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Uber lança nova categoria para viagens entre cidades turísticas; conheça

10 September 2026 at 23:02

A Uber lançou a modalidade Entre Cidades, que permite solicitar viagens diretas entre o Rio de Janeiro e três destinos turísticos do estado: Angra dos Reis, Cabo Frio e Petrópolis. A opção funciona nos trajetos de ida e volta, com o preço mostrado no aplicativo já incluindo pedágios e taxas do percurso.

A nova categoria foi criada para viagens intermunicipais feitas pelo aplicativo e pode ser solicitada imediatamente ou agendada com antecedência pelo Uber Reserve. O serviço está disponível para deslocamentos entre a capital fluminense e os três municípios desde esta quinta-feira (10).

Como funciona o Uber Entre Cidades

Para usar a modalidade, o passageiro precisa informar no aplicativo o ponto de partida e o destino final em uma das cidades atendidas. O percurso também pode ser feito no sentido inverso, permitindo utilizar o serviço para o retorno ao Rio de Janeiro.

Atualmente, as rotas disponíveis são:

  • Rio de Janeiro / Angra dos Reis;

  • Rio de Janeiro / Cabo Frio;

  • Rio de Janeiro / Petrópolis.

A principal diferença em relação a uma viagem urbana comum está na abrangência do trajeto. A corrida é feita diretamente entre os municípios, sem necessidade de trocar de veículo durante o deslocamento.

Outro ponto destacado pela Uber é a previsibilidade do preço. Antes de confirmar a viagem, o usuário consegue consultar o valor total do percurso, já com os custos de pedágio e taxas incluídos.

uber entre cidades

Viagem pode ser agendada com até 90 dias

O Entre Cidades também pode ser usado pelo Uber Reserve, recurso de agendamento da plataforma. Nesse caso, é possível marcar o deslocamento com até 90 dias de antecedência.

As informações sobre o motorista parceiro responsável pela viagem são enviadas ao passageiro até uma hora antes do horário previsto para a partida, segundo a Uber.

O acompanhamento da viagem também permanece disponível durante o trajeto. A plataforma informa que o Entre Cidades conta com rastreamento ativo, assim como outras viagens realizadas pelo aplicativo.

A modalidade pode ser utilizada para diferentes situações, como deslocamentos durante feriados e fins de semana, passeios turísticos e viagens corporativas. Por enquanto, a oferta está restrita às três rotas entre o Rio de Janeiro e os destinos anunciados pela empresa.

Uber One também vale para as viagens

Usuários do Uber One também podem utilizar os benefícios do programa nas corridas do Entre Cidades. De acordo com a Uber, assinantes acumulam cashback em créditos Uber One nas viagens realizadas pela nova modalidade.

A empresa não informou, no release de lançamento, uma data para expansão do serviço para outras cidades ou rotas.

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Uber lança nova categoria para viagens entre cidades turísticas; conheça

10 September 2026 at 23:02

A Uber lançou a modalidade Entre Cidades, que permite solicitar viagens diretas entre o Rio de Janeiro e três destinos turísticos do estado: Angra dos Reis, Cabo Frio e Petrópolis. A opção funciona nos trajetos de ida e volta, com o preço mostrado no aplicativo já incluindo pedágios e taxas do percurso.

A nova categoria foi criada para viagens intermunicipais feitas pelo aplicativo e pode ser solicitada imediatamente ou agendada com antecedência pelo Uber Reserve. O serviço está disponível para deslocamentos entre a capital fluminense e os três municípios desde esta quinta-feira (10).

Como funciona o Uber Entre Cidades

Para usar a modalidade, o passageiro precisa informar no aplicativo o ponto de partida e o destino final em uma das cidades atendidas. O percurso também pode ser feito no sentido inverso, permitindo utilizar o serviço para o retorno ao Rio de Janeiro.

Atualmente, as rotas disponíveis são:

  • Rio de Janeiro / Angra dos Reis;

  • Rio de Janeiro / Cabo Frio;

  • Rio de Janeiro / Petrópolis.

A principal diferença em relação a uma viagem urbana comum está na abrangência do trajeto. A corrida é feita diretamente entre os municípios, sem necessidade de trocar de veículo durante o deslocamento.

Outro ponto destacado pela Uber é a previsibilidade do preço. Antes de confirmar a viagem, o usuário consegue consultar o valor total do percurso, já com os custos de pedágio e taxas incluídos.

uber entre cidades

Viagem pode ser agendada com até 90 dias

O Entre Cidades também pode ser usado pelo Uber Reserve, recurso de agendamento da plataforma. Nesse caso, é possível marcar o deslocamento com até 90 dias de antecedência.

As informações sobre o motorista parceiro responsável pela viagem são enviadas ao passageiro até uma hora antes do horário previsto para a partida, segundo a Uber.

O acompanhamento da viagem também permanece disponível durante o trajeto. A plataforma informa que o Entre Cidades conta com rastreamento ativo, assim como outras viagens realizadas pelo aplicativo.

A modalidade pode ser utilizada para diferentes situações, como deslocamentos durante feriados e fins de semana, passeios turísticos e viagens corporativas. Por enquanto, a oferta está restrita às três rotas entre o Rio de Janeiro e os destinos anunciados pela empresa.

Uber One também vale para as viagens

Usuários do Uber One também podem utilizar os benefícios do programa nas corridas do Entre Cidades. De acordo com a Uber, assinantes acumulam cashback em créditos Uber One nas viagens realizadas pela nova modalidade.

A empresa não informou, no release de lançamento, uma data para expansão do serviço para outras cidades ou rotas.

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Fotos marcadas agora podem ser colocadas no feed do Instagram; veja como fazer

10 September 2026 at 22:03

O Instagram passou a permitir nesta quinta-feira (10) que usuários adicionem ao próprio feed fotos e publicações nas quais foram marcados por outras pessoas. O conteúdo continua aparecendo na aba de marcações, mas agora também pode ser colocado na grade principal do perfil.

A novidade pode ser útil para destacar fotos de viagens, registros com amigos ou publicações de colaborações sem precisar publicar o conteúdo novamente na própria conta.

Como funciona o novo recurso do Instagram?

A publicação adicionada à grade continua pertencendo à conta que originalmente fez o post. O usuário marcado apenas passa a exibi-la também em seu próprio perfil.

O Instagram informa que a visibilidade depende das configurações de privacidade tanto da conta que adicionou a publicação quanto daquela que fez a marcação.

As publicações adicionadas à grade aparecem inicialmente em ordem cronológica inversa. O Instagram também permite reorganizar os posts do perfil, então é possível mudar a posição delas posteriormente para ajustar a disposição da grade.

Também é possível retirar uma publicação da grade sem apagá-la. Nesse caso, o post continua disponível na aba de marcações.

 

Meta Instagram

Como colocar uma foto marcada no feed do Instagram?

O recurso pode ser acessado por diferentes caminhos. É possível fazer isso pela notificação recebida quando alguém marca o usuário, pelo menu da própria publicação ou pela aba de marcações.

Pela publicação marcada

  1. Abra o Instagram e entre no seu perfil;

  2. Acesse a aba de marcações;

  3. Abra a publicação que você quer adicionar à grade;

  4. Toque nos três pontos, no canto superior da publicação;

  5. Selecione “Adicionar à grade”.

Também é possível manter o dedo pressionado sobre uma publicação dentro da aba de marcações para acessar a opção.

Pela notificação de marcação

Quando alguém marcar você em uma publicação, o Instagram também pode oferecer a opção “Adicionar à grade” diretamente na notificação recebida por mensagem direta. Basta selecionar o comando para incluir o post no perfil.

Se a opção não aparecer, o recurso pode ainda não ter sido liberado para a conta. A novidade está sendo disponibilizada pelo Instagram, e os relatos sobre o lançamento indicam que a distribuição ocorre de forma gradual.

