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Confira detalhes de voos e aeronaves no céu com o app Overflight

3 August 2026 at 20:50

Se você gosta de acompanhar o mundo da aviação, então vale a pena conferir o app Overflight, o qual oferece uma visualização no estilo radar de todo o céu visível, com o diferencial de exibir com destaque a aeronave que está passando acima de você. É possível deslizar a tela para focar em qualquer outra aeronave e, quando o céu está tranquilo, o app permanece em estado de espera até a próxima ocorrência.

O aplicativo, é claro, também exibe detalhes como informações sobre a companhia aérea, o número do voo e o tipo de aeronave, bem como altitude, velocidade vertical, velocidade em relação ao solo, trajetória, rumo e distância.

Ele ainda pode mostrar, com destaque, o tráfego militar e de interesse especial assim que eles entram no céu. Vale notar, porém, que nem todas as aeronaves transmitem sua posição (alguns voos militares operam sem transmissão).

Na versão Pro, é possível conferir rotas em tempo real (da origem ao destino), ouvir anúncios de tráfego por voz, receber alertas de aproximação de aeronaves e ativar um modo “sempre ligado” para exibição ambiente contínua — ideal para a Apple TV, cuja versão foi recém-lançada.

O Overflight utiliza dados ADS-B gratuitos fornecidos por usuários e não requer a criação de conta ou cadastro. Além disso, sua localização é usada apenas para identificar as aeronaves acima de você.

O app está disponível gratuitamente na App Store para iPhone, iPad e Apple TV. A versão Pro, por sua vez, custa R$25/mês, R$130/ano ou a partir de uma licença vitalícia por R$500.

via 9to5Mac

Leilão da Receita em Porto Alegre tem MacBook Air e Mac mini por R$9.000

3 August 2026 at 20:40

A Receita Federal anunciou dois novos leilões os quais contam com uma série de dispositivos da Apple que entraram de forma ilegal no país. Distribuídos nas cidades de Porto Alegre (RS) e Salvador (BA), eles somam, ao todo, 16 lotes com pelo menos um produto da empresa.

O órgão, é sempre bom lembrar, não especifica os modelos ou as versões de determinados itens incluídos nos lotes, sendo que alguns deles podem estar usados, vir sem caixa ou até mesmo sem acessórios (isso costuma ser alertado). Ele também não faz entregas.

Dentro dos lotes com produtos da Apple, também pode haver outros itens sendo leiloados, vale notar.

Porto Alegre

Com 190 lotes (embora apenas 11 com dispositivos da Maçã), os itens desse leilão estão concentrados na Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 10ª Região Fiscal. Segundo seu edital, as propostas poderão ser enviadas para análise a partir do dia 25 de agosto, às 12h, e serão recebidas até 28/8, às 18h.

As melhores serão selecionadas para participar do pregão online — o qual está previsto para o dia 31/8, a partir das 14h.

Eis os lotes com dispositivos da Apple inclusos nesse leilão:

LoteProduto(s) da AppleValor mínimo
42x AirTag (pacote com 4 unidades)
1x iMac (M4)
20x adaptador de parede USB-C (20W)
R$20.000
101x Magic Mouse (USB-C)
1x MacBook Air (M2, 256GB) de 13″
2x MacBook Air (M1, 256GB) de 13″
R$10.000
181x Mac mini (M2)R$10.000
32219x adaptador de paredeR$3.000
336x adaptador de paredeR$4.000
3620x adaptador de parede
1x Apple Pencil
6x EarPods
R$10.000
5474x adaptador de parede
3x adaptador de parede (5W)
10x adaptador de parede (20W)
12x adaptador de parede USB-C
4x iPhone 12 Pro Max
R$3.000
832x AirTag (pacote com 4 unidades)
1x Apple Pencil Pro
1x MacBook Neo (8GB/256GB)
R$10.000
851x cabo USB-C de 1 metro
1x adaptador de parede (20W)
R$5.200
872x Apple Pencil (USB-C)
1x Apple Pencil (2ª geração)
2x Magic Keyboard
1x Mac mini (M4, 256GB)
1x MacBook Air (modelo não especificado, 8GB/256GB) de 13″
R$9.000
941x adaptador de parede (20W)R$4.000

Salvador

Os itens desse leilão estão distribuídos em um total de 52 lotes, embora apenas 5 deles tenham algum dispositivo da Maçã.

De acordo com o seu edital, as propostas poderão ser enviadas para análise a partir do dia 17 de agosto, às 8h, e serão recebidas até 20/8, às 18h. As melhores serão selecionadas para participar do pregão online — o qual está previsto para o dia 21/8, a partir das 11h.

LoteProduto(s) da AppleValor mínimo
283x adaptador de parede (20W)
23x cabo Lightning para USB
21x cabo USB-C para Lightning
1x cabo MagSafe para USB-C
1x cabo USB-C de 2m
1x capa de couro com MagSafe para iPhone 12 Pro Max
R$24.000
29110x cabo Lightning para USB
1x cabo USB-C para Lightning
107x adaptador de parede (5W)
110x adaptador de parede (20W)
31x adaptador de parede (20W)
15x cabo USB-C para Lightning de 1m
R$22.000
312x AirTagR$12.000
341x adaptador de parede (20W)R$36.500
351x adaptador de parede (5W)
1x cabo Lightning para USB-C de 1m
R$8.500

Como participar

Todo o processo é feito de forma digital. Os interessados em adquirir os produtos do leilão precisam ter um CPF e um certificado digital válidos, via acesso ao Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) — o qual será utilizado para acessar o site corretamente e poder participar de tudo.

Alguns lotes estão disponíveis para lances tanto de pessoas físicas quanto de pessoas jurídicas.

Apple rejeita (de novo) exigência de backdoor do iCloud no Reino Unido

3 August 2026 at 18:03

Em mais um capítulo da batalha travada entre a Apple e o governo do Reino Unido sobre a exigência de um ponto de acesso (ou backdoor) à criptografia do iCloud, a empresa apresentou uma contestação judicial contra a tentativa, por parte do governo britânico, de acessar os dados criptografados de usuários, segundo o Financial Times.

Na ação protocolada junto ao Investigatory Powers Tribunal (IPT), no mês passado, a Apple afirmou que não criou e não pretende criar uma backdoor para os dados dos seus usuários, argumentando que a ferramenta enfraqueceria a segurança do iPhone.

A exigência iniciada com base na Technical Capability Notice (ou Notificação de Capacidade Técnica, uma ordem governamental que prevê a interceptação, por parte do governo do Reino Unido, de dados de usuários mantidos pelas grandes empresas de tecnologia) ordenava que a Apple fornecesse informações dos usuários do iCloud protegidas pela Proteção Avançada de Dados (Advanced Data Protection), obrigando a empresa a redesenhar seu serviço caso optasse por acatar as demandas estatais britânicas.

