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Pesquisadores da A Security revelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.
Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.
Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.
O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.
—Omer Gull, cofundador da A Security.
Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.
De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.


Além de já ter resultado em aumentos para o consumidor final [1, 2, 3], o efeito da atual disparada nos preços de componentes de memória também gerou outros impactos na cadeia de suprimentos.
No caso das linhas de produção do iPhone, a Apple estaria ampliando, desde o segundo trimestre deste ano, seu estoque de displays OLED 1Organic light-emitting diode, ou diodo emissor de luz orgânico. para responder aos fortes aumentos nos preços de outros componentes.
Segundo fontes do ETNews, a Apple aumentou seu período de manutenção de estoque de displays de quatro para seis semanas, de modo a garantir um volume de peças maior.
Recentemente, os preços das matérias-primas têm subido rapidamente, e a pressão sobre os preços de outros componentes está se intensificando devido à disparada nos preços dos semicondutores de memória. A Apple aumentou seu estoque de painéis OLED para estabilizar os preços.
O segundo trimestre é tradicionalmente um período de baixa temporada para a cadeia de suprimentos da Apple. Como a empresa costuma lançar novos modelos de iPhone só em setembro, os volumes de pedidos de componentes inevitavelmente caíam de forma significativa durante o período em anos normais.
No entanto, relata-se que os volumes de pedidos deste ano foram “substanciais”, uma vez que a demanda pela linha iPhone 17 permaneceu sólida e o período de manutenção de estoque de componentes foi ampliado.
Como a escassez de chips não é um problema que será resolvido em curto prazo, a extensão do período de manutenção de estoques se tornará uma política de longo prazo, e não apenas uma mudança temporária. Visto que se espera uma extensão desse período para os modelos “iPhone 18 Pro” e “iPhone 18 Pro Max”, cujo lançamento ocorrerá no próximo mês, prevê-se um aumento no volume de fornecimento por parte dos fabricantes de painéis sul-coreanos.
A Samsung Display e a LG Display continuam sendo as principais fornecedoras de telas OLED para o iPhone, com a chinesa BOE fornecendo uma parcela bem menor de componentes.
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via MacRumors












