A BYD resolveu adotar uma estratégia agressiva para fechar julho na liderança do ranking de vendas de carros elétricos e híbridos no Brasil. Para isso, a marca chinesa anunciou uma verdadeira “queima” nos preços de três de seus principais modelos: King, Song Pro e Dolphin Mini.
A dupla de híbridos está com descontos imperdíveis até o final do mês (ou enquanto durarem os estoques) anunciados no site oficial da BYD. O sedan King, pesadelo do Toyota Corolla, está com a versão de entrada, GS, custando menos que o Dolphin. O preço atual é de R$ 149.990, R$ 25 mil menor que o de tabela.
O Song Pro, por sua vez, está saindo pelo mesmo preço de um Volkswagen T-Cross 200 TSI. De acordo com o site da BYD, o SUV híbrido teve uma redução de R$ 28.500 no preço de tabela e, assim, sai por R$ 161.490 durante a promoção de julho.
BYD Dolphin Mini também tem redução no preço
O terceiro modelo que está incluído na queima da BYD em julho é o Dolphin Mini. O carro elétrico mais vendido do Brasil não está com um desconto tão grande quanto os híbridos, mas, mesmo assim, tem condições atraentes para quem estuda migrar para o segmento “verde”.
A BYD reduziu em R$ 9.000 o preço do Dolphin Mini e, assim, está oferecendo o subcompacto elétrico por R$ 109.990. Todas as ofertas, de acordo com a marca, são válidas para clientes pessoa física e permanecerão em vigor até o dia 31 de julho, se houver estoque suficiente.
Como são os carros em oferta da BYD?
O King oferece não apenas um excelente desempenho, mas uma autonomia gigante, que pode passar de 1.000 km por ciclo no alcance combinado. O sedan que está com os preços no chão, conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor.
O Song Pro, por sua vez, tem o mesmo motor 1.5 atrelado a um elétrico, e entrega 223 cv de potência combinada. O conjunto permite rodar em modo totalmente elétrico em percursos urbanos, favorecendo a economia no dia a dia.
Fechando a lista de carros com os preços no chão está o Dolphin Mini. Enquanto a nova geração, maior e mais potente, não chega, o modelo em oferta oferece 75 cv de potência, com 13,7 kgf/m de torque, além de uma autonomia que pode chegar aos 280 km por ciclo de carga, já segundo o Inmetro.
A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (15) que fará uma reestruturação global que prevê o corte de100 mil empregos até 2030. As demissões em massa fazem parte de um plano para reduzir custos e enfrentar os desafios da transição para veículos elétricos, em meio à queda nos lucros da companhia.
Segundo a montadora, o processo de reorganização também inclui o fechamento de algumas fábricas, com o objetivo de concentrar a produção em unidades mais modernas e eficientes. A decisão reflete a necessidade de adaptação ao novo cenário da indústria automotiva.
A empresa destacou que as mudanças são essenciais para garantir competitividade frente a rivais que já avançam na eletrificação de suas linhas. O plano busca alinhar a produção às exigências ambientais e às novas demandas de mobilidade sustentável.
Impacto das demissões na Volkswagen
O anúncio da demissão em massa na Volkswagen começou a preocupar sindicatos e trabalhadores, já que o corte de 100 mil empregos representa uma das maiores reduções já realizadas por uma montadora. A Volkswagen afirmou que oferecerá programas de apoio e alternativas de realocação, mas reconheceu que o impacto será significativo.
Além da redução de pessoal, a montadora pretende revisar sua gama de veículos, priorizando modelos elétricos e híbridos. A mudança de estratégia reforçou o discurso sobre o compromisso da empresa com a mobilidade sustentável e com a modernização de sua produção.
Com essas medidas, a Volkswagen espera recuperar rentabilidade e fortalecer sua posição no mercado global. A aposta está na adaptação às novas exigências dos consumidores e na consolidação de sua presença no setor de veículos elétricos.
A Renault apresentou na Europa uma atualização importante para o Mégane E-Tech, seu SUV elétrico que vinha sendo pouco lembrado no mercado. O objetivo é dar mais dinamismo e atratividade ao modelo, reforçando sua presença em um segmento cada vez mais competitivo.
As mudanças incluem melhorias visuais e tecnológicas, com foco em design mais moderno e recursos de conectividade avançados. A marca aposta que essas novidades vão reposicionar o Mégane E-Tech como uma opção relevante frente a rivais que já vinham conquistando espaço.
É importante destacar que, por enquanto, segundo informado pela marca aos amigos do Guru dos Carros, essas alterações não estão previstas para o Brasil. A apresentação foi feita exclusivamente para o mercado europeu, onde o modelo já é comercializado e enfrenta concorrência direta de SUVs elétricos de marcas tradicionais e novas.
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Principais destaques da renovação do SUV Renault
O novo Mégane E-Tech Electric ganhou linhas mais marcantes, com detalhes que reforçam a identidade visual atual da Renault. A dianteira recebeu ajustes na grade e nos faróis, enquanto o interior foi aprimorado com novos acabamentos e central multimídia mais intuitiva.
