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5 piores jogos da franquia Assassin's Creed

18 July 2026 at 19:37

Quando uma franquia de games é muito grande, com vários títulos lançados, como Call of Duty, as chances de existirem jogos ruins são grandes. Assassin's Creed é uma dessas franquias, totalizando 14 jogos principais e vários spin-offs.

A icônica série da Ubisoft está de volta com Assassin's Creed Black Flag Resynced, um remake do 4º título principal, e agora é uma boa hora para lembrar dos piores títulos da franquia.

Assassin's Creed tem duas fases. A primeira delas vai do primeiro jogo até AC Syndicate, onde as mecânicas são basicamente as mesmas, com leves melhorias jogo a jogo. Já a segunda, mais conhecida como a era RPG de ação da franquia, começa com AC Origins e, por enquanto, vai até AC Shadows. No meio desses games, quantos ruins existem? Listamos os 5 piores jogos de Assassin's Creed.

5. Assassin's Creed

Não me entendam mal, Assassin's Creed foi pioneiro em muita coisa em 2008, o início de uma saga incrível que ficaria muito melhor nos três jogos seguintes (trilogia de Ezio Auditore), mas ele tem seus problemas. O primeiro deles, e esse é especialmente grave para pessoas não nativas da língua inglesa: a falta de legendas, nem que fosse em inglês mesmo.

Isso privou muitos jogadores pelo mundo de entender a história assim que o jogo saiu, já que era necessário entender tudo escutando. Fora esse problema que considero grave, o gameplay era bastante travado, mesmo para a época. Jogá-lo hoje vai fazê-lo, às vezes, querer jogar o controle na tela (e nem é soulslike)

4. Assassin's Creed Valhalla

Muitos jogadores se sentiram sobrecarregados com o tamanho de AC Odyssey, mas em 2020, não imaginávamos o que nos aguardaria. Assassin's Creed Valhalla chegou como um jogo massivo, em todos os aspectos: quantidade de missões paralelas e tamanho do mundo aberto são dois exemplos. Isso cansou muitos jogadores, mas a coisa só pioraria (nesse aspecto, pelo menos) nos anos seguintes.

O jogo continuou crescendo, ganhou expansões, eventos, missões relacionadas a outros jogos da franquia, quase virou um GaaS. Particularmente, achei tudo isso muito cansativo, principalmente porque era muito repetitivo. Cheguei em 60 horas de jogo e já não aguentava mais. Além disso, Valhalla sofria do mesmo problema do jogo anterior: não tinha cara de Assassin's Creed. De qualquer forma, é o maior sucesso comercial da franquia até agora.

3. Assassin's Creed Rogue

A trilogia icônica protagonizada por Ezio Auditore da Firenze é a única parte na história da franquia que continua uma narrativa com o mesmo personagem. Depois disso, o máximo que temos (com exceção de Kassandra de Odyssey) é a ligação com AC4 Black Flag, AC3 e AC Unity com Assassin's Creed Rogue.

Tudo isso soa bem interessante, mas acontece que, depois de três jogos com maior impacto, personagens marcantes (como Edward Kenway), AC Rogue não conseguiu inovar em nada e acabou sendo um jogo bem esquecível. Eu acredito que ele ainda diverte mais do que o número um da lista, mas ele poderia ser aquele caso do tipo "poderia ter resolvido por e-mail", sabe? Ele foi o último jogo antes da segunda grande mudança da série que aconteceria com Unity.

2. Assassin's Creed Unity

Eu fico dividido em relação a essa indicação nessa posição, mas não dá para negar que o lançamento de Assassin's Creed Unity foi um desastre, literalmente um Cyberpunk 2077 seis anos antes. O jogo tinha bugs que eram até engraçados e renderam muitos memes no mundo dos games de 12 anos atrás, mas muitos deles também quebraram o jogo, nos impedindo de progredir.

Diferente do número um abaixo, AC Unity é um bom jogo, com mecânica de parkour incrível para a época, gráficos belíssimos com cutscenes muito bem feitas, algo que foi se perdendo com os jogos seguintes. O multiplayer era legal, os personagens eram cativantes, os combates funcionavam bem, mas foi amaldiçoado pelo estado de lançamento.

1. Assassin's Creed Odyssey

Depois de acertar com Assassin's Creed Origins, mudando a fórmula completamente e deixando toda a grande base de jogadores desconfiados, a Ubisoft erra a mão com Assassin's Creed Odyssey. Apesar da ambientação incrível, aspecto em que, na minha opinião, o estúdio francês nunca errou em nenhum jogo, eles pisaram feio na bola com a necessidade de "grinding" super exagerado.

Você precisa passar muito tempo evoluindo para conseguir melhores equipamentos e chances de derrotar os inimigos mais fortes. Esse grinding, na maior parte do jogo, é necessário também até para progredir na história principal. Além disso, o combate não é bom como em AC Origins, que acabou sendo melhorado em Valhalla depois. Particularmente, acho os protagonistas um tanto chatos também. Para terminar, não parece um Assassin's Creed e, curiosamente, é o terceiro título mais vendido da franquia.

A franquia Assassin's Creed tem alguns outros jogos que poderiam até entrar para esta lista, como os spin-off Liberatio e Freedom Cry que, embora importantes para AC3 e AC4, não deixaram sua marca. Por isso, esse é o nosso top 5 piores jogos de Assassin's Creed:

  1. Assassin's Creed Odyssey
  2. Assassin's Creed Unity
  3. Assassin's Creed Rogue
  4. Assassin's Creed Valhalla
  5. Assassin's Creed

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HDMI ou DisplayPort? Qual é o melhor cabo para jogar no PC?

18 July 2026 at 18:33

Montar um PC gamer potente envolve escolher a melhor placa de vídeo, um processador de última geração e um monitor com alta taxa de atualização. No entanto, um detalhe crucial que muitas vezes passa despercebido é o cabo utilizado para interligar esses componentes. A escolha entre HDMI e DisplayPort pode ditar se você extrairá o potencial máximo do seu hardware ou se sofrerá com limitações invisíveis de desempenho.

Embora ambos os formatos cumpram a função básica de transmitir áudio e vídeo digitais, eles nasceram de filosofias diferentes. O HDMI foi criado por um consórcio de empresas de eletrônicos, dominando o mercado de TVs, consoles e home theaters. Já o DisplayPort foi desenvolvido pela VESA (Video Electronics Standards Association) com foco exclusivo nos computadores, visando atender às demandas técnicas específicas de telas de alta resolução e taxas de quadros extremas.

Largura de banda e a evolução das versões

Para entender qual é o melhor tipo de cabo para jogar no PC, é necessário olhar para as versões de cada tecnologia, já que a largura de banda determina a resolução e a taxa de atualização máximas suportadas. Monitores mais antigos equipados com DisplayPort 1.4 conseguem gerenciar resoluções de até 4K a 144 Hz ou 1440p a 240 Hz nativamente (ou além disso com o uso de tecnologias de compressão como DSC).

Por outro lado, placas de vídeo mais antigas limitadas ao HDMI 2.0 não conseguem passar de 4K a 60 Hz sem reduzir a fidelidade de cores da imagem, o que prejudica a experiência de leitura e nitidez no PC.

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O cenário mudou significativamente com a chegada do HDMI 2.1, que elevou a largura de banda para impressionantes 48 Gbps, permitindo jogos em 4K a 120 Hz ou até 144 Hz sem perdas, tornando-se o padrão ideal para consoles modernos e TVs de alta performance. No entanto, a VESA respondeu com o DisplayPort 2.1.

