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iPhone 18 Pro fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max

9 September 2026 at 18:08

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.

Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.

A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.

Câmera de 48 MP ganha abertura variável

Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.

O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.

A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.

A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.

Pro Controls oferece mais ajustes manuais

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.

É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.

Apple A20 Pro

A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.

Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.

O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.

Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas

A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.

No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.

Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.

A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.

A20 Pro estreia processo de 2 nm

Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.

São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.

A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.

Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.

Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo

Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.

A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.29.51

 Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.

iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1

Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.

Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.

Dynamic Island fica menor e mostra mais informações

A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.

O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.

Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence

Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.

Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.

A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.

A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.

Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.

Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas

O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.

O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.

No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.

Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.

Siri AI chega em português em outubro

O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.

A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.

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 O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.

O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.

Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.

Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple

A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.

Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.

Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.

As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.

No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.

No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.

Construção usa 40% de materiais reciclados

Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.

A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.

As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.

Quatro cores e até 2 TB de armazenamento

Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.

Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.

A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.

Preço e disponibilidade

O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.

Veja os preços oficiais no Brasil:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999

A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.

Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.

Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Característica iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
Chipset Apple A20 Pro Apple A20 Pro
Processo 2 nm 2 nm
CPU 6 núcleos 6 núcleos
GPU 7 núcleos 7 núcleos
Neural Engine 32 núcleos 32 núcleos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem Apple C2 Apple C2
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4 Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema iOS 27 iOS 27
IA Apple Intelligence e Siri AI Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only Até 36 horas Até 45 horas
Cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto) Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Preço inicial US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 US$ 1.299, cerca de R$ 6.611
Pré-venda 12 de setembro 12 de setembro
Disponibilidade 18 de setembro 18 de setembro

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Rival do Kindle aceita cartão de até 2 TB e promete 109 horas de bateria

8 September 2026 at 19:47

A iReader lançou o Tango2S, novo leitor digital que aposta em um formato semelhante ao de um smartphone para disputar espaço com aparelhos como o Kindle. Entre os destaques estão o suporte para cartões de memória de até 2 TB e a bateria de 3.900 mAh, com autonomia anunciada de até 109 horas.

O e-reader já está à venda na China por um preço promocional de 1.599 yuans, cerca de R$ 1.221 em conversão direta. Depois da oferta de lançamento, o valor sugerido sobe para 1.799 yuans, aproximadamente R$ 1.374.

Tela e-ink chega a 50 quadros por segundo

O Tango2S usa uma tela monocromática Carta 1300 de 5,84 polegadas, com resolução de 1576 x 788 pixels e densidade de 300 PPI. O painel também conta com uma tecnologia de atualização rápida que chega a 50 quadros por segundo.

O aparelho mede 154,3 x 77,3 x 7,7 mm e pesa 147 gramas. Com isso, ele fica mais próximo das dimensões de um celular do que de leitores digitais maiores, com foco em facilitar o uso com apenas uma mão.

iReader Tango2S

Por dentro, o e-reader traz um chipset de oito núcleos com GPU dedicada, acompanhado de 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. O espaço pode ser ampliado por cartão de memória de até 2 TB.

Bateria promete até 109 horas

A bateria tem capacidade de 3.900 mAh e, segundo as informações de lançamento, pode oferecer até 109 horas de autonomia. Isso equivale a pouco mais de quatro dias de uso, embora a duração real dependa da intensidade de leitura e dos recursos ativados.

O Tango2S roda o sistema SmartOS e conta com Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz, Bluetooth 5.0 e porta USB-C. O aparelho também oferece suporte a OTG, além de trazer um alto-falante e um microfone integrados.

Na caixa, a iReader inclui o Tango2S, um cabo USB-C e o cartão de garantia. Até o momento, não há informações sobre lançamento oficial do leitor digital fora da China.

Entenda porque alguns livros digitais do Kindle são mais caros do que a versão impressa na loja da Amazon.

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"Nokia Asha" está de volta, agora com bateria para 32 horas de uso

8 September 2026 at 17:56

A HMD Global resgatou o nome Asha, conhecido dos celulares da era Nokia, com o lançamento do novo HMD Asha 305. O aparelho aposta em uma ficha técnica básica e tem como destaque a bateria com autonomia de até 32 horas de uso.

O celular foi apresentado nas cores preto e verde-limão, mas a fabricante ainda não revelou seu preço. O modelo tem 10,2 mm de espessura e pesa 145 gramas.

HMD Asha 305 tem tela de 5 polegadas

Na parte frontal, o novo Asha 305 conta com uma tela LCD de 5 polegadas, com resolução de 854 x 480 pixels. O conjunto fotográfico também é bastante simples, com uma câmera de 2 MP na traseira e outra de 2 MP para selfies.

O hardware segue a mesma proposta. O celular é equipado com o chipset Unisoc T137, acompanhado de 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento interno.

Nokia Asha 305

A bateria tem capacidade de 2.500 mAh e suporta carregamento de apenas 5 W. Apesar do tamanho modesto, a HMD promete até 32 horas de autonomia.

Sistema é baseado em Android, mas não tem Google Play

O HMD Asha 305 roda o Pulse OS, sistema baseado em Android. No entanto, o celular não traz a Google Play Store nem os demais serviços do Google pré-instalados.

Em vez disso, a HMD oferece uma loja própria de aplicativos, com versões mais leves de serviços populares. Entre os exemplos está o TikTok Lite, pensado para aparelhos com hardware mais simples.

Até o momento, a HMD não informou quanto o Asha 305 vai custar nem detalhou em quais mercados o celular será vendido.

Além do Nokia Asha, a empresa também anunciou, recentemente, um celular com bateria que dura 40 dias e recarrega outros aparelhos.

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Xiaomi vai copiar recurso matador do Galaxy S26 Ultra, diz leaker

28 August 2026 at 22:27

A Xiaomi pode adotar, nos seus próximos celulares topo de linha, um recurso de privacidade semelhante a um dos principais diferenciais do Galaxy S26 Ultra. Imagens vazadas no X mostram uma função chamada Smart Privacy Display, criada para dificultar que outras pessoas enxerguem o conteúdo da tela pelas laterais.

A novidade, porém, deve ir além de simplesmente ligar ou desligar a proteção. A interface revelada no vazamento indica que será possível escolher quais aplicativos ativam o modo de privacidade, assim como acontece no celular da Samsung, além de criar grupos personalizados para organizar essas configurações.

A Xiaomi ainda não confirmou oficialmente o recurso, mas as novas imagens reforçam rumores anteriores de que a fabricante trabalha em uma alternativa à tecnologia apresentada pela Samsung no Galaxy S26 Ultra.

Privacidade pode ser ativada automaticamente

Um dos diferenciais do Smart Privacy Display seria a possibilidade de proteger a tela sem qualquer comando do usuário. O sistema poderá identificar conteúdos considerados sensíveis e restringir automaticamente o ângulo de visão.

Isso pode acontecer, por exemplo, ao abrir aplicativos bancários, conversas em mensageiros ou campos para digitar senhas. Dessa forma, o celular poderia dificultar que alguém ao lado veja informações pessoais mesmo que o usuário não tenha ativado previamente o modo.

Também será possível escolher aplicativos específicos que sempre devem usar a proteção. Assim, quem quiser manter apenas WhatsApp, banco ou outro serviço protegido não precisará deixar o recurso ativo em todo o sistema.

Ainda não está claro, porém, como a Xiaomi pretende implementar essa tecnologia no hardware.

No Galaxy S26 Ultra, a Samsung usa uma tecnologia integrada ao próprio display para reduzir o ângulo em que o conteúdo permanece visível. A solução é diferente de simplesmente diminuir o brilho da tela ou aplicar um filtro físico de privacidade sobre o aparelho.

 

Xiaomi 18 Pro pode estrear o recurso

O Smart Privacy Display deve aparecer inicialmente no Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max, segundo os rumores. Os dois celulares são esperados para setembro e também podem ficar entre os primeiros modelos equipados com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro.

Outro recurso que deve retornar é a tela secundária na parte traseira. A Xiaomi já adotou esse componente nos antecessores, mas rumores indicam que o display auxiliar pode ficar maior na próxima geração.

Por enquanto, tanto a presença do Smart Privacy Display quanto sua implementação nos Xiaomi 18 Pro e Pro Max seguem sem confirmação oficial. As capturas vazadas, contudo, dão mais força aos rumores de que a fabricante chinesa prepara sua própria versão de um dos recursos mais diferentes do Galaxy S26 Ultra.

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Óculos com câmera podem ganhar trava física contra gravações escondidas

28 August 2026 at 21:23

A Meta estuda uma nova forma de impedir o uso escondido das câmeras de óculos inteligentes. Uma patente concedida recentemente à empresa apresenta um interruptor físico capaz de desligar o sensor, sem deixar essa função exclusivamente nas mãos do sistema operacional.

A tecnologia pode se tornar uma camada extra de proteção para dispositivos como os Ray-Ban Meta, que já enfrentam críticas pelo risco de gravações sem consentimento. Por enquanto, porém, a empresa não anunciou planos para levar o mecanismo a um produto comercial.