Novo Mégane E-Tech ganhou traços que reforçam identidade visual da marca (Imagem: Divulgação/Renault)
Além do design, o SUV recebeu incrementos tecnológicos que ampliam a segurança e o conforto. A Renault aposta em recursos digitais e assistentes de condução para tornar o modelo mais competitivo e atrativo para consumidores europeus.
Pontos positivos do reposicionamento do Mégane E-Tech
A atualização do Mégane E-Tech Electric reforça o compromisso da Renault com a eletrificação, trazendo mais estilo e tecnologia para um modelo que estava “esquecido” no portfólio. Com design renovado e recursos digitais de última geração, o SUV ganha fôlego para disputar espaço no mercado europeu.
Nova geração deve manter posicionamento de preço, ao menos na Europa (Imagem: Divulgação/Renault)
Outro ponto positivo é a estratégia de manter o modelo competitivo sem grandes alterações de preço, que hoje é de cerca de € 38 mil (aproximadamente R$ 225 mil). Isso permite que consumidores tenham acesso a um SUV elétrico mais moderno e equipado, sem precisar migrar para opções premium de valor elevado.
Principais destaques do renovado SUV elétrico da Renault
O novo Renault E-Tech reforçou alguns features tecnológicos que já o colocam em patamar de igualdade com o que há de melhor nos concorrentes, inclusive entre os SUVs chineses.
Central multimídia OpenR Link com integração Android Auto e Apple CarPlay sem fio
Painel digital personalizável com informações de autonomia e consumo
Novos modos de condução para maior eficiência energética
Assistentes de direção avançados (ADAS), incluindo controle de cruzeiro adaptativo
Sistema de som premium Harman Kardon
Atualizações remotas (OTA) para software do veículo
Melhorias na suspensão e no isolamento acústico para maior conforto
A Toyota encerrou um ciclo marcante no Brasil. O último Corolla produzido na planta de Indaiatuba (SP), inaugurada em 1998, foi apresentado em cerimônia aos funcionários como símbolo de despedida. O sedan, um Corolla Altis Premium, porém, não seguirá para as concessionárias e, portanto, não estará à venda, para desespero dos fãs de um dos carros mais vendidos do mundo em todos os tempos.
Enquanto o carro ganha destino especial, a produção será totalmente concentrada em Sorocaba, onde a marca investe pesado para ampliar sua capacidade e modernizar processos. O local, que já produz o Corolla Cross e o Yaris Cross, será agora o centro da operação nacional da marca japonesa. Com investimentos de R$ 11 bilhões até 2030, a unidade terá capacidade para fabricar até 270 mil veículos por ano, incluindo uma futura picape intermediária, originada no Corolla Cross.
Indaiatuba, por sua vez, deixa um legado importante. Foi lá que o Corolla se nacionalizou e se tornou referência, inclusive como o primeiro carro híbrido flex produzido na América Latina. Ao longo de quase três décadas, mais de 1 milhão de veículos saíram de suas linhas de montagem, consolidando o sedan como ícone no mercado brasileiro.
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Para onde vai o último Corolla?
Em vez de ser vendido, o último Corolla de Indaiatuba terá destino reservado: será preservado como peça histórica no Centro de Visitantes da Toyota em Sorocaba (SP). A decisão reforça o valor simbólico desse exemplar, que passa a representar oficialmente o fim de um ciclo e o início de outro.
Esse movimento também fortalece a estratégia da Toyota de aproximar sua história dos consumidores e visitantes. O museu em Sorocaba já reúne modelos emblemáticos e agora ganhará um dos mais importantes da trajetória da marca no país. O primeiro Corolla fabricado ali chegará ao mercado como linha 2027, marcando uma nova fase para o sedan.
O Volkswagen T-Cross Extreme, versão topo de linha do SUV compacto mais vendido do Brasil, já está há pouco mais de um ano no mercado e, recentemente, ficou um tempinho nas mãos do CT Auto para passar por uma minuciosa avaliação.
A missão principal foi descobrir, enfim, o que a variante mais cara da família ainda tem a oferecer para conseguir se destacar em meio a um segmento cada vez mais competitivo, principalmente após a chegada das marcas chinesas e seus modelos eletrificados.
Depois de rodar alguns dias ao volante do T-Cross Extreme, tanto em perímetro urbano quanto em rodovias, foi possível detectar o óbvio: a versão top do SUV compacto é ótima, mas tem um detalhe que, para muita gente, o coloca um passo atrás na briga contra BYD, GWM, Geely, Omoda & Jaecoo e companhia.
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Confira, então, nossas impressões no review completo do Volkswagen T-Cross Extreme.
Volkswagen T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Prós
Pacote tecnológico
Conjunto mecânico confiável
Dirigibilidade
Contras
Ausência de eletrificação
Preço elevado
Quais os diferenciais do T-Cross Extreme?
