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Google Tradutor agora traduz conversas por voz sem internet, mas tem uma pegadinha

16 September 2026 at 14:01

O Google Tradutor começou a liberar tradução de conversas por voz em tempo real mesmo sem conexão com a internet. A novidade amplia o modo "Tradução instantânea", que já servia como intérprete entre duas pessoas, e pode ser útil em viagens, aeroportos ou locais com sinal ruim.

Até agora, o Google Tradutor já permitia baixar idiomas para traduzir textos e imagens offline. A diferença é que as conversas ao vivo ainda dependiam de internet para funcionar.

Como funciona a tradução por voz sem internet?

O usuário precisa baixar previamente os idiomas compatíveis no celular. Depois disso, basta abrir o Google Tradutor e acessar a opção Tradução instantânea.

No modo "Conversa", duas pessoas podem falar alternadamente e o aplicativo reproduz a tradução em voz alta. O microfone também consegue identificar automaticamente a mudança de idioma durante a conversa.

Há ainda um modo frente a frente, que divide a tela para que cada pessoa acompanhe a transcrição e a tradução no próprio lado do aparelho.

A novidade passa a permitir que esse processo continue funcionando sem internet, desde que os pacotes de idiomas tenham sido baixados antes.

Google Tradutor 1

Quais idiomas funcionam offline?

Neste primeiro momento, a tradução instantânea offline funciona entre inglês e os seguintes idiomas:

  • português;

  • espanhol;

  • francês;

  • alemão;

  • italiano;

  • hindi;

  • indonésio;

  • japonês;

  • russo;

  • sueco.

Isso significa que a combinação precisa envolver inglês. Não é possível, por exemplo, fazer uma tradução instantânea offline diretamente de português para japonês.

A pegadinha está nos celulares compatíveis

A limitação mais importante está na disponibilidade. Segundo a documentação oficial do Google, a tradução instantânea offline está disponível atualmente apenas para Pixel 9, Pixel 10 e Pixel 11.

Ou seja, a novidade não chegou de forma geral ao Google Tradutor em qualquer celular Android. Mesmo aparelhos mais antigos da própria linha Pixel e modelos de outras fabricantes ficam de fora por enquanto.

No iPhone, o Google continua permitindo baixar idiomas para traduções offline de texto e câmera, mas a documentação não confirma o novo modo de conversação por voz offline para iOS.

O Google não informou se pretende ampliar o recurso para mais aparelhos.

Confira no Canaltech como usar o Google Tradutor para aprender inglês.

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Filhos bagunçaram seu Spotify? Novo recurso corrige recomendações e Retrospectiva

15 September 2026 at 23:02

O Spotify começou a liberar uma opção que permite excluir músicas infantis e para a família do perfil de preferências do usuário. Com isso, faixas tocadas para filhos ou outras crianças deixam de influenciar recomendações como Descobertas da Semana, Daily Mix e a Retrospectiva, mesmo que continuem sendo reproduzidas normalmente na conta.

A novidade começou a ser disponibilizada globalmente nesta terça-feira (15) para usuários Free e Premium. O recurso funciona de forma retroativa, portanto músicas infantis já ouvidas também podem deixar de contar para indicadores da Retrospectiva 2026, como artista ou faixa mais escutados.

Como tirar músicas infantis das recomendações

A configuração fica dentro do próprio aplicativo do Spotify. Para ativá-la:

  1. Vá em "Configurações e privacidade"
  2. Toque em "Conteúdo e tela"
  3. Em "Incluir músicas infantis e para a família no perfil de preferências", desative a opção.

O Spotify informa que a mudança pode levar até 48 horas para aparecer nas recomendações personalizadas.

A alteração não bloqueia músicas infantis. O usuário continua podendo procurar, reproduzir e montar playlists com esse tipo de conteúdo normalmente.

O que muda é a forma como essas reproduções entram no chamado perfil de preferências, conjunto de sinais que o Spotify usa para entender os gostos de cada usuário e montar recomendações personalizadas.

Isso inclui músicas de filmes de animação, temas de programas infantis, cantigas e outros conteúdos voltados para crianças. A ideia é evitar que esse consumo ocasional passe a dominar playlists e sugestões feitas para o responsável.

spotify capa

Recurso também muda a Retrospectiva do Spotify

A principal diferença para quem se importa com a Retrospectiva é que a configuração vale também para o histórico deste ano.

Depois de desligar a opção, as músicas infantis já reproduzidas podem ser retiradas dos dados usados para definir, por exemplo, música e artista mais ouvidos na Retrospectiva 2026.

O Spotify já permitia excluir conteúdos específicos do perfil de preferências. Em 2023, a empresa começou a permitir que playlists fossem ignoradas pelo algoritmo e, em 2025, ampliou a função para faixas individuais.

A empresa também oferece contas monitoradas para crianças, que mantêm o histórico do jovem separado do perfil dos responsáveis. Mesmo assim, o novo controle cobre outra situação comum: quando o adulto toca músicas infantis diretamente na própria conta, como durante uma viagem de carro ou em casa.

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Filhos bagunçaram seu Spotify? Novo recurso corrige recomendações e Retrospectiva

15 September 2026 at 23:02

O Spotify começou a liberar uma opção que permite excluir músicas infantis e para a família do perfil de preferências do usuário. Com isso, faixas tocadas para filhos ou outras crianças deixam de influenciar recomendações como Descobertas da Semana, Daily Mix e a Retrospectiva, mesmo que continuem sendo reproduzidas normalmente na conta.

A novidade começou a ser disponibilizada globalmente nesta terça-feira (15) para usuários Free e Premium. O recurso funciona de forma retroativa, portanto músicas infantis já ouvidas também podem deixar de contar para indicadores da Retrospectiva 2026, como artista ou faixa mais escutados.

Como tirar músicas infantis das recomendações

A configuração fica dentro do próprio aplicativo do Spotify. Para ativá-la:

  1. Vá em "Configurações e privacidade"
  2. Toque em "Conteúdo e tela"
  3. Em "Incluir músicas infantis e para a família no perfil de preferências", desative a opção.

O Spotify informa que a mudança pode levar até 48 horas para aparecer nas recomendações personalizadas.

A alteração não bloqueia músicas infantis. O usuário continua podendo procurar, reproduzir e montar playlists com esse tipo de conteúdo normalmente.

O que muda é a forma como essas reproduções entram no chamado perfil de preferências, conjunto de sinais que o Spotify usa para entender os gostos de cada usuário e montar recomendações personalizadas.

Isso inclui músicas de filmes de animação, temas de programas infantis, cantigas e outros conteúdos voltados para crianças. A ideia é evitar que esse consumo ocasional passe a dominar playlists e sugestões feitas para o responsável.

spotify capa

Recurso também muda a Retrospectiva do Spotify

A principal diferença para quem se importa com a Retrospectiva é que a configuração vale também para o histórico deste ano.

Depois de desligar a opção, as músicas infantis já reproduzidas podem ser retiradas dos dados usados para definir, por exemplo, música e artista mais ouvidos na Retrospectiva 2026.

O Spotify já permitia excluir conteúdos específicos do perfil de preferências. Em 2023, a empresa começou a permitir que playlists fossem ignoradas pelo algoritmo e, em 2025, ampliou a função para faixas individuais.

A empresa também oferece contas monitoradas para crianças, que mantêm o histórico do jovem separado do perfil dos responsáveis. Mesmo assim, o novo controle cobre outra situação comum: quando o adulto toca músicas infantis diretamente na própria conta, como durante uma viagem de carro ou em casa.

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Apple libera combo do iCloud+ com Apple TV e Arcade grátis em mais de 100 países

15 September 2026 at 22:05

A Apple começou a incluir Apple TV e Apple Arcade sem custo adicional nas assinaturas do iCloud+ em mais de 100 países e regiões. A novidade transforma até o plano mais barato do serviço de armazenamento em nuvem em um pacote com streaming de filmes, séries e jogos.

Segundo a Apple, a mudança será implementada gradualmente até o fim de setembro. Entre os mercados contemplados estão Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia e Emirados Árabes Unidos. O Brasil, por enquanto, não aparece na lista.