Confira mais de Instagram no Canaltech: Por que o Instagram não tem feed cronológico?

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Fotos marcadas agora podem ser colocadas no feed do Instagram; veja como fazer

10 September 2026 at 22:03

O Instagram passou a permitir nesta quinta-feira (10) que usuários adicionem ao próprio feed fotos e publicações nas quais foram marcados por outras pessoas. O conteúdo continua aparecendo na aba de marcações, mas agora também pode ser colocado na grade principal do perfil.

A novidade pode ser útil para destacar fotos de viagens, registros com amigos ou publicações de colaborações sem precisar publicar o conteúdo novamente na própria conta.

Como funciona o novo recurso do Instagram?

A publicação adicionada à grade continua pertencendo à conta que originalmente fez o post. O usuário marcado apenas passa a exibi-la também em seu próprio perfil.

O Instagram informa que a visibilidade depende das configurações de privacidade tanto da conta que adicionou a publicação quanto daquela que fez a marcação.

As publicações adicionadas à grade aparecem inicialmente em ordem cronológica inversa. O Instagram também permite reorganizar os posts do perfil, então é possível mudar a posição delas posteriormente para ajustar a disposição da grade.

Também é possível retirar uma publicação da grade sem apagá-la. Nesse caso, o post continua disponível na aba de marcações.

 

Meta Instagram

Como colocar uma foto marcada no feed do Instagram?

O recurso pode ser acessado por diferentes caminhos. É possível fazer isso pela notificação recebida quando alguém marca o usuário, pelo menu da própria publicação ou pela aba de marcações.

Pela publicação marcada

  1. Abra o Instagram e entre no seu perfil;

  2. Acesse a aba de marcações;

  3. Abra a publicação que você quer adicionar à grade;

  4. Toque nos três pontos, no canto superior da publicação;

  5. Selecione “Adicionar à grade”.

Também é possível manter o dedo pressionado sobre uma publicação dentro da aba de marcações para acessar a opção.

Pela notificação de marcação

Quando alguém marcar você em uma publicação, o Instagram também pode oferecer a opção “Adicionar à grade” diretamente na notificação recebida por mensagem direta. Basta selecionar o comando para incluir o post no perfil.

Se a opção não aparecer, o recurso pode ainda não ter sido liberado para a conta. A novidade está sendo disponibilizada pelo Instagram, e os relatos sobre o lançamento indicam que a distribuição ocorre de forma gradual.

Confira mais de Instagram no Canaltech: Por que o Instagram não tem feed cronológico?

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Às vésperas das eleições, Meta terceiriza combate às fake news; entenda os perigos

10 September 2026 at 21:03

A Meta começou a testar as Notas da Comunidade em 16 países da América Latina, substituindo gradualmente o modelo de checagem profissional por um sistema no qual os próprios usuários ajudam a contextualizar publicações potencialmente enganosas. A mudança ocorre pouco antes das eleições de 2026 e levanta preocupações sobre a capacidade do mecanismo de conter campanhas coordenadas de desinformação.

O Brasil ficou fora da primeira fase, que contempla apenas países de língua espanhola. A Meta afirma, porém, que pretende transformar as Notas da Comunidade no padrão de suas plataformas após concluir os testes e avaliar o funcionamento do sistema em cada país.

Como funcionam as Notas da Comunidade?

As notas permitem que colaboradores cadastrados escrevam informações adicionais sobre publicações públicas do Facebook, Instagram e Threads. Outros participantes avaliam o conteúdo, e uma nota só é publicada quando existe concordância entre pessoas que normalmente apresentam opiniões diferentes.

A proposta tenta evitar que uma simples votação da maioria determine o que será considerado correto. O sistema da Meta procura identificar consenso entre grupos com perspectivas distintas antes de exibir uma nota. A empresa também afirma utilizar mecanismos automáticos para detectar tentativas de manipulação, assédio, exposição de dados pessoais e coordenação artificial entre contas.

Durante a fase inicial, as notas ainda não aparecem para os usuários. A Meta diz que continuará utilizando a checagem independente nos 16 países enquanto reúne colaboradores e testa o produto. Nos Estados Unidos, onde o recurso foi lançado em 2025, a empresa afirma ter mais de 1,4 milhão de colaboradores e mais de 50 mil notas publicadas.

logo meta 2

Qual é o problema do sistema?

A principal questão é que o sistema depende da existência de uma comunidade suficientemente diversa, ativa e independente para funcionar. Em ambientes polarizados, grupos organizados podem tentar influenciar as avaliações e criar uma aparência de consenso sobre uma informação falsa.

O próprio Comitê de Supervisão da Meta alertou para esse risco em março. Segundo o órgão, redes coordenadas de desinformação podem explorar as Notas da Comunidade e fazer com que o sistema privilegie determinados grupos políticos, étnicos ou linguísticos.

O problema ganha peso durante eleições porque uma informação enganosa pode circular rapidamente antes que uma correção seja publicada. O Comitê recomendou que a Meta tenha cautela especial em períodos eleitorais e evite implementar o recurso quando as proteções disponíveis forem insuficientes para reduzir riscos à integridade do processo.

Outro ponto é a velocidade. Uma nota precisa ser escrita, avaliada e atingir o nível necessário de consenso para aparecer. Se colaboradores não concordarem sobre o contexto de uma publicação, o conteúdo pode permanecer sem qualquer esclarecimento.

O que muda para o Brasil?

Por enquanto, nada diretamente. O Brasil não está entre os 16 países selecionados para o primeiro teste e a Meta não anunciou uma data para implementar as Notas da Comunidade no país.

A possibilidade de expansão, porém, merece atenção porque o Brasil terá eleições em outubro. O Comitê de Supervisão recomendou que a Meta considere justamente o calendário eleitoral, as condições do ambiente informacional e os riscos de manipulação antes de levar o sistema a novos países.

A mudança também representa uma alteração na responsabilidade pela identificação de informações enganosas. Em vez de depender exclusivamente de organizações especializadas em checagem, a proposta coloca usuários no centro da produção e avaliação desse contexto.

A Meta argumenta que o modelo permite alcançar mais publicações e aumentar a velocidade das correções. Críticos e o próprio Comitê de Supervisão apontam que escala não resolve, por si só, problemas de manipulação e consenso artificial.

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Às vésperas das eleições, Meta terceiriza combate às fake news; entenda os perigos

10 September 2026 at 21:03

A Meta começou a testar as Notas da Comunidade em 16 países da América Latina, substituindo gradualmente o modelo de checagem profissional por um sistema no qual os próprios usuários ajudam a contextualizar publicações potencialmente enganosas. A mudança ocorre pouco antes das eleições de 2026 e levanta preocupações sobre a capacidade do mecanismo de conter campanhas coordenadas de desinformação.

O Brasil ficou fora da primeira fase, que contempla apenas países de língua espanhola. A Meta afirma, porém, que pretende transformar as Notas da Comunidade no padrão de suas plataformas após concluir os testes e avaliar o funcionamento do sistema em cada país.

Como funcionam as Notas da Comunidade?

As notas permitem que colaboradores cadastrados escrevam informações adicionais sobre publicações públicas do Facebook, Instagram e Threads. Outros participantes avaliam o conteúdo, e uma nota só é publicada quando existe concordância entre pessoas que normalmente apresentam opiniões diferentes.

A proposta tenta evitar que uma simples votação da maioria determine o que será considerado correto. O sistema da Meta procura identificar consenso entre grupos com perspectivas distintas antes de exibir uma nota. A empresa também afirma utilizar mecanismos automáticos para detectar tentativas de manipulação, assédio, exposição de dados pessoais e coordenação artificial entre contas.

Durante a fase inicial, as notas ainda não aparecem para os usuários. A Meta diz que continuará utilizando a checagem independente nos 16 países enquanto reúne colaboradores e testa o produto. Nos Estados Unidos, onde o recurso foi lançado em 2025, a empresa afirma ter mais de 1,4 milhão de colaboradores e mais de 50 mil notas publicadas.

logo meta 2

Qual é o problema do sistema?