Presente nas placas de vídeo e monitores mais recentes, essa versão do DP dá conta de até 80 Gbps de largura de banda total nas especificações mais altas, abrindo margem para taxas altíssimas de atualização em 4K e preparando o terreno para o futuro dos jogos em 8K.

Em termos práticos, para o jogador de PC entusiasta, o DisplayPort 2.1 leva vantagem técnica sobre o HDMI 2.1 ao eliminar gargalos de transmissão em resoluções extremas. Se você possui uma GPU de última geração e um monitor OLED com taxas que superam os 240 Hz, o DisplayPort é o tipo de cabo que você deve usar, pois ele garante que toda a informação saia da placa de vídeo e chegue à tela instantaneamente, sem a necessidade de compressão agressiva de dados.

HDMI vs. DisplayPort: Comparativo Direto

Embora os números máximos de largura de banda deem uma vantagem teórica ao DisplayPort nas gerações mais recentes, a escolha para o dia a dia do jogador depende diretamente das versões das portas disponíveis tanto na placa de vídeo quanto no monitor.

Abaixo, você confere o teto de desempenho e os principais recursos de cada padrão nas conexões mais utilizadas pelo mercado de PCs:

  • DisplayPort 1.4: lançado em 2016, possui largura de banda de 32,4 Gbps. Suporta nativamente resoluções como 4K a 120 Hz ou 1440p a 240 Hz. É o padrão mais comum em monitores gamers intermediários e traz suporte nativo e universal ao NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync.
  • HDMI 2.1: um ano depois, essa tecnologia elevou a largura de banda para 48 Gbps. Suporta até 4K a 144 Hz ou 8K a 60 Hz sem compressão. É a conexão padrão de TVs modernas e consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X, trazendo recursos de áudio como eARC e suporte nativo a VRR.
  • DisplayPort 2.1: a especificação mais recente e de alto nível para PCs, com largura de banda de até 80 Gbps. Permite alcançar taxas de atualização muito altas, como 4K acima de 240 Hz nativos ou resoluções de até 8K a 120 Hz, eliminando gargalos para as placas de vídeo entusiastas de última geração.
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Sincronização vertical e tecnologias de tela

A eliminação de artefatos visuais como o tearing (aqueles rasgos incômodos na imagem) é uma das maiores prioridades de quem joga no PC. As tecnologias de Taxa de Atualização Variável (VRR), presentes também no AMD FreeSync e Nvidia G-Sync, resolvem esse problema sincronizando a atualização do monitor com a renderização da GPU.

Nesse quesito, o DisplayPort, historicamente, levou a melhor por integrar o suporte a taxas variáveis diretamente desde as versões mais antigas, facilitando a compatibilidade com a esmagadora maioria dos monitores gamers do mercado.

O HDMI demorou um pouco mais para adotar o VRR de forma nativa e universal, o que só foi padronizado a partir da versão HDMI 2.1. Em versões anteriores (como HDMI 2.0), o suporte ao FreeSync funcionava por meio de extensões específicas da AMD, mas o suporte oficial ao G-Sync da NVIDIA frequentemente exigia uma conexão DisplayPort. Consequentemente, donos de placas GeForce que usam monitores G-Sync mais antigos são quase obrigados a adotar o DisplayPort para ativar o recurso.

Portanto, para o PC de mesa, o DisplayPort continua sendo a escolha mais segura e compatível quando o assunto é sincronização de quadros. Ele evita incompatibilidades de drivers e garante que os recursos adaptativos funcionem perfeitamente logo no primeiro boot, independentemente da marca do monitor.

Recursos práticos e o veredito para o seu setup

Além dos números brutos de desempenho, uma vantagem do DP é o suporte ao Multi-Stream Transport, que permite fazer o "daisy-chaining", que é conectar múltiplos monitores em série usando apenas uma saída da placa de vídeo.

Apesar disso, o HDMI mantém seu reinado absoluto na sala. Se o seu plano envolve conectar o computador de jogos diretamente a uma TV 4K de grande porte, o HDMI será sua única opção viável, já que a imensa maioria das TVs não inclui portas DisplayPort. Além disso, o HDMI carrega o recurso eARC (Enhanced Audio Return Channel), essencial para transmitir áudio de alta fidelidade sem compressão diretamente para sistemas de som integrados ou soundbars.

No fim das contas, a escolha ideal depende, praticamente, do seu setup. Se você joga em uma mesa com um monitor gamer de alta taxa de atualização, o DisplayPort deve ser sua preferência para garantir estabilidade, VRR sem falhas e largura de banda de sobra. Por outro lado, se você transformou sua sala em uma arena gamer conectando o PC a uma TV moderna para usufruir de jogos em telas gigantes, o HDMI 2.1 será o seu melhor aliado.

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Governo Federal regulamenta programa para Brasil fabricar mais chips

17 July 2026 at 17:11

A produção em massa de semicondutores é concentrada nos EUA e na Ásia, em países como China, Coreia do Sul, Taiwan e Japão. Porém o Brasil não quer ficar de fora e, para isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou o Decreto nº 13.065 regulamentou o Programa Brasil Semicondutores (Brasil Semicon), visando impulsionar o avanço tecnológico, a pesquisa e a produção nacional de chips, componentes eletrônicos, displays e painéis solares.

O principal pilar do Brasil Semicon é criar um ambiente de negócios favorável por meio da simplificação e da desoneração tributária em toda a cadeia produtiva. O objetivo é reduzir os custos de produção no país, atrair investimentos privados e facilitar os processos de importação e exportação de insumos essenciais, elevando a competitividade da indústria nacional no cenário internacional.

Com o programa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) estão autorizados a estruturar linhas de financiamento específicas. Esses recursos serão destinados à instalação e ampliação de fábricas, automação de linhas de fabricação, compra de maquinário e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, a iniciativa foca na capacitação de recursos humanos a médio e longo prazo, promovendo a especialização científica e técnica de profissionais do setor.

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 Brasil fabrica semicondutores, mas em um nível bem baixo

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores (Abisemi), o Brasil atende atualmente cerca de 8% da demanda interna por esses componentes, usados na fabricação de smartphones, computadores e automóveis. A regulamentação do programa abre caminho para mitigar riscos de crises geopolíticas globais no fornecimento de microchips, gerando emprego e renda qualificada em solo nacional.

Infelizmente, não existe qualquer previsão para que o Brasil comece a girar as primeiras engrenagens, já que isso depende de diferentes fatores. Enquanto isso, o Governo Federal precisa lidar com os preços dos eletrônicos importados dos EUA que ficarão ainda mais caros por conta do tarifaço de Donald Trump.

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AMD Ryzen 7 7700X3D chega como uma das melhores CPUs para jogos do mundo

17 July 2026 at 15:13

A AMD segue com o suporte contínuo à plataforma AM5, mesmo que muitos ainda prefiram AM4 por conta dos preços das memórias DDR5. O Time Vermelho está aumentando o lineup de processadores da família Ryzen 7000X3D com o lançamento do Ryzen 7 7700X3D em todo o mundo, SKU com especificações quase idênticas às do 7800X3D, com uma leve diferença nos clocks.

Lá fora, o Ryzen 7 7700X3D chega custando US$ 329, cerca de US$ 20 a quase US$ 100 a menos lá nos EUA, dependendo da loja. Considerando a maior diferença, a nova CPU é ainda mais interessante. Ainda não existe previsão de lançamento por aqui, mas considerando o preço de R$ 1.900 do 7800X3D, ele teria que custar menos para fazer sentido.

