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Meta lança Muse Code, agente de programação alimentado pelo novo modelo Muse Spark 1.2

5 August 2026 at 22:16

A Meta lançou hoje o Muse Code, seu primeiro agente de programação — o qual rivalizará com soluções como o Claude Code (da Anthropic) e o Codex (da OpenAI).

A nova ferramenta, assim como os assistentes supracitados, facilita a criação de aplicativos em uma única interface, permitindo gerenciar conjuntos de agentes digitais impulsionados por IA que auxiliam no processo de desenvolvimento de software.

Releasing Muse Code in beta today. It's a terminal coding agent that takes on complete software engineering tasks across large repos: planning changes, writing code, validating the results. Powered by Muse Spark 1.2, a coding-focused model update. pic.twitter.com/xqavk41w6v

— Mark Zuckerberg (@finkd) August 5, 2026
Estamos lançando o Muse Code em versão beta hoje. Trata-se de um agente de programação via Terminal capaz de executar tarefas completas de engenharia de software em grandes repositórios: planejar alterações, escrever código e validar resultados. Ele conta com a tecnologia do Muse Spark 1.2, uma atualização de modelo focada em programação.

Ainda que disponível inicialmente em beta, o Muse Code pode ser usado para realizar uma ampla variedade de tarefas, planejando alterações, escrevendo código e validando os resultados. Desenvolvedores podem utilizá-lo por meio de uma modalidade de pagamento conforme o uso (pay-as-you-go).

Ao contrário do Codex e do Claude Code, atualmente não existe um aplicativo dedicado para o Muse Code. Desse modo, ele pode ser instalado no macOS e no Linux a partir de um comando de uma única linha:

curl -fsSL https://dev.meta.ai/install.sh | bash

Ele também opera em conjunto com o mais novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark 1.2 — o qual foi desenvolvido e treinado juntamente com o novo agente de programação, o que melhora o desempenho geral.

O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1, lançado no mês passado, trazendo melhorias na geração de código, depuração de cenários complexos, compreensão da base de código e fluxos de trabalho de ponta a ponta para desenvolvedores. O novo modelo também amplia significativamente o poder computacional de treinamento para tarefas de programação.

Muse Spark 1.2 has improved coding capabilities compared to its predecessor. We significantly scaled up training compute on coding tasks while expanding training environment diversity, delivering improvements in code generation, complex debugging, and end-to-end developer… pic.twitter.com/0cTSBe4paj

— AI at Meta (@AIatMeta) August 5, 2026

O Muse Spark 1.2 apresenta recursos de programação aprimorados em comparação com sua versão anterior. Aumentamos significativamente a capacidade computacional de treinamento em tarefas de programação, ao mesmo tempo que expandimos a diversidade de ambientes de treinamento, proporcionando melhorias na geração de código, depuração complexa e fluxos de trabalho de desenvolvimento de ponta a ponta.

O modelo foi treinado com o Muse Code para otimizar o desempenho quando utilizados em conjunto, com foco em tarefas como geração de repositórios completos, projetos de grande porte e pesquisa automatizada.

O Muse Spark 1.2 já está disponível no Muse Code e na Meta Model API.

Chiavetta USB avviabile: con Ventoy ne basta una per tutti i sistemi operativi

2 August 2026 at 09:55

Creare una chiavetta USB avviabile è ormai un’operazione alla portata di qualsiasi utente e che si rivela necessaria quando si desidera installare un nuovo sistema operativo sul PC, si deve eseguire un’operazione di ripristino del dispositivo o si vuole testare un software in sicurezza. Tuttavia, ogni immagine ISO, che si tratti di Windows, Linux o altro programma, richiede in genere una chiavetta USB dedicata per il suo funzionamento.

Una soluzione più pratica arriva con le cosiddette chiavette USB multiboot, ovvero unità di memoria in grado di contenere più immagini ISO e che permettono all'utente di scegliere quale sistema operativo avviare all'accensione del computer. Tra i software che offrono tale possibilità spicca Ventoy, piattaforma open source che grazie ad un bootloader intuitivo consente di selezionare in modo semplice il programma desiderato.

CHIAVETTA USB MULTIBOOT IN POCHI PASSAGGI

La prima operazione da compiere è quella di recarsi sul sito ufficiale di Ventoy (link in Fonte) e scaricare il programma sul proprio PC in base al sistema operativo in uso. Sul computer verrà salvato un file .zip di pochi MB all’interno del quale sarà presente il file Ventoy2Disk.exe. Dopo averlo avviato, sarà necessario selezionare la chiavetta USB dalle risorse del PC affinché il software possa procedere creando le partizioni necessarie e installi il proprio bootloader sull’unità. L’operazione cancella tutti i dati presenti sulla chiavetta USB.


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CrossOver 27 ganha versão de teste com suporte a chips Apple Silicon

31 July 2026 at 19:22

A CodeWeavers, empresa responsável pelo CrossOver (ferramenta que permite instalar aplicativos para Windows no macOS), disponibilizou hoje a primeira versão (ainda em fase de teste) do CrossOver 27, que conta com suporte nativo ao Apple Silicon.

