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O custo dos sistemas legados: quando o passado impede o crescimento

9 September 2026 at 12:53

As empresas nunca tiveram à disposição tantos recursos para inovar, mas muitas ainda encontram no próprio passado um dos principais obstáculos para a transformação digital. Sistemas legados continuam sustentando parte significativa das operações de grandes organizações e, embora permaneçam funcionais, podem comprometer a integração entre áreas, a automação de processos, a velocidade da tomada de decisão e, principalmente, a capacidade de acompanhar as demandas de um mercado em constante transformação.

Empresas de grande porte carregam décadas de construção tecnológica. São sistemas desenvolvidos sob o modelo tradicional de fábrica de software, altamente customizados e moldados para atender processos específicos que também foram se consolidando ao longo do tempo. Com os anos, tecnologia e processos deixam de ser apenas ferramentas de operação e passam a integrar a própria cultura organizacional, tornando qualquer mudança mais complexa.

É justamente nessa estabilidade que está uma parte importante do custo invisível do legado: o que continua funcionando nem sempre continua sendo eficiente. Um sistema pode cumprir sua função e, ainda assim, impor limitações ao negócio. A questão, portanto, não deveria ser apenas se a tecnologia funciona, mas se ela permite atender o consumidor com a velocidade esperada, integrar informações, apoiar decisões ágeis e incorporar novas soluções tecnológicas sem que cada evolução exija esforços e custos desproporcionais.

Quando a resposta começa a ser negativa, o legado deixa de ser apenas uma questão de tecnologia e passa a representar uma restrição de crescimento ao negócio.

O legado também está nos processos

A dificuldade de modernizar sistemas não está necessariamente na ausência de novas tecnologias, mas na resistência em rever os processos que foram construídos ao redor delas. 

Ao longo dos anos, as equipes desenvolvem conhecimentos específicos, estabelecem rotinas e criam mecanismos para contornar as limitações das ferramentas que utilizam. O que começou como uma solução pode se tornar um processo institucionalizado e, com o tempo, questionar aquele fluxo passa a significar questionar a própria forma como a organização trabalha. Por isso, é natural que exista resistência em abandonar algo que, na percepção de quem está no dia a dia da operação, sempre funcionou.

Mas o mercado não permanece estático. Consumidores esperam experiências mais simples e respostas mais rápidas; empresas precisam integrar informações, automatizar atividades e tomar decisões em ciclos cada vez menores. Um processo que atendia às necessidades de alguns anos atrás pode continuar operacional e, ao mesmo tempo, já não ser capaz de sustentar a competitividade atual.

Por isso, modernizar exige mais do que implementar uma nova tecnologia. É preciso questionar quais fluxos ainda fazem sentido, quais podem ser simplificados e quais precisam ser redesenhados. 

O risco de manter o novo e o antigo

Essa transformação se torna ainda mais desafiadora quando a organização adota novas tecnologias sem efetivamente deixar de usar as estruturas anteriores. Uma área passa a operar em uma plataforma moderna enquanto outra permanece dependente de sistemas antigos. Um processo é automatizado, mas continua exigindo uma etapa manual para se conectar a uma aplicação legada. 

O resultado é a coexistência de diferentes padrões tecnológicos, fluxos e níveis de maturidade dentro da mesma organização. No lugar de uma transformação integrada, cria-se uma sobreposição de camadas que aumenta a complexidade e reduz a capacidade de evolução. 

Essa fragmentação afeta a governança, dificulta integrações e amplia a dependência de conhecimentos específicos. Também torna mudanças mais lentas e caras, enquanto recursos que poderiam estar concentrados em inovação acabam direcionados à sustentação de estruturas que já não acompanham a velocidade do negócio.

A contradição é clara: a empresa investe no novo, mas continua limitada pelas decisões tecnológicas do passado.

Uma nova lógica para a evolução 

A própria evolução das plataformas digitais oferece caminhos para romper esse ciclo. Soluções baseadas em SaaS, PaaS e IaaS, combinadas a recursos de inteligência artificial e ao desenvolvimento low-code e no-code, permitem construir, configurar e evoluir processos com mais velocidade e flexibilidade.

A mudança não está apenas na tecnologia disponível, mas no modelo de evolução que ela permite. Em vez de desenvolver sistemas altamente customizados para cada necessidade, as organizações podem partir de plataformas que já incorporam funcionalidades, integrações e fluxos de negócio, concentrando a customização naquilo que realmente diferencia a operação.