Como disse antes, o Ryzen 7 7700X3D tem os mesmos 8 núcleos e 16 threads e 104 MB de cache do 7800X3D. A única diferença entre ambos os processadores está nas frequências. O novo modelo opera entre 4 e 4,5 GHz, 200 a 500 MHz a menos. Por conta disso, a diferença de desempenho entre os dois não é muita coisa, como os vários reviews pelo mundo já mostram.

Desempenho do Ryzen 7 7700X3D

Testes do Hardware Unboxed mostram o Ryzen 7 7700X3D somente 5 FPS atrás de seu irmão mais velho e mais forte em um cenário em que esse componente é a limitação. Já quando a placa de vídeo é o limite, a diferença sobe para 7 FPS. 

Já em relação ao relançado Ryzen 7 5800X3D, que tem a mesma quantidade de núcleos e threads, além de cache L3 também, a diferença média entre ambas as CPUs fica entre 21 e 28 FPS, provando que a arquitetura Zen 3 ainda tem lenha para queimar, especialmente com um modelo equipado com 3D V-Cache.

Olhando para a rival Intel, o 7700X3D supera ainda o Core Ultra 7 270K Plus, considerado a melhor opção do Time Azul atualmente, e ambos custam a mesma média de preço. Abaixo da nova CPU Zen 4 existe ainda o Ryzen 5 7600X3D, que entregou desempenho médio de 5 FPS abaixo, embora fique bem abaixo em jogos específicos que precisem de mais de 12 threads.

O Ryzen 7 7700X3D chega em um momento em que a AMD tem amassado a Intel em vendas em diferentes regiões do mundo. Vamos esperar para ver se ele entra para a elite também.

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Linux no Mega Drive? Dev faz sistema rodar no Sega 32X com só 256 KB de RAM

16 July 2026 at 00:17

A comunidade entusiasta de Linux não tem limites. Assim como Doom é portado para qualquer eletrônico que tenha um chip, o sistema operacional do pinguim também é instalado em qualquer nível de hardware. Uma prova disso é o SO em um SEGA 32X, aquela expansão do Mega Drive, com duas CPUs de 23 MHz e incríveis 256 KB de memória RAM, tamanho muito menor que qualquer foto de celular hoje em dia.

O responsável por essa façanha é o desenvolvedor espanhol conhecido como "cakehonolulu", que conseguiu compilar e inicializar o kernel Linux junto com o BusyBox no antigo acessório de 16 bits lançado em 1994.

Embora o SEGA 32X fosse considerado potente para sua época, trazendo dois processadores Hitachi SuperH SH2 de 23 MHz para auxiliar o antigo processador Motorola 68000 do Mega Drive, além de expandir a paleta para até 32.000 cores na tela, fazê-lo rodar um sistema operacional moderno trouxe desafios significativos.

Mesmo o Linux ainda é muito para um hardware tão defasado

Entre os principais obstáculos enfrentados pelo desenvolvedor estavam a quantidade extremamente limitada de memória RAM, a ausência de sincronização de hardware e a falta de acesso direto a portas UART (para comunicação serial). Além disso, cakehonolulu teve que superar bugs de agendador e insistiu no desafio extra de fazer multiprocessamento simétrico funcionar, para que o Linux pudesse utilizar ambos os núcleos de processamento SH2 de forma cooperativa.

Sega-Genesis-32X

Para alcançar o sucesso, ele contou com o auxílio do kit de desenvolvimento Chilly Willy, do projeto "linuxmd", de cartuchos flash baseados em FPGA da Krikzz e de documentações antigas sobre a arquitetura dos chips da Hitachi.

Curiosamente, esse não é o primeiro projeto retrô de cakehonolulu: ele também foi o responsável por portar o Linux para o Atari Jaguar (console de 1993). Para o programador, esses ports complexos em hardwares antigos e exóticos não são apenas hobbies, mas servem como um portfólio de engenharia que ele espera utilizar para se destacar no mercado e conseguir um novo emprego na área de tecnologia.

E se você não sabe nada de Linux, dá uma conferida nessas coisas que você provavelmente não sabia sobre o sistema do pinguim.

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RTX Spark suportará "jogos lendários" da SEGA, afirma NVIDIA

15 July 2026 at 22:10

Há três décadas, o primeiro Virtua Fighter chegava aos PCs, três anos após o lançamento original para arcades, em máquinas equipadas com o chip NVIDIA NV1. Essa parceria com a SEGA está sendo comemorada em 2026 e um evento no Japão deixou claro que, além de Virtua Fighter Crossroads, "outros jogos lendários" do estúdio chegarão aos notebooks equipados com o chip RTX Spark, a mais recente novidade do Time Verde.

Em um evento em Akihabara, onde funcionava o primeiro arcade da SEGA, Jensen Huang, CEO da NVIDIA, Yu Suzuki, criador da série Virtua Fighter, e o atual CEO da SEGA, Haruki Satomi, revelaram que o novo game de luta, que chega somente em 2027, além de todos os novos games do estúdio, terá suporte ao SoC RTX Spark, que conta com núcleos Arm.

Virtua Fighter é considerado o primeiro jogo realmente em 3D, algo revolucionário para o ano de 1993, época em que a predominância do 2D era absoluta. Com o passar dos anos, o game ganhou versões para os consoles e uma para PC em 1996, com suporte ao chip NVIDIA NV1 para processamento gráfico.

A tecnologia não foi das melhores na época, já que a NVIDIA foi na contramão da forma de renderizar um jogo até então e ficou de fora do suporte a API DirectX da Microsoft por isso. O sucessor, NV2, foi projeto, mas nem chegou a ser lançado. A SEGA ainda investiu US$ 5 milhões na época para que a empresa de Jensen Huang continuasse trabalhando, culminando no lançamento da primeira GPU, a GeForce 256 em 1999.

RTX Spark promete muito desempenho em games em notebooks ultrafinos

Anunciado em parceria com a MediaTek, o RTX Spark é um chip que marca o início de uma nova era para computadores baseados em Windows on Arm. Focado no processamento local de inteligência artificial e games, o SoC une uma CPU NVIDIA Grace de 20 núcleos com uma GPU Blackwell com 6.144 núcleos CUDA.

Essa potente combinação, conectada via barramento NVLink, oferece até 1 petaflop de desempenho em IA FP4 e suporta até 128 GB de memória unificada. Além de tecnologias de ponta como DLSS 4.5 e Reflex, o chip permite rodar jogos modernos a mais de 100 FPS em 1440p em notebooks ultrafinos com alta eficiência energética.

Até o momento, fabricantes como a ASUS, HP, Dell, Lenovo, MSI e Microsoft já têm seus modelos para serem lançados em breve. Além disso, o SoC RTX Spark também equipará mini PCs.

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Prepare sua RTX: Gears of War: E-Day chegará com DLSS 4.5 e Ray Tracing

15 July 2026 at 15:10

Com lançamento marcado para 6 de outubro, Gears of Wars: E-Day chega seis anos depois do último game principal, trazendo uma história que se passa antes de todos. Feito na Unreal Engine 5.8, o game terá suporte ao DLSS 4.5 e Ray Tracing em parceria com a NVIDIA, prometendo entregar ainda mais qualidade gráfica e desempenho em hardware compatível.

