A Algar quer ampliar sua presença no mercado de telefonia móvel e lançou um plano de 40 GB por R$ 35 mensais. A oferta ainda atende apenas parte de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, mas a operadora pretende expandi-la para todo o país até o fim de 2026, o que pode aumentar a disputa com Vivo, Claro e TIM.
Chamado de Algar Muito Mais, o pacote também inclui WhatsApp e ligações sem limite, além de 500 SMS. O pagamento funciona por assinatura: o valor é cobrado automaticamente no cartão de crédito todos os meses.
Com isso, a proposta fica no meio do caminho entre o pré-pago tradicional e os planos pós-pagos. O cliente tem uma despesa mensal fixa, mas não precisa lembrar de colocar créditos para continuar com a linha ativa.
Algar quer levar plano para todo o Brasil
O principal movimento da empresa está na expansão geográfica. Nesta primeira fase, o Algar Muito Mais pode ser contratado em Minas Gerais, Goiás e no interior de São Paulo, onde a Algar já concentra boa parte de sua operação.
Isso deve mudar nos próximos meses. A companhia prevê liberar o plano para clientes de outras regiões até o fim do ano.
Caso cumpra o cronograma, a Algar passa a levar uma oferta de R$ 35 para mercados onde hoje enfrenta diretamente as três maiores operadoras do país. A estratégia também aumenta o alcance da empresa para além das regiões nas quais sua marca já é mais conhecida.
Dá para contratar e ativar pelo celular
Outro destaque está no processo de contratação. O cliente pode resolver praticamente tudo pelo aplicativo da Algar, inclusive pedir portabilidade ou adicionar outras linhas à assinatura.
Quem tiver um celular compatível também pode escolher um eSIM e dispensar o chip físico. A outra opção é solicitar a entrega de um SIM tradicional em casa.
Há ainda a possibilidade de reunir dependentes em uma única assinatura, com os pagamentos concentrados na mesma conta. A Algar continuará oferecendo atendimento presencial para quem preferir contratar o serviço em uma loja.
Promoção aumenta franquia para 45 GB
Nesta terça-feira (15), quem assinar o Algar Muito Mais recebe um bônus de 5 GB em comemoração ao Dia do Cliente. Dessa forma, a franquia chega a 45 GB no primeiro mês e volta aos 40 GB previstos normalmente na oferta a partir do ciclo seguinte.
A Algar ainda não revelou detalhes sobre a chegada do plano a cada estado nem informou se as condições atuais serão mantidas após a expansão nacional.
A Algar quer ampliar sua presença no mercado de telefonia móvel e lançou um plano de 40 GB por R$ 35 mensais. A oferta ainda atende apenas parte de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, mas a operadora pretende expandi-la para todo o país até o fim de 2026, o que pode aumentar a disputa com Vivo, Claro e TIM.
Chamado de Algar Muito Mais, o pacote também inclui WhatsApp e ligações sem limite, além de 500 SMS. O pagamento funciona por assinatura: o valor é cobrado automaticamente no cartão de crédito todos os meses.
Com isso, a proposta fica no meio do caminho entre o pré-pago tradicional e os planos pós-pagos. O cliente tem uma despesa mensal fixa, mas não precisa lembrar de colocar créditos para continuar com a linha ativa.
Algar quer levar plano para todo o Brasil
O principal movimento da empresa está na expansão geográfica. Nesta primeira fase, o Algar Muito Mais pode ser contratado em Minas Gerais, Goiás e no interior de São Paulo, onde a Algar já concentra boa parte de sua operação.
Isso deve mudar nos próximos meses. A companhia prevê liberar o plano para clientes de outras regiões até o fim do ano.
Caso cumpra o cronograma, a Algar passa a levar uma oferta de R$ 35 para mercados onde hoje enfrenta diretamente as três maiores operadoras do país. A estratégia também aumenta o alcance da empresa para além das regiões nas quais sua marca já é mais conhecida.
Dá para contratar e ativar pelo celular
Outro destaque está no processo de contratação. O cliente pode resolver praticamente tudo pelo aplicativo da Algar, inclusive pedir portabilidade ou adicionar outras linhas à assinatura.
Quem tiver um celular compatível também pode escolher um eSIM e dispensar o chip físico. A outra opção é solicitar a entrega de um SIM tradicional em casa.
Há ainda a possibilidade de reunir dependentes em uma única assinatura, com os pagamentos concentrados na mesma conta. A Algar continuará oferecendo atendimento presencial para quem preferir contratar o serviço em uma loja.
Promoção aumenta franquia para 45 GB
Nesta terça-feira (15), quem assinar o Algar Muito Mais recebe um bônus de 5 GB em comemoração ao Dia do Cliente. Dessa forma, a franquia chega a 45 GB no primeiro mês e volta aos 40 GB previstos normalmente na oferta a partir do ciclo seguinte.
A Algar ainda não revelou detalhes sobre a chegada do plano a cada estado nem informou se as condições atuais serão mantidas após a expansão nacional.
A Vivo passou a oferecer até 60% de desconto em medicamentos em mais de 7 mil farmácias para clientes do Vivo Pré. O novo benefício faz parte do Vale Saúde Farma e está disponível para usuários que realizarem recargas de R$ 30 ou mais.
Para aproveitar a novidade, o cliente precisa ativar o benefício pelo App Vivo. Depois, basta informar o CPF cadastrado na operadora no momento da compra do medicamento em uma das farmácias credenciadas. Não é necessário apresentar carteirinha física ou outro documento adicional.
Desconto vale em grandes redes de farmácias
A lista de estabelecimentos parceiros inclui algumas das maiores redes do país, como Drogasil, Droga Raia, Drogaria São Paulo, Drogaria Pacheco, Pague Menos, Panvel, Extrafarma e Nissei.
Também participam redes como Santo Remédio, Drogasmil, Farmácia Indiana, Farma Ponte, Drogaria Venâncio, Drogal, Drogaria Rosário, Tamoio, Farmalife e D'avó Farma.
Segundo a Vivo, a rede credenciada passa de 7 mil farmácias em todo o Brasil. O desconto pode chegar a 60%, mas a porcentagem efetiva varia de acordo com o medicamento e as condições oferecidas pelo programa.
Quem pode usar o desconto da Vivo?
O Vale Saúde Farma está disponível para clientes do Vivo Pré que fizerem recargas a partir de R$ 30. A operadora também reformulou essa faixa de recarga, que agora oferece 25 GB de internet com validade de 30 dias.
O pacote mantém ligações e SMS para qualquer operadora do Brasil, além de aplicativos digitais inclusos e a possibilidade de compartilhar a internet do celular por meio do App Vivo.
Com isso, a empresa tenta ampliar os benefícios do pré-pago para além dos serviços tradicionais de telecomunicações. Segundo Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo, a ideia é oferecer uma vantagem prática para um público que busca economia no dia a dia.
“Com o Vale Saúde Farma, estamos ampliando a proposta de valor do Vivo Pré ao oferecer uma vantagem prática, inédita e relevante para a vida das pessoas”, afirma a executiva.
A Vivo passou a oferecer até 60% de desconto em medicamentos em mais de 7 mil farmácias para clientes do Vivo Pré. O novo benefício faz parte do Vale Saúde Farma e está disponível para usuários que realizarem recargas de R$ 30 ou mais.