Isso não significa que o desenvolvimento próprio perdeu sua relevância. Significa avaliar, de forma estratégica, onde faz sentido manter uma estrutura altamente personalizada e onde uma plataforma capaz de evoluir continuamente pode gerar mais valor.

O custo de não modernizar

Quando se discute modernização, é natural que a primeira preocupação esteja relacionada ao investimento necessário para realizar a migração. E, de fato, substituir sistemas críticos exige planejamento, recursos e uma gestão cuidadosa da transição.

Mas existe outro cálculo que precisa entrar nessa equação: o custo de permanecer como está. Ele aparece na manutenção de tecnologias antigas, na dependência de profissionais especializados, nos processos manuais, no retrabalho, na complexidade das integrações e no tempo necessário para implementar mudanças. Está também nas oportunidades que deixam de ser capturadas porque a estrutura tecnológica não consegue acompanhar a velocidade do negócio.

Por isso, o retorno da modernização não deve ser medido apenas pela redução de despesas de TI. Ele também está no aumento da produtividade, na melhor alocação dos recursos humanos, na eficiência operacional, na velocidade de implementação e na capacidade de criar novas experiências para o cliente.

O legado faz parte da história de uma empresa. Em muitos casos, foi justamente ele que permitiu que a organização chegasse ao tamanho e à complexidade que possui hoje. O problema começa quando essa história passa a determinar as escolhas do futuro.

Em um ambiente no qual tecnologias e expectativas dos consumidores evoluem em ciclos cada vez mais curtos, manter estruturas antigas apenas porque “sempre funcionaram” pode se tornar uma das decisões mais caras de uma organização.

A pergunta, portanto, não deveria ser apenas “quanto custa modernizar?” É preciso perguntar também: “quanto custa continuar adiando?”

Pois, no cenário atual, continuar funcionando já não é suficiente. As empresas precisam construir uma arquitetura tecnológica e, principalmente, uma cultura organizacional capaz de evoluir na mesma velocidade que o mercado requer.

Confira também se os agentes de IA vão substituir profissionais ou apenas transformar suas tarefas. 

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O custo dos sistemas legados: quando o passado impede o crescimento

9 September 2026 at 12:53

As empresas nunca tiveram à disposição tantos recursos para inovar, mas muitas ainda encontram no próprio passado um dos principais obstáculos para a transformação digital. Sistemas legados continuam sustentando parte significativa das operações de grandes organizações e, embora permaneçam funcionais, podem comprometer a integração entre áreas, a automação de processos, a velocidade da tomada de decisão e, principalmente, a capacidade de acompanhar as demandas de um mercado em constante transformação.

Empresas de grande porte carregam décadas de construção tecnológica. São sistemas desenvolvidos sob o modelo tradicional de fábrica de software, altamente customizados e moldados para atender processos específicos que também foram se consolidando ao longo do tempo. Com os anos, tecnologia e processos deixam de ser apenas ferramentas de operação e passam a integrar a própria cultura organizacional, tornando qualquer mudança mais complexa.

É justamente nessa estabilidade que está uma parte importante do custo invisível do legado: o que continua funcionando nem sempre continua sendo eficiente. Um sistema pode cumprir sua função e, ainda assim, impor limitações ao negócio. A questão, portanto, não deveria ser apenas se a tecnologia funciona, mas se ela permite atender o consumidor com a velocidade esperada, integrar informações, apoiar decisões ágeis e incorporar novas soluções tecnológicas sem que cada evolução exija esforços e custos desproporcionais.

Quando a resposta começa a ser negativa, o legado deixa de ser apenas uma questão de tecnologia e passa a representar uma restrição de crescimento ao negócio.

O legado também está nos processos

A dificuldade de modernizar sistemas não está necessariamente na ausência de novas tecnologias, mas na resistência em rever os processos que foram construídos ao redor delas. 

Ao longo dos anos, as equipes desenvolvem conhecimentos específicos, estabelecem rotinas e criam mecanismos para contornar as limitações das ferramentas que utilizam. O que começou como uma solução pode se tornar um processo institucionalizado e, com o tempo, questionar aquele fluxo passa a significar questionar a própria forma como a organização trabalha. Por isso, é natural que exista resistência em abandonar algo que, na percepção de quem está no dia a dia da operação, sempre funcionou.

Mas o mercado não permanece estático. Consumidores esperam experiências mais simples e respostas mais rápidas; empresas precisam integrar informações, automatizar atividades e tomar decisões em ciclos cada vez menores. Um processo que atendia às necessidades de alguns anos atrás pode continuar operacional e, ao mesmo tempo, já não ser capaz de sustentar a competitividade atual.