A principal questão é que o sistema depende da existência de uma comunidade suficientemente diversa, ativa e independente para funcionar. Em ambientes polarizados, grupos organizados podem tentar influenciar as avaliações e criar uma aparência de consenso sobre uma informação falsa.

O próprio Comitê de Supervisão da Meta alertou para esse risco em março. Segundo o órgão, redes coordenadas de desinformação podem explorar as Notas da Comunidade e fazer com que o sistema privilegie determinados grupos políticos, étnicos ou linguísticos.

O problema ganha peso durante eleições porque uma informação enganosa pode circular rapidamente antes que uma correção seja publicada. O Comitê recomendou que a Meta tenha cautela especial em períodos eleitorais e evite implementar o recurso quando as proteções disponíveis forem insuficientes para reduzir riscos à integridade do processo.

Outro ponto é a velocidade. Uma nota precisa ser escrita, avaliada e atingir o nível necessário de consenso para aparecer. Se colaboradores não concordarem sobre o contexto de uma publicação, o conteúdo pode permanecer sem qualquer esclarecimento.

O que muda para o Brasil?

Por enquanto, nada diretamente. O Brasil não está entre os 16 países selecionados para o primeiro teste e a Meta não anunciou uma data para implementar as Notas da Comunidade no país.

A possibilidade de expansão, porém, merece atenção porque o Brasil terá eleições em outubro. O Comitê de Supervisão recomendou que a Meta considere justamente o calendário eleitoral, as condições do ambiente informacional e os riscos de manipulação antes de levar o sistema a novos países.

A mudança também representa uma alteração na responsabilidade pela identificação de informações enganosas. Em vez de depender exclusivamente de organizações especializadas em checagem, a proposta coloca usuários no centro da produção e avaliação desse contexto.

A Meta argumenta que o modelo permite alcançar mais publicações e aumentar a velocidade das correções. Críticos e o próprio Comitê de Supervisão apontam que escala não resolve, por si só, problemas de manipulação e consenso artificial.

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Por que o Instagram não tem feed cronológico? Chefão explica uso de algoritmo

10 September 2026 at 19:15

O Instagram mantém o feed principal organizado por algoritmos porque, segundo Adam Mosseri, chefe da rede social, a experiência tende a piorar quando as publicações passam a aparecer apenas em ordem cronológica. Em uma conversa com jornalistas na Austrália, o executivo afirmou que o engajamento pode cair em até 50% quando o sistema de recomendações é desativado.

A declaração ocorre em meio a uma proposta do governo australiano para obrigar redes sociais a oferecerem aos usuários uma opção clara de abandonar feeds personalizados. A ideia é permitir que as pessoas escolham entre recomendações feitas por algoritmos e uma linha do tempo baseada apenas nas contas que seguem.

Por que o Instagram prefere o feed algorítmico?

Segundo Mosseri, um feed organizado somente pela ordem de publicação tende a favorecer contas que publicam com muita frequência. Empresas, marcas e veículos de comunicação conseguiriam ocupar mais espaço porque têm capacidade de publicar várias vezes ao dia, enquanto amigos e criadores individuais poderiam ficar para trás.

O executivo afirmou que, nesse cenário, conteúdos de empresas e publishers acabam ocupando o feed, enquanto criadores e amigos ficam menos visíveis. Na avaliação dele, isso faz com que usuários deixem de encontrar parte das publicações que poderiam considerar relevantes.

Mosseri também disse que a empresa observa queda na satisfação dos usuários quando eles deixam de utilizar o sistema de recomendações. O argumento considera métricas como o tempo gasto na plataforma e a avaliação que as pessoas fazem das publicações exibidas.

Há, porém, uma diferença importante entre essas métricas. Uma queda no engajamento mostra que o usuário interage menos com o Instagram, mas não determina sozinha se a experiência é melhor ou pior para ele. Essa é justamente uma das questões colocadas pela discussão australiana.

app instagram

Feed cronológico já existe no Instagram

Apesar de o feed principal usar recomendações, o Instagram oferece desde 2022 uma alternativa chamada “Seguindo”. Nela, as publicações das contas acompanhadas aparecem em ordem cronológica, sem a organização feita pelo sistema de recomendações. A Meta também disponibiliza o modo “Favoritos”, que permite priorizar contas escolhidas pelo usuário.

A opção, porém, não fica como padrão. De acordo com Mosseri, a utilização do feed cronológico na Austrália representa uma parcela de apenas um dígito baixo dos usuários. Ele reconheceu que o recurso poderia ser mais fácil de encontrar dentro do aplicativo.

O executivo também apontou que opções que não são definidas como padrão tendem a ter uma adesão menor. Por isso, a proposta australiana pode ter um efeito diferente: em vez de simplesmente esconder a alternativa dentro do aplicativo, as plataformas seriam obrigadas a apresentar a escolha aos usuários.

Austrália quer transformar a escolha em regra

A proposta faz parte de um pacote de medidas chamado Digital Duty of Care. O governo australiano pretende obrigar grandes plataformas a oferecerem aos usuários uma escolha entre o feed personalizado e uma experiência baseada apenas nas contas e grupos que eles decidiram acompanhar.

O projeto ainda está em fase de consulta e deve ser apresentado ao Parlamento posteriormente. Caso seja aprovado, plataformas que descumprirem as regras poderão enfrentar multas de até 109,2 milhões de dólares australianos.

A discussão coloca em evidência uma característica central das redes sociais atuais: o feed deixou de funcionar apenas como uma lista das publicações mais recentes. No Instagram, o algoritmo decide quais conteúdos têm maior probabilidade de aparecer para cada pessoa, enquanto a ordem cronológica continua disponível como uma alternativa menos visível.

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Por que o Instagram não tem feed cronológico? Chefão explica uso de algoritmo

10 September 2026 at 19:15

O Instagram mantém o feed principal organizado por algoritmos porque, segundo Adam Mosseri, chefe da rede social, a experiência tende a piorar quando as publicações passam a aparecer apenas em ordem cronológica. Em uma conversa com jornalistas na Austrália, o executivo afirmou que o engajamento pode cair em até 50% quando o sistema de recomendações é desativado.

A declaração ocorre em meio a uma proposta do governo australiano para obrigar redes sociais a oferecerem aos usuários uma opção clara de abandonar feeds personalizados. A ideia é permitir que as pessoas escolham entre recomendações feitas por algoritmos e uma linha do tempo baseada apenas nas contas que seguem.

Por que o Instagram prefere o feed algorítmico?

Segundo Mosseri, um feed organizado somente pela ordem de publicação tende a favorecer contas que publicam com muita frequência. Empresas, marcas e veículos de comunicação conseguiriam ocupar mais espaço porque têm capacidade de publicar várias vezes ao dia, enquanto amigos e criadores individuais poderiam ficar para trás.

O executivo afirmou que, nesse cenário, conteúdos de empresas e publishers acabam ocupando o feed, enquanto criadores e amigos ficam menos visíveis. Na avaliação dele, isso faz com que usuários deixem de encontrar parte das publicações que poderiam considerar relevantes.

Mosseri também disse que a empresa observa queda na satisfação dos usuários quando eles deixam de utilizar o sistema de recomendações. O argumento considera métricas como o tempo gasto na plataforma e a avaliação que as pessoas fazem das publicações exibidas.

Há, porém, uma diferença importante entre essas métricas. Uma queda no engajamento mostra que o usuário interage menos com o Instagram, mas não determina sozinha se a experiência é melhor ou pior para ele. Essa é justamente uma das questões colocadas pela discussão australiana.

app instagram

Feed cronológico já existe no Instagram

Apesar de o feed principal usar recomendações, o Instagram oferece desde 2022 uma alternativa chamada “Seguindo”. Nela, as publicações das contas acompanhadas aparecem em ordem cronológica, sem a organização feita pelo sistema de recomendações. A Meta também disponibiliza o modo “Favoritos”, que permite priorizar contas escolhidas pelo usuário.