Para aproveitar a novidade, o cliente precisa ativar o benefício pelo App Vivo. Depois, basta informar o CPF cadastrado na operadora no momento da compra do medicamento em uma das farmácias credenciadas. Não é necessário apresentar carteirinha física ou outro documento adicional.
Desconto vale em grandes redes de farmácias
A lista de estabelecimentos parceiros inclui algumas das maiores redes do país, como Drogasil, Droga Raia, Drogaria São Paulo, Drogaria Pacheco, Pague Menos, Panvel, Extrafarma e Nissei.
Também participam redes como Santo Remédio, Drogasmil, Farmácia Indiana, Farma Ponte, Drogaria Venâncio, Drogal, Drogaria Rosário, Tamoio, Farmalife e D'avó Farma.
Segundo a Vivo, a rede credenciada passa de 7 mil farmácias em todo o Brasil. O desconto pode chegar a 60%, mas a porcentagem efetiva varia de acordo com o medicamento e as condições oferecidas pelo programa.
Quem pode usar o desconto da Vivo?
O Vale Saúde Farma está disponível para clientes do Vivo Pré que fizerem recargas a partir de R$ 30. A operadora também reformulou essa faixa de recarga, que agora oferece 25 GB de internet com validade de 30 dias.
O pacote mantém ligações e SMS para qualquer operadora do Brasil, além de aplicativos digitais inclusos e a possibilidade de compartilhar a internet do celular por meio do App Vivo.
Com isso, a empresa tenta ampliar os benefícios do pré-pago para além dos serviços tradicionais de telecomunicações. Segundo Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo, a ideia é oferecer uma vantagem prática para um público que busca economia no dia a dia.
“Com o Vale Saúde Farma, estamos ampliando a proposta de valor do Vivo Pré ao oferecer uma vantagem prática, inédita e relevante para a vida das pessoas”, afirma a executiva.
Quem pretende comprar o iPhone Duo logo no lançamento pode precisar ser rápido. A Apple deve produzir menos unidades de seu primeiro celular dobrável do que o esperado em 2026 por causa de restrições relacionadas à dobradiça do aparelho.
A nova estimativa vem do analista Jeff Pu, que reduziu de 7 milhões para 6 milhões a projeção de unidades enviadas pela Apple neste ano. A queda é de aproximadamente 14% e reforça a possibilidade de estoques reduzidos nas primeiras semanas de venda.
Dobradiça pode limitar produção do iPhone Duo
Segundo Pu, o principal obstáculo para aumentar a fabricação está nas chamadas “hinge constraints”, ou restrições relacionadas à produção e ao fornecimento da dobradiça usada no iPhone Duo.
O componente é uma peça essencial de qualquer celular dobrável e pode limitar o ritmo das linhas de produção caso a oferta não acompanhe a demanda da Apple.
Com isso, o analista agora espera cerca de 6 milhões de unidades enviadas em 2026. Vale destacar que o número é apenas uma projeção de mercado e não uma estimativa oficial divulgada pela fabricante.
Rumores anteriores já apontavam para uma produção inicial pequena do primeiro iPhone dobrável. A nova previsão indica que a disponibilidade pode ser ainda menor.
iPhone Duo pode ser bem mais raro que o iPhone 18 Pro
A diferença fica mais clara quando o volume previsto para o iPhone Duo é comparado ao dos celulares tradicionais da Apple.
Jeff Pu estima que a empresa deve enviar aproximadamente 72 milhões de unidades do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max até o fim de 2026. O número é 12 vezes maior que a previsão para o dobrável.
Isso não significa necessariamente que a Apple espera pouca procura pelo Duo. Neste momento, o gargalo apontado está na capacidade de fabricar unidades suficientes.
Mesmo com preço inicial de US$ 1.999, ou a partir de R$ 21.999 oficialmente no Brasil, o mais alto já cobrado pela Apple por um iPhone, o aparelho pode ter prazos de entrega maiores e algumas versões podem desaparecer rapidamente dos estoques.
Quando o iPhone Duo chega às lojas?
O iPhone Duo terá um calendário diferente do restante da geração. Enquanto os modelos da linha iPhone 18 Pro chegam ao mercado em setembro, o primeiro dobrável da Apple ficou para outubro.
A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras entregas estão previstas para o dia 23 do mesmo mês.
Se as projeções de Jeff Pu se confirmarem, portanto, o preço pode não ser o único obstáculo para quem quiser comprar o iPhone Duo nas primeiras semanas. Encontrar uma unidade disponível também pode exigir alguma sorte.
Quem pretende comprar o iPhone Duo logo no lançamento pode precisar ser rápido. A Apple deve produzir menos unidades de seu primeiro celular dobrável do que o esperado em 2026 por causa de restrições relacionadas à dobradiça do aparelho.
A nova estimativa vem do analista Jeff Pu, que reduziu de 7 milhões para 6 milhões a projeção de unidades enviadas pela Apple neste ano. A queda é de aproximadamente 14% e reforça a possibilidade de estoques reduzidos nas primeiras semanas de venda.
Dobradiça pode limitar produção do iPhone Duo
Segundo Pu, o principal obstáculo para aumentar a fabricação está nas chamadas “hinge constraints”, ou restrições relacionadas à produção e ao fornecimento da dobradiça usada no iPhone Duo.
O componente é uma peça essencial de qualquer celular dobrável e pode limitar o ritmo das linhas de produção caso a oferta não acompanhe a demanda da Apple.
Com isso, o analista agora espera cerca de 6 milhões de unidades enviadas em 2026. Vale destacar que o número é apenas uma projeção de mercado e não uma estimativa oficial divulgada pela fabricante.
Rumores anteriores já apontavam para uma produção inicial pequena do primeiro iPhone dobrável. A nova previsão indica que a disponibilidade pode ser ainda menor.
iPhone Duo pode ser bem mais raro que o iPhone 18 Pro
A diferença fica mais clara quando o volume previsto para o iPhone Duo é comparado ao dos celulares tradicionais da Apple.
Jeff Pu estima que a empresa deve enviar aproximadamente 72 milhões de unidades do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max até o fim de 2026. O número é 12 vezes maior que a previsão para o dobrável.
Isso não significa necessariamente que a Apple espera pouca procura pelo Duo. Neste momento, o gargalo apontado está na capacidade de fabricar unidades suficientes.
Mesmo com preço inicial de US$ 1.999, ou a partir de R$ 21.999 oficialmente no Brasil, o mais alto já cobrado pela Apple por um iPhone, o aparelho pode ter prazos de entrega maiores e algumas versões podem desaparecer rapidamente dos estoques.
Quando o iPhone Duo chega às lojas?
O iPhone Duo terá um calendário diferente do restante da geração. Enquanto os modelos da linha iPhone 18 Pro chegam ao mercado em setembro, o primeiro dobrável da Apple ficou para outubro.
A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras entregas estão previstas para o dia 23 do mesmo mês.
Se as projeções de Jeff Pu se confirmarem, portanto, o preço pode não ser o único obstáculo para quem quiser comprar o iPhone Duo nas primeiras semanas. Encontrar uma unidade disponível também pode exigir alguma sorte.
