Apresentado ao mercado em dezembro de 1993, mas lançado efetivamente no Brasil somente em fevereiro de 1994, o Volkswagen Pointer GTI fez história por ter sido o primeiro hatchback do mercado nacional a ostentar cinco portas e apelo esportivo, algo que as icônicas três letrinhas entregam logo de cara.
Produzido com o motor AP-2000, que oferecia injeção eletrônica de gasolina e até 115,5 cv de potência, o Pointer GTI era a versão topo de linha (e a mais desejada) da gama, que contava ainda com as variantes CL e GL, dotadas do também eficiente motor AP-1800.
Outra novidade introduzida pelo icônico hatch produzido pela Autolatina foi o câmbio de cinco marchas "MQ", que contava com engate por cabos, e dava ao motorista maior agilidade nas trocas. O Pointer ficou em linha no Brasil até 1996 e, hoje, muita gente se pergunta quanto custaria o modelo esportivo com o preço corrigido pela inflação. É isso o que o CT Auto vai revelar.
Quanto custava um Pointer GTI em 1994?
O Pointer GTI não foi um carro acessível para muita gente. Afinal, por se tratar de uma versão topo de linha, com apelo esportivo e a sigla que imortalizou o Gol GTI, o hatch custava caro.
Na época do lançamento, em fevereiro de 1994, o Plano Real ainda não havia sido lançado e, por isso, o mercado era muito volátil. Em nossas pesquisas, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custava o equivalente a 25 mil dólares, algo em torno de R$ 12,6 milhões de Cruzeiros Reais, a moeda corrente à época.
Quanto custaria um Pointer GTI em 2026, com a inflação?
Usando a excepcional calculadora oficial do Banco Central do Brasil, que converte automaticamente as moedas antigas para o Real, e aplicando como parâmetros os meses de fevereiro de 1994 e julho de 2026, além do valor de lançamento em Cruzeiros Reais, descobrimos que umVolkswagen Pointer GTI custaria hoje o equivalente a R$ 359.667,84, com a correção dos índices de inflação.
O preço, por incrível que possa parecer, é bem "salgado", mas compatível com a proposta que o carro certamente ofereceria se recebesse as atualizações tecnológicas necessárias. Afinal, por se tratar de um modelo esportivo, ele provavelmente seria comparável ao Gol GTI, hatch que chegou em sua última geração recentemente ao Brasil por um preço ainda mais alto.
A bateria de alta tensão é um dos componentes que mais despertam dúvidas entre quem pensa em comprar um carro híbrido. Afinal, embora o sistema elétrico reduza o consumo de combustível e ajude no desempenho, existe a preocupação sobre quanto o proprietário teria de desembolsar caso o conjunto apresentasse um problema depois do período de garantia.
Os valores variam bastante conforme a tecnologia utilizada, a capacidade da bateria e o tipo de sistema híbrido. Um híbrido convencional, por exemplo, pode utilizar uma bateria relativamente pequena, enquanto um híbrido plug-in precisa de um conjunto muito maior para permitir uma autonomia elétrica mais extensa.
Como as fabricantes nem sempre divulgam publicamente o preço de uma bateria nova para reposição, as cifras disponíveis precisam ser tratadas com cuidado. Nesta lista, os valores são referências e estimativas de mercado, e não necessariamente preços oficiais de concessionárias. Onde há uma cifra mais consolidada, ela é identificada como tal.
Quanto custa a bateria de um Toyota Corolla Hybrid?
O Toyota Corolla Hybrid é um dos casos mais conhecidos no mercado brasileiro. O modelo utiliza uma bateria de 1,3 kWh, de níquel-cádmio, relativamente pequena quando comparada aos conjuntos empregados por híbridos plug-in. A referência de preço encontrada para a substituição completa é de aproximadamente R$ 17 mil, sem considerar a mão de obra.
Existe ainda a possibilidade de reparo em vez da substituição do conjunto completo. Em referências de mercado, o conserto de células pode reduzir bastante a conta, com valores na faixa de R$ 8 mil a R$ 10 mil. É importante ressaltar que esse procedimento depende do diagnóstico e não significa que todas as baterias possam ser recuperadas dessa maneira.
E quanto custa a bateria do BYD King?
O BYD King GS utiliza uma bateria de maior capacidade que a do Corolla, já que seu sistema híbrido plug-in foi desenvolvido para permitir condução elétrica por períodos mais longos. A BYD oferece garantia específica para suas baterias de alta tensão, mas não divulga publicamente, em sua página brasileira do modelo, um preço de varejo para a substituição completa do conjunto.
No mercado de peças usadas aparecem conjuntos e componentes do King por valores que podem ficar na casa dos R$ 15 mil a R$ 17,5 mil, mas essas cifras não devem ser confundidas com o preço de uma bateria nova fornecida pela BYD. A existência de peças usadas nessa faixa serve apenas como referência para dimensionar o mercado de reposição.
Quanto pode custar a bateria de um Toyota Corolla Cross Hybrid?
O Corolla Cross Hybrid compartilha a lógica de sistema híbrido convencional da Toyota e utiliza uma bateria de capacidade relativamente baixa. Isso ajuda a explicar por que o custo de reposição pode ser significativamente menor que o de baterias empregadas em modelos plug-in, que precisam armazenar muito mais energia.
Há conjuntos usados de bateria do Corolla Cross Hybrid anunciados no mercado brasileiro por valores que vão de aproximadamente R$ 4.900 a R$ 10 mil, dependendo do ano, da versão e da condição da peça. Como são componentes usados, esses números não representam o preço oficial de uma bateria nova na rede Toyota.
E a bateria do GWM Haval H6?
O GWM Haval H6 tem diferentes configurações híbridas, incluindo versões HEV e plug-in. Isso é importante porque não existe um único preço de bateria para toda a família H6. A capacidade e a arquitetura do sistema variam de acordo com a versão, influenciando diretamente o custo potencial de uma substituição.
No mercado de peças usadas, há conjuntos de bateria para o Haval H6 PHEV19 anunciados por cerca de R$ 4 mil, mas novamente estamos falando de uma peça usada, e não de uma bateria nova adquirida na rede autorizada. A GWM, por sua vez, oferece garantia específica de 8 anos ou 200 mil km para o sistema híbrido, dependendo das condições aplicáveis ao veículo.