O recurso, vale lembrar, acabou sendo removido do iOS no país para evitar fornecer aquilo que foi determinado pelo governo do Reino Unido.

A abrangência dos usuários impactados também foi motivo de disputa: como a determinação inicialmente impactava integralmente a base instalada do iCloud, o governo dos Estados Unidos optou por pressionar o Reino Unido a desistir de aplicá-la a todos os usuários americanos, o que de fato ocorreu posteriormente. O recuo, porém, não durou muito, e uma segunda ação — muito semelhante à primeira — foi protocolada em outubro de 2025.

Apple é processada nos EUA por coleta de dados faciais no app Fotos

3 August 2026 at 17:06

A Apple virou alvo de uma nova ação coletiva nos Estados Unidos, desta vez por conta do sistema de reconhecimento facial do aplicativo Fotos (Photos) — que estaria indo contra a lei de privacidade do estado de Illinois. As informações são do The Sunday Times.

Os reclamantes argumentam que o app, o qual já vem pré-instalado nos dispositivos da Maçã, escaneia fotos para procurar rostos de pessoas e, então, criar uma “impressão facial” para cada pessoa na galeria sem o devido consentimento.

A Illinois Biometric Information Privacy Act (algo como Lei de Privacidade de Informações Biométricas de Illinois), citada no processo, proíbe empresas de coletar dados biométricos de uma pessoa sem primeiro alertá-la e solicitar o seu consentimento por escrito. Ela já foi aplicada no passado contra empresas como Meta e Google, e prevê uma multa de até US$5.000 por infração caso haja intenção ou imprudência.

A acusação explica ainda que, uma vez que o Fotos analisa as imagens, ele armazena os dados biométricos das pessoas envolvidas no próprio dispositivo, catalogando os seus rostos no aplicativo.

Em contrapartida, a Apple argumentou que o caso deveria ser dispensado pois o entendimento de que os dados coletados contam como “identificadores biométricos” depende de “provas individualizadas das escolhas e rótulos de cada usuário”. A empresa também lembrou da existência de salvaguardas, como as que garantem que os vetores numéricos utilizados pelo Fotos para organizar álbuns não possam ser utilizados para recriar um rosto. A Maçã disse, por fim, que os dados coletados não são ligados ao nome de uma pessoa nem à sua identidade.

Mesmo assim, um juiz de Illinois decidiu, no mês passado, que os consumidores envolvidos no processo atingiram os requisitos para abrir a ação coletiva, e o Tribunal de Apelação do Sétimo Circuito rejeitou o recurso da Apple contra essa decisão na última quarta-feira (29/7).

Vejamos as cenas dos próximos capítulos.

via AppleInsider

Como prorrogar o tempo que um story fica no ar no Instagram

3 August 2026 at 12:00

Os stories do Instagram sempre foram publicações temporárias. Depois de 24 horas, eles desaparecem completamente do seu perfil e ficam disponíveis só para você, em um arquivo privado.

Mas, com o lançamento do Instagram Plus, a Meta está permitindo estender o tempo que o seu story fica no ar — mais precisamente, por mais 24 horas (totalizando, então, 48 horas).

Veja como fazer isso! 😉

  1. Antes de mais nada, é importante que você já tenha feito a publicação na área de stories do aplicativo para iPhones e iPads.
  2. Com o app aberto, visualize a publicação e deslize o dedo de baixo para cima, para mostrar os perfis que viram o story e quem reagiu.
  1. Em seguida, toque no botão localizado ao lado da lixeira (na parte superior direita) e selecione “Prorrogar”.

Como ver uma prévia de um story do Instagram sem que ninguém saiba

3 August 2026 at 11:30

Com uma assinatura ativa do Instagram Plus, usuários de iPhones e iPads podem usufruir de diversos benefícios exclusivos que tornam a sua experiência com a rede social da Meta ainda melhor.

Um deles é a prévia de stories. Como o nome deixa claro, ela permite pré-visualizar o story de uma pessoa que você segue, sem que essa pessoa veja o seu nome na lista de visualizadores.

Veja como usar! 😄

  1. Antes de mais nada, certifique-se de ter uma assinatura ativa do Instagram Plus.
  2. Com o Instagram aberto no seu feed, mantenha o dedo pressionado em cima da bolinha de stories do contato.
  1. Uma prévia será mostrada por meio da miniatura, além dos tradicionais botões para silenciar as publicações e ver o perfil da pessoa/empresa.

Conheça três maneiras de acessar o arquivo dos seus Instants no Instagram

2 August 2026 at 20:30

Apesar de ter perdido um pouco do hype inicial, os Instants seguem sendo uma excelente maneira de compartilhar fotos e vídeos rapidamente com os seus seguidores do Instagram.

Caso queira, é possível consultar facilmente um arquivo de todas as publicações feitas, usando três métodos diferentes — como mostraremos a seguir.

Confira! 📱

Primeiro método

Com o app do Instagram aberto, toque na aba das suas mensagens diretas e no ícone do Instants (no canto inferior direito).

Vá até os quadradinhos (no canto superior direito) para conferir o seu histórico.

Segundo método

A segunda maneira de fazer isso é praticamente a mesma coisa que o método anterior, com a diferença de que isso pode ser feito diretamente pelo aplicativo dedicado do Instants.

Terceiro método

No Instagram, toque na aba do seu perfil (no canto inferior direito), vá até os três risquinhos (no canto superior direito) e entre em “Itens Arquivados”.

Use o menu suspenso da parte superior para selecionar “Arquivo de instants”.

O que é e como desativar a navegação aprimorada no browser do Instagram

2 August 2026 at 19:00

Muita gente não sabe, mas o Instagram possui um navegador embutido dentro do aplicativo para iPhones e iPads.

Além de fazer alguns ajustes (como limpar os dados), você também pode ativar ou desativar a chamada navegação aprimorada.

Com ela, as informações dos sites em que você navega podem ser utilizadas para exibir o histórico de links, recomendações de compras e outros dados. É possível ativar ou desativar esse recurso facilmente, em alguns passos simples.

Veja como! 📱

  1. Com o app aberto, acesse algum link nos Stories: o navegador será aberto dentro do próprio Instagram.
  2. Toque no botão com três pontinhos (no canto superior direito) e vá até “Configurações do navegador”.
  1. Marque ou desmarque a opção “Navegação aprimorada”.

Como mudar a fonte da sua bio no Instagram

2 August 2026 at 17:30

Na bio do seu perfil do Instagram, é possível colocar informações básicas sobre você, como sua profissão, idade ou qualquer outra coisa que julgue útil para quem for visitá-lo.