Os celulares podem ficar ainda mais caros em 2027 como reflexo da forte demanda por semicondutores provocada pelo avanço da inteligência artificial. O alerta parte de um cenário traçado por Michael Dell, CEO da Dell Technologies, que prevê uma piora na escassez de chips no próximo ano.
O executivo não falou especificamente sobre smartphones. A declaração teve como foco PCs e infraestrutura computacional, mas parte dos componentes e da capacidade industrial disputados pelo setor de IA também abastece fabricantes de celulares e outros eletrônicos.
Crise dos chips pode piorar em 2027
Segundo Michael Dell, a atual escassez estrutural de semicondutores não deve ser resolvida no curto prazo. Pelo contrário: o executivo acredita que 2027 provavelmente será mais complicado para a indústria do que 2026.
Um dos motivos é a diferença entre a velocidade de expansão da inteligência artificial e o tempo necessário para aumentar a produção de componentes. Modelos e aplicações de IA podem mudar em poucos meses, enquanto novas fábricas de semicondutores levam anos até operar em plena capacidade.
A explosão na construção de data centers também eleva a procura por chips e outros componentes usados em servidores. Se a capacidade de produção não crescer na mesma proporção, o resultado tende a ser uma combinação de oferta apertada e custos maiores.
Michael Dell afirma que a alta já afeta os preços dos equipamentos vendidos pela própria companhia., que pretende repassar parte desses aumentos aos clientes.
Para o executivo, porém, existe um problema ainda pior do que pagar mais caro: simplesmente não encontrar o produto disponível por falta de estoque.
Por que celulares também podem ficar mais caros
Apesar de a declaração ter como foco o mercado de computadores, servidores e infraestrutura de IA, a indústria de smartphones não está completamente isolada dessa disputa.
Celulares também dependem de fábricas de semicondutores, processos avançados de produção, capacidade de encapsulamento e fornecedores que atendem vários segmentos da indústria eletrônica.
Isso não significa que cada chip usado por uma GPU de inteligência artificial também esteja presente em um celular. O problema está na pressão exercida sobre uma cadeia industrial que possui diversos recursos compartilhados.
Quando uma categoria absorve uma parcela maior da capacidade disponível, fabricantes de outros produtos podem enfrentar preços mais altos, prazos maiores ou dificuldades para garantir determinados componentes.
Memória pode ser um dos principais problemas
Um dos pontos citados por Dell é justamente a alta no preço das memórias, componente que tem impacto direto também sobre smartphones.
Todo celular depende de memória RAM e armazenamento flash. Portanto, uma alta prolongada no custo desses componentes pode afetar aparelhos de diferentes categorias.
Modelos com 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento ficam especialmente expostos, já que utilizam uma quantidade maior de memória flash. O mesmo vale para celulares com 12 GB, 16 GB ou mais de RAM.
Essa pressão também ajuda a explicar por que até aparelhos sem recursos avançados de IA podem sentir os efeitos do boom do setor. Um celular básico não precisa executar grandes modelos de inteligência artificial para sofrer com uma cadeia de componentes mais cara.
Construir novas fábricas não acompanha o ritmo da IA
Fabricantes de semicondutores investem bilhões de dólares para ampliar a capacidade de produção, mas esse tipo de expansão não acontece rapidamente.
É justamente esse descompasso que preocupa Michael Dell. Enquanto a demanda por infraestrutura de IA cresce em um ritmo acelerado, novas fábricas precisam de vários anos entre o planejamento, a construção e o início da produção em grande escala.
Se a procura continuar no ritmo atual, a indústria pode chegar a 2027 com uma disputa ainda maior por determinados componentes.
Para o mercado de celulares, isso não garante que todos os modelos ficarão mais caros. Ainda entram nessa conta fatores como câmbio, estratégia das fabricantes, contratos de fornecimento e evolução dos processos produtivos.
Mesmo assim, o alerta do CEO da Dell indica que o cenário de custos elevados no setor de semicondutores pode durar mais do que o esperado. E, caso a pressão alcance memórias e outras etapas compartilhadas da cadeia, parte da conta também pode chegar ao bolso de quem pretende trocar de celular em 2027.
Os celulares podem ficar ainda mais caros em 2027 como reflexo da forte demanda por semicondutores provocada pelo avanço da inteligência artificial. O alerta parte de um cenário traçado por Michael Dell, CEO da Dell Technologies, que prevê uma piora na escassez de chips no próximo ano.
O executivo não falou especificamente sobre smartphones. A declaração teve como foco PCs e infraestrutura computacional, mas parte dos componentes e da capacidade industrial disputados pelo setor de IA também abastece fabricantes de celulares e outros eletrônicos.
Crise dos chips pode piorar em 2027
Segundo Michael Dell, a atual escassez estrutural de semicondutores não deve ser resolvida no curto prazo. Pelo contrário: o executivo acredita que 2027 provavelmente será mais complicado para a indústria do que 2026.
Um dos motivos é a diferença entre a velocidade de expansão da inteligência artificial e o tempo necessário para aumentar a produção de componentes. Modelos e aplicações de IA podem mudar em poucos meses, enquanto novas fábricas de semicondutores levam anos até operar em plena capacidade.
A explosão na construção de data centers também eleva a procura por chips e outros componentes usados em servidores. Se a capacidade de produção não crescer na mesma proporção, o resultado tende a ser uma combinação de oferta apertada e custos maiores.
Michael Dell afirma que a alta já afeta os preços dos equipamentos vendidos pela própria companhia., que pretende repassar parte desses aumentos aos clientes.
Para o executivo, porém, existe um problema ainda pior do que pagar mais caro: simplesmente não encontrar o produto disponível por falta de estoque.
Por que celulares também podem ficar mais caros
Apesar de a declaração ter como foco o mercado de computadores, servidores e infraestrutura de IA, a indústria de smartphones não está completamente isolada dessa disputa.
Celulares também dependem de fábricas de semicondutores, processos avançados de produção, capacidade de encapsulamento e fornecedores que atendem vários segmentos da indústria eletrônica.
Isso não significa que cada chip usado por uma GPU de inteligência artificial também esteja presente em um celular. O problema está na pressão exercida sobre uma cadeia industrial que possui diversos recursos compartilhados.
Quando uma categoria absorve uma parcela maior da capacidade disponível, fabricantes de outros produtos podem enfrentar preços mais altos, prazos maiores ou dificuldades para garantir determinados componentes.
Memória pode ser um dos principais problemas
Um dos pontos citados por Dell é justamente a alta no preço das memórias, componente que tem impacto direto também sobre smartphones.
Todo celular depende de memória RAM e armazenamento flash. Portanto, uma alta prolongada no custo desses componentes pode afetar aparelhos de diferentes categorias.
Modelos com 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento ficam especialmente expostos, já que utilizam uma quantidade maior de memória flash. O mesmo vale para celulares com 12 GB, 16 GB ou mais de RAM.
Essa pressão também ajuda a explicar por que até aparelhos sem recursos avançados de IA podem sentir os efeitos do boom do setor. Um celular básico não precisa executar grandes modelos de inteligência artificial para sofrer com uma cadeia de componentes mais cara.