Por isso, modernizar exige mais do que implementar uma nova tecnologia. É preciso questionar quais fluxos ainda fazem sentido, quais podem ser simplificados e quais precisam ser redesenhados. 

O risco de manter o novo e o antigo

Essa transformação se torna ainda mais desafiadora quando a organização adota novas tecnologias sem efetivamente deixar de usar as estruturas anteriores. Uma área passa a operar em uma plataforma moderna enquanto outra permanece dependente de sistemas antigos. Um processo é automatizado, mas continua exigindo uma etapa manual para se conectar a uma aplicação legada. 

O resultado é a coexistência de diferentes padrões tecnológicos, fluxos e níveis de maturidade dentro da mesma organização. No lugar de uma transformação integrada, cria-se uma sobreposição de camadas que aumenta a complexidade e reduz a capacidade de evolução. 

Essa fragmentação afeta a governança, dificulta integrações e amplia a dependência de conhecimentos específicos. Também torna mudanças mais lentas e caras, enquanto recursos que poderiam estar concentrados em inovação acabam direcionados à sustentação de estruturas que já não acompanham a velocidade do negócio.

A contradição é clara: a empresa investe no novo, mas continua limitada pelas decisões tecnológicas do passado.

Uma nova lógica para a evolução 

A própria evolução das plataformas digitais oferece caminhos para romper esse ciclo. Soluções baseadas em SaaS, PaaS e IaaS, combinadas a recursos de inteligência artificial e ao desenvolvimento low-code e no-code, permitem construir, configurar e evoluir processos com mais velocidade e flexibilidade.

A mudança não está apenas na tecnologia disponível, mas no modelo de evolução que ela permite. Em vez de desenvolver sistemas altamente customizados para cada necessidade, as organizações podem partir de plataformas que já incorporam funcionalidades, integrações e fluxos de negócio, concentrando a customização naquilo que realmente diferencia a operação.

Isso não significa que o desenvolvimento próprio perdeu sua relevância. Significa avaliar, de forma estratégica, onde faz sentido manter uma estrutura altamente personalizada e onde uma plataforma capaz de evoluir continuamente pode gerar mais valor.

O custo de não modernizar

Quando se discute modernização, é natural que a primeira preocupação esteja relacionada ao investimento necessário para realizar a migração. E, de fato, substituir sistemas críticos exige planejamento, recursos e uma gestão cuidadosa da transição.

Mas existe outro cálculo que precisa entrar nessa equação: o custo de permanecer como está. Ele aparece na manutenção de tecnologias antigas, na dependência de profissionais especializados, nos processos manuais, no retrabalho, na complexidade das integrações e no tempo necessário para implementar mudanças. Está também nas oportunidades que deixam de ser capturadas porque a estrutura tecnológica não consegue acompanhar a velocidade do negócio.

Por isso, o retorno da modernização não deve ser medido apenas pela redução de despesas de TI. Ele também está no aumento da produtividade, na melhor alocação dos recursos humanos, na eficiência operacional, na velocidade de implementação e na capacidade de criar novas experiências para o cliente.

O legado faz parte da história de uma empresa. Em muitos casos, foi justamente ele que permitiu que a organização chegasse ao tamanho e à complexidade que possui hoje. O problema começa quando essa história passa a determinar as escolhas do futuro.

Em um ambiente no qual tecnologias e expectativas dos consumidores evoluem em ciclos cada vez mais curtos, manter estruturas antigas apenas porque “sempre funcionaram” pode se tornar uma das decisões mais caras de uma organização.

A pergunta, portanto, não deveria ser apenas “quanto custa modernizar?” É preciso perguntar também: “quanto custa continuar adiando?”

Pois, no cenário atual, continuar funcionando já não é suficiente. As empresas precisam construir uma arquitetura tecnológica e, principalmente, uma cultura organizacional capaz de evoluir na mesma velocidade que o mercado requer.

Confira também se os agentes de IA vão substituir profissionais ou apenas transformar suas tarefas. 

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Skype Sundowned by MS, replacement found.

9 September 2026 at 07:24
Just today I found myself needing to make a voice call to Australia in order to save myself AU$1,500.00. from Indonesia. In the past I have always used used Skype for these occasional necessities but as most people will know MS in their wisdome decided to scrap it back on May 5, 2025. (MS Teams is not a VOIP)

So, suddenly I found that an insurance policy I had thought cancelled was about to charge me for renewal on the 25th of this month and I definitely did not want that. I was unable...

