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Uber muda regras do Black e afeta até carro da BYD

18 June 2026 at 14:55

A Uber anunciou um novo pacote de medidas para as categorias Comfort e Black, ainda mais radical do que o atual, válido até o fim de 2026. As mudanças mais chocantes afetam até um dos carros queridinhos dos motoristas de aplicativo: o BYD Dolphin.

Segundo comunicado oficial publicado no site da empresa, a lista de veículos aceitos para viagens nessas categorias será atualizada a partir de janeiro de 2027. Desta data em diante, serão excluídos das listas, independentemente do ano de fabricação, os seguintes modelos de carros:

  • Citroën C4 Cactus
  • Renault Duster
  • Chery Arrizo 5
  • Chevrolet Cruze
  • Citroën C4 Lounge
  • Hyundai Ioniq 
  • Toyota Prius
  • Audi A3
  • Volkswagen Nivus
  • Volkswagen Virtus

Quando o BYD Dolphin não será mais aceito no Uber?

A Uber informou também que o BYD Dolphin, elétrico chinês que se tornou um grande sucesso, poderá ser cadastrado na plataforma até 31 de dezembro de 2026 (desde que fabricado a partir de 2024) e operar normalmente até o fim de 2027. Desta data em diante, porém, o "Golfinho chinês" será excluído definitivamente da lista de carros aceitos para o serviço premiu, na categoria Black.

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Dolphin deixará de ser aceito na categoria Black do Uber em breve (Imagem: Divulgação/BYD)

A justificativa oficial para a mudança foi a mesma utilizada para atualizar a lista de carros nas categorias Comfort e Black no início do ano. A empresa alegou que as mudanças foram baseadas na "opinião dos usuários".

"Para continuar a aprimorar a experiência dos parceiros e seus passageiros com as categorias premium da Uber, e aumentar a atratividade desses produtos, fizemos pesquisas com os nossos usuários. Os veículos da nova lista foram determinados com base em aspectos apontados pelos usuários como importantes para a decisão na hora de pedir viagens nas categorias Comfort e Black"

Se você ficou chateado com a data estipulada para o fim das viagens com o BYD Dolphin no app, talvez essa notícia te anime: sabia que o Uber X pode virar Comfort de graça em nova campanha da empresa? Confira.
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O que ninguém te conta antes de comprar um carro elétrico

18 June 2026 at 10:55

Os carros elétricos já são uma realidade no mercado brasileiro, mas, mesmo com o espaço cada vez maior, muita gente ainda não sente confiança na hora de trocar o modelo a combustão por um ecologicamente correto. O sentimento, na verdade, é que há coisas que "ninguém te conta" antes de comprar um carro elétrico, e é para essas pessoas que o CT Auto preparou esse conteúdo.

Comprar um carro elétrico, seja ele o BYD Dolphin Mini, o GWM Ora 03 ou o Chevrolet Spark EUV, vai dar ao consumidor uma experiência diferente, que envolve algumas particularidades que raramente aparecem nas propagandas ou nos comparativos tradicionais. Isso não significa que os elétricos sejam uma má escolha, mas que exigem uma adaptação de hábitos.

Antes de decidir se vale a pena comprar um carro elétrico, é importante conhecer aspectos práticos do dia a dia que podem influenciar diretamente a experiência de uso. Alguns deles são positivos e outros merecem atenção, especialmente para quem pretende utilizar o veículo como carro principal da família e, assim, também utilizá-lo em viagens.

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Recarga em casa "vale mais" que autonomia maior

Muitos compradores passam horas comparando números de autonomia, mas acabam descobrindo que o fator mais importante é a facilidade para recarregar o veículo. Ter uma garagem com tomada adequada ou wallbox instalado costuma impactar mais a rotina do que alguns quilômetros extras de alcance.

Recarga caseira é vantajosa para quem tem carro elétrico (Imagem: Divulgação/BYD)

Quando a recarga residencial em um wallbox está disponível, o carro praticamente "abastece" enquanto o proprietário dorme. Já quem depende exclusivamente de carregadores públicos pode enfrentar uma experiência menos conveniente, principalmente em cidades onde a infraestrutura de recarga ainda está em expansão.