Câmera seria desligada direto no hardware

Em vez de apenas enviar um comando para que o sistema pare de usar a câmera, a proposta prevê interromper fisicamente a energia que chega ao componente. Dessa forma, o sensor ficaria impossibilitado de capturar imagens enquanto a proteção estivesse ativa.

Isso também reduz a dependência de atualizações ou comandos do próprio sistema. A ideia é que o bloqueio continue válido mesmo diante de uma eventual falha de software, já que a interrupção ocorre diretamente no circuito responsável pela câmera.

Ray-Ban Meta

 O documento trata a tecnologia de forma genérica e não associa o mecanismo oficialmente a um produto específico. Ainda assim, os desenhos apresentados lembram o formato dos óculos inteligentes que a Meta desenvolve em parceria com a Ray-Ban.

Meta já mudou sistema atual dos óculos

Hoje, um dos principais recursos para avisar sobre uma gravação é um LED localizado próximo à câmera. A luz acende sempre que os óculos começam a registrar um vídeo, para alertar as pessoas próximas.

Esse método, no entanto, já foi burlado por usuários que cobrem o indicador. Uma das possibilidades era iniciar a gravação normalmente e esconder o LED depois, o que permitia manter o registro sem o aviso visual.

A Meta começou a corrigir essa brecha com uma atualização recente. Caso o indicador seja coberto durante a captura, os óculos passam a interromper o vídeo automaticamente.

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Novo "iPhone Air chinês" não é tão fino quanto o da Apple, mas bateria deve durar

28 August 2026 at 19:56

A Tecno apresentou o Spark Go 3 Pro, novo celular barato que aposta em uma fórmula diferente da adotada pela Apple no iPhone Air. O aparelho não tenta quebrar recordes de espessura, com cerca de 8 mm, mas aproveita o espaço extra para incluir uma bateria relativamente grande, de 5.200 mAh.

A comparação com a Apple não surge por acaso. A própria Tecno já mostrou o Spark Slim, conceito com apenas 5,75 mm de espessura que chegou a ostentar o título de celular mais fino do mundo antes da chegada do iPhone Air. No Spark Go 3 Pro, porém, a fabricante seguiu um caminho menos extremo.

Bateria grande e proteção contra água

A bateria de 5.200 mAh é um dos principais destaques do Spark Go 3 Pro, especialmente por se tratar de um celular de entrada. O componente aceita carregamento de 15 W, e a Tecno inclui o carregador na caixa.

Outro ponto que chama atenção é a construção com certificações IP68 e IP69 contra água e poeira. Na parte frontal, o aparelho traz uma tela de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.

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 O restante da ficha técnica é mais modesto. O celular usa o chipset MediaTek Helio G81, limitado às redes 4G, e conta com 4 GB de RAM. Há opções com 64 GB ou 128 GB de armazenamento.

Nas câmeras, o Spark Go 3 Pro traz apenas um sensor traseiro de 13 MP, com abertura f/1.8 e foco automático. Para selfies e chamadas de vídeo, há uma câmera frontal de 8 MP.

Preço e disponibilidade

A Tecno iniciou as vendas do Spark Go 3 Pro na Índia, mas confirmou que o celular também chegará a outros mercados posteriormente. Ainda não há detalhes sobre quais países receberão o aparelho.

O modelo de 64 GB custa cerca de US$ 169,99, aproximadamente R$ 879 em conversão direta. Já a versão de 128 GB sai por US$ 179,99, cerca de R$ 931. Os valores em reais não consideram impostos ou outros custos de uma eventual comercialização internacional.

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Concurso da Jovi vai dar celular de R$ 20 mil para quem tirar melhor foto

28 August 2026 at 18:44

A Jovi abriu um concurso de fotografia mobile e vai premiar o autor da melhor imagem com um Kit de Fotografia Profissional JOVI X300 Ultra, que custa R$ 20 mil no Brasil. A competição é gratuita e recebe inscrições até 7 de setembro.

Promovida em parceria com a Mobgraphia, a iniciativa tem como tema “O que é beleza para você?” e aceita fotografias feitas com qualquer smartphone. Cada participante pode enviar até três imagens por CPF.

As fotos serão avaliadas por uma banca formada pela equipe da Mobgraphia e por fotógrafos profissionais convidados. Entre os critérios estão técnica, composição e a história por trás da imagem.

Como participar do concurso da Jovi

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela plataforma da Mobgraphia. O regulamento permite o envio de até três fotografias por CPF, desde que todas tenham sido registradas com um celular.

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Os vencedores serão anunciados em 11 de setembro pelos canais de comunicação e redes sociais da Jovi e da Mobgraphia. A promoção conta com o Certificado de Autorização SPA/ME nº 03.052036/2026.

JOVI X300 Ultra é um celular feito para fotografia

 O prêmio chama atenção principalmente pelo JOVI X300 Ultra, que se saiu muito bem no nosso review de câmeras.

O celular registra fotos com alto nível de detalhes, HDR preciso e cores equilibradas, além de ter um zoom bastante competente. Em nossos testes, ele preservou texturas até em objetos distantes e também entregou bons resultados em natureza e retratos.

O Photography Kit amplia ainda mais essa proposta com teleobjetivas externas equivalentes a 200 mm e 400 mm. Com elas, o X300 Ultra consegue fotografar objetos a grandes distâncias e ainda manter um bom nível de detalhes, o que aproxima a experiência da encontrada em uma câmera dedicada.

Quer ver até onde esse conjunto consegue chegar? Confira nosso review completo do JOVI X300 Ultra com o Photography Kit, com testes de zoom, retratos e uma galeria completa de fotos.

 

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5 alternativas ao Galaxy S26 FE que você pode comprar agora

27 August 2026 at 22:30

O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.

Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.

A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.

1. Galaxy S25

O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.

Galaxy S25

A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.

Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.

2. Motorola Edge 70 Pro

O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.

Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.

Motorola Edge 70 Pro

 O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.

As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.

3. iPhone 16

O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.

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 Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.

A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.

Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.

4. Xiaomi 17T

O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.

O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.

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 A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.

Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.

5. POCO X8 Pro

O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.

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 Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.

A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.

O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.

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7 alternativas ao Redmi Note 17 Pro Max para quem quer bateria de 2 dias

27 August 2026 at 21:11

O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.

O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.

Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como  Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:

1. JOVI V70

O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.

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 Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.

O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.

2. OPPO Reno16 5G

O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.

A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.

OPPO Reno16

 O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.

3. OPPO A6 Pro 5G

Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Oppo A6 Pro

Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.

O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.

4. JOVI T1 5G

O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.

Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.

Jovi T1

O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.

5. Realme P4 Power 5G

Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.

realme p4 power

A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.

O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.

6. Realme C85 Pro

O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.

Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.

Realme C85 Pro

Realme C85 Pro

O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.

7. POCO X8 Pro

Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix. 

POCO X8 Pro

A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.

Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.

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Da TV paga ao celular: Sky vai virar operadora com cobertura nacional

27 August 2026 at 18:59

Conhecida principalmente pela TV por assinatura, a Sky agora quer ganhar espaço também no mercado de telefonia celular. A empresa ampliou a comercialização da Sky Móvel para todo o Brasil, com planos disponíveis tanto pela internet quanto em lojas físicas.

A expansão faz parte de uma estratégia mais ampla da Waiken ILW, dona da Sky e da Zaaz Telecom, para concentrar diferentes serviços de telecomunicações em seu portfólio. Além da TV paga, o grupo já atua com streaming, banda larga e, desde abril, telefonia móvel.

Segundo André Ribeiro, head da Sky Móvel, a adesão ao novo serviço já acompanha boa parte das contratações da empresa. Atualmente, seis em cada dez vendas da Sky também incluem um plano de celular.

Sky Móvel terá planos de até 50 GB

O catálogo da operadora é dividido em quatro opções, que começam em 6 GB de internet e chegam a 50 GB. Dependendo da franquia escolhida, a mensalidade fica entre R$ 29,90 e R$ 89,90.

Nos pacotes a partir de 15 GB, a Sky adiciona ligações e mensagens de texto sem limite. WhatsApp e Waze também podem ser usados sem consumir os dados contratados, enquanto a internet que sobrar em um mês fica disponível para o período seguinte.

Sky operadora

Também é possível migrar um número já existente para a Sky Móvel por meio da portabilidade. Quem já assina a TV pós-paga da empresa pode encontrar condições específicas ao reunir os serviços no mesmo pacote.

Para ampliar o alcance da operação, os chips estão distribuídos em mais de 1,2 mil lojas e pontos de atendimento ligados à Sky e à Zaaz Telecom. A empresa também mantém a venda pelos canais online.

Rede terá 4G e 5G, mas parceira não foi revelada

Embora a Sky Móvel passe a ser comercializada nacionalmente, isso não significa que a companhia tenha construído uma rede própria de antenas pelo país. A empresa informa que seus clientes terão conexão 4G e 5G, mas não revelou qual operadora fornece a infraestrutura por trás do serviço.

Também não foram apresentados detalhes sobre a abrangência efetiva do sinal em cada estado ou município. O anúncio, portanto, confirma a venda nacional dos planos, mas não permite comparar a cobertura da Sky Móvel com a das grandes operadoras brasileiras.

A telefonia da Sky estreou no fim de abril, inicialmente restrita aos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. A empresa não informou quantos clientes conquistou desde então.