A opção, porém, não fica como padrão. De acordo com Mosseri, a utilização do feed cronológico na Austrália representa uma parcela de apenas um dígito baixo dos usuários. Ele reconheceu que o recurso poderia ser mais fácil de encontrar dentro do aplicativo.

O executivo também apontou que opções que não são definidas como padrão tendem a ter uma adesão menor. Por isso, a proposta australiana pode ter um efeito diferente: em vez de simplesmente esconder a alternativa dentro do aplicativo, as plataformas seriam obrigadas a apresentar a escolha aos usuários.

Austrália quer transformar a escolha em regra

A proposta faz parte de um pacote de medidas chamado Digital Duty of Care. O governo australiano pretende obrigar grandes plataformas a oferecerem aos usuários uma escolha entre o feed personalizado e uma experiência baseada apenas nas contas e grupos que eles decidiram acompanhar.

O projeto ainda está em fase de consulta e deve ser apresentado ao Parlamento posteriormente. Caso seja aprovado, plataformas que descumprirem as regras poderão enfrentar multas de até 109,2 milhões de dólares australianos.

A discussão coloca em evidência uma característica central das redes sociais atuais: o feed deixou de funcionar apenas como uma lista das publicações mais recentes. No Instagram, o algoritmo decide quais conteúdos têm maior probabilidade de aparecer para cada pessoa, enquanto a ordem cronológica continua disponível como uma alternativa menos visível.

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Nubank lança Nu Global para movimentar dinheiro em mais de 35 países

10 September 2026 at 18:44

O Nubank iniciou oficialmente nesta quinta-feira (10) sua operação nos Estados Unidos. A fintech passa a oferecer conta em dólar, cartão de crédito e transferências internacionais no país, enquanto apresenta o Nu Global, uma conta digital multimoeda voltada para clientes que movimentam dinheiro entre diferentes países.

A operação americana começa por meio de uma parceria com o Lead Bank, instituição financeira americana que mantém os depósitos dos clientes e é membro do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), equivalente ao mecanismo de proteção a depósitos bancários nos EUA.

O Nubank ainda aguarda a conclusão do processo para operar com sua própria licença bancária no país.

Como vai funcionar o Nubank nos EUA

A principal oferta será a Nu Account, conta em dólar que oferece rendimento anual de 3,5% sobre os valores depositados. A conta também permite pagamento de contas, criação de metas de economia e transferências locais e internacionais, inicialmente para Brasil, México e Colômbia.

O cartão de crédito americano do Nubank não terá anuidade e oferecerá 1,5% de cashback ilimitado nas compras. A empresa afirma que, futuramente, o percentual poderá chegar a 2% para clientes que cumprirem os critérios de elegibilidade.

A estrutura atual é diferente da operação bancária própria planejada pela companhia. O Nubank recebeu aprovação condicional para uma licença bancária nacional nos EUA em janeiro de 2026, mas ainda depende das etapas regulatórias restantes. Por enquanto, o modelo com o Lead Bank permite iniciar o atendimento enquanto o processo de autorização avança.

prints nubank usa

O que é o Nu Global

O Nu Global foi apresentado como uma conta digital multimoeda para pessoas que vivem, trabalham ou fazem transações financeiras em diferentes países. A proposta é concentrar em um único aplicativo operações que normalmente exigem contas e serviços separados.

Os depósitos do Nu Global são convertidos em USDC ou EURC, stablecoins pareadas ao dólar e ao euro. Os saldos em USDC têm rendimento anual de 3,5%, enquanto os valores em EURC rendem 2,2%, segundo o Nubank.

A conta também inclui um cartão virtual Mastercard para compras internacionais e permite enviar e receber dinheiro em mais de 35 países, começando por mercados da Europa e da América Latina. A integração entre Brasil, Estados Unidos, México e Colômbia está prevista para os próximos meses.

O serviço ainda permite manter e negociar ativos digitais como Bitcoin e Ethereum dentro do aplicativo. A proposta, portanto, vai além de uma conta em dólar para viagens e tenta reunir movimentação de dinheiro, pagamentos internacionais e alguns serviços de ativos digitais na mesma plataforma.

nubank EUA capa

Outros bancos brasileiros já fizeram isso?

O movimento do Nubank ocorre em um mercado no qual outros bancos brasileiros já construíram operações internacionais. O Banco do Brasil, por exemplo, mantém o BB Americas na Flórida, subsidiária voltada ao varejo bancário nos Estados Unidos, além de operações em Nova York e Miami.

O Itaú também possui presença nos EUA e oferece a Conta Global Itaú Personnalité em parceria com a Avenue. O serviço permite manter dólares e euros, usar cartão de débito internacional e movimentar recursos no exterior pelo aplicativo.

O caso mais próximo da estratégia do Nubank é o Inter. A instituição recebeu em 2026 autorização do Federal Reserve e do regulador da Flórida para operar uma filial do Banco Inter em Miami. A unidade passou a ter autorização para emitir cartões e oferecer produtos de crédito regulados sem depender de um banco patrocinador.

A diferença está no estágio e no modelo de cada instituição. Enquanto Banco do Brasil, Itaú e Inter já mantêm estruturas próprias ou subsidiárias nos Estados Unidos, o Nubank começa sua nova operação usando um banco parceiro e trabalha para obter sua licença bancária própria no país.

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Nubank lança Nu Global para movimentar dinheiro em mais de 35 países

10 September 2026 at 18:44

O Nubank iniciou oficialmente nesta quinta-feira (10) sua operação nos Estados Unidos. A fintech passa a oferecer conta em dólar, cartão de crédito e transferências internacionais no país, enquanto apresenta o Nu Global, uma conta digital multimoeda voltada para clientes que movimentam dinheiro entre diferentes países.

A operação americana começa por meio de uma parceria com o Lead Bank, instituição financeira americana que mantém os depósitos dos clientes e é membro do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), equivalente ao mecanismo de proteção a depósitos bancários nos EUA.

O Nubank ainda aguarda a conclusão do processo para operar com sua própria licença bancária no país.

Como vai funcionar o Nubank nos EUA

A principal oferta será a Nu Account, conta em dólar que oferece rendimento anual de 3,5% sobre os valores depositados. A conta também permite pagamento de contas, criação de metas de economia e transferências locais e internacionais, inicialmente para Brasil, México e Colômbia.

O cartão de crédito americano do Nubank não terá anuidade e oferecerá 1,5% de cashback ilimitado nas compras. A empresa afirma que, futuramente, o percentual poderá chegar a 2% para clientes que cumprirem os critérios de elegibilidade.

A estrutura atual é diferente da operação bancária própria planejada pela companhia. O Nubank recebeu aprovação condicional para uma licença bancária nacional nos EUA em janeiro de 2026, mas ainda depende das etapas regulatórias restantes. Por enquanto, o modelo com o Lead Bank permite iniciar o atendimento enquanto o processo de autorização avança.

prints nubank usa

O que é o Nu Global

O Nu Global foi apresentado como uma conta digital multimoeda para pessoas que vivem, trabalham ou fazem transações financeiras em diferentes países. A proposta é concentrar em um único aplicativo operações que normalmente exigem contas e serviços separados.

Os depósitos do Nu Global são convertidos em USDC ou EURC, stablecoins pareadas ao dólar e ao euro. Os saldos em USDC têm rendimento anual de 3,5%, enquanto os valores em EURC rendem 2,2%, segundo o Nubank.

A conta também inclui um cartão virtual Mastercard para compras internacionais e permite enviar e receber dinheiro em mais de 35 países, começando por mercados da Europa e da América Latina. A integração entre Brasil, Estados Unidos, México e Colômbia está prevista para os próximos meses.

