O Xiaomi 18 deve ser lançado em dezembro, meses depois dos modelos Pro, e pode chegar com uma bateria de7.200 mAh. O celular também é esperado com Snapdragon 8 Elite Gen 6 e câmera principal de 200 MP.
A janela de lançamento ganhou força após o aparelho de código M261DB passar por uma certificação de conectividade na China. O modelo é apontado pelo informante Digital Chat Station como o Xiaomi 18 padrão. A própria Xiaomi já havia indicado que o celular seria apresentado separadamente, mais para o fim do ano.
Segundo os vazamentos, o Xiaomi 18 terá uma tela plana de 6,4 polegadas com resolução de 1,5K. O painel seria do tipo M11, usado também nos modelos Pro apresentados recentemente.
O conjunto deve manter o aparelho relativamente compacto, enquanto o processador ficará no mesmo nível dos irmãos mais caros. O celular é esperado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6.
O Xiaomi 18 deve trazer carregamento seria de 100 W por cabo, com suporte também para carregamento sem fio.
Xiaomi 18 pode ter três câmeras de 200 MP
As câmeras também aparecem entre os principais rumores sobre o Xiaomi 18. Um vazamento aponta para um conjunto traseiro triplo, formado por uma câmera principal de 200 MP com sensor de 1/1,28", uma ultrawide de 50 MP e uma teleobjetiva de 200 MP com zoom óptico de 3x.
A informação é diferente de um vazamento anterior, que apontava para apenas duas câmeras traseiras. Se a configuração mais recente estiver correta, o modelo padrão terá um conjunto fotográfico mais completo do que o esperado inicialmente.
Xiaomi 18 pode estrear três meses depois do Pro
A Xiaomi apresentou o Xiaomi 18 Pro e o 18 Pro Max antes do modelo padrão. O lançamento separado segue uma estratégia semelhante à adotada pela empresa na geração anterior, quando os aparelhos também chegaram em momentos diferentes.
Ainda não há confirmação oficial da data ou das especificações pela Xiaomi. Também existem dúvidas sobre a presença de um eventual Xiaomi 18 Ultra na nova geração, mas essa possibilidade ainda aparece apenas em relatos iniciais. Enquanto isso, um celular da Xiaomi ganha design vermelho transparente que mostra até “entranhas”.
Escolher um ventilador pode parecer simples até o momento em que começam a surgir números de potência, quantidade de pás, diâmetro da hélice e diferentes modelos. É nesta hora que surgem as dúvidas sobre o que considerar na hora de escolher o aparelho ideal para a sua casa.
Na prática, nenhuma dessas características e especificações deve ser analisada sozinha. O desempenho do equipamento depende da combinação entre motor, hélice e vazão de ar, enquanto fatores como ruído, consumo e tipo de instalação determinam se aquele ventilador realmente combina com a rotina e o cômodo onde será colocado.
Para te ajudar nessa escolha, o Canaltech preparou uma guia com 10 pontos que merecem atenção antes da compra do ventilador:
Pense em onde o ventilador será usado;
Escolha o tipo de ventilador mais adequado;
Confira a capacidade de ventilação;
Observe o diâmetro e o desenho da hélice;
Leve o nível de ruído em consideração;
Compare consumo e eficiência energética;
Veja quais ajustes e recursos realmente serão úteis;
Avalie o material e a construção;
Pense na limpeza antes mesmo de comprar;
Confira voltagem, instalação e garantia.
1. Pense em onde o ventilador será usado
Antes mesmo de comparar especificações, é importante definir onde o ventilador vai ficar. Isso porque um aparelho para o quarto, por exemplo, pode exigir características diferentes de outro que será instalado na sala, cozinha ou escritório.
O tamanho do ambiente também entra nessa conta. Cômodos maiores exigem melhor distribuição do ar, enquanto um modelo compacto pode ser suficiente quando a ideia é ventilar uma área pequena ou atender apenas uma pessoa.
A quantidade de pessoas que costuma ocupar o espaço também pode pesar, visto que um ambiente amplo e movimentado demanda uma circulação de ar diferente daquela necessária em um pequeno escritório usado individualmente.
Qual ventilador escolher para cada cômodo?
Para um quarto, características como baixo nível de ruído e diferentes velocidades ganham importância, principalmente para quem pretende deixar o aparelho ligado durante a noite e não quer ter a rotina de sono atrapalhada pelo equipamento.
Em salas maiores, pode fazer sentido buscar por modelos capazes de distribuir o vento por uma área mais ampla. Já em cozinhas, áreas de serviço e outros espaços com pouco espaço livre no chão, um ventilador de parede pode evitar que o aparelho ocupe uma superfície ou fique no caminho.