O que pode levar um consumidor a optar pelo Volkswagen T-Cross Extreme na hora de buscar por um novo SUV compacto? A resposta “seca” para essa pergunta é, na verdade, bem simples: a confiabilidade que o conjunto mecânico e que a marca, como um todo, entregam.
Não dá para negar que a Volkswagen continua resistindo bravamente à ofensiva de marcas chinesas muito por conta da confiança que a marca construiu no mercado brasileiro desde que chegou por aqui, há pouco mais de 70 anos. E o T-Cross Extreme não abriu mão dessa receita.
T-Cross Extreme é versão topo de linha do SUV compacto da Volkswagen (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
O excelente conjunto mecânico é formado pelo motor 250 TSI (1.4 turbo flex de 150 cv de potência e 25,5 kgf/m de torque) e pelo câmbio automático de 6 velocidades. Embora não ofereça eletrificação, ele segue extremamente honesto e eficiente, com detalharemos mais abaixo.
Além da parte mecânica, a versão topo de linha justifica sua posição na “árvore genealógica” do T-Cross pelo pacote de recursos e acessórios, que é bastante completo para o segmento. O Extreme tem duas telas digitais, carregador de smartphone por indução, recursos do sistema ADAS e um teto solar panorâmico que dá um charme todo especial à cabine.
Pacote de recursos e acessórios do T-Cross Extreme é bem completo (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
Os detalhes na cor laranja, tanto na carroceria quanto na cabine, além da logotipagem exclusiva, colaboram para diferenciar o T-Cross Extreme das demais versões do SUV. A pintura fosca, na cor Verde Oliver, porém, não pôde ser apreciada pelo CT Auto, já que a unidade emprestada ao Canaltech foi na cor branca. O teto biton, porém, completou o visual mais ousado do modelo.
"O T-Cross Extreme segue a receita de sucesso da Volkswagen, mas tem um grande "porém"."
Como anda o T-Cross Extreme?
Sob o capô, o motor 250 TSI, 1.4 turbo flex de 150 cv, o mesmo que equipa outros carros da Volkswagen, como o recém-testado Nivus GTS, entrega o que promete: ótima aceleração, retomadas vigorosas e consumo de combustível “honesto” para um carro sem qualquer nível de eletrificação.
Nos testes com o CT Auto, o T-Cross Extreme andou no limiar dos números oficiais do Inmetro, com média de 8,4 km/l no etanol em consumo misto, cerca de 0,3 acima da aferição do órgão. Não chegamos a abastecer o SUV com gasolina, mas, de acordo com o PBEV, ele pode entregar entre 11,7 e 14 km/l com esse tipo de combustível (cidade e estrada).
A dirigibilidade também não decepcionou. O T-Cross Extreme segue a receita da família, entregando ao motorista uma sensação de segurança que, curiosamente, alguns novatos de marcas chinesas ainda não conseguiram descobrir a receita. E o que isso quer dizer?
Motor 250 TSI, o mesmo do Nivus GTS, entrega o que promete no T-Cross Extreme (Imagens: Paulo Amaral/Canaltecu
Na prática, significa que ao dirigir o T-Cross Extreme você sabe exatamente qual será o comportamento do carro, tanto nas ruas quanto nas rodovias. E ele é perfeitamente equilibrado, tanto pelo acerto de suspensão, que não é excessivamente dura, tampouco mole demais, quanto pela resposta precisa a cada movimento do volante. Uma receita de sucesso que segue válida.
"T-Cross Extreme anda bem e tem consumo honesto, mas falta de eletrificação pode atrapalhar."
Vale a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme?
Antes de responder se vale ou não a pena comprar o Volkswagen T-Cross Extreme, convido vocês a ler novamente o título desse review e, enfim, entender o porquê da versão top de linha do SUV ser “ótima, exceto por um detalhe”.
O detalhe que joga contra quem busca por um SUV 0km e coloca o T-Cross Extreme na balança junto com modelos como Jaecoo 7, BYD Song Pro e GWM Haval H6 é, para a imensa maioria, decisivo na hora de fechar negócio: o preço.
A versão topo de linha da família custa, em junho de 2026, entre R$ 186.000,00 e R$ 198.900,00, dependendo da região e do ano/modelo do carro (2025/2026 ou 2026/2026). O valor é mais alto que a versão Elite do Jaecoo 7, SUV híbrido chinês, e compete diretamente com GWM Haval H6 HEV One e BYD Song Pro, todos com eletrificação e mais tecnologia.
T-Cross Extreme custa quase R$ 200 mil e é ótimo, mas não tem eletrificação. Vale a pena? (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Diante desse cenário, fica a pergunta: vale a pena gastar quase R$ 200 mil em um SUV com excelente mecânica, ótimo pacote tecnológico e com a confiabilidade da Volkswagen na retaguarda, mesmo sem qualquer nível de eletrificação no conjunto mecânico? Essa resposta, caro canaltecher, vai ficar nas mãos de cada um de vocês.
* A unidade do T-Cross Extreme avaliada nesse review foi gentilmente cedida ao Canaltech pela Volkswagen do Brasil.