Baterias maiores são mais caras
A diferença de capacidade ajuda a entender por que não existe um preço único para baterias de carros híbridos. Os sistemas HEV, como os empregados no Corolla, usam conjuntos menores e são recarregados pelo próprio veículo durante desacelerações, frenagens e funcionamento do motor a combustão.
Já os híbridos plug-in (PHEV) precisam de baterias maiores para entregar autonomia elétrica relevante. O custo potencial de reposição tende a acompanhar essa diferença de tamanho e complexidade. Por isso, comparar uma bateria de 1,3 kWh de um Corolla com o conjunto de um PHEV sem levar em conta a capacidade pode produzir uma impressão completamente errada sobre o custo de manutenção.
Estimativas de preço de baterias dos híbridos
Toyota Corolla Hybrid: cerca de R$ 17 mil para o conjunto completo.
Toyota Corolla Cross Hybrid: cerca de R$ 4.900 a R$ 10 mil para conjuntos usados encontrados no mercado.
BYD King: cerca de R$ 15 mil a R$ 17,5 mil para peças usadas anunciadas.
GWM Haval H6 PHEV19: cerca de R$ 4 mil para peça usada anunciada.
Como vimos, as estimativas para os preços das baterias seguem bem altas no Brasil. Por isso, nada melhor do que cuidar da maneira certa dos componentes e, com isso, aproveitar ao máximo a autonomia de um carro híbrido.
Quanto será que o carro elétrico mais vendido do Brasil desvalorizou desde que foi lançado por aqui? Essa é uma pergunta que muita gente que pensa em entrar para o segmento "verde" se faz. Afinal, o BYD Dolphin Mini não é apenas o mais emplacado da própria categoria. Ele também incomoda (e muito) modelos a combustão, como Chevrolet Onix e Volkswagen Polo.
Por conta disso, o CT Auto foi a fundo nas pesquisas, usou e abusou da calculadora e, com base em dados como preço de lançamento, ofertas em e-commerces e valores da Tabela Fipe, chegou a uma conclusão sobre quanto valor de mercado o "mini-golfinho chinês" perdeu entre a data do lançamento (fevereiro de 2024) e o último mês de fevereiro.
Escolhemos fevereiro de 2026 como referência final para que a conta pudesse ser fechada em exatos 24 meses após o lançamento oficial no país. A diferença entre o preço de lançamento e a cotação encontrada dois anos depois não é tão grande quanto alguns poderiam imaginar, mas esse é o único spoiler que daremos sobre a matéria. Confira.
Quanto valia o BYD Dolphin Mini após dois anos?
Em fevereiro de 2026, a Tabela Fipe do BYD Dolphin Mini 2024 de 38 kWh estava em R$ 99.905, de acordo com o histórico disponibilizado pela Webmotors, um dos e-commerces mais conceituados do país na hora de buscar por carros seminovos, usados e até 0 km.
A diferença para os R$ 115.800 cobrados no lançamento é de R$ 15.895. Em termos percentuais, isso significa que o Dolphin Mini perdeu aproximadamente 13,7% do valor em dois anos, preservando cerca de 86,3% do preço originalmente anunciado.
Dolphin Mini desvalorizou muito em dois anos?
Para responder se o BYD Dolphin Mini desvalorizou muito ou pouco em um intervalo de dois anos, um dos meios é compará-lo a um carro a combustão do segmento de entrada, como o Volkswagen Polo Track.
O hatch da marca alemã custava, no mês que o elétrico chinês chegou ao Brasil (aproximadamente um ano após seu próprio lançamento), R$ 87.990, de acordo com a Tabela Fipe. Dois anos depois, em fevereiro de 2026, a cotação de um seminovo gira em torno de R$ 80.825, uma retração de R$ 7.165 ou 8,14%.
A desvalorização, portanto, foi quase 5% menor que a do subcompacto elétrico, mas é importante ressaltar que, ao contrário do carro da BYD, o Polo Track é um modelo campeão em vendas diretas, especialmente para locadoras e frotistas, que fazem rotação de estoques rápidas e, portanto, contribuem para uma queda menor do ativo. Por falar nisso, você sabe o que é venda direta de um carro zero quilômetro??
O carro elétrico ainda não convenceu todo mundo de que é uma opção melhor do que o tradicional modelo a combustão, e isso acontece por alguns motivos. Um dos principais é que muita gente ainda acredita que um motor abastecido com combustível é superior a um motor que funciona com energia elétrica. Mas será que isso é verdade?
A dúvida faz sentido, principalmente para quem está acostumado há décadas com motores a gasolina, etanol ou diesel. Afinal, são eles que dominaram as ruas e evoluíram durante mais de um século. O que pouca gente percebe é que o motor elétrico funciona de uma maneira bem diferente, e algumas dessas diferenças podem representar vantagens importantes no uso cotidiano.
Mas afinal, o que muda de verdade entre um motor elétrico e um motor a combustão? E por que os carros elétricos conseguem entregar força, desempenho e eficiência usando uma tecnologia com funcionamento aparentemente tão simples? É isso que vamos explicar a seguir e, assim, fazer você entender que o motor de um EV é, sim, melhor do que o de um carro a combustão. Duvida? Então segue com o CT Auto que a gente te prova.
Como funciona o motor de um carro elétrico?
Para provar que o motor do carro elétrico é melhor que o de um veículo a combustão, é preciso explicar como ele funciona, certo? Basicamente, a bateria envia energia elétrica para o inversor, que controla a quantidade de corrente destinada ao motor. O motor transforma essa energia em movimento rotacional, que é transmitido às rodas.
Essa construção elimina componentes presentes em muitos motores a combustão, como pistões, bielas, válvulas, velas e sistemas complexos de injeção e escapamento. A menor quantidade de componentes mecânicos sujeitos a desgaste ajuda a reduzir a necessidade de manutenção e também permite que o motor elétrico responda rapidamente aos comandos do acelerador.
Quais são os tipos de motores de carros elétricos?