Para assinantes do Instagram Plus, a Meta oferece uma forma de escolher entre diferentes tipos de fontes para usar na bio. Veja como alterar isso! 📱

  1. Com o Instagram aberto no iPhone/iPad, toque na aba do seu perfil.
  2. Selecione “Editar”.
  3. Toque no campo da sua bio.
  4. Depois de digitar o que quiser, selecione o botão “Aa”.
  5. Para alternar entre as fontes disponíveis, continue tocando esse mesmo botão.
  1. Quando estiver satisfeito, toque no botão azul para salvar.

Instagram: como pré-visualizar mensagens e personalizar as fontes em uma conversa

2 August 2026 at 16:00

Se você é um usuário assíduo do Instagram, uma boa ideia talvez seja assinar o plano de assinatura Instagram Plus, que abre um leque de recursos extras as quais melhoram a sua experiência na rede.

Dentre as funções disponibilizadas com ela, está a possibilidade de pré-visualizar o conteúdo das mensagens que tiver recebido na área de conversas privadas do mensageiro, sem que elas sejam marcadas como lidas ou a outra pessoa saiba que você já leu.

Outra possibilidade é, em uma conversa, usar fontes personalizadas exclusivas de quem assina o Instagram Plus.

Veja como usar ambos os recursos! 😉

Como pré-visualizar uma mensagem sem que a outra pessoa saiba

  1. Para fazer isso, abra o aplicativo no seu iPhone e vá até a área de mensagens diretas.
  1. Mantenha o dedo pressionado por alguns segundos em cima da conversa para que a prévia seja exibida.

Como personalizar as fontes em uma conversa

  1. Dentro da conversa, toque no nome da pessoa (na parte superior).
  2. Vá até “Personalizar”.
  1. Depois de selecionar a aba “Fonte”, escolha uma das sete opções.
  2. Toque em “Aplicar” para salvar.

Apple fecha o melhor trimestre abril-junho da sua história no último balanço de Tim Cook

2 August 2026 at 14:30

Todas as empresas de capital aberto (que possuem ações à venda na bolsa de valores) são obrigadas, por lei — na maioria dos países (inclusive Brasil) —, a disponibilizar publicamente suas demonstrações financeiras periodicamente. Esse costuma ser um momento bastante esperado por acionistas (analisando se a empresa na qual estão investindo está sendo bem administrada e gerando lucros), investidores (para captar novas oportunidades de alocar seus recursos), além da imprensa e de curiosos em geral. Na última quinta-feira (30/7), foi a vez da Apple de divulgar seus resultados financeiros referentes ao trimestre abril-junho de 2026.

Para alegria de todos, o CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. Tim Cook se despede da sua posição com o melhor terceiro trimestre fiscal que a empresa já registrou — um recorde absoluto! Como já informado aqui no MacMagazine, no período de abril a junho (encerrado no dia 27/6), a companhia relatou uma receita de US$109,4 bilhões (alta de 16,4%) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, e lucro líquido de US$29,8 bilhões (um avanço de 27%). A margem bruta chegou a incríveis 50,1%, a maior já apurada em períodos semelhantes da história da empresa!

Hoje, a Apple tem orgulho de relatar o nosso melhor trimestre de abril-junho de todos os tempos, com crescimento de receita de dois dígitos em iPhone, Mac e Serviços, e em todos os segmentos geográficos.

A fala acima é de Cook. Ele deixará o cargo em 1º de setembro, quando John Ternus assumirá, e passará a presidir o conselho de administração.

O fenômeno Mac

Uma das grandes surpresas do relatório foi o crescimento no faturamento de Macs. Pela primeira vez, a categoria ultrapassou a casa dos US$10 bilhões em um trimestre abril-junho, e o crescimento de 29% superou o do iPhone.

A explicação está em parte na procura alucinada por Macs mini para rodar agentes de inteligência artificial e na leva de lançamentos de março: MacBook Air com M5, MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max, e principalmente o MacBook Neo, o modelo de entrada que estreou a US$600 — preço que subiu para US$700 em junho, no reajuste geral motivado pelo custo de memória. A Apple parece ter encontrado um mercado relevante abaixo do Air, e vale acompanhar o que isso faz com a margem da linha nos próximos trimestres.

O iPad foi a única categoria no vermelho, com queda anual de 6%. Não é surpresa: a própria Apple havia avisado que a comparação seria difícil, pois no ano anterior houve o lançamento do iPad com chip A16. O iPad Air com M4, que chegou em março, não foi suficiente para compensar. Cabe ainda analisar se o bem-sucedido MacBook Neo não acabou levando um pouco do mercado dos tablets, também.

O asterisco que quase ninguém vai mencionar

A margem bruta de 50,1% e o lucro por ação de US$2,02 não são resultado apenas da operação, e esse detalhe se perde facilmente na comemoração dos recordes.

À primeira vista, no press release — e nos comentários que fizemos no último podcast —, esse ponto não ficou bem claro, mas merece atenção. A Apple informou, no comunicado, que a margem incluiu cerca de dois pontos percentuais e o lucro por ação incluiu US$0,11 vindos de reembolso de tarifas, dinheiro que a empresa havia pago ao governo americano e recebeu de volta depois que a Suprema Corte derrubou, em fevereiro, as tarifas impostas sob a IEEPA (a lei de poderes econômicos internacionais de emergência). A empresa não detalhou a origem exata dos valores devolvidos, mas a decisão da Corte é o evento que abriu caminho para os reembolsos.

É dinheiro real, entra legitimamente no resultado, mas não é recorrente e não diz nada sobre a capacidade da Apple de vender aparelhos. Descontando o efeito, a fotografia muda um pouco: a margem bruta cai para aproximadamente 48%, exatamente o que o consenso projetava, e o lucro por ação vai para cerca de US$1,91, contra os US$1,89 esperados. De uma superação de 6,9% no lucro, sobra uma de pouco mais de 1%.

Ou seja: o trimestre continua bom em receita e em volume, que são genuinamente fortes. Mas o brilho extraordinário no lucro é, em boa parte, contábil, e não se repete.

A Apple abre a margem bruta em dois blocos apenas: produtos e serviços. Ela nunca divulga margem por categoria individual (não existe margem oficial de iPhone, Mac ou iPad em documento nenhum da empresa, e todo número desse tipo que circula é estimativa de analista), mas os dois blocos que ela abre já contam a história.

Linha de negócioMargem do FQ3 2026Margem do FQ3 2025Variação
Produtos40,07%34,52%+5,55pp
Serviços75,62%75,58%+0,04pp
Consolidado50,06%46,49%+3,57pp

A margem de hardware subiu 5,55 pontos percentuais em 12 meses. A margem de hardware não sobe 5 pontos por ganho de eficiência: é ali que o reembolso de tarifas desembarcou, porque tarifa incide sobre produto físico. A prova está na linha seguinte: serviços, que não pagam tarifa nenhuma, ficou praticamente parado. A melhora não foi operacional.