Isso significa que não existe um único modelo capaz de atender todos os contextos de uso, e o ambiente é justamente o ponto de partida para decidir quais especificações realmente merecem prioridade.
2. Escolha o tipo de ventilador mais adequado
Mesa, coluna, parede, teto e torre estão entre alguns dos formatos encontrados no mercado. Apesar de todos terem a função de movimentar o ar para aumentar a sensação de conforto, cada modelo favorece um tipo de uso.
Vale ressaltar também que um modelo maior não é necessariamente uma evolução direta de outro menor. Mobilidade, espaço disponível e forma como o vento deve chegar às pessoas são diferenças que precisam entrar na escolha.
Ventilador de mesa
Os modelos de mesa estão entre os mais simples de transportar e podem ser colocados sobre móveis ou outras superfícies com certa facilidade. Isso favorece quem pretende mudar o aparelho de lugarao longo do dia, ou até mesmo aquelas pessoas que têm pouco espaço para posicionar o equipamento.
Normalmente, esse tipo de aparelho faz mais sentido em ambientes pequenos ou quando o vento será direcionado para uma região específica, como cama, sofá ou mesa de trabalho.
Ventilador de coluna
Esse formato de ventilador se destaca por colocar a hélice em uma posição mais alta, permitindo também regular a altura do aparelho de acordo com a necessidade do cômodo.
Trata-se de uma boa alternativa para quem quer um ventilador de chão com vento direcionável, mas pretende atender uma área maior ou posicionar o fluxo de ar acima de móveis e outros obstáculos. Mesmo sendo mais alto do que os equipamentos de mesa, seu formato não ocupa muito espaço no ambiente.
Ventilador de teto
O ventilador de teto movimenta o ar a partir de uma posição central e consegue distribuí-lo por uma área ampla sem ocupar espaço no chão.
No entanto, é uma solução fixa, que exige instalação adequada. Por isso, a escolha precisa considerar não apenas desempenho, mas também as dimensões do ambiente e o local onde o equipamento será montado.
Ventilador de parede
Assim como o modelo de teto, a principal diferença deste tipo de aparelho está justamente na instalação. Como permanece fixo e fora do piso, o ventilador de parede pode ser interessante para economizar espaço no ambiente.
Esse formato aparece com frequência em cozinhas, áreas comerciais, salões e outros locais nos quais deixar um aparelho no chão poderia atrapalhar a circulação.
O ponto de atenção em relação a esse formato é a necessidade de furar a parede para fixar o dispositivo no local. Diante disso, é necessário levar em conta fatores como peso e vibração na hora de instalar o aparelho.
Ventilador de torre
Os ventiladores de torre utilizam um corpo estreito e vertical, características até certo ponto semelhantes aos modelos de coluna, e que ajudam a ocupar uma área menor no piso. Alguns modelos também oferecem oscilação para distribuir o ar lateralmente.
Esse formato pode interessar principalmente quando espaço e design compactopesam na decisão. Vale, no entanto, comparar a capacidade de ventilação de diferentes opções em vez de assumir que o formato por si só vai entregar desempenho superior.
3. Confira a capacidade de ventilação
Uma das especificações mais importantes para descobrir em relação a quanto um ventilador consegue movimentar de ar é a vazão. Esse dado pode aparecer em unidades como metros cúbicos por segundo (m³/s) e ajuda a colocar o desempenho do aparelho em números.
De forma simplificada, quanto maior a vazão, maior é o volume de ar movimentado pelo equipamento em determinado período. Por isso, essa informação pode ser mais útil para comparar desempenho do que observar apenas a potência do motor.
O próprio Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro considera a vazão nominal, potência elétrica e rotação, entre outros dados, na avaliação dos ventiladores.
Ainda assim, é importante comparar aparelhos de categorias e dimensões semelhantes. Um ventilador de teto e um modelo de mesa podem distribuir o ar de maneiras bastante diferentes mesmo quando alguns números da ficha técnica parecem próximos.
Potência significa que o ventilador venta mais?
Não necessariamente. A potência indicada em watts (W) mostra quanta potência elétrica o equipamento utiliza, mas não determina sozinha a quantidade de vento produzida.
Isso porque dois ventiladores com potência semelhante podem apresentar vazões diferentes devido a fatores como:
Diâmetro da hélice;
Formato das pás;
Rotações do motor;
Projeto aerodinâmico.
