto de programas desenvolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para preparar a votação, registrar os votos, apurar os resultados e gerar os arquivos usados na transmissão. Esses programas passam por inspeções, testes, assinatura digital e lacração antes de chegarem às seções eleitorais.
O processo começa muito antes de o eleitor digitar o número de um candidato. O TSE disponibiliza o código-fonte dos sistemas para fiscalização, transforma esse código em programas que podem ser executados pela urna e cria mecanismos para verificar se a versão instalada no equipamento é a mesma que foi analisada e autorizada.
Neste texto você confere:
O que é o software da urna eletrônica?
Qual sistema operacional a urna usa?
O que acontece quando o eleitor vota?
Como a urna transforma os votos em resultado?
Como o TSE verifica que o software não foi alterado?
Quem pode verificar o código da urna?
O que é o software da urna eletrônica?
O código-fonte é o conjunto de instruções escritas por programadores que determina como um programa deve funcionar. É a partir dele que são produzidos os programas executados pela urna eletrônica.
Para as Eleições 2026, os códigos-fonte dos sistemas eleitorais foram disponibilizados para inspeção desde outubro de 2025. Partidos políticos, órgãos públicos, universidades e outras entidades autorizadas podem analisar os programas durante o chamado Ciclo de Transparência Democrática.
Depois dessa etapa, o código é compilado, processo que transforma as instruções escritas pelos programadores em arquivos que podem ser executados pelo computador da urna. Em setembro de 2026, o TSE concluiu a compilação, assinatura digital e lacração dos sistemas que serão usados nas eleições deste ano.
Qual é o sistema operacional usado na urna eletrônica?
Assim como um computador convencional precisa de um sistema operacional para controlar seus recursos e executar programas, a urna também possui um software responsável por essa função.
O sistema utilizado é o Uenux, uma distribuição Linux desenvolvida pela equipe técnica do TSE especificamente para as urnas eletrônicas. Ele reúne componentes responsáveis pela inicialização do equipamento, pelo funcionamento básico do sistema e pela execução dos aplicativos eleitorais.
A urna não funciona como um computador conectado à internet. Segundo o TSE, o equipamento não possui mecanismos para conexão com redes externas durante a preparação, a votação ou a etapa posterior. A transmissão dos arquivos ocorre somente depois, por equipamentos e procedimentos próprios da Justiça Eleitoral.
O que acontece quando o eleitor vota?
Quando o eleitor digita um número, o software identifica a opção correspondente e mostra na tela as informações do candidato ou da legenda. Depois da confirmação, o voto é registrado no Registro Digital do Voto (RDV), um arquivo que guarda os votos digitados na urna.
O RDV registra o voto sem informações que permitam associá-lo à pessoa que votou. Para preservar o sigilo, os registros ficam distribuídos em posições diferentes do arquivo, impedindo que a ordem dos votos seja relacionada à sequência de eleitores que passaram pela seção.
A cada confirmação, o arquivo é atualizado e recebe uma assinatura digital, mecanismo criptográfico usado para verificar a autenticidade e a integridade de um arquivo. Em termos simples, ela permite conferir posteriormente se aquele arquivo corresponde à versão assinada e se sofreu alguma alteração.
Como a urna transforma os votos em resultado?
Ao final da votação, a urna faz a apuração eletrônica dos votos registrados. O software utiliza as informações do RDV para calcular a quantidade de votos de cada candidato e legenda, além dos votos brancos e nulos.
O resultado é registrado no Boletim de Urna (BU), documento que apresenta os dados daquela seção eleitoral, incluindo a quantidade de votantes e a votação de cada candidatura. O BU também é assinado digitalmente e recebe registro de horário.
A urna imprime o boletim e também produz arquivos digitais que seguem para as etapas seguintes do processo eleitoral. Uma cópia do BU fica disponível na própria seção, permitindo conferir o resultado daquela urna antes mesmo da totalização nacional.
A totalização, por sua vez, é a etapa em que os resultados das diferentes seções são reunidos para produzir o resultado da eleição. A urna não faz essa soma nacional e também não transmite os dados diretamente pela internet. Os arquivos são encaminhados aos tribunais regionais eleitorais, onde passam por verificações antes de serem incorporados ao resultado.
Como o TSE verifica que o software não foi alterado?