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Assistir TV pelo Wi-Fi gasta mais energia que pela antena comum?

27 August 2026 at 17:00

Quem praticamente abandonou a TV aberta para assistir a YouTube, IPTV e serviços de streaming pode ter uma dúvida: deixar a televisão conectada ao Wi-Fi durante horas aumenta o consumo de energia? Para descobrir se essa diferença aparece na prática, fizemos um teste com watímetro e comparamos quatro formas de assistir à mesma TV. O resultado contrariou o que poderíamos imaginar: os dois cenários que dependiam exclusivamente do Wi-Fi consumiram menos energia que a TV aberta pela antena.

Como fizemos o teste?

Para comparar os quatro cenários, usamos a mesma televisão conectada a um watímetro e mantivemos as configurações padronizadas durante todo o experimento. O volume ficou sempre no nível 14, enquanto brilho e demais ajustes de imagem permaneceram iguais.

A cada etapa, deixamos conectada apenas a fonte necessária para aquela reprodução: Wi-Fi no YouTube e Roku Channels, antena na TV aberta e HDMI no conversor de TV 3.0. Assim, conseguimos observar o consumo de cada cenário sem alterar as principais configurações da televisão.

Wi-Fi fez a TV gastar mais energia?

No YouTube, com a TV conectada apenas ao Wi-Fi e sem antena, o consumo registrado foi de 0,60 kWh. No Roku Channels, também apenas pela internet, o resultado ficou próximo: 0,63 kWh.

Quando desligamos o Wi-Fi e usamos somente a antena para assistir à TV aberta, a medição subiu para 0,69 kWh. Já com Wi-Fi e antena desligados e um conversor de TV 3.0 conectado pelo HDMI, o consumo chegou a 0,84 kWh.

Nas condições do teste, portanto, a TV aberta consumiu cerca de 15% mais energia que o YouTube e 10% mais que o Roku Channels. O cenário com conversor ficou aproximadamente 22% acima da TV aberta e 40% acima do YouTube.

Os números de YouTube, Roku e TV aberta não permitem medir exatamente quanto o Wi-Fi ou o sintonizador da antena consomem. A placa de rede usa energia para receber os dados, mas esse gasto ocorre dentro de um aparelho que já alimenta tela, processador e vários outros componentes.

O que o teste mostra é que o uso contínuo do Wi-Fi não provocou um aumento perceptível no consumo da televisão.

TV distância

Então streaming gasta menos energia que TV aberta?

Não necessariamente, pois não reproduzimos exatamente o mesmo conteúdo em todas as fontes.

Minha principal suspeita é que parte da diferença esteja mais relacionada ao conteúdo exibido do que ao Wi-Fi em si. Pode ser que, durante o teste, os vídeos do YouTube tivessem menos brilho ou exigissem menos da tela do que a programação que estava passando pela antena.

A televisão não consome exatamente a mesma quantidade de energia com qualquer imagem. Cenas mais claras ou escuras, brilho, HDR, resolução e processamento de vídeo podem alterar o gasto, a depender da tecnologia do painel.

Por isso, não dá para olhar para os 0,60 kWh do YouTube e 0,69 kWh da TV aberta e concluir que o sinal de antena, sozinho, acrescentou 0,09 kWh. Parte dessa diferença pode ter vindo simplesmente das imagens exibidas durante cada medição.

O Roku Channels ajuda a reforçar a conclusão mais segura. Ele também dependeu totalmente do Wi-Fi e registrou 0,63 kWh, bem próximo dos 0,60 kWh do YouTube. Em nenhum dos dois casos a conexão sem fio fez o consumo disparar.

Assim, o resultado não é que streaming economiza energia, mas que não encontramos uma penalidade relevante pelo uso do Wi-Fi ou da antena. Não faz sentido desligar a conexão da TV ou evitar streaming com a expectativa de reduzir de forma significativa a conta de luz.

Confira, abaixo, quanto isso daria em reais no fim do mês. Todos os testes foram realizados durante 6 horas. 

Forma de assistir Consumo em 6 horas Consumo em 30 dias Fortaleza São Paulo Curitiba Manaus Brasília
YouTube pelo Wi-Fi 0,60 kWh 18,0 kWh R$ 17,46 R$ 17,10 R$ 15,30 R$ 15,12 R$ 14,94
Roku Channels pelo Wi-Fi 0,63 kWh 18,9 kWh R$ 18,33 R$ 17,95 R$ 16,06 R$ 15,88 R$ 15,69
TV aberta pela antena 0,69 kWh 20,7 kWh R$ 20,08 R$ 19,66 R$ 17,59 R$ 17,39 R$ 17,18
Conversor de TV 3.0 por HDMI 0,84 kWh 25,2 kWh R$ 24,44 R$ 23,94 R$ 21,42 R$ 21,17 R$ 20,92

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Garmin lança smartwatch top com satélite e mapas que carregam 30% mais rápido

25 August 2026 at 20:29

A Garmin anunciou nesta terça-feira (25) os novos Fēnix 9 e Fēnix 9 Pro, sua nova geração de smartwatches voltados para esportes e atividades ao ar livre. Entre as principais novidades estão um sistema de mapas até 30% mais rápido e, nas versões Pro compatíveis, conexão LTE e via satélite para chamadas, mensagens e pedidos de socorro sem depender do celular.

Os dois modelos são vendidos em tamanhos de 43 mm, 47 mm e 51 mm, mas o Fēnix 9 Pro concentra as principais novidades de construção e conectividade. Ele é o primeiro relógio da família a usar uma caixa de titânio e também estreia uma tela AMOLED maior na opção de 51 mm.

Mapas ficam mais rápidos e relógio ganha 64 GB

Uma das principais mudanças do Fēnix 9 está no sistema de navegação. A Garmin aumentou a memória RAM em 50% em relação ao Fēnix 8 e adotou um novo motor para os mapas.

Com isso, a movimentação pelo mapa pode ficar até 30% mais rápida, segundo a fabricante. Há ainda um novo modo de perspectiva, que exibe mais informações do percurso à frente e facilita a visualização do caminho em diferentes distâncias.

O armazenamento também dobrou para 64 GB. O espaço permite baixar até duas vezes mais mapas do que no Fēnix 8, além de guardar até 7 mil músicas diretamente no relógio.

A tela AMOLED do Fēnix 9 também ficou duas vezes mais brilhante do que a geração anterior. O relógio mantém cristal de safira resistente a riscos, botões protegidos contra infiltração e suporte para mergulhos de até 40 metros.

Garmin Epic junta vários exercícios em uma única atividade

A Garmin também apresentou um novo recurso chamado Garmin Epic, disponível gratuitamente dentro do Garmin Connect. A função permite reunir atividades registradas durante vários dias, semanas ou até meses em uma única história.

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 Assim, uma viagem com trilhas, uma competição dividida em várias etapas ou um período específico de treinamento pode aparecer como uma única atividade. O usuário também pode adicionar fotos e visualizar dados de saúde e desempenho referentes àquele intervalo.

Outra novidade está nas métricas de resistência. Os relógios passam a oferecer zonas de stamina e curva de stamina, que mostram como a capacidade de manter o esforço muda de acordo com o condicionamento e o histórico de treinamento.

O modo de remo indoor também passa a calcular VO2 Max e curva de potência. Já os recursos de rucking foram ampliados e agora aceitam mudanças no peso carregado durante a atividade, treinos da GORUCK direto no relógio e metas com mochilas de até 100 kg.

Fēnix 9 Pro estreia caixa de titânio e tela de 3.000 nits

O Fēnix 9 Pro recebe todas as novidades do modelo convencional, mas estreia uma construção diferente. Pela primeira vez na família Fēnix, a Garmin adotou uma caixa de titânio.

A fabricante usa um processo de nano moldagem que combina metal e plástico na estrutura. Segundo a marca, isso ajuda a diminuir a espessura do relógio sem aumentar o peso.

Nas versões AMOLED, o brilho pode chegar a 3.000 nits, o que deve facilitar a leitura do display sob luz solar direta. A variante de 51 mm também estreia uma tela AMOLED de 1,5 polegada, a maior já usada em um fēnix.

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Apesar do display 15% maior em relação ao Fēnix 8, a Garmin manteve o tamanho externo da caixa. As versões Pro ainda podem ser compradas com carregamento solar.

A lanterna integrada também recebeu um novo modo com luz verde, pensado para manter a visão adaptada ao escuro durante atividades noturnas.

Para personalização, a marca lançou as novas pulseiras de tecido ComfortFit, disponíveis para os dois modelos. Com sistema QuickFit para trocas rápidas, o acessório utiliza uma estrutura de trama dividida que combina flexibilidade, durabilidade, maciez e resistência à umidade.

Garmin Fēnix 9 Pro pode se conectar ao satélite sem celular

O maior diferencial das versões compatíveis do Fēnix 9 Pro está no inReach, sistema que combina conexão LTE e comunicação por satélite.

Com um plano inReach ativo, o relógio pode fazer chamadas, enviar mensagens e acionar um SOS diretamente pelo pulso, mesmo quando o usuário deixa o smartphone para trás.

O pedido de emergência pode ser encaminhado ao Garmin Response, central de coordenação que funciona 24 horas por dia.