Até então, a ferramenta dependia do Rosetta 2 (a camada de tradução da Apple que será descontinuada em 2027 com o macOS 28), marcando um dos últimos passos na transição do x86 (dos chips Intel) para a arquitetura ARM 1Advanced RISC Machine. (dos chips Apple Silicon) no ecossistema da Apple — vale lembrar que o macOS Golden Gate 27 já não contará com suporte aos processadores da Intel.

O desenvolvimento da nova versão foi iniciado em 2023, baseando-se nos avanços sucessivos do Wine, além de passar a integrar o FEX (emulador que executa aplicativos x86 e que, originalmente feito para a versão ARM64 do Linux, agora foi portado para o macOS).

Algumas limitações incluem a ausência de suporte ao D3DMetal, a camada de tradução da Apple do DirectX 11/12 para a API 2Application programming interface, ou interface de programação de aplicações. Metal, a incompatibilidade com o inicializador de alguns jogos e a impossibilidade de migrar garrafas (bottles) para a arquitetura ARM.

Embora a empresa tenha confirmado o fim do suporte aos Macs Intel na nova versão do utilitário, o CrossOver 26 seguirá funcionando mesmo com o lançamento da nova versão.

A versão ARM64 do CrossOver 27 pode ser testada a partir do macOS 26.5; em versões anteriores do sistema, o CrossOver continua funcionando via Rosetta 2.

O CrossOver possui um teste gratuito de 14 dias para novos usuários e pode ser adquirido tanto por US$54 em sua versão com um ano de suporte quanto por US$494 com suporte vitalício.

via AppleInsider

Notas de rodapé

  • 1
    Advanced RISC Machine.
  • 2
    Application programming interface, ou interface de programação de aplicações.

Valve funding port of Linux RADV Radeon Vulkan driver to Windows — cross-platform effort already runs 'Counter-Strike 2'

The Steam Machine helped grow the popularity of Linux gaming, including installations of Bazzite and other gaming-oriented Linux distributions. Valve seemingly doesn't want to stop its open-source development efforts anytime soon, and is now working on a port of the Mesa Radeon Vulkan driver (RADV) to Windows; It's already running Counter-Strike 2, according to developers at Collabora.

As cross-platform development is rather tricky, Valve opted to get a port of RADV to Windows going by way of sponsoring contractors at Collabora. In its blog post, Collabora explained the several hoops it had to jump through to accomplish this task.

With Windows 10 and WDDM 2.0, Microsoft improved the split between graphics drivers' userspace code (the vast majority of the driver itself) and the kernel-level portion that actually talks to the graphics card. This presented the opportunity to hook RADV to the AMD kernel card driver. That's easier said than done, however, as communication between those parts often carries non-standardized data that RADV needs to understand. And to understand the "conversation," it needs to be recorded and analyzed.

An earlier 2024 effort by Faith Ekstrand yielded a basic-but-valuable utility for logging WDDM 2.0 calls and reverse-engineering them to produce a basic RADV implementation. Out of both debugging necessity and as a development tool, Collabora built and expanded upon Ekstrand's work, improving the logger to the point where it can now fully analyze any Vulkan application that runs with AMD's official driver and dump all the data passing to the kernel.

After a lot of work getting to grips with how the AMD driver interacts with the kernel driver, including but not limited to reverse-engineering obscure data structures, the team made progress, and Windows RADV is now able to run some games, including Counter-Strike 2.

Despite the ongoing effort, Collabora explains that since user- and kernel-space driver are a matched pair, changes to those aren't guaranteed to be backwards-compatible, meaning that even a fully functional RADV could break at any point. For that reason, Collobora is requesting that AMD, Microsoft, or both provide a documented interface to the kernel driver or an intermediary compatibility layer.

AMD graphics driver development on Linux has coalesced around the Mesa Vulkan stack, with both company and community devs contributing to the RADV project. Over in the Windows world, the only option is AMD's proprietary driver, which can cause a lot of headaches when developing cross-platform games and applications.

AMD's Vulkan driver for Windows has developed a reputation for instability. Meanwhile, Linux RADV is generally praised for its stability and performance, sometimes running faster than the AMD Windows driver, especially on older cards. With a rapid development schedule, it also generally sees fixes and speed upticks often.

If at some point using RADV on Windows becomes viable, you'd be getting an arguably more stable, mature driver with active development. Games' graphical issues could become far easier to debug and patch thanks to the open nature of RADV, and studios developing with Linux in mind can target the one platform instead of two with different behaviors. Any developer or company can contribute to the project, too.

Furthermore, this lets Valve improve Windows compatibility layers, and any optimizations can be carried over to both operating systems. All told, this is likely one of the several moving parts to improve Linux — thus the Steam Deck, Steam Machine, and upcoming hardware — as a viable gaming platform. Even a future notion of gamers installing RADV on Windows to get a performance or stability boost isn't too far-fetched.

Additionally, RADV on Windows would also help keep discontinued cards usable, and given pricing right now, that certainly would be a good thing.

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