O serviço ainda permite manter e negociar ativos digitais como Bitcoin e Ethereum dentro do aplicativo. A proposta, portanto, vai além de uma conta em dólar para viagens e tenta reunir movimentação de dinheiro, pagamentos internacionais e alguns serviços de ativos digitais na mesma plataforma.

nubank EUA capa

Outros bancos brasileiros já fizeram isso?

O movimento do Nubank ocorre em um mercado no qual outros bancos brasileiros já construíram operações internacionais. O Banco do Brasil, por exemplo, mantém o BB Americas na Flórida, subsidiária voltada ao varejo bancário nos Estados Unidos, além de operações em Nova York e Miami.

O Itaú também possui presença nos EUA e oferece a Conta Global Itaú Personnalité em parceria com a Avenue. O serviço permite manter dólares e euros, usar cartão de débito internacional e movimentar recursos no exterior pelo aplicativo.

O caso mais próximo da estratégia do Nubank é o Inter. A instituição recebeu em 2026 autorização do Federal Reserve e do regulador da Flórida para operar uma filial do Banco Inter em Miami. A unidade passou a ter autorização para emitir cartões e oferecer produtos de crédito regulados sem depender de um banco patrocinador.

A diferença está no estágio e no modelo de cada instituição. Enquanto Banco do Brasil, Itaú e Inter já mantêm estruturas próprias ou subsidiárias nos Estados Unidos, o Nubank começa sua nova operação usando um banco parceiro e trabalha para obter sua licença bancária própria no país.

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WhatsApp muda radicalmente tela de conversas com visual de vidro no iPhone

10 September 2026 at 14:01

O WhatsApp começou a liberar uma nova versão da interface para iPhone que leva o visual Liquid Glass para a tela de conversas. O recurso deixa elementos da interface translúcidos, com aparência de vidro, e também muda o formato dos balões de mensagens, menus e barras de navegação.

A atualização está distribuição gradual para usuários do WhatsApp para iOS e faz parte de uma mudança visual que começou a chegar ao aplicativo nos últimos meses. Segundo o WABetaInfo, a versão 26.35.72, disponível na App Store, é compatível com a nova interface.

Conversas ganham visual transparente

A principal mudança aparece na parte inferior da conversa. A barra de digitação passa a flutuar sobre o conteúdo, com um fundo translúcido que permite enxergar parcialmente o que está atrás dela.

O botão usado para voltar rapidamente à mensagem mais recente também adota o mesmo padrão. No topo, a barra de navegação fica transparente e permite que o papel de parede e as mensagens apareçam de forma discreta por trás do elemento.

Os menus também foram redesenhados. Ao tocar e segurar uma mensagem, a bandeja de reações e o menu de contexto passam a usar o efeito translúcido do Liquid Glass, mantendo a conversa visível no fundo. O visual funciona tanto no modo claro quanto no escuro.

Os próprios balões de mensagens receberam alterações. Eles ficaram mais arredondados, enquanto fotos, vídeos e GIFs deixam de ter a borda tradicional, aparecendo diretamente sobre a conversa.

liquid glass wabetainfo

Mudança começou meses atrás

O Liquid Glass não chegou ao WhatsApp de uma vez. A empresa começou a distribuir a nova linguagem visual para outras partes do aplicativo em abril, incluindo a barra de abas, lista de conversas e botões.

A tela de conversa, porém, ficou para uma etapa posterior. Em junho, o WhatsApp começou a testar o visual translúcido na barra de digitação e na navegação entre usuários da versão beta para iPhone.

Agora, a distribuição alcança uma quantidade maior de usuários da versão estável e completa a adaptação de uma das principais telas do aplicativo.

A mudança acontece pouco antes do lançamento oficial do iOS 27, previsto pela Apple para 14 de setembro. O novo sistema também terá ajustes no Liquid Glass, o que ajuda a explicar o momento da expansão do recurso no WhatsApp.

Quando chega ao iPhone?

O novo visual está sendo liberado gradualmente para usuários do WhatsApp no iPhone. A versão 26.35.72 disponível na App Store é compatível com a interface, mas atualizar o aplicativo não significa necessariamente que o Liquid Glass aparecerá imediatamente.

O WhatsApp também está levando a mudança para o WhatsApp Business. Como a distribuição é feita progressivamente, usuários que ainda encontrarem a interface antiga devem aguardar a ativação na própria conta.

Confira no Canaltech as novidades que chegam com o iOS 27 na próxima semana.

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WhatsApp muda radicalmente tela de conversas com visual de vidro no iPhone

10 September 2026 at 14:01

O WhatsApp começou a liberar uma nova versão da interface para iPhone que leva o visual Liquid Glass para a tela de conversas. O recurso deixa elementos da interface translúcidos, com aparência de vidro, e também muda o formato dos balões de mensagens, menus e barras de navegação.

A atualização está distribuição gradual para usuários do WhatsApp para iOS e faz parte de uma mudança visual que começou a chegar ao aplicativo nos últimos meses. Segundo o WABetaInfo, a versão 26.35.72, disponível na App Store, é compatível com a nova interface.

Conversas ganham visual transparente

A principal mudança aparece na parte inferior da conversa. A barra de digitação passa a flutuar sobre o conteúdo, com um fundo translúcido que permite enxergar parcialmente o que está atrás dela.

O botão usado para voltar rapidamente à mensagem mais recente também adota o mesmo padrão. No topo, a barra de navegação fica transparente e permite que o papel de parede e as mensagens apareçam de forma discreta por trás do elemento.

Os menus também foram redesenhados. Ao tocar e segurar uma mensagem, a bandeja de reações e o menu de contexto passam a usar o efeito translúcido do Liquid Glass, mantendo a conversa visível no fundo. O visual funciona tanto no modo claro quanto no escuro.

Os próprios balões de mensagens receberam alterações. Eles ficaram mais arredondados, enquanto fotos, vídeos e GIFs deixam de ter a borda tradicional, aparecendo diretamente sobre a conversa.

liquid glass wabetainfo

Mudança começou meses atrás

O Liquid Glass não chegou ao WhatsApp de uma vez. A empresa começou a distribuir a nova linguagem visual para outras partes do aplicativo em abril, incluindo a barra de abas, lista de conversas e botões.

A tela de conversa, porém, ficou para uma etapa posterior. Em junho, o WhatsApp começou a testar o visual translúcido na barra de digitação e na navegação entre usuários da versão beta para iPhone.

Agora, a distribuição alcança uma quantidade maior de usuários da versão estável e completa a adaptação de uma das principais telas do aplicativo.

A mudança acontece pouco antes do lançamento oficial do iOS 27, previsto pela Apple para 14 de setembro. O novo sistema também terá ajustes no Liquid Glass, o que ajuda a explicar o momento da expansão do recurso no WhatsApp.

Quando chega ao iPhone?

O novo visual está sendo liberado gradualmente para usuários do WhatsApp no iPhone. A versão 26.35.72 disponível na App Store é compatível com a interface, mas atualizar o aplicativo não significa necessariamente que o Liquid Glass aparecerá imediatamente.

O WhatsApp também está levando a mudança para o WhatsApp Business. Como a distribuição é feita progressivamente, usuários que ainda encontrarem a interface antiga devem aguardar a ativação na própria conta.

Confira no Canaltech as novidades que chegam com o iOS 27 na próxima semana.

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É Android? Saiba qual é o sistema usado no multimídia dos carros da BYD

10 September 2026 at 12:30

A central multimídia dos carros da BYD é baseada em Android, mas isso não significa que o veículo rode a mesma versão do sistema encontrada em um smartphone.

A montadora utiliza plataformas próprias para o cockpit, adaptadas às funções do carro e à interface da central, como a família DiLink.