Vale registrar um desequilíbrio que explica boa parte do valuation da Apple. Serviços representam 28,1% da receita, mas respondem por 42,4% do lucro bruto do trimestre. Produtos são 71,9% da receita e apenas 57,6% do lucro. Cada dólar de serviço vale quase o dobro de um dólar de hardware, e é por isso que o mercado aceita pagar perto de 40x o lucro por uma empresa que, no fim das contas, vende telefone.

Serviços: um pequeno sinal de alerta

Os relatórios revelaram um problema silencioso do trimestre. Serviços cresceram 12,1%, um bom número isolado, mas bem abaixo dos 16,2% do trimestre encerrado em março e, mais grave, abaixo do que a própria Apple havia sinalizado. Na teleconferência de abril, o diretor financeiro Kevan Parekh disse que os serviços cresceriam em ritmo “similar ao reportado em março” (ou seja, algo perto de 16%, ressalvando o efeito cambial). Ficaram cerca de 4 pontos percentuais aquém.

A linha chegou a recuar 0,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Foi o único item da projeção que a Apple não cumpriu, e não é um item qualquer: é o que sustenta o múltiplo da ação. Parte da imprensa de mercado atribuiu a reação negativa à combinação de serviços com a Grande China, embora as estimativas para a região divergissem bastante entre as casas: havia projeções de US$18,8 bilhões, que o resultado cumpriu, e de US$19,5 bilhões, que não.

Some-se a isso um risco que não tem data marcada. Boa parte da receita dos serviços vem do acordo pelo qual o Google paga à Apple para ser o buscador padrão do Safari — cerca de 36% da receita de anúncios de busca, algo próximo de US$20 bilhões por ano. Existe um processo em andamento que questiona a legitimidade desta taxa. A sentença de setembro de 2025 permitiu que o acordo continuasse, mas o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recorreu em fevereiro de 2026 e o Google entrou com recurso próprio em maio. Se a decisão cair, o buraco nessa linha é de dois dígitos de bilhão!

Três números que o comunicado não destaca

Fora das manchetes do balanço, três indicadores das demonstrações merecem atenção, e nenhum deles apareceu no material de divulgação.

  1. O estoque quase dobrou, de US$5,7 bilhões em setembro de 2025 para US$11,1 bilhões, alta de 94%. Uma empresa que é referência mundial em operar com estoque enxuto dobrou o estoque em 9 meses. A leitura mais provável é compra antecipada de memória, antes que os preços subam ainda mais. É a confirmação contábil do que Cook disse em junho, quando afirmou que aumentos de preços eram inevitáveis.
  2. Pesquisa e desenvolvimento saltou para US$11,7 bilhões, o dobro do ritmo da receita, e passou de 9,4% para 10,7% do faturamento. Ao mesmo tempo, o investimento em ativo fixo (equipamentos, imóveis, veículos etc.) caiu 28% no acumulado de 9 meses. É a tese da IA “capital-light” traduzida em números: a Apple gasta mais em gente e software, e menos em concreto e servidor, apostando em rodar inteligência nos mais de 2 bilhões de aparelhos que já estão nas mãos dos usuários. O oposto de Microsoft, Google e Amazon.
  3. O caixa operacional de 9 meses foi de US$117 bilhões, contra US$81,8 bilhões. Mesmo assim, a recompra de ações caiu de US$70,6 para US$62,1 bilhões. A Apple está segurando dinheiro, o que é coerente com o estoque dobrado e com uma troca de comando marcada para 1º de setembro.

Há ainda um detalhe na linha de outras receitas, que agrupa o que a Apple ganha fora da operação: juros do caixa aplicado, juros pagos sobre dívida, variação cambial e valorização de participações minoritárias. O resultado foi de US$572 milhões positivos, contra US$171 milhões negativos há um ano — um giro de US$743 milhões. A carteira de caixa e aplicações subiu para US$146,5 bilhões, enquanto a dívida caiu para US$82,3 bilhões. Mais dinheiro rendendo, menos juros a pagar. É lucro financeiro, não operacional.

A projeção para setembro veio bem abaixo

O trimestre relatado é recorde. A projeção que o acompanha, não. E como o mercado precifica futuro e não passado, foi ela que dominou a reação. A ação, que havia fechado o pregão a US$333,43, caiu cerca de 6,5% na negociação estendida ao longo da teleconferência, o que equivale a aproximadamente US$317 bilhões de valor de mercado. No dia seguinte, a queda se confirmou: -7,35%. A projeção da Apple para o trimestre de setembro, o último do ano fiscal, veio com dois números desconfortáveis.

IndicadorFQ3 2026 (real)FQ4 2026 (projetado)
Crescimento de receita16,4%de 9% a 11%
Margem bruta50,1%de 47% a 48%
Margem bruta sem reembolso de tarifas48,1%de 47% a 48%
Receita implícitaUS$109,4 bilhõesde US$111,7 a US$113,7 bilhões

A desaceleração de 16,4% para algo entre 9% e 11% já seria suficiente para incomodar. O que agravou foi a justificativa: Parekh afirmou que o impacto das restrições de oferta deve “aumentar significativamente” em relação ao trimestre anterior — citando explicitamente iPhone, Mac e iPad —, e mencionou ainda ventos contrários de câmbio sobre a receita de iPhone.

A margem projetada de 47% a 48% é o número mais revelador de todo o balanço. Ela fica abaixo do resultado limpo deste trimestre sem o reembolso de tarifas. Ou seja: a Apple está dizendo que a margem vai cair de verdade, em bases comparáveis. O colchão de estoque de memória comprado a preço favorável, que segurou os custos nos últimos trimestres, está acabando, e o trimestre de setembro é justamente o que carrega o lançamento dos “iPhones 18 Pro/18 Pro Max” — e provavelmente do “iPhone Ultra”, o primeiro dobrável da empresa.

O que Ternus herda

Ternus assumirá como diretor executivo em 1º de setembro, com Cook passando a presidente executivo do conselho. A julgar pelo balanço, ele recebe uma casa em ordem: receita recorde, base instalada de aparelhos ativos em máxima histórica em todas as categorias principais, patrimônio líquido de US$107,5 bilhões e — possivelmente — a companhia mais valiosa do mundo.

Recebe também três problemas bem definidos. O primeiro é o custo de memória, que já forçou aumentos de preço no MacBook Air, no Mac mini e no Mac Studio, e que agora vai comprimir margem sem o amortecedor do estoque barato.

O segundo é a desaceleração dos serviços, com os recursos judiciais contra o acordo de busca com o Google ainda pendentes.

O terceiro é entregar a Siri reformulada, anunciada na WWDC26, movida pelo Gemini do Google, prevista para o ciclo do iOS 27 e adiada por tempo indeterminado na União Europeia — decisão que a Apple atribui às exigências da Lei dos Mercados Digitais (Digital Markets Act, ou DMA).