O sistema também recebeu novos recursos. O LiveTrack pode avisar contatos pelo Garmin Messenger quando uma atividade começa e compartilhar o percurso em tempo real por LTE.

Já o Garmin Locate permite que familiares consultem a localização do usuário pelo aplicativo. Previsões do tempo para um ponto específico também podem ser enviadas ao relógio por satélite, além da opção por LTE.

Pela primeira vez, a conectividade inReach está disponível como opção nos três tamanhos do Fēnix 9 Pro, de 43 mm, 47 mm e 51 mm.

Bateria pode chegar a 57 dias

A autonomia varia bastante de acordo com a versão escolhida. No fēnix 9 de 51 mm, a Garmin promete até 29 dias de bateria no modo smartwatch.

O Fēnix 9 Pro de 51 mm com tela AMOLED pode chegar a 31 dias. Já as variantes com carregamento solar alcançam até 57 dias, segundo a fabricante.

Esses números correspondem às configurações maiores da linha. A Garmin não detalhou no material fornecido a autonomia de todas as combinações de tamanho, tela e conectividade.

Preços do Garmin fēnix 9 e fēnix 9 Pro

Os preços mudam de acordo com tamanho, versão e presença do inReach. As configurações exibidas pela Garmin são:

Tamanho Versão inReach Preço Conversão para reais
43 mm Fēnix 9 Não US$ 999,99 R$ 5.151,15
43 mm Fēnix 9 Pro Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
43 mm Fēnix 9 Pro Sim US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
47 mm Fēnix 9 Não US$ 999,99 R$ 5.151,15
47 mm Fēnix 9 Pro Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
47 mm Fēnix 9 Pro Sim US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
47 mm Fēnix 9 Pro Solar Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
47 mm Fēnix 9 Pro Solar Sim US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
51 mm Fēnix 9 Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
51 mm Fēnix 9 Pro Não US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
51 mm Fēnix 9 Pro Sim US$ 1.299,99 R$ 6.696,51
51 mm Fēnix 9 Pro Solar Não US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
51 mm Fēnix 9 Pro Solar Sim US$ 1.299,99 R$ 6.696,51

Os valores em reais são conversões diretas e não consideram impostos ou taxas de importação.

Assim, a linha começa em US$ 999,99, cerca de R$ 5.151, no Fēnix 9 de 43 ou 47 mm e chega a US$ 1.299,99, aproximadamente R$ 6.697, no Fēnix 9 Pro de 51 mm com inReach, tanto na versão AMOLED quanto na Pro Solar.

No site norte-americano da Garmin, os modelos aparecem com pedidos disponíveis a partir de 28 de agosto. Até o momento, não foram informados preços nem uma data de lançamento para o mercado brasileiro.

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Galaxy Z Fold 8 passa por teste de tortura; veja se ele sobrevive

10 August 2026 at 23:49

O Galaxy Z Fold 8 passou por um dos testes de resistência mais conhecidos da internet e sobreviveu. O novo dobrável da Samsung foi submetido aos testes do canal JerryRigEverything, que inclui riscos, exposição ao calor e, principalmente, uma tentativa de dobrar o celular no sentido contrário.

O resultado foi positivo para um aparelho que custa mais de R$ 11.300 e traz mudanças na construção para aumentar a durabilidade. Mesmo sob forte pressão, o Galaxy Z Fold 8 não apresentou danos estruturais significativos durante o teste de dobra.

Veja o vídeo completo:

Titânio não impede riscos na tela interna

Uma das novidades destacadas pela Samsung nesta geração é o uso de titânio na estrutura interna da tela flexível. Isso, porém, não significa que a superfície tocada pelo usuário seja feita do metal ou tenha resistência semelhante.

A camada superior do display interno continua feita de plástico, uma necessidade do formato dobrável. No teste, a tela começou a apresentar marcas no nível 2 da escala de dureza, o que mostra que até unhas ou objetos pontiagudos podem deixar riscos.

Já a tela externa, protegida por Gorilla Glass, apresentou o comportamento esperado de um smartphone convencional. Os primeiros riscos surgiram no nível 6, com marcas mais profundas no nível 7.

Sensor de digitais surpreende no teste

Um componente que chamou atenção de forma positiva foi o leitor de impressões digitais integrado ao botão lateral. Mesmo após sofrer danos durante o teste, o sensor continuou funcional.

O desempenho foi suficiente para o apresentador classificá-lo como o sensor de digitais mais rápido e preciso já testado pelo canal.

Outro ponto analisado foi o conjunto de câmeras. Os anéis metálicos ao redor das lentes podem facilitar a substituição de uma peça danificada, mas o reparo exige cuidado com a vedação.

Z Fold 8

 Uma montagem inadequada pode abrir espaço para a entrada de poeira no módulo. Nesse cenário, partículas podem alcançar componentes internos e comprometer sistemas delicados, como a estabilização óptica das câmeras.

Galaxy Z Fold 8 sobrevive ao teste de dobra

A etapa mais importante veio no fim. O Galaxy Z Fold 8 foi submetido ao tradicional "bend test", no qual o aparelho sofre pressão para tentar dobrá-lo no sentido contrário ao movimento normal da dobradiça.

O celular resistiu tanto aberto quanto fechado e, apesar de abrir um pouco nas laterais, não apresentou danos na tela ou nas linhas da antena, algo que costuma acontecer com outros dobráveis. 

O resultado chamou atenção principalmente pela complexidade do formato. Celulares dobráveis possuem mais peças móveis e uma tela interna flexível, características que tornam a construção mais desafiadora do que a de um smartphone convencional.

No fim, o Galaxy Z Fold 8 saiu como um "sobrevivente" do teste de tortura. Apesar de a tela interna continuar bastante vulnerável a riscos, a estrutura suportou a etapa mais agressiva e reforça a evolução da Samsung na resistência de seus dobráveis.

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Quando a LG vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

12 July 2026 at 13:30

O avanço da TV 3.0 no Brasil desperta dúvidas entre os consumidores, principalmente sobre quando as primeiras Smart TVs compatíveis chegarão às lojas. Para entender os planos da LG para o país, o Canaltech conversou com a fabricante.

Segundo Diego Oliveira, gerente de Televisores da LG Brasil, a empresa ainda aguarda a definição do padrão definitivo da TV 3.0 antes de anunciar produtos compatíveis.

A fabricante afirma que o cenário regulatório ainda passa por mudanças e, por isso, considera prematuro divulgar cronogramas ou confirmar datas de lançamento.

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Oliveira também explicou que o Processo Produtivo Básico (PPB) para televisores com tela de cristal líquido ainda passa pela fase de publicação. Sem essa etapa concluída, a LG prefere aguardar as definições técnicas e legais para desenvolver aparelhos compatíveis com o novo padrão brasileiro.

Apesar disso, a empresa destaca que suas Smart TVs atuais já contam com recursos considerados fundamentais para a TV 3.0, como inteligência artificial, conectividade e integração com diferentes plataformas.

A LG enviou ao Canaltech o seguinte posicionamento oficial:

"No momento, a LG não possui modelos à venda no varejo compatíveis com a TV 3.0, uma vez que o padrão definitivo dessa nova tecnologia ainda está em fase de definição e implementação no Brasil. Como a fase de publicação do Processo Produtivo Básico (PPB) de televisor com tela de cristal líquido segue em andamento, qualquer anúncio sobre cronogramas ou sobre a disponibilidade de modelos compatíveis neste momento seria prematuro. No entanto, as Smart TVs da LG já são ricas em inteligência artificial, conectividade e capacidade de integração com plataformas, que são os pilares essenciais da TV 3.0."

O que é a TV 3.0

A TV 3.0 inaugura a próxima geração da televisão aberta brasileira e substituirá gradualmente o atual padrão digital.

A principal proposta da tecnologia é unir a transmissão tradicional com a conexão à internet para oferecer uma experiência semelhante à dos serviços de streaming, mas sem abrir mão do sinal gratuito.

Na prática, o usuário continuará assistindo à programação aberta normalmente, sem precisar trocar a TV. A conexão com a internet entra em cena apenas para liberar recursos adicionais, como participação em enquetes, escolha de diferentes ângulos de câmera durante eventos esportivos, compras diretamente pela televisão e outras funções interativas.

TV 3.0 promete revolucionar a transmissão de TV aberta no Brasil (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O novo padrão também eleva a qualidade das transmissões, com suporte a resolução 4K, áudio mais imersivo e novos serviços integrados. Entre eles está o envio de alertas automáticos da Defesa Civil para informar a população sobre enchentes, tempestades e outros eventos climáticos.

TV 3.0 ainda passa por ajustes antes da expansão nacional

A posição da LG acompanha o momento vivido pela própria TV 3.0 no Brasil. Embora as primeiras transmissões com o novo padrão já tenham começado, com 22 cidades recebendo o sinal já no lançamento da tecnologia, o governo federal ainda trabalha nos ajustes técnicos e regulatórios necessários antes de ampliar a tecnologia para todo o país.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que a TV 3.0 ainda passa por uma fase de adequações antes do lançamento oficial em escala nacional. A declaração aconteceu durante a apresentação do balanço do programa Brasil Digital, realizada na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo o ministro, as dificuldades fazem parte do processo por se tratar de uma tecnologia inédita no Brasil. Embora as primeiras transmissões tenham começado em 11 de junho, durante a Copa do Mundo, apenas moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm acesso ao novo sinal.