Agora vamos falar um pouquinho mais sobre os tipos de motores que os carros elétricos usam. E não pense que “é tudo igual”, como algumas pessoas falam por aí. Há, na verdade, três tipos de motores.
Motor Síncrono de Imã Permanente (PMSM): o mais comum; possui ímãs permanentes no rotor, têm características de tração, como alta densidade de potência e alta eficiência. É a melhor escolha para aplicações de alto desempenho;
Motor de Indução Trifásico (AC): também chamado de assíncrono e não precisa de imãs permanentes, já que o campo magnético é produzido pela corrente elétrica que passa pelas bobinas fixadas no estator;
Motor de relutância comutado (SRM): é capaz de entregar alta potência a um custo baixo. Sua utilização específica em carros elétricos, no entanto, ainda é reduzida, pois há problemas relatados em relação a controle, barulho excessivo em altas velocidades e até mesmo em seu processo de fabricação.
Por que o motor elétrico é mais eficiente?
A eficiência é uma das principais vantagens da propulsão elétrica. No motor a combustão, uma parcela significativa da energia do combustível é perdida na forma de calor. O motor elétrico aproveita uma proporção muito maior da energia disponível para efetivamente movimentar o veículo. Além disso, o sistema pode recuperar parte da energia durante as desacelerações por meio da frenagem regenerativa.
Essa característica também ajuda a explicar a resposta rápida dos elétricos. O torque máximo pode estar disponível praticamente de imediato, sem a necessidade de elevar o giro do motor para atingir determinada faixa de força. O resultado é uma aceleração linear, silenciosa e previsível, característica que aparece tanto em modelos compactos quanto em carros elétricos de alto desempenho.
Principais vantagens do motor elétrico
Maior eficiência energética
Torque instantâneo
Menor número de peças móveis
Menor necessidade de manutenção
Silêncio ao dirigir
Ausência de emissões pelo escapamento
Frenagem regenerativa
Resposta rápida ao acelerador
Possibilidade de utilizar um motor em cada eixo
Maior aproveitamento da energia armazenada na bateria
O mercado de elétricos no Brasil mudou radicalmente em pouco mais de um ano. Se em 2025 era necessário desembolsar até R$ 235 mil para adquirir um dos dez modelos mais baratos, em 2026 o teto caiu para R$ 176 mil. Essa redução reflete a chegada de novos modelos e a intensificação da concorrência, especialmente entre fabricantes chinesas.
Em agosto de 2026, os veículos 100% elétricos já representaram mais de 10% das vendas de automóveis e comerciais leves no país, com mais de 27 mil emplacamentos. Isso mostra que a eletrificação deixou de ser nicho e começa a se consolidar como uma opção viável para o consumidor brasileiro.
A lista dos mais baratos é dominada por marcas chinesas, com apenas uma exceção: o Chevrolet Spark EUV, que também é fruto de uma parceria com a gigante asiática SAIC e, recentemente, bateu recordes importantes. Essa predominância reforça o papel da China como protagonista na democratização dos elétricos no Brasil.
Rivalidade em alta
A liderança do BYD Dolphin Mini, com preço inicial de R$ 119.990, mostra a estratégia agressiva da marca em oferecer modelos acessíveis. Logo atrás, aparecem o Geely EX2 e o MG4 Urban, ambos abaixo de R$ 130 mil, ampliando as opções para quem busca eletrificação sem gastar tanto.
Modelos como o GWM Ora 5 e o GAC Aion UT também figuram na lista, mostrando que os SUVs compactos e médios estão se tornando alternativas competitivas. Essa diversidade de categorias, que oferece hatches, sedans e SUVs, ajuda a atrair diferentes perfis de consumidores.
Os 10 carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026
O mercado de elétricos no Brasil mudou radicalmente em pouco mais de um ano. Se em 2025 era necessário desembolsar até R$ 235 mil para adquirir um dos dez modelos mais baratos, em 2026 o teto caiu para R$ 176 mil. Essa redução reflete a chegada de novos modelos e a intensificação da concorrência, especialmente entre fabricantes chinesas.
Em agosto de 2026, os veículos 100% elétricos já representaram mais de 10% das vendas de automóveis e comerciais leves no país, com mais de 27 mil emplacamentos. Isso mostra que a eletrificação deixou de ser nicho e começa a se consolidar como uma opção viável para o consumidor brasileiro.
A lista dos mais baratos é dominada por marcas chinesas, com apenas uma exceção: o Chevrolet Spark EUV, que também é fruto de uma parceria com a gigante asiática SAIC e, recentemente, bateu recordes importantes. Essa predominância reforça o papel da China como protagonista na democratização dos elétricos no Brasil.
Rivalidade em alta
A liderança do BYD Dolphin Mini, com preço inicial de R$ 119.990, mostra a estratégia agressiva da marca em oferecer modelos acessíveis. Logo atrás, aparecem o Geely EX2 e o MG4 Urban, ambos abaixo de R$ 130 mil, ampliando as opções para quem busca eletrificação sem gastar tanto.
Modelos como o GWM Ora 5 e o GAC Aion UT também figuram na lista, mostrando que os SUVs compactos e médios estão se tornando alternativas competitivas. Essa diversidade de categorias, que oferece hatches, sedans e SUVs, ajuda a atrair diferentes perfis de consumidores.
Os 10 carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026
GWM e BYD seguem dando as cartas no segmento híbrido no Brasil e, em agosto de 2026, ocuparam as primeiras posições do ranking de vendas com o Song Pro e o Haval H6. Há, porém, um "novato" disposto a entrar na briga pela liderança: o Omoda 5.
O SUV da Omoda & Jaecoo foi o híbrido leve (HEV) mais vendido do período, com 3.344 registros e, assim, ficou com a terceira posição no ranking geral, atrás apenas dos rivais da BYD e da GWM, ambos com motorização híbrida plug-in (PHEV).
Outro ponto relevante no mês foi a entrada de modelos de diferentes categorias, como o Fiat Fastback, que lidera entre os MHEVs, e a Fiat Toro, que apareceu entre os dez primeiros.