Na prática, basta ter uma assinatura elegível do iCloud+ para receber os outros dois serviços. De acordo com o 9to5Mac, até o plano de 50 GB, o mais básico, já dá acesso ao Apple TV e ao Apple Arcade nos países participantes.

O iCloud+ continua oferecendo armazenamento adicional para fotos, arquivos e backups, além de recursos extras de privacidade. A assinatura também pode ser compartilhada com até cinco outras pessoas por meio do Compartilhamento Familiar, de acordo com a Apple.

Apple TV

Brasil ainda está fora do novo iCloud+

Apesar da grande quantidade de mercados incluídos, a Apple ainda não anunciou a chegada do pacote ao Brasil. Os três serviços envolvidos já estão disponíveis separadamente no país, mas o iCloud+ brasileiro não passou a oferecer Apple TV e Apple Arcade como benefícios da assinatura.

Isso significa que usuários brasileiros continuam dependendo de assinaturas separadas ou do Apple One para reunir serviços da empresa em um único pacote.

A Apple afirma que o novo iCloud+ chegará a mais de 100 países e regiões até o fim de setembro, mas a lista divulgada até agora não inclui o mercado brasileiro. Portanto, a expansão para o Brasil ainda é uma possibilidade, mas não há confirmação ou prazo divulgado pela companhia.

A iniciativa também aumenta consideravelmente a presença do Apple TV pelo mundo. Com a expansão, o serviço de streaming chega a 59 novos países e passa a estar disponível em 170 mercados.

Em alguns países, a Apple também adicionou ao iCloud+ o Apple Music Select, modalidade mais limitada do serviço de música que oferece algumas estações de rádio sem anúncios. Assinantes elegíveis podem migrar posteriormente para o Apple Music completo com preço reduzido.

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Apple libera combo do iCloud+ com Apple TV e Arcade grátis em mais de 100 países

15 September 2026 at 22:05

A Apple começou a incluir Apple TV e Apple Arcade sem custo adicional nas assinaturas do iCloud+ em mais de 100 países e regiões. A novidade transforma até o plano mais barato do serviço de armazenamento em nuvem em um pacote com streaming de filmes, séries e jogos.

Segundo a Apple, a mudança será implementada gradualmente até o fim de setembro. Entre os mercados contemplados estão Índia, Arábia Saudita, Singapura, Turquia e Emirados Árabes Unidos. O Brasil, por enquanto, não aparece na lista.

Na prática, basta ter uma assinatura elegível do iCloud+ para receber os outros dois serviços. De acordo com o 9to5Mac, até o plano de 50 GB, o mais básico, já dá acesso ao Apple TV e ao Apple Arcade nos países participantes.

O iCloud+ continua oferecendo armazenamento adicional para fotos, arquivos e backups, além de recursos extras de privacidade. A assinatura também pode ser compartilhada com até cinco outras pessoas por meio do Compartilhamento Familiar, de acordo com a Apple.

Apple TV

Brasil ainda está fora do novo iCloud+

Apesar da grande quantidade de mercados incluídos, a Apple ainda não anunciou a chegada do pacote ao Brasil. Os três serviços envolvidos já estão disponíveis separadamente no país, mas o iCloud+ brasileiro não passou a oferecer Apple TV e Apple Arcade como benefícios da assinatura.

Isso significa que usuários brasileiros continuam dependendo de assinaturas separadas ou do Apple One para reunir serviços da empresa em um único pacote.

A Apple afirma que o novo iCloud+ chegará a mais de 100 países e regiões até o fim de setembro, mas a lista divulgada até agora não inclui o mercado brasileiro. Portanto, a expansão para o Brasil ainda é uma possibilidade, mas não há confirmação ou prazo divulgado pela companhia.

A iniciativa também aumenta consideravelmente a presença do Apple TV pelo mundo. Com a expansão, o serviço de streaming chega a 59 novos países e passa a estar disponível em 170 mercados.

Em alguns países, a Apple também adicionou ao iCloud+ o Apple Music Select, modalidade mais limitada do serviço de música que oferece algumas estações de rádio sem anúncios. Assinantes elegíveis podem migrar posteriormente para o Apple Music completo com preço reduzido.

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Nova Alexa compara produtos e preços para você fazer a melhor compra

15 September 2026 at 21:02

A Amazon começou a testar no Brasil uma nova versão da Alexa voltada especificamente para compras. Disponível dentro do aplicativo Amazon Shopping e no site da varejista, a “Alexa para Compras” usa inteligência artificial para pesquisar produtos, comparar preços e características, mostrar ofertas e recomendar opções a partir de perguntas em linguagem natural.

A ferramenta ainda está em fase beta e não aparece para todos os usuários brasileiros. Segundo a Amazon, o acesso está sendo liberado gradualmente para clientes selecionados que estejam conectados à própria conta.

A ferramenta é uma evolução do Rufus, assistente de compras com IA que a Amazon começou a testar nos Estados Unidos em 2024 e incorporou à experiência da Alexa para Compras em 2026.

Como funciona a Alexa para Compras?

No aplicativo da Amazon, a ferramenta aparece como uma aba própria chamada “Alexa” na barra inferior. Ao abrir a seção, o usuário encontra sugestões como rastrear pedidos, buscar ofertas e comparar produtos, além de um campo para fazer perguntas sobre compras.

A proposta é funcionar como uma espécie de agente de compras. Em vez de pesquisar por um item específico e abrir várias páginas, o usuário pode explicar o que procura ou pedir ajuda para comparar alternativas.

A Amazon cita como exemplo alguém interessado em uma air fryer, mas sem saber quais características avaliar. Nesse caso, a Alexa pode explicar critérios como capacidade, potência e facilidade de limpeza e sugerir produtos relacionados.

As respostas também podem vir estruturadas em tabelas comparativas. Em uma consulta sobre panelas de ferro fundido e cerâmica, por exemplo, a assistente organiza diferenças por peso, retenção de calor, distribuição de calor, antiaderência e compatibilidade.

Em outro exemplo, a Alexa lista ofertas de livros com preço, desconto, avaliação e informações de entrega. A própria interface recomenda conferir a página do produto para validar preços à vista, cupons e outros descontos adicionais.

alexa para compras prints

IA também pode errar

A Amazon deixa uma ressalva clara dentro da própria ferramenta. Na tela inicial, a Alexa informa que suas respostas são geradas por inteligência artificial e que “nem sempre” estarão corretas.

As respostas usam informações do catálogo da Amazon e avaliações publicadas por compradores. Nos Estados Unidos, a ferramenta também ganhou recursos como histórico de preços, alertas de queda de valor e compras automáticas quando um item chega ao preço definido pelo usuário.

Essas funções mais avançadas não foram confirmadas para a versão beta brasileira. No Brasil, a Amazon cita neste primeiro momento pesquisa, recomendações, comparação de produtos, ofertas e assistência durante a compra.

Ainda não está disponível para todos

A Amazon ainda não informou quando a Alexa para Compras será liberada para todos os usuários no Brasil.

Quem já recebeu a função pode encontrá-la no aplicativo Amazon Shopping e, em alguns casos, no site da varejista. Como o lançamento é gradual, usuários com a mesma versão do aplicativo podem ter experiências diferentes.

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Nova Alexa compara produtos e preços para você fazer a melhor compra

15 September 2026 at 21:02

A Amazon começou a testar no Brasil uma nova versão da Alexa voltada especificamente para compras. Disponível dentro do aplicativo Amazon Shopping e no site da varejista, a “Alexa para Compras” usa inteligência artificial para pesquisar produtos, comparar preços e características, mostrar ofertas e recomendar opções a partir de perguntas em linguagem natural.

A ferramenta ainda está em fase beta e não aparece para todos os usuários brasileiros. Segundo a Amazon, o acesso está sendo liberado gradualmente para clientes selecionados que estejam conectados à própria conta.

A ferramenta é uma evolução do Rufus, assistente de compras com IA que a Amazon começou a testar nos Estados Unidos em 2024 e incorporou à experiência da Alexa para Compras em 2026.

Como funciona a Alexa para Compras?

No aplicativo da Amazon, a ferramenta aparece como uma aba própria chamada “Alexa” na barra inferior. Ao abrir a seção, o usuário encontra sugestões como rastrear pedidos, buscar ofertas e comparar produtos, além de um campo para fazer perguntas sobre compras.

