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Marca chinesa promete carros baratos para destronar gigantes no Brasil

2 August 2026 at 17:03

Confirmada para o mercado brasileiro, conforme antecipou o CT Auto em outubro de 2024, a Lepas, marca chinesa ligada ao grupo Chery, anunciou que chegará ao país com foco em carros de entrada e preços acessíveis.

A operação será conduzida pela Omoda & Jaecoo, já presente no Brasil, e tem como objetivo principal disputar diretamente com gigantes do mercado, como Fiat e Volkswagen, líderes tradicionais do segmento de carros de entrada, como o Mobi e o Polo.

Lepas 8

Em entrevista para os amigos do Autoesporte, Shane Wang, uma das principais executivas da marca, revelou que o plano é lançar 11 modelos globais nos próximos dois anos, embora nem todos estejam confirmados para o Brasil. A prioridade será desenvolver carros compactos e adaptados às necessidades locais.

Quais os segredos da Lepas?

Todos os modelos da Lepas vendidos no Brasil terão motor flex, reforçando a adequação ao mercado nacional. Há também a possibilidade de versões híbridas flex, seguindo a estratégia da Omoda & Jaecoo para 2027.

Em outros países, a Lepas já utiliza o motor 1.5 turbo Acteco, conhecido por equipar modelos da Caoa Chery como Tiggo 5X e Tiggo 7. Isso mostra que a marca tem tecnologia pronta para ser aplicada em seus futuros compactos e SUVs.

Marca chinesa quer produção local

A Lepas pretende enfrentar diretamente SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, além de hatches como Chevrolet Onix, VW Polo e o futuro Fiat Argo X. Também deve competir com rivais elétricos e híbridos, como BYD Dolphin e GWM Ora 5.

Lepas 8

Para garantir preços competitivos, a marca avalia a possibilidade de produção local. Uma das alternativas é utilizar a fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia (RJ), que pode ser assumida pela Omoda & Jaecoo. Isso reduziria custos e aumentaria a escala de produção, tornando os modelos mais acessíveis ao consumidor brasileiro.

A chegada da Lepas vai aumentar a invasão de marcas da Ásia no país. Confira, também, quantas marcas chinesas já vendem carros no Brasil em 2026.

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Qual o impacto do "silêncio elétrico" no trânsito das cidades?

2 August 2026 at 13:04

Além da tecnologia, da emissão zero de poluentes e do efeito-dominó nos preços, o crescimento nas vendas de carros elétricos trouxe mais uma mudança que, para muitos, já é perceptível nas ruas em que eles são maioria: o silêncio. Diferente dos motores a combustão, que emitem ruídos constantes, os elétricos deslizam quase sem som. Essa característica, que pode parecer apenas um detalhe técnico, está transformando a experiência urbana de forma profunda.

Em grandes centros, onde o barulho do trânsito é parte da rotina, a redução sonora já começa a ser notada. Estudos, como o conduzido pela USP em 2024, apontaram que a poluição sonora é uma das principais causas de estresse e problemas de saúde mental em áreas urbanas. Com veículos mais silenciosos, como é o caso dos carros elétricos, há uma expectativa de melhora na qualidade de vida dos moradores.

Carros trânsito

Por outro lado, o silêncio dos elétricos abre espaço para novas discussões sobre segurança. Pedestres e ciclistas podem não perceber a aproximação de um carro sem ruído e, por conta disso, serem vítimas de acidentes. Esse ponto específico levou fabricantes a incluírem sons artificiais em baixa velocidade. Essa adaptação mostra como até o silêncio precisa ser regulado para garantir equilíbrio entre conforto e segurança.

Impacto do "silêncio elétrico" na saúde urbana

A redução da poluição sonora pode trazer benefícios diretos à saúde. Menos ruído significa menos estresse, melhor qualidade do sono e até maior produtividade. Cidades que já contam com frotas significativas de elétricos começam a perceber esses efeitos positivos.

Carros elétricos nas ruas

Por outro lado, o silêncio também exige mudanças culturais. Motoristas e pedestres precisam se adaptar a uma nova dinâmica de trânsito, onde a ausência de som pode gerar distrações ou riscos inesperados.

Regulamentação do silêncio

Para evitar acidentes, muitos países já exigem que carros elétricos emitam sons artificiais em baixas velocidades. Em 2019, a União Europeia criou uma lei para instalação do AVAS (Sistema Acústico de Alerta de Veículos). Essa medida buscou equilibrar a segurança sem perder os benefícios do silêncio. É uma prova de que até o silêncio precisa ser pensado como política pública.

A longo prazo, o desafio das montadoras será o de encontrar sons que alertem sem incomodar, criando uma nova identidade sonora para os veículos elétricos, como fez a BMW com o iX XDrive 50 (vídeo acima). Assim, o silêncio urbano pode se tornar não apenas um benefício, mas também um símbolo de modernidade que, hoje, está cada vez mais presente dentro e fora do Brasil.

E já que o assunto é carro elétrico, deixo aqui uma pergunta: você sabe o que acontece com a bateria de um carro elétrico quando acaba a vida útil? Confira. 

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Sedan V6 da Hyundai vira "negócio da China" no mercado de usados

1 August 2026 at 23:05

O Hyundai Azera 3.0 V6 2017 se tornou uma das maiores oportunidades do mercado de usados ​​no Brasil. O modelo, que já foi referência em luxo e desempenho , hoje pode ser encontrado por valores próximos aos de carros compactos novos .

Essa realidade chama a atenção de quem busca conforto, potência e sofisticação sem gastar muito . Afinal, o Azera entrega um pacote completo de desempenho e equipamentos por um preço que surpreende.

Hyundai Azera 2017

De acordo com a Tabela Fipe mais recente, o  Azera 3.0 V6 2017 custa em média R$ 118.649 , valor inferior a muitos hatches do segmento de entrada, com motores menos potentes, menor espaço interno e lista de acessórios enxuta.

Conjunto mecânico e consumo do Hyundai Azera

O sedã é equipado com motor 3.0 V6 a gasolina de 250 cv e 28,8 kgf/m de torque , acoplado ao câmbio automático de seis marchas . O desempenho impressionante: aceleração de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos e alcança 235 km/h de velocidade máxima .

Mesmo com porte avançado, o Azera apresenta consumo razoável: 7 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada . Com tanque de 70 litros, a autonomia pode chegar a 721 km em rodovias , garantindo viagens longas sem preocupação.

Espaço de sobra e muita tecnologia

O Azera mede 4,92 m de comprimento , tem 2,84 m de entre-eixos e portas-malas de 461 litros , oferecendo amplo espaço interno. O acabamento inclui bancos de couro com ajustes elétricos e memórias , aquecimento nos dianteiros, teto panorâmico e ar condicionado digital de duas zonas.

Hyundai Azera 2017

Na lista de tecnologia e segurança, estão presentes chave presencial, piloto automático adaptativo, GPS integrado, som premium Infinity, câmera de ré, airbags múltiplos, controles de estabilidade e tração, painéis de xenônio e sistema ISOFIX . É um conjunto difícil de encontrar em carros da mesma faixa de preço.