BYD e GWM têm novo rival
A liderança do Haval H6 mostra a força da GWM no mercado nacional, mas a BYD segue como principal concorrente, com três modelos entre os dez mais vendidos. O Omoda 5 também se destaca, mostrando que há espaço para novas marcas nesse segmento. Já a presença de Fiat e Jeep reforça que fabricantes tradicionais também estão apostando na eletrificação.
Com mais de 37 mil híbridos emplacados no mês, representando 14,1% do mercado de carros e comerciais leves, os números indicam que a eletrificação está deixando de ser nicho e se tornando parte relevante da indústria automotiva brasileira. A tendência é de crescimento contínuo nos próximos meses.
GWM e BYD seguem dando as cartas no segmento híbrido no Brasil e, em agosto de 2026, ocuparam as primeiras posições do ranking de vendas com o Song Pro e o Haval H6. Há, porém, um "novato" disposto a entrar na briga pela liderança: o Omoda 5.
O SUV da Omoda & Jaecoo foi o híbrido leve (HEV) mais vendido do período, com 3.344 registros e, assim, ficou com a terceira posição no ranking geral, atrás apenas dos rivais da BYD e da GWM, ambos com motorização híbrida plug-in (PHEV).
Outro ponto relevante no mês foi a entrada de modelos de diferentes categorias, como o Fiat Fastback, que lidera entre os MHEVs, e a Fiat Toro, que apareceu entre os dez primeiros.
BYD e GWM têm novo rival
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Com mais de 37 mil híbridos emplacados no mês, representando 14,1% do mercado de carros e comerciais leves, os números indicam que a eletrificação está deixando de ser nicho e se tornando parte relevante da indústria automotiva brasileira. A tendência é de crescimento contínuo nos próximos meses.
A Renault aproveitou o estande da marca no Festival Interlagos para lançar, nesta quarta-feira (26) à noite, o Kwid 2027 e, de quebra, recolocar o hatch na posição de carro mais barato do Brasil. A marca francesa reduziu os preços em relação à linha anterior em mais de R$ 10 mil e, assim, posicionou o Kwid abaixo do Fiat Mobi e dos principais concorrentes do segmento.
Além dos preços no chão, o Kwid recebeu atualizações visuais e tecnológicas que o aproximam da nova identidade global da Renault. A dianteira foi redesenhada, a grade ganhou acabamento em preto brilhante e as lanternas traseiras receberam efeito “Crystal Lens”. Todas as versões passam a contar com luzes diurnas em LED, reforçando a modernidade do modelo.
No interior, o destaque é o painel digital de 7 polegadas, presente desde a versão de entrada. A partir da configuração Techno, o Kwid recebe a central multimídia Media Evolution de 10,1 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Essa evolução tecnológica coloca o compacto em sintonia com as demandas atuais de conectividade e conforto.
Visual e tecnologia
O Kwid 2027 traz elementos inspirados em modelos como Kardian e Boreal, com para-choques mais robustos e logotipo atualizado da Renault. Na traseira, as lanternas em LED e a câmera de ré integrada ao logotipo reforçam o apelo tecnológico. Internamente, cada versão recebe acabamentos específicos, como detalhes azuis na Techno e revestimentos premium na Outsider.
A central multimídia de 10,1” é um dos grandes diferenciais, oferecendo conectividade sem fio e informações do veículo em tempo real. Essa atualização coloca o Kwid em vantagem frente a concorrentes diretos, que ainda oferecem sistemas mais simples em versões de entrada.
Mecânica e desempenho
Apesar das mudanças visuais e tecnológicas, o conjunto mecânico permanece o mesmo. O motor 1.0 SCe flex entrega até 71 cv com etanol e 68 cv com gasolina, com torque máximo de 10 kgf/m. O consumo é competitivo: 10,2 km/l na cidade com etanol e até 15 km/l na estrada com gasolina. A velocidade máxima é de 159 km/h, suficiente para o uso urbano e rodoviário.
A altura livre do solo de 185 mm e os ângulos de entrada e saída favorecem a condução em pisos irregulares, mantendo o Kwid como uma opção versátil para diferentes cenários. O porta-malas de 290 litros, ampliável para 1.100 litros com os bancos rebatidos, garante praticidade no dia a dia.
Versões e preços
O Kwid Evolution 2027, versão de entrada, custa R$ 71.190 e já traz quatro airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e painel digital. A Techno, por R$ 75.990, adiciona multimídia de 10,1”, câmera de ré e acabamento diferenciado. Já a Outsider, topo de linha, sai por R$ 84.890 e oferece bancos premium, barras de teto, rodas de liga leve diamantadas e teto em cor contrastante.
Com essa estratégia, o Kwid 2027 se consolida como o carro mais barato do Brasil, sem abrir mão de recursos modernos. A Renault aposta em um pacote que une preço acessível, tecnologia e estilo renovado para manter o modelo como líder entre os compactos de entrada.
O Honda Prelude está de volta ao Brasil em sua nova geração. Depois de mais de duas décadas de ausência, a sexta geração da história do esportivo foi apresentada ao público nesta quinta-feira (27), no estande da marca no Festival Interlagos 2026.
O renovado modelo será vendido em versão única, importada do Japão, por um preço que é tão seletivo quanto o público consumidor de carros esportivos no país: R$ 380 mil.
O Prelude, é bom lembrar, tem uma história marcante no Brasil, especialmente por ter contado com Ayrton Senna como garoto-propaganda nos anos 1990. Agora, a Honda aposta na força desse legado para conquistar consumidores apaixonados por esportivos clássicos, mas com tecnologia atualizada.
Como é o novo Honda Prelude?
O novo Prelude mantém o espírito esportivo que o consagrou, mas com uma proposta mais refinada e tecnológica. O design atualizado remete às linhas clássicas do coupé original. O interior é marcado por acabamento premium e recursos modernos de conectividade e assistência à condução, reforçando sua posição como esportivo sofisticado.
A Honda aposta no Prelude como um produto de imagem, capaz de fortalecer a marca no Brasil e atrair consumidores que valorizam exclusividade. O preço elevado reflete essa estratégia, já que o modelo não busca volume de vendas, mas sim reforçar a presença da Honda em um segmento de prestígio.