A proposta é funcionar como uma espécie de agente de compras. Em vez de pesquisar por um item específico e abrir várias páginas, o usuário pode explicar o que procura ou pedir ajuda para comparar alternativas.

A Amazon cita como exemplo alguém interessado em uma air fryer, mas sem saber quais características avaliar. Nesse caso, a Alexa pode explicar critérios como capacidade, potência e facilidade de limpeza e sugerir produtos relacionados.

As respostas também podem vir estruturadas em tabelas comparativas. Em uma consulta sobre panelas de ferro fundido e cerâmica, por exemplo, a assistente organiza diferenças por peso, retenção de calor, distribuição de calor, antiaderência e compatibilidade.

Em outro exemplo, a Alexa lista ofertas de livros com preço, desconto, avaliação e informações de entrega. A própria interface recomenda conferir a página do produto para validar preços à vista, cupons e outros descontos adicionais.

alexa para compras prints

IA também pode errar

A Amazon deixa uma ressalva clara dentro da própria ferramenta. Na tela inicial, a Alexa informa que suas respostas são geradas por inteligência artificial e que “nem sempre” estarão corretas.

As respostas usam informações do catálogo da Amazon e avaliações publicadas por compradores. Nos Estados Unidos, a ferramenta também ganhou recursos como histórico de preços, alertas de queda de valor e compras automáticas quando um item chega ao preço definido pelo usuário.

Essas funções mais avançadas não foram confirmadas para a versão beta brasileira. No Brasil, a Amazon cita neste primeiro momento pesquisa, recomendações, comparação de produtos, ofertas e assistência durante a compra.

Ainda não está disponível para todos

A Amazon ainda não informou quando a Alexa para Compras será liberada para todos os usuários no Brasil.

Quem já recebeu a função pode encontrá-la no aplicativo Amazon Shopping e, em alguns casos, no site da varejista. Como o lançamento é gradual, usuários com a mesma versão do aplicativo podem ter experiências diferentes.

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Carteira digital é segura? Como funciona a proteção no Apple Pay e Google Wallet

15 September 2026 at 20:04

Apple Pay e Carteira do Google adicionam camadas de segurança que podem reduzir alguns riscos presentes no uso do cartão físico. Entre elas estão tokenização, criptografia e autenticação pelo celular, que ajudam a evitar a exposição do número real do cartão durante pagamentos compatíveis.

Isso não significa que carteiras digitais sejam imunes a golpes ou automaticamente mais seguras em qualquer situação. Cartões físicos modernos também contam com chip, criptogramas e outros mecanismos de proteção, enquanto celulares continuam sujeitos a roubo de credenciais, phishing e engenharia social.

Abaixo, confira por que usar o cartão digital pode ser mais seguro.

Seu número real do cartão não vai para a loja

Uma das principais proteções das carteiras digitais é a tokenização. Em vez de transmitir diretamente o número principal da conta, o sistema utiliza uma credencial digital criada para representar aquele cartão.

A EMVCo, organização responsável por padrões utilizados pela indústria de pagamentos, explica que esses tokens podem ter restrições de uso vinculadas a fatores como dispositivo e canal de pagamento. Isso reduz a utilidade da credencial caso ela seja obtida fora do contexto para o qual foi criada.

No Apple Pay, o banco ou a bandeira cria um ‘Número de Conta do Dispositivo’, armazenado em um chip de segurança isolado do restante do iPhone, chamado Secure Element. A Apple afirma que não guarda os números completos dos cartões cadastrados no Apple Pay.

A Carteira do Google também pode utilizar números de cartão virtual em cartões compatíveis, evitando que o número físico seja compartilhado diretamente com o estabelecimento.

Como o Apple Pay protege os pagamentos?

No iPhone, os pagamentos normalmente precisam ser autorizados com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Depois da autenticação, o Secure Element fornece as informações necessárias para concluir a operação. Esse componente funciona de forma separada do restante do sistema e é utilizado para armazenar credenciais sensíveis.

Durante pagamentos por aproximação, o iPhone também gera informações específicas para aquela transação. Assim, a maquininha não recebe simplesmente os dados impressos no cartão físico.

Isso adiciona uma barreira importante em caso de perda ou roubo. Mesmo com o telefone em mãos, outra pessoa normalmente precisa passar pela autenticação configurada no dispositivo para fazer pagamentos.

Carteira do Google Wallet

Como funciona a segurança da Carteira do Google?

No Android, a Carteira do Google exige que o aparelho tenha um bloqueio de tela compatível para realizar pagamentos.

A confirmação de identidade pode ser feita com PIN, padrão, senha ou biometria considerada segura pelo sistema. Para biometria, o Google exige métodos classificados como classe 3, categoria destinada às opções consideradas mais robustas.

A autenticação, porém, não precisa ser repetida necessariamente em todas as compras. Depois que o usuário confirma a identidade, o Google pode manter essa validação ativa por alguns minutos.

Há ainda exceções relacionadas a transporte público. Em sistemas compatíveis, o usuário pode configurar pagamentos de transporte sem exigir nova confirmação a cada passagem.

Assim como no Apple Pay, cartões compatíveis podem utilizar credenciais virtuais no lugar do número original durante a transação.

E se roubarem o celular?

Tanto Apple quanto Google oferecem mecanismos para bloquear remotamente aparelhos perdidos ou roubados.

No iPhone, ativar o Modo Perdido pelo Buscar bloqueia o dispositivo e suspende cartões e tíquetes utilizados com Apple Pay. Também é possível remover os cartões vinculados ou apagar remotamente o conteúdo do aparelho.

No Android, o Localizador permite marcar o dispositivo como perdido, bloqueá-lo ou apagar os dados remotamente. A redefinição apaga permanentemente as informações armazenadas no aparelho.

Esses mecanismos não substituem os cuidados do usuário. Um código de desbloqueio fraco, uma conta comprometida ou um golpe de phishing ainda podem abrir outras portas para criminosos.

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Carteira digital é segura? Como funciona a proteção no Apple Pay e Google Wallet

15 September 2026 at 20:04

Apple Pay e Carteira do Google adicionam camadas de segurança que podem reduzir alguns riscos presentes no uso do cartão físico. Entre elas estão tokenização, criptografia e autenticação pelo celular, que ajudam a evitar a exposição do número real do cartão durante pagamentos compatíveis.

Isso não significa que carteiras digitais sejam imunes a golpes ou automaticamente mais seguras em qualquer situação. Cartões físicos modernos também contam com chip, criptogramas e outros mecanismos de proteção, enquanto celulares continuam sujeitos a roubo de credenciais, phishing e engenharia social.

Abaixo, confira por que usar o cartão digital pode ser mais seguro.

Seu número real do cartão não vai para a loja

Uma das principais proteções das carteiras digitais é a tokenização. Em vez de transmitir diretamente o número principal da conta, o sistema utiliza uma credencial digital criada para representar aquele cartão.

A EMVCo, organização responsável por padrões utilizados pela indústria de pagamentos, explica que esses tokens podem ter restrições de uso vinculadas a fatores como dispositivo e canal de pagamento. Isso reduz a utilidade da credencial caso ela seja obtida fora do contexto para o qual foi criada.

No Apple Pay, o banco ou a bandeira cria um ‘Número de Conta do Dispositivo’, armazenado em um chip de segurança isolado do restante do iPhone, chamado Secure Element. A Apple afirma que não guarda os números completos dos cartões cadastrados no Apple Pay.

A Carteira do Google também pode utilizar números de cartão virtual em cartões compatíveis, evitando que o número físico seja compartilhado diretamente com o estabelecimento.

Como o Apple Pay protege os pagamentos?

No iPhone, os pagamentos normalmente precisam ser autorizados com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Depois da autenticação, o Secure Element fornece as informações necessárias para concluir a operação. Esse componente funciona de forma separada do restante do sistema e é utilizado para armazenar credenciais sensíveis.

Durante pagamentos por aproximação, o iPhone também gera informações específicas para aquela transação. Assim, a maquininha não recebe simplesmente os dados impressos no cartão físico.