Uma das principais críticas de quem já utiliza a tecnologia envolve o preço dos conversores. Equipamentos vendidos por empresas como Aquário e Intelbras custam mais de R$ 600, o que ainda limita o acesso de parte da população.

Questionado sobre medidas para tornar esses dispositivos mais acessíveis, Frederico de Siqueira Filho não apresentou detalhes sobre um eventual programa do governo para reduzir os preços dos aparelhos.

Mesmo assim, o ministro acredita que a TV 3.0 pode prolongar a relevância da televisão aberta diante do crescimento de plataformas como YouTube e serviços de streaming. Para isso, o governo aposta justamente nos recursos interativos incorporados ao novo padrão.

Além de assistir à programação ao vivo, os espectadores poderão escolher diferentes câmeras em transmissões esportivas, participar de enquetes e até realizar compras diretamente pela televisão.

A nova geração da TV aberta também oferece melhorias na qualidade de imagem e áudio, com suporte a conteúdo em 4K, além da integração de serviços públicos, como o envio de alertas da Defesa Civil diretamente para a tela do televisor.

Tecnologias semelhantes já existem em outros países. Coreia do Sul e Estados Unidos, por exemplo, utilizam padrões de televisão aberta com recursos interativos e qualidade de imagem avançada há alguns anos.

Leia a matéria no Canaltech.

Galaxy A37 x Jovi T1: qual celular básico vale mais a pena?

12 July 2026 at 12:30

O segmento de celulares básicos ganhou novos concorrentes nos últimos meses. A Samsung aposta no Galaxy A37 para oferecer um conjunto mais completo, enquanto o Jovi T1 tenta conquistar quem procura o máximo pelo menor preço.

Neste comparativo, analisamos os principais pontos de cada modelo para mostrar qual faz mais sentido para o seu perfil.

Acabamento e proteção

O Jovi T1 conta com certificação IP65 contra poeira e jatos d'água. A marca também utiliza um vidro de proteção com certificação SGS Five-Star Drop, embora não revele o nome comercial do material. A moldura e a traseira são de plástico.

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Galaxy A37 oferece mais resistência no dia-a-dia (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O Galaxy A37 sobe um degrau ao oferecer certificação IP68, que garante resistência inclusive à submersão em água. O aparelho utiliza Gorilla Glass Victus+ na tela e na traseira, enquanto as laterais também são feitas de plástico.

Na prática, o Galaxy A37 transmite uma sensação mais premium graças ao acabamento em vidro. Já o Jovi segue a receita tradicional dos intermediários de entrada, com construção em plástico. Além do visual mais refinado, o modelo da Samsung também oferece uma proteção mais completa contra acidentes com água.

Desempenho e tempo de suporte

O Jovi T1 vem equipado com o MediaTek Dimensity 7360 Turbo, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. No AnTuTu, o aparelho alcança 955.604 pontos gerais.

Jovi T1 garante um bom desempenho (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Já o Galaxy A37 utiliza o Exynos 1480 e aparece em versões com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento ou 8 GB de RAM e 256 GB. No mesmo benchmark, ele registrou 1.044.323 pontos com a combinação mais potente.

No uso diário, a diferença entre os dois é pequena. Ambos executam aplicativos com folga e mantêm boa fluidez nas tarefas mais comuns. A vantagem do Galaxy aparece principalmente nos testes sintéticos, o que indica uma margem maior de desempenho em cenários mais exigentes.

A Samsung também leva vantagem no suporte. O Galaxy A37 tem promessa de seis anos de atualizações do Android, enquanto o Jovi T1 chega a cinco anos.

Galaxy A37 mostra superioridade em benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Câmeras: equilíbrio, mas com vantagem para a Samsung

O Jovi T1 traz um sensor principal de 50 MP, uma câmera ultrawide de 8 MP e uma frontal de 32 MP.

O Galaxy A37 aposta em um conjunto com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. Na frente, a câmera tem 12 MP.

Os dois gravam vídeos em 4K a 30 fps com as câmeras frontal e traseira. A qualidade agrada nos dois aparelhos, mas o Galaxy entrega estabilização ligeiramente melhor e vídeos mais fluidos.

A Samsung também leva vantagem no processamento de imagem. O HDR preserva mais detalhes nas áreas de sombra, enquanto o Jovi tende a escurecer essas regiões. Além disso, o sensor macro amplia as possibilidades de fotografia, mesmo que seu uso seja mais específico.

Veja exemplos de fotos feitas com o Galaxy A37:

Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Veja exemplos de fotos feitas com o Jovi T1:

Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Bateria: o grande trunfo do Jovi

Aqui, o Jovi T1 abre vantagem. O aparelho utiliza uma bateria de silício-carbono com 6.500 mAh, tecnologia que permite maior densidade energética sem aumentar o tamanho do dispositivo. O Galaxy A37, por sua vez, utiliza uma bateria convencional de 5.000 mAh.

Jovi T1 tem larga vantagem em bateria (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

No teste padrão de reprodução contínua de vídeo por quatro horas, o Jovi consumiu apenas 14% da carga, o que dá uma estimativa de quase 28 horas de autonomia. O Galaxy gastou 25% no mesmo cenário, com projeção de cerca de 16 horas.

Na prática, com uso no dia-a-dia, o Jovi passa um dia e meio de uso sem dificuldade e pode chegar a dois dias nas mãos de usuários moderados. Já o Galaxy normalmente chega a um dia, e dificilmente passa disso com um uso mais intenso. 

Qual é a melhor compra?

No varejo, o Jovi T1 tem preço sugerido de R$ 1.900 em sua única versão, com 256 GB de armazenamento. O Galaxy A37 já aparece em ofertas por cerca de R$ 2.100 na versão com 8 GB de RAM e 256 GB.

O Jovi T1 faz mais sentido para quem prioriza autonomia e quer gastar menos. A bateria muito acima da média é seu principal diferencial e ajuda a justificar a compra.

Já o Galaxy A37 justifica o valor extra para quem busca um conjunto mais equilibrado. O aparelho oferece acabamento mais refinado, proteção superior contra água, câmeras melhores e um período maior de atualizações.

Se a prioridade for passar mais tempo longe da tomada, o Jovi T1 é a melhor escolha. Mas, se você valoriza fotografia, durabilidade e pretende ficar vários anos com o mesmo celular, o Galaxy A37 entrega um pacote mais completo. 

Antes de fechar a compra, vale acompanhar as promoções no WhatsApp do CT Ofertas para encontrar o menor preço.

Vale lembrar que nós já testamos o Galaxy A37 de forma completa, e também fizemos a análise das câmeras do Jovi T1. O teste de bateria do celular chinês mostrou uma boa autonomia no dia-a-dia. 

Leia a matéria no Canaltech.

Testamos o JBL Soundgear Clips, o fone de “brinco” que não é para todo mundo

2 August 2026 at 19:00

Uma das últimas tendências que tem movimentado o mercado de wearables é o novo formato de “brinco” para fones de ouvido Bluetooth. Uma das marcas a apostar neste tipo de acessório é a JBL, com o Soundgear Clips. 

O fone tem um formato mais “aberto”, com uma pequena esfera apoiada na parte interna da orelha, sem entrar no canal auditivo. A estrutura contorna a lateral e se estende até a parte traseira, onde fica um módulo maior que abriga os sensores, a bateria e os principais componentes. 

A grande aposta deste design é, sem dúvidas, a estética. Ele funciona muito bem como um fone de ouvido, é elegante e termina, também, como uma peça de moda. Mas será que faz sentido além disso? 

Neste texto, conto o que eu achei do JBL Soundgear Clips usando esse tipo de fone pela primeira vez, e estando totalmente habituado a modelos intra-auriculares. 

Design confortável para horas de uso 

Visual de brinco à parte, o que mais me chamou atenção neste formato foi o conforto durante o uso. Apesar de “abraçar” a orelha, ele não incomoda nada. Você sente que ele está lá, mas o fone não começa a “machucar” com o tempo. 

Em fones comuns, sejam eles “de borrachinha” ou os auriculares mais básicos, é natural que após algumas horas a orelha comece a cansar, por mais confortável que o acessório seja. Com os Clips, você quase esquece que eles estão lá se não houver música tocando. 

Assim, ele é ideal para deixar na orelha o dia inteiro, mesmo sem reproduzir nada. Dá para ouvir áudios ocasionais no WhatsApp sem precisar ficar colocando e tirando o fone o tempo inteiro. 

JBL Soundgear Clips

Qualidade sonora boa, mas pouco expressiva

A qualidade de áudio do JBL Soundclips é boa: os fones não ficam “chiando” no volume máximo, e nem ficam estridentes demais. São os fones ideias para quem não é tão exigente com sonoridade. Eles entregam o suficiente para a maioria dos usuários. 

Mas se você é amante de graves e gosta de perceber perfeitamente cada frequência da música, ele pode não atender muito bem. Para quem está acostumado às batidas fortes que fones e caixas de som da JBL entregam, talvez sinta falta de um pouco mais de expressividade por parte dos Clips.

