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"Alexa do ChatGPT" terá bateria e poderá se mexer sozinha; veja o que já sabemos

15 July 2026 at 16:26

A OpenAI é a empresa responsável pelo ChatGPT, um dos chatbots de inteligência artificial (IA) mais populares do mercado. Agora, a companhia estaria disposta a expandir seu portfólio ao desenvolver uma "Alexa" própria que terá bateria recarregável e componentes capazes de se mover sozinhos.

Novos rumores divulgados pela Bloomberg pelo colunista Mark Gurman indicam que a ideia da empresa de Sam Altman é fazer com que o dispositivo funcione como um alto-falante inteligente. O aparelho poderá ser levado para qualquer cômodo da casa para operar como um assistente para tarefas diárias, ainda que não tenha tela.

Para se diferenciar de caixas de som convencionais, o dispositivo pode apresentar elementos móveis que visam a criar a sensação de que ele está "vivo". Mais do que responder a comandos com uma voz robotizada, o item também reagiria fisicamente às instruções dos usuários.

Também há a expectativa de que o aparelho seja equipado com câmeras e sensores que o auxiliem a mapear o ambiente, a fim de contextualizar as interações. Para funcionar como um companheiro virtual, o sistema utilizará o histórico de interações para promover uma adaptação contínua, oferecendo respostas e ações cada vez mais proativas.

OpenAI

Uso do modo de voz do ChatGPT

A experiência personalizada oferecida pelo primeiro dispositivo da OpenAI deve ser alimentada pelo GPT-Live, tecnologia responsável pelo modo de voz avançado do ChatGPT. O vazamento aponta que a IA daria ao aparelho a capacidade de processar informações rapidamente para manter conversas fluidas e naturais com os usuários.

E a empresa de Sam Altman está investindo fortemente para levar todos esses recursos aos consumidores. A companhia desembolsou US$ 6,5 bilhões em 2025 para adquirir a io, startup cofundada por Jony Ive, importante ex-designer da Apple que participa do projeto junto com outros veteranos do setor de hardware.

O dispositivo já estaria nas fases finais de desenvolvimento, com previsão de que a OpenAI faça a revelação oficial ainda em 2026. Ainda assim, a expectativa é de que o produto chegue às lojas somente em 2027.

Jony Ive e Sam Altman

Ação judicial da Apple contra a OpenAI

Mas esse cronograma de lançamento pode sofrer atrasos. Isso porque a Apple iniciou uma disputa judicial contra a criadora do ChatGPT, alegando o uso indevido de segredos comerciais relacionados ao desenvolvimento do iPhone na criação de seus próprios produtos de hardware.

A ação movida pela gigante de Cupertino cita o envolvimento de ex-funcionários da empresa que hoje trabalham na OpenAI, acusados de roubar informações confidenciais. Além disso, o processo afirma que mais de 400 ex-funcionários da Apple atualmente atuam na companhia de Sam Altman, o que reforçaria os indícios de acesso a informações internas da fabricante do iPhone.

Enquanto a "Alexa" da OpenAI segue com rumos incertos, você pode conferir o que mudou com a chegada da Alexa Plus ao Brasil. Spoiler: ela pode até pedir um Uber para os usuários.

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Sinal da TIM deve ficar melhor em 6 estados e no DF; veja o que muda

15 July 2026 at 14:52

Clientes da TIM em seis estados e no Distrito Federal poderão notar uma melhoria na qualidade da internet móvel em breve. Isso porque a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a operadora a utilizar frequências adicionais para ampliar a capacidade da sua rede dedicada aos celulares.

A concessão foi publicada na última segunda-feira (13) no Diário Oficial da União (DOU) e tem validade até maio de 2031. A autorização estabelece que a TIM fará o uso secundário das faixas de 2,5 GHz e 2,6 GHz.

Isso significa que a empresa poderá utilizar esses espectros de forma não exclusiva e sem proteção contra interferências, desde que não prejudique o detentor principal da frequência.

Os municípios que serão contemplados por essa ampliação da rede da TIM estão localizados, além do Distrito Federal, nos seguintes estados:

  • Acre

  • Goiás

  • Mato Grosso

  • Mato Grosso do Sul

  • Rondônia

  • Tocantins

Vale destacar que, em junho deste ano, a operadora já havia recebido uma autorização semelhante da Anatel para utilizar novas faixas de frequência no estado de São Paulo.

Operadora TIM

O que muda na prática para o consumidor

Na prática, essa nova permissão concedida pela Anatel faz com que a operadora tenha autorização para utilizar uma porção adicional do espectro de radiofrequências. Com isso, a rede ganha mais capacidade para atender celulares conectados ao mesmo tempo, reduzindo os riscos de lentidão em locais com grande concentração de usuários.

A liberação da agência contempla duas faixas específicas para os serviços móveis. A primeira, com largura de banda de 15 MHz, opera na frequência de 2577,5 MHz e abrange 15 municípios.

A segunda faixa tem largura de banda de 35 MHz, opera na frequência de 2602,5 MHz e contempla 18 municípios.

A TIM também vem ampliando sua cobertura nas rodovias brasileiras e instalou uma rede 4G para conectar câmeras que monitoram mais de 630 km de estradas no Mato Grosso do Sul.