Um dos mecanismos usados para isso é o hash, um resumo digital calculado matematicamente a partir de um arquivo. Qualquer alteração no conteúdo produz um hash diferente, permitindo identificar que o arquivo não é mais exatamente o mesmo.
Nas Eleições 2026, o TSE publicou os hashes dos sistemas utilizados no processo eleitoral. Eles permitem comparar os programas encontrados nas urnas e em outros equipamentos com as versões oficiais que foram lacradas pelo Tribunal.
A assinatura digital cumpre outra função: confirmar a autenticidade dos programas. Durante a cerimônia de assinatura e lacração, os sistemas são compilados, assinados e armazenados em mídias protegidas. Depois, cópias oficiais são encaminhadas aos tribunais regionais eleitorais para a preparação das urnas.
Quem pode verificar o código da urna?
A fiscalização acontece em várias etapas. Além da inspeção do código-fonte, existe o Teste Público de Segurança (TPS), no qual especialistas e pesquisadores procuram possíveis vulnerabilidades nos sistemas eleitorais.
O processo também inclui verificações durante a preparação das urnas e auditorias após a geração dos resultados. Em 2026, por exemplo, instituições como Senado Federal e Procuradoria-Geral da República realizaram inspeções nos códigos dos sistemas que serão utilizados na eleição.
Esse conjunto de procedimentos cria uma cadeia de verificação que acompanha o software desde o código-fonte até os arquivos produzidos no encerramento da votação. O objetivo é permitir que diferentes etapas do sistema sejam conferidas e que a versão instalada na urna possa ser comparada com aquela que foi previamente examinada, assinada e lacrada pelo TSE.
Você entra no site para comprar um ventilador, se depara com modelos de seis e oito pás e, como primeira impressão, imagina que a segunda opção venta mais. Diversas pessoas podem já ter passado por essa situação, mas é importante saber que a quantidade de pás nem sempre funciona como uma medida direta da força do aparelho.
Isso acontece porque o desempenho depende da forma como diferentes componentes trabalham juntos para movimentar e direcionar o ar. Vazão, velocidade de rotação e diâmetro da hélice estão entre os fatores que ajudam a explicar por que dois ventiladores aparentemente semelhantes podem entregar resultados diferentes.
Ricardo Rodriguez, gerente de Engenharia de Produto da Electrolux, explica ao Canaltech quea própria quantidade de pás é definida a partir do restante do projeto do ventilador, e não como uma característica capaz de determinar isoladamente seu desempenho.
“O número ideal de pás é resultado de um equilíbrio entre velocidade de ar desejada, alcance do fluxo, potência do motor e valores de ruído. Ventiladores são projetados considerando todos esses fatores em conjunto”, destaca Rodriguez.
Quanto mais pás, mais vento?
A resposta direta é: não necessariamente. Adicionar pás também resulta em um aumento da resistência encontrada pela hélice durante o movimento, o que pode exigir mais esforço do motor para manter o conjunto funcionando como projetado.
Isso significa que um ventilador com seis pás, por exemplo, pode movimentar mais ar que outro com oito. É exatamente por isso que, em vez dessa quantidade isolada, entram nessa comparação características como formato da hélice, rotação e capacidade do motor de sustentar seu funcionamento.
“Dependendo do projeto, uma hélice com menos pás, porém otimizada aerodinamicamente, pode movimentar mais ar do que outra com mais pás”, afirma o especialista.
Vale destacar também que o próprio formato das pás altera como o ar é capturado e direcionado pelo equipamento. Curvatura, perfil e inclinação fazem diferença, e pás mais inclinadas podem deslocar uma quantidade maior de ar a cada volta, ainda que também exijam mais esforço do motor e possam aumentar o nível de ruído.
O que realmente faz um ventilador ventar mais?
Uma das principais medidas para avaliar a capacidade do ventilador é a vazão de ar, que representa quanto ar o aparelho consegue movimentar em determinado intervalo de tempo. Acontece que chegar a uma vazão maior depende da combinação de diferentes elementos.
A rotação da hélice, indicada em RPM (rotações por minuto), é um deles. Em geral, aumentar a velocidade faz o ventilador movimentar mais ar, mas isso não acontece indefinidamente, já que rotações muito elevadas também podem aumentar vibrações e turbulências, reduzindo os ganhos obtidos.