O jogo da The Coalition faz uso de Lumen para iluminação global e oclusão de ambiente e de MegaLights para as sombras, tudo por Ray Tracing. Aproveitando o motor gráfico da Epic Games, o game faz uso ainda de Nanite para aumentar os detalhes dos objetos em até 100x mais do que Gears 5. Gears of War: E-Day promete entregar ainda cenários destrutíveis, muitas partículas e efeitos volumétricos de ponta.

Tudo isso, como é de se esperar, promete ser pesado na placa de vídeo, seja uma GeForce ou Radeon. Porém donos de uma RTX terão disponível o DLSS 4.5, que funciona em sua capacidade máxima com uma GeForce RTX 50. Além do upscaling tradicional, o título terá suporte ao gerador de múltiplos quadros dinâmico, que ajusta o multiplicador para alcançar a taxa de FPS desejável.

Gears of War: E-Day exige GPUs modernas

Os requisitos de sistema recomendados de Gears of War: E-Day listam as placas de vídeo de entrada da atual geração, algo que não costumamos ver com frequência, embora existam GPUs mais antigas como sugestões equivalentes também.

Requisito recomendado para rodar Gears of War: E-Day
Processador AMD Ryzen 5 5600 ou Intel i5-11600K
Placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 5060 / RTX 3060ti / AMD Radeon RX 6700 XT / RX 9060 XT ou Intel B580
Memória 16 GB de RAM
Armazenamento 130 GB de SSD
Sistema operacional Windows 11 22H2 ou mais recente

E sobre Gears of War: E-Day em si, a The Coalition promete ação mais ágil e um "salto" de qualidade.

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Acer lança notebook Predator Helios com quase 100 GB de memória RAM

15 July 2026 at 14:40

O mercado brasileiro não costuma receber todas as melhores configurações possíveis de notebooks como lá fora. De qualquer forma, a Acer está lançando globalmente a nova versão de seu modelo topo de linha, o Predator Helios 18 AI, com uma revisão nas especificações, com destaque para a gigantesca quantidade de 96 GB de RAM e 2 TB de SSD.

Chips de memória, sejam RAM ou SSD, estão muito caros atualmente por conta da atual crise da indústria de hardware, mas a Acer não poupou em nenhum deles nesse notebook. Junto do atual melhor processador mobile da Intel e da GPU topo de linha da NVIDIA, esse notebook sai por nada menos que £ 4,999.99, cerca de R$ 34.000 na cotação atual, um pouco mais que o preço de um ASUS ROG Strix Scar G16 com RTX 5070 Ti, U9 275HX, 32 GB e 1 TB.

Especificações do novo Acer Predator Helios 18 AI

Essa máquina é equipada com o monstruoso processador Intel Core Ultra 9 290HX Plus de 24 núcleos, capaz de atingir até 5,50 GHz, e conta com uma NPU dedicada para acelerar tarefas de IA com desempenho de 13 TOPS. Na parte gráfica, o notebook ostenta a poderosa GPU NVIDIA GeForce RTX 5090 com robustos 24 GB de memória de vídeo GDDR7 dedicada e consumo máximo de até 175 W.

Toda essa potência é exibida em uma imponente tela IPS Mini LED de 18 polegadas com resolução WQUXGA (3840 x 2400) na proporção 16:10. O painel entrega excelente fluidez com taxa de atualização de 120 Hz, além de tecnologia antirreflexo ComfyView e certificação Eyesafe para maior conforto visual.

O armazenamento é dividido em um SSD PCIe NVMe 5.0 superveloz de 1 TB e outro SSD PCIe NVMe 4.0 também de 1 TB. O sistema de som conta com 6 alto-falantes e a conectividade sem fio fica por conta da tecnologia de ponta Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4. No quesito conexões físicas, há duas portas USB-C, três USB-A, saída HDMI e porta de rede RJ-45, tudo alimentado por uma fonte de 400 W.

O design desse novo Acer Predator Helios se parece com o do modelo de 16 polegadas já disponível no Brasil, com uma RTX 5070 Ti e Core Ultra 9 290HX Plus, que já testamos e teremos review em breve.

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Monte seu próprio Steam Machine: Valve libera SteamOS para PCs

23 June 2026 at 21:10

Garantir um Steam Machine não será uma tarefa fácil por conta do sistema de reserva aleatório e também porque o Brasil não é um mercado explorado pela Valve a nível de hardware. Mas não fique triste, já que seu próprio PC pode se tornar um Steam Machine com a nova versão do SteamOS.

No FAQ da Valve, mais especificamente um trecho da resposta à última pergunta, a dona do Steam Machine diz que SteamOS 3.8 já pode ser instalado em qualquer PC com uma placa de vídeo da AMD:

"Continuamos trabalhando para permitir que o SteamOS seja usado em mais hardware além do nosso. Inclusive, com a recém-lançada versão 3.8 do SteamOS, você pode usar o mesmo código e sistema operacional da Steam Machine no seu próprio PC de sala de estar, usando os componentes que desejar. No momento, o SteamOS é compatível apenas com placas de vídeo AMD, mas estamos trabalhando para expandir a compatibilidade no futuro.

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PC com SteamOS será um Steam Machine, mas não completamente

O engenheiro da Valve, Pierre-Loup Griffais, disse ao The Verge que é possível ter "uma experiência que é muito similar ao Steam Deck no dock ou um Steam Machine, com uma condição". Essa "condição" não foi detalhada, mas é possível imaginar que se trata do casamento entre hardware (que é customizado) e sistema feito pela própria Valve.

Steam Machine é o maior foco da Valve com o SteamOS (Imagem: Valve/Reprodução)

Aparentemente, o sistema não funciona em dual boot, segundo o engenheiro da Valve. Ou seja, o SSD do seu próprio Steam Machine precisaria ter somente o SteamOS instalado. Além disso, a Valve disse que está trabalhando com a NVIDIA para que a compatibilidade seja expandida para as GeForce RTX.

Os preços do Steam Machine começam em US$ 1.049 e vão até US$ 1.428. Nessa faixa de preço, é possível comprar ou até montar PCs consideravelmente melhores, principalmente no quesito placa de vídeo, sendo possível adicionar uma RX 9060 XT de 16 GB, ou uma RTX 5060. Claro, isso em mercados como o americano e europeu.

Para piorar a situação do mini PC da Valve, por conta da atual crise de memória RAM, o Steam Machine está equipado com somente um pente de 8 GB de memória DDR5. A empresa afirmou que, no futuro e se possível, a máquina chegará com dois pentes, somando 16 GB.

Leia a matéria no Canaltech.

Steam Machine: Valve revela o pesadelo de engenharia por trás do novo console

23 June 2026 at 19:10

O Steam Machine finalmente ganhou preços, data de lançamento e reviews internet afora. O novo hardware da Valve é pequeno, já que a ideia é realmente ser um mini PC para a sala. Projetos como esse precisam de um design de arrefecimento eficiente, e a dona do Steam teve trabalho até chegar ao projeto final.

O maior desafio de mini PCs é lidar com a geração de calor no interior, já que as peças estão muito mais próximas umas das outras em relação a um gabinete até mesmo mid tower. Apesar de desafiador, a Valve resolveu a questão com um dissipador enorme e uma fan padrão de 120 mm.