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Celulares vão ficar "menos roubáveis" no Brasil com combate a interceptadores

24 June 2026 at 15:24

O Governo brasileiro anunciou, na última terça-feira (23), uma nova fase do Programa Nacional Celular Seguro. A nova etapa mira o combate ao mercado ilegal de aparelhos e o fortalecimento de mecanismos voltados à recuperação dos dispositivos com o objetivo de tornar o roubo e a revenda menos lucrativos para os criminosos e interceptadores. Em outras palavras, o Governo quer deixar os celulares "menos roubáveis".

Esse próximo passo da iniciativa foi marcado pela assinatura, por parte do presidente Lula, do decreto que consolida o programa como uma política pública permanente. A medida também instituiu o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR).

O BNCR será gerido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP) e, inicialmente, contará com mais de 2,9 milhões de aparelhos que podem ser recuperados pelas vítimas.

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A plataforma reunirá informações sobre aparelhos roubados, furtados ou extraviados em todo o território nacional. Esses dados terão origem tanto no Programa Celular Seguro quanto em outras bases de dados, como:

  • Boletins de ocorrência registrados pelas Polícias Civis;
  • Operadoras de telefonia;
  • Sistemas nacionais de segurança pública;
  • Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI), da Anatel e da ABR Telecom.

“A partir desse decreto, muita coisa vai mudar na atuação do Governo Federal e dos governos estaduais. Também acho que muita coisa vai mudar nas pessoas que ousarem roubar um celular daqui para frente”, ressaltou Lula.

Celular Seguro
Nova fase do Celular Seguro terá como foco o combate ao mercado ilegal de aparelhos (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Modo Recuperação e consulta antes da compra

Uma das principais novidades do Celular Seguro é o Modo Recuperação, que não bloqueia o aparelho imediatamente, mantendo o IMEI ativo para monitoramento nacional. Assim, quando uma nova linha telefônica for habilitada, o sistema identificará o uso do celular e iniciará o processo de recuperação do aparelho.

Outra inovação diz respeito à criação de uma ferramenta pública de consulta, que dará aos cidadãos a possibilidade de verificar se um aparelho possui algum registro de restrição antes de adquiri-lo.

Essa verificação poderá ser feita por meio do aplicativo ou do portal do Celular Seguro. A consulta exigirá o número do IMEI e exibirá ao usuário um dos dois resultados possíveis: "Sem Restrição" ou "Com Restrição".

“A gente está dando um mecanismo para evitar que as pessoas comprem um celular roubado. Além disso, quem já comprou, vamos notificar, avisando que elas estão de posse de um celular, porque é uma questão de cidadania”, pontuou Francisco Lucas Costa Veloso, secretário nacional de Segurança Pública.

E você já se perguntou para onde vão os celulares roubados? Confira o destino dos aparelhos e veja dicas para evitar prejúizos maiores.

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STF derruba regras que dificultavam instalação de antenas de celular no Brasil

24 June 2026 at 13:28

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu invalidar leis de três localidades que exigiam licenciamento ambiental específico para a instalação de antenas de celular no Brasil. A decisão foi tomada por unanimidade e com o intuito de facilitar a expansão da infraestrutura de telecomunicações do país.

No âmbito técnico, o novo entendimento do STF abrange a instalação das chamadas Estações Rádio-Base (ERBs) e demais infraestruturas relacionadas ao setor.

A nova medida surge como resultado do julgamento de três ações propostas pela Associação Nacional de Operadoras Celulares (Acel). Esses processos questionavam as normas relacionadas às antenas de telefonia móvel vigentes no estado do Maranhão e nos municípios de Foz do Iguaçu (PR) e Petrolina (PE).

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A relatora das ações foi a ministra Cármen Lúcia, que, em seu voto, ressaltou que a regulamentação e a fiscalização dos serviços de telecomunicações são de responsabilidade da União. Logo, órgãos locais não podem criar exigências que contrariem a legislação federal do setor.

Antena
Novas determinações do STF invalidam leis e portarias que exigiam licenciamento ambiental para instalação de antenas de celular (Imagem: Reprodução/Anatel)

Normas invalidadas em três localidades

No caso do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7887, o tribunal declarou a inconstitucionalidade das Portarias nº 109/2018 e nº 278/2023 da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema-MA).

Também foi julgada inconstitucional a Resolução nº 43 do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema). Na prática, essas portarias e a resolução não podem ser aplicadas para exigir licenciamento, autorização ou registro ambiental estadual para a instalação e operação das ERBs.

No que diz respeito ao município de Foz do Iguaçu, o STF julgou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1.274, declarando inconstitucional a Lei nº 2.666/2002. No caso de Petrolina, a ADPF analisada foi a 1.275, resultando na invalidação da Lei nº 2.782/2016.

Enquanto a cidade pernambucana de Petrolina teve sua lei invalidade, Olinda deve apliar a cobertura de das redes 4G e 5G no seu Sítio Histórico com a ajuda de antenas "camufladas" instaladas por operadora. 

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Vazou tudo: Galaxy Watch 9 aparece em imagens em HD; mesmo design, preço maior

23 June 2026 at 19:41

Um novo vazamento de imagens revelou como o novo Galaxy Watch 9 deve chegar às lojas. Mas, apesar da expectativa em torno do smartwatch, as fotos indicam que ele deve ter um visual bem parecido com seu antecessor, ainda que exija um investimento maior por parte dos consumidores.

