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5 melhores notebooks até R$ 10.000 que valem a pena comprar em 2026

12 July 2026 at 20:00

Chegou a hora de abordamos um nível bem alto de notebooks aqui em nossa série de guias de compra. Depois dos níveis de entrada e depois com notebooks intermediários, agora vamos listar modelos high-end, mais especificamente dentro da margem de R$ 10.000. Embora parece muita, por conta da crise de hardware atual, achamos notebooks que, antes custavam cerca de R$ 8.000, ocupando esse novo patamar.

Mesmo assim, gastar quantia de dinheiro ainda garante uma máquina bem potente, com processadores de múltiplos núcleos, telas com mais tecnologias, além de GPU de dicada, principalmente em máquinas gamer. Confira as nossas escolhas.

1. ASUS Zenbook S14

O ASUS Zenbook S14 é para quem busca sofisticação aliada à inteligência artificial de ponta em 2026. O corpo ultrafino é construído em Ceraluminum, um material revolucionário que mistura cerâmica e alumínio para entregar alta durabilidade em apenas 1,2 kg.

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Esse é a nova geração do Zenbook S14, o modelo listado aqui usa um corpo muito parecido (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

No coração do aparelho está o poderoso e eficiente processador Intel Core Ultra 7 258V com NPU dedicada para o ecossistema Copilot+, acompanhado por 32 GB de memória RAM e 1 TB de armazenamento SSD. A experiência é completada pela tela ASUS Lumina OLED de 14 polegadas sensível ao toque, oferecendo uma grande autonomia com sua bateria de 72 Wh.

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2. Acer Predator Helios Neo

Custando menos de R$ 10.000 em promoções, o Predator Helios Neo (PHN16-72-74VX) se destaca por ter uma NVIDIA GeForce RTX 4070. Essa GPU, embora de uma geração anterior, ainda oferece um desempenho superior a muitas opções de entrada da série 50 e um excelente custo-benefício em 2026. Em conjunto com o processador Intel Core i7-14700HX de 14ª geração e 16 GB de RAM, ele lida com facilidade com os jogos mais exigentes e softwares de criação pesados.

Mesmo sendo de geração anterior, o Acer Predator Helios Neo é uma máquina muito competente (Imagem: Acer/Reprodução)

A tela de 16 polegadas complementa a experiência, oferecendo amplo espaço de trabalho e cores vibrantes, enquanto o SSD de 51 2GB garante tempos de carregamento rápidos. De fábrica, esse notebook já vem com Windows 11 Home.

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3. Alienware 16 Aurora

O Alienware 16 Aurora (que já analisamos) representa a porta de entrada gamer premium da Dell em 2026, trazendo o design icônico e o suporte avançado da marca por um preço competitivo. Essa configuração une o processador Intel Core 7 240H com a nova NVIDIA GeForce RTX 5050, oferecendo um desempenho equilibrado para jogos modernos e tarefas de produtividade.

O Alienware 16 Aurora é um notebook de entrada premium (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

Um de seus destaques é o SSD de 1TB, que fornece o dobro do espaço de armazenamento de muitos concorrentes, eliminando a necessidade de upgrades imediatos. A tela de 16 polegadas WQXGA e os 16 GB de RAM garantem uma experiência visual nítida e multitarefa eficiente sob o Windows 11.

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4. Samsung Galaxy Book4 Ultra

O Samsung Galaxy Book4 Ultra é a escolha definitiva para o profissional criativo ou executivo que prioriza a portabilidade e a qualidade de tela acima de tudo, sem abrir mão do desempenho em 2026. Seu grande destaque é a tela de 16 polegadas WQXGA+ AMOLED 2x, que oferece pretos perfeitos, cores vibrantes e uma precisão de cores imbatível para edição de fotos e vídeos.

Equipado com o processador Intel Core Ultra 7 155H, focado em eficiência energética e tarefas de IA, e impressionantes 32 GB de RAM com 1 TB de SSD, ele é uma potência de produtividade que pesa apenas 1.86 kg. É a solução "tudo em um" para quem precisa de um estúdio móvel. Vale ressaltar que existe uma versão com uma RTX 4070, que já analisamos, mas não é a nossa escolha aqui.

O Samsung Galaxy Book4 Ultra é uma máquina potente e compacta (Imagem: Samsung/Reprodução)

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5. ASUS ROG Strix G16

Para quem busca o máximo de desempenho absoluto e tecnologias de ponta dentro do orçamento de R$ 10.000 em 2026, o ASUS ROG Strix G16 (G615JMR-S5001W) é imbatível. Ele traz a configuração mais poderosa dessa lista, unindo o processador Intel Core i9-14900HX de muito desempenho com uma NVIDIA GeForce RTX 5060, oferecendo uma performance gráfica e de processamento de ótimo nível para um notebook.

O ASUS ROG Strix G16 é uma das melhore opções em notebooks de até R$ 10.000 (Imagem: ASUS/Reprodução)

Essa combinação é capaz de lidar com jogos em 1440p, que é a resolução desse modelo, com configurações alta e taxas de quadros elevadas em eSports na sua tela de 16 polegadas. Com 16 GB de RAM e 512 GB de SSD em um chassi Eclipse Gray com iluminação, ele oferece a experiência ROG completa.

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5 melhores processadores até R$ 3.000 que valem a pena comprar em 2026

12 July 2026 at 14:00

Se você está pensando em montar um bom PC gamer, uma máquina potente para trabalho, ou ainda um upgrade de CPU, existem excelentes opções no mercado atualmente custando até R$ 3.000, a faixa de preço que abordamos nesse guia. Encontramos processadores com o mínimo de 8 núcleos e máximo de 20 núcleos, com suporte a memória DDR4 e DDR5.

É até possível encontrar processadores ainda melhores do que os listados abaixo custando a faixa de preço abordada aqui, mas geralmente são de queima de estoque com uma unidade disponível, por exemplo. Mas os modelos que escolhemos são de alto desempenho para as plataformas mais recentes da AMD e Intel. Confira nossa lista.

1. AMD Ryzen 7 9700X

Impulsionado pela arquitetura Zen 5, o Ryzen 7 9700X entrega mais desempenho por núcleo mantendo baixo consumo. No cotidiano e em ambientes profissionais, esse ganho single-thread se traduz no processamento rápido de aplicações pesadas e em uma fluidez essencial para quem lida com muitos dados.

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O Ryzen 7 9700X tem custado em torno de R$ 1.800 (Imagem: AMD/Reprodução)

A criação de conteúdo é um dos pontos fortes da arquitetura, onde o suporte a instruções AVX-512 acelera consideravelmente os encodes de vídeo e renderizações no Blender, operando dentro de um perfil térmico impressionantemente de apenas 65W.

Quando o assunto é games, o clock elevado e a nova arquitetura dão um show, principalmente em títulos competitivos que exigem taxas de FPS elevadas. O ganho geracional garante excelente estabilidade e eleva o 1% low a um nível que elimina aquelas travadinhas chatas, permitindo que o chip empurre placas de vídeo de alta performance sem muito gargalo em resoluções exigentes.

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2. AMD Ryzen 9 9900X

O Ryzen 9 9900X traz a arquitetura Zen 5 ao segmento de alto desempenho com 12 núcleos e 24 threads. No dia a dia, sua agilidade sobra, mas é no uso profissional e na criação de conteúdo que ele justifica o investimento. A CPU passa por cima de compilações de código, sustenta várias máquinas virtuais simultâneas e entrega um ótimo desempenho em renderizações no Blender, IA local e exportações no Premiere. Assim com a indicação acima, ele também tem suporte ao AVX-512.

Por cerca de R$ 2.200, o Ryzen 9 9900X é uma excelente opção (Imagem: AMD/Reprodução)

Nas jogatinas, os clocks elevados e o desempenho por núcleo garantem uma experiência de alto nível. Ele entrega médias de FPS altas e tempo de frame baixo, eliminando engasgos em títulos complexos. O 9900X reduz bem o gargalo com as placas de vídeo mais potentes do mercado, unindo a força bruta de trabalho à estabilidade máxima em jogos.

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3. Intel Core Ultra 9 285K

Representando o socket LGA-1851, o Core Ultra 9 285K é o que a Intel tem de melhor no momento. Sem Hyper-Threading, essa CPU conta com 24 núcleos físicos (8 P-cores e 16 E-cores) entregando muita performance. No dia a dia, o Intel Thread Director direciona tarefas básicas para os núcleos de eficiência, mantendo o sistema menos quente, já que essa é uma CPU que exige um bom water cooler.

Já no ambiente profissional e de criação, o chip se transforma em um monstro de produtividade: ele lida com virtualização e bases de dados pesadas com facilidade, enquanto sua NPU integrada (Intel AI Boost) acelera ferramentas de IA local.

Custando bem próximo de R$ 3.000, o Core Ultra 9 285K é a opção mais forte da lista (Imagem: Intel/Reprodução)

Para os gamers, o processador entrega uma experiência de alto nível marcada por um frametime linear. Embora o foco dessa geração tenha sido o consumo reduzido e a estabilidade térmica em vez de mais desempenho, ele elimina qualquer possibilidade de gargalo com placas de vídeo topo de linha, sustentando jogos pesados de mundo aberto com uma consistência excelente para sua faixa de preço.

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4. Intel Core i7-14700F

O Core i7-14700F é a escolha de "força bruta" para quem busca mais desempenho na plataforma LGA-1700 também com DDR4. Equipado com 20 núcleos e 28 threads, ele ignora qualquer limite na multitarefa diária, permitindo reuniões, streaming e dezenas de abas abertas simultaneamente sem o menor sinal de lentidão. Profissionalmente, essa quantidade de threads faz dele um dos melhores modelos da lista para compilações pesadas, análise de dados e execução de várias máquinas virtuais simultâneas.

Criadores de conteúdo que trabalham com renderização no Blender ou exportações longas no After Effects encontrarão aqui um desempenho de alto nível, embora seja altamente recomendável investir em um bom water cooler para domar suas temperaturas sob estresse.