O diâmetro da hélice também pesa nessa conta. Se duas hélices tiverem projeto, formato das pás e rotação semelhantes, aquela de maior diâmetro tende a movimentar mais ar porque atua sobre uma área maior. Ainda assim, o tamanho sozinho não garante desempenho superior.
“Uma hélice menor, mas com um projeto aerodinâmico mais eficiente, pode apresentar desempenho superior a uma hélice maior com geometria menos otimizada. Resumidamente, o diâmetro aumenta o potencial de movimentação de ar, mas o resultado final depende do equilíbrio entre hélice, motor, balanceamento e projeto aerodinâmico”, ressalta Rodriguez.
O motor precisa acompanhar todo esse projeto, visto que, caso esse componente não consiga manter a hélice na rotação prevista diante da resistência do ar, a vazão pode cair. Por outro lado, simplesmente utilizar um motor mais potente pode elevar o consumo de energia sem entregar um ganho proporcional de ventilação.
Ventar mais e parecer mais forte são coisas diferentes
Há também outro detalhe que ajuda a explicar por que nem sempre o aparelho com maior vazão parece produzir o vento mais intenso. Vazão e velocidade do ar são conceitos diferentes, e um ventilador pode distribuir uma grande quantidade de ar por uma região ampla sem concentrá-la diretamente sobre uma pessoa.
O contrário também pode acontecer. Um equipamento capaz de direcionar um fluxo mais concentrado pode criar uma sensação de vento mais forte, mesmo movimentando um volume total menor de ar.
Até as grades frontal e traseira participam desse resultado, uma vez que o formato, o espaçamento e a orientação das aletas interferem em como o ar deixa o ventilador. Com isso, o fluxo pode ficar mais concentrado ou ser espalhado por uma área maior.
“Dois ventiladores com vazões semelhantes podem proporcionar sensações bastante diferentes durante o uso. Em muitos casos, a diferença percebida pelo consumidor está relacionada à forma como o fluxo de ar é direcionado pelo conjunto hélice e grades, e não apenas à quantidade total de ar movimentada”, pontua Rodriguez.
Por isso, nem a quantidade de pás nem a potência em watts devem ser analisadas isoladamente na compra. Rodriguez recomenda considerar principalmente vazão e velocidade do ar, além de potência, eficiência energética e nível de ruído para entender melhor o que cada aparelho consegue entregar.
Outra dúvida comum na hora de comprar um ventilador é quanto o aparelho pode pesar na conta de luz quando permanece ligado por várias horas. O Canaltech fez as contas para mostrar quanto um ventilador gasta durante uma noite inteira.
Muitas pessoas veem o tablet como uma alternativa interessante para estudos, trabalho e até entretenimento. Mas, quando o orçamento está um pouco mais curto, a busca pode se concentrar em aparelhos na faixa dos R$ 800. Nesse caso é preciso entender o que esses dispositivos entregamna rotina.
No geral, tablets encontrados por esse valor conseguem atender atividades mais simples, como ler PDFs, assistir a vídeos, acompanhar aulas e fazer anotações. Mas o cenário muda quando a ideia é abrir muitos aplicativos, rodar jogos pesados ou substituir um notebook usado diariamente para trabalhar.
Por isso, antes de escolher um tablet de entrada, a recomendação é colocar preço e ficha técnica na balança, a fim de evitar uma compra que não corresponda às expectativas.
Para que serve um tablet de entrada?
Tablets de entrada são voltados principalmente para consumo de conteúdo e atividades pouco exigentes. Assistir a vídeos, acessar redes sociais, navegar pela internet, ler livros, abrir PDFs e acompanhar aulas são exemplos de tarefas que combinam bem com esse tipo de aparelho.
A própria tela maior é uma das principais vantagens em relação ao celular. Ler um documento, acompanhar uma apresentação ou assistir a uma série tende a ser mais confortável em um tablet, ainda que o hardware utilizado seja mais simples em comparação com aparelhos mais avançados.
As limitações começam a ficar mais evidentes quando várias dessas tarefas precisam acontecer ao mesmo tempo. Um aparelho pode executar navegador, editor de textos e videochamada separadamente sem grandes dificuldades, mas perde desempenho ao tentar manter tudo funcionando em conjunto.
Tablet barato pode substituir um notebook para trabalho?