As novas imagens renderizadas apontam que o wearable terá a mesma tela arredondada montada sobre um corpo levemente quadrado do Galaxy Watch 8. A disposição dos sensores de saúde, na parte inferior do relógio, também é semelhante à do modelo lançado em 2025.

O Watch 9 também será comercializado em duas opções de tamanho: 40 mm e 44 mm. Enquanto os consumidores poderão adquirir a versão menor nas cores creme ou grafite, aqueles que optarem pelo modelo maior terão como alternativas as cores prata ou grafite.

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Galaxy Watch 9
Galaxy Watch 9 deve chegar às lojas com duas opções de tamanho (Imagem: Reprodução/Android Headlines)

Evolução no processador e conectividade

Se o design deve permanecer praticamente o mesmo do seu antecessor, o Galaxy Watch 9 deve inovar nas especificações do seu hardware interno. Isso porque a Samsung confirmou que vai utilizar o chip Snapdragon Wear Elite, da Qualcomm, para otimizar o desempenho focado em recursos de IA do relógio.

No que diz respeito à conectividade, a fabricante deve lançar o smartwatch com suporte a Bluetooth e 4G. A expectativa, no entanto, é de que o wearable não conte com suporte para 5G, o que já acontece com rivais diretos, como o Apple Watch Series 11.

O Galaxy Watch 9 deve ser oficialmente anunciado pela Samsung durante o próximo Galaxy Unpacked, que acontecerá no dia 22 de julho. Os rumores dão conta de que o modelo seja lançado com preços entre US$ 399 (cerca de R$ 2.076 na cotação atual) e US$ 429 (aproximadamente R$ 2.233 na cotação atual).

Está procurando um smartwatch com boa autonomia de bateria? Confira esses 4 modelos que duram mais de 7 dias longe da tomada. 

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Celulares de marcas chinesas populares no Brasil vão ficar mais caros; entenda

23 June 2026 at 15:58

Consumidores brasileiros que consideram comprar celulares de marcas chinesas como Xiaomi, Redmi e POCO podem se deparar com possíveis altas nos preços nos próximos meses. A elevação nos valores dos smartphones estaria associada ao aumento dos custos de produção dos aparelhos.

Segundo o portal XimiTime, relatórios da cadeia de suprimentos de semicondutores de Taiwan indicam que empresas como MediaTek e Realtek preparam aumentos em determinados produtos. A alta estaria relacionada ao encarecimento de etapas de produção, como fabricação dos chips e aquisição de materiais.

No caso da Realtek, linhas de chips voltados para rede e comunicação podem ter um aumento de cerca de 10% já em julho. A MediaTek, por sua vez, estaria considerando ajustes nos preços de processadores mais avançados também no segundo semestre de 2026.

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O aumento dos custos deve atingir principalmente chips produzidos com tecnologias de fabricação mais antigas, como aqueles usados para controlar funções como conectividade Wi-Fi, Bluetooth e gerenciamento de energia. Com isso, tablets e dispositivos domésticos inteligentes também podem ser afetados.

Celular Redmi
Celulares da Redmi podem ficar mais caros nos próximos meses (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Celulares de entrada podem ser os mais afetados

O maior impacto do aumento dos custos de produção pode ser registrado em smartphones de entrada e intermediários. Essa previsão se dá pelo fato de que esses segmentos operam com margens de hardware mais apertadas, fazendo com que oscilações de preço afetem mais o consumidor final.

Mas modelos premium também podem sofrer alterações nos valores de mercado, especialmente caso os preços dos processadores mais avançados da MediaTek realmente aumentem.

Ainda assim, caso as expectativas se confirmem, os usuários finais não devem sentir os efeitos no curto prazo.

Fabricantes como a Xiaomi tendem a absorver parte dos custos adicionais, renegociar contratos ou até mesmo redistribuir as despesas dentro da cadeia de produção antes de repassar os aumentos ao varejo.

Tomou a decisão de comprar um smarphone de uma marca chinesa? Os especilaistas do Canaltech elegeram o melhor modelo para adquirir hoje.

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Marca famosa por celulares "bons e baratos" diz que não terá lançamentos em 2026

19 June 2026 at 15:51

A CMF, marca subsidiária da Nothing e conhecida por seu portfólio de celulares “bons e baratos”, confirmou que não vai lançar novos smartphones em 2026. O anúncio da decisão surpreende especialmente os consumidores que aguardavam a possível chegada do CMF Phone 3 Pro.

Akis Evangelidis, cofundador da Nothing, utilizou o X (antigo Twitter) para dar a notícia. Sob o argumento de que prefere ser transparente com os consumidores, o executivo afirmou que a companhia trabalhava em um sucessor para o CMF Phone 2 Pro, mas os altos custos de fabricação resultaram nessa mudança de rota.

"Estávamos trabalhando em um sucessor, mas com os preços de memória como estão agora, não podemos construir um telefone que pareça um passo genuíno à frente por um preço que faça sentido para a CMF. Como resultado, decidimos não lançar um novo telefone CMF este ano", destacou Evangelidis.

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O executivo acrescentou, no entanto, que produtos de outras categorias, já existentes e novas, ainda podem ser lançados neste período, prometendo novidades “em breve”.