Os carros elétricos da Xiaomi se transformaram em um fenômeno na China. Modelos como o Xiaomi SU7 e o Xiaomi YU7 acumulam centenas de milhares de pedidos e frequentemente aparecem nas redes sociais graças ao visual esportivo, ao alto nível de tecnologia embarcada e aos preços competitivos. Com tanta repercussão, uma pergunta tem se tornado comum entre os brasileiros: por que os carros da Xiaomi ainda não são vendidos no Brasil?
A dúvida faz sentido. Afinal, o mercado brasileiro foi invadido fabricantes chinesas, incluindo BYD, GWM, GAC, Changan, MG Motor, Zeekr, Denza e Jetour. Além disso, os veículos elétricos chineses já representam a maior parte das vendas do segmento no país, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA).
Apesar desse cenário favorável, a Xiaomi ainda não confirmou a chegada oficial de seus carros ao mercado brasileiro. A explicação envolve uma combinação de estratégia comercial, capacidade produtiva e planos globais da fabricante.
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Xiaomi tem foco na alta demanda chinesa
O principal motivo para a ausência dos carros da Xiaomi no Brasil é simples: a empresa ainda não consegue atender plenamente a demanda do mercado chinês. Em julho de 2025, o CEO da companhia, Lei Jun, afirmou que a Xiaomi só consideraria vender veículos fora da China a partir de 2027, pois a prioridade é abastecer o mercado doméstico.
YU7, SUV da Xiaomi, foi o segundo carro elétrico lançado pela montadora (Imagem: Reprodução/CarNewsChina)
O sucesso dos modelos elétricos da marca ajuda a explicar essa decisão. O SUV Xiaomi YU7, por exemplo, recebeu cerca de 240 mil pedidos nas primeiras 18 horas após o lançamento e rapidamente acumulou filas de espera que avançam para 2027. Além disso, a Xiaomi projeta entregar cerca de 550 mil veículos em 2026, concentrando esforços na expansão da capacidade produtiva dentro da China.
Exportação é inerente, mas Brasil segue em espera
Em fevereiro de 2025, a Xiaomi anunciou um acordo com uma empresa especializada em exportação automotiva, indicando que a internacionalização da divisão de veículos elétricos deixou de ser um plano distante. Até então, a fabricante afirmava que não pretendia exportar automóveis antes de 2030.
Xiaomi SU7 é um dos carros mais vendidos da China, e certamente faria sucesso no Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Mesmo assim, iniciar exportações não significa necessariamente chegar ao Brasil. Antes de vender veículos oficialmente por aqui, a empresa precisaria investir em homologação, rede de concessionárias, estoque de peças, assistência técnica, logística e estrutura de pós-venda. Trata-se de um processo complexo e caro, especialmente para uma fabricante que ainda está consolidando sua operação automotiva.
Carros da Xiaomi podem chegar ao Brasil no futuro?
A possibilidade de a Xiaomi mandar seus carros para cá existe. O Brasil se tornou um dos principais destinos globais para marcas chinesas e continua registrando crescimento nas vendas de veículos eletrificados. Além disso, a forte presença da Xiaomi no mercado nacional de smartphones e eletrônicos poderia facilitar o reconhecimento da marca entre os consumidores.
No entanto, não há qualquer anúncio oficial sobre o lançamento do Xiaomi SU7, do Xiaomi YU7 ou de qualquer outro modelo da fabricante no país. Considerando as declarações mais recentes da companhia, o cenário mais provável é que uma eventual expansão internacional aconteça somente após 2027. Até lá, os brasileiros continuarão acompanhando de longe um dos fenômenos mais impressionantes da indústria automotiva chinesa dos últimos anos.
A Mercedes-Benz surpreendeu o mundo automotivo em 2012, ao apresentar um conceito curioso: um carro “invisível”. O anúncio, na verdade, fez parte de uma estratégia para promover o F-Cell, veículo movido a célula de combustível de hidrogênio, considerado um combustível tão limpo que é invisível ao meio-ambiente.
O Mercedes "invisível" recebeu uma cobertura de LEDs em toda a lateral. A ideia era mostrar como o carro poderia se integrar ao ambiente de forma quase imperceptível, assim como seu combustível.
O projeto consistia em câmeras instaladas de um lado do veículo que captavam imagens do entorno e as reproduziam nos LEDs do outro lado. O resultado era a sensação de que o carro havia desaparecido, criando uma ilusão visual impressionante.
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A ilusão tecnológica do Mercedes "invisível"
Embora nunca tenha sido produzido em série, o Mercedes-Benz F-Cell invisível se tornou uma das curiosidades mais marcantes da indústria. Ele mostrou como inovação e criatividade podem transformar até mesmo a percepção visual de um automóvel.
Mais do que uma jogada de marketing, a Mercedes-Benz queria destacar a eficiência energética do F-Cell, reforçando que o modelo tinha impacto ambiental reduzido. A invisibilidade era uma metáfora da marca alemã para o baixo índice de emissões do modelo que, no final das contas, sequer chegou a ser produzido em série... ou será que foi, e ninguém enxerga?