Construir novas fábricas não acompanha o ritmo da IA
Fabricantes de semicondutores investem bilhões de dólares para ampliar a capacidade de produção, mas esse tipo de expansão não acontece rapidamente.
É justamente esse descompasso que preocupa Michael Dell. Enquanto a demanda por infraestrutura de IA cresce em um ritmo acelerado, novas fábricas precisam de vários anos entre o planejamento, a construção e o início da produção em grande escala.
Se a procura continuar no ritmo atual, a indústria pode chegar a 2027 com uma disputa ainda maior por determinados componentes.
Para o mercado de celulares, isso não garante que todos os modelos ficarão mais caros. Ainda entram nessa conta fatores como câmbio, estratégia das fabricantes, contratos de fornecimento e evolução dos processos produtivos.
Mesmo assim, o alerta do CEO da Dell indica que o cenário de custos elevados no setor de semicondutores pode durar mais do que o esperado. E, caso a pressão alcance memórias e outras etapas compartilhadas da cadeia, parte da conta também pode chegar ao bolso de quem pretende trocar de celular em 2027.
A Xiaomi começou a vender na China o Mijia Smart Gas Water Heater 2, aquecedor a gás de 16 litros que surge como uma alternativa ao chuveiro elétrico. O aparelho estreia por 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218 em conversão direta, e aposta em funcionamento silencioso, controle preciso da temperatura e aumento da pressão da água.
O novo modelo também tenta simplificar a instalação ao dispensar uma tubulação exclusiva para drenar a água de condensação. Além disso, pode se conectar a outros dispositivos da Xiaomi para automatizar o aquecimento da água antes mesmo do banho.
Aquecedor da Xiaomi faz menos barulho
Um dos destaques do Mijia Smart Gas Water Heater 2 é o sistema multidimensional de redução de ruído, desenvolvido para diminuir o som produzido por diferentes componentes durante o funcionamento.
Segundo a Xiaomi, o aquecedor pode operar com apenas 32 dB(A) e recebeu certificação de baixo ruído. A proposta é tornar o aparelho menos incômodo mesmo quando instalado próximo a áreas de uso frequente da casa.
O modelo também traz um sistema de controle de temperatura de nível 6A. A fabricante promete manter a água estável mesmo quando há mudanças no consumo em outros pontos da residência.
Para casas ou apartamentos que sofrem com pouca pressão, há ainda uma bomba dedicada capaz de elevar o fluxo de água em até 245%. O recurso pode ser especialmente útil em prédios antigos e apartamentos localizados em andares mais altos.
Não precisa de tubo para água de condensação
Outro diferencial do aquecedor está no tratamento da água gerada pela condensação. Em vez de exigir um tubo adicional para o descarte, o aparelho usa um sistema de atomização centrífuga em alta velocidade.
A Xiaomi também utiliza minerais para neutralizar essa água antes da eliminação. Com isso, a instalação pode dispensar intervenções extras na parede, ao mesmo tempo em que a fabricante promete reduzir riscos de corrosão no equipamento.
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 possui ainda uma nova câmara de combustão selada e uma ventoinha de corrente contínua com velocidade variável.
Água quente pode ficar pronta antes do banho
O aquecedor também pode manter um sistema de água quente instantânea para diferentes pontos da casa. O pré-aquecimento pode ser acionado pelo fluxo de água, por programação de horário, manualmente ou por uma automação.
A solução funciona tanto em imóveis com tubulação de retorno quanto em instalações sem esse tipo de estrutura. A ideia é reduzir o intervalo entre abrir a torneira ou o chuveiro e receber água na temperatura escolhida.
Há ainda um sistema de tratamento em seis etapas, que atua da entrada à saída da água. A Xiaomi afirma que o conjunto filtra sedimentos e outras impurezas e oferece taxa antibacteriana de até 99,9%.
Integração com a casa inteligente
Como parte do ecossistema Xiaomi HyperConnect, o aquecedor pode ser controlado pelo aplicativo Mijia e por comandos de voz em caixas de som inteligentes da marca.
Também é possível criar cenários personalizados e conectá-lo a outros dispositivos. Uma das integrações previstas é com o aquecedor inteligente para banheiro da própria Mijia, o que permite combinar diferentes equipamentos em uma única rotina.
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 começou a ser vendido na China em 15 de setembro. O preço sugerido é de 2.999 yuans, enquanto a oferta de lançamento reduz o valor para 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218.
Por enquanto, não há previsão de lançamento do aquecedor no Brasil.
A Xiaomi começou a vender na China o Mijia Smart Gas Water Heater 2, aquecedor a gás de 16 litros que surge como uma alternativa ao chuveiro elétrico. O aparelho estreia por 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218 em conversão direta, e aposta em funcionamento silencioso, controle preciso da temperatura e aumento da pressão da água.
O novo modelo também tenta simplificar a instalação ao dispensar uma tubulação exclusiva para drenar a água de condensação. Além disso, pode se conectar a outros dispositivos da Xiaomi para automatizar o aquecimento da água antes mesmo do banho.
Aquecedor da Xiaomi faz menos barulho
Um dos destaques do Mijia Smart Gas Water Heater 2 é o sistema multidimensional de redução de ruído, desenvolvido para diminuir o som produzido por diferentes componentes durante o funcionamento.
Segundo a Xiaomi, o aquecedor pode operar com apenas 32 dB(A) e recebeu certificação de baixo ruído. A proposta é tornar o aparelho menos incômodo mesmo quando instalado próximo a áreas de uso frequente da casa.
O modelo também traz um sistema de controle de temperatura de nível 6A. A fabricante promete manter a água estável mesmo quando há mudanças no consumo em outros pontos da residência.
Para casas ou apartamentos que sofrem com pouca pressão, há ainda uma bomba dedicada capaz de elevar o fluxo de água em até 245%. O recurso pode ser especialmente útil em prédios antigos e apartamentos localizados em andares mais altos.
Não precisa de tubo para água de condensação
Outro diferencial do aquecedor está no tratamento da água gerada pela condensação. Em vez de exigir um tubo adicional para o descarte, o aparelho usa um sistema de atomização centrífuga em alta velocidade.
A Xiaomi também utiliza minerais para neutralizar essa água antes da eliminação. Com isso, a instalação pode dispensar intervenções extras na parede, ao mesmo tempo em que a fabricante promete reduzir riscos de corrosão no equipamento.
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 possui ainda uma nova câmara de combustão selada e uma ventoinha de corrente contínua com velocidade variável.
Água quente pode ficar pronta antes do banho
O aquecedor também pode manter um sistema de água quente instantânea para diferentes pontos da casa. O pré-aquecimento pode ser acionado pelo fluxo de água, por programação de horário, manualmente ou por uma automação.
A solução funciona tanto em imóveis com tubulação de retorno quanto em instalações sem esse tipo de estrutura. A ideia é reduzir o intervalo entre abrir a torneira ou o chuveiro e receber água na temperatura escolhida.
Há ainda um sistema de tratamento em seis etapas, que atua da entrada à saída da água. A Xiaomi afirma que o conjunto filtra sedimentos e outras impurezas e oferece taxa antibacteriana de até 99,9%.