Dispositivos da CMF
Cofundador da Nothing afirma que outras categorias de produtos da CMF podem ter novidades em 2026 (Imagem: Divulgação/CMF by Nothing)

Nothing pode ter novos celulares neste ano

Mas, se a CMF não vai lançar novos celulares neste ano, os usuários podem esperar novidades vindas da própria Nothing. A postagem de Akis Evangelidis é finalizada com a indicação de que a “temporada de lançamentos de smartphones” da empresa ainda não terminou.

Além disso, informações divulgadas pelo leaker Yogesh Brar indicam que recursos do projeto cancelado do CMF Phone 3 Pro podem ter sido incorporados aos futuros aparelhos da Nothing que chegarão ao mercado em 2026.

Caso o rumor se confirme, a fabricante pode ter integrado essas novidades a um novo dispositivo da linha Lite que, segundo o informante, tem previsão de lançamento já para julho.

Mas, como destacou o cofundador da Nothing, nem só de celulares vive a CMF. A empresa conta, por exemplo, com um smartwatch com ChatGPT e bateria com autonomia de 13 dias. 

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Nova máquina de café da Philips moe grãos e espuma o leite automaticamente

19 June 2026 at 14:35

Uma nova máquina de café da Philips que mói grãos chegou ao mercado se destacando por espumar o leite automaticamente. Esse recurso da Philips Baristina Latte é possibilitado graças à inclusão de um vaporizador de leite inteligente integrado ao equipamento.

O sistema automático foi batizado pela marca de Smart Wand e foi desenvolvido para levar mais praticidade ao dia a dia de quem consome bebidas como café espresso, lungo, cappuccino, latte, latte macchiato e flat white.

O consumidor pode utilizar um seletor intuitivo no painel para escolher até três modos distintos de textura rapidamente. As opções incluem leite quente comum, espuma fina ou espuma aerada.

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A fabricante também afirma que o vaporizador da máquina foi projetado para funcionar perfeitamente tanto com leite de origem animal como com alternativas vegetais, como bebidas de aveia e amêndoa.

Baristina Latte Philips
Baristina Latte da Phillips foi projetada para funcionar perfeitamente com leites de origem animal e vegetal (Imagem: Divulgação/Phillips)

Design elegante e limpeza facilitada

Além dos recursos voltados ao preparo do café, a Baristina Latte mantém o padrão estético elegante da sua versão original. O eletrodoméstico apresenta um acabamento fosco, traços e controles simples, além de prometer preparar a bebida em "total silêncio".

O equipamento traz ainda um tanque de água com capacidade de 1,2 L e um repositório para grãos de café de 170 gramas. Esses e os demais componentes da máquina foram projetados para ter uma manutenção facilitada, visto que não contam com peças internas que dificultam o processo de limpeza.

Comercializada nas cores preto e branco e com tensão 120V, a Baristina Latte pode ser adquirida por US$ 499,99 (cerca de R$ 2.571 na cotação atual). Ainda não há informações sobre a disponibilidade da máquina de café no Brasil.

Está interessado em uma cafeteira programável? Confira essas 5 opções que passam café sozinhas antes de você acordar.

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Sony sai na frente da Samsung com câmera de celular que evita fotos estouradas

19 June 2026 at 13:28

Um novo sensor para câmeras apresentado pela Sony promete sair na frente da Samsung no quesito captura de imagens em ambientes noturnos e externos. Trata-se do modelo LYTIA L910, desenvolvido com foco em evitar que o celular tire fotos estouradas.

A inovação se destaca por integrar um Capacitor de Integração de Transbordamento Lateral (LOFIC, na sigla em inglês). Essa estrutura atua como uma espécie de reservatório que armazena a carga elétrica extra gerada pelo excesso de luz durante a exposição de uma foto.

Até agora, a tecnologia LOFIC só havia sido associada a sensores de imagem da Samsung, especificamente o ISOCELL HP6, que já foi alvo de rumores sobre sua presença no futuro Galaxy S27 Ultra.

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Com isso, o sensor tem a capacidade de registrar informações que normalmente seriam perdidas, o que evita o excesso de exposição de luz na imagem final. Esse mecanismo possibilita que o componente alcance uma faixa dinâmica de 100 dB em uma única exposição, o equivalente a cerca de 16,6 pontos de luz, algo que normalmente exigiria a combinação de múltiplas fotos para ser alcançado.

Na prática, essa tecnologia ajuda a reduzir distorções e borrões que aparecem nas imagens quando o usuário tenta fotografar objetos em movimento.

Sensor LYTIA L910
Sensor LYTIA L910 promete evitar fotos estouradas (Imagem: Divulgação/Sony)

Resolução de 50 MP e vídeos em 4K

O LYTIA L910 tem formato de 1/1,28 polegada e entrega uma resolução de aproximadamente 50 MP. Ele também conta com um recurso chamado TCG-HDR, que realiza a leitura dos dados capturados em uma única exposição com três níveis diferentes de conversão, reduzindo a superexposição em áreas claras e o ruído nas regiões escuras.

O novo sensor da Sony também permite gravar vídeos em resolução 4K a 60 fps, mesmo com o HDR ativado. De acordo com a fabricante, esses recursos podem ser utilizados com baixo consumo de energia, já que o componente conta com um design de circuitos otimizado para poupar a bateria do celular.