Principal aposta da GM para disputar espaço no segmento dos SUVs compactos, o Chevrolet Sonic registrou números impressionantes na pré-venda e, no que depender da estratégia da marca, continuará “bombando” em junho.
A montadora norte-americana está com condições especiais até o fim do mês, com descontos que beiram R$ 20 mil tanto na versão de entrada, Premier, quanto na topo de linha, RS. Os preços “no chão”, porém, não são para todo mundo.
De acordo com o site Mundo do Automóvel para PcD, apenas consumidores que atendem às exigências para garantir a compra de carros com desconto poderão levar o Chevrolet Sonic para casa com as vantagens anunciadas.
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Como é o novo Chevrolet Sonic?
O Chevrolet Sonic 2027 chegou em duas versões: Premier e RS. Ambas utilizam o motor 1.0 turbo flex de três cilindros, com 115 cv e 18,9 kgfm de torque, aliado ao câmbio automático de seis marchas. Nos testes de consumo, o SUV mostrou eficiência superior ao Tracker, alcançando 12 km/l na cidade e 14,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, os números ficam em 8,4 km/l e 10,4 km/l.
Novo Sonic tem ótimos atributos para vender bem no Brasil (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
O conjunto mecânico dá ao SUV compacto um 0 a 100 km/h na casa de 10 segundos. A correia dentada banhada a óleo, motivo de preocupação dos clientes, foi mantida, mas com garantia da GM de que ela não dará problemas.
Vale a pena comprar o novo Chevrolet Sonic?
Se você quer saber o que o novo Chevrolet Sonic tem de melhor para depois decidir se vale a pena ou não comprar o SUV que está com os preços "no chão", preste atenção nos principais features do modelo da GM:
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
Design moderno
Acabamento interno acima da média
Consumo superior ao do Tracker
Excelente isolamento acústico
Acerto de suspensão equilibrado entre conforto e estabilidade
Quanto custa o Chevrolet Sonic com os preços “no chão”?
As condições especiais válidas para junho anunciadas pela GM na linha Sonic tornaram a versão de entrada do SUV compacto bem atraente para quem ainda está indeciso sobre qual carro comprar. O desconto de R$ 19.103,00 gerado pela isenção de impostos reduziu o preço de R$ 134.990,00 para R$ 115.887,00 em venda direta para PcDs.
Chevrolet Sonic está com preços "no chão" em junho, mas só para clientes PcD (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
A versão RS, mais completa e com visual esportivo, ficou R$ 19.791,00 mais barata, passando de R$ 141.940,00 para R$ 122.149,00, também na modalidade PcD. Vale lembrar, porém, que a oferta que jogou os preços do Chevrolet Sonic “no chão” podem terminar sem aviso prévio e, por isso, sempre é bom conferir se elas seguem válidas antes de ir à loja.
A Nissan resolveu entrar no clima de Copa do Mundo, mas, ao invés de lançar uma edição especial do Kicks, do Kait ou de qualquer outro carro de seu portfólio, resolveu brincar com o principal assunto do momento envolvendo a escalação da Seleção Brasileira: a ausência de Endrick na equipe titular.
A marca japonesa postou no Instagram a imagem da grade frontal e da placa de um carro da Nissan com os dizeres “ENDRK19” e, na legenda, brincou com a teimosia do técnico Carlo Ancelotti em não dar uma chance ao camisa 19 da Seleção.
“Você também quer ver ele acelerando por aí? Então marque aqui quem pode colocar ele em campo”.
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“Deixa o Endrick dar um Kicks na bola”
A postagem em tom bem-humorado da Nissan teve ótima aceitação entre os seguidores. Até a tarde desta sexta-feira (19), data em que o Brasil fará seu segundo jogo na Copa 2026, às 21h30 (de Brasília), diante do Haiti, ela acumulava mais de 70 mil curtidas, 3 mil comentários e 4 mil republicações.
O tom dos comentários, aliás, foi o mais criativo possível. Um dos usuários mandou um recado ainda mais direto ao técnico da Seleção, e usou um trocadilho com o carro da Nissan para isso: “Alô, Ancelotti! Deixa o Endrick dar um Kicks (chute, em inglês) na bola!”.
Os Estados Unidos começaram a Copa 2026 com uma goleada sobre o Paraguai e, nesta sexta-feira (19), enfrentam a Austrália na busca pela classificação à próxima fase. E o que isso tem a ver com carros, você pode estar se perguntando. Tudo, ao menos na visão da Jeep, uma das montadoras mais tradicionais do país.
A marca do Grupo Stellantis resolveu dar um incentivo extra para engrossar a torcida pela seleção nacional. Ou melhor: 100 incentivos. A Jeep prometeu dar 100 unidades do Wrangler, um dos carros mais caros do portfólio, de presente para os torcedores, caso os Estados Unidos se tornem campeões do mundo.