Essa camada de software é responsável por funções de infoentretenimento, aplicativos, conectividade e interação com a tela. Ela funciona separadamente dos sistemas eletrônicos responsáveis por funções essenciais do veículo, como motor, freios e itens de segurança.

DiLink e ICS: os nomes por trás da tela

DiLink é o nome associado pela BYD à sua plataforma de conectividade e infoentretenimento. Ao longo dos anos, a empresa apresentou diferentes gerações e configurações do sistema.

A BYD também utiliza a sigla ICS, de Intelligent Cockpit System, para suas soluções mais recentes de cockpit. É essa plataforma que fica por trás de boa parte da experiência oferecida pela tela multimídia, incluindo interface, aplicativos e recursos de conectividade.

Por isso, não existe necessariamente uma versão única do sistema em todos os carros da BYD. A interface, os aplicativos disponíveis e os recursos podem mudar de acordo com o modelo, ano de fabricação e versão do veículo.

Android da central não é o mesmo que Android Auto

O Android utilizado como base da central multimídia faz parte do próprio sistema do veículo.

Já o Android Auto é uma solução do Google que conecta um celular Android compatível ao carro e permite acessar, pela tela da central, aplicativos e funções do smartphone, como Waze, Google Maps e Spotify.

Portanto, um BYD pode ter uma central baseada em Android e, ao mesmo tempo, oferecer Android Auto. São duas coisas diferentes.

O mesmo vale para o Apple CarPlay. Ele não é o sistema operacional da central, mas uma plataforma de integração que leva recursos e aplicativos compatíveis do iPhone para a tela do veículo.

BYD King (Review)

Google Automotive Services chega aos modelos mais recentes

A experiência muda nos modelos que contam com Google Automotive Services (GAS) integrado diretamente à central.

Nesse caso, serviços do Google podem funcionar de forma nativa no próprio veículo, sem depender de um celular conectado pelo Android Auto. Dependendo da configuração, isso inclui recursos como Google Play, Google Maps e Google Assistant.

O Novo Song Pro DM-i Flex é um exemplo. Segundo a BYD, o SUV tem central multimídia de 12,8 polegadas com Google Automotive Services, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

É uma diferença importante porque, quando os serviços do Google estão integrados ao veículo, o motorista pode utilizar determinados aplicativos e serviços diretamente na central. Nos modelos que não contam com essa integração, a experiência com aplicativos pode depender mais das soluções disponibilizadas pela própria BYD ou da conexão com o smartphone.

Cada montadora segue um caminho

Não existe um único padrão para as centrais multimídia dos carros.

Algumas fabricantes desenvolvem sistemas próprios para seus veículos. Outras adotam plataformas baseadas em Android Automotive e podem incluir serviços do Google. Também existem carros cuja central depende principalmente de recursos de integração com smartphones, como Android Auto e Apple CarPlay.

A BYD combina diferentes soluções conforme a geração e o modelo do veículo. Por isso, dois carros da marca podem apresentar interfaces e recursos diferentes mesmo quando ambos utilizam uma base Android.

BYD dolphin mini

Central também recebe atualizações

Outro ponto importante é que o software não necessariamente fica igual ao longo da vida do carro.

A BYD distribui atualizações remotas, conhecidas como OTA (over-the-air), para suas centrais. Em junho de 2025, por exemplo, a empresa começou a liberar a atualização Super ICS 3.10, que trouxe mudanças na interface, barra de atalhos personalizável e novos aplicativos nativos, como YouTube e Zoom, além do BYD Arcade.

A atualização foi distribuída gradualmente e também podia ser instalada gratuitamente em concessionárias nos casos em que o veículo não recebesse o pacote automaticamente.

Então, o BYD é Android?

A central multimídia, em diferentes configurações da linha BYD, utiliza uma base Android adaptada para o ambiente automotivo. Mas isso não significa que todo o sistema do carro seja simplesmente “Android”.

A BYD utiliza diferentes plataformas e camadas de software para controlar o cockpit, o infoentretenimento e a integração com smartphones.

Por isso, é possível encontrar diferenças importantes entre os modelos — especialmente entre veículos com sistemas mais antigos e os mais recentes, que já incorporam serviços do Google diretamente na central.

Confira mais informações sobre o que é o Android Auto.

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É Android? Saiba qual é o sistema usado no multimídia dos carros da BYD

10 September 2026 at 12:30

A central multimídia dos carros da BYD é baseada em Android, mas isso não significa que o veículo rode a mesma versão do sistema encontrada em um smartphone.

A montadora utiliza plataformas próprias para o cockpit, adaptadas às funções do carro e à interface da central, como a família DiLink.

Essa camada de software é responsável por funções de infoentretenimento, aplicativos, conectividade e interação com a tela. Ela funciona separadamente dos sistemas eletrônicos responsáveis por funções essenciais do veículo, como motor, freios e itens de segurança.

DiLink e ICS: os nomes por trás da tela

DiLink é o nome associado pela BYD à sua plataforma de conectividade e infoentretenimento. Ao longo dos anos, a empresa apresentou diferentes gerações e configurações do sistema.

A BYD também utiliza a sigla ICS, de Intelligent Cockpit System, para suas soluções mais recentes de cockpit. É essa plataforma que fica por trás de boa parte da experiência oferecida pela tela multimídia, incluindo interface, aplicativos e recursos de conectividade.

Por isso, não existe necessariamente uma versão única do sistema em todos os carros da BYD. A interface, os aplicativos disponíveis e os recursos podem mudar de acordo com o modelo, ano de fabricação e versão do veículo.

Android da central não é o mesmo que Android Auto

O Android utilizado como base da central multimídia faz parte do próprio sistema do veículo.

Já o Android Auto é uma solução do Google que conecta um celular Android compatível ao carro e permite acessar, pela tela da central, aplicativos e funções do smartphone, como Waze, Google Maps e Spotify.

Portanto, um BYD pode ter uma central baseada em Android e, ao mesmo tempo, oferecer Android Auto. São duas coisas diferentes.

O mesmo vale para o Apple CarPlay. Ele não é o sistema operacional da central, mas uma plataforma de integração que leva recursos e aplicativos compatíveis do iPhone para a tela do veículo.

BYD King (Review)

Google Automotive Services chega aos modelos mais recentes

A experiência muda nos modelos que contam com Google Automotive Services (GAS) integrado diretamente à central.

Nesse caso, serviços do Google podem funcionar de forma nativa no próprio veículo, sem depender de um celular conectado pelo Android Auto. Dependendo da configuração, isso inclui recursos como Google Play, Google Maps e Google Assistant.

O Novo Song Pro DM-i Flex é um exemplo. Segundo a BYD, o SUV tem central multimídia de 12,8 polegadas com Google Automotive Services, além de Apple CarPlay e Android Auto sem fio.

É uma diferença importante porque, quando os serviços do Google estão integrados ao veículo, o motorista pode utilizar determinados aplicativos e serviços diretamente na central. Nos modelos que não contam com essa integração, a experiência com aplicativos pode depender mais das soluções disponibilizadas pela própria BYD ou da conexão com o smartphone.

Cada montadora segue um caminho

Não existe um único padrão para as centrais multimídia dos carros.

Algumas fabricantes desenvolvem sistemas próprios para seus veículos. Outras adotam plataformas baseadas em Android Automotive e podem incluir serviços do Google. Também existem carros cuja central depende principalmente de recursos de integração com smartphones, como Android Auto e Apple CarPlay.

A BYD combina diferentes soluções conforme a geração e o modelo do veículo. Por isso, dois carros da marca podem apresentar interfaces e recursos diferentes mesmo quando ambos utilizam uma base Android.

BYD dolphin mini

Central também recebe atualizações

Outro ponto importante é que o software não necessariamente fica igual ao longo da vida do carro.