A empresa afirma que o envio em massa do novo chip para fabricantes de smartphones deve começar no verão de 2026 no hemisfério Norte. Ainda assim, os consumidores terão de esperar mais alguns meses para ver o sensor chegar aos aparelhos.

E você sabia que não é necessário ter em mãos um smartphone premium para tirar boas fotos? Confira 11 dicas para fazer capturas mais profissionais com seu celular básico.

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Dá para ligar a TV na JBL sem fio para assistir a Copa do Mundo? Nós testamos

19 June 2026 at 13:25

Além de uma imagem com boa resolução, o áudio é outro elemento fundamental de uma TV para quem deseja sentir a atmosfera de um estádio durante a transmissão de um jogo da Copa do Mundo. Para isso, alguns usuários podem cogitar conectar uma JBL sem fio ao aparelho para otimizar a experiência sonora nas partidas.

Mas utilizar uma caixa de som potente conectada via Bluetooth como saída de áudio principal é mesmo uma boa alternativa?

Para verificar a viabilidade dessa mudança durante as partidas, pareamos uma JBL Boombox 4 com um televisor Samsung Vision AI TV OLED S85F. Também fizemos uma comparação entre a caixa de som e uma soundbar para identificar qual é a melhor opção.

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JBL melhora o áudio da TV, mas sofre com atraso 

Após conectar a JBL Boombox 4, verificamos que o áudio das partidas se tornou mais imersivo em relação à experiência proporcionada pelos alto-falantes da TV.

Isso porque o dispositivo de áudio dá bastante destaque às frequências mais baixas, o que ajuda a valorizar lances de impacto, como chutes fortes e bolas na trave.

A atmosfera de arquibancada também cresce após a alteração, visto que tanto a vibração da torcida quanto a voz do narrador ficam mais presentes no ambiente. Ou seja, a caixa portátil deixa o áudio geral melhor e mais encorpado do que o sistema nativo da TV.

Contudo, a conexão via Bluetooth tem um impacto negativo durante as transmissões. Ao selecionar a JBL como saída de áudio, notamos um pequeno atraso na reprodução do som em relação à imagem exibida na tela. Esse problema fica evidente principalmente nos momentos em que os jogadores tocam na bola.

JBL Boombox 4
JBL Boombox apresenta atraso na reprodução do som em relação à imagem exibida na transmissão (Imagem: João Melo/Canaltech)

Soundbar oferece mais imersão e elimina o atraso  

Mas o cenário muda quando colocamos a Boombox 4 frente a frente com uma soundbar. O modelo utilizado nos testes foi a Samsung HW-Q930H, que apresentou uma superioridade considerável em relação à caixa de som.

Diferentemente da JBL, a soundbar não apresentou atraso perceptível entre o som e a imagem durante os lances do jogo. Isso ocorre porque o dispositivo da Samsung oferece menor latência ao utilizar conexão por cabo ou integração sem fio otimizada com TVs compatíveis da marca.

As melhorias, no entanto, não ficam restritas à resolução do problema do atraso. O sistema de áudio torna a experiência futebolística ainda mais imersiva e envolvente, e a principal diferença percebida está no som da torcida, que preenche o ambiente de forma mais eficiente do que a JBL.

Por mais que a Boombox 4 tenha graves potentes, ela não supera a vibração e o impacto sonoro proporcionados pelo subwoofer dedicado da soundbar. Essa diferença é ainda mais perceptível em momentos de "explosão", como nos lances de gol.

JBL Boombox 4 e soundbar da Samsung
Soundbar da Samsung apresentou desempenho melhor em relação à JBL, além de não apresentar atraso (Imagem: João Melo/Canaltech)

Vale conectar uma JBL na TV para assistir à Copa?

Os testes mostraram que a JBL Boombox 4 se sai muito bem se o objetivo for apenas superar o áudio entregue pelos alto-falantes da televisão. A caixa de som garante a potência e os graves necessários para tornar a experiência mais imersiva durante as transmissões da Copa do Mundo.

No entanto, se o leve atraso sonoro que impacta chutes e outras ações da partida for um incômodo, o uso da JBL para assistir aos jogos do torneio pode não ser a melhor opção.

Mas, se o objetivo for aliar uma melhor qualidade sonora à perfeita sincronia entre áudio e imagem, a indicação é utilizar uma soundbar, especialmente modelos mais potentes, como a Samsung HW-Q930H.

Se a sua ideia é otimizar o som da TV, vale conferir se a melhor opção para sua casa é uma soundbar ou home theater!

Leia a matéria no Canaltech.

Geladeira do futuro terá "nariz eletrônico" para detectar comida estragada

18 June 2026 at 16:16

Você provavelmente já realizou o “teste do cheiro” para saber se um alimento da geladeira estragou ou ainda pode ser consumido. Mas as geladeiras do futuro podem contar com um “nariz eletrônico” que realizará essa tarefa por você — e a tecnologia já foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley.

As pesquisas associadas ao dispositivo foram publicadas nesta quarta-feira (17) na revista Science Advances e apontam que o aparelho pode superar o olfato humano na precisão. Sua utilização promete aumentar a segurança alimentar doméstica, atuando como uma barreira preventiva contra infecções e reações alérgicas.

O componente, inclusive, foi projetado para enviar notificações ao celular dos usuários, alertando sobre ingredientes próximos ao vencimento. Carla Bassil, doutoranda em engenharia elétrica e líder do estudo, afirma que uma solução possível é inserir o aparelho em geladeiras inteligentes controladas pelo smartphone.