"Na verdade, as coisas variam; a CPU é alta, a GPU é ainda mais alta, a placa-mãe se curva e o módulo térmico apresenta tolerâncias; portanto, conseguir que o projeto tivesse flexibilidade suficiente nos pontos certos para acomodar todas essas tolerâncias foi, de longe, o maior desafio que tivemos de superar", disse Yazan Aldehayyat, engenheiro da Valve, ao Tom's Hardware.

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Design permite o Steam Machine operar silenciosamente

Esse design foi pensado para que os principais componentes, e aqueles que mais geram calor, CPU e GPU, conseguissem ser refrigerados dependendo da necessidade individual de cada um e de forma intercalada.

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"Então, se a CPU não estiver utilizando toda a capacidade térmica (do cooler), a GPU pode usar essa margem; ou, se a GPU não estiver utilizando tudo, a CPU pode compartilhar essa margem", explica o engenheiro.

Ao superar todo esse desafio, o engenheiro da Valve afirma que eles conseguiram chegar ao design "mais compacto, custo-benefício" e também "o mais quieto". Com somente uma ventoinha de 120 mm soprando em cima de tudo, foi possível deixá-la com baixa rotação, permitindo que o Steam Machine opere de forma silenciosa.

Os diferentes conteúdos pela internet mostram que a manutenção do Steam Machine é relativamente fácil, com acesso ao SSD de forma simplificada. Complicado será só na hora de um upgrade de memória RAM, já que é preciso retirar todo o dissipador com a fan. Mas como esse componente está super caro, principalmente DDR5, poucos devem se aventurar nisso.

O Steam Machine chega ao mercado global ainda em junho, com preço inicial passando de US$ 1.000 e nenhuma previsão de vendas por aqui.

Leia a matéria no Canaltech.

Memória RAM pode ficar até 50% mais cara a cada 3 meses; preço só cai em 2028

23 June 2026 at 18:15

As estimativas para a situação do segmento de memória RAM são as piores possíveis. Embora os preços tenham se estabilizado recentemente, o aumento ainda não acabou e ele promete ser severo nos próximos meses. Um novo levantamento aponta que as memórias continuarão encarecendo trimestre a trimestre entre 30% e 50%.

A empresa de pesquisa de mercado, Jefferies, ouviu um analista sobre o assunto, e a perspectiva dessa pessoa não é nada animadora. Segundo as informações, os preços devem aumentar entre 40% e 50% em comparação com o trimestre anterior. Já olhando para o último trimestre do ano, o aumento fica entre 30% e 40%.

A situação ainda continuará ruim por todo 2027. As projeções são para um aumento geral de mais de 40% no próximo ano, em relação a 2026. A situação deve começar a amenizar somente em 2028, quando deve haver uma queda entre 15% e 20%, bem menos do que o encarecimento acumulado até lá, de acordo com as estimativas.

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Situação pode melhorar antes se a China acelerar

Somente em 2028 é que a capacidade de produção de chips de memória das fabricantes estaria condizente com a demanda. Atualmente, existe um desequilíbrio, já que as fábricas não estão dando conta da demanda dos data centers, ao mesmo tempo em que tentam abastecer o mercado de consumo também, gerando escassez e consequente encarecimento.

If it really plays out like this… lol, that would be amazing.

Jefferies held an expert call with a memory consultant, and according to this expert, memory prices are expected to rise 40–50% QoQ in 3Q26, followed by another 30–40% QoQ increase in 4Q26.

This is significantly… pic.twitter.com/hgXhI7wPjG

— Jukan (@jukan05) June 22, 2026

Existe a possibilidade, embora ainda remota, de a crise amenizar ainda em 2027 e isso depende da China. O país tem aumentado suas capacidades de fabricar memória DDR5, preenchendo a lacuna deixada pelo trio principal: Samsung, SK hynix e Micron. Já existe até mesmo uma marca grande, Corsair, adotando módulos chineses.

Essa chance seria remota, porque a China ainda está atrasada em termos de tecnologia em comparação com grandes players do mercado. Por isso, o impacto do maior país asiático seria sentido em 2028, é o que acredita o analista.

Essas previsões apocalípticas não vêm somente de analistas e especialistas do ramo. A própria indústria tem apontado para isso. A AMD já falou que as coisas só pioram até 2028, e a TeamGroup, uma das grandes marcas de memória RAM e SSD, também já disse que tudo vai ficar mais caro.

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Epic Games Store prepara novo launcher e promete resolver maior problema da loja

19 June 2026 at 20:10

A Epic Games luta contra ela mesmo para entregar um launcher a altura do rival Steam. Porém a dona do Fortnite trabalha na versão 2.0, é o que aponta um vazamento. O novo launcher promete ser até 6,5x mais rápido, terá toda a interface reformulada, navegação melhorada, entre outras mudanças. Algumas melhorias já começam a chegar ainda em 2026.

Segundo uma apresentação vazada (que pode ser revelada oficialmente depois), a nova fase do launcher da Epic Games começa com o lançamento do beta privado, que trará a possibilidade de se registrar previamente para jogos gratuitos, reformulação da loja com navegação melhorada, melhorias no gerenciamento da biblioteca, entre outras mudanças.

Mudanças básicas vem com a versão 2.0 do launcher

Algumas coisas básicas como review escrito dos jogadores, perfis de jogadores, busca por jogos melhorados e ajustes gerais à loja e launcher em si vem depois, com o lançamento da versão pública do Epic Games Store 2.0. A apresentação sinaliza que o maior foco está em refazer o design da loja, com páginas de descoberta de jogos de forma personalizada, página de jogos mais dinâmicas, com seções de comunidade, história e mais.

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Epic Games Store roadmap for 2026 and more screenshots of launcher rebuild
by u/ImAnthlon in EpicGamesPC

Em relação às atualizações de jogos, a Epic promete que seu novo launcher terá as notas de patches bem visível para que o jogador não precise sair da página do jogo, algo que nem o Steam faz. No caso do launcher da Valve, é preciso ir atrás de um link específico para ter acesso às notas de atualizações do game.

A Epic também tocou no assunto de performance, um dos mais importantes considerando o estado atual de seu launcher, que é consideravelmente mais lento que o Steam. A dona do Fortnite promete velocidade 5x maior na hora de abrir o aplicativo pela primeira vez, e 6,5x mais rápido na hora de abrir a loja minimizada na barra de tarefas.

A publicação no Reddit mostra algumas imagens com as mudanças, nos dando uma ideia do que esperar para a versão 2.0 do launcher da Epic. O fato é que a empresa tem tido muito trabalho para tornar sua plataforma mais interessante, principalmente diante do Steam, e já reconheceu que seu launcher é "péssimo".

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Novo Asus ROG Strix Scar 18 chega com tela de 1.600 nits e preço astronômico

19 June 2026 at 19:10

Entre as grandes marcas de notebooks, a ASUS é uma das entusiastas com modelos de altíssimo nível. Um exemplo disso é o novo ROG Strix Scar 18 lançado recentemente. Com hardware de ponta que faria um PC desktop ficar com inveja, operando a 320W e tela com brilho de até 1.600 nits, essa máquina custa nada menos do que £ 5.299 em sua configuração máxima, o equivalente a R$ 36.000 sem taxas. O modelo do ano passado já custava esse valor por aqui, imagina esse novo.

A nova versão do notebook topo de linha da ASUS vem equipado com um Intel Core Ultra 9 290HX Plus, o processador mobile mais potente do Time Azul, que oferece 24 núcleos com boost de até 5,5 GHz e 36 MB de cache L3 (Smart Cache). O par para essa CPU pode ser tanto uma NVIDIA GeForce RTX 5080, quanto uma RTX 5090. Além disso, a máquina conta até 64 GB de memória RAM LPDDR5X e 2 TB de SSD NVMe PCIe 4.0.