Curtiu o Hyundai Azera como opção para renovar a garagem ou ainda prefere carros 0km? Então, aproveita e dá uma conferida na listinha com 5 carros econômicos e baratos para comprar em 2026 no Brasil .

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5 carros chineses que muita gente nem lembra que foram vendidos no Brasil

1 August 2026 at 21:03

A atual invasão de carros chineses no Brasil, liderada por marcas como BYD, GWM, Omoda & Jaecoo e Geely, faz muita gente acreditar que a presença das montadoras do país asiático por aqui começou há poucos anos. Na realidade, essa história é bem mais antiga e remonta ao fim dos anos 2000, quando diversas fabricantes desembarcaram apostando em preços baixos para conquistar espaço no mercado brasileiro.

Naquele período, nomes como Chery, JAC Motors, Chana, Hafei, Effa, Jinbei e Lifan tentaram desafiar as marcas tradicionais. Algumas conseguiram sobreviver e evoluir, enquanto outras desapareceram rapidamente, deixando para trás modelos que hoje são verdadeiras raridades nas ruas.

lifan 320

Muitos desses carros tiveram vida curta por uma combinação de fatores, como acabamento simples, desempenho modesto, baixa confiança do consumidor e uma rede de concessionárias limitada. Ainda assim, eles tiveram um papel importante ao abrir caminho para a atual geração de carros chineses, muito mais tecnológicos e competitivos.

Pioneiros chineses que desapareceram no Brasil

Embora vários modelos tenham passado quase despercebidos, alguns se tornaram símbolos da primeira tentativa de popularização dos carros chineses no Brasil. Hoje, encontrá-los circulando pelas ruas é cada vez mais raro, principalmente pela dificuldade de encontrar peças e pela baixa procura no mercado de usados.

Curiosamente, boa parte dessas marcas chegou ao país prometendo democratizar o acesso a carros completos por preços inferiores aos dos concorrentes nacionais. A estratégia, porém, esbarrou na desconfiança do consumidor brasileiro e na dificuldade de consolidar operações de pós-venda. Anos depois, BYD, GWM e outras fabricantes voltariam ao mercado com uma proposta completamente diferente, baseada em eletrificação, tecnologia e investimentos industriais no Brasil.

5 carros chineses que foram vendidos no Brasil

  1. Effa M100 (2007)
    Considerado um dos primeiros carros de passeio chineses vendidos oficialmente no Brasil, o pequeno hatch apostava no baixo preço para enfrentar modelos nacionais de entrada. Apesar do bom pacote de equipamentos para a época, o acabamento simples e o desempenho limitado impediram seu sucesso comercial.
  2. Hafei Ruiyi
    Comercializado principalmente como minivan e furgão compacto, o Ruiyi chamou atenção pelo amplo espaço interno e pelo preço competitivo. Era voltado a pequenos empresários, mas nunca alcançou volume significativo de vendas.
  3. Lifan 320
    Lançado em 2011, o hatch ficou conhecido pelo desenho que lembrava o clássico Mini Cooper. Apesar do visual simpático e da boa lista de equipamentos, sofreu com a baixa valorização no mercado de usados e uma rede de assistência técnica limitada.
  4. Chana CV2
    Um dos poucos carros de passeio da Chana vendidos no país, o compacto apostava na relação custo-benefício e em itens de série acima da média para a época. No entanto, nunca conseguiu conquistar o consumidor brasileiro e saiu discretamente do mercado poucos anos depois.
  5. Jinbei Topic
    Diferentemente dos demais, a Jinbei ficou mais conhecida por seus utilitários e vans. A Topic chegou a ser bastante utilizada por empresas de transporte escolar, turismo e logística urbana, mas praticamente desapareceu das ruas com o passar dos anos.

Além desses 5 carros chineses, há também muitas marcas que pouca gente sabe que atuam no país. Confira, então, quais são as chinesas que vendem carros no Brasil em 2026.

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Por que quase todo carro 0km não tem mais estepe?

1 August 2026 at 17:02

Durante décadas, o estepe foi considerado item obrigatório em qualquer carro vendido no Brasil. Ele vinha acompanhado de macaco e chave de roda, formando o kit básico para enfrentar imprevistos na estrada.

Nos últimos anos, porém, esse cenário mudou. Diversos modelos novos já não trazem o pneu reserva, que acabou substituído por soluções mais modernas e compactas, como os chamados kits de reparo.

Pneu estepe

 Essa tendência vem crescendo e levanta dúvidas entre motoristas sobre segurança, praticidade e até custo de manutenção. Afinal, o que está por trás dessa decisão das montadoras?

Principais razões para o fim do estepe

A retirada do estepe tem como objetivo reduzir peso e otimizar espaço interno. Sem o pneu extra, o porta-malas ganha mais capacidade de carga e o carro consome menos combustível. Além disso, normas de segurança e eficiência energética incentivam fabricantes a buscar alternativas.

Porta-malas carro

Outro fator é a evolução dos kits de reparo e dos pneus run-flat, que permitem rodar mesmo após um furo. Essas soluções ocupam pouco espaço e são vistas como mais práticas, especialmente em veículos urbanos, onde a necessidade de trocar um pneu na rua é cada vez menor.

Carro 0km sem estepe atrapalha o motorista?

Apesar das vantagens, a ausência do estepe traz riscos. Os kits de reparo funcionam apenas em furos pequenos e não resolvem danos maiores, como cortes na lateral do pneu. Já os pneus run-flat, embora práticos, são mais caros e difíceis de encontrar em algumas regiões.

Pneu estepe

Isso significa que, em situações mais graves, o motorista pode ficar sem alternativa imediata, dependendo de guincho ou assistência técnica. A economia de espaço e peso, portanto, vem acompanhada de uma redução na autonomia e na segurança em viagens longas.

Como pudemos notar, então, o pneu reserva segue tendo muita importância. Por isso, nunca é demais aprender quais os principais cuidados com o estepe e as dicas para rodar em segurança com o pneu provisório.

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Truque do detergente no limpador de para-brisa pode destruir seu carro

1 August 2026 at 13:02

Manter o para-brisa do carro limpo é fundamental para garantir uma visibilidade perfeita e, assim, ter maior segurança ao dirigir. Por conta disso, muitos motoristas acabam recorrendo a soluções caseiras para manter o vidro dianteiro limpo, mas nem sempre essas práticas são seguras. Uma das mais comuns, e mais equivocadas, é adicionar detergente de cozinha à água do reservatório do limpador.

À primeira vista, parece uma forma barata e prática de melhorar a limpeza do vidro. No entanto, especialistas alertam que essa “economia” pode sair cara, já que o produto não foi desenvolvido para uso automotivo e, por conta disso, pode comprometer componentes importantes, causando prejuízos no futuro.

Parabrisa carro

Existem fluidos específicos para o sistema de limpeza do para-brisa, formulados para remover sujeira sem agredir borrachas, mangueiras ou pintura. O uso de detergente doméstico, por outro lado, gera riscos que vão muito além da estética.

Principais riscos do uso de detergente

O detergente de cozinha deixa resíduos no vidro, causando manchas que prejudicam a visibilidade. Além disso, sua composição química pode provocar ressecamento e desgaste acelerado das palhetas, reduzindo a eficiência do limpador em dias de chuva.