Saindo por menos de R$ 2.400, o Core i7-14700F é CPU parrudo para a plataforma anterior da Intel (Imagem: Intel/Reprodução)

Nas jogatinas, todo esse poder bruto se traduz em taxas de FPS elevadas e muita estabilidade. O i7-14700F lida com facilidade com jogos modernos que castigam o processador com simulações de física e densidade de NPCs, garantindo um 1% low estável e eliminando gargalos mesmo quando pareado com placas de vídeo muito fortes.

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5. AMD Ryzen 7 7800X3D

A melhor opção para o PC gamer dessa lista, o Ryzen 7 7800X3D conta com 96MB de cache L3 empilhado verticalmente. No uso comum de escritório, navegação e consumo de mídia, ele se comporta com a agilidade e eficiência esperadas de um chip Zen 4 de 8 núcleos. No entanto, para o uso profissional e criação de conteúdo focado em renderização 3D pesada ou compilação de código, ele fica um passo atrás de concorrentes com mais núcleos, já que o cache extra não acelera exportações brutas da mesma forma que beneficia outras aplicações. Ainda assim, entrega um nível de performance similar ao Ryzen 7 7700 no Photoshop e Lightroom, por exemplo.

Custando bem próximo de R$ 2.000, o Ryzen 7 7800X3D é o melhor custo-benefício para PC gamers (Imagem: Reprodução/Videocardz)

O verdadeiro habitat do 7800X3D são os games, onde ele é um dos reis. O 3D V-Cache reduz drasticamente a latência de comunicação com a memória, o que faz as médias de FPS decolarem e eleva o 1% low a patamares que CPUs mais fortes teriam inveja. Se o objetivo principal é jogar em nível competitivo ou extrair até a última gota de desempenho de uma GPU topo de linha em jogos complexos, não há escolha melhor até R$ 3.000.

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3 melhores placas de vídeo para jogar em 4K (UHD) para comprar em 2026

12 July 2026 at 12:00

Depois de recomendarmos as melhores placas de vídeo para 1080p, e depois as melhores GPUs para 1440p (LINKAR DEPOIS), chegou a hora de abordamos o segmento entusiasta. A resolução 4K exige muito poder de processamento. Por isso, não deve haver economias quando se trata de placa de vídeo para esse nível.

Atualmente, o mercado anda de flutuação em flutuação nos preços. Por isso, as placas de vídeo para jogar em 4K estão ainda mais caras se comparado com o fim do ano passado, por exemplo. Por isso, olhamos para três níveis possíveis de desempenho para essa resolução, cabendo em diferentes bolsos.

1. AMD Radeon RX 9070 XT

A AMD Radeon RX 9070 XT, custando na faixa dos R$ 4.500 (chegando a R$ 4.000 em promoções) no varejo nacional, estabelece o patamar de entrada "acessível" para quem deseja se aventurar na jogatina em 4K sem comprometer completamente as finanças. Baseada na arquitetura RDNA 4, a placa entrega 16 GB de memória GDDR6 e uma evolução robusta em relação às gerações passadas, especialmente no desempenho de Ray Tracing e no processamento acelerado por inteligência artificial.

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A Radeon RX 9070 XT é a atual GPU mais forte da AMD (Imagem: ASRock/Reprodução)

Embora jogos extremamente pesados e mal otimizados possam exigir o acionamento do FSR 4 para manter um bom desempenho nessa resolução alta, ela sobra com folga na maioria dos títulos modernos em rasterização, e ainda encara Ray Tracing com certas ressalvas. É a escolha ideal para o jogador entusiasta que busca o equilíbrio perfeito entre o investimento financeiro, ótimo desempenho e mantendo boa fidelidade gráfica em 4K.

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2. NVIDIA GeForce RTX 5080

Subindo para o segmento de alto desempenho, a NVIDIA GeForce RTX 5080 representa um salto considerável sobre a melhor GPU da AMD. Equipada com a arquitetura Blackwell e módulos de memória GDDR7, essa GPU foi projetada para ir muito bem em 4K. Ela consegue encarar muitos jogos em 4K nativo, mas naqueles mais exigentes, não tem como fugir do DLSS 4, principalmente considerando Ray Tracing, mas principalmente Path Tracing.

A RTX 5080 já custou menos de R$ 10.000, esse não é mais o caso na crise atual (Imagem: Brenno Barreira/Canaltech)

Para quem não aceita menos do que a melhor qualidade gráfica nos games mais exigentes hoje e quer usufruir de recursos de IA de ponta, a RTX 5080 justifica seu posicionamento premium entregando uma experiência que equilibra bem desempenho e qualidade gráfica, custando cerca de R$ 10.000.

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3. NVIDIA GeForce RTX 5090

No topo absoluto das GPUs para games hoje, a NVIDIA GeForce RTX 5090 é o ápice do que o dinheiro pode comprar, direcionada para quem simplesmente quer o melhor hardware disponível hoje, custe o que custar. Ostentando incríveis 32 GB de memória GDDR7 em uma interface de barramento de 512 bits, esse monstro destrói qualquer barreira de desempenho, permitindo jogar em 4K nativo com taxas de atualização altíssimas e todos os filtros possíveis ativados simultaneamente.

A RTX 5090 é a melhor GPU para games e isso é fato (Imagem: MSI/Reprodução)

O poder bruto de processamento de seus núcleos Blackwell é tão grande que ela atropela games com Path Tracing embora ainda precise do DLSS 4.5. Não se trata apenas de uma placa de vídeo para rodar os jogos de hoje com folga, mas sim de uma placa de vídeo totalmente preparada para o futuro não só em jogos, como também em aplicações pesadas e, claro, IA. Tudo isso por preços que começam em R$ 24.000 e podem passar de R$ 30.000, dependendo do modelo.

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5 melhores jogos para testar PC gamer em QHD

2 August 2026 at 20:03

Quem busca por um monitor com a resolução 2560x1440, também conhecida como QuadHD, quer maior fidelidade gráfica em relação ao Full HD. Essa quantidade de pixels na tela tem sido a configuração intermediária para os PC gamers, proporcionando ótima qualidade gráfica, especialmente em uma tela de 27 polegadas, pela densidade de pixels, como também altas taxas de FPS, algo que não é tão simples em 4K.

Enquanto o 1080p costuma sobrecarregar a CPU, em QHD a placa de vídeo passa a ser o componente mais exigido, embora ainda exista um certo equilíbrio com o processador.

Para ajudar você a estressar o seu hardware e verificar a estabilidade do sistema, selecionamos os 5 melhores jogos para testar o seu PC gamer em QHD.

1. Cyberpunk 2077

Mesmo anos após o seu lançamento original, Cyberpunk 2077 ainda é um dos principais benchmarks para qualquer nível de PC. Na resolução QHD, a densidade visual de Night City ganha mais nitidez comparada com 1080p, mas cobra o seu preço.

O jogo é amplamente reconhecido por levar as tecnologias de Ray Tracing e Path Tracing ao limite, exigindo que a placa de vídeo processe reflexos em superfícies molhadas, iluminação global e sombras de alto nível em tempo real, empurrando o uso da GPU frequentemente para os 100%.

No entanto, engana-se quem pensa que o título da CD Projekt Red castiga apenas o chip gráfico. Devido à sua natureza de mundo aberto massivo, com inteligência artificial complexa para pedestres, tráfego intenso de veículos e transições dinâmicas de cenários, Cyberpunk 2077 também exige um processamento massivo por parte da CPU.

Testar sua máquina em 1440p permite avaliar perfeitamente o equilíbrio do desempenho do conjunto, garantindo que o processador consiga empurrar a GPU de forma fluida sem causar engasgos ou gargalos em áreas de aglomeração urbana.

2. Crimson Desert

Crimson Desert é exigente, mas bem otimizado. O game estabeleceu um novo patamar para os visuais de mundos abertos na atualidade, principalmente quando falamos de natureza. Rodar este título na resolução QHD revela a riqueza de detalhes do continente de Pywel, destacando uma física avançada de deformação do terreno, tecidos realistas e uma vegetação extremamente densa que reage dinamicamente ao vento e às ações dos personagens, como The Witcher 3 já fazia há uma década.

A imensidão dos cenários cria um ambiente de estresse constante sobre a largura de banda da memória RAM e a velocidade de leitura do SSD NVMe, eliminando qualquer margem para travamentos. Além disso, as transições fluidas entre a exploração de planícies e as cutscenes exigem que a placa de vídeo processe efeitos climáticos pesados em tempo real.

3. Forza Horizon 6

Forza Horizon 6 eleva a barra visual ao integrar o Ray Tracing diretamente durante a jogabilidade em mundo aberto, e não apenas no modo de visualização de garagem. Em 1440p, a combinação de alta velocidade com reflexos gerados por traçado de raios nas carrocerias dos carros e poças d'água cria uma experiência que impressiona. O hardware é desafiado a processar cenários vastos e detalhados que passam pela tela a mais de 300 km/h, exigindo renderização veloz sem margem para atrasos.

Esse dinamismo faz o jogo de corrida da Playground Games um excelente termômetro para verificar a estabilidade de quadros por segundo e o tempo de resposta (frametime) do seu sistema. Como as corridas envolvem múltiplos competidores e efeitos de iluminação em constante mudança sob diferentes condições climáticas, o jogo coloca à prova a eficiência da arquitetura da sua placa de vídeo em lidar com Ray Tracing em alta resolução sem depender exclusivamente de técnicas de upscaling. Uma performance fluida aqui indica um sistema perfeitamente calibrado para jogos de alta taxa de atualização em 1440p.

4. Pragmata

O grande destaque técnico de Pragmata está no uso intensivo de Path Tracing, principalmente em reflexos nas inúmeras superfícies reflexivas dos ambientes da estação espacial do game. Em QHD, isso resulta em ambientes ainda mais detalhados, mas com um preço altíssimo.

A aplicação do Path Tracing torna Pragmata um verdadeiro triturador de placas de vídeo em 1440p, sendo o teste pesadíssimo para os núcleos de aceleração de Ray Tracing da sua GPU, seja uma GeForce ou Radeon. O nível de estresse gráfico gerado por essa tecnologia obriga o uso de reconstrução de raios e exige bastante da memória de vídeo.