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"Quão incrível seria se a sua geladeira pudesse te dizer: 'Ei, o seu brócolis vai estragar em breve, então você provavelmente deveria comê-lo'? Ou: 'Seu frango está no último dia'?", pontuou Bassil em comunicado.

Nariz eletrônico
"Nariz eletrônico" tem capacidade de superar o olfato humano na detecção de odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)

Como funciona o chip olfativo?

O novo dispositivo consiste em um pequeno chip equipado com 16 sensores de gás na sua estrutura. Na prática, esse sistema atua como um conjunto de receptores olfativos digitais, que converte reações químicas entre o ar e uma película sensível em sinais elétricos.

Sua principal inovação reside no fato de o item contar com nanotubos de carbono como material condutor. Essa característica permite que o chip opere perfeitamente em temperatura ambiente, o que confere um alto nível de sensibilidade ao mecanismo de detecção de odores.

A equipe liderada por Bassil utilizou algoritmos de aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para conseguir diferenciar os cheiros. O modelo foi treinado para reconhecer perfis de respostas associados a alimentos frescos, estragados e a alérgenos alimentares.

Nariz eletrônico
Pesquisadores utilizartam aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para detectar odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)

Uso de IA e testes práticos

Durante os experimentos, o “nariz eletrônico” avaliou o cheiro de frango cru, leite e ovos deixados fora da refrigeração. A inteligência artificial (IA) integrada ao sistema conseguiu distinguir perfeitamente os produtos recém-adquiridos daqueles que ficaram em temperatura ambiente por até dois dias.

Após apresentar altas taxas de precisão na detecção de odores, o próximo passo da pesquisa será avaliar a sensibilidade do componente em ambientes onde ele precise lidar com cheiros misturados, como os que existem dentro de uma geladeira comum.

"A ideia é que possamos usar a seletividade relativa dos sensores de gás, combinada com as habilidades de reconhecimento de padrões do aprendizado de máquina, para descobrir qual impressão digital de gás está associada a cada alimento. O resultado é um chip sensor muito mais sensível e muito mais objetivo do que qualquer nariz humano pode ser”, ressaltou Carla Bassil.

Gostou dessa solução inovadora? Então você também vai curtir conferir essa jaqueta que gera água potável a partir do ar desenvolvida pela Universidade do Texas.

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Geladeira do futuro terá "nariz eletrônico" para detectar comida estragada

18 June 2026 at 16:16

Você provavelmente já realizou o “teste do cheiro” para saber se um alimento da geladeira estragou ou ainda pode ser consumido. Mas as geladeiras do futuro podem contar com um “nariz eletrônico” que realizará essa tarefa por você — e a tecnologia já foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley.

As pesquisas associadas ao dispositivo foram publicadas nesta quarta-feira (17) na revista Science Advances e apontam que o aparelho pode superar o olfato humano na precisão. Sua utilização promete aumentar a segurança alimentar doméstica, atuando como uma barreira preventiva contra infecções e reações alérgicas.

O componente, inclusive, foi projetado para enviar notificações ao celular dos usuários, alertando sobre ingredientes próximos ao vencimento. Carla Bassil, doutoranda em engenharia elétrica e líder do estudo, afirma que uma solução possível é inserir o aparelho em geladeiras inteligentes controladas pelo smartphone.

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"Quão incrível seria se a sua geladeira pudesse te dizer: 'Ei, o seu brócolis vai estragar em breve, então você provavelmente deveria comê-lo'? Ou: 'Seu frango está no último dia'?", pontuou Bassil em comunicado.

Nariz eletrônico
"Nariz eletrônico" tem capacidade de superar o olfato humano na detecção de odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)

Como funciona o chip olfativo?

O novo dispositivo consiste em um pequeno chip equipado com 16 sensores de gás na sua estrutura. Na prática, esse sistema atua como um conjunto de receptores olfativos digitais, que converte reações químicas entre o ar e uma película sensível em sinais elétricos.

Sua principal inovação reside no fato de o item contar com nanotubos de carbono como material condutor. Essa característica permite que o chip opere perfeitamente em temperatura ambiente, o que confere um alto nível de sensibilidade ao mecanismo de detecção de odores.

A equipe liderada por Bassil utilizou algoritmos de aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para conseguir diferenciar os cheiros. O modelo foi treinado para reconhecer perfis de respostas associados a alimentos frescos, estragados e a alérgenos alimentares.

Nariz eletrônico
Pesquisadores utilizartam aprendizado de máquina para processar os dados captados e treinar o dispositivo para detectar odores (Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia)

Uso de IA e testes práticos

Durante os experimentos, o “nariz eletrônico” avaliou o cheiro de frango cru, leite e ovos deixados fora da refrigeração. A inteligência artificial (IA) integrada ao sistema conseguiu distinguir perfeitamente os produtos recém-adquiridos daqueles que ficaram em temperatura ambiente por até dois dias.

Após apresentar altas taxas de precisão na detecção de odores, o próximo passo da pesquisa será avaliar a sensibilidade do componente em ambientes onde ele precise lidar com cheiros misturados, como os que existem dentro de uma geladeira comum.