Parabrisa carro

Outro problema é o entupimento das mangueiras e do esguicho, já que a densidade do produto não é adequada para os canais estreitos do sistema. A longo prazo, isso pode inutilizar o mecanismo justamente quando o motorista mais precisa dele, comprometendo a segurança.

Alternativas corretas para o limpador de para-brisa

A solução está em utilizar aditivos automotivos específicos para limpadores de para-brisa. Esses produtos são desenvolvidos para diluir sujeiras pesadas sem provocar reações químicas agressivas. Além disso, são acessíveis: um frasco custa pouco e evita gastos elevados com reparos.

Parabrisa carro

Portanto, a economia de usar detergente é ilusória. O investimento em produtos adequados garante maior vida útil das palhetas, preserva a pintura e mantém a visibilidade perfeita, reduzindo riscos de acidentes e despesas inesperadas.

O uso de detergente de cozinha para limpar o para-brisa,  portanto, poderia perfeitamente fazer parte da lista de 5 cuidados que mais estragam do que preservam o carro, mas pouca gente sabe.

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BYD reina em lista de híbridos e elétricos mais vendidos do 1° semestre no Brasil

25 July 2026 at 13:00

A BYD fechou o 1º semestre de 2026 como principal destaque entre as marcas que mais venderam carros elétricos e híbridos no Brasil. A marca chinesa colocou três representantes em cada um dos top 10 e, assim, se firmou como maior referência desses segmentos no país.

Na relação dos 10 carros elétricos mais vendidos do Brasil entre janeiro e junho, a BYD deu um show e, além de ocupar as duas primeiras posições, respectivamente com o Dolphin Mini (1º) e com o Dolphin (2º), também posicionou o Yuan Pro no top 5, justamente na quinta posição.

BYD Dolphin Mini

Outras fabricantes que merecem destaque no top 10 dos BEVs são a Chevrolet e a Geely, cada uma com dois representantes. A marca da GM colocou o Spark EUV na quarta posição e a Captiva EV em décimo lugar, enquanto a parceira da Renault apareceu com o EX2 fechando o pódio e o EX5 no oitavo posto.

Híbridos mais vendidos tem GWM na ponta

Entre os híbridos mais vendidos, embora a BYD tenha colocado o maior número de carros no top 10, quem ocupou a liderança foi a GWM, com o Haval H6 registrando 18.508 emplacamentos e, assim, deixando para trás o Song Pro, na segunda posição, e o Song Plus, terceiro colocado, além do King, o sexto do segmento.

GWM Haval H6

A GWM ainda teve ainda o Tank 300, no décimo posto, atrás de outra marca que "empatou" com a BYD em número de representantes do ranking: a Toyota, que colocou o Corolla Cross em quinto, o Corolla sedan em sétimo e o Yaris Cross na oitava colocação.

10 carros elétricos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026

  1. BYD Dolphin Mini: 35.680
  2. BYD Dolphin: 18.054
  3. Geely EX2: 14.780
  4. Chevrolet Spark EUV: 3.487
  5. BYD Yuan Pro: 2.668
  6. GWM Ora 03: 1.837
  7. Volvo EX30: 1.346
  8. Geely EX5: 1.343
  9. GAC Aion V: 959
  10. Chevrolet Captiva EV: 928

10 carros híbridos mais vendidos do Brasil no 1º semestre de 2026

  1. GWM Haval H6: 18.508
  2. BYD Song Pro: 17. 776
  3. BYD Song Plus: 13.762
  4. Omoda 5: 9.184
  5. Toyota Corolla Cross: 8.721
  6. BYD King: 8.205
  7. Toyota Corolla: 7.886
  8. Toyota Yaris Cross: 7.061
  9. Jaecoo 7: 6.425
  10. GWM Tank 300: 2.869

A dominância da BYD nos dois rankings, aliás, não é exclusividade dos modelos 0km. A marca chinesa também vem dominando a lista de elétricos usados mais baratos do Brasil em 2026.

 

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10 carros mais econômicos do Brasil com etanol em 2026

24 July 2026 at 23:03

O etanol voltou a ganhar protagonismo no Brasil em 2026, especialmente após a aprovação da gasolina E32, que aumentou a mistura obrigatória de etanol anidro. Essa mudança reduziu ligeiramente a eficiência da gasolina, tornando o combustível vegetal uma alternativa mais vantajosa para o bolso do motorista.

Nesse cenário, os testes recentes do Inmetro revelaram quais são os carros flex mais eficientes quando abastecidos com etanol puro. O levantamento mostrou que os modelos híbridos se destacam, mas também há espaço para veículos compactos a combustão que conseguem boas médias de consumo.

Gasolina etanol combustível

A lista com os 10 carros mais econômicos é importante para quem busca economia e eficiência, já que o etanol, além de ser mais barato, contribui para reduzir a dependência da gasolina e fortalece o uso de energia renovável no país.

Carros mais econômicos com etanol em 2026

O grande destaque é o Toyota Yaris Cross HEV, que lidera o ranking com consumo urbano de 13,2 km/l e rodoviário de 10,7 km/l ao rodar com etanol no tanque. Logo atrás apareceu o Toyota Corolla HEV, com 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada. O terceiro lugar ficou com o Corolla Cross HEV, que registrou 11,6 km/l em trechos urbanos e 9,2 km/l em rodoviários.

Toyota Yaris Cross

Entre os modelos puramente a combustão, o Renault Kwid se destacou, com 10,4 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada, mostrando que ainda há espaço para veículos compactos sem eletrificação. Outro nome relevante é o Fiat Mobi Like, que alcançou 10,1 km/l em uso urbano e 11,1 km/l em rodoviário.

O ranking também incluiu SUVs híbridos como o GWM Haval H6 HEV2, que registrou 10,2 km/l na cidade e 9,0 km/l na estrada, além de hatches populares como o Hyundai HB20 1.0 e o Chevrolet Onix, ambos com médias próximas a 10 km/l em ciclo urbano.

Ranking dos carros mais econômicos com etanol em 2026

  1. Toyota Yaris Cross HEV – 13,2 km/l (urbano) | 10,7 km/l (rodoviário)
  2. Toyota Corolla HEV – 12,5 km/l | 10,7 km/l
  3. Toyota Corolla Cross HEV – 11,6 km/l | 9,2 km/l
  4. Renault Kwid – 10,4 km/l | 10,7 km/l
  5. GWM Haval H6 HEV2 – 10,2 km/l | 9,0 km/l
  6. Fiat Mobi Like – 10,1 km/l | 11,1 km/l
  7. Hyundai HB20 1.0 – 9,9 km/l | 10,7 km/l
  8. Chevrolet Onix Turbo Manual – 9,8 km/l | 12,4 km/l
  9. Fiat Cronos 1.0 – 9,7 km/l | 11,2 km/l
  10. Chevrolet Onix 1.0 – 9,5 km/l | 11,3 km/l

Se você ficou interessado em comprar um Toyota Yaris após o bom desempenho do compacto japonês nos testes com etanol, temos uma boa notícia: a marca japonesa derreteu os preços da linha em julho; confira as condições.