5. Spider-Man 2

A chegada de Spider-Man 2 aos PCs trouxe uma Nova York virtual com um nível de complexidade e fidelidade geométrica sem precedentes. Rodando em 1440p, os reflexos por Ray Tracing nas janelas de vidro dos arranha-céus e a iluminação global que interage com o balanço do "Miranha" transformam o visual do jogo em um espetáculo à parte. O título exige muito poder de processamento bruto da placa de vídeo para calcular a oclusão de ambiente e as sombras detalhadas de uma metrópole densamente povoada, algo que também pesa bastante na CPU.

Além do poder gráfico, a locomoção em alta velocidade pelos cenários através das teias ou das asas de teia impõe um desafio considerável ao armazenamento da máquina. O jogo usa ao máximo as tecnologias de streaming de assets direto do SSD, exigindo que o processador trabalhe em perfeita harmonia para descompactar dados em tempo real e evitar quedas brutas de performance.

Manter a estabilidade em Spider-Man 2 em 1440p com Ray Tracing ativado comprova que o seu PC possui um ótimo equilíbrio entre largura de banda, armazenamento e processamento gráfico.

Essa lista poderia ser ainda maior com jogos como Horizon Forbidden West, Resident Evil Requiem, Alan Wake 2, Red Dead Redemption 2, entre outros, mas são estes os melhores jogos para testar o PC gamer em QHD que o Canaltech escolheu:

  1. Cyberpunk 2077
  2. Crimson Desert
  3. Forza Horizon 6
  4. Pragmata
  5. Spider-Man 2

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5 placas de vídeo NVIDIA que envelheceram melhor que o esperado

2 August 2026 at 18:31

Por muito tempo houve discussões sobre como a NVIDIA "capava" as placas de vídeo mais antigas via driver. Independentemente da veracidade dessa discussão, vários anos se passaram e a maioria dessas GPUs já não rendem bem atualmente, seja pela falta de força, ou mesmo pela limitação de VRAM, mas algumas ainda resistem ao teste do tempo e têm bala na agulha hoje.

Vamos dar uma olhada em 5 placas de vídeo da NVIDIA que envelheceram bem, não se restringindo somente às antigas, já que nossa lista conta com GPUs relativamente modernas também.

5. GTX 1080 Ti

Quando foi lançada em 2017, a GTX 1080 Ti já era um colosso em termos de desempenho. Anos depois, o modelo topo de linha da arquitetura Pascal continua surpreendendo. Embora em força bruta de processamento gráfico ela se aproxime de modelos de entrada atuais, como a RTX 3060 de 12 GB, seu grande trunfo continua sendo a memória: 11 GB GDDR5X.

Essa margem generosa de VRAM permite que a 1080 Ti continue rodando títulos modernos em 1080p e até 1440p sem sofrer com gargalos de textura ou stuttering que afetam até placas de 8 GB que vieram depois. Mesmo sem núcleos dedicados a Ray Tracing ou suporte nativo ao DLSS, a lendária GTX 1080 Ti se recusa a morrer.

4. RTX 3050 (8 GB)

A RTX 3050 enfrentou desconfiança em seu lançamento por ser uma GPU focada no segmento de entrada de sua geração. Contudo, o tempo provou o valor da versão de 8 GB de VRAM (diferente da variante posterior de 6 GB, que cortou especificações cruciais).

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Para quem busca estabilidade de desempenho em 1080p, os 8 GB de memória de vídeo oferecem o buffer necessário para segurar texturas no alto sem estourar o limite da placa. Somado a isso, a presença dos Tensor Cores dá acesso ao DLSS, garantindo uma sobrevida muito superior à de suas antecessoras diretas.

3. RTX 3080 (12 GB)

Lançada originalmente com 10 GB de VRAM, uma escolha bastante criticada para o segmento high-end, a RTX 3080 ganhou uma revisão posterior que foi bem recebida: a versão com 12 GB de VRAM e barramento levemente expandido (384-bit).

Essa versão corrigiu o único ponto fraco do modelo original. Com poder bruto de sobra para encarar jogos pesados em 1440p com taxa de quadros alta (e até arriscar o 4K em títulos mais leves), os 2 GB extras de VRAM deram à placa margem para durar por mais um tempo.

2. RTX 4090

Pode parecer cedo para falar sobre o envelhecimento de uma placa da série RTX 40, mas a RTX 4090 já se consolidou como um marco divisor de águas. O salto de desempenho entregue pela arquitetura Ada Lovelace nesse topo de linha foi tão grande que a placa continua no topo da lista de performance por um longo período.

Com 24 GB de VRAM GDDR6X, poder computacional enorme e suporte completo às tecnologias de renderização neural da marca (incluindo avanços como DLSS 4 e o Frame Generation de última geração), a RTX 4090 é o tipo de GPU que continuará entregando desempenho de ponta em 4K por anos, ignorando os requisitos crescentes da indústria.

1. RTX 3060 (12 GB)

No topo da nossa lista está a placa que herdou o espírito da lendária GTX 1060, mas com uma vantagem crucial: a NVIDIA decidiu equipá-la com 12 GB de VRAM para responder ao mercado na época. Essa decisão aparentemente despretensiosa garantiu à RTX 3060 12 GB uma longevidade espetacular.

Enquanto modelos mais fortes da mesma geração (como a RTX 3060 Ti ou a RTX 3070) começaram a esbarrar em limites de memória em lançamentos recentes pesados, a RTX 3060 segue firme e forte (obviamente com menos poder de fogo). A combinação de um chip equilibrado, suporte ao DLSS e um buffer de memória de respeito faz dela a GPU intermediária que melhor envelheceu nos últimos anos. Esse pode até ser um dos motivos do retorno da RTX 3060 de 12 GB.

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Assim como na matéria sobre as GPUs da NVIDIA que envelheceram mal, o ponto aqui é o mesmo: VRAM é importantíssimo e pode ditar como uma placa envelhece. As placas de vídeo listadas aqui têm poder de fogo e memória suficientes para ir além do seu prazo de validade, sendo boas até hoje, anos depois de seus lançamentos.

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Review Samsung Odyssey G9 | OLED com tela curva de 49 polegadas e muita imersão

1 August 2026 at 22:03

Existem diferentes níveis de imersão em games devido à variedade de monitores disponíveis no mercado. Eu já experimentei modelos com tela curva de 37 polegadas e VA e um monstro de 57 polegadas com tecnologia Mini LED. Agora chegou a vez de ver como o OLED se comporta nesse tipo de tela com o Samsung Odyssey G9, um monitor de 49 polegadas que proporciona muita imersão em games e aumento de produtividade.

Depois de um mês usando o gigante Acer Predator Z57, grande o suficiente para quase abraçar o usuário na mesa, passei um tempo com o Samsung Odyssey G9. Aqui, eu trago minhas impressões com esse monitor, mas é inevitável a comparação com o outro modelo (que não é rival direto), já que, coincidentemente, ambos chegaram um depois do outro e focam em painel curvo.

Prós

  • Design fino e elegante
  • Tela OLED de alta velocidade
  • Antirreflexo muito eficiente
  • Apesar de grande, não ocupa toda a mesa
  • Preço competitivo para a categoria

Contras

  • Fonte externa gigante
  • Falta calibração melhor nas cores do OLED
  • Escurecimento automático da tela pode atrapalhar

Design e construção

O Samsung Odyssey G9 vem na cor prata, como muitos monitores da fabricante, e tem um design enxuto, elegante e muito fino, num nível que impressiona. Isso é possível já que sua fonte é externa (entre outros motivos) e não é uma qualquer: é um trambolho retangular gigante, maior do que uma fonte de um notebook gamer com uma GeForce RTX 5080, por exemplo. Nas minhas fotos, fiz questão de deixá-la em cima da mesa para você ter uma ideia.

A base do monitor segue um design já conhecido da Samsung, como o presente no monitor 3D da marca, entre outros. Ele é grande, já que precisa sustentar uma tela bastante comprida com quase 1,20 m. Mesmo sendo um monitor enxuto no design, ele não é nada leve, pesando 12,6 kg.

Por ser um monitor curvo enorme, o Odyssey G9 oferece ajustes simples. É possível alterar a altura da tela e a inclinação somente. Lembra que falei que a comparação com o Acer Predator Z57 seria inevitável? Então, ele, mesmo sendo consideravelmente maior, ainda permite ajuste de rotação em um nível que muitos monitores tradicionais não entregam, mesmo exigindo um espaço absurdo para girar uma tela daquele tamanho.

Tela e qualidade de imagem

Aqui entra o maior destaque do Odyssey G9. Por mais que eu tenha tido um nível de imersão sem igual com o monitor da Acer, a qualidade da imagem deixava a desejar por conta da mistura de VA com Mini LED em zonas escuras. No modelo da Samsung, isso não é um problema, já que temos OLED, o melhor painel hoje (embora QD-OLED ainda vá um passo além). Apesar de ser muito superior, existe um probleminha.

O Odyssey G9 tem o design mais enxuto e bonito que já vi em um monitor curvo - Raphael Giannotti

Eu tenho testado diferentes telas, seja em monitores para PCs de mesa, ou ainda em notebooks high-end. Por isso, tenho uma base de comparação considerável e devo dizer que os ajustes da Samsung não me convenceram. Mesmo com HDR10+, as cores não são tão vivas como em outras telas com OLED, como o Dell XPS 13 de 2025, por exemplo.

Em geral, a imagem é bonita, claro. Afinal, junto do painel OLED, temos a resolução Dual QuadHD (5120x1440) na proporção 32:9 (super ultrawide), que é uma grande quantidade de pixels na tela, com densidade de pixels por polegada de 110 (PPI), o que acaba gerando um alto nível de nitidez. Isso não só é muito bem-vindo em jogos, mas também para trabalhar, já que você não verá caracteres e ícones serrilhados, muito importante se seu foco primário é profissional. E falando nisso, esse tamanho de tela permite deixar, pelo menos, quatro janelas de bom tamanho abertas, o que é ótimo para a produtividade.