Isso adiciona uma barreira importante em caso de perda ou roubo. Mesmo com o telefone em mãos, outra pessoa normalmente precisa passar pela autenticação configurada no dispositivo para fazer pagamentos.

Carteira do Google Wallet

Como funciona a segurança da Carteira do Google?

No Android, a Carteira do Google exige que o aparelho tenha um bloqueio de tela compatível para realizar pagamentos.

A confirmação de identidade pode ser feita com PIN, padrão, senha ou biometria considerada segura pelo sistema. Para biometria, o Google exige métodos classificados como classe 3, categoria destinada às opções consideradas mais robustas.

A autenticação, porém, não precisa ser repetida necessariamente em todas as compras. Depois que o usuário confirma a identidade, o Google pode manter essa validação ativa por alguns minutos.

Há ainda exceções relacionadas a transporte público. Em sistemas compatíveis, o usuário pode configurar pagamentos de transporte sem exigir nova confirmação a cada passagem.

Assim como no Apple Pay, cartões compatíveis podem utilizar credenciais virtuais no lugar do número original durante a transação.

E se roubarem o celular?

Tanto Apple quanto Google oferecem mecanismos para bloquear remotamente aparelhos perdidos ou roubados.

No iPhone, ativar o Modo Perdido pelo Buscar bloqueia o dispositivo e suspende cartões e tíquetes utilizados com Apple Pay. Também é possível remover os cartões vinculados ou apagar remotamente o conteúdo do aparelho.

No Android, o Localizador permite marcar o dispositivo como perdido, bloqueá-lo ou apagar os dados remotamente. A redefinição apaga permanentemente as informações armazenadas no aparelho.

Esses mecanismos não substituem os cuidados do usuário. Um código de desbloqueio fraco, uma conta comprometida ou um golpe de phishing ainda podem abrir outras portas para criminosos.

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WhatsApp testa suporte a até três contas no mesmo iPhone

15 September 2026 at 18:01

O WhatsApp começou a desenvolver suporte para até três contas diferentes no mesmo iPhone. A novidade amplia o recurso de múltiplas contas, que atualmente permite manter dois números no aplicativo, e pode facilitar a vida de quem separa conversas pessoais, profissionais e de outros usos.

A mudança foi identificada pelo WABetaInfo na versão beta 26.37.10.15 do WhatsApp para iOS. O recurso ainda está em desenvolvimento e não está disponível nem mesmo para testadores beta neste momento.

Como deve funcionar

O funcionamento deve ser praticamente o mesmo já usado para duas contas no iPhone. Cada perfil continuará funcionando de forma independente, com seu próprio histórico de conversas, notificações, configurações de privacidade, backup e arquivos de mídia. O bloqueio do aplicativo também poderá ser configurado separadamente para cada conta.

Na prática, o usuário poderá abrir as configurações do WhatsApp e acessar a lista de contas cadastradas. Mesmo depois de adicionar dois números, aparecerá a opção “Adicionar conta” para incluir um terceiro.

Também será possível trocar entre os perfis diretamente pelo seletor de contas. A interface mostra o nome, a foto e o número de telefone de cada perfil, enquanto um marcador indica qual conta está ativa naquele momento.

O WhatsApp também pretende identificar nas notificações a qual conta cada mensagem pertence, algo importante para quem mantém vários números no mesmo celular.

WhatsApp já permite duas contas no iPhone

O suporte a múltiplas contas começou a ser distribuído para usuários do iPhone em 2026. Atualmente, é possível manter dois números diferentes dentro do mesmo aplicativo, sem precisar sair de uma conta para entrar em outra.

Antes disso, quem precisava manter dois perfis costumava recorrer ao WhatsApp Business ou a um segundo celular. A expansão para três contas reduz ainda mais essa necessidade.

O WABetaInfo ressalta que o limite de três pode não ser definitivo. A estrutura encontrada no aplicativo indica que o WhatsApp poderia ampliar novamente essa quantidade no futuro, embora não exista confirmação sobre isso.

iphones linha 17

E o recurso do iOS 27 para usar o mesmo número em dois iPhones?

A novidade também chega em um momento em que a Apple amplia as opções para quem usa mais de um celular.

O iPhone Handoff, anunciado no iOS 27, permite associar o mesmo número de telefone a dois iPhones compatíveis e alternar a linha entre eles, desde que a operadora ofereça suporte. A função estreia inicialmente com T-Mobile, nos Estados Unidos, e Telekom, na Alemanha.

Os dois recursos resolvem situações diferentes. No WhatsApp, a novidade em desenvolvimento permite colocar até três números e contas distintas dentro de um único iPhone. Já o iPhone Handoff trata da linha telefônica e permite utilizar um mesmo número em dois iPhones.

O WhatsApp também já possui seu próprio sistema de dispositivos vinculados, que permite acessar a mesma conta em aparelhos adicionais. Portanto, o funcionamento do mensageiro não depende do iPhone Handoff para manter uma conta disponível em mais de um dispositivo.

Quando chega?

Ainda não existe previsão. O suporte a três contas foi encontrado no WhatsApp beta para iOS, mas continua marcado como em desenvolvimento. Isso significa que a Meta ainda pode modificar o funcionamento antes de iniciar os testes públicos.

O próximo passo esperado é a liberação para um grupo de usuários do TestFlight. Somente depois disso o recurso poderá chegar à versão estável disponível na App Store.

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WhatsApp testa suporte a até três contas no mesmo iPhone

15 September 2026 at 18:01

O WhatsApp começou a desenvolver suporte para até três contas diferentes no mesmo iPhone. A novidade amplia o recurso de múltiplas contas, que atualmente permite manter dois números no aplicativo, e pode facilitar a vida de quem separa conversas pessoais, profissionais e de outros usos.

A mudança foi identificada pelo WABetaInfo na versão beta 26.37.10.15 do WhatsApp para iOS. O recurso ainda está em desenvolvimento e não está disponível nem mesmo para testadores beta neste momento.

Como deve funcionar

O funcionamento deve ser praticamente o mesmo já usado para duas contas no iPhone. Cada perfil continuará funcionando de forma independente, com seu próprio histórico de conversas, notificações, configurações de privacidade, backup e arquivos de mídia. O bloqueio do aplicativo também poderá ser configurado separadamente para cada conta.

Na prática, o usuário poderá abrir as configurações do WhatsApp e acessar a lista de contas cadastradas. Mesmo depois de adicionar dois números, aparecerá a opção “Adicionar conta” para incluir um terceiro.

Também será possível trocar entre os perfis diretamente pelo seletor de contas. A interface mostra o nome, a foto e o número de telefone de cada perfil, enquanto um marcador indica qual conta está ativa naquele momento.

O WhatsApp também pretende identificar nas notificações a qual conta cada mensagem pertence, algo importante para quem mantém vários números no mesmo celular.

WhatsApp já permite duas contas no iPhone

O suporte a múltiplas contas começou a ser distribuído para usuários do iPhone em 2026. Atualmente, é possível manter dois números diferentes dentro do mesmo aplicativo, sem precisar sair de uma conta para entrar em outra.

Antes disso, quem precisava manter dois perfis costumava recorrer ao WhatsApp Business ou a um segundo celular. A expansão para três contas reduz ainda mais essa necessidade.

O WABetaInfo ressalta que o limite de três pode não ser definitivo. A estrutura encontrada no aplicativo indica que o WhatsApp poderia ampliar novamente essa quantidade no futuro, embora não exista confirmação sobre isso.

iphones linha 17

E o recurso do iOS 27 para usar o mesmo número em dois iPhones?

A novidade também chega em um momento em que a Apple amplia as opções para quem usa mais de um celular.

O iPhone Handoff, anunciado no iOS 27, permite associar o mesmo número de telefone a dois iPhones compatíveis e alternar a linha entre eles, desde que a operadora ofereça suporte. A função estreia inicialmente com T-Mobile, nos Estados Unidos, e Telekom, na Alemanha.

Os dois recursos resolvem situações diferentes. No WhatsApp, a novidade em desenvolvimento permite colocar até três números e contas distintas dentro de um único iPhone. Já o iPhone Handoff trata da linha telefônica e permite utilizar um mesmo número em dois iPhones.