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SUV usado da Renault fica "no precinho" e vira ótima opção em julho

24 July 2026 at 21:17

O mercado de SUVs 0km está em alta, assim como os preços que envolvem os novos lançamentos desse segmento. Por isso, modelos usados acabam aparecendo como ótimas alternativas para o consumidor. É o caso do Renault Duster, SUV que teve sua primeira geração produzida entre 2011 e 2019.

O modelo oferece excelente espaço interno, robustez e baixo custo de manutenção, pontos que, somados ao "precinho" praticado em julho, tornam a escolha pelo Duster ainda mais racional para quem busca por uma renovação na garagem.

Renault Duster 2019

Um ponto importante é que, a partir de 2017, o modelo passou a ser vendido com o conjunto mecânico oriundo do Nissan Kicks. No Duster, o motor 1.6 flex aspirado foi rebatizado como SCe, recebendo melhorias para aumentar a potência de 115 cv para 120 cv e entregar 16,2 kgf/m de torque. O câmbio automático CVT, que simula seis marchas, trouxe mais conforto ao dirigir o SUV.

Por que comprar um Renault Duster usado?

Entre os principais destaques do Renault Duster, que em julho está "no precinho", estão a robustez mecânica, suspensões bem calibradas para as condições brasileiras, altura livre do solo de 21 cm e o amplo espaço interno. O porta-malas de 475 litros também é um diferencial frente a rivais da mesma categoria.

Renault Duster 2019

O custo-benefício é outro ponto forte, já que o Duster oferece manutenção simples e barata, além de boa disponibilidade de peças. Mesmo usado, continua sendo uma opção prática para quem busca um SUV acessível e versátil.

Preços, anos e versões do Duster em promoção

As ofertas com o preço do Duster no chão em julho foram encontradas em anúncios no e-commerce, e são bem variadas. Na linha 2018, os valores variam entre R$ 62.339 e R$ 65.520. Entre as versões estão: Expression 1.6 flex manual (R$ 62.339), Expression CVT (R$ 64.962), Dakar manual (R$ 63.712), Authentic manual (R$ 64.920), Dynamique manual (R$ 64.106) e Dynamique CVT (R$ 65.520).

Renault Duster 2019

Já na linha 2019, os preços do SUV francês ficam entre R$ 64.623 e R$ 67.652. Os destaques são: Expression manual (R$ 64.623), Expression CVT (R$ 67.451), Authentic CVT (R$ 67.320), Dynamique manual (R$ 65.709) e Dynamique CVT (R$ 67.652).

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"Dolphin da Stellantis", Leapmotor A05S é revelado; conheça

24 July 2026 at 15:08

O Leapmotor A05S foi apresentado como uma das apostas mais fortes da Stellantis para o mercado de carros elétricos. O modelo, que se posiciona como rival direto do BYD Dolphin, traz dimensões maiores e foco em oferecer mais espaço interno, além de autonomia superior. A ideia é conquistar consumidores que buscam um elétrico acessível, mas sem abrir mão de desempenho e conforto.

O "Dolphin da Stellantis" é um hatch médio tem 4,71 metros de comprimento, 1,82 m de largura e 1,51 m de altura, com entre-eixos de 2,75 m. Essas medidas o colocam acima de concorrentes compactos, oferecendo mais espaço para passageiros e bagagens. O design segue a linha moderna e minimalista, com destaque para a frente limpa e faróis afilados, reforçando a identidade jovem e tecnológica da marca.

leapmotor a05s

Em termos de motorização, o A05S conta com motor elétrico de 218 cv e bateria de 67,7 kWh, capaz de entregar até 510 km de autonomia no ciclo CLTC. Esse desempenho coloca o modelo em vantagem frente a rivais diretos, que geralmente ficam abaixo dos 400 km. Além disso, o carro promete recarga rápida, com possibilidade de recuperar 30% da bateria em apenas 15 minutos.

Como o "Dolphin da Stellantis" se diferencia do original

O Leapmotor A05S chega para disputar diretamente com o BYD Dolphin e o Geely EX2, dois modelos que já se consolidaram no mercado de elétricos acessíveis. Enquanto o Dolphin se destaca pelo preço competitivo e o EX2 pela proposta urbana, o A05S aposta em autonomia superior e dimensões maiores, buscando atrair consumidores que desejam mais versatilidade no dia a dia.

leapmotor a05s

Outro ponto importante é a estratégia da Stellantis em relação ao posicionamento global da Leapmotor. A marca chinesa foi adquirida parcialmente pelo grupo e agora integra o portfólio internacional, com planos de expansão em mercados emergentes e europeus. O A05S é visto como peça-chave para consolidar essa presença, oferecendo um produto que une tecnologia chinesa e suporte de uma gigante global.

Segmento de entrada entre elétricos "pega fogo"

Com a chegada do Leapmotor A05S, o segmento de elétricos de entrada ganha mais um competidor de peso. O modelo promete entregar equilíbrio entre preço, desempenho e autonomia, tornando-se uma alternativa atraente para quem busca migrar para a mobilidade elétrica.

leapmotor a05s

Se mantiver a proposta de valor anunciada, o “Dolphin da Stellantis” pode se tornar um dos protagonistas na disputa por espaço no segmento de elétricos de entrada e dar dores de cabeça aos carros da BYD, da Geely e da GWM, hoje referências no setor.

Já que o assunto é carro elétrico, que tal conferir o ranking atualizado com os modelos que têm maior autonomia no Brasil?

 

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Nissan Kait fica com preços no chão em julho, mas não para todo mundo

18 July 2026 at 21:00

A Nissan iniciou em julho de 2026 uma campanha agressiva de vendas diretas para empresas e frotistas. O SUV compacto Kait, lançado recentemente, aparece com descontos que variam entre R$ 17 mil e R$ 21,8 mil, dependendo da versão escolhida. A ação é válida até o início de agosto e contempla as configurações Sense, Advance e Exclusive.

Na versão Sense, o preço público de R$ 136.990 cai para R$ 117.890 nas vendas para CNPJ, representando uma redução de R$ 19.100. Já a versão Advance concentra o maior corte da linha: de R$ 146.990 para R$ 125.190, um desconto de R$ 21.800. Por fim, a versão Exclusive passa de R$ 152.990 para R$ 135.990, com abatimento de R$ 17.000.

Nissan Kait Active - 3-4 Frente

Esses valores tornam o Kait mais competitivo frente a rivais como Fiat Pulse e Renault Kardian, especialmente para empresas que buscam ampliar ou renovar suas frotas. No entanto, é importante lembrar que, para o consumidor pessoa física, os preços seguem sem alteração, mantendo o SUV acima da faixa de R$ 136 mil.

O que torna o Nissan Kait atraente

Um dos grandes diferenciais do Nissan Kait é a relação custo-benefício dentro do segmento de SUVs compactos. Mesmo sem os descontos para pessoa física, o modelo entrega um pacote competitivo frente aos rivais, com preço de tabela que se mantém abaixo de alguns concorrentes diretos.