O Odyssey G9 tem uma funcionalidade interessante. Após 10 minutos sem nada se mexer na tela, ela apaga (não totalmente) para economizar energia, mas existe um problema (pelo menos em meu uso). Como costumo usar quase tudo em modo escuro, incluindo o Bloco de Notas do Windows 11, onde sempre faço meus rascunhos (viva o auto-save), a tela não reconhece a movimentação dos caracteres enquanto escrevo e escurece, sendo necessário mover algo maior na tela para o brilho voltar. Confesso que isso me irritou um pouco, já que passei semanas com isso acontecendo e não existe uma forma de configurar essa função.

Fechando essa seção da tela, preciso elogiar a película antirreflexo que a Samsung colocou aqui. Eu trabalho de frente para uma janela (que fica a mais de 5 metros de distância), então posso adiantar que muitas telas falharam nesse teste, principalmente os OLED, mas esse não é o caso do Odyssey G9. Na verdade, é o melhor antirreflexo que já vi; não atrapalhou nem mesmo na hora de jogar um game escuro de dia.

Especificações técnicas do Samsung Odyssey G9

Tela

  • Tamanho: 49 polegadas
  • Tipo de Painel: OLED, curvo (1800R)
  • Resolução: 5120 x 1440 (DQHD)
  • Proporção de Tela: 32:9
  • Revestimento da Tela: Antirreflexo (fosco)

Desempenho

  • Taxa de Atualização: 240 Hz
  • Tempo de Resposta: 0,03 ms (GTG)
  • Contraste: 1,000,000:1
  • Brilho: 250 cd/m²
  • Tecnologia de Sincronização: AMD FreeSync Premium e NVIDIA G-Sync

Cor e imagem

  • Gama de Cores: CDI-P3 99%
  • Profundidade de Cor: 1 bilhão de cores
  • Suporte a HDR: HDR10

Conectividade

  • Portas de Vídeo: 1 x DisplayPort 1.4 e 2 x HDMI 2.1
  • Portas USB: Tipo-C 3.2 Gen 1
  • Conector de energia
  • Conector de fone de ouvido

Recursos e informações adicionais

  • Proteção Ocular: Sim
  • Ajustes Ergonômicos: Altura, inclinação
  • Picture in Picture: Sim (e PBP)
  • Montagem VESA: Compatível com 100 mm x 100 mm
  • Black Equalizer: Sim
  • Alto-falantes: Não
  • Consumo de energia: 200W (máximo)

Dimensões e peso

  • Dimensões com Suporte: 119,4 cm de largura x 28,4 cm de profundidade x 52,9 mm de altura
  • Peso com base: 12,9 kg
  • Peso sem base: 9,2 kg

Usabilidade e compatibilidade

Na minha review do Acer Predator Z57, eu deixei bem claro que montar uma tela daquele tamanho, sozinho, era quase um tormento. Cheguei até a machucar minha lombar. O Odyssey G9 é menor e mais leve, mas nem tanto assim. Como qualquer monitor, basta pegar a base e encaixar na traseira que já está tudo pronto, o problema mesmo é tirá-lo da caixa e colocá-lo na mesa. Essa é a desvantagem desses monitores gigantes.

OLED é sempre incrível, mas eu já vi ajustes melhores em outros painéis - Raphael Giannotti

Como acontece em diferentes modelos, a Samsung coloca o controlador do menu da tela na parte traseira, o que acaba dificultando na hora de mudar configurações. Muitos monitores deixam esse controle logo abaixo da tela, às vezes abaixo da logo da marca, facilitando o acesso. Acho que está na hora de rever essa questão.

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Em relação à compatibilidade, isso é algo que adicionei para os monitores super ultrawide. A proporção 32:9 não é, nem de longe, algo popular. Ainda vemos o 21:9 tendo problemas de compatibilidade com jogos, e essa questão é pior nessa proporção maior. Muitos títulos modernos já oferecem suporte, mas mesmo nesses que funcionam, nem tudo é mil maravilhas.

A esmagadora maioria não tem cutscenes em 32:9, já que eles reduzem para 21:9 (ou até mesmo 16:9, dependendo do jogo), algo que já quebra a imersão. Elementos de HUD nem sempre estão na melhor posição da tela gigante. E, o pior para mim, imagem esticada nos cantos da tela.

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Notei isso em diferentes jogos, Forza Horizon 6, que até cheguei a ilustrar na review do Acer, mas vi esse problema o tempo todo em Rocket League, o único game online que jogo, que fica com uma distorção considerável no carro se olharmos para ele no canto da tela em relação ao centro da tela. Isso não acontece em 16:9 e é um problema em qualquer monitor 32:9. No fim das contas, mesmo nos jogos que suportam essa proporção de tela, ainda existe algum problema.

Concorrentes

No Brasil, existem dois modelos do Samsung Odyssey G9. Um deles tem alto-falantes embutido e custa próximo de R$ 10.000 - e não foi esse o que eu recebi. O outro, que usei para esta análise, não dispõe de alto-falantes e sai na faixa dos R$ 8.100 (para efeito de curiosidade, quase R$ 10.000 a menos que o Acer Predator Z57).

Por esse preço, temos o LG UltraGear com painel OLED e tela curva de 45 polegadas. Esse modelo é 21:9 (resolução QHD), oferece taxa de atualização de 240 Hz, tempo de resposta de 0,03 ms, além de outras características parecidas com as do monitor da Samsung. Ele tem saído por cerca de R$ 8.000.

Compre o monitor LG UltraGear 45" OLED

Já a segunda indicação é da Acer, mas não o Predator Z57, e sim o X49, modelo com painel OLED, resolução Dual QuadHD também, além de 240 Hz e 0,03 ms. Esse modelo pode ser encontrado por volta de R$ 8.500.

Compre o monitor Acer X49

Vale a pena comprar o Samsung Odyssey G9?

Não restam dúvidas de que o monitor Samsung Odyssey G9 é uma das melhores opções com painel OLED em uma tela curva. A sua construção é a mais elegante e minimalista da categoria. Mesmo sendo grande, não ocupa muito espaço no setup.

Senti falta de ajustes mais refinados nas cores, algo que é até possível minimizar com paciência através das configurações.

De novo: esse é meu ponto de vista baseado nas minhas referências. Se você nunca viu um OLED na vida e ficou convencido, se prepare para um nível de imersão como você nunca teve, principalmente com a tela curva.

Compre o Samsung Odyssey G9

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Quanto de VRAM a GPU precisa para rodar jogos em QHD (1440p)?

1 August 2026 at 20:01

Nos últimos anos, a resolução QuadHD (2560x1440) se consolidou como o sweet spot do PC gamer entusiasta. Ela oferece um ganho considerável de nitidez em relação ao popular Full HD, mas sem exigir a potência extrema e o custo proibitivo necessários para rodar jogos em 4K nativo.

Com a rápida adoção da Unreal Engine 5 e de engines da geração atual, o apetite dos jogos por memória de vídeo subiu consideravelmente. Se em 1080p a discussão sobre a viabilidade dos 8 GB já gera polêmica, na resolução 1440p a margem para erros é ainda menor.

Por que 1440p exige mais VRAM que 1080p?

Para entender o consumo de memória em QHD, o primeiro passo é analisar a matemática dos pixels. De 1080p para 1440p existe um salto de 77,7% a mais de pixels a serem renderizados a cada segundo na tela. Essa diferença afeta diretamente os seguintes elementos alocados na VRAM:

  • Framebuffer e Z-Buffer: armazenam as informações de cor, profundidade e transparência de cada pixel. Em 1440p, esses buffers crescem na mesma proporção do aumento de resolução.
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  • Texturas em maior definição: qualquer asset conta com texturas mais definidas, o que impacta agressivamente a VRAM.
  • Efeitos de pós-processamento e sombras: sombras de alta resolução, oclusão de ambiente, reflexos e efeitos volumétricos demandam espaço adicional na memória de vídeo proporcional ao volume de pixels processados.

8 GB de VRAM em 1440p

Para títulos competitivos ou eSports leves, como Valorant, Counter-Strike 2, League of Legends ou Overwatch 2, uma GPU equipada com 8 GB de VRAM rodará em 1440p sem qualquer dificuldade. Sem contar os jogos indies e títulos AAA de anos atrás.

No entanto, o cenário muda drasticamente ao entrarmos no terreno dos jogos blockbuster modernos. Games como Alan Wake 2, Resident Evil: Requiem, Horizon Forbidden West e outros ultrapassam a barreira dos 8 GB em 1440p mesmo com gráficos no baixo.

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Quando a alocação necessária supera a capacidade física de VRAM da placa de vídeo, o sistema é forçado a utilizar a RAM do PC. Isso gera stuttering, fazendo com que o frametime oscile muito, transformando uma média de 60 FPS em uma experiência travada e desconfortável.

Além disso, sempre existe a chance de texturas borradas e pop-in, quando um elemento é carregado repentinamente na sua frente, aconteçam. A GPU, mesmo que tenha um chip gráfico potente o suficiente para a resolução, fica impedida de atingir seu desempenho real.

O fator Ray Tracing, Upscaling e Frame Generation

As tecnologias de renderização recentes também alteram o uso de memória.

Ray Tracing e Path Tracing

O Ray Tracing cria estruturas de aceleração (BVH) e buffers de raios que precisam ser mantidos na memória da GPU a todo instante. Ativar Ray Tracing em 1440p costuma adicionar entre 1,5 GB e 3 GB extras de consumo de VRAM em relação à rasterização tradicional.

Upscaling (DLSS/FSR/XeSS)

Ao utilizar o DLSS ou FSR no modo qualidade em 1440p, o jogo é renderizado internamente em 960p e apresentado em 1440p via IA. Isso diminui o tamanho dos buffers internos de renderização, economizando entre 500 MB e 1,5 GB de VRAM, um alívio essencial para placas que estão no limite.

Frame Generation

Em contrapartida, ativar a geração de quadros exige a criação de vetores de movimento e buffers temporais adicionais para a interpolação das imagens. Em 1440p, esse recurso consome cerca de 1 GB a 1,5 GB a mais de VRAM, o que pode inviabilizar seu uso em placas de 8 GB.

Qual é a quantidade de VRAM necessária para 1440p

Com uma GeForce RTX 5070 em mãos, rodei alguns testes para mostrar como 12 GB de VRAM se comporta nessa resolução. Essa é uma GPU que tem alto poder de fogo e seria limitada só pela quantidade de memória de vídeo.