A ação faz parte das comemorações pelos 250 anos da independência norte-americana. Por conta disso, levar o Jeep Wrangler para casa, mesmo se os Estados Unidos forem campeões, não será tão fácil assim, já que a promoção tem exigências bem difíceis de serem cumpridas (além da própria conquista da taça, que é bem improvável).
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Como fazer para ganhar o Jeep Wrangler se os EUA forem campeões?
Para se inscrever na promoção que pode fazer o consumidor norte-americano levar um Jeeep Wrangler para casa caso os Estados Unidos conquistem a Copa do Mundo de 2026, é preciso se enquadrar nos seguintes critérios:
Residir nos Estados Unidos;
Chamar-se George Washington;
Ser um dos primeiros 100 inscritos, com cadastro validado, no site da promoção (wranglerforwashingtons.com);
Comprovar que é “xará” do ex-presidente dos Estados Unidos, George Washington, por meio de CNH válida, e com a grafia exatamente igual, pois não serão aceitas variações;
Não ser funcionário ou parente direto de ninguém da FCA, Stellantis ou Highdive Advertising.
Se você, amigo canaltecher, mora nos Estados Unidos, é xará do lendário presidente norte-americano e já se inscreveu na promoção, pegue sua bandeira e torça muito pelo time do “Tio Sam” a partir desta sexta-feira. Quem sabe você não leva um Wrangler Sport S, avaliado em cerca de US$ 40 mil (R$ 205 mil, na conversão), para casa ao final da Copa do Mundo?
Motoristas profissionais, sejam eles taxistas ou de aplicativo, receberam uma ótima notícia nesta sexta-feira (19). A partir de hoje é possível aproveitar o Move Brasil Táxi e Aplicativos, programa que oferece financiamento para a compra de carros novos com juros reduzidos para quem trabalha "na praça". São R$ 30 bilhões disponíveis e taxas entre 11,5% e 12,6% ao ano, menos da metade da média cobrada por instituições financeiras no mercado.
O benefício para quem quer trabalhar como taxista ou motorista da Uber ou 99 vale para carros de até R$ 150 mil, incluindo modelos populares como Volkswagen Polo, Chevrolet Onix Plus e Dolphin GS. Para participar, porém, é preciso se enquadrar dentro de alguns requisitos, como ter pelo menos 12 meses de cadastro ativo e mais de 100 corridas realizadas no período. Além disso, há carência de seis meses para começar a pagar, embora os juros continuem incidindo nesse intervalo.
Para aumentar suas chances de aprovação ao se cadastrar no Move Aplicativos é fundamental manter o score de crédito alto. Para isso, organize comprovantes de renda (como extratos bancários e declaração de imposto de renda) e considere dar uma entrada maior. Isso reduzirá o valor financiado e transmitirá mais segurança ao banco.
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Planejamento é a chave para o Move Aplicativos
Como a receita dos motoristas varia, é fundamental escolher parcelas que caibam no orçamento, sem esquecer custos extras como combustível, seguro e manutenção. Solicitar valores compatíveis com sua renda e manter o CPF livre de pendências são pontos-chave para conseguir aprovação rápida.
Cadastro no Move Aplicativos está aberto a partir desta sexta, dia 19 (Imagem: Divulgação/Governo Federal)
Antes de assinar, revise o contrato com atenção. O advogado Jefferson Leão lembra que juros, tarifas e custo efetivo total (CET) devem ser informados de forma clara. Dar a maior entrada possível continua sendo a melhor estratégia para reduzir gastos. O Move Aplicativos é uma oportunidade única para renovar seu carro com condições especiais, mas exige planejamento para transformar o crédito em vantagem real.
A Uber anunciou um novo pacote de medidas para as categorias Comfort e Black, ainda mais radical do que o atual, válido até o fim de 2026. As mudanças mais chocantes afetam até um dos carros queridinhos dos motoristas de aplicativo: o BYD Dolphin.
Segundo comunicado oficial publicado no site da empresa, a lista de veículos aceitos para viagens nessas categorias será atualizada a partir de janeiro de 2027. Desta data em diante, serão excluídos das listas, independentemente do ano de fabricação, os seguintes modelos de carros:
Citroën C4 Cactus
Renault Duster
Chery Arrizo 5
Chevrolet Cruze
Citroën C4 Lounge
Hyundai Ioniq
Toyota Prius
Audi A3
Volkswagen Nivus
Volkswagen Virtus
Quando o BYD Dolphin não será mais aceito no Uber?
A Uber informou também que o BYD Dolphin, elétrico chinês que se tornou um grande sucesso, poderá ser cadastrado na plataforma até 31 de dezembro de 2026 (desde que fabricado a partir de 2024) e operar normalmente até o fim de 2027. Desta data em diante, porém, o "Golfinho chinês" será excluído definitivamente da lista de carros aceitos para o serviço premiu, na categoria Black.