Nissan Kait Active - 7-8 Frente

Outro aspecto positivo é a estratégia da Nissan em oferecer versões bem equipadas desde a configuração de entrada, o que reduz a necessidade de investir em pacotes opcionais. Além disso, o design moderno e a boa ergonomia interna reforçam a sensação de qualidade, tornando o Kait uma escolha interessante tanto para empresas quanto para consumidores que valorizam praticidade e estilo.

Mecânica e equipamentos do Kait

Todas as versões do Nissan Kait compartilham o mesmo conjunto mecânico: motor 1.6 flex aspirado, que entrega até 113 cv com etanol e 110 cv com gasolina, além de torque máximo de 15,2 kgfm. A transmissão é automática do tipo CVT, priorizando conforto e eficiência no uso urbano.

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 O SUV também oferece bom espaço interno e porta-malas de 432 litros, características valorizadas por empresas que precisam de praticidade, mas sem a necessidade de migrar para modelos maiores e, consequentemente, mais caros que o modelo japonês.

Gostou do Kait ou ainda não se convenceu? Caso esse SUV não esteja de seu agrado, apesar dos preços no chão, que tal olhar para uma alternativa no mercado de usados? O SUV grande da Honda, por exemplo, despencou de preço e é ótima opção.

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Quanto custa abastecer um avião comercial? Fizemos as contas

18 July 2026 at 19:01

Pouca gente imagina o investimento necessário para colocar um avião em operação. O combustível é um dos maiores custos da aviação comercial e pode chegar a cifras impressionantes. Cada voo consome milhares de litros de querosene de aviação (QAV), e o preço varia de acordo com o mercado internacional do petróleo.

O consumo de combustível e o custo operacional, porém, variam bastante entre os principais modelos de aeronaves comerciais. Para ilustrar o quanto é trabalhoso manter aeronaves desse porte, o CT Auto vai pegar como exemplos três dos mais utilizados atualmente no mundo da aviação: o Boeing 737-800, o Airbus A320 e o mais eficiente deles, Embraer E195-E2, combinado?

Avião Airbus

Vale lembrar ainda que os valores envolvidos afetam diretamente os preços das passagens aéreas. Além disso, oscilações no mercado de petróleo podem impactar diretamente o setor, tornando a aviação altamente dependente da economia global.

Quanto consome e qual o custo de cada avião?

Em média, o Boeing 737-800 consome cerca de 2.500 litros/hora, o Airbus A320 em torno de 2.400 litros/hora e o Embraer E195-E2, mais eficiente, aproximadamente 1.900 litros/hora. Confira os valores envolvidos e o custo por passageiro.

Aeronave Consumo médio (litros/hora) Capacidade de passageiros Custo aproximado por hora Custo médio por passageiro
Boeing 737-800 2.500 186 R$ 5,3 mil R$ 28,00
Airbus A320 2.400 180 R$ 5,0 mil R$ 27,00
Embraer E195-E2 1.900 132 R$ 4 mil R$ 30,00

Esses números foram obtidos levando-se em conta o custo médio do querosene de aviação (QAV) em 2026 a R$ 2,10/litro no Brasil e a diluição pela capacidade máxima de passageiros de cada aeronave.

Dessa forma, eles ainda se traduzem em custos elevados, mas quando diluídos pelo número de passageiros, que também varia entre as aeronaves utilizadas como exemplos, tornam-se competitivos frente a outros meios de transporte.

Se você curte curiosidades do mundo da aviação como essas que acabou de ler, que tal conferir também um outro conteúdo que mostra como é definido o preço de um avião?

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IA muda forma do brasileiro comprar carro; entenda

18 July 2026 at 17:05

A inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas escolhem comprar carros no Brasil. Segundo dados apresentados pelo Google durante o seminário Anfavea Visions 2026, cerca de 57% dos consumidores já recorrem à IA para escolher marca e tipo de veículo. Esse comportamento prolonga o tempo de decisão, mas garante maior acesso a informações e comparações antes da compra.

O estudo mostra ainda que 30% utilizam IA para comparar fabricantes e modelos, enquanto 13% chegam a transferir parte da decisão diretamente para a tecnologia. Essa tendência reforça o papel da inteligência artificial como ferramenta estratégica na jornada de compra, oferecendo mais clareza e confiança ao consumidor.

Loja de carros uso IA

 Outro levantamento do Google em parceria com a Ipsos confirma o avanço: em 2024, 54% dos brasileiros já haviam usado IA generativa, contra uma média global de 48%. Além disso, 65% têm percepção positiva da tecnologia e 60% acreditam em ganhos econômicos com sua adoção.

Até onde a IA pode chegar no mercado automotivo?

Especialistas apontam que o próximo passo será a utilização de agentes de IA autônomos, capazes de executar tarefas que vão da escolha do carro até o pós-venda. Com veículos cada vez mais conectados, dados poderão ser enviados diretamente a fabricantes e concessionárias, revolucionando a relação entre consumidor e indústria.

custo-bateria-carro-eletrico

 Apesar dos avanços, há desafios. A Ford, por exemplo, precisou contratar 350 engenheiros seniores nos EUA para corrigir falhas geradas pela inteligência artificial, que resultaram em prejuízos bilionários. O caso mostra que, embora poderosa, a tecnologia ainda exige ajustes para garantir eficiência plena.

Além da compra de veículos, a IA também impacta a mobilidade urbana. Segundo a empresa brasileira Machine, cinco marcas concentram cerca de 80% das viagens por aplicativos no país: Chevrolet (20,94%), Volkswagen (19,08%), Fiat (18,40%), Hyundai (11,66%) e Renault (9,53%). 

Ficou espantado com esses números? Então você vai se surpreender também ao saber que carros que "conversam" com motoristas já são realidade.

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Quais carros híbridos ainda serão lançados no Brasil em 2026?

17 July 2026 at 23:05

O segmento dos carros híbridos vem crescendo no Brasil e, hoje, tem como principais expoentes o GWM Haval H6, a "família Song", da BYD, e os SUVs da Omoda & Jaecoo, marca que faz parte do Grupo Chery. Até o fim de 2026, porém, as opções para os consumidores ainda irão aumentar de forma considerável.

A lista de lançamentos prevista para o segundo semestre do ano inclui modelos de diferentes categorias e faixas de preço, ampliando a oferta para consumidores que buscam eficiência sem abrir mão da versatilidade dos motores a combustão.

Hyundai Tucson Hybrid

Entre os destaques estão SUVs médios e compactos, sedans e até picapes, mostrando que as montadoras estão diversificando suas estratégias. A chegada desses veículos também reflete os investimentos bilionários feitos pelas marcas no Brasil, especialmente em novas linhas de montagem e plataformas híbridas. Confira a seguir 15 carros híbridos que serão lançados até dezembro de 2026.

O que esperar dos novos híbridos?

Os modelos previstos para este semestre incluem tanto híbridos leves (MHEV) quanto híbridos plenos (HEV) e plug-in (PHEV). Essa variedade garante opções para diferentes perfis de consumidores: desde quem deseja apenas reduzir o consumo até quem busca autonomia elétrica significativa.

