O Threads disponibilizou uma nova versão do seu painel de insights destinado aos criadores da plataforma, expondo com mais clareza o funcionamento do seu algoritmo.
Além de seguir apresentando a quantidade de visualizações, espectadores, curtidas e republicações, agora o painel conta com resumos gerados pela Meta AI sobre o desempenho da conta e de postagens individuais, comparando o alcance e engajamento da sua conta.
Em um salto qualitativo, a IA da Meta é capaz de detalhar a porcentagem de queda nas visualizações e interações, bem como as preferências do público e o perfil demográfico médio dos seus seguidores.
Mas, como observado pelo Engadget, apesar das adições houve a remoção de uma métrica: a das visualizações sobre cliques em links. Antes mesmo dessa decisão da Meta, a intenção (ou falta dela) da empresa quanto à saída do app já foi motivo de muitas especulações, sobretudo se a Meta boicotava (ou não) o alcance dos criadores que adicionavam links externos em suas publicações.
A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.
Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.
Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).
Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:
curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash
Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.
O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.
Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj
O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.
O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.
O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.
A Anthropiclançou hoje o aguardado Claude Opus 5, modelo que é descrito pela empresa como proativo, atencioso e com um nível de inteligência que se aproxima do Fable 5, mas que custa a metade do preço do modelo mais poderoso.
O modelo mais do que dobra a performance do Opus 4.8 com um custo menor por tarefa, além de ter uma alta capacidade de verificação e iteração e de ser capaz de criar seus próprios pipelines de visão computacional e ambientes de teste.
O Opus 5 também apresenta melhorias significativas em biologia estrutural, química orgânica e bioinformática. Ele produz melhores outputs como ilustrações interativas de células, visualizações de fluxo de ar em objetos aerodinâmicos.
O modelo apresenta as menores taxas de comportamento enganoso e maior resistência a tentativas de uso indevido. Apesar de ser menos restritivo que o Fable 5, ele também conta com limitações para não explorar falhas cibernéticas descobertas.
Introducing Claude Opus 5.
It's a thoughtful and proactive model that comes close to the frontier intelligence of Fable 5 at half the price. pic.twitter.com/GQWhcq2CQL
É um modelo atencioso e proativo que chega perto da fronteira de inteligência do Fable 5 por metade do preço.
Em termos de API 1Application programming interface, ou interface de programação de aplicações., o Opus 5 permite modificar as ferramentas em uma conversa sem invalidar o cache e gerar um novo processamento, além de estrear um sistema de fallbacks que visa reduzir as interrupções causadas por filtros de segurança.
Com o mesmo preço do modelo Opus 4.8 (US$5 por milhão de tokens de entrada e US$25 por milhão de tokens de saída), o Opus 5 já está disponível em todas as plataformas do Claude e conta com um modo Fast, que permite rodá-lo cerca de 2,5x mais rápido que a velocidade padrão pelo dobro do preço base.
Notas de rodapé
1
Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.
A Apple diz que, depois de instalar o iOS 27 nos modelos mais antigos dos seus smartphones, como o iPhone 11, os utilizadores vão notar que este é mais rápido e estável.