Conjunto herdado do Civic
O Prelude 2027 é equipado com um sistema híbrido que combina motor a combustão e propulsor elétrico, entregando potência equilibrada e consumo otimizado. O câmbio automático CVT garante suavidade na condução, enquanto a tração dianteira mantém o perfil clássico do esportivo. O chassi foi desenvolvido para oferecer rigidez estrutural e estabilidade em curvas, características essenciais para quem busca prazer ao dirigir.
Entre os recursos tecnológicos, destacam-se os modos de condução ajustáveis, sistema de frenagem regenerativa e pacote completo de assistências, incluindo controle adaptativo de cruzeiro, alerta de colisão e manutenção de faixa. Esses elementos reforçam a proposta de unir esportividade com segurança e eficiência.
Gostou da novidade da Honda? Então confira o que marcas como Ford, GWM, MG Motore BYD já mostraram para o público que esteve presente no Festival Interlagos, que vai até o próximo domingo (30), em São Paulo.
O BYD Dolphin Mini, carro elétrico mais vendido do Brasil, acabou de ganhar um novo rival. A Dongfeng, marca chinesa que por aqui será chamada apenas de DFM, apresentou o Box Urban no Festival Interlagos 2026.
Trata-se de um hatch compacto totalmente elétrico que se posiciona como rival direto do subcompacto da BYD, e chega com uma estratégia clara: oferecer um produto competitivo em preço, autonomia e tecnologia, aproveitando o crescente interesse dos brasileiros por veículos elétricos.
Além do lançamento do Box Urban, a empresa confirmou planos ambiciosos, já que iniciará suas operações com uma rede de60 concessionárias espalhadas pelo país e uma garantia de até10 anos, sinalizando confiança na qualidade de seus produtos e disposição para conquistar rapidamente espaço no mercado nacional.
DFM Box: o novo rival do Dolphin Mini
O DFM Box Urban é o grande destaque da estreia da marca no Brasil. Compacto e voltado para o uso urbano, ele chega com autonomia de até302 km, números que o colocam em pé de igualdade com o BYD Dolphin Mini. A proposta é oferecer um carro elétrico acessível, mas com diferenciais que possam atrair consumidores em busca de novidade e confiabilidade.
A “briga” com a BYD promete ser intensa, já que o Dolphin Mini consolidou-se como referência em preço e eficiência. O Box, porém, não estará sozinho na batalha. A novata no mercado brasileiro apresentou também o Vigo Urban Plus. O foco desse modelo, porém, é outro. Vendido na China como Nammi 06, o SUV chega para encarar, de uma só vez, BYD Yuan Pro e GWM Ora 05, e aposta no motor de 163 cv e na autonomia de 302 km para derrotar a concorrência.
Vale lembrar que o Festival Interlagos 2026 segue até o próximo domingo (30), no icônico autódromo em São Paulo. O CT Auto está acompanhando as novidades e já trouxe por aqui o que marcas como IM, a divisão de luxo da MG, BAIC, rival da BYD, Leapmotor, GWM e Ford mostraram aos visitantes que passaram por lá.
O Jaecoo 8, maior SUV da família da marca pertencente ao Grupo Chery, tem “flertado” com o mercado brasileiro desde que foi lançado na China, em outubro de 2024, no evento que contou com a participação “in loco” da reportagem do CT Auto.
Dois anos depois de termos visto de perto e até dirigido o gigantesco utilitário, veio a confirmação: o Jaecoo 8 finalmente será lançado no Brasil. Os executivos da marca mostraram o portentoso SUV ao público na edição 2026 do Festival Interlagos e asseguraram que o novo integrante do portfólio chegará ao mercado brasileiro em 2027.
A versão que chegará por aqui, porém, não foi cravada pelos executivos, mas é provável que a opção recaia sobre a mais completa, como apurado pelo Canaltech na ocasião da visita às instalações da Chery, na China, em 2024. A ideia, claro, é encarar de frente rivais que surgiram mais tarde, mas, ironicamente, chegaram primeiro ao Brasil, como GWM Wey 07 e BYD Atto 8.
Como é o Jaecoo 8?
O futuro integrante do portfólio da Omoda & Jaecoo no Brasil chegará por aqui para brigar com outros gigantes do segmento. Afinal, ele ostenta 4,82 metros de comprimento, 1,93 m de largura e 2,82 m de entre-eixos, oferecendo configuração interna 2+3+2 e porta-malas de 738 litros. A versão mais completa do Jaecoo 8 tem ainda os seguintes destaques:
Motorização híbrida plug-in (PHEV): motor 1.5 TGDI aliado a dois motores elétricos, um em cada eixo, garantindo tração integral (AWD);
Potência total: até 605 cv e 93,3 kgfm de torque, acelerando de 0 a 100 km/h em apenas 5,4 segundos;
Autonomia: até 160 km em modo elétrico e mais de 1.300 km combinados, segundo ciclo chinês;
Interior premium: bancos em couro Nappa com ventilação, aquecimento e massagem, iluminação ambiente, ar-condicionado de três zonas e som Sony com 14 alto-falantes;
Segurança avançada: pacote ADAS 2.5, câmeras 540°, HUD, 10 airbags e sete anos de garantia para o veículo (oito para a bateria).
Como anda o Jaecoo 8?
O "canhão" de tração integral, 605 cv de potência e 93,3 kgf/m de torque, é capaz de chegar do 0 absoluto aos 100 km/h em apenas 5,4 segundos. Além disso, mostrou uma estabilidade impressionante, e um poder de frenagem fundamental para um SUV com essas proporções.
A autonomia combinada do sistema híbrido também merece ser destacada, pois, com 34,46 Kwh, o SUV de 4,82 metros de comprimento e 2,82 m de entre-eixos, promete rodar até 160 quilômetros no modo exclusivamente elétrico, além de superar a barreira dos 1.300 km no total, de acordo com o ciclo chinês.
A "invasão chinesa" no mercado automotivo brasileiro está prestes a ganhar mais um concorrente de peso. A BAIC aproveitou sua presença no Festival Interlagos 2026 para confirmar que, a partir de novembro, chegará com tudo por aqui. E fará sua estreia com um modelo que promete incomodar ninguém menos que o líder de vendas do segmento elétrico no país: o BYD Dolphin Mini.