Nissan X-Trail Hybrid

Outro ponto importante é que algumas marcas, como a GWM, já confirmaram versões flex, capazes de rodar com gasolina e etanol, o que aumenta a competitividade no mercado brasileiro. Essa adaptação ao combustível nacional é vista como estratégica para ampliar a aceitação dos híbridos no país.

15 carros híbridos que chegam em 2026

  1. Toyota Corolla Cross reestilizado (HEV)
  2. Honda CR-V híbrido (HEV)
  3. Nissan X-Trail e-Power (HEV)
  4. BYD Song Pro híbrido flex (PHEV)
  5. BYD Yuan Pro híbrido flex (PHEV)
  6. BYD King sedã híbrido flex (PHEV)
  7. Caoa Chery Tiggo 5X híbrido (HEV)
  8. Caoa Chery Tiggo 7 Pro híbrido (HEV)
  9. GWM Haval H6 atualizado (PHEV)
  10. GWM Tank 300 híbrido (HEV)
  11. Omoda 5 híbrido pleno (HEV)
  12. Jaecoo 7 híbrido plug-in (PHEV)
  13. Hyundai Tucson híbrido (HEV)
  14. Kia Sportage híbrido (HEV)
  15. Jeep Compass híbrido flex (PHEV)

Gostou das futuras novidades, mas, por enquanto, não tem condições de comprar um eletrificado zero quilômetro? Então confira também uma listinha com 5 cuidados antes de comprar um carro híbrido ou elétrico usado.

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GWM faz loucura para limpar estoques de SUV de luxo, mas por tempo limitado

17 July 2026 at 21:01

A GWM trouxe de volta o velho slogan "deu a louca no gerente" e, nesse fim de semana, terá uma campanha nacional especial voltada para limpar os estoques de seu SUV de luxo, o Wey 07. O modelo, oferecido por R$ 429 mil, poderá ser adquirido com condições inéditas: bônus de R$ 25 mil na valorização do veículo usado na troca ou financiamento com taxa zero, mediante entrada de 60% e pagamento em 36 parcelas.

A ação também contempla a linha 2027 do Wey 07, que terá opções de financiamento com taxa zero em 24 parcelas ou bônus de R$ 20 mil na valorização do usado. A mesma condição será válida para a versão Wey 07 Dark Edition, oferecida por R$ 432 mil, ampliando o leque de oportunidades para quem busca eletrificação premium.

gwm wey 07

Segundo Alexandre Oliveira, Diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM Brasil, o objetivo é aproximar consumidores da experiência proporcionada pelo Wey 07. “Queremos ampliar o contato do público com um produto que representa o posicionamento premium da GWM e reúne tecnologia, desempenho e conforto em um segmento que vem crescendo no Brasil”, destacou.

Wey 07: tecnologia e sofisticação

O Wey 07 é o SUV mais sofisticado da GWM no mercado brasileiro. Trata-se de um híbrido plug-in que combina performance e alta tecnologia embarcada. Equipado com arquitetura híbrida inteligente Hi4, o modelo entrega 517 cv de potência combinada e 83,6 kgf/m de torque, com tração integral inteligente (AWD). A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em apenas 4,9 segundos, enquanto a autonomia em modo 100% elétrico pode chegar a 128 km, segundo dados do Inmetro.

Com dimensões generosas, de 5,16 metros de comprimento e entre-eixos de 3,05 metros, o SUV adota configuração interna 2+2+2, com bancos individuais na segunda e terceira fileiras e acabamento premium. Entre os principais equipamentos estão bancos com aquecimento, ventilação e massagem, head-up display, painel digital de 12,3 polegadas, multimídia de 14,6 polegadas com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, sistema de som premium e atualizações remotas de software (OTA). Na segurança, o Wey 07 traz sistema ADAS de nível 2+, com cinco radares, cinco câmeras e 12 sensores ultrassônicos. 

Wey 07 x BYD Atto 8: a briga em números

O BYD Atto 8 é o principal concorrente do Wey 07 no Brasil. Ambos são SUVs híbridos plug-in de luxo, mas apresentam diferenças importantes:

  • Preço: o Atto 8 custa cerca de R$ 30 mil a menos.

  • Capacidade: o BYD leva sete ocupantes, contra seis do Wey 07.

  • Potência: o Wey 07 entrega 517 cv e 83,6 kgf/m de torque, superando os 488 cv e 72,9 kgf/m do Atto 8.

  • Autonomia elétrica: vantagem para o Wey 07, com até 201 km (ciclo NEDC), frente aos 152 km do rival.

  • Recarga: o Atto 8 é mais rápido, recuperando de 30% a 80% em apenas 20 minutos, contra 26 minutos do Wey 07.

  • Performance: ambos aceleram de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos, mas o BYD alcança velocidade máxima de 200 km/h, contra 190 km/h do GWM.

Se você se interessou pelo Wey 07, não deixe de conferir um conteúdo especial, preparado em uma das viagens do CT Auto à China. Nele, relatamos nossa experiência ao volante da "família Wey" e como os SUVs de luxo são o novo caminho para a GWM no Brasil.

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BYD faz queima e joga preços de elétricos e híbridos no chão

15 July 2026 at 21:05

A BYD resolveu adotar uma estratégia agressiva para fechar julho na liderança do ranking de vendas de carros elétricos e híbridos no Brasil. Para isso, a marca chinesa anunciou uma verdadeira “queima” nos preços de três de seus principais modelos: King, Song Pro e Dolphin Mini.

A dupla de híbridos está com descontos imperdíveis até o final do mês (ou enquanto durarem os estoques) anunciados no site oficial da BYD. O sedan King, pesadelo do Toyota Corolla, está com a versão de entrada, GS, custando menos que o Dolphin. O preço atual é de R$ 149.990, R$ 25 mil menor que o de tabela.

BYD king e song pro

O Song Pro, por sua vez, está saindo pelo mesmo preço de um Volkswagen T-Cross 200 TSI. De acordo com o site da BYD, o SUV híbrido teve uma redução de R$ 28.500 no preço de tabela e, assim, sai por R$ 161.490 durante a promoção de julho.

BYD Dolphin Mini também tem redução no preço

O terceiro modelo que está incluído na queima da BYD em julho é o Dolphin Mini. O carro elétrico mais vendido do Brasil não está com um desconto tão grande quanto os híbridos, mas, mesmo assim, tem condições atraentes para quem estuda migrar para o segmento “verde”.

BYD Dolphin Mini

A BYD reduziu em R$ 9.000 o preço do Dolphin Mini e, assim, está oferecendo o subcompacto elétrico por R$ 109.990. Todas as ofertas, de acordo com a marca, são válidas para clientes pessoa física e permanecerão em vigor até o dia 31 de julho, se houver estoque suficiente.

Como são os carros em oferta da BYD?

O King oferece não apenas um excelente desempenho, mas uma autonomia gigante, que pode passar de 1.000 km por ciclo no alcance combinado. O sedan que está com os preços no chão, conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor. 

BYD carros em oferta

O Song Pro, por sua vez, tem o mesmo motor 1.5 atrelado a  um elétrico, e entrega 223 cv de potência combinada. O conjunto permite rodar em modo totalmente elétrico em percursos urbanos, favorecendo a economia no dia a dia.