O WhatsApp também já possui seu próprio sistema de dispositivos vinculados, que permite acessar a mesma conta em aparelhos adicionais. Portanto, o funcionamento do mensageiro não depende do iPhone Handoff para manter uma conta disponível em mais de um dispositivo.

Quando chega?

Ainda não existe previsão. O suporte a três contas foi encontrado no WhatsApp beta para iOS, mas continua marcado como em desenvolvimento. Isso significa que a Meta ainda pode modificar o funcionamento antes de iniciar os testes públicos.

O próximo passo esperado é a liberação para um grupo de usuários do TestFlight. Somente depois disso o recurso poderá chegar à versão estável disponível na App Store.

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WhatsApp poderá silenciar conversas por horário com novo plano pago da Meta

15 September 2026 at 16:00

A Meta anunciou nesta terça-feira (15) o Meta One, novo serviço de assinaturas que reúne planos pagos para Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. Para usuários comuns, as opções começam em R$ 7 por mês e liberam recursos como Stories de 48 horas, personalização dos aplicativos e mais conversas fixadas no WhatsApp.

A empresa também criou pacotes com limites maiores para geração de imagens e vídeos por inteligência artificial. Segundo a Meta, os aplicativos e o uso cotidiano do Meta AI continuarão gratuitos, enquanto as assinaturas concentram funcionalidades adicionais.

A companhia afirma que o Meta One estreia com mais de 50 recursos entre Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. A novidade está sendo disponibilizada gradualmente em todo o mundo.

Os preços são localizados para o mercado brasileiro, portanto não correspondem à conversão dos valores cobrados em dólar. O Instagram Plus, por exemplo, custa US$ 3,99 (cerca de R$ 20,50) por mês nos Estados Unidos e R$ 10 no Brasil.

O que muda no Instagram, Facebook e WhatsApp

A assinatura do Instagram Plus (R$ 10/mês) permite manter Stories por 48 horas, criar diferentes listas de audiência, descobrir quantas vezes um Story foi revisto e pesquisar se uma pessoa específica visualizou a publicação.

Também há ícones e fontes personalizados, até seis posts fixados no perfil e a possibilidade de publicar diretamente no perfil sem levar o conteúdo ao feed dos seguidores.

A Meta também adicionou recentemente ao plano fontes personalizadas para mensagens diretas e Stories, notificações quando pessoas específicas visualizam um Story e prévias de DMs.

O Facebook Plus (R$ 10/mês) inclui Stories de 48 horas, reações animadas, ícones personalizados e informações sobre quem reviu um Story. A empresa afirma que o serviço também está recebendo mais opções de personalização do Messenger e dados sobre Reels.

Já o WhatsApp Plus, o mais barato, por R$ 7 mensais, oferece temas e ícones exclusivos, toques diferentes para contatos, figurinhas com efeitos em tela cheia e permite fixar até 20 conversas. O usuário também pode configurar alertas, toques e temas diferentes para suas listas de chats.

Mais adiante, a Meta pretende testar no WhatsApp Plus armazenamento para backups de conversas e mídias e os chamados Horários de Foco, que poderão silenciar ou ocultar conversas automaticamente de acordo com uma programação definida pelo usuário.

Há ainda dois pacotes individuais. O Core, de R$ 32 por mês, reúne Instagram Plus, Facebook Plus e WhatsApp Plus e aumenta os limites de ferramentas de IA, incluindo geração de imagens e vídeos e o Restyle do Instagram. O Premium custa R$ 97 e oferece limites ainda maiores de uso do Meta AI.

Meta One

Quanto custa cada plano do Meta One?

Confira abaixo quanto custa cada um dos planos do Meta One:

Plano

Público

Preço no Brasil

WhatsApp Plus

Usuários

R$ 7/mês

Instagram Plus

Usuários

R$ 10/mês

Facebook Plus

Usuários

R$ 10/mês

Core

Usuários/IA

R$ 32/mês

Premium

Usuários/IA

R$ 97/mês

Essencial

Criadores e empresas

a partir de R$ 59/mês

Avançado

Criadores e empresas

a partir de R$ 199/mês

Expert

Criadores e empresas

a partir de R$ 599/mês

Máximo

Criadores e empresas

a partir de R$ 1.999/mês

A Meta ressalta que preços, recursos e disponibilidade podem variar conforme região, aplicativo e conta.

Criadores poderão colocar links diretamente em posts e Reels

Para criadores, uma das principais mudanças aparece a partir do plano Avançado. No Instagram, assinantes poderão colocar links clicáveis diretamente em posts e Reels, além de agendar Stories com até um mês de antecedência e posts e Reels com até um ano.

O pacote também inclui comparação de desempenho com outros perfis públicos, histórico ampliado de métricas, acesso compartilhado à conta sem entregar a senha e suporte humano. Os planos Expert e Máximo aumentam os limites desses recursos.

No Facebook, há ainda ferramentas para sugerir horários de publicação, enviar automaticamente convites para seguir o perfil e dar maior destaque à conta nos resultados de busca.

Meta One prints - instagram

Meta One também terá planos para empresas

As assinaturas empresariais usam as mesmas quatro faixas de preço, mas incluem ferramentas específicas para negócios. O Essencial traz selo de verificação, proteção contra perfis falsos, recursos do WhatsApp Business e maior acesso ao Meta Business Agent, IA que pode responder clientes.

Nos níveis superiores, entram mais dispositivos conectados ao WhatsApp Business, créditos para disparos empresariais, links em posts e Reels, mais contas protegidas e suporte humano. O plano Máximo, de R$ 1.999 mensais, oferece os maiores limites e prevê até uma conversa semestral com um consultor da Meta para orientação sobre conteúdo no Instagram e Facebook.

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WhatsApp poderá silenciar conversas por horário com novo plano pago da Meta

15 September 2026 at 16:00

A Meta anunciou nesta terça-feira (15) o Meta One, novo serviço de assinaturas que reúne planos pagos para Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. Para usuários comuns, as opções começam em R$ 7 por mês e liberam recursos como Stories de 48 horas, personalização dos aplicativos e mais conversas fixadas no WhatsApp.

A empresa também criou pacotes com limites maiores para geração de imagens e vídeos por inteligência artificial. Segundo a Meta, os aplicativos e o uso cotidiano do Meta AI continuarão gratuitos, enquanto as assinaturas concentram funcionalidades adicionais.

A companhia afirma que o Meta One estreia com mais de 50 recursos entre Instagram, Facebook, WhatsApp e Meta AI. A novidade está sendo disponibilizada gradualmente em todo o mundo.

Os preços são localizados para o mercado brasileiro, portanto não correspondem à conversão dos valores cobrados em dólar. O Instagram Plus, por exemplo, custa US$ 3,99 (cerca de R$ 20,50) por mês nos Estados Unidos e R$ 10 no Brasil.

O que muda no Instagram, Facebook e WhatsApp

A assinatura do Instagram Plus (R$ 10/mês) permite manter Stories por 48 horas, criar diferentes listas de audiência, descobrir quantas vezes um Story foi revisto e pesquisar se uma pessoa específica visualizou a publicação.

Também há ícones e fontes personalizados, até seis posts fixados no perfil e a possibilidade de publicar diretamente no perfil sem levar o conteúdo ao feed dos seguidores.

A Meta também adicionou recentemente ao plano fontes personalizadas para mensagens diretas e Stories, notificações quando pessoas específicas visualizam um Story e prévias de DMs.

O Facebook Plus (R$ 10/mês) inclui Stories de 48 horas, reações animadas, ícones personalizados e informações sobre quem reviu um Story. A empresa afirma que o serviço também está recebendo mais opções de personalização do Messenger e dados sobre Reels.

Já o WhatsApp Plus, o mais barato, por R$ 7 mensais, oferece temas e ícones exclusivos, toques diferentes para contatos, figurinhas com efeitos em tela cheia e permite fixar até 20 conversas. O usuário também pode configurar alertas, toques e temas diferentes para suas listas de chats.

Mais adiante, a Meta pretende testar no WhatsApp Plus armazenamento para backups de conversas e mídias e os chamados Horários de Foco, que poderão silenciar ou ocultar conversas automaticamente de acordo com uma programação definida pelo usuário.