Integração com a casa inteligente
Como parte do ecossistema Xiaomi HyperConnect, o aquecedor pode ser controlado pelo aplicativo Mijia e por comandos de voz em caixas de som inteligentes da marca.
Também é possível criar cenários personalizados e conectá-lo a outros dispositivos. Uma das integrações previstas é com o aquecedor inteligente para banheiro da própria Mijia, o que permite combinar diferentes equipamentos em uma única rotina.
O Mijia Smart Gas Water Heater 2 começou a ser vendido na China em 15 de setembro. O preço sugerido é de 2.999 yuans, enquanto a oferta de lançamento reduz o valor para 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218.
Por enquanto, não há previsão de lançamento do aquecedor no Brasil.
A Ugreen lançou na China o P5, novo power bank compacto com 10.000 mAh de capacidade e preço de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta. Além do cabo USB-C integrado e da potência de até 22,5 W, o acessório aposta em recursos de segurança para evitar incêndios e explosões.
O modelo foi desenvolvido para atender às novas normas nacionais de segurança da China para 2026 e recebeu a certificação obrigatória 3C. Segundo a fabricante, a bateria não pegou fogo nem explodiu durante testes de perfuração, compressão e exposição a altas temperaturas.
Bateria passou por testes contra incêndios e explosões
A segurança é um dos principais destaques do P5. O power bank usa materiais retardantes de chamas e possui dois sensores NTC para monitorar a temperatura durante o funcionamento.
De acordo com a Ugreen, o sistema mantém a temperatura em até 48 °C. A fabricante também submeteu a bateria a testes mais extremos, como perfuração com prego, compressão e exposição a calor elevado.
A célula usada no P5 é fornecida pela EVE Energy e possui tecnologia de íon de lítio com polímero, com capacidade energética de 37 Wh. A promessa é manter mais de 90% da capacidade original mesmo após 500 ciclos de carga.
O sistema de gerenciamento ainda acompanha temperatura, tensão e número de ciclos. Essas informações podem ser consultadas pelo aplicativo da Ugreen no celular ou pelo software da marca para computadores.
Cabo integrado carrega até três dispositivos
O P5 mede 117,8 x 72 x 16,8 mm e pesa aproximadamente 203,4 gramas. Segundo a Ugreen, ele é cerca de 25% mais leve que o antigo PB203.
Um dos diferenciais do design é o cabo USB-C de 18,5 cm integrado ao corpo. Além de servir para recarga, ele funciona como alça de transporte quando não está conectado a algum aparelho. A marca afirma que o componente suporta cerca de 10 mil dobras.
Além do cabo, há uma porta USB-C e outra USB-A. Com isso, o power bank consegue carregar até três dispositivos ao mesmo tempo.
A potência máxima chega a 22,5 W com apenas uma saída em uso. Ao conectar vários aparelhos simultaneamente, o limite total cai para 15 W. Um pequeno display na parte frontal mostra a porcentagem de carga restante.
O P5 também suporta USB Power Delivery, Quick Charge, Adaptive Fast Charging e SuperCharge Protocol. Para recarregar a própria bateria, a potência chega a 20 W e o processo completo leva cerca de 3 horas e 6 minutos.
Segundo testes divulgados pela Ugreen, 30 minutos de carga são suficientes para levar um iPhone 17 a aproximadamente 58%. No mesmo período, o Huawei Mate 80 chega a 37% e o Xiaomi 17 a 21%. Os números são estimativas da própria fabricante e podem variar conforme o aparelho e as condições de uso.
Preço e disponibilidade
O Ugreen P5 começa a ser vendido na China em 16 de setembro, pelo preço sugerido de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta.
Por enquanto, a empresa não revelou planos para lançamento global nem confirmou se o novo power bank será vendido oficialmente no Brasil.
A Ugreen lançou na China o P5, novo power bank compacto com 10.000 mAh de capacidade e preço de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta. Além do cabo USB-C integrado e da potência de até 22,5 W, o acessório aposta em recursos de segurança para evitar incêndios e explosões.
O modelo foi desenvolvido para atender às novas normas nacionais de segurança da China para 2026 e recebeu a certificação obrigatória 3C. Segundo a fabricante, a bateria não pegou fogo nem explodiu durante testes de perfuração, compressão e exposição a altas temperaturas.
Bateria passou por testes contra incêndios e explosões
A segurança é um dos principais destaques do P5. O power bank usa materiais retardantes de chamas e possui dois sensores NTC para monitorar a temperatura durante o funcionamento.
De acordo com a Ugreen, o sistema mantém a temperatura em até 48 °C. A fabricante também submeteu a bateria a testes mais extremos, como perfuração com prego, compressão e exposição a calor elevado.
A célula usada no P5 é fornecida pela EVE Energy e possui tecnologia de íon de lítio com polímero, com capacidade energética de 37 Wh. A promessa é manter mais de 90% da capacidade original mesmo após 500 ciclos de carga.
O sistema de gerenciamento ainda acompanha temperatura, tensão e número de ciclos. Essas informações podem ser consultadas pelo aplicativo da Ugreen no celular ou pelo software da marca para computadores.
Cabo integrado carrega até três dispositivos
O P5 mede 117,8 x 72 x 16,8 mm e pesa aproximadamente 203,4 gramas. Segundo a Ugreen, ele é cerca de 25% mais leve que o antigo PB203.
Um dos diferenciais do design é o cabo USB-C de 18,5 cm integrado ao corpo. Além de servir para recarga, ele funciona como alça de transporte quando não está conectado a algum aparelho. A marca afirma que o componente suporta cerca de 10 mil dobras.
Além do cabo, há uma porta USB-C e outra USB-A. Com isso, o power bank consegue carregar até três dispositivos ao mesmo tempo.
A potência máxima chega a 22,5 W com apenas uma saída em uso. Ao conectar vários aparelhos simultaneamente, o limite total cai para 15 W. Um pequeno display na parte frontal mostra a porcentagem de carga restante.
O P5 também suporta USB Power Delivery, Quick Charge, Adaptive Fast Charging e SuperCharge Protocol. Para recarregar a própria bateria, a potência chega a 20 W e o processo completo leva cerca de 3 horas e 6 minutos.
Segundo testes divulgados pela Ugreen, 30 minutos de carga são suficientes para levar um iPhone 17 a aproximadamente 58%. No mesmo período, o Huawei Mate 80 chega a 37% e o Xiaomi 17 a 21%. Os números são estimativas da própria fabricante e podem variar conforme o aparelho e as condições de uso.
Preço e disponibilidade
O Ugreen P5 começa a ser vendido na China em 16 de setembro, pelo preço sugerido de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta.
Por enquanto, a empresa não revelou planos para lançamento global nem confirmou se o novo power bank será vendido oficialmente no Brasil.
A Apple retirou os iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max de sua loja oficial após o lançamento dos novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira (9). A decisão segue a estratégia adotada pela empresa nos últimos anos, que costuma manter apenas modelos mais básicos de gerações anteriores em seu catálogo.
Com isso, quem ainda pretende comprar um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max precisa recorrer a varejistas que possuem unidades em estoque. A Apple não deve repor esses aparelhos e, quando as últimas unidades acabarem nas lojas, os modelos tendem a desaparecer gradualmente do mercado.