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Como podem ver, somente Resident Evil 9 exigiu o máximo da VRAM mesmo sem Ray Tracing; não houve margem nenhuma para um teste extra com a tecnologia de renderização. Vale notar que existem trechos mais leves que até exigem menos de 11 GB, mas o pico de 12 GB acontece.

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Já em Spider-Man 2, Crimson Desert e Forza Horizon 6, deu até para ativar o Ray Tracing e, mesmo assim, a VRAM não foi consumida totalmente. Claro, nesses casos, é sempre boa a ajudinha de um frame gen (não é bem o caso da RTX 5070 nesses jogos, já que ela entrega ainda mais de 60 FPS nativamente), que vai exigir mais memória.

Conclusão

12 GB de VRAM é o patamar de entrada seguro para QuadHD hoje, garantindo estabilidade na esmagadora maioria dos títulos gráficos recentes. Mas não dá para negar que 16 GB é a escolha definitiva para longevidade. Se o seu objetivo é manter a placa de vídeo por vários anos, jogar com texturas no máximo e desfrutar de tecnologias como Ray Tracing e geradores de quadros sem limitações, escolha modelos de 16 GB.

Evite placas de 8 GB se o foco for 1440p. As exceções são jogos competitivos leves, indies e títulos antigos. Investir em uma GPU de 8 GB em 2026 para rodar em 1440p resultará em limitações visuais e comprometerá a vida útil do seu setup.

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Intel supera limite da física e pode iniciar era dos chips hipergrandes

31 July 2026 at 22:44

A Intel anunciou um avanço importante no segmento de semicondutores ao superar a chamada "parede de encapsulamento", obstáculo físico que limitava o tamanho e a densidade de chips de alto desempenho. A inovação abre espaço para a fabricação de chips hipergrandes (Hyper-Large Form Factor ou HLFF), capazes de alcançar dimensões de 240 mm x 240 mm; o equivalente a mais de 24x o limite de retícula padrão da indústria.

Com a desaceleração da Lei de Moore, a indústria migrou dos chips monolíticos para a arquitetura de chiplets, onde pequenos blocos de silício são interconectados em uma única estrutura. Contudo, quanto maior o tamanho do encapsulamento, maior é o risco de falhas operacionais na produção.

O principal entrave técnico está no material de selagem (underfill), resina injetada para preencher as frestas entre os microchips e o substrato. Em designs tradicionais, a resina percorre distâncias curtas de até 43 milímetros. Em superfícies massivas, como essa novidade da Intel, o fluido enfrenta forte resistência ao escoamento, o que favorece o surgimento de bolhas de ar que comprometem tanto a dissipação de calor quanto as conexões elétricas.

Tecnologia enfrenta desafios físicos

Para resolver o problema, a equipe de engenheiros da Intel na fábrica Fab 9, em Rio Rancho (Novo México), desenvolveu uma solução coordenada em três frentes. Primeiramente, os pesquisadores criaram uma resina com menor viscosidade, permitindo que o material flua por trajetos mais longos sem perder a integridade mecânica.

Intel-Advanced-Packaging

Em segundo lugar, a empresa reformulou a estratégia de aplicação do fluido, substituindo a injeção lateral por uma dispensação em múltiplos pontos simultâneos, o que reduz drasticamente a distância que o selante precisa percorrer. Por fim, o processo de cura térmica foi otimizado para acabar com eventuais microbolhas remanescentes, garantindo estruturas totalmente livres de defeitos.

Nos testes práticos, a Intel validou com sucesso encapsulamentos EMIB com mais de 5x a escala de retícula, abrigando 18 dies e 12 memórias HBM, além de estruturas que superam 7x a escala tradicional. A tecnologia de empilhamento 3D Foveros também alcançou resultados perfeitos em escalas de 2x e 4x. Com este avanço, a fabricante projeta expandir seus pacotes de empacotamento avançado para mais de 12x a retícula até 2028, viabilizando o uso de substratos de vidro e impulsionando supercomputadores de inteligência artificial de próxima geração.

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Quantos Hz precisa ter um monitor ideal para jogar?

25 July 2026 at 13:31

Na hora de montar ou atualizar o setup gamer, a escolha do monitor frequentemente coloca o usuário diante de uma sopa de letrinhas e números nas especificações. Entre resolução, tipo de painel e tempo de resposta, a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), se destaca como um dos fatores mais determinantes para a fluidez da jogabilidade.

Essa métrica indica quantas vezes por segundo a tela é capaz de renovar a imagem exibida, impactando diretamente a percepção de movimento e o tempo de reação do jogador durante a jogatina.

Historicamente, o padrão de 60 Hz reinou absoluto por décadas. No entanto, a evolução das placas de vídeo e a exigência por maior competitividade transformaram o mercado, empurrando a indústria a adotar frequências cada vez mais altas, passando de centenas de Hertz.

Para entender qual é o número ideal, é preciso alinhar a categoria dos jogos preferidos ao poder de processamento do hardware disponível, evitando investimentos desnecessários ou gargalos de desempenho.

60 Hz: o padrão mínimo e suas limitações

A taxa de 60 Hz representa o padrão mínimo moderno e, por muito tempo, foi o objetivo máximo de desempenho para qualquer jogador de console ou PC. Nessa frequência, a tela atualiza a imagem a cada 16,6 milissegundos, um intervalo de tempo generoso que permite até mesmo aos painéis LCD mais simples e baratos alterarem a cor dos seus pixels sem apresentar problemas graves de rastros na tela.

Para quem foca o orçamento em placas de vídeo de entrada ou prefere jogar títulos focados em narrativa, games de estratégia e simuladores, os 60 Hz entregam uma experiência satisfatória e muito jogável.

Por outro lado, o avanço tecnológico transformou essa taxa em algo bem aquém do que é possível hoje, mesmo em PCs de entrada. Em títulos que exigem movimentação rápida de câmera ou respostas reflexivas imediatas, a barreira dos 60 Hz impõe uma limitação física perceptível: a imagem borra com facilidade durante giros rápidos e a transição entre os quadros perde a nitidez.

Além disso, o tempo de resposta do sistema fica severamente limitado por essa janela de atualização mais longa, criando uma sensação de comandos "pesados" ou levemente atrasados se comparados a qualquer monitor que opere em frequências superiores.

Caso tenha um monitor de 60 Hz e coragem, dá até para fazer um overclock simples.

120 Hz como o novo padrão da indústria

Atualmente, 120 Hz deixou de ser um recurso premium (como era no passado) para se posicionar como o ponto de partida para qualquer experiência gamer digna. A diferença visual ao saltar do básico 60 Hz para 120 Hz é brutal e perceptível imediatamente, até mesmo na movimentação do cursor do mouse na área de trabalho.

Nos jogos, essa quebra de barreira elimina grande parte do desfoque de movimento, tornando transições de câmera mais suaves e ambientes dinâmicos muito mais nítidos.

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Para títulos de ação em terceira pessoa, jogos de corrida e campanhas imersivas de RPG, essa frequência entrega o equilíbrio perfeito entre qualidade visual e fluidez. Além disso, o mercado absorveu essa tecnologia de forma tão eficiente que os custos de fabricação despencaram, tornando os monitores de 120 Hz ou 165 Hz opções extremamente acessíveis e com excelente custo-benefício para a maioria dos jogadores.

Cenário competitivo: a necessidade de 240 Hz para cima

Quando o foco muda para o cenário competitivo e jogos de tiro em primeira pessoa, como Valorant, Counter-Strike 2 e Apex Legends, cada milissegundo conta. É nesse nicho que os monitores de 240 Hz ou mais mostram seu real valor.

O principal benefício aqui não é apenas o ganho na fluidez, mas sim a redução drástica do input lag (o atraso entre o comando no periférico e a resposta na tela) e a atualização em tempo quase real da posição dos adversários.

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Ainda que o olho humano não veja tudo isso com clareza, ou seja, a diferença de 120 Hz para 240 Hz é menos impactante do que de 60 Hz para 120 Hz, atletas de eSports e jogadores dedicados conseguem extrair vantagens competitivas reais desse nível de desempenho. A fluidez extrema permite rastrear alvos em movimento rápido com maior precisão, transformando a estabilidade da imagem em frações de segundo decisivas para a vitória.

O casamento obrigatório entre Hz e FPS

De nada adianta adquirir o painel mais veloz do mercado se o restante do computador não conseguir acompanhar o ritmo. A taxa de atualização do monitor estabelece o teto físico de quadros que podem ser exibidos, mas quem gera esses quadros é o conjunto de processador e placa de vídeo.

Se o monitor opera a 240 Hz, mas o hardware do computador só entrega 90 quadros por segundo em um jogo pesado, a experiência visual real será limitada aos 90 FPS máximos, gerando desperdício do potencial da tela.

Para evitar os rasgos na imagem (tearing) quando essas taxas não estão perfeitamente sincronizadas, tecnologias como AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync tornaram-se obrigatórias. Elas ajustam dinamicamente os Hertz do monitor à taxa de quadros produzida pela GPU em tempo real. Portanto, tudo é uma questão de equilíbrio.

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Intel admite erro e trará multithreading de volta em 2028 com CPUs Coral Rapids

24 July 2026 at 23:06

A Intel abandonou a tecnologia Hyper-Threading nas últimas gerações de seus processadores, algo que levou a empresa a se arrepender, já que causou "desvantagem competitiva" contra a rival AMD. Agora, o CEO, Lip-Bu Tan, afirmou que a tecnologia voltará com os processadores Coral Rapids, que equiparão a 8ª geração de CPUs Xeon para data centers. Apesar da boa notícia, nada foi dito sobre os modelos da linha Intel Core para PC.

Em reunião com acionistas, o chefe da Intel diz que continuam "trabalhando para aumentar a competitividade" contra sua maior rival (AMD, a sigla que a Intel não menciona). Na ocasião, ele menciona que multi-threading retornará com os Xeon Coral Rapids, que estão sendo preparados somente para 2028, já que o mercado ainda receberá os Xeon 7 Diamond Rapids, que não terão SMT.

