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El Beko BBIE17301BD de 72 litros cae de precio y se convierte en una de las opciones más atractivas
Microsoft AI Focused Data Center Plan to Add 26 Gigawatts of Compute
Shortages forced the company to turn away some AI and cloud business. Now it’s planning for 38 gigawatts of data center capacity to meet demand.
LinkedIn beats "BrowserGate" lawsuits over scanning users' Chrome extensions
LinkedIn beat two lawsuits over its practice of scanning users’ browser extensions, with a judge granting the Microsoft subsidiary's motion to dismiss the cases. The users who sued LinkedIn failed to adequately allege that they have standing to sue because neither asserted that they "had browser extensions installed that conveyed private information to LinkedIn," ruled Judge Vince Chhabria in US District Court for the Northern District of California.
In his ruling on Tuesday, Chhabria gave the plaintiffs leave to amend their complaints but said he doubts they can make a plausible case. "Given LinkedIn’s further arguments that users voluntarily download browser extensions, which by their nature intentionally expose data to websites, it seems unlikely that the plaintiffs will ever be able to allege a privacy violation, much less prevail at the end of the day," Chhabria wrote.
California residents Nicholas Farrell and Jeff Ganan separately filed class actions against LinkedIn in April, seeking to represent themselves and other LinkedIn users. Ganan's attorney, J.R. Howell, said he is evaluating whether to bring the claims in a California state court, which has different requirements on standing, or to appeal the US district court ruling in the US Court of Appeals for the Ninth Circuit.


© Getty Images
Kimmel's ABC show won't air interview with Democrat because of Trump FCC threats
ABC's Jimmy Kimmel said he will be interviewing a Democratic candidate for Senate tonight, but the interview will be on YouTube only and not broadcast on TV because of threats made by the Federal Communications Commission.
Kimmel has been a prime target in the Trump FCC's attacks on ABC and its owner, Disney. In his monologue last night, Kimmel said he'll be interviewing Democrat James Talarico, a state representative who is running against Texas Attorney General Ken Paxton for a seat in the US Senate.
In previous years, such an interview would have aired on the broadcast show via local stations throughout the country, Kimmel said. This time, it will only be on the Jimmy Kimmel Live YouTube channel in order to prevent further trouble for individual stations that hold FCC licenses, he said.


© Getty Images | Disney
‘Forgotten fauna’: Little known river sharks and rays face increased extinction risk

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- La Lok Carbon Flow Gen 2 desploma su precio hasta su mínimo del año y sigue entre las palas más deseadas
La Lok Carbon Flow Gen 2 desploma su precio hasta su mínimo del año y sigue entre las palas más deseadas
Block Applies to Establish National Bank
Block, the fintech firm cofounded by Jack Dorsey, said it has applied to federal regulators to establish an uninsured national trust bank called Builders Bank & Trust.
The company has sought approval from the Office of the Comptroller of the Currency to set up the proposed institution, ...
Lawsuit: Amazon refused to give pregnant workers bathroom breaks and chairs
Amazon discriminated against pregnant warehouse employees by denying accommodations like bathroom breaks and the option to sit while working, according to a lawsuit filed yesterday by four women who worked for Amazon while pregnant. The lawsuit is a class-action complaint that seeks to represent Amazon workers throughout the US.
"Plaintiffs Willamina Barclay, Kristina Green, Jennifer Hatch, and Dazaria Parks were formerly Amazon warehouse employees," said the lawsuit filed in US District Court for the Eastern District of New York. "All four became pregnant. All four asked Amazon for basic pregnancy-related accommodations so they could keep doing their jobs. Amazon denied them basic modifications the law recognizes pregnant workers regularly need, even in uncomplicated pregnancies: Bathroom breaks. An extra 15-minute break. Sitting instead of standing."
The lawsuit said the four plaintiffs were unlawfully terminated from jobs at Amazon facilities in New York between April 2025 and July 2026. After the plaintiffs "took medically necessary breaks or absences to get off their feet, visit the doctor, or go to the emergency room, they were punished," the lawsuit said. "Amazon deducted their limited bank of unpaid time off. Soon enough, they had depleted that limited bank of 'unpaid time off,' and Amazon threatened to terminate them."