A leitura mais honesta deste balanço talvez seja esta: Cook encerra sua gestão entregando o melhor trimestre abril-junho da história da Apple, a maior capitalização de mercado do mundo e uma operação que cresce dois dígitos em todos os continentes em que atua. O que ele não entrega pronto é a próxima curva: provar que a aposta de rodar inteligência artificial dentro do aparelho, e não na nuvem, vale o múltiplo de 40x que a ação vinha cobrando. Essa parte, agora, é com Ternus.

Metodologia

Os números do trimestre e do comparativo anual foram extraídos das demonstrações consolidadas condensadas não auditadas da Apple referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2026 e ao terceiro trimestre fiscal de 2025, conferidas linha a linha. As margens por linha de negócio, os indicadores de balanço patrimonial e de fluxo de caixa e todos os percentuais foram calculados a partir desses documentos.

As estimativas de consenso de Wall Street citadas foram compiladas antes da divulgação junto a Yahoo Finance, TipRanks, Zacks, Visible Alpha, Hudson Labs e Goldman Sachs.

A projeção para o trimestre de setembro e as declarações do diretor financeiro vêm da teleconferência de 30 de julho de 2026, com apuração de 9to5Mac, CNBC e AppleInsider.

Os dados de mercado chinês são da IDC e da CAICT. A série de fechamentos mensais da ação tem origem em StatMuse, StockAnalysis.com, FinancialContent e Macrotrends, via S&P Global Market Intelligence.

O ajuste identificado como “sem reembolso de tarifas” não é uma linha contábil: é cálculo próprio a partir do efeito que a Apple declarou no comunicado de resultados.

Observação

Este texto não constitui recomendação de investimento.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.

Apple Care One: So sichern Sie iPhone, iPad und Apple Watch gemeinsam für 20,99 Euro

2 August 2026 at 09:45

Ziemlich genau ein Jahr nach dem Start in den USA kommt Apple Care One auch nach Deutschland. Für eine Monatsgebühr von 20,99 Euro kann man damit drei Apple-Geräte versichern; gegen Diebstahl sind nun auch iPad und Apple Watch abgesichert. Das Angebot startet am 4. August.

Bisher zahlte man für jede Apple-Care-Versicherung bei Apple einzeln. Neu gekaufte Geräte konnte man direkt beim Kauf oder bis zu 60 Tage danach in die Garantieverlängerung aufnehmen. Kunden von Apple Care+ (Einzelgeräte) und Apple Care One (drei oder gegen Aufpreis von 5,99 Euro je Gerät auch mehr) erhalten neben der verlängerten Garantie schnellere und vergünstigte Reparaturen bei unabsichtlichen Beschädigungen, vorrangigen Support von Apples Experten und gratis Austausch von Batterien, sofern deren Gesundheitszustand unter 80 Prozent liegt.

Bisher war von Apple Care nur das iPhone gegen Diebstahl geschützt, jetzt gilt der Schutz vor Langfingern auch für iPad und Apple Watch. Macs sind weiterhin nicht gegen Entwenden versicherbar.

In bestehende Apple-Care-Verträge kann die Kundschaft ab dem 4. August vom iPhone oder Mac aus den Einstellungen heraus weitere Geräte in die Option Apple Care One aufnehmen. Dazu müssen sie jedoch in einem guten Zustand sein und dürfen nicht älter sein als vier Jahre.

Kunden von Apple Care One können verkaufte oder innerhalb der Familie weitergegebene Geräte selbst aus dem Bundle entfernen, um wieder neue hinzufügen zu können. Gibt man bei Apple ältere Geräte beim Neukauf in Zahlung, erfolgt der Austausch in der Police automatisch. Apple Care One gilt nur für Geräte, die an den gleichen Apple Account gekoppelt sind. Die Police auf Geräte anderer Familienmitglieder aufzuteilen, geht nicht.

Die Preise für Apple Care+ hängen vom Gerät ab: Für das iPhone 17e zahlt man inklusive Schutz vor Diebstahl und Verlust 9,99 Euro im Monat, für die Spitzenmodelle wie iPhone Air oder iPhone 17 Pro werden 14,99 Euro im Monat fällig. Für die Absicherung des Macbook Air verlangt Apple 84,99 Euro im Jahr oder einmalig 235 Euro für drei Jahre. Wer Apple Care One statt dreier Einzelverträge bucht, spart laut Apple 13,48 Euro im Monat. Erst am 15. Juli hatte Apple die Preise für Apple Care+ erhöht, die Flatrate für drei Geräte kommt gerade recht.

The Ultimate Guide to Apple Arcade

You could be sitting on a treasure trove of fantastic iPhone, iPad, Mac, and Apple TV games and not even know it.

Apple Arcade might be one of the most underrated gaming services on the market right now, with many Apple One subscribers not even realizing that it is included in all tiers of the service. You can also subscribe to it separately and you could even be able to access a generous free trial right now if you're reading this on a shiny new Apple device.

But what exactly is Apple Arcade, how much does it cost, what kind of games can you play on it, and, perhaps most importantly, are any of them actually good? I've spent the last week really sinking my teeth into the service in order to find out and deliver this ultimate guide to everything that you need know.

From all the basic facts to a bumper list of my personal game recommendations and even a personality quiz to match you to titles that you might like, everything here is intended to help you walk away an expert in all things Apple gaming.

The ultimate guide to Apple Arcade

TRG Ultimate Guide to Apple Arcade branding on a screenshot of Monument Valley.

What is Apple Arcade? Everything you need to know about the gaming service

No idea where to start? This is our comprehensive breakdown of everything that you need to know about Apple Arcade from how much it costs to the kinds of games that are included.

TRG Ultimate Guide to Apple Arcade branding with an image of Sonic the Hedgehog overlaid.

Apple Arcade is a joyful reminder of when mobile gaming was about fun, not emptying your wallet

The Ultimate Guide to Apple Arcade header image.

Apple Arcade review: is the mobile gaming service still worth it in 2026? Here's our definitive verdict

A Disney Dreamlight Valley screenshot with Ultimate Guide to Apple Arcade branding.

I've played all 279 Apple Arcade games — here are the eight best

I spent a week playing every single game available on Apple Arcade to bring you this definitive list of the ones worth checking out first.

TRG Ultimate Guide to Apple Arcade branding with an image of Angry Birds protagonists overlaid.

What kind of iPhone gamer are you? Find out — and get game suggestions — in our quiz

Recommended controllers in the Ultimate Guide to Apple Arcade.

The Apple Arcade controllers I've tested and recommend to improve your gaming

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox [iPhone, iPad e Mac]

1 August 2026 at 20:30

Se você usa o Mozilla Firefox como o seu navegador padrão em iPhones, iPads ou Macs, já deve ter notado que há algumas áreas do browser que podem trazer certos tipos de anúncios.