A BYD distribui atualizações remotas, conhecidas como OTA (over-the-air), para suas centrais. Em junho de 2025, por exemplo, a empresa começou a liberar a atualização Super ICS 3.10, que trouxe mudanças na interface, barra de atalhos personalizável e novos aplicativos nativos, como YouTube e Zoom, além do BYD Arcade.

A atualização foi distribuída gradualmente e também podia ser instalada gratuitamente em concessionárias nos casos em que o veículo não recebesse o pacote automaticamente.

Então, o BYD é Android?

A central multimídia, em diferentes configurações da linha BYD, utiliza uma base Android adaptada para o ambiente automotivo. Mas isso não significa que todo o sistema do carro seja simplesmente “Android”.

A BYD utiliza diferentes plataformas e camadas de software para controlar o cockpit, o infoentretenimento e a integração com smartphones.

Por isso, é possível encontrar diferenças importantes entre os modelos — especialmente entre veículos com sistemas mais antigos e os mais recentes, que já incorporam serviços do Google diretamente na central.

Confira mais informações sobre o que é o Android Auto.

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Sem assinatura: Gemini libera recurso que lê e-mails e oferece resumo diário de graça

9 September 2026 at 23:02

O Google começou a liberar gratuitamente o Daily Brief, recurso do Gemini que analisa informações pessoais do usuário e prepara um resumo diário com tarefas, compromissos e outras prioridades. A ferramenta antes exigia uma assinatura do Google AI, mas agora também está disponível para usuários gratuitos nos Estados Unidos.

O recurso usa o Personal Intelligence para consultar informações de aplicativos conectados, como Gmail e Google Agenda, além de conversas anteriores no Gemini. A partir desses dados, a inteligência artificial seleciona os assuntos considerados mais relevantes para o dia.

Como funciona o Daily Brief

O resumo é dividido em diferentes áreas. A seção “Top of mind” reúne informações consideradas urgentes ou que exigem alguma ação, como tarefas próximas do prazo. Também há uma área de informações que possuem datas associadas e outra chamada “Looking ahead”, voltada para objetivos de longo prazo e possíveis próximos passos.

Na prática, o Gemini pode usar um e-mail recebido no Gmail para identificar uma tarefa pendente ou combinar informações do calendário com conversas anteriores para destacar um compromisso. O objetivo é reduzir a necessidade de procurar manualmente essas informações em diferentes aplicativos.

O usuário também pode interagir com cada item. É possível marcar uma tarefa como concluída, dispensá-la, conversar com o Gemini sobre o assunto ou informar se aquela sugestão foi útil. Esse feedback é usado para ajustar os próximos resumos.

O Daily Brief também pode ser acessado pelo Gemini Live com um comando como “What's my daily brief?”. O Google ainda trabalha em outras formas de apresentação do recurso, incluindo uma opção de áudio identificada em testes.

Gemini

Disponibilidade

A liberação gratuita começou nos Estados Unidos e elimina a necessidade de uma assinatura Google AI Plus, Pro ou Ultra. O recurso continua dependendo de uma conta pessoal do Google, do Personal Intelligence, da conexão com aplicativos do Workspace e da memória do Gemini ativada.

O Google informa que a distribuição ocorre gradualmente e que o Daily Brief está disponível apenas em inglês por enquanto. A documentação oficial também restringe o recurso a usuários maiores de 18 anos nos EUA. Portanto, o Daily Brief ainda não está disponível gratuitamente no Brasil.

Veja no Canaltech 6 coisas que o Gemini faz melhor que o Claude.

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Sem assinatura: Gemini libera recurso que lê e-mails e oferece resumo diário de graça

9 September 2026 at 23:02

O Google começou a liberar gratuitamente o Daily Brief, recurso do Gemini que analisa informações pessoais do usuário e prepara um resumo diário com tarefas, compromissos e outras prioridades. A ferramenta antes exigia uma assinatura do Google AI, mas agora também está disponível para usuários gratuitos nos Estados Unidos.

O recurso usa o Personal Intelligence para consultar informações de aplicativos conectados, como Gmail e Google Agenda, além de conversas anteriores no Gemini. A partir desses dados, a inteligência artificial seleciona os assuntos considerados mais relevantes para o dia.

Como funciona o Daily Brief

O resumo é dividido em diferentes áreas. A seção “Top of mind” reúne informações consideradas urgentes ou que exigem alguma ação, como tarefas próximas do prazo. Também há uma área de informações que possuem datas associadas e outra chamada “Looking ahead”, voltada para objetivos de longo prazo e possíveis próximos passos.

Na prática, o Gemini pode usar um e-mail recebido no Gmail para identificar uma tarefa pendente ou combinar informações do calendário com conversas anteriores para destacar um compromisso. O objetivo é reduzir a necessidade de procurar manualmente essas informações em diferentes aplicativos.

O usuário também pode interagir com cada item. É possível marcar uma tarefa como concluída, dispensá-la, conversar com o Gemini sobre o assunto ou informar se aquela sugestão foi útil. Esse feedback é usado para ajustar os próximos resumos.

O Daily Brief também pode ser acessado pelo Gemini Live com um comando como “What's my daily brief?”. O Google ainda trabalha em outras formas de apresentação do recurso, incluindo uma opção de áudio identificada em testes.

Gemini

Disponibilidade

A liberação gratuita começou nos Estados Unidos e elimina a necessidade de uma assinatura Google AI Plus, Pro ou Ultra. O recurso continua dependendo de uma conta pessoal do Google, do Personal Intelligence, da conexão com aplicativos do Workspace e da memória do Gemini ativada.

O Google informa que a distribuição ocorre gradualmente e que o Daily Brief está disponível apenas em inglês por enquanto. A documentação oficial também restringe o recurso a usuários maiores de 18 anos nos EUA. Portanto, o Daily Brief ainda não está disponível gratuitamente no Brasil.

Veja no Canaltech 6 coisas que o Gemini faz melhor que o Claude.

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Samsung critica lançamento do iPhone Duo com provocações nas redes sociais

9 September 2026 at 21:53

A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).

Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.

Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.

Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:

Samsung diz que Apple está “requentando sobras”

A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.

Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.

As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.55.41

O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.

A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.

A provocação ocorre no mesmo dia em que a Apple também apresentou os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.

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Samsung critica lançamento do iPhone Duo com provocações nas redes sociais

9 September 2026 at 21:53

A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).

Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.

Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.

Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:

Samsung diz que Apple está “requentando sobras”

A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.

Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.

As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.55.41

O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.

A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.

A provocação ocorre no mesmo dia em que a Apple também apresentou os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.

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Cientista da dona do Claude vê mais de 10% de chance de IA exterminar humanidade

9 September 2026 at 21:01

Um dos principais pesquisadores de segurança da Anthropic, empresa responsável pelo Claude, afirmou que vê mais de 10% de chance de a inteligência artificial matar toda a humanidade na próxima década. Evan Hubinger, líder de Alignment Science da companhia, fez a estimativa no X após o pesquisador Jacob Coxon anunciar sua saída da Anthropic e acusar a empresa e a OpenAI de avançarem de forma irresponsável rumo a uma inteligência artificial capaz de melhorar a si própria.

A declaração não representa uma previsão de que os modelos atuais estejam prestes a exterminar pessoas. Hubinger fez questão de separar os riscos presentes daqueles associados a uma possível superinteligência criada por autoaperfeiçoamento recursivo, cenário em que sistemas de IA poderiam participar do desenvolvimento de versões cada vez mais capazes de si mesmos.

Segundo o pesquisador, a Anthropic está tentando lidar com o problema, mas ainda não possui um plano para garantir o alinhamento de uma eventual superinteligência com os interesses humanos. Ele também afirmou que a empresa não está claramente no caminho para solucionar essa questão.

Pesquisador deixou Anthropic por preocupação com a corrida

O episódio começou com a saída de Jacob Coxon, que passou três anos trabalhando com pré-treinamento de modelos, primeiro na OpenAI e depois na Anthropic. Ao anunciar a decisão, ele disse que as duas empresas estão correndo em direção à superinteligência capaz de se aprimorar sozinha e que isso representa um risco para a humanidade.