Da mesma forma, um aparelho que utiliza mais energia não obrigatoriamente entregará um ganho proporcional no fluxo de ar para o ambiente. Por isso, a potência faz mais sentido quando analisada junto à vazão e à eficiência do equipamento.
4. Observe o diâmetro da hélice e o desenho das pás
O tamanho da hélice também interfere na forma como o ar é movimentado no ambiente. Um diâmetro maior aumenta a área percorrida pelas pás e pode ajudar o ventilador a distribuir o fluxo de ar por uma região mais ampla.
Isso, no entanto, não significa que um equipamento com hélice de maior diâmetro será sempre a melhor escolha. Rotação, formato das pás, inclinação e características do motor também são cruciais para definir o desempenho do aparelho.
Em um cômodo pequeno, por exemplo, um aparelho compacto pode atender perfeitamente ao uso e ainda ocupar menos espaço. Já em ambientes maiores, a melhor opção pode ser um ventilador com hélice de maior diâmetro, desde que o restante do conjunto consiga entregar uma boa vazão de ar.
Quantas pás um ventilador precisa ter para ventilar bem?
Não existe um número “mágico” de pás que garanta um ventilador mais forte. Por exemplo, um aparelho de oito pás não necessariamente produzirá mais vento que outro equipado com seis.
Isso acontece porque o desempenho depende de como as pás trabalham em conjuntocom o motor. Diâmetro da hélice, formato, inclinação e velocidade de rotação interferem na quantidade e na forma como o ar é deslocado.
Por isso, a quantidade de pás deve ser tratada apenas como uma das características do modelo a ser analisada. Ao comparar dois produtos, vale dar mais atenção à vazão e ao desempenho do conjunto do que simplesmente escolher aquele com mais pás.
5. Leve o nível de ruído em consideração
A força do vento não é a única característica que determina se um ventilador será confortável no dia a dia. Dependendo do local de uso, o barulho produzido pelo equipamento pode pesar tanto quanto o desempenho na hora de escolher o modelo ideal.
Esse cuidado é importante para aparelhos destinados ao quarto ou escritório. Um ruído que passa despercebido durante o dia pode incomodar bastante durante o sono, uma leitura ou uma reunião de trabalho.
Quando a fabricante informa o nível sonoro em decibéis (dB), o dado pode ajudar na comparação entre modelos. Também vale verificar testes e avaliações feitas em diferentes velocidades, já que um ventilador pode ser bastante silencioso no nível mínimo e produzir bem mais ruído quando colocado na intensidade máxima.
Além do próprio motor, o som pode ser influenciado pela movimentação do ar, desenho das pás, vibração e construção do equipamento. Por isso, classificações como “silencioso” devem ser acompanhadas, sempre que possível, de testes práticos ou medições.
6. Compare consumo e eficiência energética
Um ventilador pode permanecer ligado por várias horas seguidas, principalmente durante períodos de calor. Por isso, alguns watts de diferença podem se acumular ao longo do mês e acabar pesando na conta de luz.
Mas potência e eficiência não devem ser encaradas como sinônimos. Um equipamento eficiente é aquele que consegue movimentar uma boa quantidade de ar para a energia utilizada, e não simplesmente aquele que apresenta o menor número de watts.
O Inmetro mantém no Sistema PBE uma base com ventiladores etiquetados, na qual é possível consultar características como potência, vazão e classificação de eficiência. Ventiladores domésticos de mesa, parede e coluna, além de circuladores abrangidos pela regulamentação, precisam ser certificados e exibir a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia.
Ventilador mais potente gasta mais energia?
Quando todo o restante é semelhante, um motor de maior potência pode apresentar consumo elétrico maior. Mas isso não significa que todo ventilador potente será necessariamente menos eficiente.
Um modelo pode consumir mais watts e também movimentar consideravelmente mais ar, enquanto outro pode utilizar menos energia, mas entregar uma vazão bem menor. É justamente essa relação entre consumo e desempenho que precisa ser levada em conta na hora de analisar um modelo.
Outro fator importante é a rotina de uso do ventilador. Um aparelho de 150 W utilizado duas horas por dia pode consumir menos energia no mês que um ventilador de 80 W funcionando durante toda a noite.
Como calcular quanto o ventilador gasta?
Para estimar o consumo mensal de um ventilador, basta localizar a potência do equipamento em watts nas suas especificações e considerar por quantas horas ele permanecerá ligado:
Potência (W) × horas de uso por dia × dias de uso ÷ 1.000 = consumo em kWh
Se usarmos como referência um ventilador de 100 W utilizado durante oito horas por dia, período usado como padrão para uma noite de sono, ao longo de 30 dias, a conta seria:
100 × 8 × 30 ÷ 1.000 = 24 kWh por mês
Para transformar esse consumo em reais, é necessário multiplicar o resultado pela tarifa de energia da cidade. Nos cálculos do Canaltech, usamos como referência uma tarifa padrão de R$ 0,95/kWh para São Paulo.