Em rotinas mais simples, um tablet pode assumir parte das tarefas de um computador. Atividades como escrever textos, responder e-mails, pesquisar na internet e participar de reuniões estão entre as ações que podem ser feitas sem exigir tanto do aparelho.
Já quem trabalha frequentemente com várias janelas abertas, grandes planilhas, programas específicos ou edição pesada tende a encontrar mais limitações em um tablet de entrada. Nesses casos, tentar transformar o dispositivo em substituto integral do notebook pode não ser a opção mais indicada.
Dá para usar Word, Google Docs e planilhas em um tablet?
Sim. Editores de texto, planilhas e apresentações possuem versões para tablets e conseguem atender bem a tarefas mais simplesde criação e edição de documentos.
Escrever um texto, revisar um arquivo ou preencher uma planilha pequena são atividades relativamente leves. A experiência começa a mudar quando entram documentos muito grandes, diversas imagens, muitas fórmulas ou outros elementos que exigem mais do aparelho.
Existe também a questão da interface. Aplicativos desenvolvidos para telas sensíveis ao toque podem apresentar menus e recursos de maneira diferente das versões de computador, algo que pesa principalmente para quem depende de funções mais avançadas no trabalho.
Teclado e mouse transformam o tablet em notebook?
Teclado e mouse podem deixar o uso mais confortável, especialmente para quem pretende escrever textos longos, trabalhar com documentos ou navegar por páginas durante várias horas.
Esses acessórios, no entanto, não melhoram o desempenhode um tablet com componentes menos avançados. Conectar um teclado não adiciona memória RAM, não deixa o processador mais potente nem transforma automaticamente aplicativos móveis em programas de computador.
Por que a multitarefa pode ser um problema?
Abrir um aplicativo de cada vez exige bem menos do aparelho do que manter navegador, documento, mensageiro e chamada de vídeo funcionando simultaneamente.
Quanto mais tarefas ficam ativas, maior tende a ser o uso de memória RAM e processamento, componentes que costumam ser mais modestos em aparelhos de entrada. Quando os recursos disponíveis começam a ficar apertados, o sistema pode fechar atividades em segundo plano ou precisar recarregar aplicativos quando o usuário volta para eles.
Por isso, a multitarefa é um dos pontos em que a diferença entre um tablet de entrada e opções mais potentes costuma aparecer com maior clareza. Para quem trabalha alternando constantemente entre várias ferramentas, essa limitação precisa ser levada em consideração no momento da compra.
Tablet de R$ 800 é bom para estudar?
Estudos estão entre os usos que mais combinam com tablets de entrada. Ler documentos em PDF, pesquisar no navegador, assistir a uma videoaula e acessar plataformas educacionais são tarefas que normalmente não exigem hardware potente.
A tela maior também facilita a visualização de apresentações, livros digitais e materiais didáticos. Para quem acumula muitos documentos, o aparelho ainda permite concentrar os materiaisem um único dispositivo.
Mas a experiência fica mais exigente quando o estudo envolve várias tarefas ao mesmo tempo. Manter uma aula rodando enquanto um PDF, o navegador e um aplicativo de anotações permanecem abertos pode aumentar consideravelmente o uso de memória e resultar em lentidão.
E para aulas online e videochamadas?
Chamadas por vídeo também estão dentro da proposta de um tablet de entrada. Para esse uso, câmera, microfone e conexão passam a importar tanto quanto o desempenho.
Uma tela maior ajuda a acompanhar professores, colegas ou apresentações durante a chamada. Apoiar o tablet em uma mesa também pode proporcionar uma experiência mais confortável do que permanecer segurando o celular durante uma aula longa.
Novamente, a principal atenção fica para a multitarefa. Participar de uma reunião enquanto outros aplicativos permanecem ativos exige mais do aparelho do que simplesmente manter a videochamada aberta.
Tablet barato é bom para assistir filmes, séries e YouTube?
Assistir a vídeos, séries e filmes é outra atividade que tende a ser realizada sem muitos problemas em tablets básicos. Isso porque a reprodução de conteúdocostuma exigir menos processamento do que tarefas como edição de vídeo, jogos avançados ou multitarefa pesada.
Nesse cenário, tela e alto-falantes podem importar mais do que a potência bruta do aparelho. Uma imagem mais definida e um sistema de som melhor fazem diferença durante filmes, séries e vídeos longos.