Autonomia real pode não ser igual à anunciada

Assim como ocorre com carros a combustão, os números de autonomia divulgados pelos fabricantes são obtidos em condições específicas de teste. No uso diário, fatores como velocidade, temperatura ambiente, relevo, uso do ar-condicionado e estilo de condução influenciam diretamente a autonomia.

Autonomia "real" de um carro elétrico depende muito do ciclo de medição (Imagen gerada por IA/Gemini sobre foto de DivulgaçãoBYD)

Isso não significa que os fabricantes estejam errados, mas sim que o motorista deve considerar uma margem de variação. Em trajetos urbanos, por exemplo, alguns elétricos podem até superar a autonomia oficial graças à regeneração de energia durante frenagens e desacelerações. Isso explica o porquê de carro elétrico no Brasil ter "autonomia menor".

Seguro nem sempre é mais caro, mas varia bastante

Existe a percepção de que todo carro elétrico possui seguro muito mais caro do que um modelo a combustão. Na prática, isso depende do perfil do motorista, da região onde o veículo circula e da disponibilidade de peças no mercado nacional.

Apólice de seguro de um carro elétrico também requer atenção especial (Imagem: Tumisu/Pixabay)

Em alguns casos, a diferença é pequena. Em outros, especialmente em modelos recém-lançados ou de menor volume de vendas, os custos podem ser superiores. Por isso, solicitar cotações antes da compra é uma etapa tão importante quanto comparar autonomia ou desempenho.

Manutenção é menor, mas necessária

Os carros elétricos eliminam componentes de revisão como óleo do motor, correias, velas e filtros de combustível. Isso reduz significativamente a quantidade de serviços necessários ao longo da vida útil do veículo.

Carro elétrico demanda menos manutenção, mas não está livre das verificações rotineiras (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini sobre foto de Divulgação/BYD)

Por outro lado, pneus, suspensão, freios, alinhamento e outros itens continuam exigindo atenção periódica. Além disso, sistemas eletrônicos e componentes específicos da propulsão elétrica também precisam seguir o plano de manutenção definido pela fabricante.

Revenda ainda é uma incógnita para alguns modelos

O mercado de usados para carros elétricos cresce rapidamente no Brasil, mas ainda é relativamente novo quando comparado ao segmento de veículos a combustão. Por isso, alguns modelos podem apresentar comportamentos de desvalorização diferentes daqueles observados em carros convencionais.

Mercado ainda não consegue traçar um panorama certeiro sobre carros elétricos usados (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)

Antes da compra, vale analisar o volume de vendas do modelo, a presença da marca no país e a disponibilidade de assistência técnica. Quanto maior a aceitação do veículo no mercado, maiores tendem a ser as chances de uma revenda mais fácil no futuro.

Vale a pena comprar um carro elétrico em 2026?

Para muitos motoristas, a resposta é sim. Quem roda bastante em trajetos urbanos, possui estrutura para recarga residencial e busca reduzir gastos com combustível costuma encontrar vantagens claras na eletrificação.

Dolphin Mini é o mais vendido do segmento no Brasil desde que foi lançado (Imagem gerada por IA/Grok em cima de Divulgação/BYD)

No entanto, a decisão final depende do perfil de uso. Conhecer aspectos como infraestrutura de recarga, autonomia real, seguro e mercado de usados ajuda a evitar surpresas e permite avaliar de forma mais precisa se um carro elétrico realmente faz sentido para a sua rotina.

Agora que você ficou por dentro de coisas que ninguém nunca te contou, que tal conferir também quanto custa por ano manter um carro elétrico?

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BYD amplia promoção e vende King mais barato que Dolphin em junho

17 June 2026 at 21:15

Sedan híbrido mais vendido do Brasil no varejo em abril de 2026, o BYD King tem tudo para seguir incomodando o Toyota Corolla no mercado, ao menos até o final de junho. Isso porque a marca chinesa resolver reativar a promoção realizada em maio e, neste mês, está oferecendo o modelo por um preço mais barato que o do Dolphin.

De acordo com o portal Mundo do Automóvel para PcD, o King GL, versão de entrada do sedan híbrido da BYD, está com R$ 26 mil de desconto (R$ 1 mil a mais que a promoção que o deixou mais barato que o Virtus no último mês). Assim, ao invés de custar os R$ 172.990,00 da tabela cheia, ele pode ser comprado por R$ 146.990,00.