Mas este não é um problema necessariamente do hardware do fone, mas do formato. Por serem totalmente abertos e não oferecerem o mínimo de vedação, ele deixa passar muito do barulho externo, ao passo que o som também vaza muito para fora. 

Isso também leva a outro problema: os Clips não são os mais indicados para o uso no transporte público, ou em outros locais mais barulhentos. 

Eles não oferecem nenhum nível de isolamento acústico, então o som de fora interfere muito na usabilidade. No trem ou metrô, por exemplo, não é possível ouvir a música direito se o volume estiver no médio: é preciso colocar no máximo ou bem perto disso. 

E, neste cenário, vai-se embora a privacidade: quem estiver por perto pode ouvir suas músicas ou seus áudios, porque o som vaza bastante. 

JBL Soundgear Clips

Vale a pena comprar o JBL Soundgear Clips?

Pelo estilo e conforto, sem dúvidas, vale a pena comprar os fones JBL Soundgear Clips. Eles são ótimos para quem quer um fone de ouvido com qualidade aceitável, e ainda agregar no estilo. 

Mas, se recursos como cancelamento de ruído e sonoridade pesam mais na balança, os R$ 600 cobrados, em média, não justificam o que o fone entrega. Nesse cenário, compensa mais um fone “comum”, como os Galaxy Buds 3 FE ou o JBL Live Buds 3, que são um pouco mais caro, mas entregam o que falta nos Clips. 

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Galaxy S26 x S26 Plus x S26 Ultra: existe diferença notável entre as câmeras?

2 August 2026 at 18:00

O Galaxy S26, o Galaxy S26 Plus e o Galaxy S26 Ultra fazem parte da mesma família, mas não oferecem exatamente a mesma experiência fotográfica. Enquanto os dois primeiros compartilham um conjunto bastante parecido, o modelo Ultra aposta em mais resolução e em uma câmera adicional para justificar sua posição acima dos irmãos.

Para entender o quanto essas diferenças aparecem na prática, analisamos as fotos dos três celulares lado a lado. Todos os registros foram feitos no mesmo cenário, sob as mesmas condições de luz e no mesmo instante, o que permite observar com mais precisão aspectos como definição, tratamento de HDR e reprodução de cores.

A comparação ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos equivalentes entre os aparelhos. A telefoto adicional do Galaxy S26 Ultra não entrou no teste direto, já que o Galaxy S26 e o S26 Plus não possuem um sensor correspondente.

Galaxy S26 Ultra entrega imagens mais definidas

O Galaxy S26 Ultra foi o celular que apresentou os melhores resultados no comparativo. A diferença não salta aos olhos logo no primeiro contato, mas aparece quando as três fotografias são observadas lado a lado.

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A principal vantagem está na definição. O modelo Ultra preserva mais informações nas imagens, principalmente em superfícies com texturas e elementos menores. Esses detalhes ficam mais fáceis de distinguir, o que deixa a fotografia com uma aparência ligeiramente mais refinada.

Isso não significa que o Galaxy S26 e o S26 Plus produzam imagens sem nitidez. Os três celulares entregam bons resultados, mas o Ultra consegue extrair um pouco mais da cena e mantém detalhes que aparecem de forma mais discreta nos outros dois modelos.

HDR do Ultra é mais preciso

O tratamento de HDR também favorece o Galaxy S26 Ultra. Em cenas com áreas claras e escuras, o celular consegue equilibrar melhor a exposição e preservar mais informações em diferentes pontos da fotografia.

Esse comportamento ajuda a evitar que determinados elementos da cena percam destaque. O resultado é uma imagem mais completa, com melhor leitura das texturas e uma distribuição mais precisa entre luzes e sombras.

Mais uma vez, a diferença é sutil. Sem uma comparação direta, dificilmente ela chamaria tanta atenção. Ao colocar as fotos lado a lado, porém, o trabalho mais cuidadoso do Ultra fica perceptível.

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Cores são mais naturais no Galaxy S26 Ultra

Outra vantagem do Galaxy S26 Ultra está na reprodução de cores. As imagens do celular apresentam tons menos saturados e mais próximos do que foi visto no ambiente no momento da captura.

O Galaxy S26 e o S26 Plus entregam fotografias um pouco mais intensas nesse aspecto. Isso pode até agradar quem prefere imagens com cores mais vivas, mas o Ultra se aproxima mais de uma reprodução realista.

Não existe uma diferença gritante entre os aparelhos. Na verdade, ela é pequena o bastante para passar despercebida quando as fotos são vistas separadamente. A maior fidelidade do Ultra só fica realmente clara na comparação direta.

Galaxy S26 e S26 Plus praticamente empatam

Entre o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus, a disputa termina em empate. Os dois celulares apresentaram resultados muito parecidos em todos os cenários analisados, sem uma vantagem consistente de qualquer lado.

Definição, tratamento de HDR e reprodução de cores seguem praticamente o mesmo padrão nos dois modelos. Mesmo com as fotografias colocadas lado a lado, é difícil encontrar alguma diferença que realmente altere a qualidade final.

Isso faz sentido, já que os conjuntos de câmeras dos dois aparelhos são essencialmente os mesmos. Portanto, para quem estiver em dúvida entre o Galaxy S26 e o S26 Plus, a câmera não deve ser o principal critério de escolha.

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 Onde a câmera extra e a maior resolução do Ultra fazem diferença?

A vantagem do Galaxy S26 Ultra pode ficar mais evidente em situações que aproveitam seu conjunto fotográfico mais completo. A câmera telefoto adicional é útil para fotografar objetos distantes, detalhes de prédios, apresentações, animais ou qualquer cena na qual não seja possível se aproximar fisicamente.

Nesses casos, uma lente dedicada consegue preservar melhor a definição do que um simples recorte digital. Ela também amplia as opções de enquadramento, já que permite aproximar o assunto sem depender apenas da câmera principal.

A resolução maior também oferece benefícios em cenários bem iluminados. Além de registrar mais informações, ela dá mais liberdade para recortar ou reposicionar a imagem depois do clique sem perder tanta qualidade. Isso pode ser útil para destacar uma pessoa ou um detalhe específico que ocupava uma parte pequena da foto original.

Ainda assim, a câmera telefoto extra do Galaxy S26 Ultra não entrou neste comparativo. Como o Galaxy S26 e o S26 Plus não têm um sensor equivalente, não seria possível repetir exatamente a mesma captura nos três aparelhos. Por isso, a análise ficou concentrada nas câmeras e nos enquadramentos que os modelos compartilham.

Qual Galaxy S26 tem a melhor câmera?

O Galaxy S26 Ultra tem a melhor câmera entre os três celulares. Ele entrega mais definição, preserva melhor as texturas, apresenta um HDR mais preciso e reproduz cores de forma ligeiramente mais natural.

A vantagem, porém, está nos detalhes. A diferença de qualidade não é tão notável e dificilmente será percebida sem uma comparação direta. 

Ainda assim, quem prioriza fotografia e observa com mais atenção aspectos como HDR, fidelidade de cores e preservação de informações encontrará o conjunto mais competente no Ultra.

O modelo mais avançado também oferece mais versatilidade com sua câmera telefoto adicional e maior resolução. Esses diferenciais podem pesar mais para quem costuma fotografar à distância, aplicar zoom ou recortar as imagens depois da captura.

Já o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus ficam praticamente no mesmo nível. Os resultados são tão parecidos que não há um vencedor claro entre eles. Portanto, para escolher entre os dois, faz mais sentido considerar outros aspectos do aparelho, e não a qualidade das câmeras.

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Testamos a Alexa Plus em português: veja o que muda na prática

2 August 2026 at 15:00

A nova Alexa Plus vai muito além de ganhar uma voz diferente. Testei a assistente em português e, logo nas primeiras conversas, ficou claro que a inteligência artificial generativa mudou completamente a forma de interagir com ela.

Não precisei escolher as palavras com cuidado, pude corrigir pedidos no meio da conversa e até fazer perguntas em sequência sem recomeçar do zero.

Em vários momentos, a Alexa entendeu o contexto da minha casa e usou informações da minha rotina para responder de forma mais personalizada. Mas a experiência não é perfeita. Na hora de reproduzir filmes e séries na TV, por exemplo, encontrei falhas mesmo quando a assistente localizou exatamente o conteúdo que eu havia pedido.

Para o teste, usei tanto modelos antigos, como a Echo Dot 4 e Echo 4, quanto mais recentes, como a Echo Show 11 de última geração e a Echo Spot.

Conversas ficaram mais naturais

Uma das maiores mudanças que percebi é a liberdade para formular comandos. Não é mais necessário decorar a frase exata de uma rotina ou o nome cadastrado de cada dispositivo para controlar a casa.

Ao dizer apenas “apaga a luz”, por exemplo, a Alexa Plus consegue interpretar a situação, identificar o cômodo em que está instalada e apagar a luz correspondente. A experiência fica mais próxima de uma conversa e menos parecida com o uso de um controle remoto por voz.

Também consegui reunir várias ordens em uma única frase. Dá para pedir que a assistente apague a luz da sala, acenda a do abajur, ligue a televisão e ajuste o ar-condicionado sem separar cada ação em um comando diferente.