Hardware entusiasta não é acompanhado por tela OLED

A ASUS não poupou na potência desse notebook. Ele entrega 320W, sem limitação na CPU e GPU para que o usuário tenha o máximo de performance possível. Isso corresponde a 50% mais tensão para o processador em relação ao modelo do ano passado. Os chips gráficos têm capacidade máxima de 175W quando necessário, já o U9 290HX Plus pode chegar a 200W.

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Saindo do hardware, o ROG Strix Scar 18 usa um painel Mini LED com resolução 4K e taxa de atualização de imagem de 240 Hz. Com os ajustes da ASUS (ROG Nebula ELMB), é possível ter brilho de 1.600 nits no modo HDR. Toda essa tecnologia é exibida em uma tela de 18 polegadas, por isso esse modelo é um verdadeiro tanque. Bem, mais ou menos. Medindo 2,35 cm de espessura e 3,70 kg, ele é até leve e realmente fino para um notebook com configuração tão parruda.

No momento, não existe previsão para a chegada desse notebook no Brasil. Normalmente, nosso mercado não recebe produtos desse nível por conta do custo super elevado, independentemente da marca, mas a ASUS trouxe o equivalente a esse modelo no ano passado.

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5 coisas que a Nintendo não pode mudar no remake de Ocarina of Time

19 June 2026 at 18:10

Depois de muitos rumores, a Nintendo enfim confirmou o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, título lançado originalmente para Nintendo 64 em 1998. Até o momento desta publicação, nenhum detalhe foi revelado, mas o jogo está prometido para 2026, ou seja, aquele que é considerado por muitos o maior game de todos os tempos retornará quase três décadas depois.

Para a época, Zelda: Ocarina of Time foi inovador, isso é inegável. O jogo trouxe mecânicas usadas até hoje, como a mira no inimigo na hora do combate (FromSoftware agradece), instrumento para tocar como chave, uma aventura memorável sem pegar pelas mãos e mais.

Pensando nisso, o Canaltech lista 5 aspectos de The Legend of Zelda: Ocarina of Time que precisam permanecer no remake.

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1. Trilha sonora

Konji Kondo é um gênio. Ele é o responsável pela trilha sonora de duas das maiores franquias da Nintendo: Mario e Zelda. Em Ocarina of Time, no entanto, ele se superou e acabou criando uma das maiores trilhas sonoras de todos os tempos na indústria de games. Isso não é pouca coisa, já que os anos 1990 protagonizaram o nascimento de trilhas nada menos do que excelentes, como Final Fantasy (7 ao 9), Chrono Trigger/Chross, Castlevania: Symphony of the Night, Metal Gear Solid, Donkey Kong, Sonic Adventure, entre muitos outros.

A trilha sonora de Zelda: Ocarina of Time é muito variada. Ela vai desde a emoção da exploração dos campos de Hyrule, pela tensão do Templo das Sombras, até a alegria do mercado do castelo. São quase 80 músicas inteiras, incluindo as menores (como as que tocam na hora de abrir um baú), todas de altíssimo nível. Claro, não dá para esquecer o tema de abertura, aquela que toca no menu principal do jogo e que faz qualquer marmanjo de 30+ anos derramar lágrimas.

2. Templos principais

Esse é um elemento essencial e pouco provável que a Nintendo mude. Algo que inclusive funciona nos jogos recentes, como Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. Eles são parte do progresso principal da campanha de Link por Hyrule, cada um com sua recompensa, itens importantes que abrem novos caminhos por lugares que você já andou, como um bom metroidvania.

3. Aventura às cegas

Zelda: Ocarina of Time não pela o jogador pela mão como muitos títulos AAA modernos. Isso foi muito desafiador, mas recompensador ao mesmo tempo. Eu joguei o game nos primeiros meses de lançamento, e na minha limitação de 13 anos de idade (ainda mais lidando com o inglês), tive que recorrer às revistas. Porém esse é um aspecto chave para o jogo.

Não é à toa que Breath of the Wild causou o alvoroço que conhecemos. Depois de guiá-lo para fora da caverna inicial, o jogo simplesmente solta sua mão e o deixa livre para explorar o que quiser sem necessariamente deixá-lo perdido, já que existem algumas poucas dicas sobre a história principal. Elden Ring fez o mesmo anos depois e também foi outro sucesso colossal. Os gamers querem experiências assim.

4. Quest da espada Biggoron

O game original não tem muitas quests opcionais, algo que deve ser mudado no remake, mas estamos aqui falando de características que devem ser mantidas. A missão secundária que garante a espada de Biggoron, a arma mais forte do jogo e que precisa de diversos passos para se chegar até a conclusão da quest, precisa ser mantida. Particularmente, acredito que a forma como ela já funciona está bom, não precisa de mudanças.

A espada Biggoron é secreta e tem uma quest um tanto longa (Imagem: Video Games Chronicle/Reprodução)

5. Túnicas elementais

Os últimos jogos da franquia Zelda permitem Link vestir diferentes armaduras. Esse não é o caso de Ocarina of Time. A túnica de Kokiri verde é muito característico e é a identidade visual do herói da princesa Zelda. Em Ocarina of Time, os dois principais templos elementais, fogo e água, demandam túnicas específicas que garantem habilidades para que os desafios sejam superados, como respirar embaixo d'água e suportar o fogo. Isso não pode ser mudado de jeito algum.

Zelda: Ocarina of Time é um jogo datado, mas ainda é possível jogá-lo razoavelmente bem. Por isso, existem mais coisas que precisam ser adaptadas para os tempos modernos e esse é assunto para outro artigo. Por enquanto, esses são os aspectos que não podem mudar no remake:

  1. Trilha sonora
  2. Templos principais
  3. Aventura às cegas
  4. Quest da espada Biggoron
  5. Túnicas temáticas

Está no hype pelo remake de Ocarina of Time, mas não jogou todos os jogos de Zelda? Veja lista com 7 jogos imperdíveis da franquia que você precisa jogar.

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Trump vaza acordo secreto entre Apple e Intel e faz ações dispararem

19 June 2026 at 17:15

Intel e Apple voltarão a trabalhar juntas, é o que a firma Donald Trump. Essa seria uma parceria que ambas anunciariam em algum momento, mas parece que o presidente dos EUA se antecipou e acabou dando com a língua nos dentes. De qualquer forma, o acordo seria para a Intel produzir chips para a Maçã em solo americano, algo que tem sido discutido desde o ano passado. A Reuters entrou em contato com as duas empresas, mas nenhuma comentou sobre o assunto.

A revelação foi feita por Trump através de uma postagem na rede social Truth Social. A resposta do mercado financeiro à antecipação do presidente foi imediata e expressiva: as ações da Intel dispararam cerca de 6,5% nas negociações que antecederam a abertura do mercado. Esse avanço consolida a recuperação da empresa, que tem papéis valorizados em aproximadamente 3x desde o início do ano. Já as ações da Apple operaram em estabilidade, registrando uma leve alta de 0,8%.

Parceria pode ser benéfica para os dois lados

Para a Apple, a aliança representa um movimento estratégico para mitigar riscos logísticos e geopolíticos. Atualmente, a dona do iPhone é dependente da taiwanesa TSMC para a fabricação de seus chips. No entanto, as fábricas da TSMC operam no limite de sua capacidade por conta da gigantesca demanda global por semicondutores voltados para IA.