O carro escolhido para a missão de ser o mais novo "pesadelo" do subcompacto da BYD é o Arcfox T1, hatch elétrico de 4,34 metros de comprimento voltado para o uso diário, equipado com motor de 95 cv, bateria de 42,4 kWh, central multimídia de 15,6” e pacote de assistências de condução semiautônoma de Nível 2.
Além do T1, a BAIC também apresentará o Arcfox T5, um SUV médio que aposta em desempenho elevado e recursos avançados, mirando em modelos de um segmento superior, como o GWM Haval H6, o Jaecoo 7 e o BYD Song Plus. Com esses dois lançamentos, a marca sinaliza sua intenção de conquistar diferentes perfis de consumidores e ampliar a competitividade no segmento de elétricos.
Arcfox T1: o rival direto do Dolphin Mini
O Arcfox T1 chega ao Brasil com a missão de enfrentar o BYD Dolphin Mini, mas com atributos que o posicionam acima do concorrente. Equipado com bateria de 42,3 kWh e motor de 129 cv, o T1 promete eficiência e praticidade para o uso urbano.
O interior traz recursos de alto nível, como multimídia de 15,6” com Apple CarPlay sem fio, teto solar panorâmico, câmeras 540° com visão 3D e pacote ADAS de nível 2+. Os bancos dianteiros contam com ajustes elétricos, memória, aquecimento e ventilação, enquanto o porta-malas possui abertura elétrica. Esses elementos reforçam a proposta de oferecer um carro compacto, mas com sofisticação e tecnologia de ponta.
Arcfox T5: tecnologia e sofisticação em SUV médio
O Arcfox T5 será o segundo modelo da marca a desembarcar no Brasil e promete disputar espaço entre os SUVs médios premium. Com 4,69 metros de comprimento e 2,84 metros de entre-eixos, o veículo aposta em conforto e espaço interno. Seu motor elétrico entrega 272 cv e 36,7 kgf/m de torque, alimentado por uma bateria de 74,4 kWh com arquitetura de 800 volts, que permite recargas ultrarrápidas.
Além do desempenho, o T5 se destaca pelo design aerodinâmico, com coeficiente de apenas 0,24, e por soluções modernas como portas com abertura interna por botões e câmeras 540°. O modelo também traz teto solar panorâmico e pacote ADAS avançado, reforçando sua proposta de unir tecnologia, segurança e sofisticação.
Como ficou claro, o objetivo da BAIC é rivalizar com a BYD, especialmente com os campeões de venda da marca. E isso não é novidade, já que existem pelo menos 5 rivais para o Dolphin no Brasil; veja quais são.
A Toyota decidiu radicalizar no segmento de SUVs médios ao trazer para o Brasil o novo RAV4 híbrido plug-in (PHEV). O modelo chega apenas na versão XSE, com preço de R$ 399.990, exatamente o mesmo valor do rival chinês BYD Atto 8, lançado recentemente. A estratégia é clara: oferecer um produto mais sofisticado e potente para disputar espaço no mercado de eletrificados premium.
Com 329 cv de potência combinada, o RAV4 PHEV se torna o mais forte já vendido pela marca no país, superando os 306 cv da geração anterior. O desempenho é digno de esportivo: aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos e velocidade máxima de 180 km/h. Além disso, a tração integral AWD e os modos de condução Trail, Snow e Normal ampliam a versatilidade do SUV.
O modelo passa a conviver com as versões híbridas convencionais S e SX, que continuam no portfólio. Assim, a Toyota oferece três opções distintas de eletrificação, com preços a partir de R$ 319.620, reforçando sua presença em um segmento cada vez mais competitivo.
SUV da Toyota está mais potente
O RAV4 PHEV combina um motor 2.5 aspirado de 189 cv com três motores elétricos, entregando 329 cv no total. O sistema garante força imediata e eficiência, com destaque para a bateria de íons de lítio de 22,7 kWh, que permite rodar até 61 km apenas no modo elétrico, segundo dados do Inmetro. Isso significa que trajetos urbanos podem ser feitos sem consumo de combustível, dependendo da rotina de recarga.
Outro diferencial é a capacidade de recarga rápida em corrente contínua (DC), suportando até 50 kW, além de 11 kW em corrente alternada (AC). Esse recurso ainda é raro em híbridos plug-in, tornando o RAV4 mais prático para quem busca eletrificação sem abrir mão da flexibilidade.
Design e tecnologia do novo RAV4
Visualmente, o SUV segue a identidade “Hammerhead” da Toyota, com faróis estreitos, capô marcado e rodas de 20 polegadas em acabamento preto. A versão XSE aposta em pintura de dois tons, com teto sempre preto, reforçando o apelo esportivo. O porta-malas tem 421 litros, menor que o da versão HEV, mas conta com abertura elétrica por sensor de movimento.
No interior, o RAV4 PHEV traz central multimídia de12,9 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, som JBL premium e painel digital de 12,3 polegadas. Há ainda head-up display, teto solar panorâmico, bancos dianteiros com aquecimento e ventilação, além de ajustes elétricos com memória. O pacote de segurança Toyota Safety Sense 4.0 inclui frenagem autônoma, controle de cruzeiro adaptativo, alerta de saída de faixa e câmera 360º, elevando o nível de proteção.
Ficou na dúvida sobre qual SUV é o melhor entre o novo Toyota RAV4 PHEV e o rival chinês? Então confira novamente o que o SUV premium da BYD, que tem até geladeira, pode oferecer na disputa contra o consagrado utilitário da marca japonesa.
Um avião monomotor Cirrus Design SR22 caiu na manhã desta terça-feira (25) em uma área de mata no distrito de Serra Azul, em Mateus Leme (MG). Logo após o impacto, a aeronave pegou fogo, mas o piloto conseguiu escapar graças ao acionamento do sistema de paraquedas CAPS, que reduziu a força da queda.
O piloto, único ocupante da aeronave, tem 29 anos e foi resgatado por populares sem queixas de dores ou escoriações. Ele foi encaminhado para atendimento em uma UPA da região.
Imagens divulgadas em redes sociais mostram claramente o momento em que o avião desce com o paraquedas ativado. O voo havia partido de Belo Horizonte com destino a Bom Despacho.