Há ainda dois pacotes individuais. O Core, de R$ 32 por mês, reúne Instagram Plus, Facebook Plus e WhatsApp Plus e aumenta os limites de ferramentas de IA, incluindo geração de imagens e vídeos e o Restyle do Instagram. O Premium custa R$ 97 e oferece limites ainda maiores de uso do Meta AI.

Meta One

Quanto custa cada plano do Meta One?

Confira abaixo quanto custa cada um dos planos do Meta One:

Plano

Público

Preço no Brasil

WhatsApp Plus

Usuários

R$ 7/mês

Instagram Plus

Usuários

R$ 10/mês

Facebook Plus

Usuários

R$ 10/mês

Core

Usuários/IA

R$ 32/mês

Premium

Usuários/IA

R$ 97/mês

Essencial

Criadores e empresas

a partir de R$ 59/mês

Avançado

Criadores e empresas

a partir de R$ 199/mês

Expert

Criadores e empresas

a partir de R$ 599/mês

Máximo

Criadores e empresas

a partir de R$ 1.999/mês

A Meta ressalta que preços, recursos e disponibilidade podem variar conforme região, aplicativo e conta.

Criadores poderão colocar links diretamente em posts e Reels

Para criadores, uma das principais mudanças aparece a partir do plano Avançado. No Instagram, assinantes poderão colocar links clicáveis diretamente em posts e Reels, além de agendar Stories com até um mês de antecedência e posts e Reels com até um ano.

O pacote também inclui comparação de desempenho com outros perfis públicos, histórico ampliado de métricas, acesso compartilhado à conta sem entregar a senha e suporte humano. Os planos Expert e Máximo aumentam os limites desses recursos.

No Facebook, há ainda ferramentas para sugerir horários de publicação, enviar automaticamente convites para seguir o perfil e dar maior destaque à conta nos resultados de busca.

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Meta One também terá planos para empresas

As assinaturas empresariais usam as mesmas quatro faixas de preço, mas incluem ferramentas específicas para negócios. O Essencial traz selo de verificação, proteção contra perfis falsos, recursos do WhatsApp Business e maior acesso ao Meta Business Agent, IA que pode responder clientes.

Nos níveis superiores, entram mais dispositivos conectados ao WhatsApp Business, créditos para disparos empresariais, links em posts e Reels, mais contas protegidas e suporte humano. O plano Máximo, de R$ 1.999 mensais, oferece os maiores limites e prevê até uma conversa semestral com um consultor da Meta para orientação sobre conteúdo no Instagram e Facebook.

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Quishing: golpes com QR Code aumentam 460% no Brasil

15 September 2026 at 13:51

Golpes de phishing que usam QR Codes cresceram 460% no Brasil entre janeiro e fevereiro de 2026, segundo dados da ESET. O levantamento, baseado na telemetria da empresa durante o primeiro semestre, mostra que os chamados ataques de quishing já representaram 7,2% das detecções de phishing no período.

O termo quishing é usado para descrever golpes de phishing que utilizam códigos QR para levar a vítima a páginas falsas, formulários de captura de dados ou arquivos maliciosos. A técnica aproveita a familiaridade do público com os códigos usados em pagamentos, cardápios, entregas, eventos e autenticações.

A principal diferença em relação a um link convencional está na forma como o endereço chega ao usuário. Ao apontar a câmera do celular para um QR Code, a pessoa pode acessar o destino sem observar previamente a URL, o que dificulta identificar domínios falsos ou redirecionamentos suspeitos.

Como funciona o quishing

O golpe pode começar com uma imagem enviada por e-mail, aplicativo de mensagens ou rede social. O QR Code pode aparecer sozinho ou dentro de um documento aparentemente legítimo, como um PDF de cobrança, nota fiscal, contrato ou comprovante.

Depois da leitura, o código direciona o usuário para uma página controlada pelos criminosos. O site pode imitar serviços conhecidos e solicitar senha, dados bancários ou códigos de autenticação. Em outros casos, a vítima é induzida a baixar um arquivo malicioso.

Segundo Jonathan Ramos, pesquisador de segurança da ESET Brasil, o QR Code reduz uma etapa importante da avaliação feita pela vítima porque o endereço não fica visível antes da leitura. "A pessoa enxerga uma imagem familiar, escaneia e muitas vezes segue as instruções sem verificar para onde foi direcionada", afirmou.

Por isso, a recomendação é tratar o código como qualquer outro link e checar para onde ele direciona antes de continuar.

O crescimento dos ataques com QR Code ocorre em um cenário no qual o phishing continua sendo uma das principais ameaças identificadas pela ESET. A categoria correspondeu a 35,9% de todas as detecções analisadas pela empresa no Brasil durante o primeiro semestre.

qr code phishing golpe

PDFs foram a principal isca para phishing

Apesar do avanço do quishing, os arquivos PDF concentraram a maior parcela das detecções de phishing no período. A categoria PDF/Phishing respondeu por 52% dos casos identificados pela ESET.

Os criminosos podem usar documentos que simulam uma segunda via de boleto, uma nota fiscal, um comprovante de pagamento ou um contrato. Em ambientes profissionais, também aparecem situações como orçamentos, currículos, pedidos de clientes e documentos supostamente compartilhados por colegas.

Um PDF desse tipo pode conter um botão, link ou QR Code. Ao acessar o conteúdo, a vítima pode ser direcionada para uma página falsa que tenta coletar credenciais e informações financeiras ou pode ser estimulada a baixar um programa malicioso.

Entre as marcas e plataformas utilizadas como isca nas campanhas identificadas pela telemetria da ESET, a DocuSign apareceu com 1,3% do volume de phishing, seguida por Telegram, com 0,5%, e WeTransfer, com 0,3%. A presença dessas marcas não significa que os sistemas das empresas tenham sido invadidos. Os golpistas podem apenas reproduzir elementos visuais e a linguagem das comunicações para criar uma aparência de legitimidade.

Como se proteger de golpes com QR Code

A primeira medida é verificar o endereço exibido depois da leitura do código antes de fornecer qualquer informação. Vale observar o domínio, erros de grafia e redirecionamentos para endereços que não tenham relação com o serviço esperado.

QR Codes recebidos sem contexto também exigem cautela. Uma mensagem que pede o pagamento imediato de uma cobrança, a confirmação de uma conta ou uma ação para evitar um suposto bloqueio pode usar a urgência para reduzir o tempo de avaliação da vítima.

Se a página solicitar senha, dados bancários ou código de autenticação, o ideal é interromper o processo e acessar o serviço diretamente pelo aplicativo ou site oficial. A mesma regra vale para documentos recebidos de remetentes desconhecidos ou que não eram esperados.

A ESET também recomenda manter os dispositivos atualizados e utilizar uma solução de proteção capaz de bloquear páginas e arquivos maliciosos. Esses cuidados reduzem o risco caso o usuário acesse um conteúdo fraudulento.

Veja no Canaltech o que é phishing e como se proteger.

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Galaxy S24 ganha recursos de IA do S26 e Z Fold 8 em novo beta da One UI 9

15 September 2026 at 13:15

O Galaxy S24 começou a receber a segunda versão beta da One UI 9, e a atualização adiciona ao celular recursos de inteligência artificial que estrearam nos aparelhos mais recentes da Samsung. Entre as novidades estão o Call Brief, o My FanCam, cartões personalizados do Now Brief e o Now Nudge.

A atualização, baseada no Android 17, está sendo distribuída para Galaxy S24, S24+ e S24 Ultra inscritos no programa de testes. O pacote também corrige problemas encontrados na primeira versão beta e melhora a estabilidade do sistema.

Galaxy S24 ganha quatro recursos de IA

O Call Brief apresenta informações relacionadas a uma ligação diretamente na tela durante a chamada. A função pode mostrar dados contextuais associados ao contato e à conversa, usando informações disponíveis no celular.

Já o My FanCam usa inteligência artificial para acompanhar uma pessoa específica em um vídeo. O recurso identifica o indivíduo selecionado e faz o enquadramento automático para mantê-lo em destaque, inclusive com opções voltadas a diferentes formatos de vídeo. A função foi apresentada anteriormente para os aparelhos mais recentes da Samsung.