Hyper-Threading é essencial em data centers

A ideia de tirar o Hyper-Threading veio como uma tentativa de economizar espaço no chip e gastar menos energia, focando no desempenho por núcleo individual. Só que, enquanto isso podia até passar batido em desktop, a história foi bem diferente nos servidores. O mercado corporativo depende totalmente do processamento em paralelo para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo, e a falta desse recurso fez a Intel perder força onde o bicho pega.

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Com os Xeon 7 Diamond Rapids ainda sem o recurso, a Intel vai ter que aguentar a pressão dos processadores EPYC da AMD por mais algum tempo, já que a rival consegue entregar muito mais threads lógicos por processador. Trazer o recurso de volta só em 2028 com os Coral Rapids mostra que a empresa reconhece a pisada de bola e quer correr atrás do prejuízo para ser relevante novamente em data centers de alto desempenho.

A expectativa é que esses novos Xeon já estreiem em litografias bem avançadas da marca, como o node Intel 14A, o que daria a margem necessária no silício para reintroduzir a tecnologia sem sacrificar o consumo. E embora o anúncio tenha sido totalmente voltado para servidores, o retorno do multithreading nessa linha abre brecha para que a tecnologia também acabe voltando para as CPUs de PC no futuro, algo já mencionado em rumores.

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Placas AMD e Intel da Gigabyte ganham compatibilidade com DDR5 da chinesa CXMT

24 July 2026 at 22:12

A Gigabyte anunciou oficialmente o suporte para módulos de memória DDR5 baseados nos chips da fabricante chinesa CXMT (ChangXin Memory Technologies) em sua linha completa de placas-mãe. A iniciativa é uma saída para enfrentar a escassez desse componente, que fica cada vez mais caro, oferecendo maior flexibilidade e disponibilidade de componentes aos consumidores.

Para os sistemas baseados em processadores AMD, a novidade chega para as placas-mãe AM5 nas séries 600 e 800. O suporte é liberado por meio de uma atualização de BIOS baseada na versão do firmware AGESA 1.3.0.1c, combinada com os recursos proprietários de otimização de memória da Gigabyte.

Com este ajuste, as plataformas AMD passam a operar de forma estável com módulos de 16 Gb e 24 Gb, alcançando velocidades de até 8.200 MT/s, assim como memórias de grandes marcas já conhecidas.

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Chipsets mais recentes da Intel também ganham suporte pela Gigabyte

Já nas plataformas Intel, que abrangem os chipsets das séries 700 e 800, a compatibilidade com as memórias da CXMT está disponível de fábrica através das versões atuais da BIOS que já acompanham os produtos, sem a necessidade de baixar novos arquivos ou realizar procedimentos adicionais.

A movimentação da Gigabyte acompanha uma tendência recente do segmento, em que grandes marcas de hardware passam a colocar a CXMT como quarta força relevante na fabricação mundial de chips DRAM, ao lado de gigantes como Samsung, SK Hynix e Micron.

No momento, sabemos somente da Corsair como uma das grandes marcas que adotaram módulos da CXMT em suas memórias, com disponibilidade inicial somente no mercado chinês. Com a atual situação crítica, é bem provável que a tecnologia chinesa chegue ao mercado global com o tempo e com novas parceiras.

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Microsoft pressiona e faz LG remover anúncios de McAfee em monitores

24 July 2026 at 19:11

Após uma onda de críticas da comunidade e de sites, a LG concordou em desativar os anúncios do antivírus McAfee que eram exibidos pelo aplicativo oficial de seus monitores no Windows. A mudança foi confirmada por Pavan Davuluri, executivo da Microsoft, em resposta ao CEO da Epic Games, intervindo diretamente com a fabricante sul-coreana após investigações do canal Gamers Nexus diante das reclamações dos usuários.

O problema veio à tona quando testes mostraram que, ao conectar certos monitores da LG, incluindo modelos de ponta como o OLED UltraGear 34GX900A-B e o UltraFine 32UN880-B, o Windows Update baixava e instalava automaticamente o utilitário LG Monitor App Installer. O processo acontecia de maneira silenciosa no segundo plano, sem qualquer aviso prévio ou solicitação de autorização do usuário.

Caso trouxe preocupações com privacidade do usuário

Uma vez instalado, o programa da LG passava a exibir anúncios em formato pop-up na inicialização do sistema para promover assinaturas pagas do antivírus McAfee. Testes mostram que as notificações comerciais surgiram em 31 de 32 reinicializações do computador. A prática gerou indignação não apenas pelo incômodo dos anúncios indesejados, mas também por preocupações com a privacidade, já que o aplicativo exigia amplas permissões no Windows.

Em posicionamento inicial, a LG declarou que a instalação do antivírus em si exigia o clique do usuário e não ocorria de forma autônoma. No entanto, a exibição frequente das ofertas foi considerada invasiva, levando a Microsoft a intermediar o fim da exibição dessas mensagens.

Apesar da remoção das ofertas comerciais, a medida soluciona apenas parte do problema, já que o sistema operacional da Microsoft continua permitindo que fabricantes de periféricos instalem softwares adicionais via Windows Update sem o consentimento explícito de quem utiliza o computador.

A Microsoft está revendo diversas de suas práticas, principalmente envolvendo bloatware no Windows 11, e planeja até mesmo mudar a forma como faz suas aplicações hoje.

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Zen 7 e Zen 8: veja o que esperar das novas arquiteturas de CPU da AMD

24 July 2026 at 18:07

Enquanto a arquitetura de CPUs Zen 6 não chega oficialmente ao mercado, a AMD anunciou oficialmente as futuras gerações e quando elas chegam, com foco total em data centers para IA. Durante o evento Advancing AI, a CEO Lisa Su detalhou o roadmap para os próximos anos, confirmando o lançamento da arquitetura Zen 7 para 2028 e revelando que a sucessora Zen 8 já se encontra em estágio de desenvolvimento com previsão de estreia para 2030.

A arquitetura Zen 7 fará sua estreia no mercado corporativo através da 7ª geração de processadores para servidores AMD EPYC, batizada de "Florence". Programados para 2028, esses chips serão produzidos em litografia de última geração, que não foi detalhada pela AMD, e oferecerão opções de núcleos tradicionais (Zen 7) e otimizados para alta densidade computacional (Zen 7c).

CPUs EPYC feitos em Zen 7 usarão dois sockets

A família Florence trará compatibilidade com tecnologias de memória avançadas, como os padrões MRDIMM e LPDDR, além de trazer as novas instruções ACE (AI Compute Extensions), funcionalidade desenvolvida através da parceria com a Intel para acelerar matrizes e padronizar recursos de inteligência artificial na arquitetura x86.

Para atender às diferentes necessidades dos data centers, a linha Florence estará dividida entre duas plataformas: o soquete SP7, projetado para oferecer a máxima contagem de núcleos e desempenho bruto, e o SP8, focado na eficiência e na otimização do custo total do sistema.

Olhando ainda mais adiante, a AMD confirmou o desenvolvimento da 8ª geração de chips EPYC, de codinome "Ravenna", que será impulsionada pela arquitetura Zen 8 e lançada em 2030.

A estratégia no segmento de aceleradores de IA Instinct acompanhará essa evolução em ritmo anual, com a série MI500 em 2027 (com memórias HBM4e) e a série MI600 em 2028, baseada na arquitetura CDNA Next.

Infelizmente, para o público geral e, principalmente, gamer, não houve qualquer menção sobre os novos Ryzen baseados em Zen 6, que estão prometidos ainda para 2026, e muito menos sobre as novas placas de vídeo Radeon,  com a RX 9070 GRE sendo a mais recente novidade.

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Steam libera compra de jogos sem cadastro e entre regiões; veja como funciona

24 July 2026 at 14:41

A Valve divulgou uma atualização importante nas regras de presentes do Steam, facilitando de forma significativa o envio de jogos entre usuários de diferentes partes do mundo. A mudança encerra uma limitação histórica da plataforma e simplifica o processo para quem não possui conta ativa.

Anteriormente, o envio direto de jogos como presente era travado quando havia diferenças nos preços regionais entre o país do comprador e o do destinatário. Por conta disso, os usuários precisavam recorrer à compra de gift cards digitais para que o valor fosse convertido e creditado na carteira do amigo no exterior.

Com a atualização, o Steam passa a permitir o presente direto entre regiões distintas. A plataforma ajusta e calcula automaticamente o valor final com base no preço local da região do destinatário durante a etapa do checkout. Isso elimina a necessidade de depender exclusivamente dos gift cards para presentear amigos que moram em outros países.

Compra sem conta e envio por e-mail

Outra novidade nas mudanças que a Valve fez é a inclusão do checkout como convidado. Agora, compradores que não possuem uma conta no Steam, como pais e familiares que não jogam no PC, podem adquirir jogos diretamente para terceiros.

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O envio pode ser realizado inserindo apenas o e-mail do destinatário, que recebe um link para resgatar o título na plataforma. Caso o presente enviado por e-mail não seja resgatado em até 30 dias, a Valve realiza o reembolso automático do valor para o comprador.

Recentemente, a Valve trouxe uma outra mudança significativa em relação aos gift cards, mas os físicos que podem ser adquiridos em lojas. Visando o combate aos golpistas, a dona do Steam anunciou que está encerrando os cartões até o fim desse ano.

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NVIDIA RTX Spark chega no próximo trimestre com notebooks da ASUS e MSI

24 July 2026 at 13:41

O mercado de notebooks hoje é dominado por modelos equipados com processadores Intel e GPUs NVIDIA, com a AMD aumentando sua presença aos poucos (diferente dos desktops, onde domina). Logo mais, os usuários terão uma nova escolha a nível de hardware com o SoC RTX Spark, a aposta do Time Verde integrando CPU e GPU em um único encapsulamento. Os primeiros notebooks da ASUS e da MSI chegam já na nossa primavera, algo confirmado agora pela empresa de Jensen Huang.

No primeiro anúncio oficial, a NVIDIA já tinha dito que mirava no terceiro trimestre para o lançamento de sua nova tecnologia. Agora, na SIGGRAPH 2026, a empresa reforçou que isso acontecerá inicialmente com as parceiras ASUS e MSI, com a Acer e Gigabyte se juntando depois, embora não tenha ficado claro quanto tempo depois.