Também vale observar a resolução oferecida pelos serviços de streaming no aparelho. A qualidade máxima disponível pode depender não apenas da tela, mas também das certificações de reprodução utilizadas pelo dispositivo.
Tablet de R$ 800 é bom para ler livros e PDFs?
Para livros digitais, a exigência de hardware é pequena. Aplicativos de leitura e arquivos de e-books são relativamente leves, o que permite que até tablets simples executem essa tarefa sem exigir muito desempenho.
Já no caso dos PDFs, a experiência depende mais do tipo de documento. Artigos acadêmicos, revistas e arquivos originalmente diagramados para folhas grandes podem exigir zoom constante em telas menores.
Por isso, tamanho e resolução ganham importância para quem pretende utilizar o tablet principalmente para leitura. Um aparelho compacto é mais fácil de segurar, enquanto uma tela maior oferece mais espaço para visualizar páginas completas.
Tablet de entrada roda jogos?
Sim, mas o desempenho varia bastante conforme o jogo. Títulos casuais, jogos de cartas, quebra-cabeças e outras opções pouco exigentes tendem a combinar melhor com um hardware de entrada.
Jogos mais pesados também podem funcionar, mas podem exigir redução da qualidade gráfica, dos efeitos ou de outras configurações para manter uma experiência mais estável. Em determinados casos, limitações de processador e memória podem causarengasgos e lentidão.
O armazenamento também entra nessa conta. Jogos grandes podem ocupar vários gigabytes, fazendo com que o espaço interno fique apertado rapidamente em um aparelho utilizado também para downloads, fotos e outros aplicativos.
Quantos GB um tablet precisa ter para ser bom?
Essa pergunta não tem uma resposta única porque existem dois tipos de memória medidos em GB na ficha técnica. A RAM ajuda o aparelho a manter tarefas funcionando, enquanto o armazenamento determina quanto espaço existe para aplicativos e arquivos.
Logo, ter bastante armazenamento não significa que o tablet será rápido. Da mesma forma, uma quantidade maior de RAM não consegue compensar completamente um processador simples.
O que observar na memória RAM de um tablet barato?
A memória RAM é utilizada enquanto aplicativos e processos estão funcionando. Quanto menor a quantidade disponível, maior a chance de o sistema precisar encerrar tarefas em segundo plano para liberar espaço.
Em 2026, tablets com 4 GB de RAM podem atender usos básicos, como navegação, vídeos, leitura e atividades simples. As limitações começam a aparecer quando vários aplicativos precisam permanecer abertos ao mesmo tempo.
Quantidades maiores oferecem mais folga para multitarefa, mas a RAM não deve ser analisada isoladamente. Processador e otimização do sistema continuam tendo participação importante no desempenho.
Quanto armazenamento faz sentido em um tablet barato?
O espaço necessário depende principalmente do que ficará salvo no próprio dispositivo. Quem utiliza streaming, navegação e serviços na nuvem tende a precisar de menos armazenamento local.
Capacidades como 64 GB podem atender um uso mais leve, enquanto 128 GB oferecem mais margem para aplicativos, jogos, vídeos baixados e documentos. Também é importante lembrar que uma parte do espaço anunciado já é ocupada pelo sistema.
Por isso, vale pensar não apenas no que será instalado logo após a compra, mas também no acúmulo de conteúdo ao longo do uso.
Cartão microSD resolve a falta de armazenamento?
Um cartão de memória pode ser útil para guardar fotos, vídeos, músicas, PDFs e outros arquivos em tablets compatíveis. Para quem acumula bastante conteúdo, a expansão ajuda a aliviar o armazenamento interno.
Mas isso não significa que um microSD funcione sempre como uma extensão perfeita da memória do aparelho. Aplicativos e determinados dados podem continuar dependendo do espaço interno, o que faz do cartão um recurso complementarpara arquivos que podem ser movidos.
O processador importa em um tablet barato?
Sim. O processador executa boa parte das operações responsáveis por abrir aplicativos, carregar páginas, reproduzir conteúdo e responder aos comandos feitos pelo usuário.
Por isso, dois tablets com a mesma quantidade de RAM e armazenamento podem entregar experiências bastante diferentes. O processador ajuda a determinar a velocidade das tarefas e até onde o aparelho consegue ir antes de apresentar lentidão.