Situação da aeronave
A aeronave, de prefixo PR-VMI, estava em situação regular no Registro Aeronáutico Brasileiro. Seu certificado de aeronavegabilidade é válido até 26 de setembro de 2026.
Fabricado em 2013, o modelo tem capacidade para cinco assentos e é equipado com o sistema de paraquedas CAPS, projetado para aumentar a segurança em situações de emergência. O avião é de uso particular e não tinha restrições de voo registradas.
Resgate e investigação
Após a queda, moradores da região ajudaram no resgate do piloto, que saiu ileso do acidente. O fogo consumiu a aeronave, mas não houve registro de outras vítimas.
As causas do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades competentes, que devem analisar tanto as condições do voo quanto o acionamento do sistema de segurança.
A BYD apresentou no Salão de Chengdu, na China, a terceira geração do Tang, SUV elétrico que por aqui é conhecido apenas como BYD Tan. O modelo recebeu desenho totalmente renovado, cresceu em dimensões e incorporou a segunda geração da bateria Blade. A estreia comercial na China está prevista para o quarto trimestre de 2026.
O Tan tem importância especial para o mercado brasileiro, já que iniciou a "dinastia" da marca chinesa no país, ao lado do Han, sedan que é um autêntico "foguete sobre rodas". Por aqui, o nome internacional Tang perdeu o “g” e se consolidou como Tan, tornando-se referência entre os SUVs elétricos de grande porte.
A nova geração é ainda maior, pois mede 5,045 metros de comprimento e 2,950 m de entre-eixos. Apesar do aumento nas dimensões, o SUV passa a oferecer apenas cinco lugares, abandonando a configuração para sete ocupantes que marcou o lançamento do modelo anterior.
Tan ganha nova bateria e recarga "a jato"
O novo Tan traz avanços importantes no conjunto elétrico. A segunda geração da Blade Battery será oferecida em versões de 88,7 kWh e 105,8 kWh, com autonomias que variam entre 730 km e 850 km no ciclo chinês CLTC. Mais relevante que a capacidade é a velocidade de recarga: com a tecnologia Flash Charging, a bateria pode ir de 10% a 70% em cerca de cinco minutos, aproximando o tempo de recarga ao de um abastecimento convencional.
Além disso, o SUV estreia recursos sofisticados como o sistema de assistência à condução God’s Eye B, equipado com LiDAR, capaz de oferecer condução assistida em vias urbanas e rodovias. A suspensão pneumática DiSus-A, com câmaras duplas e ajuste inteligente conforme o piso, reforça o posicionamento premium da nova geração.
Novo BYD Tan no Brasil
Ainda não há confirmação oficial de que o novo Tan será vendido no Brasil. No entanto, por ser sucessor direto de um modelo já presente na gama nacional, a expectativa é grande. A mudança para apenas cinco lugares pode representar um desafio, já que o Tan atual se destaca justamente pela configuração de sete assentos.
O Festival Interlagos se consolidou como o novo Salão do Automóvel brasileiro, reunindo montadoras tradicionais e novas marcas que apostam no mercado nacional. Não à toa, a edição 2026 do evento está cercada de expectativa e, claro, mostrará uma série de carros que todos querem ver. Por conta disso, o CT Auto resumiu, em uma pequena lista, 7 destaques do evento que começa na próxima quinta-feira (27) e vai até domingo (30), em São Paulo.
O evento não apenas apresentará veículos inéditos, mas também reforçará o papel de São Paulo como centro de inovação e consumo automotivo na América Latina. Entre os lançamentos mais esperados estão os de marcas chinesas, que invadiram o mercado nacional nos últimos anos. Velhas conhecidas, como a GWM, e novatas, como a BAIC, marcarão presença em Interlagos.
Assim como ocorreu nas outras edições do Festival, o maior diferencial em relação ao Salão do Automóvel tradicional será a oportunidade de testar, na pista, alguns dos principais lançamentos previstos para chegar ao Brasil em um futuro próximo. Além disso, haverá também espaço para conhecer supercarros históricos, como McLaren 600 LT, Nissan GTR R35 e Toyota Supra MK4.
Destaques do Festival Interlagos 2026
Entre os modelos mais esperados está o GWM Haval H7, que chegará ao Brasil para se posicionar entre o H6 e o H9, com motor híbrido flex de 364 cv e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,8 segundos. Outro destaque para o público será o Honda Prelude híbrido, que combina motor 2.0 aspirado com sistema elétrico, entregando 203 cv e consumo urbano de 17,9 km/l.
As novas marcas chinesas também marcarão presença: a Dongfeng apresenta o hatch elétrico Box, mais um rival para o BYD Dolphin, e o SUV Vigo, ambos com previsão de montagem no Brasil a partir de 2028. Já a BAIC levará o Arcfox T1, outro que tem o "Golfinho" na mira, além do T5, com a impressionante multimídia de 22,8 polegadas. A Jaecoo mostrará pela primeira vez o Jaecoo 5, que o CT Autojá testou na China, e chegará para incomodar BYD e GWM por aqui.
7 carros que todos querem ver no Festival Interlagos
A BYD confirmou que o Brasil será o primeiro país a produzir a Mako, sua nova picape intermediária. O lançamento está previsto para o último trimestre de 2026, com produção nacional na unidade de Camaçari, na Bahia. A empresa investe cerca de R$ 3 bilhões na estrutura industrial, acelerando obras de pintura, soldagem e estamparia para viabilizar o início da fabricação.
A Mako será baseada na plataforma do Song Pro, com construção monobloco, suspensão traseira independente e preparação para reboque. O design combina elementos do Song Plus na dianteira e referências da picape Shark na traseira, reforçando a identidade visual da marca.
O modelo chega para disputar um dos segmentos mais competitivos do mercado brasileiro, dominado atualmente pela Fiat Toro. A aposta da BYD é oferecer tecnologia híbrida plug-in flex, conciliando desempenho e eficiência energética.
Tecnologia e versões da BYD Mako
A Mako terá versões de entrada equipadas com o conjunto do Song Pro: motor 1.5 aspirado aliado a um propulsor elétrico, tração dianteira e potência próxima de 219 cv, além de bateria de 18,3 kWh e autonomia elétrica de 72 km pelo Inmetro.