Uma dessas áreas é justamente a página inicial do Firefox, que pode sugerir atalhos patrocinados. Felizmente, um truque permite desabilitar facilmente isso. Veja, a seguir, como fazer isso! 🙂

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no iPhone/iPad

  1. Com o Firefox aberto, toque nos três pontinhos (na parte inferior) e vá até “Configurações”.
  1. Escolha “Tela inicial” e “Atalhos”.
  2. Desmarque a opção “Atalhos patrocinados”.

Como desativar os atalhos personalizados do Firefox no Mac

  1. Clique em “Firefox”, na barra de menus, e escolha “Configurações…”, use o atalho ⌘ command , ou vá até os três risquinhos (no canto superior direito) para escolher a mesma opção.
  1. Selecione “Página inicial e início”.
  2. Desmarque a opção “Atalhos patrocinados” abaixo de “Apoie o Firefox”.

via iDownloadBlog

Apple Arcade is packed with console-quality games, but you'll need a compatible controller to get the best from them. Here are my recommendations

I've spent the last week really getting to grips with the Apple Arcade service, trying out all of the available games and experimenting with its major features.

Ultimate Guide to Apple Arcade

TechRadar's Ultimate Guide to Apple Arcade.

(Image credit: Apple / Future)

This article is part of our Ultimate Guide to Apple Arcade: the definitive guide to everything that you need to know about the gaming service. Be sure to browse the full series here.

The experience has been great so far, thanks to the many console-quality games out on the platform. I'm talking titles like Sonic Dream Team, Hello Kitty Island Adventure, Cult of the Lamb, Fantasian, and so much more.

Although they're all perfectly playable with touch controls, loads of Apple Arcade games (including all of the aforementioned titles) offer full controller support. Hooking up a compatible gamepad is the perfect way to get an even more console-like experience, and really recommend getting your hands on one if you want to make the absolute best and most comfortable playing sessions.

For iPhone players, I would recommend three of the best mobile controllers on the market today: the Backbone One, Backbone Pro, and Razer Kishi V3 Pro. They're all formidable choices, though each has its own distinct advantages. The Backbone One, for example, is the most portable and cheapest of the three, while the Pro and Kishi V3 Pro are more comfortable and have better software features. I've also included the GameSir G8 Plus Galileo as a worthy budget alternative, though it doesn't offer quite as seamless an experience as the others.

For iPad gamers, the Razer Kishi V3 Pro XL is one of the few options that's compatible with massive tablets. It can even fit the truly huge 13-inch iPad Air and Pro models.

Finally, those playing on Apple TV are best served by more conventional options: the Xbox Wireless Controller and DualSense Wireless Controller. If you want something a little quirkier, the cute CRKD Neo S is a strong choice.

Recommended Apple Arcade controllers

Backbone One

Backbone One

The Backbone Pro.

Backbone
Backbone Pro

Kishi V3 Pro

Razer
Kishi V3 Pro

Razer Kishi V3 Pro XL

Razer
Kishi V3 Pro XL

Gamesir G8 Plus Bluetooth Mobile Game Controller for Switch & Ios & Android & Tablets, Wireless Gamepad With Hall Effect Joysticks/hall Trigger, Play Minecraft, Genshin Impact, Call of Duty Mobile

GameSir
G8 Plus

Xbox Wireless Controller

Microsoft
Xbox Wireless Controller

PlayStation 5 DualSense Controller

Sony
DualSense Wireless Controller

Crkd Neo S - Wireless Collectible Controller for Nintendo Switch/switch 2, Iphone, Android, Ipad, Pc, Smart Tv, Steam Deck Oled, Legion Go, Rog Ally Gaming (classic Clear)

CRKD
Neo S

What kind of iPhone gamer are you? Find out in our quiz and get some hand-picked Apple Arcade recommendations

Whether you're a die-hard mobile gamer or a newcomer to the world of portable play, Apple Arcade will likely have something for you.

Ultimate Guide to Apple Arcade

TechRadar's Ultimate Guide to Apple Arcade.

(Image credit: Apple / Future)

This article is part of our Ultimate Guide to Apple Arcade: the definitive guide to everything that you need to know about the gaming service. Be sure to browse the full series here.

The subscription service gives you access to hundreds of games for your iPhone, iPad, Mac, or Apple TV, ranging from revamped mobile classics including Angry Birds Reloaded and Doodle Jump 2+ to original and exclusive games in massive franchises such as Sonic the Hedgehog with Sonic Dream Team. All of the included titles have absolutely zero ads and no microtransactions, meaning that they offer a more premium, console-like experience than you would get with many other App Store titles.

Most Apple phones now come with a free three-month subscription to the service, giving you the perfect opportunity to take your shiny new hardware for a whirl. Even if you're using an older device, there's still a one-week free trial that new subscribers can take advantage of, in order to see what the service offers and work out whether it's a good fit for them.

The only problem? With so many titles on offer it can be hard to know where to start, even if you're already a subscriber. That's why I've created this short personality quiz, which is designed to find out what kind of gamer you are and deliver a selection of recommendations. The recommended games have been personally tested by me, and are what I believe should suit your taste.

Did you find this quiz useful, or do you think I missed the mark with my picks? Let me know in the comments, and don't hesitate to drop your own game recommendations if you have them!

I played all 279 Apple Arcade games — here are the eight best, from genius quick puzzlers to addictive life sims

It's been a huge week for me here at TechRadar. I managed to convince my boss that it was a good idea for me to sit at my desk for five whole days and play all 200+ games available as part of the Apple Arcade service on my phone.

Ultimate Guide to Apple Arcade

TechRadar's Ultimate Guide to Apple Arcade.

(Image credit: Apple / Future)

This article is part of our Ultimate Guide to Apple Arcade: the definitive guide to everything that you need to know about the gaming service. Be sure to browse the full series here.

If it sounds like a ridiculous idea, that's because it really is. Honestly, in my rush to get paid to play some games on my phone, I don't think I actually considered just how long the task would take. That became painfully apparent when I actually started on Monday, and the fact that I was about to spend hours and hours flicking through apps set in.

Still, I managed it — even if the quest ended up sapping up all of my free time. I spent entire evenings lying on the sofa planting crops in Stardew Valley+, whole meals with one finger guiding an escaping explorer in Temple Run Legends, and my hour commute with both eyes glued to Suika Game+ . If I had just one hand free at any given time this week, I was using it to play an Apple Arcade game. Thankfully, I didn't have to drive anywhere.

Now, to be clear, I didn't spend an equal amount of time in all of them. It's easy to sink a few hours into the pixel survival action of Vampire Survivors+, for example, but literal torture to do the same in Play-Doh World (which is basically just a sensory experience for toddlers).

Still, I can now say with confidence which ones are truly worth getting into and, while the following eight picks are by no means an exhaustive list of everything worth playing on the service (just look at the honorable mentions for even more greats), they are the games I've had the most fun with so far and will coming back to time and time again in the weeks and months to come.