A mudança também pode mexer nos preços. Nas próximas semanas e meses, o varejo pode reduzir os valores para liberar os estoques restantes. Por outro lado, conforme a disponibilidade ficar menor, algumas versões podem voltar a subir de preço.
iPhone 18 Pro assume o posto de topo de linha
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram anunciados como os novos celulares mais avançados da linha tradicional da Apple. Os aparelhos estrearam o chipset A20 Pro de 2 nm e receberam mudanças no conjunto de câmeras, com uma nova principal de 48 MP com abertura variável.
A Apple também redesenhou o sistema de refrigeração, com uma câmara de vapor maior, e reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica. A autonomia oficial chega a até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 45 horas no Pro Max.
A nova geração passa a ocupar diretamente o espaço deixado pelos modelos Pro de 2025 na loja oficial.
Como ficou a linha de iPhones da Apple
Após a atualização do catálogo, a Apple passa a vender oficialmente os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, o dobrável iPhone Duo, além dos iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17e e iPhone 16.
O iPhone 17 permanece como representante da geração passada, enquanto as versões Pro deixam de fazer parte da loja. Isso não significa que elas desaparecerão imediatamente do mercado, mas a disponibilidade agora depende exclusivamente dos estoques mantidos por varejistas.
A Apple retirou os iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max de sua loja oficial após o lançamento dos novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira (9). A decisão segue a estratégia adotada pela empresa nos últimos anos, que costuma manter apenas modelos mais básicos de gerações anteriores em seu catálogo.
Com isso, quem ainda pretende comprar um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max precisa recorrer a varejistas que possuem unidades em estoque. A Apple não deve repor esses aparelhos e, quando as últimas unidades acabarem nas lojas, os modelos tendem a desaparecer gradualmente do mercado.
A mudança também pode mexer nos preços. Nas próximas semanas e meses, o varejo pode reduzir os valores para liberar os estoques restantes. Por outro lado, conforme a disponibilidade ficar menor, algumas versões podem voltar a subir de preço.
iPhone 18 Pro assume o posto de topo de linha
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram anunciados como os novos celulares mais avançados da linha tradicional da Apple. Os aparelhos estrearam o chipset A20 Pro de 2 nm e receberam mudanças no conjunto de câmeras, com uma nova principal de 48 MP com abertura variável.
A Apple também redesenhou o sistema de refrigeração, com uma câmara de vapor maior, e reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica. A autonomia oficial chega a até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 45 horas no Pro Max.
A nova geração passa a ocupar diretamente o espaço deixado pelos modelos Pro de 2025 na loja oficial.
Como ficou a linha de iPhones da Apple
Após a atualização do catálogo, a Apple passa a vender oficialmente os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, o dobrável iPhone Duo, além dos iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17e e iPhone 16.
O iPhone 17 permanece como representante da geração passada, enquanto as versões Pro deixam de fazer parte da loja. Isso não significa que elas desaparecerão imediatamente do mercado, mas a disponibilidade agora depende exclusivamente dos estoques mantidos por varejistas.
O McDonald's começou a entregar lanches com drones em Xangai, na China, após a Meituan colocar em operação uma nova rede aérea de entregas na região de West Bund nesta quinta-feira (10). A parceria também marca a estreia da primeira rota exclusiva de drones para uma marca de alimentação no país.
A nova rede conecta pontos como o West Bund Dream Center, Xuhui Riverside, Model Speed Space e a área em frente ao McDonald's da Longteng Avenue. Quase 20 redes de alimentação já fazem parte da operação, entre elas McDonald's, A Ma Handmade e M Stand.
A expectativa da Meituan é ampliar a cobertura e superar 40 marcas integradas até o fim do ano.
Pedido pode chegar em cerca de 10 minutos
O processo mistura automação com o trabalho dos funcionários. Após o preparo, um colaborador leva o pedido até o "aeroporto" de drones mais próximo, onde um braço robótico coloca a encomenda na aeronave.
No destino, outro braço retira o pacote e o coloca em um armário de retirada. Nos casos mais rápidos, todo o trajeto pode levar cerca de 10 minutos.
A proposta é usar as rotas aéreas principalmente em regiões nas quais o transporte terrestre enfrenta mais obstáculos, como parques, áreas de difícil localização ou locais com acesso mais complicado para entregadores.
Os drones também podem atuar em conjunto com os profissionais de entrega em trajetos mais longos, terrenos extremos ou situações climáticas mais severas.
Drone opera até sob chuva forte e neve
A Meituan usa o M-Drone 4L Winch, modelo de quarta geração equipado com um sistema de descida por cabo. A aeronave pode parar no ar e baixar o pacote diretamente até um ponto determinado.
Segundo a empresa, o equipamento suporta chuva forte, neve moderada, ventos de força 6 e temperaturas entre -20 °C e 50 °C. A companhia afirma que o modelo consegue atender mais de 97% dos cenários urbanos encontrados na China.
No solo, a estrutura conta com o M-Port 3, uma estação inteligente de apenas 1,4 m², área próxima à de uma cabine telefônica. O módulo possui um braço robótico responsável pelo carregamento automático das encomendas.
Sistema recalcula rota em caso de imprevistos
A rede também conta com o M-DaaS 3, sistema responsável pelo despacho e controle das aeronaves. A Meituan o descreve como um "supercérebro" capaz de identificar anormalidades em até 100 milissegundos.
Caso haja uma mudança repentina no clima ou alguma alteração no espaço aéreo, o sistema pode recalcular a rota do drone ou acionar protocolos de segurança.
Com a nova operação em West Bund, a Meituan amplia sua aposta em drones para complementar a logística tradicional e reduzir o tempo de entrega em regiões nas quais motos e bicicletas enfrentam mais limitações.
O McDonald's começou a entregar lanches com drones em Xangai, na China, após a Meituan colocar em operação uma nova rede aérea de entregas na região de West Bund nesta quinta-feira (10). A parceria também marca a estreia da primeira rota exclusiva de drones para uma marca de alimentação no país.
A nova rede conecta pontos como o West Bund Dream Center, Xuhui Riverside, Model Speed Space e a área em frente ao McDonald's da Longteng Avenue. Quase 20 redes de alimentação já fazem parte da operação, entre elas McDonald's, A Ma Handmade e M Stand.
A expectativa da Meituan é ampliar a cobertura e superar 40 marcas integradas até o fim do ano.
Pedido pode chegar em cerca de 10 minutos
O processo mistura automação com o trabalho dos funcionários. Após o preparo, um colaborador leva o pedido até o "aeroporto" de drones mais próximo, onde um braço robótico coloca a encomenda na aeronave.
No destino, outro braço retira o pacote e o coloca em um armário de retirada. Nos casos mais rápidos, todo o trajeto pode levar cerca de 10 minutos.
A proposta é usar as rotas aéreas principalmente em regiões nas quais o transporte terrestre enfrenta mais obstáculos, como parques, áreas de difícil localização ou locais com acesso mais complicado para entregadores.
Os drones também podem atuar em conjunto com os profissionais de entrega em trajetos mais longos, terrenos extremos ou situações climáticas mais severas.