Já as versões superiores deverão adotar o sistema do Song Plus Premium, com motor 1.5 turbo flex de 130 cv e dois motores elétricos, entregando 324 cv de potência combinada e tração integral. Essa configuração posiciona a Mako como uma das picapes híbridas mais potentes do mercado nacional.
O que sabemos sobre a BYD Mako
Chegada entre outubro e novembro de 2026 – produção nacional em Camaçari (BA)
Investimento de R$ 3 bilhões – modernização da fábrica para suportar a nova linha
Plataforma do Song Pro – construção monobloco e suspensão traseira independente
Versões híbridas plug-in flex – opções de 219 cv (entrada) e 324 cv (topo de linha)
Design inspirado no Song Plus e Shark – dianteira moderna e traseira robusta.
Desde que a placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil, uma das mudanças que mais chamaram a atenção dos motoristas foi o desaparecimento do nome da cidade e da sigla do estado na identificação do carro. A alteração faz parte da padronização adotada entre os países do bloco, mas acabou dificultando uma consulta que antes podia ser feita com um simples olhar.
Na antiga identificação veicular, a chamada placa cinza, bastava uma espiadinha na parte superior do acessório para saber, de forma imediata, em qual município o carro havia sido registrado. Com o novo modelo, essa informação deixou de aparecer de forma visível, dando lugar apenas ao nome do país. Ainda assim, isso não significa que os dados tenham desaparecido: eles continuam disponíveis nos bancos de dados oficiais.
Se você quer saber como fazer para descobrir a cidade de origem de um carro por meio da placa Mercosul, fique tranquilo, pois o CT Auto vai ajudar. Como diz o dito popular, "não querer prática, tampouco habilidade", mas é preciso realizar alguns passos importantes, com a ajuda da tecnologia, mais especificamente da loja de aplicativos do seu celular. Vamos lá?
Aplicativo oficial revela onde o carro foi registrado pela primeira vez
A forma mais simples de realizar essa consulta é utilizando o Sinesp Cidadão, aplicativo oficial do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Depois de instalar o app no celular, basta informar a sequência de letras e números da placa para acessar informações como marca, modelo, ano de fabricação, município e estado onde o veículo foi registrado.
O serviço é gratuito e utiliza informações oficiais da base nacional de veículos. Além da cidade de origem, o aplicativo também permite verificar se há registros de roubo ou furto, tornando-se uma ferramenta bastante útil para quem pretende comprar um carro usado ou apenas confirmar a procedência de um veículo.
Por que a placa Mercosul deixou de mostrar cidade e estado?
Ao contrário do que muitos imaginam, a retirada do nome da cidade não fazia parte da ideia inicial da placa Mercosul. O projeto original previa que o brasão do estado e do município fossem incorporados à própria placa, preservando essa identificação mesmo com o novo padrão visual adotado pelos países do Mercosul.
A proposta, porém, acabou sendo abandonada durante a regulamentação. Como os brasões fariam parte da placa metálica, qualquer mudança de município obrigaria a emissão de uma nova identificação completa. No modelo antigo, bastava substituir a tarjeta superior, procedimento mais simples e barato. Para evitar esse custo adicional aos proprietários, a identificação da cidade acabou sendo retirada.
Projeto de Lei quer volta das cidades às placas Mercosul
O texto já avançou em parte da tramitação legislativa e, se for aprovado pela Câmara, pelo Senado e sancionado pela Presidência da República, a identificação poderá voltar aos próximos emplacamentos. A tendência é que a mudança seja aplicada apenas às novas placas emitidas, sem obrigar proprietários a substituir imediatamente as identificações atuais.
A Volkswagen decidiu reduzir os preços da Tera 2026 para limpar os estoques e abrir espaço para a chegada da linha 2027. O SUV compacto, que já foi um sucesso na pré-venda, com 12 mil pedidos em apenas 50 minutos, agora pode ser encontrado com descontos de até R$ 19 mil em algumas concessionárias.
A estratégia da marca é clara: oferecer condições atrativas para quem busca um modelo completo, mas com custo-benefício mais competitivo. Com mais de 40 mil unidades vendidas no acumulado do ano, o Tera se consolidou como rival direto de Fiat Pulse, Renault Kardian e Chevrolet Sonic.
Os maiores descontos foram localizados em cidades como Nova Friburgo e Araruama (RJ), onde versões topo de linha e intermediárias estão com preços bem abaixo da tabela oficial. Essa política reforça o objetivo da Volkswagen em zerar as unidades nos pátios e abrir espaço para a chegada da nova geração.
Descontos e versões disponíveis
Na versão High 2026, o Tera pode ser adquirido por R$ 126.980 em Nova Friburgo, representando uma economia de R$ 19.210 em relação ao preço oficial de R$ 146.190. Já a versão Comfort aparece em algumas lojas por R$ 116.890, contra R$ 133.190 da tabela, um desconto de R$ 16.300.
O modelo de entrada, Tera 1.0 MPI, também está mais acessível. Pelo configurador da marca, custa R$ 107.190, mas em algumas concessionárias é vendido por R$ 98.990, uma redução de R$ 8.200. A versão 170 TSI, por sua vez, pode ser encontrada por R$ 114.890, frente aos R$ 123.190 oficiais, garantindo economia de R$ 8.300.
Motores e equipamentos de série
O Tera 2026 oferece duas opções de motorização. A versão 1.0 MPI traz motor aspirado de três cilindros, com até 84 cv no etanol e câmbio manual de cinco marchas. Já as versões 170 TSI, Comfort e High utilizam motor 1.0 turbo de até 85 cv, com torque de 16,8 kgf/m e transmissão automática de seis velocidades nas configurações mais completas.
Entre os principais itens de série, destacam-se seis airbags, sistema multimídia VW Play com tela de 10,1 polegadas, frenagem autônoma de emergência, controle eletrônico de estabilidade, faróis em LED, painel digital e piloto automático. Nas versões mais caras, há recursos adicionais como câmera traseira, carregamento de celular por indução e ar-condicionado digital Climatronic Touch.