© Getty Images | Bloomberg
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OPPO sube el listón este inicio de septiembre hundiendo al mínimo histórico su reloj Watch X2 Mini
O custo dos sistemas legados: quando o passado impede o crescimento
As empresas nunca tiveram à disposição tantos recursos para inovar, mas muitas ainda encontram no próprio passado um dos principais obstáculos para a transformação digital. Sistemas legados continuam sustentando parte significativa das operações de grandes organizações e, embora permaneçam funcionais, podem comprometer a integração entre áreas, a automação de processos, a velocidade da tomada de decisão e, principalmente, a capacidade de acompanhar as demandas de um mercado em constante transformação.
Empresas de grande porte carregam décadas de construção tecnológica. São sistemas desenvolvidos sob o modelo tradicional de fábrica de software, altamente customizados e moldados para atender processos específicos que também foram se consolidando ao longo do tempo. Com os anos, tecnologia e processos deixam de ser apenas ferramentas de operação e passam a integrar a própria cultura organizacional, tornando qualquer mudança mais complexa.
É justamente nessa estabilidade que está uma parte importante do custo invisível do legado: o que continua funcionando nem sempre continua sendo eficiente. Um sistema pode cumprir sua função e, ainda assim, impor limitações ao negócio. A questão, portanto, não deveria ser apenas se a tecnologia funciona, mas se ela permite atender o consumidor com a velocidade esperada, integrar informações, apoiar decisões ágeis e incorporar novas soluções tecnológicas sem que cada evolução exija esforços e custos desproporcionais.
Quando a resposta começa a ser negativa, o legado deixa de ser apenas uma questão de tecnologia e passa a representar uma restrição de crescimento ao negócio.
O legado também está nos processos
A dificuldade de modernizar sistemas não está necessariamente na ausência de novas tecnologias, mas na resistência em rever os processos que foram construídos ao redor delas.
Ao longo dos anos, as equipes desenvolvem conhecimentos específicos, estabelecem rotinas e criam mecanismos para contornar as limitações das ferramentas que utilizam. O que começou como uma solução pode se tornar um processo institucionalizado e, com o tempo, questionar aquele fluxo passa a significar questionar a própria forma como a organização trabalha. Por isso, é natural que exista resistência em abandonar algo que, na percepção de quem está no dia a dia da operação, sempre funcionou.
Mas o mercado não permanece estático. Consumidores esperam experiências mais simples e respostas mais rápidas; empresas precisam integrar informações, automatizar atividades e tomar decisões em ciclos cada vez menores. Um processo que atendia às necessidades de alguns anos atrás pode continuar operacional e, ao mesmo tempo, já não ser capaz de sustentar a competitividade atual.
Por isso, modernizar exige mais do que implementar uma nova tecnologia. É preciso questionar quais fluxos ainda fazem sentido, quais podem ser simplificados e quais precisam ser redesenhados.
O risco de manter o novo e o antigo
Essa transformação se torna ainda mais desafiadora quando a organização adota novas tecnologias sem efetivamente deixar de usar as estruturas anteriores. Uma área passa a operar em uma plataforma moderna enquanto outra permanece dependente de sistemas antigos. Um processo é automatizado, mas continua exigindo uma etapa manual para se conectar a uma aplicação legada.
O resultado é a coexistência de diferentes padrões tecnológicos, fluxos e níveis de maturidade dentro da mesma organização. No lugar de uma transformação integrada, cria-se uma sobreposição de camadas que aumenta a complexidade e reduz a capacidade de evolução.
Essa fragmentação afeta a governança, dificulta integrações e amplia a dependência de conhecimentos específicos. Também torna mudanças mais lentas e caras, enquanto recursos que poderiam estar concentrados em inovação acabam direcionados à sustentação de estruturas que já não acompanham a velocidade do negócio.
A contradição é clara: a empresa investe no novo, mas continua limitada pelas decisões tecnológicas do passado.
Uma nova lógica para a evolução
A própria evolução das plataformas digitais oferece caminhos para romper esse ciclo. Soluções baseadas em SaaS, PaaS e IaaS, combinadas a recursos de inteligência artificial e ao desenvolvimento low-code e no-code, permitem construir, configurar e evoluir processos com mais velocidade e flexibilidade.
A mudança não está apenas na tecnologia disponível, mas no modelo de evolução que ela permite. Em vez de desenvolver sistemas altamente customizados para cada necessidade, as organizações podem partir de plataformas que já incorporam funcionalidades, integrações e fluxos de negócio, concentrando a customização naquilo que realmente diferencia a operação.
Isso não significa que o desenvolvimento próprio perdeu sua relevância. Significa avaliar, de forma estratégica, onde faz sentido manter uma estrutura altamente personalizada e onde uma plataforma capaz de evoluir continuamente pode gerar mais valor.