A promoção, vale pontuar, não é válida para todas as pessoas. A BYD estabeleceu que o King GL com os preços “no chão” só poderá ser comprado por clientes com CNPJ, sejam eles empresários, microempreendedores ou produtores rurais. Além deles, pessoas físicas também podem ser elegíveis, mas apenas na modalidade venda direta.

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Como é o BYD King?

Mesmo na versão de entrada, o BYD King tem mostrado atributos capazes de fazer até o "coroleiro" mais fiel olhar diferente para carros chineses. A prova disso é que, em abril, o sedan híbrido fez história ao deixar o Corolla para trás pela 1ª vez no varejo. De acordo com dados da Fenabrave, o modelo chinês somou 1.365 unidades emplacadas em abril, enquanto o tradicional líder japonês registrou 1.327 unidades.

BYD King está bem mais barato que o Toyota Corolla neste mês de junho (Imagem:  Paulo Amaral/Canaltech)

O interesse pelo King é por conta do bom desempenho, da autonomia gigante e da tecnologia. O sedan híbrido conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor. O alcance do King no modo exclusivamente elétrico é pequeno, mas suficiente para quem roda pouco: 32 km por ciclo de carga. O uso da bateria de 18,3 kWh atrelado ao combustível, porém, podem fazê-lo rodar até 1.200 km por ciclo.

Por que vale a pena comprar o King com preços "no chão"?

Há muitos motivos que provam valer a pena comprar o BYD King com os preços "no chão" ao invés de optar pelo Dolphin, também da marca chinesa, mas 100% elétrico. Entre os principais pontos, podemos destacar:

  • Maior autonomia: 1.200 km (aproximadamente) x 291 km por ciclo
  • Mais conforto: 2.718 mm x 2.700 mm de entre-eixos
  • Maior "segurança" para viajar: motor híbrido permite rodar só com gasolina quando bateria "zerar"

Vale destacar também que o BYD King, como todos sabem, é um carro híbrido da categoria PHEV, ou seja, um plug-in, que precisa de recarga externa. Se você não gosta desse tipo de modelo, não tem problema: que tal conferir uma listinha que o CT Auto preparou com os 5 carros híbridos (HEV) mais econômicos do Brasil em 2026? E lembre-se: antes de sair de casa para tentar comprar o King, confirme se a promoção ainda está válida na sua região, ok?

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Rival da BYD registra sedan elétrico com autonomia de híbrido

17 June 2026 at 18:55

A MG Motor, marca sino-britânica que desembarcou recentemente no Brasil com seus novos carros elétricos, ainda não despontou nas vendas por aqui, mas, na China, está começando a gerar preocupação nas rivais, como a BYD.

A montadora registrou oficialmente no país o MG 07, sedan 100% elétrico que tem na autonomia absurda, digna de um carro híbrido, o principal motivo para causar pesadelos nos líderes do segmento, como o BYD King e até o Toyota Corolla, ícone da indústria japonesa.

De acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da China, o MG 07 pode rodar até 650 km com uma única carga. Esse alcance, possível graças à bateria de 67 kWh, coloca o sedan na lista dos mais eficientes do mercado chinês. Esse ponto específico, para consumidores que buscam praticidade e liberdade em viagens mais longas, pode ser um diferencial na hora de escolher o próximo carro.

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Sedan elétrico da MG Motor vem ao Brasil?

Embora tenha potencial para incomodar BYD King e Toyota Corolla, ao menos por enquanto os sedans que comandam o ranking de emplacamentos do segmento no Brasil não têm motivos para perder o sono. A marca sino-britânica não confirmou o lançamento do MG 07 no mercado verde-amarelo e, até o momento, não deu qualquer indício de que ele será comercializado por aqui.

A notícia desanima, já que o sedan registrado na China tem outros excelentes atributos além da autonomia digna de um carro híbrido. O MG 7 conta com motor elétrico traseiro de 639 cv de potência e muita tecnologia embarcada, com a presença de sensores LiDAR instalados no teto, recurso que permite sistemas de condução autônoma mais sofisticados.

Mesmo que o MG 7 não venha ao Brasil, a marca tem aspirações por aqui. Confira, então, como são e quanto custam os carros da MG Motor que estão à venda no país.

Leia a matéria no Canaltech.

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