Destaques do RTX Spark

Diferente de qualquer notebook equipado com uma GPU da NVIDIA, os modelos com RTX Spark focam na eficiência e no tamanho compacto, já que não se trata mais de um chip gráfico dedicado que pode consumir mais de 100W, porque a integração acontece com o processador. Ou seja, estamos falando do clássico gráfico integrado, mas um bastante potente, segundo os próprios dados do Time Verde.

Feitos para agentes de IA e criadores de conteúdo, os notebooks com RTX Spark também são voltados para games. Afinal, a GPU pode ter até 6.144 núcleos CUDA baseados em Blackwell. É como se uma GeForce RTX 5070 estivesse dentro do encapsulamento onde fica também o processador. Ao que tudo indica, haverá níveis diferentes de configurações, então é possível que existam notebooks com potência gráfica indo desde uma RTX 5050 até uma RTX 5070. Isso ainda é algo que não foi confirmado pela NVIDIA.

Em relação aos processadores, os notebooks com RTX Spark terão até 20 núcleos da arquitetura Grace, feito pela Mediatek, especialista em Arm. Isso significa que existe uma chance de grande autonomia de bateria, algo que a NVIDIA diz que "dura o dia todo".

Olhando para o único notebook com CPU Arm que pude analisar até agora (ASUS Zenbook A14), não é difícil imaginar essa capacidade, já que ele ocupa a terceira posição no nosso teste de bateria, pouca coisa atrás dos outros dois primeiros.

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5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

18 July 2026 at 19:37

Quando uma franquia de games é muito grande, com vários títulos lançados, como Call of Duty, as chances de existirem jogos ruins são grandes. Assassin's Creed é uma dessas franquias, totalizando 14 jogos principais e vários spin-offs.

A icônica série da Ubisoft está de volta com Assassin's Creed Black Flag Resynced, um remake do 4º título principal, e agora é uma boa hora para lembrar dos piores títulos da franquia.

Assassin's Creed tem duas fases. A primeira delas vai do primeiro jogo até AC Syndicate, onde as mecânicas são basicamente as mesmas, com leves melhorias jogo a jogo. Já a segunda, mais conhecida como a era RPG de ação da franquia, começa com AC Origins e, por enquanto, vai até AC Shadows. No meio desses games, quantos ruins existem? Listamos os 5 piores jogos de Assassin's Creed.

5. Assassin's Creed

Não me entendam mal, Assassin's Creed foi pioneiro em muita coisa em 2008, o início de uma saga incrível que ficaria muito melhor nos três jogos seguintes (trilogia de Ezio Auditore), mas ele tem seus problemas. O primeiro deles, e esse é especialmente grave para pessoas não nativas da língua inglesa: a falta de legendas, nem que fosse em inglês mesmo.

Isso privou muitos jogadores pelo mundo de entender a história assim que o jogo saiu, já que era necessário entender tudo escutando. Fora esse problema que considero grave, o gameplay era bastante travado, mesmo para a época. Jogá-lo hoje vai fazê-lo, às vezes, querer jogar o controle na tela (e nem é soulslike)

4. Assassin's Creed Valhalla

Muitos jogadores se sentiram sobrecarregados com o tamanho de AC Odyssey, mas em 2020, não imaginávamos o que nos aguardaria. Assassin's Creed Valhalla chegou como um jogo massivo, em todos os aspectos: quantidade de missões paralelas e tamanho do mundo aberto são dois exemplos. Isso cansou muitos jogadores, mas a coisa só pioraria (nesse aspecto, pelo menos) nos anos seguintes.

O jogo continuou crescendo, ganhou expansões, eventos, missões relacionadas a outros jogos da franquia, quase virou um GaaS. Particularmente, achei tudo isso muito cansativo, principalmente porque era muito repetitivo. Cheguei em 60 horas de jogo e já não aguentava mais. Além disso, Valhalla sofria do mesmo problema do jogo anterior: não tinha cara de Assassin's Creed. De qualquer forma, é o maior sucesso comercial da franquia até agora.

3. Assassin's Creed Rogue

A trilogia icônica protagonizada por Ezio Auditore da Firenze é a única parte na história da franquia que continua uma narrativa com o mesmo personagem. Depois disso, o máximo que temos (com exceção de Kassandra de Odyssey) é a ligação com AC4 Black Flag, AC3 e AC Unity com Assassin's Creed Rogue.

Tudo isso soa bem interessante, mas acontece que, depois de três jogos com maior impacto, personagens marcantes (como Edward Kenway), AC Rogue não conseguiu inovar em nada e acabou sendo um jogo bem esquecível. Eu acredito que ele ainda diverte mais do que o número um da lista, mas ele poderia ser aquele caso do tipo "poderia ter resolvido por e-mail", sabe? Ele foi o último jogo antes da segunda grande mudança da série que aconteceria com Unity.

2. Assassin's Creed Unity

Eu fico dividido em relação a essa indicação nessa posição, mas não dá para negar que o lançamento de Assassin's Creed Unity foi um desastre, literalmente um Cyberpunk 2077 seis anos antes. O jogo tinha bugs que eram até engraçados e renderam muitos memes no mundo dos games de 12 anos atrás, mas muitos deles também quebraram o jogo, nos impedindo de progredir.

Diferente do número um abaixo, AC Unity é um bom jogo, com mecânica de parkour incrível para a época, gráficos belíssimos com cutscenes muito bem feitas, algo que foi se perdendo com os jogos seguintes. O multiplayer era legal, os personagens eram cativantes, os combates funcionavam bem, mas foi amaldiçoado pelo estado de lançamento.

1. Assassin's Creed Odyssey

Depois de acertar com Assassin's Creed Origins, mudando a fórmula completamente e deixando toda a grande base de jogadores desconfiados, a Ubisoft erra a mão com Assassin's Creed Odyssey. Apesar da ambientação incrível, aspecto em que, na minha opinião, o estúdio francês nunca errou em nenhum jogo, eles pisaram feio na bola com a necessidade de "grinding" super exagerado.

Você precisa passar muito tempo evoluindo para conseguir melhores equipamentos e chances de derrotar os inimigos mais fortes. Esse grinding, na maior parte do jogo, é necessário também até para progredir na história principal. Além disso, o combate não é bom como em AC Origins, que acabou sendo melhorado em Valhalla depois. Particularmente, acho os protagonistas um tanto chatos também. Para terminar, não parece um Assassin's Creed e, curiosamente, é o terceiro título mais vendido da franquia.

A franquia Assassin's Creed tem alguns outros jogos que poderiam até entrar para esta lista, como os spin-off Liberatio e Freedom Cry que, embora importantes para AC3 e AC4, não deixaram sua marca. Por isso, esse é o nosso top 5 piores jogos de Assassin's Creed:

  1. Assassin's Creed Odyssey
  2. Assassin's Creed Unity
  3. Assassin's Creed Rogue
  4. Assassin's Creed Valhalla
  5. Assassin's Creed

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HDMI ou DisplayPort? Qual é o melhor cabo para jogar no PC?

18 July 2026 at 18:33

Montar um PC gamer potente envolve escolher a melhor placa de vídeo, um processador de última geração e um monitor com alta taxa de atualização. No entanto, um detalhe crucial que muitas vezes passa despercebido é o cabo utilizado para interligar esses componentes. A escolha entre HDMI e DisplayPort pode ditar se você extrairá o potencial máximo do seu hardware ou se sofrerá com limitações invisíveis de desempenho.

Embora ambos os formatos cumpram a função básica de transmitir áudio e vídeo digitais, eles nasceram de filosofias diferentes. O HDMI foi criado por um consórcio de empresas de eletrônicos, dominando o mercado de TVs, consoles e home theaters. Já o DisplayPort foi desenvolvido pela VESA (Video Electronics Standards Association) com foco exclusivo nos computadores, visando atender às demandas técnicas específicas de telas de alta resolução e taxas de quadros extremas.

Largura de banda e a evolução das versões

Para entender qual é o melhor tipo de cabo para jogar no PC, é necessário olhar para as versões de cada tecnologia, já que a largura de banda determina a resolução e a taxa de atualização máximas suportadas. Monitores mais antigos equipados com DisplayPort 1.4 conseguem gerenciar resoluções de até 4K a 144 Hz ou 1440p a 240 Hz nativamente (ou além disso com o uso de tecnologias de compressão como DSC).

Por outro lado, placas de vídeo mais antigas limitadas ao HDMI 2.0 não conseguem passar de 4K a 60 Hz sem reduzir a fidelidade de cores da imagem, o que prejudica a experiência de leitura e nitidez no PC.

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O cenário mudou significativamente com a chegada do HDMI 2.1, que elevou a largura de banda para impressionantes 48 Gbps, permitindo jogos em 4K a 120 Hz ou até 144 Hz sem perdas, tornando-se o padrão ideal para consoles modernos e TVs de alta performance. No entanto, a VESA respondeu com o DisplayPort 2.1.

Presente nas placas de vídeo e monitores mais recentes, essa versão do DP dá conta de até 80 Gbps de largura de banda total nas especificações mais altas, abrindo margem para taxas altíssimas de atualização em 4K e preparando o terreno para o futuro dos jogos em 8K.

Em termos práticos, para o jogador de PC entusiasta, o DisplayPort 2.1 leva vantagem técnica sobre o HDMI 2.1 ao eliminar gargalos de transmissão em resoluções extremas. Se você possui uma GPU de última geração e um monitor OLED com taxas que superam os 240 Hz, o DisplayPort é o tipo de cabo que você deve usar, pois ele garante que toda a informação saia da placa de vídeo e chegue à tela instantaneamente, sem a necessidade de compressão agressiva de dados.

HDMI vs. DisplayPort: Comparativo Direto

Embora os números máximos de largura de banda deem uma vantagem teórica ao DisplayPort nas gerações mais recentes, a escolha para o dia a dia do jogador depende diretamente das versões das portas disponíveis tanto na placa de vídeo quanto no monitor.