Fechando a lista de carros com os preços no chão está o Dolphin Mini. Enquanto a nova geração, maior e mais potente, não chega, o modelo em oferta oferece 75 cv de potência, com 13,7 kgf/m de torque, além de uma autonomia que pode chegar aos 280 km por ciclo de carga, já segundo o Inmetro.

Aliás, por falar em Dolphin Mini, vocês sabiam que há muitas curiosidades que pouca gente sabe a respeito do compacto elétrico? Aproveitem e confiram também quanto vale a pena pagar em um Dolphin Mini usado.

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Volkswagen confirma que fará demissões em massa até 2030

15 July 2026 at 17:01

A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (15) que fará uma reestruturação global que prevê o corte de 100 mil empregos até 2030. As demissões em massa fazem parte de um plano para reduzir custos e enfrentar os desafios da transição para veículos elétricos, em meio à queda nos lucros da companhia.

Segundo a montadora, o processo de reorganização também inclui o fechamento de algumas fábricas, com o objetivo de concentrar a produção em unidades mais modernas e eficientes. A decisão reflete a necessidade de adaptação ao novo cenário da indústria automotiva.

Fábrica Volkswagen

A empresa destacou que as mudanças são essenciais para garantir competitividade frente a rivais que já avançam na eletrificação de suas linhas. O plano busca alinhar a produção às exigências ambientais e às novas demandas de mobilidade sustentável.

Impacto das demissões na Volkswagen

O anúncio da demissão em massa na Volkswagen começou a preocupar sindicatos e trabalhadores, já que o corte de 100 mil empregos representa uma das maiores reduções já realizadas por uma montadora. A Volkswagen afirmou que oferecerá programas de apoio e alternativas de realocação, mas reconheceu que o impacto será significativo.

Fábrica Volkswagen

Além da redução de pessoal, a montadora pretende revisar sua gama de veículos, priorizando modelos elétricos e híbridos. A mudança de estratégia reforçou o discurso sobre o compromisso da empresa com a mobilidade sustentável e com a modernização de sua produção.

Com essas medidas, a Volkswagen espera recuperar rentabilidade e fortalecer sua posição no mercado global. A aposta está na adaptação às novas exigências dos consumidores e na consolidação de sua presença no setor de veículos elétricos.

Por falar em Volkswagen e em carros eletrificados, uma das promessas da marca para o mercado brasileiro é justamente carros híbridos nacionais que “rodam como elétricos”.

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Renault renova SUV elétrico esquecido para tentar desencalhar modelo

24 June 2026 at 14:55

A Renault apresentou na Europa uma atualização importante para o Mégane E-Tech, seu SUV elétrico que vinha sendo pouco lembrado no mercado. O objetivo é dar mais dinamismo e atratividade ao modelo, reforçando sua presença em um segmento cada vez mais competitivo.

As mudanças incluem melhorias visuais e tecnológicas, com foco em design mais moderno e recursos de conectividade avançados. A marca aposta que essas novidades vão reposicionar o Mégane E-Tech como uma opção relevante frente a rivais que já vinham conquistando espaço.

É importante destacar que, por enquanto, segundo informado pela marca aos amigos do Guru dos Carros, essas alterações não estão previstas para o Brasil. A apresentação foi feita exclusivamente para o mercado europeu, onde o modelo já é comercializado e enfrenta concorrência direta de SUVs elétricos de marcas tradicionais e novas.

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Principais destaques da renovação do SUV Renault

O novo Mégane E-Tech Electric ganhou linhas mais marcantes, com detalhes que reforçam a identidade visual atual da Renault. A dianteira recebeu ajustes na grade e nos faróis, enquanto o interior foi aprimorado com novos acabamentos e central multimídia mais intuitiva.

Novo Mégane E-Tech ganhou traços que reforçam identidade visual da marca (Imagem: Divulgação/Renault)

Além do design, o SUV recebeu incrementos tecnológicos que ampliam a segurança e o conforto. A Renault aposta em recursos digitais e assistentes de condução para tornar o modelo mais competitivo e atrativo para consumidores europeus.

Pontos positivos do reposicionamento do Mégane E-Tech

A atualização do Mégane E-Tech Electric reforça o compromisso da Renault com a eletrificação, trazendo mais estilo e tecnologia para um modelo que estava “esquecido” no portfólio. Com design renovado e recursos digitais de última geração, o SUV ganha fôlego para disputar espaço no mercado europeu.

Nova geração deve manter posicionamento de preço, ao menos na Europa (Imagem: Divulgação/Renault)

Outro ponto positivo é a estratégia de manter o modelo competitivo sem grandes alterações de preço, que hoje é de cerca de € 38 mil (aproximadamente R$ 225 mil). Isso permite que consumidores tenham acesso a um SUV elétrico mais moderno e equipado, sem precisar migrar para opções premium de valor elevado.

Principais destaques do renovado SUV elétrico da Renault

O novo Renault E-Tech reforçou alguns features tecnológicos que já o colocam em patamar de igualdade com o que há de melhor nos concorrentes, inclusive entre os SUVs chineses.

  • Central multimídia OpenR Link com integração Android Auto e Apple CarPlay sem fio
  • Painel digital personalizável com informações de autonomia e consumo
  • Novos modos de condução para maior eficiência energética
  • Assistentes de direção avançados (ADAS), incluindo controle de cruzeiro adaptativo
  • Sistema de som premium Harman Kardon
  • Atualizações remotas (OTA) para software do veículo
  • Melhorias na suspensão e no isolamento acústico para maior conforto

Quer saber mais sobre a geração atual do Renault Mégane E-Tech que segue à venda no Brasil? Então confira nosso review completo sobre o SUV elétrico que pode encarar os chineses e, também, 5 razões para comprar e 2 para fugir do crossover francês.

Leia a matéria no Canaltech.

Quer comprar o último Corolla feito em Indaiatuba? Entenda por que não pode

23 June 2026 at 16:55

A Toyota encerrou um ciclo marcante no Brasil. O último Corolla produzido na planta de Indaiatuba (SP), inaugurada em 1998, foi apresentado em cerimônia aos funcionários como símbolo de despedida. O sedan, um Corolla Altis Premium, porém, não seguirá para as concessionárias e, portanto, não estará à venda, para desespero dos fãs de um dos carros mais vendidos do mundo em todos os tempos.

Enquanto o carro ganha destino especial, a produção será totalmente concentrada em Sorocaba, onde a marca investe pesado para ampliar sua capacidade e modernizar processos. O local, que já produz o Corolla Cross e o Yaris Cross, será agora o centro da operação nacional da marca japonesa. Com investimentos de R$ 11 bilhões até 2030, a unidade terá capacidade para fabricar até 270 mil veículos por ano, incluindo uma futura picape intermediária, originada no Corolla Cross. 

Indaiatuba, por sua vez, deixa um legado importante. Foi lá que o Corolla se nacionalizou e se tornou referência, inclusive como o primeiro carro híbrido flex produzido na América Latina. Ao longo de quase três décadas, mais de 1 milhão de veículos saíram de suas linhas de montagem, consolidando o sedan como ícone no mercado brasileiro. 

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Para onde vai o último Corolla?