O custo de não modernizar
Quando se discute modernização, é natural que a primeira preocupação esteja relacionada ao investimento necessário para realizar a migração. E, de fato, substituir sistemas críticos exige planejamento, recursos e uma gestão cuidadosa da transição.
Mas existe outro cálculo que precisa entrar nessa equação: o custo de permanecer como está. Ele aparece na manutenção de tecnologias antigas, na dependência de profissionais especializados, nos processos manuais, no retrabalho, na complexidade das integrações e no tempo necessário para implementar mudanças. Está também nas oportunidades que deixam de ser capturadas porque a estrutura tecnológica não consegue acompanhar a velocidade do negócio.
Por isso, o retorno da modernização não deve ser medido apenas pela redução de despesas de TI. Ele também está no aumento da produtividade, na melhor alocação dos recursos humanos, na eficiência operacional, na velocidade de implementação e na capacidade de criar novas experiências para o cliente.
O legado faz parte da história de uma empresa. Em muitos casos, foi justamente ele que permitiu que a organização chegasse ao tamanho e à complexidade que possui hoje. O problema começa quando essa história passa a determinar as escolhas do futuro.
Em um ambiente no qual tecnologias e expectativas dos consumidores evoluem em ciclos cada vez mais curtos, manter estruturas antigas apenas porque “sempre funcionaram” pode se tornar uma das decisões mais caras de uma organização.
A pergunta, portanto, não deveria ser apenas “quanto custa modernizar?” É preciso perguntar também: “quanto custa continuar adiando?”
Pois, no cenário atual, continuar funcionando já não é suficiente. As empresas precisam construir uma arquitetura tecnológica e, principalmente, uma cultura organizacional capaz de evoluir na mesma velocidade que o mercado requer.
Confira também se os agentes de IA vão substituir profissionais ou apenas transformar suas tarefas.
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O custo dos sistemas legados: quando o passado impede o crescimento
As empresas nunca tiveram à disposição tantos recursos para inovar, mas muitas ainda encontram no próprio passado um dos principais obstáculos para a transformação digital. Sistemas legados continuam sustentando parte significativa das operações de grandes organizações e, embora permaneçam funcionais, podem comprometer a integração entre áreas, a automação de processos, a velocidade da tomada de decisão e, principalmente, a capacidade de acompanhar as demandas de um mercado em constante transformação.
Empresas de grande porte carregam décadas de construção tecnológica. São sistemas desenvolvidos sob o modelo tradicional de fábrica de software, altamente customizados e moldados para atender processos específicos que também foram se consolidando ao longo do tempo. Com os anos, tecnologia e processos deixam de ser apenas ferramentas de operação e passam a integrar a própria cultura organizacional, tornando qualquer mudança mais complexa.
É justamente nessa estabilidade que está uma parte importante do custo invisível do legado: o que continua funcionando nem sempre continua sendo eficiente. Um sistema pode cumprir sua função e, ainda assim, impor limitações ao negócio. A questão, portanto, não deveria ser apenas se a tecnologia funciona, mas se ela permite atender o consumidor com a velocidade esperada, integrar informações, apoiar decisões ágeis e incorporar novas soluções tecnológicas sem que cada evolução exija esforços e custos desproporcionais.
Quando a resposta começa a ser negativa, o legado deixa de ser apenas uma questão de tecnologia e passa a representar uma restrição de crescimento ao negócio.
O legado também está nos processos
A dificuldade de modernizar sistemas não está necessariamente na ausência de novas tecnologias, mas na resistência em rever os processos que foram construídos ao redor delas.
Ao longo dos anos, as equipes desenvolvem conhecimentos específicos, estabelecem rotinas e criam mecanismos para contornar as limitações das ferramentas que utilizam. O que começou como uma solução pode se tornar um processo institucionalizado e, com o tempo, questionar aquele fluxo passa a significar questionar a própria forma como a organização trabalha. Por isso, é natural que exista resistência em abandonar algo que, na percepção de quem está no dia a dia da operação, sempre funcionou.
Mas o mercado não permanece estático. Consumidores esperam experiências mais simples e respostas mais rápidas; empresas precisam integrar informações, automatizar atividades e tomar decisões em ciclos cada vez menores. Um processo que atendia às necessidades de alguns anos atrás pode continuar operacional e, ao mesmo tempo, já não ser capaz de sustentar a competitividade atual.
Por isso, modernizar exige mais do que implementar uma nova tecnologia. É preciso questionar quais fluxos ainda fazem sentido, quais podem ser simplificados e quais precisam ser redesenhados.