Também não basta comparar apenas quantidade de núcleos ou frequência em GHz. Arquitetura, eficiência e otimização do sistema interferem no resultado, o que torna testes práticos importantes para entender o desempenho real.
Por que um tablet começa a travar?
A lentidão pode surgir quando o processador chega ao limite, a memória RAM fica cheia ou o armazenamento está próximo da capacidade máxima. Aplicativos mal otimizados e tarefas em segundo plano também podem interferir.
Um aparelho pode, por exemplo, reproduzir um vídeo tranquilamente e começar a apresentar engasgos quando precisa manter a reprodução enquanto vários aplicativos ficam abertos.
É por isso que “rodar um aplicativo” e “rodar bem vários aplicativos juntos” são situações diferentes. Quanto mais complexa a rotina, maior tende a ser a exigência sobre o hardware.
O que esperar da tela de um tablet barato?
A tela é uma das especificações mais importantes em um tablet, visto que grande parte das atividades realizadas no aparelho depende diretamente dela. Vídeos, PDFs e livros ocupam boa parte do tempo de uso.
Modelos de entrada podem apresentar diferenças em resolução, brilho, contraste, cores e tamanho. Uma tela mais simples pode funcionar bem para tarefas básicas, mas suas limitações ficam mais evidentes durante leituras prolongadas ou reprodução de conteúdo com muitos detalhes.
Por isso, não vale olhar apenas para a quantidade de polegadas. O tamanho determina a área disponível para a exibição dos conteúdos, enquanto resolução e painel interferem na qualidade da imagem.
HD ou Full HD: qual é melhor em um tablet?
Resoluções mais altas utilizam uma quantidade maior de pixels para formar a imagem. Quando trazemos essa especificação para o contexto de telas relativamente grandes, isso ajuda a deixar textos e imagens mais definidos.
Uma resolução HD pode atender bem à navegação e a atividades simples, principalmente em aparelhos menores. Já painéis Full HD tendem a ser mais interessantes para quem pretende passar bastante tempo assistindo a vídeos ou lendo documentos.
LCD, OLED ou AMOLED: o que muda na tela?
Além da resolução, a tecnologia do painel também interfere na qualidade da imagem. Telas LCD são comuns em tablets mais acessíveis e utilizam uma iluminação traseira, enquanto painéis OLED conseguem controlar a luz de cada pixel individualmente.
Na prática, telas OLED tendem a oferecercontraste mais elevado e pretos mais profundos. AMOLED é uma variação da tecnologia OLED bastante utilizada em dispositivos móveis e segue o mesmo princípio de pixels que emitem a própria luz.
Já o termo LED, quando aparece associado a tablets, normalmente se refere a painéis LCD iluminados por LEDs, e não a uma tecnologia de tela separada. Por isso, mais do que procurar apenas uma dessas siglas, vale considerar também brilho, resolução, contraste e qualidade geral do painel.
Tablet de 8, 10 ou 11 polegadas: qual tamanho escolher?
Tablets menores favorecem a portabilidade. Esses dispositivos ocupam menos espaço na mochila, costumam ser mais leves e podem ser mais confortáveis para segurar durante bastante tempo.
Telas maiores, por sua vez, oferecem mais espaço para assistir a vídeos, visualizar PDFs, navegar em páginas e até dividir o painel entre dois aplicativos. Em compensação, tornam o dispositivo menos prático para transportar.
Esses fatores mostram que a escolha depende do uso. Quem pretende deixar o tablet principalmente em casa pode aproveitar melhor um painel grande, enquanto usuários que carregam o aparelho diariamente podem preferir dimensões mais compactas.
O que esperar da bateria de um tablet de entrada?
Independentemente do uso previsto para o tablet, é importante que sua bateria dê conta da rotina de atividades. Mas vale destacar que a autonomia do aparelho não depende apenas da capacidade apresentada em mAh.
Tela, brilho, processador, conexão e atividade realizada também determinam o consumo de energia ao longo do uso.
Isso significa que dois tablets com baterias semelhantes podem apresentar tempos diferentes longe da tomada. O próprio uso muda bastante o resultado: jogos e videochamadas tendem a exigir mais energia do que leitura ou navegação simples.
