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Confira os painéis do Apple TV na San Diego Comic-Con 2026

31 July 2026 at 23:42

Em seu canal do YouTube, o Apple TV disponibilizou os vídeos de todos os painéis da San Diego Comic-Con International.

Essa, como falamos, foi a primeira vez que o streaming da Maçã marcou presença no evento. Os painéis ocorreram no último sábado, dia 25 de julho.

Vamos conferir cada um deles?

“Mayday”

O painel do filme iniciou com os cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein comentando as suas inspirações para criar a obra estrelada por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh.

A dupla abordou ainda seu método de direção, destacando que incentivaram os atores a atuarem como se o título se tratasse de um drama, mesmo sendo uma comédia.

Na sequência, um clipe exclusivo foi exibido para a plateia (e a plataforma brinca com a impossibilidade de exibir o trecho na íntegra, mostrando apenas um retrato da dupla), com Daley e Goldstein comentando o uso de efeitos práticos para as cenas do longa-metragem.

“Mayday” retrata uma dupla composta de um piloto da Marinha dos Estados Unidos e um ex-agente da KGB, que embarcam em uma improvável jornada de fuga que mistura ação, espionagem e humor. O filme chegará no dia 4 de setembro ao Apple TV.

“Silo”

“Silo”, cuja terceira temporada estreou no início do mês, também não ficou de fora da SDCC: quem subiu ao palco foi tanto o criador, produtor executivo e showrunner Graham Yost quanto o elenco principal da temporada, incluindo Rebecca Ferguson, Common, Tim Robbins, Ashley Zukerman, Jessica Henwick e Alexandria Riley.

Os realizadores comentaram a história da nova temporada, incluindo o seu tema central (a manipulação e o controle de memórias como ferramenta de sobrevivência e poder), além da dinâmica dos personagens.

Yost relembrou que a série já foi renovada para uma nova temporada, prevista para chegar ao catálogo do streaming no ano que vem e, com isso, encerrar toda a sua história.

“Matchbox”

“Matchbox — O Filme” (“Matchbox: The Movie”), longa estrelado por John Cena, também marcou presença na Comic-Con: o ator subiu ao palco junto com Jessica Biel, Sam Richardson, Teyonah Parris e Arturo Castro.

O elenco discutiu sua experiência no set ao dirigir veículos esportivos reais para gravações de cenas de ação, destacando ainda a dinâmica de amizade dos personagens e as locações ao redor do mundo, que incluíram países como Budapeste, Marrocos e Eslováquia.

A narrativa se centra em um grupo de amigos de infância que têm suas vidas viradas ao avesso quando um agente secreto da CIA, Sean (interpretado por Cena), volta à sua cidade natal e envolve os companheiros em uma aventura mirabolante para salvar o mundo.

O filme será lançado no dia 9 de outubro.

“Matéria Escura”

O painel também contou com a apresentação da segunda temporada de “Matéria Escura” (“Dark Matter”). Participaram os atores Joel Edgerton, Jennifer Connelly, Alice Braga, Dayo Okeniyi e o criador, roteirista e produtor Blake Crouch.

O elenco discutiu os desafios de interpretar várias versões dos seus personagens, e Crouch mencionou aquilo que os fãs podem esperar da nova temporada.

Embora uma terceira temporada ainda não tenha sido confirmada, Braga brincou com a possibilidade de futuros episódios se passarem no Brasil.

Vale lembrar que, paralelamente, o Apple TV divulgou o trailer da segunda temporada, que será lançada no dia 28 de agosto.

“O Segredo de Widow’s Bay”

A maior surpresa ficou por conta do painel de “O Segredo de Widow’s Bay” (“Widow’s Bay”), cujos participantes não tinham sido confirmados até então. Subiram ao palco a showrunner Katie Dippold, o diretor e produtor executivo Hiro Murai e os atores Stephen Root, Dale Dickey, Jeff Hiller, K. Callan, Kevin Carroll e Kingston Rumi Southwick, além da aparição surpresa de Matthew Rhys.

Os realizadores discutiram a evolução da produção, a aclamação dela junto à crítica especializada e os desafios relativos à complexidade da narrativa e da mistura dos gêneros de comédia e horror.

Vale lembrar que a série foi renovada para uma segunda temporada, com filmagens previstas para o início do ano que vem.


O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de também estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$29,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Castro’s Customer Support Lessons

6 July 2026 at 19:45

Dustin Bluck (archive link, Hacker News):

I had an idea when I bought Castro that human support based around actual user experience was an easy differentiator. I’ve rarely gotten useful answers from support from services I use. I thought if I used my own product every day, read every email and answered it thoughtfully, people would appreciate this, and it would build some degree of loyalty and appreciation.

[…]

However, what I found is this whole thing didn’t work as I thought it would. Sure sometimes we were able to wow customers, particularly when we responded right away with an exact fix for them. But the vast majority of our honest, thoughtful answers were deeply unsatisfactory to users, and it often annoyed them more than anything else.

[…]

Customers email us with confusion about how podcasts work, how the App Store works, how their Mac works, and any number of tangential issues. What tends to happen is the same users do this over and over, and once they find out we answer, the requests get more frequent and more burdensome.

[…]

To the user, any response aside from “Okay, we’re going to build that right now” is meh-to-negative. Various honest responses, such as “I thought about this or tried it in the past and it unfortunately didn’t work very well” are not going to knock their socks off. These just don’t do much in terms of loyalty and rapport.

[…]

Avoiding explanations and specifics tends to get a neutral response and doesn’t suck anyone in or waste too much time. In other words, the best approach for us is what most companies do. Because building loyalty or rapport at the moment something isn’t working and the user is frustrated hasn’t worked. The real positive experience comes when you actually improve the product, so that’s where we’re spending our time.

I have definitely seen all these categories of customer interactions, but I don’t agree with the conclusion. Yes, in the end you want to be improving the product, but I don’t think that’s fully separable from interacting with customers as humans. I’ve found spending time on customer support incredibly valuable for making my products better. Even a lone report of an issue can often lead to a fix and learning something important that has wider implications. It’s also enjoyable and motivational to hear about real people making use of what I’ve built or to turn around someone who started with a negative view. And it seems to help with marketing, too.

I also see a correlation with the apps that I use—the better ones tend to also have good support. That said, I use a podcast app that famously doesn’t offer support. There are different situations, and there’s more than one way to a good product and a successful business.

I do think there’s an art to all this. Not everything can be measured, and there’s more to it than just committing to answering e-mails thoughtfully. You need to set boundaries and steer the interactions to make them productive, efficient, and satisfying for both sides. I’m still learning.

Previously:

Update (2026-07-07): Jeff Johnson:

This is what you get from the free with IAP business model: most of your support emails are from freeloaders!

My apps are upfront paid, thus most of my support emails are from customers. I don’t get overloaded with emails, and paid customers are more incentivized to solve issues with you, because they’ve invested money into the app.

Vitor:

I find myself agreeing with you that customer support is valuable and we should do it. But over the years I have also realised that, in a way, being good at support is punishing. I’ll explain[…]

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