Outra novidade são os cartões personalizados do Now Brief. Eles permitem reunir informações de serviços como Samsung Health, previsão do tempo e YouTube em cartões programados para aparecer em determinados horários.

O Now Nudge analisa o contexto do que está sendo exibido na tela para oferecer sugestões relacionadas ao conteúdo. A proposta inclui indicar aplicativos, eventos do calendário e atalhos que possam ser úteis naquele momento.

As quatro funções já haviam chegado aos testes da One UI 9 em aparelhos mais novos, incluindo a linha Galaxy S26 e os dobráveis Galaxy Z Fold 8 e Z Flip 8. A Samsung agora amplia parte desse conjunto para a geração Galaxy S24.

Galaxy S24 home

Beta 2 também corrige problemas

A nova versão tem firmware com final ZZI4 e ocupa mais de 600 MB, embora o tamanho possa variar de acordo com o modelo e o mercado. Além dos novos recursos, o pacote traz correções para problemas identificados durante os primeiros testes.

Entre eles estão falhas nas traduções do Bixby Vision, problemas de otimização de cores na câmera e um erro que podia provocar o fechamento inesperado do aplicativo Contatos.

A One UI 9 é baseada no Android 17 e representa a próxima grande atualização do software dos celulares Galaxy. A Samsung já iniciou os testes em diferentes gerações de aparelhos antes da distribuição da versão estável.

Como participar do Beta da One UI 9

O programa de testes da One UI 9 é feito pelo aplicativo Samsung Members. Para participar, é necessário entrar no aplicativo com uma conta Samsung e procurar o banner ou cartão do programa Beta, quando ele estiver disponível para o aparelho e a região.

Depois da inscrição, a atualização pode ser encontrada em "Configurações" > "Atualização de software" > "Baixar e instalar". A Samsung recomenda fazer um backup dos dados antes de instalar versões beta, já que esse tipo de software pode apresentar falhas ou incompatibilidades.

No caso do Galaxy S24, a disponibilidade do programa continua restrita a determinados mercados. O primeiro beta foi confirmado para Estados Unidos, Índia e Coreia do Sul, e o programa oficial da Samsung informa que a participação varia conforme país, aparelho e versão do sistema. O Brasil não aparece entre os mercados confirmados para o beta do Galaxy S24 neste momento.

Confira no Canaltech a lista de celulares que receberão o Android 17.

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Uber lança nova categoria para viagens entre cidades turísticas; conheça

10 September 2026 at 23:02

A Uber lançou a modalidade Entre Cidades, que permite solicitar viagens diretas entre o Rio de Janeiro e três destinos turísticos do estado: Angra dos Reis, Cabo Frio e Petrópolis. A opção funciona nos trajetos de ida e volta, com o preço mostrado no aplicativo já incluindo pedágios e taxas do percurso.

A nova categoria foi criada para viagens intermunicipais feitas pelo aplicativo e pode ser solicitada imediatamente ou agendada com antecedência pelo Uber Reserve. O serviço está disponível para deslocamentos entre a capital fluminense e os três municípios desde esta quinta-feira (10).

Como funciona o Uber Entre Cidades

Para usar a modalidade, o passageiro precisa informar no aplicativo o ponto de partida e o destino final em uma das cidades atendidas. O percurso também pode ser feito no sentido inverso, permitindo utilizar o serviço para o retorno ao Rio de Janeiro.

Atualmente, as rotas disponíveis são:

  • Rio de Janeiro / Angra dos Reis;

  • Rio de Janeiro / Cabo Frio;

  • Rio de Janeiro / Petrópolis.

A principal diferença em relação a uma viagem urbana comum está na abrangência do trajeto. A corrida é feita diretamente entre os municípios, sem necessidade de trocar de veículo durante o deslocamento.

Outro ponto destacado pela Uber é a previsibilidade do preço. Antes de confirmar a viagem, o usuário consegue consultar o valor total do percurso, já com os custos de pedágio e taxas incluídos.

uber entre cidades

Viagem pode ser agendada com até 90 dias

O Entre Cidades também pode ser usado pelo Uber Reserve, recurso de agendamento da plataforma. Nesse caso, é possível marcar o deslocamento com até 90 dias de antecedência.

As informações sobre o motorista parceiro responsável pela viagem são enviadas ao passageiro até uma hora antes do horário previsto para a partida, segundo a Uber.

O acompanhamento da viagem também permanece disponível durante o trajeto. A plataforma informa que o Entre Cidades conta com rastreamento ativo, assim como outras viagens realizadas pelo aplicativo.

A modalidade pode ser utilizada para diferentes situações, como deslocamentos durante feriados e fins de semana, passeios turísticos e viagens corporativas. Por enquanto, a oferta está restrita às três rotas entre o Rio de Janeiro e os destinos anunciados pela empresa.

Uber One também vale para as viagens

Usuários do Uber One também podem utilizar os benefícios do programa nas corridas do Entre Cidades. De acordo com a Uber, assinantes acumulam cashback em créditos Uber One nas viagens realizadas pela nova modalidade.

A empresa não informou, no release de lançamento, uma data para expansão do serviço para outras cidades ou rotas.

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Uber lança nova categoria para viagens entre cidades turísticas; conheça

10 September 2026 at 23:02

A Uber lançou a modalidade Entre Cidades, que permite solicitar viagens diretas entre o Rio de Janeiro e três destinos turísticos do estado: Angra dos Reis, Cabo Frio e Petrópolis. A opção funciona nos trajetos de ida e volta, com o preço mostrado no aplicativo já incluindo pedágios e taxas do percurso.

A nova categoria foi criada para viagens intermunicipais feitas pelo aplicativo e pode ser solicitada imediatamente ou agendada com antecedência pelo Uber Reserve. O serviço está disponível para deslocamentos entre a capital fluminense e os três municípios desde esta quinta-feira (10).

Como funciona o Uber Entre Cidades

Para usar a modalidade, o passageiro precisa informar no aplicativo o ponto de partida e o destino final em uma das cidades atendidas. O percurso também pode ser feito no sentido inverso, permitindo utilizar o serviço para o retorno ao Rio de Janeiro.

Atualmente, as rotas disponíveis são:

  • Rio de Janeiro / Angra dos Reis;

  • Rio de Janeiro / Cabo Frio;

  • Rio de Janeiro / Petrópolis.

A principal diferença em relação a uma viagem urbana comum está na abrangência do trajeto. A corrida é feita diretamente entre os municípios, sem necessidade de trocar de veículo durante o deslocamento.

Outro ponto destacado pela Uber é a previsibilidade do preço. Antes de confirmar a viagem, o usuário consegue consultar o valor total do percurso, já com os custos de pedágio e taxas incluídos.

uber entre cidades

Viagem pode ser agendada com até 90 dias

O Entre Cidades também pode ser usado pelo Uber Reserve, recurso de agendamento da plataforma. Nesse caso, é possível marcar o deslocamento com até 90 dias de antecedência.

As informações sobre o motorista parceiro responsável pela viagem são enviadas ao passageiro até uma hora antes do horário previsto para a partida, segundo a Uber.

O acompanhamento da viagem também permanece disponível durante o trajeto. A plataforma informa que o Entre Cidades conta com rastreamento ativo, assim como outras viagens realizadas pelo aplicativo.

A modalidade pode ser utilizada para diferentes situações, como deslocamentos durante feriados e fins de semana, passeios turísticos e viagens corporativas. Por enquanto, a oferta está restrita às três rotas entre o Rio de Janeiro e os destinos anunciados pela empresa.

Uber One também vale para as viagens

Usuários do Uber One também podem utilizar os benefícios do programa nas corridas do Entre Cidades. De acordo com a Uber, assinantes acumulam cashback em créditos Uber One nas viagens realizadas pela nova modalidade.

A empresa não informou, no release de lançamento, uma data para expansão do serviço para outras cidades ou rotas.

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Fotos marcadas agora podem ser colocadas no feed do Instagram; veja como fazer

10 September 2026 at 22:03

O Instagram passou a permitir nesta quinta-feira (10) que usuários adicionem ao próprio feed fotos e publicações nas quais foram marcados por outras pessoas. O conteúdo continua aparecendo na aba de marcações, mas agora também pode ser colocado na grade principal do perfil.