Top eight

8. Squiggle drop

Squiggle Drop is one of the biggest surprises I've had while exploring Apple Arcade. It's an easy-to-understand puzzler that has you drawing shapes to complete different objectives and, with basic graphics and a spartan interface, looks like a pretty simple game.

That simplicity is one of its biggest strengths, however. The controls are eminently approachable; just drag your fingers around the screen to draw, and all of the levels have multiple solutions that reward creativity and mean that you never feel like you're truly at a loose end.

There's loads of variety to boot. One mission could have you drawing a container to save a birthday cake from the rain, while another might require a more complex creation to catch an underwater fish.

With more than 250 puzzles (some of which are pretty darn difficult), rotating daily challenges, a raft of achievements to obtain, and even an in-game town that you build as you progress, it's the perfect game to pick up and play when you get a few spare moments in an otherwise busy day.

7. Lego Star Wars: Castaways

Lego: Star Wars Castaways

(Image credit: Gameloft)

Lego Star Wars: Castaways is yet more proof that you should never judge a book by its cover (or, I guess, an app by its icon art). What I thought was going to be a generic kids' game turned out to be a really approachable and quite charming MMO.

You create a custom Star Wars hero and drop into a shared hub world that you can explore while surrounded by other real players, before dropping into iconic locations from the movies (explained in-game as a training simulation) to battle waves of Stormtroopers, Tusken Raiders, Battle Droids, and fearsome bosses like Darth Vader either solo or with up to three friends.

There are four character classes to unlock, focusing on ranged laser blaster combat, powerful force skills, team support, and stealth, and they all have meaty upgrade trees in addition to a range of distinct weapons to try. Character customization is also strong, and you can unlock loads of different hats and outfits using currency you obtain by completing quests and missions.

I had a lovely time with it as an adult, but there are some smart safety features that make this a great pick for children as well. Your character name, for example, is chosen from a random selection of suitably Star Wars-sounding words (I foolishly flicked past 'Jar-Jar Skywalker' when it popped up as an option) and numbers. There's also no direct text or voice chat function, though you can communicate through a small selection of emotes.

6. Angry Birds Reloaded

Angry Birds Reloaded

(Image credit: Rovio)

Angry Birds is a game that needs no introduction. This legendary early App Store sensation spawned countless sequels, spinoffs, theme park rides, a TV show, and even two popular animated films with a third set to release later this year.

Reloaded is basically the definitive Angry Birds game, bringing together the levels from the classic Angry Birds and its sequels Angry Birds Seasons, Angry Birds Space, and Angry Birds Stella (the latter two aren't even available on the App Store in their original forms anymore, making this the only way to officially play them) in addition to loads of new ones.

It offers the classic bird-slinging action that made the series so popular, now spruced up with shiny new graphics that look lovely even blown up on a big screen. All of the new content means that it's a joy to dip into even if, like me, you completed all of these games back in the day.

For newcomers, it's the absolute best that the series has ever been, with the best-looking graphics, all the greatest levels, and absolutely no ad interruptions. Get it downloaded, and find out why it was such a hit.

Top five

5. Disney Dreamlight Valley Arcade Edition

Disney Dreamlight Valley on Apple Arcade.

(Image credit: Gameloft)

If after a busy day you just want to kick back and escape to a fantasy world, then Disney Dreamlight Valley is for you. This life simulator thrusts you into a magical town filled with iconic Disney characters that has fallen into disarray. A mysterious malevolent force is taking over in the form of dark roots that sap away memories, and it's up to you to get rid of them all and restore everything to its former glory.

From relaxing farming to designing your own cute cottage and customizing your outfits, everything here seems designed to bring nothing but the most chill vibes. There's a good sense of progression as new areas are steadily unlocked while you play, bringing the worlds of new Disney franchises into the mix.

On that note, it's hard to overstate the joy of interacting with some of the company's best characters. I've never been a massive fan of Mickey Mouse, Donald Duck, or Goofy, but even I can't stop myself from smiling when I unlock childhood favorites like Ratatouille's Remy, Wall-E's Eve, or Peter Pan's Tinker Bell.

Although you can pick up Dreamlight Valley on other platforms, the Arcade Edition comes packed with all of the latest free updates and access to the biggest paid expansions at no extra cost. It looks great and controls well on a phone, too.

4. Sid Meier' Civilization 7 Arcade Edition

The Arcade Edition of Sid Meier's Civilization 7 is the real deal, bringing all the strategic brilliance of the latest Civilization game to mobile with few real compromises aside from some missing DLC.

If you're unfamiliar with the franchise, it tasks you with building and governing a historical society from the ground up in a randomly generated world. You build cities, conquer territory, develop new technology, and interact with other competing societies. Whether you form trade alliances and live peacefully alongside your neighbours or wage war is entirely up to you.

Unlike past games, Civilization 7 added the ability for your empire to evolve, giving you the choice to swap between different cultures for unique bonuses, special buildings, or exclusive units.

The level of depth here is simply unparalleled in the mobile space, and as games can take tens of hours at a time, it's great to be able to take it all on the go.

Top three

3. ‎Taiko no Tatsujin Pop Tap Beat

Taiko no Tatsujin Pop Tap Beat

(Image credit: Bandai Namco)

Taiko no Tatsujin is a name you'll recognize if you've even been to an arcade in Japan. It's a simple but addictive rhythm game all about hitting a big drum in time with the beat, a gameplay perfectly suited for a touchscreen.

Tap either side of the on-screen drum in time with the blue icons or either side of the middle for the red ones, with bigger notes needing both sides at once. It starts off simple, but as the difficulty ramps up, beats that you have to hold are introduced, alongside ones that have you hammering the screen as quickly as possible with your fingertips.

The song selection is brilliant if, like me, you love Japanese music with a good mix of J-pop hits, Vocaloid classics, and music from popular anime. If that's not your speed, there are plenty of original songs, a whole load of classical music, a few tracks from Western blockbusters like Indiana Jones, plus viral sensations such as Baby Shark.

Nothing quite compares to the joy of mastering a song and, with so many to choose from and a wide range of difficulty levels to beat, Taiko no Tatsujin Pop Tap Beat is almost impossible to put down.

2. Sonic Dream Team

Sonic Dream Team on Apple Arcade.

(Image credit: Sega)

What if I told you the best new 3D Sonic the Hedgehog game of the last decade was an Apple Arcade exclusive? It sounds hard to believe, but Sonic Dream Team is so good that I would recommend it even if you're not a Sonic the Hedgehog fan.

This 3D platformer has the iconic blue hedgehog navigating a series of dense worlds with impeccable dream-like visuals, hopping between floating platforms, boosting your way down high-speed rails, and dispatching enemies with homing attacks. The action certainly isn't as fast as some of the 2D Sonic the Hedgehog games, but the precise controls mean that it feels excellent nonetheless.