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A nova fase de fabricação de chips da Intel é essencial para os EUA (Imagem: Intel/Reprodução)

Do lado da Intel, garantir o selo de aprovação da Apple como cliente de sua divisão de fabricação é uma vitória histórica. A companhia vinha perdendo terreno para a TSMC nos últimos anos, mas o novo contrato assegura um fluxo considerável e constante de demanda. O anúncio ocorre em perfeita sincronia com o início da produção da litografia 18A-P, que entrega até 9% mais desempenho que o 18A.

A parceria se alinha perfeitamente com a agenda econômica de Washington, focada em reduzir a dependência comercial em relação à China e proteger as cadeias de suprimentos de tecnologia. Como parte dessa ofensiva de segurança nacional, o governo norte-americano adquiriu uma participação acionária de 10% na Intel no ano passado e anunciou um investimento de US$ 10 bilhões para expandir a infraestrutura de fábricas de chips no país.

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Capcom está resistente em fazer remake de Resident Evil 5; entenda por quê

19 June 2026 at 15:10

A Capcom tem refeito os principais Resident Evil nos últimos anos e emplacado sucesso atrás de sucesso. Até RE3, amplamente criticado, vendeu mais de 13 milhões de cópias. Seguindo esse ritmo de sucessos seguidos, o estúdio está trazendo RE Veronica, o remake do jogo de Dreamcast, e considera outros jogos. Resident Evil 5 não deve ser um deles, a não ser que os fãs queiram muito, já que o estúdio tem outras prioridades.

Em resposta a uma pessoa que alega que RE5 e 6 podem ser refeitos, Dusk Golem, o leaker com maior histórico de acertos sobre a Capcom, afirmou que, segundo o que ele ouviu, "isso não é verdade". O que podde acontecer, é que a Capcom pode acabar refazendo Resident Evil 5 no futuro por demanda dos fãs. Internamente, "não existe um desejo forte", principalmente por que existem outros projetos que são prioridades.

O leaker afirma que os remakes de RE2 e RE4 já era um desejo do estúdio, alinhado com a demanda dos fãs, já que esses são os títulos mais populares. Depois de perguntar aos jogadores quais títulos mereciam remakes, Resident Evil Code: Veronica foi o vencedor, e por isso está confirmado e chega em 2027. Já Resident Evil 0 veio em seguida e, embora a Capcom não tenha confirmado nada, os rumores sobre esse jogo continuam.

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(1/2) This isn't true from what I've heard. While I think a Resident Evil 5 Remake will probably happen in the future due to fan demand, at present I've heard there's not a strong desire within the company to remake RE5 presently, there's other projects the team wants to do more. https://t.co/VaWQ1QZ3B0

— AestheticGamer aka Dusk Golem (@AestheticGamer1) June 17, 2026

Resident Evil 5 é um sucesso de vendas

Resident Evil 5 é um grande sucesso, já que vendeu mais de 15 milhões de cópias em suas diferentes versões, segundo a própria página de jogos mais vendidos da Capcom. O mesmo pode ser dito de RE6, que alcançou essa faixa de cópias vendidas. Os dois são os mais recentes na série principal antes da chegada de RE7, o primeiro a usar a RE Engine.

Considerando os spin-off, Resident Evil Revelations 2 foi o último jogo antes da virada de chave da franquia, e Dusk Golem afirma que existe mais intenção de refazer essa série de jogos paralelos do que RE5 e RE6, algo já até expressado pelo diretor de RE Requiem. Do ponto de vista de número de vendas, não faria muito sentido, já que os dois jogos somam 10 milhões de cópias, número facilmente superado por qualquer outro título principal.

Por enquanto, o foco total está em Resident Evil Veronica, embora rumores sugerem que Resident Evil 0 está sendo refeito e até passou por um reboot na produção recentemente, ficando agora aos cuidados da equipe de Resident Evil Requiem.

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Novo golpe com placas NVIDIA RTX usa chips de plástico e memórias de sucata

19 June 2026 at 12:40

Se aproveitando do desespero dos PC gamers em garantir peças baratas em meio à crise de hardware pelo qual passamos, golpistas têm usado de artimanhas diferentes para enganar o possível comprador em marketplaces. O caso mais recente é referente a uma GeForce RTX 4090 com a GPU feita de plástico e 2030 como data de lançamento, um golpe direto do futuro.

Quem divulgou a situação inusitada foi o perfil Uniko's Hardware e ela veio da China, o mercado mais vulnerável. O comprador abriu a placa, que foi comprada usada de um marketplace por somente ao equivalente a US$ 220 (não existe RTX 4090 por esse preço), e então viu a modificação ao tocar na GPU, que caiu da placa, já que nem ao menos estava colada.

Comparando com fotos de uma RTX 4090 de verdade, vemos que as inscrições na GPU estavam alteradas, não tinha o QR Code impresso e a posição dos capacitores não era a mesma. Os módulos de memória também pareciam reais, mas não funcionavam. Além disso, a GPU falsa estava em cima de um die de uma RTX 3090. Aparentemente, quem adquiriu a placa de vídeo adulterada foi um técnico de informática chinês, que divulgou tudo em um vídeo no fórum chinês Bilibili.

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creating a fake 4090 by repurposing 3080/3090 die is nothing new. whats new, however, is that this specific example uses plastic to imitate the silicon die. there is no "glue"/"adhesive" surrounding the silicon.

furthermore, the markings are completely incorrect. afaik a "30"… pic.twitter.com/QSFOszlkMt

— UNIKO's Hardware 🌏 (@unikoshardware) June 17, 2026

Golpes com hardware fraco estão ficando cada vez mais frequentes

Nessa era de crise nos componentes de PC, golpistas estão tentando de tudo para pegar os desavisados. Já vimos memória RAM com módulos de fibra de vidro sendo vendidos no Japão. Nessa situação, o produto falsificado conseguia enganar bem por se assemelhar a algo original.

Além desse tipo de golpe, existe um outro que envolve a compra e devolução para a loja depois de retirar os principais componentes. Uma loja vendeu uma RTX 5090 e a recebeu de volta do cliente com o argumento de que ela estava com defeito. Ao abri-la, a caríssima placa de vídeo estava em GPU e os módulos de memória.

SSDs também não estão imunes. Na verdade, eles são um dos mais afetados. Por isso, preparamos um guia para você ficar esperto da próxima vez que comprar um SSD.

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Google começou a usar celulares antigos para criar data centers do Gemini

18 June 2026 at 21:15

Data centers entregam poder computacional muitas vezes superior ao melhor PC que se pode ter em casa. Além disso, esses super computadores demandam muito mais energia. O Google, um dos maiores players nesse segmento, teve uma ideia um tanto inusitada que resolve o tamanho necessário de servidores, consumo de energia, mas mantendo alto desempenho: clusters com milhares de smartphones para processamento de IA em nuvem.

Em um documento intitulado "Uma plataforma de computação de baixo carbono feita a partir dos seus celulares sem uso", o Google explica que o projeto está sendo feito em parceria com a Universidade da Califórnia, com o objetivo de entregar computação em nuvem para estudantes e pesquisadores, com 2.000 smartphones Pixels "reduzindo a necessidade de hardware recém-fabricado e as emissões associadas a ele".