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Dolphin deixará de ser aceito na categoria Black do Uber em breve (Imagem: Divulgação/BYD)
"Para continuar a aprimorar a experiência dos parceiros e seus passageiros com as categorias premium da Uber, e aumentar a atratividade desses produtos, fizemos pesquisas com os nossos usuários. Os veículos da nova lista foram determinados com base em aspectos apontados pelos usuários como importantes para a decisão na hora de pedir viagens nas categorias Comfort e Black"
Os carros elétricos já são uma realidade no mercado brasileiro, mas, mesmo com o espaço cada vez maior, muita gente ainda não sente confiança na hora de trocar o modelo a combustão por um ecologicamente correto. O sentimento, na verdade, é que há coisas que "ninguém te conta" antes de comprar um carro elétrico, e é para essas pessoas que o CT Auto preparou esse conteúdo.
Comprar um carro elétrico, seja ele o BYD Dolphin Mini, o GWM Ora 03 ou o Chevrolet Spark EUV, vai dar ao consumidor uma experiência diferente, que envolve algumas particularidades que raramente aparecem nas propagandas ou nos comparativos tradicionais. Isso não significa que os elétricos sejam uma má escolha, mas que exigem uma adaptação de hábitos.
Antes de decidir se vale a pena comprar um carro elétrico, é importante conhecer aspectos práticos do dia a dia que podem influenciar diretamente a experiência de uso. Alguns deles são positivos e outros merecem atenção, especialmente para quem pretende utilizar o veículo como carro principal da família e, assim, também utilizá-lo em viagens.
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Recarga em casa "vale mais" que autonomia maior
Muitos compradores passam horas comparando números de autonomia, mas acabam descobrindo que o fator mais importante é a facilidade para recarregar o veículo. Ter uma garagem com tomada adequada ou wallbox instalado costuma impactar mais a rotina do que alguns quilômetros extras de alcance.
Recarga caseira é vantajosa para quem tem carro elétrico (Imagem: Divulgação/BYD)
Quando a recarga residencial em um wallbox está disponível, o carro praticamente "abastece" enquanto o proprietário dorme. Já quem depende exclusivamente de carregadores públicos pode enfrentar uma experiência menos conveniente, principalmente em cidades onde a infraestrutura de recarga ainda está em expansão.
Autonomia real pode não ser igual à anunciada
Assim como ocorre com carros a combustão, os números de autonomia divulgados pelos fabricantes são obtidos em condições específicas de teste. No uso diário, fatores como velocidade, temperatura ambiente, relevo, uso do ar-condicionado e estilo de condução influenciam diretamente a autonomia.
Autonomia "real" de um carro elétrico depende muito do ciclo de medição (Imagen gerada por IA/Gemini sobre foto de DivulgaçãoBYD)
Isso não significa que os fabricantes estejam errados, mas sim que o motorista deve considerar uma margem de variação. Em trajetos urbanos, por exemplo, alguns elétricos podem até superar a autonomia oficial graças à regeneração de energia durante frenagens e desacelerações. Isso explica o porquê de carro elétrico no Brasil ter "autonomia menor".
Seguro nem sempre é mais caro, mas varia bastante
Existe a percepção de que todo carro elétrico possui seguro muito mais caro do que um modelo a combustão. Na prática, isso depende do perfil do motorista, da região onde o veículo circula e da disponibilidade de peças no mercado nacional.
Apólice de seguro de um carro elétrico também requer atenção especial (Imagem: Tumisu/Pixabay)
Em alguns casos, a diferença é pequena. Em outros, especialmente em modelos recém-lançados ou de menor volume de vendas, os custos podem ser superiores. Por isso, solicitar cotações antes da compra é uma etapa tão importante quanto comparar autonomia ou desempenho.
Manutenção é menor, mas necessária
Os carros elétricos eliminam componentes de revisão como óleo do motor, correias, velas e filtros de combustível. Isso reduz significativamente a quantidade de serviços necessários ao longo da vida útil do veículo.
Carro elétrico demanda menos manutenção, mas não está livre das verificações rotineiras (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini sobre foto de Divulgação/BYD)
Por outro lado, pneus, suspensão, freios, alinhamento e outros itens continuam exigindo atenção periódica. Além disso, sistemas eletrônicos e componentes específicos da propulsão elétrica também precisam seguir o plano de manutenção definido pela fabricante.
Revenda ainda é uma incógnita para alguns modelos
O mercado de usados para carros elétricos cresce rapidamente no Brasil, mas ainda é relativamente novo quando comparado ao segmento de veículos a combustão. Por isso, alguns modelos podem apresentar comportamentos de desvalorização diferentes daqueles observados em carros convencionais.
Mercado ainda não consegue traçar um panorama certeiro sobre carros elétricos usados (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)
Antes da compra, vale analisar o volume de vendas do modelo, a presença da marca no país e a disponibilidade de assistência técnica. Quanto maior a aceitação do veículo no mercado, maiores tendem a ser as chances de uma revenda mais fácil no futuro.
Vale a pena comprar um carro elétrico em 2026?
Para muitos motoristas, a resposta é sim. Quem roda bastante em trajetos urbanos, possui estrutura para recarga residencial e busca reduzir gastos com combustível costuma encontrar vantagens claras na eletrificação.