It's not the longest experience on Apple Arcade, lasting just a couple of hours, but it is highly replayable with six swappable characters (including a rare Cream the Rabbit appearance), each with their own distinct pacing and unique roster of abilities to experiment with, a ranking system to chase high scores, tricky challenge stages, and unlockable powers.

There are also loads of collectibles to seek out, so true completionists have plenty to chip away at even after the credits have rolled.

1. What the Golf?

If I were forced to pin down one overall favorite among everything that I played this week, then What the Golf? is the obvious choice.

It's an unapologetically ridiculous physics-based game that is only really about golf in the loosest sense. Levels are incredibly creative, and no two are the same, having you putt everything from hot dogs and cars to live horses and entire houses into the hole.

It's consistently surprising and endlessly amusing, with mechanics and even the game's perspective shifting on a level-by-level basis. It's all underpinned by an expressive, minimalist art direction, a sleek interface, upbeat music, and a barrage of punny humor. The brilliant use of haptics also deserves some credit, giving everything you punt a distinct feeling of weight to it.

In addition to a lengthy main campaign, there is a generous selection of daily courses, bonus episodes, special events, online leaderboards, and more. Indie game fans will recognize loads of crossovers and references, too. It's nothing short of a joyous time.

Even more picks

Honorable mentions

Puyo Puyo on Apple Arcade.

(Image credit: Sega)

I wanted to keep my recommendations concise and varied, with a good mix of genres, art styles, control methods, and so on represented. That doesn't mean that I don't have loads more recommendations, though, so here are some more strong picks that didn't quite make the full list for one reason or another.

  • Fantasian is a sprawling RPG adventure with a beautiful miniature art direction.
  • Monument Valley+ and Monument Valley 2+ are two stunning indie puzzle games that play with perspective in interesting ways.
  • NFL Retro Bowl '26 offers a surprisingly meaty football simulator delivered through charming pixel-art graphics.
  • Stardew Valley+ combines relaxing farming with social simulation as you build relationships with a cast of memorable characters in a cozy town.
  • Suika Game+ has you merging different fruits in an easy-to-understand puzzler that's taken the internet by storm.
  • Puyo Puyo Puzzle Pop is an exclusive entry in the long-running Puyo Puyo series that's filled with its trademark Tetris-like puzzle battles.
  • MySims and MySims Kingdom are both expansive, feature-complete ports of classic The Sims spinoff games.
  • Vampire Survivors+ brings the viral wave survival game to mobile — be warned that hours can vanish in the blink of an eye.

Apple Arcade is a joyful reminder of when mobile gaming was about fun, not emptying your wallet

Remember when mobile gaming was fun?

Back in the day, you could just scroll the App Store, pick out an icon or two that you liked the look of, and have a new game downloaded and ready to play in just a few moments.

Ultimate Guide to Apple Arcade

TechRadar's Ultimate Guide to Apple Arcade.

(Image credit: Apple / Future)

This article is part of our Ultimate Guide to Apple Arcade: the definitive guide to everything that you need to know about the gaming service. Be sure to browse the full series here.

Booting them up, you’re not confronted with a 29.68GB additional download that you have to stay on one screen to complete, a wall of sketchy in-app permissions to accept, or a page demanding that you sign in with some iffy third-party account — just a neat little self-contained experience designed to help you kill a few hours on the train.

Though they seemed simple, many of the best App Store games were quietly revolutionary. Angry Birds and Fruit Ninja pioneered intuitive touch-screen controls, while Doodle Jump smartly utilized the iPhone’s accelerometer to show how hardware features could become core gameplay mechanics.

Statista estimates that there are now more than 180,000 mobile games available on the App Store. But when was the last time you installed one that felt genuinely exciting, rather than like a thinly veiled scheme to force ad views, harvest personal data, or pressure you into pricey Gacha Pulls? That’s exactly where Apple Arcade comes in.

Back in time

Puyo Puyo on Apple Arcade.

Puyo Puyo Puzzle Pop is an incredible Apple Arcade exclusive entry in the long-running puzzle series. (Image credit: Sega)

Having spent the last week diving into all 200+ of the titles available on the service, I can’t help but think that Apple’s highly curated library of mobile titles feels like a journey back in time to the App Store’s glory days.

The whole experience is completely seamless. You sign up for $6.99 / £6.99 / AU$9.99 a month and can immediately jump into browsing the games. They’re all contained in a dedicated Arcade tab in your iPhone’s App Store, so there’s no ambiguity about whether the app you’re looking at is part of the service or not.

Although the selection here is nowhere near as expansive as the regular games tab, it feels genuinely curated and cuts out huge amounts of clutter and spam.

No matter what you like to play, there’ll be at least a few games for you. An impressive variety of genres are represented in the catalog: there are plenty of massive role-playing games (RPGs) that you can sink hours into, be that Trials of Mana+ or Final Fantasy+, fast-paced racers such as Asphalt 8: Airborne+ and Sonic Racing, head-scratching puzzlers in Monument Valley+ and Lego Builder’s Journey, and so much more.

Jetpack Joyride 2 on Apple Arcade

Jetpack Joyride 2 adds new missions, weapons, upgrades, and more. (Image credit: Halfbrick Studios)

Those iconic early mobile titles I mentioned earlier? They’re back too in new and improved forms that make them a nostalgic joy to revisit. There’s a full-on Angry Birds remake with enhanced graphics and extra levels, an expanded Doodle Jump sequel that updates the hand-drawn graphics and adds new environments, and a Temple Run successor that trades the endless format for challenging levels that are better-suited for short bursts of play.

The innovation of the early App Store is there too. RPG Fantasian wows with incredible art direction that sees you exploring hundreds of beautiful real-world dioramas that were digitally scanned into the game, while bonkers sports simulator What the Golf? takes full advantage of punchy iPhone haptics to add real weight to its wacky physics challenges.

No distractions

Taiko no Tatsujin Pop Tap Beat

No ads makes it easier than even to lock-in in rhythm games like Taiko no Tatsujin Pop Tap Beat. (Image credit: Bandai Namco)

The games are all entirely devoid of ads and microtransactions, so you never have to deal with a frustrating splash screen or pop-up that takes you out of the action.

This means that most of the games will work entirely offline as well, just like they did back in the day. I had practically given up playing mobile games on my commute before getting into Apple Arcade simply because it was so hard to find titles that wouldn’t kick me out the second my train went into a tunnel.

There are no sign-in screens anywhere, and most games don’t even request permission to send push notifications. Your progress will even automatically sync to the cloud so you can continue playing on your iPad, Mac, or Apple TV when you get home.

Oh, and you don’t need to worry about your privacy in all this either. Apple says that all of the games in the service have no third-party tracking software and don’t collect any advertising data. All that, to me, is certainly worth paying for.

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