O risco de manter o novo e o antigo
Essa transformação se torna ainda mais desafiadora quando a organização adota novas tecnologias sem efetivamente deixar de usar as estruturas anteriores. Uma área passa a operar em uma plataforma moderna enquanto outra permanece dependente de sistemas antigos. Um processo é automatizado, mas continua exigindo uma etapa manual para se conectar a uma aplicação legada.
O resultado é a coexistência de diferentes padrões tecnológicos, fluxos e níveis de maturidade dentro da mesma organização. No lugar de uma transformação integrada, cria-se uma sobreposição de camadas que aumenta a complexidade e reduz a capacidade de evolução.
Essa fragmentação afeta a governança, dificulta integrações e amplia a dependência de conhecimentos específicos. Também torna mudanças mais lentas e caras, enquanto recursos que poderiam estar concentrados em inovação acabam direcionados à sustentação de estruturas que já não acompanham a velocidade do negócio.
A contradição é clara: a empresa investe no novo, mas continua limitada pelas decisões tecnológicas do passado.
Uma nova lógica para a evolução
A própria evolução das plataformas digitais oferece caminhos para romper esse ciclo. Soluções baseadas em SaaS, PaaS e IaaS, combinadas a recursos de inteligência artificial e ao desenvolvimento low-code e no-code, permitem construir, configurar e evoluir processos com mais velocidade e flexibilidade.
A mudança não está apenas na tecnologia disponível, mas no modelo de evolução que ela permite. Em vez de desenvolver sistemas altamente customizados para cada necessidade, as organizações podem partir de plataformas que já incorporam funcionalidades, integrações e fluxos de negócio, concentrando a customização naquilo que realmente diferencia a operação.
Isso não significa que o desenvolvimento próprio perdeu sua relevância. Significa avaliar, de forma estratégica, onde faz sentido manter uma estrutura altamente personalizada e onde uma plataforma capaz de evoluir continuamente pode gerar mais valor.
O custo de não modernizar
Quando se discute modernização, é natural que a primeira preocupação esteja relacionada ao investimento necessário para realizar a migração. E, de fato, substituir sistemas críticos exige planejamento, recursos e uma gestão cuidadosa da transição.
Mas existe outro cálculo que precisa entrar nessa equação: o custo de permanecer como está. Ele aparece na manutenção de tecnologias antigas, na dependência de profissionais especializados, nos processos manuais, no retrabalho, na complexidade das integrações e no tempo necessário para implementar mudanças. Está também nas oportunidades que deixam de ser capturadas porque a estrutura tecnológica não consegue acompanhar a velocidade do negócio.
Por isso, o retorno da modernização não deve ser medido apenas pela redução de despesas de TI. Ele também está no aumento da produtividade, na melhor alocação dos recursos humanos, na eficiência operacional, na velocidade de implementação e na capacidade de criar novas experiências para o cliente.
O legado faz parte da história de uma empresa. Em muitos casos, foi justamente ele que permitiu que a organização chegasse ao tamanho e à complexidade que possui hoje. O problema começa quando essa história passa a determinar as escolhas do futuro.
Em um ambiente no qual tecnologias e expectativas dos consumidores evoluem em ciclos cada vez mais curtos, manter estruturas antigas apenas porque “sempre funcionaram” pode se tornar uma das decisões mais caras de uma organização.
A pergunta, portanto, não deveria ser apenas “quanto custa modernizar?” É preciso perguntar também: “quanto custa continuar adiando?”
Pois, no cenário atual, continuar funcionando já não é suficiente. As empresas precisam construir uma arquitetura tecnológica e, principalmente, uma cultura organizacional capaz de evoluir na mesma velocidade que o mercado requer.
Confira também se os agentes de IA vão substituir profissionais ou apenas transformar suas tarefas.
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Skype Sundowned by MS, replacement found.
So, suddenly I found that an insurance policy I had thought cancelled was about to charge me for renewal on the 25th of this month and I definitely did not want that. I was unable...
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Supreme Court forces TV stations to sell more election ads at steep discounts
In a victory for Republican campaign committees, the Supreme Court issued an order on Friday that forces broadcast TV stations to cut the prices of election ads purchased by political parties and joint fundraising committees. The September 4 ruling came in response to a petition filed by the National Republican Congressional Committee and National Republican Senatorial Committee.
The Supreme Court order was issued just in time for the start of a 60-day period before the election, in which broadcasters are required by US law to offer ad discounts to individual candidates. Because of the top court's order, TV stations must also give their lowest ad rates to political parties and joint fundraising committees, which face fewer limits on how much money they can raise and spend.