Por isso, a capacidade da bateria medida em mAh deve funcionar como uma referência, e não como uma promessa de determinada quantidade de horas. Testes de autonomia ajudam a mostrar como o conjunto se comporta em situações mais próximas do uso real.
Wi-Fi ou 4G: qual faz mais sentido?
Um tablet somente Wi-Fi depende de uma rede sem fio ou do compartilhamento de internet de outro aparelho para permanecer conectado fora de casa.
Já versões com suporte a redes móveis como 4G ou 5G conseguem acessar a internet diretamente. Essa especificação oferece mais independência para quem pretende utilizar o dispositivo em deslocamentos, viagens ou locais sem Wi-Fi disponível.
A conexão móvel não é obrigatória para todo mundo. Quem utiliza o tablet principalmente em casa ou em ambientes com redes conhecidas pode não sentir falta do recurso, enquanto usuários que passam boa parte do dia fora podem valorizar essa conectividade.
O que olhar antes de comprar um tablet de R$ 800?
O primeiro passo é definir o uso do tablet. Um aparelho utilizado principalmente para assistir a vídeos e ler pode funcionar bem com um conjunto simples de hardware, enquanto estudo, trabalho e jogos aumentam a exigência.
RAM, armazenamento e processador devem ser observados em conjunto. Já as características da tela ganham importância para quem pretende ler ou assistir bastante conteúdo, enquanto bateria e qualidade dos alto-falantes também podem pesar em sessões mais longas.
Vale ainda conferir detalhes como:
Sistema e atualizações;
Presença de entrada para cartão de memória;
Acessórios compatíveis;
Tipos de conexão oferecidos.
Antes de decidir pela compra, também é recomendado conferir testes e análises práticasdo dispositivo em questão. A ficha técnica mostra o que existe dentro do aparelho, mas é o uso real que revela quanto tempo aplicativos levam para abrir, como funciona a multitarefa e se a tela entrega uma boa experiência.
Apresentado ao mercado em dezembro de 1993, mas lançado efetivamente no Brasil somente em fevereiro de 1994, o Volkswagen Pointer GTI fez história por ter sido o primeiro hatchback do mercado nacional a ostentar cinco portas e apelo esportivo, algo que as icônicas três letrinhas entregam logo de cara.
Produzido com o motor AP-2000, que oferecia injeção eletrônica de gasolina e até 115,5 cv de potência, o Pointer GTI era a versão topo de linha (e a mais desejada) da gama, que contava ainda com as variantes CL e GL, dotadas do também eficiente motor AP-1800.
Outra novidade introduzida pelo icônico hatch produzido pela Autolatina foi o câmbio de cinco marchas "MQ", que contava com engate por cabos, e dava ao motorista maior agilidade nas trocas. O Pointer ficou em linha no Brasil até 1996 e, hoje, muita gente se pergunta quanto custaria o modelo esportivo com o preço corrigido pela inflação. É isso o que o CT Auto vai revelar.
Quanto custava um Pointer GTI em 1994?
O Pointer GTI não foi um carro acessível para muita gente. Afinal, por se tratar de uma versão topo de linha, com apelo esportivo e a sigla que imortalizou o Gol GTI, o hatch custava caro.
Na época do lançamento, em fevereiro de 1994, o Plano Real ainda não havia sido lançado e, por isso, o mercado era muito volátil. Em nossas pesquisas, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custava o equivalente a 25 mil dólares, algo em torno de R$ 12,6 milhões de Cruzeiros Reais, a moeda corrente à época.
Quanto custaria um Pointer GTI em 2026, com a inflação?
Usando a excepcional calculadora oficial do Banco Central do Brasil, que converte automaticamente as moedas antigas para o Real, e aplicando como parâmetros os meses de fevereiro de 1994 e julho de 2026, além do valor de lançamento em Cruzeiros Reais, descobrimos que umVolkswagen Pointer GTI custaria hoje o equivalente a R$ 359.667,84, com a correção dos índices de inflação.
O preço, por incrível que possa parecer, é bem "salgado", mas compatível com a proposta que o carro certamente ofereceria se recebesse as atualizações tecnológicas necessárias. Afinal, por se tratar de um modelo esportivo, ele provavelmente seria comparável ao Gol GTI, hatch que chegou em sua última geração recentemente ao Brasil por um preço ainda mais alto.