Drone opera até sob chuva forte e neve
A Meituan usa o M-Drone 4L Winch, modelo de quarta geração equipado com um sistema de descida por cabo. A aeronave pode parar no ar e baixar o pacote diretamente até um ponto determinado.
Segundo a empresa, o equipamento suporta chuva forte, neve moderada, ventos de força 6 e temperaturas entre -20 °C e 50 °C. A companhia afirma que o modelo consegue atender mais de 97% dos cenários urbanos encontrados na China.
No solo, a estrutura conta com o M-Port 3, uma estação inteligente de apenas 1,4 m², área próxima à de uma cabine telefônica. O módulo possui um braço robótico responsável pelo carregamento automático das encomendas.
Sistema recalcula rota em caso de imprevistos
A rede também conta com o M-DaaS 3, sistema responsável pelo despacho e controle das aeronaves. A Meituan o descreve como um "supercérebro" capaz de identificar anormalidades em até 100 milissegundos.
Caso haja uma mudança repentina no clima ou alguma alteração no espaço aéreo, o sistema pode recalcular a rota do drone ou acionar protocolos de segurança.
Com a nova operação em West Bund, a Meituan amplia sua aposta em drones para complementar a logística tradicional e reduzir o tempo de entrega em regiões nas quais motos e bicicletas enfrentam mais limitações.
A chegada do iPhone 18 Pro abre uma boa oportunidade para quem quer um celular premium da Apple, mas prefere economizar com a geração anterior. Com base no histórico recente de preços, o iPhone 17 Pro de 256 GB já vale a compra entre R$ 8.000 e R$ 8.200, enquanto o iPhone 17 Pro Max de 256 GB faz sentido entre R$ 9.200 e R$ 9.400.
Esses valores não representam necessariamente o menor preço que os aparelhos podem atingir. Eles indicam uma faixa na qual o desconto já é relevante frente à média recente, sem depender de uma nova queda nas próximas semanas.
A mesma lógica vale para as capacidades maiores. Em boa parte das versões, uma redução próxima de 4% a 6% sobre o preço médio recente já cria um ponto interessante para compra.
Quanto vale pagar no iPhone 17 Pro?
O iPhone 17 Pro de 256 GB manteve uma média próxima de R$ 8.500 nos últimos meses. Uma oferta por R$ 8.200 já reduz o preço em cerca de 3,5% frente a esse patamar.
Por R$ 8.000, o desconto se aproxima de 6% e já pode ser considerado muito bom. Abaixo disso, a promoção entra em uma faixa ainda mais agressiva e pode não permanecer disponível por muito tempo.
Nas versões maiores, a lógica é parecida. O modelo de 512 GB já apareceu abaixo de R$ 10 mil, então preços entre R$ 9.900 e R$ 10.200 já são interessantes. Se cair para R$ 9.800 ou menos, a oferta fica ainda melhor.
Já o iPhone 17 Pro de 1 TB, que ficou recentemente na casa dos R$ 13 mil, começa a fazer sentido entre R$ 12.200 e R$ 12.500. Abaixo de R$ 12 mil, já entra em uma faixa excepcional.
E quanto vale pagar no iPhone 17 Pro Max?
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB costuma custar entre R$ 9.600 e R$ 9.800. Nesse cenário, encontrar o celular por até R$ 9.400 já torna a compra interessante.
A faixa de R$ 9.200 ou menos é ainda melhor, com uma redução que pode ficar próxima de 6% frente aos valores recentes.
A versão de 512 GB costuma ficar perto de R$ 11,8 mil, então uma queda para R$ 11.100 a R$ 11.400 já é suficiente para considerar a compra. Se aparecer por R$ 10.800 ou menos, a oferta se torna especialmente boa.
No modelo de 1 TB, que ficou próximo de R$ 13,2 mil recentemente, a faixa de R$ 12.500 a R$ 12.800 já é interessante. Abaixo de R$ 12.500, o preço fica ainda mais agressivo.
O iPhone 17 Pro Max de 2 TB exige uma análise um pouco mais cautelosa. Além de ter menor volume de vendas, ele não possui um equivalente direto na geração iPhone 16 Pro Max para comparação histórica. Por isso, abaixo de R$ 15 mil já é uma faixa interessante, enquanto R$ 14.500 ou menos pode ser considerado um preço muito bom.
Modelo
Bom preço
Preço muito bom
iPhone 17 Pro 256 GB
R$ 8.000 a R$ 8.200
R$ 8.000 ou menos
iPhone 17 Pro 512 GB
R$ 9.900 a R$ 10.200
R$ 9.800 ou menos
iPhone 17 Pro 1 TB
R$ 12.200 a R$ 12.500
R$ 12.000 ou menos
iPhone 17 Pro Max 256 GB
R$ 9.200 a R$ 9.400
R$ 9.200 ou menos
iPhone 17 Pro Max 512 GB
R$ 11.100 a R$ 11.400
R$ 10.800 ou menos
iPhone 17 Pro Max 1 TB
R$ 12.500 a R$ 12.800
R$ 12.500 ou menos
iPhone 17 Pro Max 2 TB
até cerca de R$ 15.000
R$ 14.500 ou menos
Histórico mostra que esperar demais pode não compensar
A geração passada ajuda a entender por que o lançamento de um novo iPhone não garante uma queda contínua no preço do anterior.
Após a chegada do iPhone 17 Pro, o iPhone 16 Pro Max de 256 GB passou de aproximadamente R$ 8.300 para R$ 8.000 nas semanas seguintes. A redução ficou perto de 3,6%, mas o preço voltou a subir pouco depois.
O movimento foi parecido com o iPhone 16 Pro de 128 GB. O aparelho custava perto de R$ 7.000, apareceu brevemente por cerca de R$ 6.600 e depois retornou à faixa habitual. Nesse caso, a queda chegou a aproximadamente 5,7%.
Isso ajuda a mostrar que uma promoção logo após a chegada da nova geração pode ser mais interessante do que esperar indefinidamente por outro corte.
Estoque menor pode até fazer o preço subir
Essa cautela é ainda mais importante nas versões de 512 GB e 1 TB. Conforme os iPhones Pro antigos deixam de ser produzidos e o estoque diminui, algumas capacidades passam a aparecer com menos frequência no varejo.
Com isso, o preço deixa de acompanhar uma curva normal de desvalorização. Há casos em que versões do iPhone 16 Pro com mais armazenamento chegaram a custar mais do que modelos equivalentes de gerações mais novas justamente por causa da baixa disponibilidade.
Por esse motivo, o preço atual de um iPhone 16 Pro ou Pro Max com muito armazenamento nem sempre serve como uma referência adequada para definir quanto o iPhone 17 Pro deveria custar.
A média recente do próprio aparelho passa a ser um indicador mais útil. Se a queda ficar perto de 4% a 6%, o desconto já está dentro do comportamento observado após a chegada de uma nova geração.
No fim, o melhor negócio não precisa coincidir com o menor preço histórico. Se qualquer versão do iPhone 17 Pro ou Pro Max cair para uma faixa suficientemente abaixo de sua média recente, já pode fazer sentido comprar antes que uma promoção desapareça ou o estoque diminua ainda mais.