Abaixo, você confere o teto de desempenho e os principais recursos de cada padrão nas conexões mais utilizadas pelo mercado de PCs:

  • DisplayPort 1.4: lançado em 2016, possui largura de banda de 32,4 Gbps. Suporta nativamente resoluções como 4K a 120 Hz ou 1440p a 240 Hz. É o padrão mais comum em monitores gamers intermediários e traz suporte nativo e universal ao NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync.
  • HDMI 2.1: um ano depois, essa tecnologia elevou a largura de banda para 48 Gbps. Suporta até 4K a 144 Hz ou 8K a 60 Hz sem compressão. É a conexão padrão de TVs modernas e consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X, trazendo recursos de áudio como eARC e suporte nativo a VRR.
  • DisplayPort 2.1: a especificação mais recente e de alto nível para PCs, com largura de banda de até 80 Gbps. Permite alcançar taxas de atualização muito altas, como 4K acima de 240 Hz nativos ou resoluções de até 8K a 120 Hz, eliminando gargalos para as placas de vídeo entusiastas de última geração.
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Sincronização vertical e tecnologias de tela

A eliminação de artefatos visuais como o tearing (aqueles rasgos incômodos na imagem) é uma das maiores prioridades de quem joga no PC. As tecnologias de Taxa de Atualização Variável (VRR), presentes também no AMD FreeSync e Nvidia G-Sync, resolvem esse problema sincronizando a atualização do monitor com a renderização da GPU.

Nesse quesito, o DisplayPort, historicamente, levou a melhor por integrar o suporte a taxas variáveis diretamente desde as versões mais antigas, facilitando a compatibilidade com a esmagadora maioria dos monitores gamers do mercado.

O HDMI demorou um pouco mais para adotar o VRR de forma nativa e universal, o que só foi padronizado a partir da versão HDMI 2.1. Em versões anteriores (como HDMI 2.0), o suporte ao FreeSync funcionava por meio de extensões específicas da AMD, mas o suporte oficial ao G-Sync da NVIDIA frequentemente exigia uma conexão DisplayPort. Consequentemente, donos de placas GeForce que usam monitores G-Sync mais antigos são quase obrigados a adotar o DisplayPort para ativar o recurso.

Portanto, para o PC de mesa, o DisplayPort continua sendo a escolha mais segura e compatível quando o assunto é sincronização de quadros. Ele evita incompatibilidades de drivers e garante que os recursos adaptativos funcionem perfeitamente logo no primeiro boot, independentemente da marca do monitor.

Recursos práticos e o veredito para o seu setup

Além dos números brutos de desempenho, uma vantagem do DP é o suporte ao Multi-Stream Transport, que permite fazer o "daisy-chaining", que é conectar múltiplos monitores em série usando apenas uma saída da placa de vídeo.

Apesar disso, o HDMI mantém seu reinado absoluto na sala. Se o seu plano envolve conectar o computador de jogos diretamente a uma TV 4K de grande porte, o HDMI será sua única opção viável, já que a imensa maioria das TVs não inclui portas DisplayPort. Além disso, o HDMI carrega o recurso eARC (Enhanced Audio Return Channel), essencial para transmitir áudio de alta fidelidade sem compressão diretamente para sistemas de som integrados ou soundbars.

No fim das contas, a escolha ideal depende, praticamente, do seu setup. Se você joga em uma mesa com um monitor gamer de alta taxa de atualização, o DisplayPort deve ser sua preferência para garantir estabilidade, VRR sem falhas e largura de banda de sobra. Por outro lado, se você transformou sua sala em uma arena gamer conectando o PC a uma TV moderna para usufruir de jogos em telas gigantes, o HDMI 2.1 será o seu melhor aliado.

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Governo Federal regulamenta programa para Brasil fabricar mais chips

17 July 2026 at 17:11

A produção em massa de semicondutores é concentrada nos EUA e na Ásia, em países como China, Coreia do Sul, Taiwan e Japão. Porém o Brasil não quer ficar de fora e, para isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou o Decreto nº 13.065 regulamentou o Programa Brasil Semicondutores (Brasil Semicon), visando impulsionar o avanço tecnológico, a pesquisa e a produção nacional de chips, componentes eletrônicos, displays e painéis solares.

O principal pilar do Brasil Semicon é criar um ambiente de negócios favorável por meio da simplificação e da desoneração tributária em toda a cadeia produtiva. O objetivo é reduzir os custos de produção no país, atrair investimentos privados e facilitar os processos de importação e exportação de insumos essenciais, elevando a competitividade da indústria nacional no cenário internacional.

Com o programa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) estão autorizados a estruturar linhas de financiamento específicas. Esses recursos serão destinados à instalação e ampliação de fábricas, automação de linhas de fabricação, compra de maquinário e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, a iniciativa foca na capacitação de recursos humanos a médio e longo prazo, promovendo a especialização científica e técnica de profissionais do setor.

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 Brasil fabrica semicondutores, mas em um nível bem baixo

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores (Abisemi), o Brasil atende atualmente cerca de 8% da demanda interna por esses componentes, usados na fabricação de smartphones, computadores e automóveis. A regulamentação do programa abre caminho para mitigar riscos de crises geopolíticas globais no fornecimento de microchips, gerando emprego e renda qualificada em solo nacional.

Infelizmente, não existe qualquer previsão para que o Brasil comece a girar as primeiras engrenagens, já que isso depende de diferentes fatores. Enquanto isso, o Governo Federal precisa lidar com os preços dos eletrônicos importados dos EUA que ficarão ainda mais caros por conta do tarifaço de Donald Trump.

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AMD Ryzen 7 7700X3D chega como uma das melhores CPUs para jogos do mundo

17 July 2026 at 15:13

A AMD segue com o suporte contínuo à plataforma AM5, mesmo que muitos ainda prefiram AM4 por conta dos preços das memórias DDR5. O Time Vermelho está aumentando o lineup de processadores da família Ryzen 7000X3D com o lançamento do Ryzen 7 7700X3D em todo o mundo, SKU com especificações quase idênticas às do 7800X3D, com uma leve diferença nos clocks.

Lá fora, o Ryzen 7 7700X3D chega custando US$ 329, cerca de US$ 20 a quase US$ 100 a menos lá nos EUA, dependendo da loja. Considerando a maior diferença, a nova CPU é ainda mais interessante. Ainda não existe previsão de lançamento por aqui, mas considerando o preço de R$ 1.900 do 7800X3D, ele teria que custar menos para fazer sentido.

Como disse antes, o Ryzen 7 7700X3D tem os mesmos 8 núcleos e 16 threads e 104 MB de cache do 7800X3D. A única diferença entre ambos os processadores está nas frequências. O novo modelo opera entre 4 e 4,5 GHz, 200 a 500 MHz a menos. Por conta disso, a diferença de desempenho entre os dois não é muita coisa, como os vários reviews pelo mundo já mostram.

Desempenho do Ryzen 7 7700X3D

Testes do Hardware Unboxed mostram o Ryzen 7 7700X3D somente 5 FPS atrás de seu irmão mais velho e mais forte em um cenário em que esse componente é a limitação. Já quando a placa de vídeo é o limite, a diferença sobe para 7 FPS. 

Já em relação ao relançado Ryzen 7 5800X3D, que tem a mesma quantidade de núcleos e threads, além de cache L3 também, a diferença média entre ambas as CPUs fica entre 21 e 28 FPS, provando que a arquitetura Zen 3 ainda tem lenha para queimar, especialmente com um modelo equipado com 3D V-Cache.

Olhando para a rival Intel, o 7700X3D supera ainda o Core Ultra 7 270K Plus, considerado a melhor opção do Time Azul atualmente, e ambos custam a mesma média de preço. Abaixo da nova CPU Zen 4 existe ainda o Ryzen 5 7600X3D, que entregou desempenho médio de 5 FPS abaixo, embora fique bem abaixo em jogos específicos que precisem de mais de 12 threads.

O Ryzen 7 7700X3D chega em um momento em que a AMD tem amassado a Intel em vendas em diferentes regiões do mundo. Vamos esperar para ver se ele entra para a elite também.

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Linux no Mega Drive? Dev faz sistema rodar no Sega 32X com só 256 KB de RAM

16 July 2026 at 00:17

A comunidade entusiasta de Linux não tem limites. Assim como Doom é portado para qualquer eletrônico que tenha um chip, o sistema operacional do pinguim também é instalado em qualquer nível de hardware. Uma prova disso é o SO em um SEGA 32X, aquela expansão do Mega Drive, com duas CPUs de 23 MHz e incríveis 256 KB de memória RAM, tamanho muito menor que qualquer foto de celular hoje em dia.

O responsável por essa façanha é o desenvolvedor espanhol conhecido como "cakehonolulu", que conseguiu compilar e inicializar o kernel Linux junto com o BusyBox no antigo acessório de 16 bits lançado em 1994.

Embora o SEGA 32X fosse considerado potente para sua época, trazendo dois processadores Hitachi SuperH SH2 de 23 MHz para auxiliar o antigo processador Motorola 68000 do Mega Drive, além de expandir a paleta para até 32.000 cores na tela, fazê-lo rodar um sistema operacional moderno trouxe desafios significativos.

Mesmo o Linux ainda é muito para um hardware tão defasado

Entre os principais obstáculos enfrentados pelo desenvolvedor estavam a quantidade extremamente limitada de memória RAM, a ausência de sincronização de hardware e a falta de acesso direto a portas UART (para comunicação serial). Além disso, cakehonolulu teve que superar bugs de agendador e insistiu no desafio extra de fazer multiprocessamento simétrico funcionar, para que o Linux pudesse utilizar ambos os núcleos de processamento SH2 de forma cooperativa.

Sega-Genesis-32X

Para alcançar o sucesso, ele contou com o auxílio do kit de desenvolvimento Chilly Willy, do projeto "linuxmd", de cartuchos flash baseados em FPGA da Krikzz e de documentações antigas sobre a arquitetura dos chips da Hitachi.

Curiosamente, esse não é o primeiro projeto retrô de cakehonolulu: ele também foi o responsável por portar o Linux para o Atari Jaguar (console de 1993). Para o programador, esses ports complexos em hardwares antigos e exóticos não são apenas hobbies, mas servem como um portfólio de engenharia que ele espera utilizar para se destacar no mercado e conseguir um novo emprego na área de tecnologia.

E se você não sabe nada de Linux, dá uma conferida nessas coisas que você provavelmente não sabia sobre o sistema do pinguim.

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