A novidade pode ser útil para destacar fotos de viagens, registros com amigos ou publicações de colaborações sem precisar publicar o conteúdo novamente na própria conta.

Como funciona o novo recurso do Instagram?

A publicação adicionada à grade continua pertencendo à conta que originalmente fez o post. O usuário marcado apenas passa a exibi-la também em seu próprio perfil.

O Instagram informa que a visibilidade depende das configurações de privacidade tanto da conta que adicionou a publicação quanto daquela que fez a marcação.

As publicações adicionadas à grade aparecem inicialmente em ordem cronológica inversa. O Instagram também permite reorganizar os posts do perfil, então é possível mudar a posição delas posteriormente para ajustar a disposição da grade.

Também é possível retirar uma publicação da grade sem apagá-la. Nesse caso, o post continua disponível na aba de marcações.

 

Meta Instagram

Como colocar uma foto marcada no feed do Instagram?

O recurso pode ser acessado por diferentes caminhos. É possível fazer isso pela notificação recebida quando alguém marca o usuário, pelo menu da própria publicação ou pela aba de marcações.

Pela publicação marcada

  1. Abra o Instagram e entre no seu perfil;

  2. Acesse a aba de marcações;

  3. Abra a publicação que você quer adicionar à grade;

  4. Toque nos três pontos, no canto superior da publicação;

  5. Selecione “Adicionar à grade”.

Também é possível manter o dedo pressionado sobre uma publicação dentro da aba de marcações para acessar a opção.

Pela notificação de marcação

Quando alguém marcar você em uma publicação, o Instagram também pode oferecer a opção “Adicionar à grade” diretamente na notificação recebida por mensagem direta. Basta selecionar o comando para incluir o post no perfil.

Se a opção não aparecer, o recurso pode ainda não ter sido liberado para a conta. A novidade está sendo disponibilizada pelo Instagram, e os relatos sobre o lançamento indicam que a distribuição ocorre de forma gradual.

Confira mais de Instagram no Canaltech: Por que o Instagram não tem feed cronológico?

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Fotos marcadas agora podem ser colocadas no feed do Instagram; veja como fazer

10 September 2026 at 22:03

O Instagram passou a permitir nesta quinta-feira (10) que usuários adicionem ao próprio feed fotos e publicações nas quais foram marcados por outras pessoas. O conteúdo continua aparecendo na aba de marcações, mas agora também pode ser colocado na grade principal do perfil.

A novidade pode ser útil para destacar fotos de viagens, registros com amigos ou publicações de colaborações sem precisar publicar o conteúdo novamente na própria conta.

Como funciona o novo recurso do Instagram?

A publicação adicionada à grade continua pertencendo à conta que originalmente fez o post. O usuário marcado apenas passa a exibi-la também em seu próprio perfil.

O Instagram informa que a visibilidade depende das configurações de privacidade tanto da conta que adicionou a publicação quanto daquela que fez a marcação.

As publicações adicionadas à grade aparecem inicialmente em ordem cronológica inversa. O Instagram também permite reorganizar os posts do perfil, então é possível mudar a posição delas posteriormente para ajustar a disposição da grade.

Também é possível retirar uma publicação da grade sem apagá-la. Nesse caso, o post continua disponível na aba de marcações.

 

Meta Instagram

Como colocar uma foto marcada no feed do Instagram?

O recurso pode ser acessado por diferentes caminhos. É possível fazer isso pela notificação recebida quando alguém marca o usuário, pelo menu da própria publicação ou pela aba de marcações.

Pela publicação marcada

  1. Abra o Instagram e entre no seu perfil;

  2. Acesse a aba de marcações;

  3. Abra a publicação que você quer adicionar à grade;

  4. Toque nos três pontos, no canto superior da publicação;

  5. Selecione “Adicionar à grade”.

Também é possível manter o dedo pressionado sobre uma publicação dentro da aba de marcações para acessar a opção.

Pela notificação de marcação

Quando alguém marcar você em uma publicação, o Instagram também pode oferecer a opção “Adicionar à grade” diretamente na notificação recebida por mensagem direta. Basta selecionar o comando para incluir o post no perfil.

Se a opção não aparecer, o recurso pode ainda não ter sido liberado para a conta. A novidade está sendo disponibilizada pelo Instagram, e os relatos sobre o lançamento indicam que a distribuição ocorre de forma gradual.

Confira mais de Instagram no Canaltech: Por que o Instagram não tem feed cronológico?

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Às vésperas das eleições, Meta terceiriza combate às fake news; entenda os perigos

10 September 2026 at 21:03

A Meta começou a testar as Notas da Comunidade em 16 países da América Latina, substituindo gradualmente o modelo de checagem profissional por um sistema no qual os próprios usuários ajudam a contextualizar publicações potencialmente enganosas. A mudança ocorre pouco antes das eleições de 2026 e levanta preocupações sobre a capacidade do mecanismo de conter campanhas coordenadas de desinformação.

O Brasil ficou fora da primeira fase, que contempla apenas países de língua espanhola. A Meta afirma, porém, que pretende transformar as Notas da Comunidade no padrão de suas plataformas após concluir os testes e avaliar o funcionamento do sistema em cada país.

Como funcionam as Notas da Comunidade?

As notas permitem que colaboradores cadastrados escrevam informações adicionais sobre publicações públicas do Facebook, Instagram e Threads. Outros participantes avaliam o conteúdo, e uma nota só é publicada quando existe concordância entre pessoas que normalmente apresentam opiniões diferentes.

A proposta tenta evitar que uma simples votação da maioria determine o que será considerado correto. O sistema da Meta procura identificar consenso entre grupos com perspectivas distintas antes de exibir uma nota. A empresa também afirma utilizar mecanismos automáticos para detectar tentativas de manipulação, assédio, exposição de dados pessoais e coordenação artificial entre contas.

Durante a fase inicial, as notas ainda não aparecem para os usuários. A Meta diz que continuará utilizando a checagem independente nos 16 países enquanto reúne colaboradores e testa o produto. Nos Estados Unidos, onde o recurso foi lançado em 2025, a empresa afirma ter mais de 1,4 milhão de colaboradores e mais de 50 mil notas publicadas.

logo meta 2

Qual é o problema do sistema?

A principal questão é que o sistema depende da existência de uma comunidade suficientemente diversa, ativa e independente para funcionar. Em ambientes polarizados, grupos organizados podem tentar influenciar as avaliações e criar uma aparência de consenso sobre uma informação falsa.

O próprio Comitê de Supervisão da Meta alertou para esse risco em março. Segundo o órgão, redes coordenadas de desinformação podem explorar as Notas da Comunidade e fazer com que o sistema privilegie determinados grupos políticos, étnicos ou linguísticos.

O problema ganha peso durante eleições porque uma informação enganosa pode circular rapidamente antes que uma correção seja publicada. O Comitê recomendou que a Meta tenha cautela especial em períodos eleitorais e evite implementar o recurso quando as proteções disponíveis forem insuficientes para reduzir riscos à integridade do processo.

Outro ponto é a velocidade. Uma nota precisa ser escrita, avaliada e atingir o nível necessário de consenso para aparecer. Se colaboradores não concordarem sobre o contexto de uma publicação, o conteúdo pode permanecer sem qualquer esclarecimento.

O que muda para o Brasil?

Por enquanto, nada diretamente. O Brasil não está entre os 16 países selecionados para o primeiro teste e a Meta não anunciou uma data para implementar as Notas da Comunidade no país.

A possibilidade de expansão, porém, merece atenção porque o Brasil terá eleições em outubro. O Comitê de Supervisão recomendou que a Meta considere justamente o calendário eleitoral, as condições do ambiente informacional e os riscos de manipulação antes de levar o sistema a novos países.

A mudança também representa uma alteração na responsabilidade pela identificação de informações enganosas. Em vez de depender exclusivamente de organizações especializadas em checagem, a proposta coloca usuários no centro da produção e avaliação desse contexto.

A Meta argumenta que o modelo permite alcançar mais publicações e aumentar a velocidade das correções. Críticos e o próprio Comitê de Supervisão apontam que escala não resolve, por si só, problemas de manipulação e consenso artificial.

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