Essa inteligência também aparece em tarefas simples. Ao ditar vários produtos para a lista de compras, a Alexa Plus consegue separar cada item corretamente, em vez de registrar toda a frase como se fosse um único produto.

Teste Alexa Plus

A Alexa Plus também consegue resolver buscas a partir de descrições vagas. Isso ajuda quando você quer encontrar um filme ou uma música, mas não lembra o título. Basta dar uma descrição de cena ou parte da letra.

Rotinas podem ser criadas sem abrir o aplicativo

Uma das funções que mais me surpreendeu foi a criação de rotinas. Antes, eu precisava abrir o aplicativo da Alexa e navegar por vários menus até configurar tudo do jeito que queria. Com a Alexa Plus, bastou explicar por voz o que eu pretendia automatizar. Durante a conversa, consegui testar o resultado, fazer ajustes e refinar a rotina sem tocar no celular.

Também experimentei criar tarefas recorrentes mais específicas, como um lembrete para tomar um remédio sempre no mesmo horário, e funcionou sem complicação.

Na prática, percebi que a Alexa Plus vai além dos lembretes tradicionais: em vez de apenas disparar um alarme, ela pode acompanhar determinadas informações periodicamente e me avisar quando houver alguma novidade relevante.

Memória faz a Alexa reconhecer hábitos da casa

A memória contextual é uma das funções que mais diferenciam a Alexa Plus da versão anterior. Entre as possibilidades do recurso, estão:

  • Guardar preferências, restrições e informações sobre a rotina dos moradores;
  • Considerar restrições alimentares ao sugerir receitas e indicar substituições adequadas;
  • Enviar receitas e outras informações ao celular para consulta pelo aplicativo;
  • Receber documentos, como convites de eventos, e guardar dados como datas, horários e locais;
  • Consultar informações desses arquivos em interações futuras.

Na prática, o recurso também torna algumas conversas surpreendentemente pessoais. Durante o teste, após ela errar em uma resposta, eu falei para a Alexa “ir dormir”. Ela respondeu, também em tom de brincadeira, que não dormia e ficava “processando piadas ruins para amanhã”.

Logo depois, lembrou que eu acordo às 5h da manhã e disse que eu era quem deveria estar pensando em dormir. A resposta chamou atenção porque não se limitou a uma piada genérica: a Alexa recuperou uma informação sobre a minha rotina, entendeu o contexto e usou o dado de forma bem-humorada.

Teste Alexa Plus

O curioso é que ela fez a brincadeira antes mesmo de eu definir o alarme. Eu sempre peço para a Alexa me acordar no momento em que vou me deitar, sem deixar um horário programado para todos os dias. Então ela, de fato, se lembrou da minha rotina.

Alexa Plus também cria e edita imagens

Nos dispositivos Echo com tela, a Alexa Plus também funciona como uma ferramenta de criação e edição de imagens. O usuário pode pedir uma imagem completamente nova a partir de uma descrição ou solicitar alterações em uma imagem existente.

Depois que o resultado aparece na tela, dá para pedir que a Alexa envie a imagem ao celular. Isso facilita tanto o compartilhamento com outras pessoas quanto o armazenamento no smartphone.

Esse envio não se limita às imagens. Informações encontradas durante uma conversa, como receitas, roteiros e outros conteúdos, também podem ser encaminhadas ao celular para uma consulta mais confortável.

O recurso funciona bem, e a Alexa gera imagens de forma satisfatória. Nas vezes em que testei, as fotos ficaram tão boas quanto as geradas por IAs como ChatGPT ou Gemini. Mas, em alguns cenários, ela pode ter alguma dificuldade, apesar de eu não ter tido problemas durante o uso.

No exemplo abaixo, dei um comando simples, para gerar uma imagem de um cachorro preto com manchas brancas no peito correndo em um parque. A foto gerada sequer parece ter sido gerada por uma inteligência artificial. 

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Alexa ainda tropeça ao reproduzir filmes e séries

Nem tudo funcionou tão bem quanto a Amazon prometeu. Nos meus testes, a Alexa Plus conseguiu encontrar os filmes e séries que pedi, mas nem sempre executou a reprodução apenas com comandos de voz.

Quando pedi para reproduzir How I Met Your Mother no Disney+, por exemplo, a assistente localizou a série e exibiu as plataformas nas quais ela estava disponível. O problema é que, mesmo indicando o serviço no comando, ela não iniciou o episódio automaticamente. No fim, precisei escolher manualmente uma das opções na tela.

Já com o YouTube, a experiência foi bem mais convincente. Consegui abrir o aplicativo, procurar uma transmissão ao vivo da Copa do Mundo na CazéTV e iniciar o vídeo usando apenas a voz. Foi preciso dar um comando de cada vez, abrir o app, pesquisar o vídeo e depois reproduzi-lo, mas todo o processo funcionou sem que eu precisasse tocar na TV.

Alexa Plus muda mesmo a experiência?

Depois de testar a Alexa Plus em português, fiquei com a impressão de que ela não transforma os dispositivos Echo em produtos completamente novos, mas muda bastante a forma de usá-los.

A possibilidade de falar de maneira mais natural, juntar vários pedidos em uma única frase e criar rotinas apenas com a voz elimina boa parte da rigidez que sempre existiu na Alexa tradicional.

Também gostei da memória contextual. Quando ela funciona como esperado, a assistente não apenas lembra das informações que compartilhei, mas consegue aproveitá-las durante a conversa de um jeito que faz mais sentido.

O envio de documentos amplia ainda mais essa experiência, porque permite alimentar a IA com dados que eu nunca precisei ditar em voz alta. Já recursos como a criação de imagens e o compartilhamento de conteúdos com o celular mostram que a Alexa Plus vai além da automação da casa.

O principal ponto fraco que encontrei foi a reprodução de vídeos. Em mais de uma ocasião, a assistente encontrou exatamente o filme ou a série que eu queria assistir, mas não iniciou a reprodução automaticamente. Isso interrompe uma experiência que, no restante do tempo, parece muito mais natural.

Mesmo com essa limitação, terminei os testes com uma impressão positiva. A Alexa Plus em português parece menos robótica e muito mais capaz de entender o que eu realmente quero dizer, sem que eu precise pensar na frase exata para cada comando.

E, como a ferramenta ainda está em acesso antecipado, é provável que a Amazon corrija essas falhas e adicione novos recursos antes do lançamento definitivo. A Alexa Plus chegou ao Brasil há pouco mais de um mês, e sua IA promete que também poderá até pedir um Uber por você no futuro. 

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Testei a TCL X11L: imagem incrível, mas o som ainda roubou a cena

31 July 2026 at 22:10

A TCL X11L é a televisão mais avançada da marca no Brasil, e estreia por aqui a tecnologia SQD-Mini LED. Eu tive a oportunidade de testar o modelo de perto com séries, vídeos em alta resolução e jogos no PS5 para entender como toda essa ficha técnica se comporta na prática.

A qualidade de imagem é excelente, como eu já esperava de uma TV desta categoria. Ainda assim, o que mais me chamou atenção foi o sistema de áudio. Mesmo com todos os avanços do painel, o som continua como a característica que eu mais gosto nas televisões premium da TCL.

Imagem 4K rica em detalhes

Eu testei a TCL X11L com séries no Disney Plus e vídeos em alta resolução no YouTube. Neste último caso, assisti principalmente a conteúdos sobre natureza e animais, que ajudaram bastante a explorar a definição, as cores e o contraste da tela.

Em vídeos 4K, consegui perceber com clareza detalhes como pelos, penas e pequenas texturas na pele dos animais. Elementos dos cenários, como folhas, pedras, troncos e a superfície da água, também apareceram com bastante nitidez, sem deixar a imagem com um aspecto artificial.

Paisagens abertas foram especialmente interessantes. A TV conseguiu separar bem os diferentes planos da cena, desde objetos mais próximos até montanhas, florestas e outros elementos distantes. Isso dá uma ótima sensação de profundidade e torna documentários ou vídeos da natureza muito mais imersivos.

A vivacidade das cores também foi um dos maiores destaques nesse tipo de conteúdo. Tons de verde, azul, amarelo e marrom apareceram intensos e deram mais vida a florestas, oceanos, aves e outros animais exibidos na tela.

Apesar dessa intensidade, a TV manteve uma boa variedade de tonalidades e não transformou vegetações, terrenos ou áreas de água em grandes blocos de uma única cor.

Isso acontece graças ao painel SQD-Mini LED, que combina os pequenos pontos de iluminação do Mini LED com os cristais Super Quantum Dot. Segundo a empresa, a tecnologia alcança 100% da gama de cores BT.2020 e conta com um sistema óptico mais preciso para distribuir a luz pela tela.

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 A X11L também traz mais de 20 mil zonas de controle de iluminação. Cada região pode ajustar o brilho de forma mais independente, o que ajuda a reduzir o efeito halo ao redor de legendas, lâmpadas ou outros elementos claros sobre um fundo escuro.

Eu não medi o brilho da tela com equipamentos específicos, mas a TCL informa um pico HDR de até 10.000 nits. Na prática, achei a intensidade excelente, principalmente em reflexos, luzes e outros pontos destacados da imagem.