The legally required discount is known as the “lowest unit charge,” or LUC. A US law that applies to any licensed station that airs election ads requires that the lowest price be charged for “the use of any broadcasting station by any person who is a legally qualified candidate for any public office in connection with his campaign.” The main legal question is whether “use… by” a candidate can refer to ad time purchased on a candidate’s behalf by parties and joint fundraising committees.


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Innocent-looking AI reasoning can make bad behavior harder to catch
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- Dense iron oxyhydroxides as possible reservoirs of water under deep mantle conditions
Dense iron oxyhydroxides as possible reservoirs of water under deep mantle conditions
Nature Geoscience, Published online: 08 September 2026; doi:10.1038/s41561-026-02067-1
Dense iron oxyhydroxide phases may form from an early basal magma ocean, trapping water and potentially contributing to the formation of thermochemical anomalies in the deep mantle, according to high-pressure and high-temperature experiments.Amphetamine; still eesential for my MacBook Pro
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Are horseshoe crabs truly “living fossils”?
Horseshoe crabs are marine animals more closely related to spiders than crabs. These animals have existed for more than 450 million years, and are sometimes called “living fossils” because they appear to have changed very little throughout their evolutionary history. However, horseshoe crabs have a poor fossil record, so this apparent lack of change could also be due to a lack of evidence, particularly when it comes to their reproduction. Scientists want to know: Are horseshoe crabs truly living fossils?
Modern horseshoe crabs reproduce by releasing hundreds of eggs and sperm into tidal waters, via a process called external fertilization. Until now, scientists have assumed that horseshoe crabs have always reproduced this way. But paleontologists have only found 3 fossil horseshoe crabs from the past 252 million years with their reproductive systems preserved, so this assumption is mainly based on an absence of evidence to the contrary.
Scientists in the past interpreted the horseshoe crab’s long history of external fertilization as indicative of its evolutionary consistency. However, James Lamsdell and colleagues recently discovered a new fossil species of horseshoe crab in the 450 million-year-old Big Hill Formation in Michigan that challenges this assumption.
To study the specimen, the scientists photographed it under 2 types of microscopes. The first type of microscope used polarized light to see structures in the fossil that may have blended into the rock, like putting on special glasses to see subtle textures. The second type of microscope used fluorescent light to reveal soft tissue in the fossil. Only some tissues, like ovarian tissue and preserved eggs, glow under fluorescence, so this method helped the team rule out non-biological structures, like bubbles, cracks, or minerals.
The researchers found that their analytical techniques revealed remarkable details about the ancient horseshoe crab. One unique feature of the fossil was the shape of its exoskeleton. The fossil’s exoskeleton had a more shovel-like appearance than that of modern horseshoe crabs, which are less elongated and more round. It was also about 11 times smaller than a modern adult horseshoe crab.
The researchers also discovered that the fossil preserved an intricate network of ovaries containing unfertilized eggs. This ovarian network lined the interior surface of the shell in a band of interconnected tubes, preserving both unfertilized eggs and developing eggs. They noted that the fossil eggs were all about 0.1 to 0.15 millimeters in diameter, about the same width as a human hair. This size consistency suggested that all the eggs developed at the same time, via a process called synchronous development.
Since the fossil crab’s ovarian tubes contained developing eggs, it was an adult, meaning that the earliest adult horseshoe crabs were significantly smaller and shaped differently than modern adult horseshoe crabs. Despite their differences in size and shape, the fossil horseshoe crab’s reproductive system closely mirrored its modern one, in terms of its ovarian system and synchronous development of eggs. As in previous studies, it showed no evidence of internal fertilization.
The researchers concluded that the earliest horseshoe crabs also reproduced through external fertilization. This fossil horseshoe crab is more than 215 million years older than preexisting fossils preserving evidence of external fertilization, and suggests that the horseshoe crab’s mode of reproduction has been conserved for almost half a billion years!
However, the team’s findings reveal a more nuanced evolutionary history for the horseshoe crab than previously assumed. Although they’ve maintained the same reproductive system for almost half a billion years, the size and shape of their exoskeleton have changed. This discovery reveals that different parts of the horseshoe crab evolved at different rates. It seems that horseshoe crabs are not entirely the living fossils scientists once thought… while their bodies have evolved, their reproduction has endured.
The post Are horseshoe crabs truly “living fossils”? appeared first on Sciworthy.
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