"A ideia é que possamos usar a seletividade relativa dos sensores de gás, combinada com as habilidades de reconhecimento de padrões do aprendizado de máquina, para descobrir qual impressão digital de gás está associada a cada alimento. O resultado é um chip sensor muito mais sensível e muito mais objetivo do que qualquer nariz humano pode ser”, ressaltou Carla Bassil.

Gostou dessa solução inovadora? Então você também vai curtir conferir essa jaqueta que gera água potável a partir do ar desenvolvida pela Universidade do Texas.

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Fone de ouvido em forma de brinco da Sennheiser tem bateria que dura 9 horas

18 June 2026 at 14:50

O novo fone de ouvido anunciado pela Sennheiser chama a atenção não só pelo seu formato de brinco, como também pela sua autonomia de bateria. O Accentum Clip chega ao mercado com a promessa de poder ser usado por até 9 horas seguidas com uma carga completa.

O novo acessório conta com um design semelhante ao de wearables já lançados por companhias como Huawei, Motorola e JBL. Cada fone pesa 6,8 gramas e se prende à borda lateral da orelha, com uma estrutura que conta com uma ponte de silicone flexível para conectar as duas extremidades.

Essa característica é a responsável por deixar o canal auditivo livre para ouvir músicas sem o bloqueio dos sons do ambiente externo. O dispositivo também promete proporcionar um encaixe leve e seguro, sendo indicado tanto para rotinas de trabalho como para a prática de exercícios físicos.

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Seu uso em diferentes atividades ganha ainda mais destaque devido à bateria prolongada. A autonomia total atinge a marca de 36 horas, graças às três recargas completas extras fornecidas por seu estojo, enquanto o carregamento rápido garante duas horas de reprodução após somente 10 minutos de recarga.

Accentum Clip
Fone em formato de brinco da Sennheiser oferece até 9 horas de autonomia de bateria com uma recarga completa (Imagem: Divulgação/Sennheiser)

Qualidade sonora e recurso de IA

Quando o assunto é qualidade sonora, o Accentum Clip é equipado com drivers dinâmicos de 12 mm, o que garante vocais nítidos e graves aprimorados. O modelo traz ainda um recurso de equalização dinâmica que faz ajustes em tempo real e consegue evitar distorções no som, independentemente do volume de reprodução.

A Sennheiser também desenvolveu o fone pensando em usuários que utilizam o acessório com frequência em ligações, visto que equipou o aparelho com microfones duplos e redução de ruído alimentada por inteligência artificial (IA).

O wearable também conta com integração com o aplicativo Smart Control Plus da marca, o que possibilita, entre outras ações, ajustar manualmente o equalizador de cinco bandas e criar perfis sonoros.

O dispositivo chega ao mercado com Bluetooth 6.0 e suporte à tecnologia LDAC, que garante que a música chegue aos ouvidos dos usuários com maior resolução e fidelidade à gravação do estúdio. Outro detalhe importante é a certificação IP54, que assegura resistência contra poeira e respingos de suor no dia a dia.

Disponíveis nas cores preto e creme, os fones Accentum Clip poderão ser adquiridos a partir de 25 de junho no mercado chinês, e até o final de julho em outras regiões. Seu preço sugerido é de € 179 (cerca de R$ 1.060 na cotação atual).

Está precisando de um novo fone e não sabe qual a melhor opção para comprar hoje? Os especialistas do Canaltech elencaram boas alternativas para te ajudar. 

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Invenção da Xiaomi, nova memória RAM gasta menos bateria e deixa celular rápido

18 June 2026 at 13:35

A necessidade de rodar recursos avançados de inteligência artificial (IA) com maior eficiência em smartphones levou a Xiaomi a explorar uma tecnologia inovadora de memória RAM. Chamada Low-Latency-Wide DRAM (LLW), a invenção promete consumir menos bateria e otimizar o desempenho do celular.

A novidade, que está sendo desenvolvida em parceria com a Huawei, surge como uma resposta aos atuais gargalos de largura de banda e latência. A tecnologia adota conceitos semelhantes aos do padrão High Bandwidth Memory (HBM), utilizado em placas de vídeo e servidores para aumentar a largura de banda e acelerar a troca de dados.

Redesenhada exclusivamente para o tamanho dos celulares, essa adaptação foi estruturada para solucionar problemas como superaquecimento e limitações físicas para integrar componentes mais robustos em dispositivos móveis.

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O formato LLW se destaca por ter a capacidade de superar parte das limitações de velocidade impostas pelas memórias LPDDR tradicionais. Para isso, as empresas chinesas projetaram uma arquitetura de integração mais enxuta, posicionada próxima ao processador.

Memória RAM
Nova memória RAM da Xiaomi promete deixar celulares mais rápidos (Imagem: Eric Mockaitis/Canaltech)

Salto de desempenho e motor para a IA

As informações sobre a LLW estão contidas em um relatório de benchmark da plataforma AnTuTu, que aponta que a tecnologia é capaz de reduzir o consumo de energia de smartphones em até 50%. As estimativas também indicam que o componente pode resultar em um salto de desempenho de cerca de 1,5x.

E essa promessa de mais agilidade na troca de informações com o chipset deve impulsionar as funcionalidades de IA. O fluxo acelerado de dados diminui a latência do sistema e pode permitir que ferramentas de IA funcionem de forma mais contínua diretamente no celular, reduzindo gargalos no acesso às informações necessárias para os modelos.