Em vez de ser vendido, o último Corolla de Indaiatuba terá destino reservado: será preservado como peça histórica no Centro de Visitantes da Toyota em Sorocaba (SP). A decisão reforça o valor simbólico desse exemplar, que passa a representar oficialmente o fim de um ciclo e o início de outro.

Esse movimento também fortalece a estratégia da Toyota de aproximar sua história dos consumidores e visitantes. O museu em Sorocaba já reúne modelos emblemáticos e agora ganhará um dos mais importantes da trajetória da marca no país. O primeiro Corolla fabricado ali chegará ao mercado como linha 2027, marcando uma nova fase para o sedan.

A Toyota, aliás, também está fazendo parte do Programa Move Brasil, que oferece a compra de diversos modelos a juros baixos para motoristas de táxi e aplicativos. Confira quais carros comprar com esse incentivo.

Leia a matéria no Canaltech.

Review Volkswagen T-Cross Extreme: versão top é ótima, exceto por um detalhe

20 June 2026 at 17:05

O Volkswagen T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV compacto mais vendido do Brasil, já está há pouco mais de um ano no mercado e, recentemente, ficou um tempinho nas mãos do CT Auto para passar por uma minuciosa avaliação.

A missão principal foi descobrir, enfim, o que a variante mais cara da família ainda tem a oferecer para conseguir se destacar em meio a um segmento cada vez mais competitivo, principalmente após a chegada das marcas chinesas e seus modelos eletrificados.

Depois de rodar alguns dias ao volante do T-Cross Extreme, tanto em perímetro urbano quanto em rodovias, foi possível detectar o óbvio: a versão top do SUV compacto é ótima, mas tem um detalhe que, para muita gente, o coloca um passo atrás na briga contra BYD, GWM, Geely, Omoda & Jaecoo e companhia.

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Confira, então, nossas impressões no review completo do Volkswagen T-Cross Extreme.

Volkswagen T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Prós

  • Pacote tecnológico
  • Conjunto mecânico confiável
  • Dirigibilidade

Contras

  • Ausência de eletrificação
  • Preço elevado

Quais os diferenciais do T-Cross Extreme?

O que pode levar um consumidor a optar pelo Volkswagen T-Cross Extreme na hora de buscar por um novo SUV compacto? A resposta “seca” para essa pergunta é, na verdade, bem simples: a confiabilidade que o conjunto mecânico e que a marca, como um todo, entregam.

Não dá para negar que a Volkswagen continua resistindo bravamente à ofensiva de marcas chinesas muito por conta da confiança que a marca construiu no mercado brasileiro desde que chegou por aqui, há pouco mais de 70 anos. E o T-Cross Extreme não abriu mão dessa receita.

T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto da Volkswagen (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)

O excelente conjunto mecânico é formado pelo motor 250 TSI (1.4 turbo flex de 150 cv de potência e 25,5 kgf/m de torque) e pelo câmbio automático de 6 velocidades. Embora não ofereça eletrificação, ele segue extremamente honesto e eficiente, com detalharemos mais abaixo.

Além da parte mecânica, a versão topo de linha justifica sua posição na “árvore genealógica” do T-Cross pelo pacote de recursos e acessórios, que é bastante completo para o segmento. O Extreme tem duas telas digitais, carregador de smartphone por indução, recursos do sistema ADAS e um teto solar panorâmico que dá um charme todo especial à cabine.

Pacote de recursos e acessórios do T-Cross Extreme é bem completo (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)

Os detalhes na cor laranja, tanto na carroceria quanto na cabine, além da logotipagem exclusiva, colaboram para diferenciar o T-Cross Extreme das demais versões do SUV. A pintura fosca, na cor Verde Oliver, porém, não pôde ser apreciada pelo CT Auto, já que a unidade emprestada ao Canaltech foi na cor branca. O teto biton, porém, completou o visual mais ousado do modelo. 

"O T-Cross Extreme segue a receita de sucesso da Volkswagen, mas tem um grande "porém"."

— Paulo Amaral

Como anda o T-Cross Extreme?

Sob o capô, o motor 250 TSI, 1.4 turbo flex de 150 cv, o mesmo que equipa outros carros da Volkswagen, como o recém-testado Nivus GTS, entrega o que promete: ótima aceleração, retomadas vigorosas e consumo de combustível “honesto” para um carro sem qualquer nível de eletrificação.

Nos testes com o CT Auto, o T-Cross Extreme andou no limiar dos números oficiais do Inmetro, com média de 8,4 km/l no etanol em consumo misto, cerca de 0,3 acima da aferição do órgão. Não chegamos a abastecer o SUV com gasolina, mas, de acordo com o PBEV, ele pode entregar entre 11,7 e 14 km/l com esse tipo de combustível (cidade e estrada).

A dirigibilidade também não decepcionou. O T-Cross Extreme segue a receita da família, entregando ao motorista uma sensação de segurança que, curiosamente, alguns novatos de marcas chinesas ainda não conseguiram descobrir a receita. E o que isso quer dizer?

Motor 250 TSI, o mesmo do Nivus GTS, entrega o que promete no T-Cross Extreme (Imagens: Paulo Amaral/Canaltecu

Na prática, significa que ao dirigir o T-Cross Extreme você sabe exatamente qual será o comportamento do carro, tanto nas ruas quanto nas rodovias. E ele é perfeitamente equilibrado, tanto pelo acerto de suspensão, que não é excessivamente dura, tampouco mole demais, quanto pela resposta precisa a cada movimento do volante. Uma receita de sucesso que segue válida.

"T-Cross Extreme anda bem e tem consumo honesto, mas falta de eletrificação pode atrapalhar."

— Paulo Amaral

Vale a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme?

Antes de responder se vale ou não a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme, convido vocês a ler novamente o título desse review e, enfim, entender o porquê da versão top de linha do SUV ser “ótima, exceto por um detalhe”.

O detalhe que joga contra quem busca por um SUV 0km e coloca o T-Cross Extreme na balança junto com modelos como Jaecoo 7, BYD Song Pro e GWM Haval H6 é, para a imensa maioria, decisivo na hora de fechar negócio: o preço.

A versão topo de linha da família custa, em junho de 2026, entre R$ 186.000,00 e R$ 198.900,00, dependendo da região e do ano/modelo do carro (2025/2026 ou 2026/2026). O valor é mais alto que a versão Elite do Jaecoo 7, SUV híbrido chinês, e compete diretamente com GWM Haval H6 HEV One e BYD Song Pro, todos com eletrificação e mais tecnologia.

T-Cross Extreme custa quase R$ 200 mil e é ótimo, mas não tem eletrificação. Vale a pena? (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)

Diante desse cenário, fica a pergunta: vale a pena gastar quase R$ 200 mil em um SUV com excelente mecânica, ótimo pacote tecnológico e com a confiabilidade da Volkswagen na retaguarda, mesmo sem qualquer nível de eletrificação no conjunto mecânico? Essa resposta, caro canaltecher, vai ficar nas mãos de cada um de vocês.

* A unidade do T-Cross Extreme avaliada nesse review foi gentilmente cedida ao Canaltech pela Volkswagen do Brasil.

Leia a matéria no Canaltech.

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