Depois de reunir mais de 2.000 participantes na primeira edição, a Lisbon AI Week regressa este mês com uma nova programação dedicada à IA, entre conferências, workshops, hackathons e encontros que juntam especialistas, investigadores e profissionais.
Quem estiver em Portugal nesta quarta-feira, 12 de agosto, terá a oportunidade de testemunhar o primeiro eclipse solar total desde 1912, com previsão de repetição do feito somente daqui a 118 anos, em 2144.
A sua raridade, além da sazonalidade, está especialmente no percentual de visibilidade do fenômeno em todo o país, que varia de 92% a 100%. Para quem quiser ver o eclipse em sua totalidade, será necessário visitar o Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança.
Caso também seja do seu interesse registrar esse momento histórico, existem algumas coisas importantes a se observar e algumas alternativas, a depender do que você pretende fotografar exatamente.
Antes de qualquer dica tecnológica, é importante se certificar de que a sua visão estará protegida: recomenda-se o uso de óculos de eclipse com certificação ISO 12312-2, que serão distribuídos gratuitamente pela ZEISS em parceria com a rede de óticas Club da Visão, mediante cadastro e enquanto durarem os estoques (que, aparentemente, já esgotaram-se).
Depois, vale observar as janelas de horário do eclipse:
Início: entre 18h30 e 18h40;
Pico: entre 19h30 e 19h40;
Fim: entre 20h20 e 20h30.
Fotografia: câmera DSLR/mirrorless ou iPhone?
Caso você opte por fotografar o evento, existem duas opções de mais fácil acesso: uma câmera digital ou o seu iPhone. Em ambos os casos, há uma série de poréns.
Sobre DSLRs e mirrorless, vale adquirir um filtro solar para a sua lente, considerando a sensibilidade do sensor à exposição ao sol, que pode acarretar uma danificação irreversível — dada a quantidade de entrada de luz. Recomenda-se fixar a abertura entre ƒ/8 e ƒ/16, com a velocidade do obturador ajustada entre 1/1000 e 1/4, de acordo com as especificações da sua câmera.
Já o iPhone, dado o tamanho do seu sensor e outras limitações técnicas, terá dificuldade de registrar o eclipse naturalmente. Claro, ainda é possível obter muitos resultados legais em relação à sombra e aos seus efeitos, ou até mesmo capturar a atmosfera do momento com um time-lapse utilizando um tripé ou outro equipamento estabilizador.
No entanto, para quem quiser de fato registrar o sol de maneira direta, será necessário adquirir acessórios:
Lente de zoom com ampliação entre 12x e 18x — das mais amadoras até as mais sofisticadas, com preços flutuando entre dezenas e centenas de dólares;
Filtro solar para o iPhone;
Tripé, visando não comprometer o resultado final das fotos borrando-as com um movimento sutil.
Quanto ao software, embora existam boas opções de apps de terceiros, como o Project Indigo ou o Halide, o próprio aplicativo Câmera (Camera) nativo do iPhone deverá dar conta.
Cada escolha (ou ausência) poderá impactar o registro do fenômeno, mas nada será tão determinante quanto a prática de quem fotografa. Independentemente da escolha, vale conhecer o equipamento que você tem em mãos antes do tão esperado dia, testar o comportamento da câmera sob o sol e pensar qual será o enquadramento do registro no dia do eclipse.
A MEO já concluiu a modernização das infraestruturas de rede 5G na Linha Azul e prevê que o reforço da cobertura na Linha Vermelha esteja concluido em setembro. A par da operadora, a Vodafone concluiu a modernização da sua rede em 95% das estações do Metro de Lisboa.
Com a aquisição de uma participação maioritária na portuguesa Smartmove, a Webook entra no mercado europeu com o objetivo de transformar Lisboa num centro estratégico para as suas operações.
A 20.ª edição da conferência internacional DEBS, sobre sistemas distribuídos e processamento de dados em tempo real realiza-se de 23 a 26 de junho na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Com apenas 200 kg, uma nova bateria desenvolvida internamente, aerodinâmica revista e eletrónica reforçada, o novo protótipo FST15 da equipa de Fórmula Student do IST foi apresentado esta semana e prepara-se para competir em Portugal, Espanha e Alemanha.
Entre os dias 4 e 6 de junho, a Unicorn Factory Lisboa, no Beato, vai receber o NFC Summit 2026. Nesta edição o evento reúne mais de 350 oradores internacionais, mais de 200 artistas, mais de 36 expositores principais, distribuídos por oito programas e 50 mil metros quadrados.
Depois do sucesso de outras experiências imersivas, Lisboa recebe agora uma nova oportunidade para viajar no tempo sem sair da cidade, desta vez rumo às montanhas e mistérios do antigo mundo inca.