Preto profundo melhora filmes e séries

O preto profundo é importante porque evita que as partes escuras da imagem fiquem com um aspecto acinzentado. Quando a TV controla bem a iluminação, os pontos claros se destacam mais e o contraste fica muito mais forte.

Eu percebi isso principalmente em filmes e séries com cenas noturnas ou ambientes pouco iluminados. O fundo escuro mantém uma aparência mais convincente, enquanto luzes, rostos e objetos ganham destaque sem parecer que toda a tela ficou iluminada ao mesmo tempo.

Esse contraste também aumenta a sensação de profundidade. Mesmo sem usar um painel OLED, a X11L consegue entregar pretos muito escuros e separar bem os elementos da cena. Para mim, esse é um dos pontos que mais contribuem para a ótima experiência cinematográfica da TV.

O suporte ao Dolby Vision também ajuda a aproveitar melhor conteúdos compatíveis nos serviços de streaming.

Excelente fluidez para jogar no PS5

Eu também conectei o PS5 à TCL X11L e usei Mortal Kombat como principal referência. Como o jogo tem golpes rápidos, movimentação intensa e mudanças constantes na tela, ele funciona muito bem para avaliar a fluidez da imagem.

Durante as lutas, eu notei movimentos suaves e uma resposta rápida aos comandos. Os golpes, animações e transições acompanharam bem o ritmo da partida, sem comprometer a visualização nos momentos mais agitados.

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A TV tem taxa de atualização nativa de 144 Hz, que permite exibir mais quadros por segundo em conteúdos compatíveis. Isso deixa os movimentos mais suaves e faz diferença principalmente em jogos de ação, corrida ou títulos competitivos.

O pacote para jogos também inclui o Game Master, o modo automático de baixa latência ALLM e o VRR Game Accelerator. O ALLM reduz o tempo entre o comando feito no controle e a resposta exibida na tela, enquanto o VRR ajusta a atualização do painel conforme a quantidade de quadros gerada pelo jogo.

Esses recursos ajudam a evitar cortes na imagem e oscilações de fluidez. No meu teste com Mortal Kombat, o conjunto funcionou muito bem e deixou a experiência rápida, responsiva e adequada para um jogo que exige atenção constante.

O áudio ainda é o meu recurso favorito

Apesar de toda a tecnologia de imagem, o áudio continua como o ponto que mais me agrada nas TVs premium da TCL. Essa é uma preferência particular minha, mas eu gosto bastante da forma como a marca prioriza o sistema sonoro em vez de tratar os alto-falantes como um recurso secundário.

A X11L conta com um sistema desenvolvido em parceria com a Bang & Olufsen. Além dos alto-falantes distribuídos pela estrutura, a TV mantém um subwoofer na traseira, responsável por reforçar as frequências mais baixas.

Na prática, eu percebi um som com bastante corpo, graves fortes e volume suficiente para preencher uma sala grande. A reprodução de filmes de ação é especialmente satisfatória, já que impactos, explosões e trilhas sonoras ganham mais peso e ajudam a aumentar a imersão.

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Eu testei esse desempenho com Avatar e gostei bastante do resultado. Nas cenas com mais ação, o som ficou bem estrondoso e deu mais intensidade aos acontecimentos exibidos na tela. O áudio acompanha bem a grandiosidade das imagens e torna essas sequências ainda mais envolventes.

O subwoofer faz diferença porque as televisões finas normalmente têm pouco espaço interno para movimentar o ar e reproduzir graves com intensidade. Como a X11L conta com um componente dedicado, os sons mais baixos ganham força e a reprodução não fica tão rasa quanto a de modelos mais simples.

Eu considero o sistema suficiente para quem quer bastante volume e um áudio poderoso sem instalar uma soundbar. A TV já entrega uma experiência acima da média por conta própria e consegue acompanhar bem o nível de qualidade do painel.

Ainda assim, uma soundbar dedicada continua como a melhor opção para quem procura maior separação entre os canais, mais espacialidade e graves ainda mais intensos. A X11L quase elimina essa necessidade, mas não substitui completamente um sistema externo mais elaborado.

Google TV é rápido, mas poderia ser mais organizado

A TCL X11L usa o Google TV, e eu não tive problemas com o desempenho do sistema. A interface respondeu rapidamente, os aplicativos abriram sem demora e a navegação permaneceu fluida durante o teste.

Essa velocidade faz diferença porque o Google TV reúne muitos aplicativos, recomendações e atalhos em uma única tela. Em televisões menos potentes, essa quantidade de elementos pode deixar a interface mais lenta, mas eu não percebi esse problema na X11L.

Minha ressalva está na organização. Eu considero o Google TV um pouco confuso em alguns momentos, principalmente porque a tela inicial mistura recomendações, serviços instalados, conteúdos patrocinados e diferentes categorias.

Eu prefiro sistemas que dão mais destaque aos aplicativos e oferecem uma navegação mais direta. Por isso, seria interessante se a TCL desenvolvesse uma plataforma própria para suas televisões, como a Samsung faz com o Tizen e a LG com o webOS.

Um sistema exclusivo daria à TCL mais controle sobre a interface, a integração entre os recursos e a identidade visual das TVs. O Google TV tem um catálogo amplo e muitas funções, mas uma alternativa própria ajudaria a diferenciar ainda mais os modelos da marca.

Só existem opções realmente grandes

Além da minha ressalva com o Google TV, o principal ponto negativo da X11L é a disponibilidade restrita a tamanhos muito grandes. A televisão é vendida apenas com 85 ou 98 polegadas, então não atende quem busca um modelo premium para uma sala menor.

Essas dimensões exigem bastante espaço e limitam muito o público. Mesmo quem pode investir em uma televisão dessa categoria precisa avaliar se o ambiente comporta uma tela tão grande.

A X11L também tem preço sugerido a partir de R$ 59.999, o que deixa claro que ela foi desenvolvida para um segmento bastante específico. Não é uma televisão que busca custo-benefício, mas sim mostrar o máximo que a TCL consegue oferecer atualmente.

Vale a pena comprar a TCL X11L?

A TCL X11L vale a pena para quem procura uma TV enorme e quer o que há de mais avançado no portfólio da marca. Eu gostei bastante da qualidade da imagem, principalmente pela definição, pela vivacidade das cores, pelo contraste e pelo nível de detalhes em conteúdos 4K.

O desempenho em jogos também me agradou. A taxa nativa de 144 Hz e os recursos de baixa latência deixaram Mortal Kombat muito fluido no PS5, mesmo durante as lutas mais rápidas.

Ainda assim, o áudio foi o meu recurso favorito. O sistema da Bang & Olufsen e o subwoofer traseiro entregam bastante volume, graves fortes e um som poderoso sem depender obrigatoriamente de uma soundbar.

Eu só gostaria que a TCL oferecesse um sistema próprio e lançasse a tecnologia em tamanhos menores. Fora isso, a X11L entrega uma experiência premium completa e mostra que a marca consegue competir no nível mais avançado do mercado de televisões.

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Phablet está de volta? Marca prepara celular com tela de 7 polegadas

24 July 2026 at 20:17

A Honor pode ter em desenvolvimento um novo celular intermediário com tela de 7 polegadas, tamanho que colocaria o aparelho de volta no território dos chamados phablets. O modelo ainda deve contar com um chipset da linha MediaTek Dimensity 8 e bateria superior a 10.000 mAh.

As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (24) pelo informante Digital Chat Station. Ele não revelou qual fabricante trabalha no projeto, mas seu histórico de publicações indica que o celular pode fazer parte do catálogo da Honor.

Nos comentários da publicação no Weibo, alguns usuários levantaram a possibilidade de o aparelho ser o Honor Power 3. O nome, porém, ainda não foi confirmado pelo informante nem pela fabricante.

Honor já testa celulares com telas gigantes

Este não é o primeiro rumor sobre um celular da Honor com tela próxima das 7 polegadas. Em maio, Digital Chat Station afirmou que a marca testava diferentes painéis OLED grandes para futuros aparelhos.

Honor Power

Entre as opções estariam uma tela plana de 6,89 polegadas, com resolução próxima de 2K, e outra de 7 polegadas, com definição em torno de 1,5K.

No início de julho, o informante também revelou que um projeto com tela plana de 7 polegadas e taxa de atualização de 185 Hz havia começado a ser desenvolvido. Novamente, o histórico das publicações apontava para um aparelho da Honor.

Tela ultrapassaria padrão dos celulares atuais

Os principais celulares com telas grandes disponíveis atualmente costumam ficar nas 6,9 polegadas. Modelos como Xiaomi 17 Ultra, Huawei Mate 80 Pro Max e iPhone 17 Pro Max adotam painéis desse tamanho.

Caso o novo aparelho chegue às 7 polegadas, a Honor ultrapassará por pouco esse padrão. A bateria acima de 10.000 mAh também deve acompanhar as dimensões maiores do celular.

Por enquanto, não há confirmação oficial sobre o nome, a resolução final da tela, a data de apresentação ou os mercados que receberão o aparelho. As especificações permanecem restritas aos vazamentos.

Vale lembrar que a chinesa já trabalha em outro smartphone diferente, com um "celular robô", que deve ser lançado em agosto,  e já foi apresentado ao público durante a MWC 2026. 

 

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