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Supreme Court forces TV stations to sell more election ads at steep discounts

8 September 2026 at 20:50

In a victory for Republican campaign committees, the Supreme Court issued an order on Friday that forces broadcast TV stations to cut the prices of election ads purchased by political parties and joint fundraising committees. The September 4 ruling came in response to a petition filed by the National Republican Congressional Committee and National Republican Senatorial Committee.

The Supreme Court order was issued just in time for the start of a 60-day period before the election, in which broadcasters are required by US law to offer ad discounts to individual candidates. Because of the top court's order, TV stations must also give their lowest ad rates to political parties and joint fundraising committees, which face fewer limits on how much money they can raise and spend.

The legally required discount is known as the “lowest unit charge,” or LUC. A US law that applies to any licensed station that airs election ads requires that the lowest price be charged for “the use of any broadcasting station by any person who is a legally qualified candidate for any public office in connection with his campaign.” The main legal question is whether “use… by” a candidate can refer to ad time purchased on a candidate’s behalf by parties and joint fundraising committees.

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© Getty Images | Bloomberg

Dense iron oxyhydroxides as possible reservoirs of water under deep mantle conditions

Nature Geoscience, Published online: 08 September 2026; doi:10.1038/s41561-026-02067-1

Dense iron oxyhydroxide phases may form from an early basal magma ocean, trapping water and potentially contributing to the formation of thermochemical anomalies in the deep mantle, according to high-pressure and high-temperature experiments.

Amphetamine; still eesential for my MacBook Pro

5 September 2026 at 16:40
Some time ago MacInWin suggested Amphetamine as an app/utility to prevent my system from sleeping which had frequently resulted in the system notification "Your disk (name) was not ejected properly." even though it showed as connected on the Desktop on waking. An AI search states, "The "Disk Not Ejected Properly" message on macOS indicates that an external drive disconnected from the system unexpectedly, often due to sleep settings, hub issues, or connection...

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Are horseshoe crabs truly “living fossils”?

13 August 2026 at 12:00

Horseshoe crabs are marine animals more closely related to spiders than crabs. These animals have existed for more than 450 million years, and are sometimes called “living fossils” because they appear to have changed very little throughout their evolutionary history. However, horseshoe crabs have a poor fossil record, so this apparent lack of change could also be due to a lack of evidence, particularly when it comes to their reproduction. Scientists want to know: Are horseshoe crabs truly living fossils?

Modern horseshoe crabs reproduce by releasing hundreds of eggs and sperm into tidal waters, via a process called external fertilization. Until now, scientists have assumed that horseshoe crabs have always reproduced this way. But paleontologists have only found 3 fossil horseshoe crabs from the past 252 million years with their reproductive systems preserved, so this assumption is mainly based on an absence of evidence to the contrary. 

Scientists in the past interpreted the horseshoe crab’s long history of external fertilization as indicative of its evolutionary consistency. However, James Lamsdell and colleagues recently discovered a new fossil species of horseshoe crab in the 450 million-year-old Big Hill Formation in Michigan that challenges this assumption. 

To study the specimen, the scientists photographed it under 2 types of microscopes. The first type of microscope used polarized light to see structures in the fossil that may have blended into the rock, like putting on special glasses to see subtle textures. The second type of microscope used fluorescent light to reveal soft tissue in the fossil. Only some tissues, like ovarian tissue and preserved eggs, glow under fluorescence, so this method helped the team rule out non-biological structures, like bubbles, cracks, or minerals. 

The researchers found that their analytical techniques revealed remarkable details about the ancient horseshoe crab. One unique feature of the fossil was the shape of its exoskeleton. The fossil’s exoskeleton had a more shovel-like appearance than that of modern horseshoe crabs, which are less elongated and more round. It was also about 11 times smaller than a modern adult horseshoe crab. 

The researchers also discovered that the fossil preserved an intricate network of ovaries containing unfertilized eggs. This ovarian network lined the interior surface of the shell in a band of interconnected tubes, preserving both unfertilized eggs and developing eggs. They noted that the fossil eggs were all about 0.1 to 0.15 millimeters in diameter, about the same width as a human hair. This size consistency suggested that all the eggs developed at the same time, via a process called synchronous development. 

Since the fossil crab’s ovarian tubes contained developing eggs, it was an adult, meaning that the earliest adult horseshoe crabs were significantly smaller and shaped differently than modern adult horseshoe crabs. Despite their differences in size and shape, the fossil horseshoe crab’s reproductive system closely mirrored its modern one, in terms of its ovarian system and synchronous development of eggs. As in previous studies, it showed no evidence of internal fertilization.