Smartphones têm desempenho single-thread de um servidor

A Big Tech menciona um levantamento dizendo que as pessoas trocam de celular, em média, a cada quatro anos. Os celulares descartados ainda têm o hardware em perfeito estado e ele pode ser usado para essa finalidade. Além disso, o Google afirma ainda que o desempenho de um núcleo dos smartphones modernos tem desempenho similar ou até melhor do que as CPUs de dezenas ou centenas de núcleos para servidores, como os AMD EPYC e Intel Xeon.

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Teste do Google mostra desempenho do Pixel em single-thread maior que um AMD EPYC 7003 (Imagem: Google/Reprodução)

"O desempenho em single-thread dos núcleos de processador dos smartphones modernos está no mesmo nível ou é superior ao dos servidores multi-core modernos. A diferença mais significativa entre um smartphone e um servidor é o tamanho: os servidores contêm dezenas de núcleos de processador multi-thread poderosos e uma enorme capacidade de memória, enquanto um smartphone possui alguns núcleos de processador heterogêneos e de 8 a 12 GB de memória. Um dos principais desafios, portanto, é desenvolver aplicativos que se encaixem, ou que possam ser adaptados para se encaixar, na capacidade de um smartphone", explica o artigo.

Para que uma estrutura de data center com smartphones seja feita, é necessário se desfazer de tudo o que não seria útil, como câmera, carcaça, tela e bateria, já que esse "contem materiais não apropriados para um ambiente de data center". Os clusters estão sendo equipados com uma quantidade de 25 a 50 Pixels Fold de 2023. Segundo o Google, essa quantidade entrega desempenho similar a um "servidor tradicional" no benchmark SPEC e dá conta da demanda de uma sala de aula com mais de 75 alunos.

Enquanto isso, o Google também está transformando seu celular Pixel em um PC desktop com uma nova funcionalidade através do uso de um cabo USB-C.

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Cansado de esperar por GTA 6, fã decide criar o próprio jogo usando IA

18 June 2026 at 15:40

Desde que GTA 6 foi revelado com um trailer no The Game Awards de 2023, ele só ganhou um segundo trailer em maio de 2025 e tem estado no escuro desde então. Sua gigantesca comunidade de jogadores não vê a hora de colocar as mãos no game da Rockstar, e um deles decidiu fazer sua própria versão com IA até que o jogo seja lançado em novembro, e tem registrado todo o progresso nas redes sociais.

Com o uso de inteligência artificial, mais especificamente o Claude, um desenvolvedor começou a "codar" seu GTA 6 há uma semana. Dia a dia, ele posta como está o progresso. No primeiro deles, ele mesmo diz que até parece estranho dizer que está realmente fazendo isso. Seu maior objetivo é entregar um game jogável antes do lançamento do jogo da Rockstar. Para isso, ele até assinou o Claude Max 20x, a capacidade máxima da IA da Anthropic.

"É um projeto ambicioso, provavelmente meio maluco, mas vamos em frente mesmo assim. Se você sabe fazer modelagem, programar, criar fases ou compor músicas e criar o universo da história, se juntar a mim. Procuro por alguns colaboradores para dar vida a esse projeto", escreveu Ziwen no X.

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Day 1 of building GTA 6. Still feels fake typing that out.

Upgraded to Claude Max 20x just for this. Spent a couple hours getting the whole project structured and pushed to the repo. Sandbox is up and running.

No studio, no publisher. Just whoever shows up. We picked Godot on… https://t.co/ZTe74CCEMV pic.twitter.com/t30hiReAK1

— Ziwen (@ziwenxu_) June 10, 2026

Projeto tem ganhado corpo e vai passar para a Unreal Engine

No primeiro dia, vimos um objeto cilíndrico andando e pulando no vazio. No segundo, ele já conseguiu fazer algo parecido com um jogo genérico qualquer que encontramos no Steam. Já no terceiro, a coisa toda evoluiu para uma espécie de Roblox, com carros e pessoas na cidade. O quarto dia, no entanto, registra avanços significativos em iluminação, modelagem e texturas, mas nada nem perto dos jogos mais simples hoje em dia.

Pulando para o dia mais recente, o oitavo, o desenvolvedor diz que deixou IA agênticas trabalharem em seu GTA 6 enquanto dormia. Ao acordar, o pior aconteceu: seu PC da Apple morreu. Mesmo assim, a evolução é substancial. O vídeo curto mostra um trecho com uma cidade modelada, texturas muito superiores, efeitos mais elaborados, movimentação mais fluida e um celular que funciona, como nos jogos de verdade.

I let a loop of AI agents build GTA 6 while I slept. Woke up to a dead Mac and a half walking NPC.

Day 8. We're moving the whole game from Godot to Unreal, and the agents kept shipping right through it:
- the first NPC walks but no animations
- in-game phone now has maps,… https://t.co/GevGLEXcQw pic.twitter.com/vj0bQDSnEl

— Ziwen (@ziwenxu_) June 17, 2026

O próximo passo, segundo Ziwen, é converter todo o projeto para Unreal, provavelmente a UE5, para trabalhar na animação dos NPCs, que ainda só deslizam pelo cenário.

Esse é um projeto interessante para ser acompanhado. Claro, é quase impossível uma única pessoa, mesmo com uso massivo de IA, chegar no nível de produção da Rockstar, algo pelo qual ela se tornou o que é hoje. O lançamento de GTA 6 está previsto para 19 de novembro e a campanha de marketing já pode ter começado.

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Pega no flagra: usuário desmascara AMD após empresa "capar" CPUs em segredo

17 June 2026 at 22:15

A AMD removeu silenciosamente um recurso de segurança de seus processadores Ryzen. A remoção da Criptografia de Memória Segura Transparente (TSME) deixa usuários potencialmente vulneráveis a ataques físicos que buscam extrair dados diretamente dos módulos de memória RAM, como a clonagem de chaves de segurança e roubo de credenciais em dispositivos roubados ou adulterados.

A descoberta foi feita por Ben Kilpatrick, um entusiasta do Linux, ao notar que seu processador Ryzen 7 9700X apontava o TSME como "não suportado" depois de rodar ferramentas de verificação, apesar de a opção continuar ativa na BIOS de sua placa-mãe MSI. Após testes, a fabricante de placas-mãe confirmou que chips Ryzen convencionais perderam o suporte ao recurso a partir da atualização de firmware AGESA 1.2.7.0. O recurso continua ativo apenas nas linhas Ryzen Pro e EPYC.

Engenheiros da AMD se negaram a falar sobre o assunto

O caso gerou polêmica após uma discussão no repositório oficial da AMD no GitHub. Questionados sobre se a mudança era um bug temporário ou uma decisão deliberada de segmentação de mercado para valorizar a linha Pro, engenheiros da AMD esquivaram-se das perguntas. Um deles encerrou o debate afirmando: "desculpa, mas não tenho mais informações para compartilhar sobre esse assunto".

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O TSME funciona de forma independente do sistema operacional, criptografando toda a memória RAM em nível de firmware. A sua remoção é indetectável no Windows e exige uma auditoria técnica complexa no Linux para ser descoberta, o que significa que milhões de usuários tiveram a proteção desativada sem qualquer notificação.

Embora o impacto seja baixo para usuários comuns, já que o criminoso precisaria de acesso físico ao PC, a remoção afeta diretamente profissionais que levam notebooks com dados sensíveis e dependem de criptografia total de disco. Até o momento, a AMD não emitiu nenhuma declaração oficial sobre a remoção definitiva do recurso ou se pretende restaurá-lo no futuro.

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