É importante destacar que esses valores indicados não são, necessariamente, o melhor preço justo de forma independente, pois seguem o histórico de redução das gerações passadas da Apple ao longo dos anos. Dessa forma, os preços são mais "realistas" com o que, de fato, pode acontecer.
A chegada do iPhone 18 Pro abre uma boa oportunidade para quem quer um celular premium da Apple, mas prefere economizar com a geração anterior. Com base no histórico recente de preços, o iPhone 17 Pro de 256 GB já vale a compra entre R$ 8.000 e R$ 8.200, enquanto o iPhone 17 Pro Max de 256 GB faz sentido entre R$ 9.200 e R$ 9.400.
Esses valores não representam necessariamente o menor preço que os aparelhos podem atingir. Eles indicam uma faixa na qual o desconto já é relevante frente à média recente, sem depender de uma nova queda nas próximas semanas.
A mesma lógica vale para as capacidades maiores. Em boa parte das versões, uma redução próxima de 4% a 6% sobre o preço médio recente já cria um ponto interessante para compra.
Quanto vale pagar no iPhone 17 Pro?
O iPhone 17 Pro de 256 GB manteve uma média próxima de R$ 8.500 nos últimos meses. Uma oferta por R$ 8.200 já reduz o preço em cerca de 3,5% frente a esse patamar.
Por R$ 8.000, o desconto se aproxima de 6% e já pode ser considerado muito bom. Abaixo disso, a promoção entra em uma faixa ainda mais agressiva e pode não permanecer disponível por muito tempo.
Nas versões maiores, a lógica é parecida. O modelo de 512 GB já apareceu abaixo de R$ 10 mil, então preços entre R$ 9.900 e R$ 10.200 já são interessantes. Se cair para R$ 9.800 ou menos, a oferta fica ainda melhor.
Já o iPhone 17 Pro de 1 TB, que ficou recentemente na casa dos R$ 13 mil, começa a fazer sentido entre R$ 12.200 e R$ 12.500. Abaixo de R$ 12 mil, já entra em uma faixa excepcional.
E quanto vale pagar no iPhone 17 Pro Max?
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB costuma custar entre R$ 9.600 e R$ 9.800. Nesse cenário, encontrar o celular por até R$ 9.400 já torna a compra interessante.
A faixa de R$ 9.200 ou menos é ainda melhor, com uma redução que pode ficar próxima de 6% frente aos valores recentes.
A versão de 512 GB costuma ficar perto de R$ 11,8 mil, então uma queda para R$ 11.100 a R$ 11.400 já é suficiente para considerar a compra. Se aparecer por R$ 10.800 ou menos, a oferta se torna especialmente boa.
No modelo de 1 TB, que ficou próximo de R$ 13,2 mil recentemente, a faixa de R$ 12.500 a R$ 12.800 já é interessante. Abaixo de R$ 12.500, o preço fica ainda mais agressivo.
O iPhone 17 Pro Max de 2 TB exige uma análise um pouco mais cautelosa. Além de ter menor volume de vendas, ele não possui um equivalente direto na geração iPhone 16 Pro Max para comparação histórica. Por isso, abaixo de R$ 15 mil já é uma faixa interessante, enquanto R$ 14.500 ou menos pode ser considerado um preço muito bom.
Modelo
Bom preço
Preço muito bom
iPhone 17 Pro 256 GB
R$ 8.000 a R$ 8.200
R$ 8.000 ou menos
iPhone 17 Pro 512 GB
R$ 9.900 a R$ 10.200
R$ 9.800 ou menos
iPhone 17 Pro 1 TB
R$ 12.200 a R$ 12.500
R$ 12.000 ou menos
iPhone 17 Pro Max 256 GB
R$ 9.200 a R$ 9.400
R$ 9.200 ou menos
iPhone 17 Pro Max 512 GB
R$ 11.100 a R$ 11.400
R$ 10.800 ou menos
iPhone 17 Pro Max 1 TB
R$ 12.500 a R$ 12.800
R$ 12.500 ou menos
iPhone 17 Pro Max 2 TB
até cerca de R$ 15.000
R$ 14.500 ou menos
Histórico mostra que esperar demais pode não compensar
A geração passada ajuda a entender por que o lançamento de um novo iPhone não garante uma queda contínua no preço do anterior.
Após a chegada do iPhone 17 Pro, o iPhone 16 Pro Max de 256 GB passou de aproximadamente R$ 8.300 para R$ 8.000 nas semanas seguintes. A redução ficou perto de 3,6%, mas o preço voltou a subir pouco depois.
O movimento foi parecido com o iPhone 16 Pro de 128 GB. O aparelho custava perto de R$ 7.000, apareceu brevemente por cerca de R$ 6.600 e depois retornou à faixa habitual. Nesse caso, a queda chegou a aproximadamente 5,7%.
Isso ajuda a mostrar que uma promoção logo após a chegada da nova geração pode ser mais interessante do que esperar indefinidamente por outro corte.
Estoque menor pode até fazer o preço subir
Essa cautela é ainda mais importante nas versões de 512 GB e 1 TB. Conforme os iPhones Pro antigos deixam de ser produzidos e o estoque diminui, algumas capacidades passam a aparecer com menos frequência no varejo.
Com isso, o preço deixa de acompanhar uma curva normal de desvalorização. Há casos em que versões do iPhone 16 Pro com mais armazenamento chegaram a custar mais do que modelos equivalentes de gerações mais novas justamente por causa da baixa disponibilidade.
Por esse motivo, o preço atual de um iPhone 16 Pro ou Pro Max com muito armazenamento nem sempre serve como uma referência adequada para definir quanto o iPhone 17 Pro deveria custar.
A média recente do próprio aparelho passa a ser um indicador mais útil. Se a queda ficar perto de 4% a 6%, o desconto já está dentro do comportamento observado após a chegada de uma nova geração.
No fim, o melhor negócio não precisa coincidir com o menor preço histórico. Se qualquer versão do iPhone 17 Pro ou Pro Max cair para uma faixa suficientemente abaixo de sua média recente, já pode fazer sentido comprar antes que uma promoção desapareça ou o estoque diminua ainda mais.
É importante destacar que esses valores indicados não são, necessariamente, o melhor preço justo de forma independente, pois seguem o histórico de redução das gerações passadas da Apple ao longo dos anos. Dessa forma, os preços são mais "realistas" com o que, de fato, pode acontecer.
A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.
Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.
Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.
1 - Tela interna mais resistente a riscos
Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.
A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.
O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.
Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.
A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.
3 - Vira um relógio de cabeceira
Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.
A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.
No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente.
4 - Câmera escondida embaixo da tela
O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.
Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.
A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.
5 - Certificação IP68 contra poeira e água
Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.
O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.
Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.
6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps
Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.
A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.
No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.
7 - Animação ao abrir e fechar a tela
A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.
O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.
Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.
A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.
Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.
Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.
1 - Tela interna mais resistente a riscos
Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.
A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.
O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.
Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.
A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.
3 - Vira um relógio de cabeceira
Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.
A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.
No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente.
4 - Câmera escondida embaixo da tela
O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.
Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.
A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.
5 - Certificação IP68 contra poeira e água
Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.
O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.
Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.
6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps
Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.
A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.
No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.
7 - Animação ao abrir e fechar a tela
A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.
O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.
Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.