Dolphin Mini é o mais vendido do segmento no Brasil desde que foi lançado (Imagem gerada por IA/Grok em cima de Divulgação/BYD)
No entanto, a decisão final depende do perfil de uso. Conhecer aspectos como infraestrutura de recarga, autonomia real, seguro e mercado de usados ajuda a evitar surpresas e permite avaliar de forma mais precisa se um carro elétrico realmente faz sentido para a sua rotina.
Sedan híbrido mais vendido do Brasil no varejo em abril de 2026, o BYD King tem tudo para seguir incomodando o Toyota Corolla no mercado, ao menos até o final de junho. Isso porque a marca chinesa resolver reativar a promoção realizada em maio e, neste mês, está oferecendo o modelo por um preço mais barato que o do Dolphin.
De acordo com o portal Mundo do Automóvel para PcD, o King GL, versão de entrada do sedan híbrido da BYD, está com R$ 26 mil de desconto (R$ 1 mil a mais que a promoção que o deixou mais barato que o Virtus no último mês). Assim, ao invés de custar os R$ 172.990,00 da tabela cheia, ele pode ser comprado por R$ 146.990,00.
A promoção, vale pontuar, não é válida para todas as pessoas. A BYD estabeleceu que o King GL com os preços “no chão” só poderá ser comprado por clientes com CNPJ, sejam eles empresários, microempreendedores ou produtores rurais. Além deles, pessoas físicas também podem ser elegíveis, mas apenas na modalidade venda direta.
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Como é o BYD King?
Mesmo na versão de entrada, o BYD King tem mostrado atributos capazes de fazer até o "coroleiro" mais fiel olhar diferente para carros chineses. A prova disso é que, em abril, o sedan híbrido fez história ao deixar o Corolla para trás pela 1ª vez no varejo. De acordo com dados da Fenabrave, o modelo chinês somou 1.365 unidades emplacadas em abril, enquanto o tradicional líder japonês registrou 1.327 unidades.
BYD King está bem mais barato que o Toyota Corolla neste mês de junho (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
O interesse pelo King é por conta do bom desempenho, da autonomia gigante e da tecnologia. O sedan híbrido conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor. O alcance do King no modo exclusivamente elétrico é pequeno, mas suficiente para quem roda pouco: 32 km por ciclo de carga. O uso da bateria de 18,3 kWh atrelado ao combustível, porém, podem fazê-lo rodar até 1.200 km por ciclo.
Por que vale a pena comprar o King com preços "no chão"?
Há muitos motivos que provam valer a pena comprar o BYD King com os preços "no chão" ao invés de optar pelo Dolphin, também da marca chinesa, mas 100% elétrico. Entre os principais pontos, podemos destacar:
Maior autonomia: 1.200 km (aproximadamente) x 291 km por ciclo
Mais conforto: 2.718 mm x 2.700 mm de entre-eixos
Maior "segurança" para viajar: motor híbrido permite rodar só com gasolina quando bateria "zerar"
Vale destacar também que o BYD King, como todos sabem, é um carro híbrido da categoria PHEV, ou seja, um plug-in, que precisa de recarga externa. Se você não gosta desse tipo de modelo, não tem problema: que tal conferir uma listinha que o CT Auto preparou com os 5 carros híbridos (HEV) mais econômicos do Brasil em 2026? E lembre-se: antes de sair de casa para tentar comprar o King, confirme se a promoção ainda está válida na sua região, ok?
A MG Motor, marca sino-britânica que desembarcou recentemente no Brasil com seus novos carros elétricos, ainda não despontou nas vendas por aqui, mas, na China, está começando a gerar preocupação nas rivais, como a BYD.
A montadora registrou oficialmente no país o MG 07, sedan 100% elétrico que tem na autonomia absurda, digna de um carro híbrido, o principal motivo para causar pesadelos nos líderes do segmento, como o BYD King e até o Toyota Corolla, ícone da indústria japonesa.
De acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da China, o MG 07 pode rodar até 650 km com uma única carga. Esse alcance, possível graças à bateria de 67 kWh, coloca o sedan na lista dos mais eficientes do mercado chinês. Esse ponto específico, para consumidores que buscam praticidade e liberdade em viagens mais longas, pode ser um diferencial na hora de escolher o próximo carro.
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Sedan elétrico da MG Motor vem ao Brasil?
Embora tenha potencial para incomodar BYD King e Toyota Corolla, ao menos por enquanto os sedans que comandam o ranking de emplacamentos do segmento no Brasil não têm motivos para perder o sono. A marca sino-britânica não confirmou o lançamento do MG 07 no mercado verde-amarelo e, até o momento, não deu qualquer indício de que ele será comercializado por aqui.
A notícia desanima, já que o sedan registrado na China tem outros excelentes atributos além da autonomia digna de um carro híbrido. O MG 7 conta com motor elétrico traseiro de 639 cv de potência e muita tecnologia embarcada, com a presença de sensores LiDAR instalados no teto, recurso que permite sistemas de condução autônoma mais sofisticados.