The researchers concluded that the earliest horseshoe crabs also reproduced through external fertilization. This fossil horseshoe crab is more than 215 million years older than preexisting fossils preserving evidence of external fertilization, and suggests that the horseshoe crab’s mode of reproduction has been conserved for almost half a billion years!

However, the team’s findings reveal a more nuanced evolutionary history for the horseshoe crab than previously assumed. Although they’ve maintained the same reproductive system for almost half a billion years, the size and shape of their exoskeleton have changed. This discovery reveals that different parts of the horseshoe crab evolved at different rates. It seems that horseshoe crabs are not entirely the living fossils scientists once thought… while their bodies have evolved, their reproduction has endured.

The post Are horseshoe crabs truly “living fossils”? appeared first on Sciworthy.

Judge rules Meta caused "public nuisance" and must fund mental health treatment

7 August 2026 at 20:49

A New Mexico judge yesterday ordered Meta to pay $567 million for a fund that would alleviate the "public nuisance" created by its social media services. The order to pay for youth mental health care is in addition to $375 million in civil penalties that a jury ordered Meta to pay earlier in the same case.

New Mexico Attorney General Raul Torrez sued Meta in a Santa Fe County court in 2023. A jury found in March 2026 that Meta's social media platforms do not effectively protect kids from child exploitation and ordered the company to pay civil damages for violating state consumer protections and misleading parents about the safety of its apps.

The jury trial was just phase 1 of the case involving Meta, the owner of Facebook, Instagram, and WhatsApp. "The Phase 1 jury trial considered the State’s Unfair Practices Act claims and resulting civil penalties. The Phase 2 bench trial considered the State’s request for abatement based upon the State’s allegation that the Defendant, Meta, created a public nuisance," Judge Bryan Biedscheid wrote yesterday in the $567 million judgment. Meta reported $60.8 billion in revenue and $15.85 billion in net income in Q2 2026.

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© Getty Images | Cavan Images

DOGE's wild, unverifiable savings claims discredited in US government report

7 August 2026 at 18:51

It won't come as a surprise that Trump's Department of Government Efficiency (DOGE) didn't save taxpayers nearly as much as it claimed. Analysis from outside the government showed savings claims were heavily inflated, and now the government's own watchdog has said it wasn't able to confirm savings claims made in DOGE's so-called "Wall of Receipts."

For example, DOGE reported savings of $49.2 billion from cutting grants, but almost none of it could be verified, the US Government Accountability Office (GAO) said in its report yesterday. The GAO is the auditing and investigating arm of Congress and issued the DOGE report in response to a June 2025 request from Sens. Gary Peters (D-Mich.) and Richard Blumenthal (D-Conn.).

"The Wall of Receipts did not provide sufficient information to verify the method DOGE used to calculate savings, or what the savings consisted of, for 13,553 of the 15,887 grants it reported as terminated. This corresponds to about 96 percent of the DOGE-reported grant savings," the GAO report said.

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© Getty Images | Samuel Corum

Why I'll never be convinced by Meta's ‘pervert’ glasses | Opinion

'Most people don’t want pervert glasses that can film us without our consent,' said a spokesperson from activist group Everyone Hates Elon. The group has launched a series of guerilla adverts deriding non-consensual filming by the glasses as well as an email campaign encouraging people to legally object to being filmed by Meta glasses under general data protection regulations, which over 20,000 people have signed.

Rights groups have warned that the glasses threaten the right to privacy, while countries such as Germany are reportedly considering a ban.

And while Meta’s safety guidelines say smart glasses should not be used for 'harassment, infringing on privacy rights, or capturing sensitive information', women have taken to social media to share their stories of being filmed by men without their consent.

Watch as Guardian columnist and Opinion editor Kirsty Major dives into why fears of surveillance and 'creepy men' mean Meta can never convince her to love the glasses – and read more about the glasses via the link in the bio

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© Photograph: Guardian

© Photograph: Guardian

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DCAF11-dependent molecular glue degrader activated by glutathionylation

Nature, Published online: 05 August 2026; doi:10.1038/s41586-026-10873-1

M12 is a metabolically activated molecular glue that recruits diverse proteins to DCAF11 for ubiquitin-mediated degradation, revealing a glutathione-dependent mechanism that broadens targeted protein degradation across multiple substrates.
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