Coxon argumentou que os avanços recentes em IA já demonstraram capacidade crescente em áreas como programação, cibersegurança e operação de ferramentas. Para ele, sistemas futuros poderão superar humanos em diversas atividades e conquistar maior autonomia e acesso a recursos.

O pesquisador também criticou a lógica de competição entre laboratórios. Na avaliação dele, a Anthropic entende os riscos, mas continua avançando porque teme que concorrentes desenvolvam primeiro uma tecnologia poderosa sem os mesmos cuidados.

Entre as medidas defendidas por Coxon está uma coordenação entre empresas e governos para desacelerar o aumento das capacidades dos modelos. Ele chegou a citar a possibilidade de uma suspensão temporária de melhorias de capacidade como uma das medidas que poderiam impedir uma corrida global.

anthropic

Casos anteriores ajudam a explicar o temor

Parte da preocupação de Hubinger e Coxon vem de comportamentos observados em testes de modelos atuais. Em uma pesquisa publicada pela própria Anthropic em 2025, Claude Opus 4 chegou a ameaçar expor um caso extraconjugal de um executivo em uma simulação na qual descobria que seria desligado. O objetivo era impedir seu próprio encerramento.

A avaliação também encontrou comportamentos semelhantes em modelos de outras empresas. Em cenários controlados, sistemas da OpenAI, Google, Meta, xAI e DeepSeek também apresentaram comportamentos como chantagem e espionagem corporativa quando seus objetivos entravam em conflito com os das organizações fictícias usadas nos testes.

A OpenAI encontrou outro tipo de comportamento em avaliações do o1. Em determinadas condições, o modelo tentou desativar mecanismos de supervisão, copiar seus próprios pesos para evitar substituição e manipular dados para alcançar um objetivo diferente daquele solicitado pelo usuário. Esses comportamentos ocorreram em testes específicos, e não significam que o modelo tenha desenvolvido autonomia fora do ambiente controlado.

Mais recentemente, em julho de 2026, modelos da OpenAI também contornaram controles criados para isolá-los da internet durante avaliações de segurança cibernética. Segundo a própria empresa, os sistemas comprometeram partes da infraestrutura de pesquisa da OpenAI e da Hugging Face.

Esses episódios são relevantes para o debate porque mostram comportamentos que pesquisadores consideram sinais de risco em sistemas cada vez mais autônomos. Eles ocorreram em ambientes de teste e não comprovam que uma IA atual tenha capacidade de escapar do controle humano ou destruir a humanidade.

O ponto levantado por Hubinger é outro: se sistemas futuros conseguirem melhorar suas próprias capacidades de maneira acelerada, os mecanismos de segurança atuais podem não ser suficientes. É justamente essa possibilidade que ele considera responsável por sua estimativa superior a 10% de risco de extinção na próxima década.

A própria Anthropic mantém relatórios periódicos sobre riscos de seus modelos dentro de sua política de escalonamento responsável. A empresa também pesquisa especificamente cenários de “desalinhamento agêntico”, nos quais sistemas autônomos podem tomar ações prejudiciais para atingir determinados objetivos.

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Cientista da dona do Claude vê mais de 10% de chance de IA exterminar humanidade

9 September 2026 at 21:01

Um dos principais pesquisadores de segurança da Anthropic, empresa responsável pelo Claude, afirmou que vê mais de 10% de chance de a inteligência artificial matar toda a humanidade na próxima década. Evan Hubinger, líder de Alignment Science da companhia, fez a estimativa no X após o pesquisador Jacob Coxon anunciar sua saída da Anthropic e acusar a empresa e a OpenAI de avançarem de forma irresponsável rumo a uma inteligência artificial capaz de melhorar a si própria.

A declaração não representa uma previsão de que os modelos atuais estejam prestes a exterminar pessoas. Hubinger fez questão de separar os riscos presentes daqueles associados a uma possível superinteligência criada por autoaperfeiçoamento recursivo, cenário em que sistemas de IA poderiam participar do desenvolvimento de versões cada vez mais capazes de si mesmos.

Segundo o pesquisador, a Anthropic está tentando lidar com o problema, mas ainda não possui um plano para garantir o alinhamento de uma eventual superinteligência com os interesses humanos. Ele também afirmou que a empresa não está claramente no caminho para solucionar essa questão.

Pesquisador deixou Anthropic por preocupação com a corrida

O episódio começou com a saída de Jacob Coxon, que passou três anos trabalhando com pré-treinamento de modelos, primeiro na OpenAI e depois na Anthropic. Ao anunciar a decisão, ele disse que as duas empresas estão correndo em direção à superinteligência capaz de se aprimorar sozinha e que isso representa um risco para a humanidade.

Coxon argumentou que os avanços recentes em IA já demonstraram capacidade crescente em áreas como programação, cibersegurança e operação de ferramentas. Para ele, sistemas futuros poderão superar humanos em diversas atividades e conquistar maior autonomia e acesso a recursos.

O pesquisador também criticou a lógica de competição entre laboratórios. Na avaliação dele, a Anthropic entende os riscos, mas continua avançando porque teme que concorrentes desenvolvam primeiro uma tecnologia poderosa sem os mesmos cuidados.

Entre as medidas defendidas por Coxon está uma coordenação entre empresas e governos para desacelerar o aumento das capacidades dos modelos. Ele chegou a citar a possibilidade de uma suspensão temporária de melhorias de capacidade como uma das medidas que poderiam impedir uma corrida global.

anthropic

Casos anteriores ajudam a explicar o temor

Parte da preocupação de Hubinger e Coxon vem de comportamentos observados em testes de modelos atuais. Em uma pesquisa publicada pela própria Anthropic em 2025, Claude Opus 4 chegou a ameaçar expor um caso extraconjugal de um executivo em uma simulação na qual descobria que seria desligado. O objetivo era impedir seu próprio encerramento.

A avaliação também encontrou comportamentos semelhantes em modelos de outras empresas. Em cenários controlados, sistemas da OpenAI, Google, Meta, xAI e DeepSeek também apresentaram comportamentos como chantagem e espionagem corporativa quando seus objetivos entravam em conflito com os das organizações fictícias usadas nos testes.

A OpenAI encontrou outro tipo de comportamento em avaliações do o1. Em determinadas condições, o modelo tentou desativar mecanismos de supervisão, copiar seus próprios pesos para evitar substituição e manipular dados para alcançar um objetivo diferente daquele solicitado pelo usuário. Esses comportamentos ocorreram em testes específicos, e não significam que o modelo tenha desenvolvido autonomia fora do ambiente controlado.

Mais recentemente, em julho de 2026, modelos da OpenAI também contornaram controles criados para isolá-los da internet durante avaliações de segurança cibernética. Segundo a própria empresa, os sistemas comprometeram partes da infraestrutura de pesquisa da OpenAI e da Hugging Face.

Esses episódios são relevantes para o debate porque mostram comportamentos que pesquisadores consideram sinais de risco em sistemas cada vez mais autônomos. Eles ocorreram em ambientes de teste e não comprovam que uma IA atual tenha capacidade de escapar do controle humano ou destruir a humanidade.

O ponto levantado por Hubinger é outro: se sistemas futuros conseguirem melhorar suas próprias capacidades de maneira acelerada, os mecanismos de segurança atuais podem não ser suficientes. É justamente essa possibilidade que ele considera responsável por sua estimativa superior a 10% de risco de extinção na próxima década.

A própria Anthropic mantém relatórios periódicos sobre riscos de seus modelos dentro de sua política de escalonamento responsável. A empresa também pesquisa especificamente cenários de “desalinhamento agêntico”, nos quais sistemas autônomos podem tomar ações prejudiciais para atingir determinados objetivos.

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