Mas, ainda que a tecnologia se mostre promissora, as projeções indicam que a adoção do novo padrão desenvolvido por Xiaomi e Huawei nos celulares deve começar a acontecer somente no segundo semestre de 2027.

Falando em um dos componentes mais importantes de um smartphone, você já se perguntou quanta memória RAM um celular realmente precisa em 2026?

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Copa do Mundo: tecnologia da bola decidiu lance em França x Senegal?

17 June 2026 at 16:09

Mesmo com diversos craques desfilando pelos gramados de Estados Unidos, México e Canadá, um dos destaques da Copa do Mundo de 2026 é a sua bola e as tecnologias integradas a ela. Mas será que os sensores inseridos na Trionda foram os responsáveis por decidir um lance no final do jogo entre França e Senegal?

A jogada em questão aconteceu nos instantes finais da partida disputada nesta terça-feira (16), no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA). Em uma investida pela ponta direita, um jogador da seleção senegalesa cruzou a bola para a área, e o volante francês Aurélien Tchouaméni desviou contra a própria meta.

O lance obrigou o goleiro Mike Maignan a se esticar para realizar a defesa exatamente sobre a linha do gol, o que gerou uma dúvida instantânea sobre se a bola havia entrado completamente ou não. A decisão foi de “não gol”, mas não ficou claro para muitos torcedores se o árbitro foi auxiliado pela tecnologia da Trionda ou por outro recurso.

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Trionda
Trionda chegou à Copa com status de "computador em campo" devido aos recursos tecnológicos integrados a ela (Imagem: Divulgação/FIFA)

"Goal-line technology" foi quem decidiu o lance

Embora a Trionda tenha sido lançada com tecnologias que lhe renderam o status de “computador” em campo, a tecnologia que validou a intervenção de Maignan foi a Goal-line Technology (GLT).

Esse recurso estreou oficialmente na Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, e foi projetado para determinar instantaneamente se a bola ultrapassou completamente a linha do gol.

O sistema em questão não depende dos dados gerados pelos sensores instalados no interior da bola. A GLT, na verdade, funciona com uma infraestrutura própria que conta com 14 câmeras de alta velocidade instaladas no estádio.

Essas câmeras são direcionadas especificamente para as duas metas e conseguem identificar a posição exata da bola em tempo real. Em situações como a da partida entre França e Senegal, a informação é processada e transmitida automaticamente ao relógio do árbitro em menos de um segundo.

Para Everaldo Pereira, coordenador do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), essa solução utilizada na Copa do Mundo é um exemplo de como diferentes recursos tecnológicos trabalham em conjunto para tornar as decisões mais precisas.

"O que percebemos é que um conjunto de tecnologias promove esse rastreamento em tempo real, ampliando a percepção do que acontece em campo para jogadores, árbitros e torcedores. Esses recursos são importantes tanto para garantir o cumprimento das regras do jogo quanto para oferecer uma experiência mais rica ao público."

Goal-line technology (GLT)
GLT foi a responsável por confirmar decisão de que bola não ultrapassou a linha no jogo entre França e Senegal (Imagem: Divulgação/FIFA)

Como a tecnologia da Trionda ajuda o VAR

Se a GLT é a responsável por determinar se a bola cruzou a linha do gol, a Trionda foi projetada para auxiliar em outras decisões em campo, especialmente aquelas que dependem do Árbitro Assistente de Vídeo (VAR). Para isso, a bola desenvolvida pela Adidas conta com um sensor de Unidade de Medição Inercial (IMU) alimentado por uma bateria interna.

Essa estrutura, inclusive, explica o fato de a bola usada na Copa do Mundo de 2026 precisar ser recarregada antes do início das partidas. Durante o jogo, o sensor monitora aceleração, velocidade e movimentação espacial, transmitindo dados em uma frequência de 500 Hz, ou seja, 500 vezes por segundo.

Esses recursos fazem parte da tecnologia adidas Connected Ball, desenvolvida pela fabricante esportiva em colaboração com a empresa Kinexon.

O sistema foi integrado à bola para ajudar os árbitros a identificar com precisão cada toque ocorrido nela, reduzindo o tempo necessário para analisar lances complexos.

Trionda
Sensor da Trionda monitora aceleração, velocidade e movimentação espacial da bola durante o jogo (Imagem: Divulgação/Adidas)

Graças à tecnologia da Trionda e à integração com 16 câmeras de rastreamento espalhadas pelo estádio, jogadas que envolvem possíveis toques de mão, desvios sutis e impedimentos semiautomáticos podem ser analisadas de forma mais rápida e eficiente, contribuindo para acelerar o processo de revisão do VAR.

Segundo Pereira, o uso dessas ferramentas também demonstra como diferentes áreas do conhecimento precisam atuar em conjunto para viabilizar soluções cada vez mais sofisticadas em grandes eventos esportivos.

"Esse conjunto de recursos melhora a experiência das pessoas em relação à Copa do Mundo. Essas funcionalidades também mostram como conhecimentos interdisciplinares, como eletrônica, engenharia e design, se unem para viabilizar soluções complexas como as utilizadas no torneio."

E você está considerando comprar uma TV para acompanhar assistir aos jogos da Copa do Mundo? Confira se vale a pena adquirir uma nova ou ficar com a sua. 

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