24 kWh × R$ 0,95 = R$ 22,80 por mês
Ou seja, nesse exemplo, um ventilador de 100 W ligado por oito horas por dia durante 30 dias teria um custo estimado de R$ 22,80 no mês na capital paulista.
7. Veja quais ajustes e recursos realmente serão úteis
A quantidade de velocidades é uma das características mais comuns, mas existem ventiladores com recursos como oscilação, inclinação, timer e controle remoto.
A oscilação permite distribuir o vento por uma área maior em vez de deixá-lo apontado continuamente para a mesma direção. Já a inclinação oferece um ajuste semelhante no eixo vertical, algo útil quando o ventilador fica acima ou abaixo da posição das pessoas.
Nos modelos de coluna, o ajuste de altura também pode ajudar a direcionar melhor o fluxo de ar. Aparelhos com controle remoto e timer, por sua vez, ganham relevância quando utilizados no quarto, permitindo mudar a velocidade ou programar o desligamento sem sair da cama.
8. Avalie o material e a construção
Plástico e metal são encontrados em diferentes partes dos ventiladores, desde a carcaça até grades, bases e componentes da hélice. Mais importante do que procurar um único material, no entanto, é verificar se a construção faz sentido para o local e a frequência de uso.
Um ventilador de torre, por exemplo, precisa ter base estávelpara permanecer firme durante a oscilação. Encaixes frágeis, folgas e vibrações excessivas também podem afetar a experiência ao longo do tempo.
Em regiões litorâneas ou ambientes sujeitos à umidade, a resistência à corrosão ganha importância. Isso acontece porque peças metálicas sem proteção adequada podem ficar mais expostas à ação da maresia, reduzindo a vida útil do equipamento.
9. Pense na limpeza antes mesmo de comprar
Poeira tende a se acumular nas grades e nas pás com o uso do ventilador. Por isso, um questionamento aparentemente simples na hora de adquirir o dispositivo pode fazer diferença meses depois: é fácil desmontar e limpar o equipamento?
Modelos com grades de remoção simples facilitam o acesso às pás e outras partes que acumulam sujeira. Ainda assim, é sempre importante seguir as instruções do fabricante e retirar o equipamento da tomada antes de iniciar qualquer limpeza.
Manter essas regiões limpas também ajuda a preservar a passagem de ar e evita que o acúmulo de poeira prejudique o desempenho do aparelho e a qualidade do ar no ambiente.
10. Confira voltagem, instalação e garantia
Depois de analisar desempenho e recursos, ainda existem algumas especificações básicas que não podem ser esquecidas. Uma delas é a tensão elétrica.
Ventiladores podem ser vendidos em versões de 127 V, 220 V ou bivolt, dependendo do modelo. Por isso, é importante confirmar a tensão disponível no local antes da compra, principalmente em aparelhos que não oferecem seleção automática.
Nos ventiladores de parede e teto, a instalação também precisa entrar no planejamento. Fixação, estrutura disponível, posicionamento e ligação elétrica devem seguir as orientações da fabricante.
Quando o procedimento envolver a rede elétrica ou exigir adaptações, a instalação por parte de um profissional especializado ajuda a evitar improvisos.
Por fim, vale verificar o tempo de garantia e assistência técnicaoferecidos pela fabricante. Esses fatores ganham ainda mais importância em modelos fixos ou mais caros, nos quais uma eventual manutenção pode demandar mais trabalho do consumidor.
O que olhar antes de comprar um ventilador?
A melhor escolha de ventilador não costuma estar no maior número impresso na caixa. Potência, quantidade de pás e diâmetro ajudam a entender o aparelho, mas precisam ser considerados em conjunto com especificações como vazão, eficiência, ruído e tipo de uso.
Antes de decidir qual modelo comprar, vale fazer um “check” final nesses fatores:
Ambiente e área disponível;
Tipo de ventilador;
Vazão de ar;
Potência;
Diâmetro e projeto da hélice;
Nível de ruído;
Eficiência energética;
Ajustes;
Facilidade de limpeza;
Voltagem e garantia.
A ficha técnica mostra parte dessa história. Quando possível, avaliações práticas também ajudam a descobrir como o ventilador se comporta na velocidade máxima, quanto ruído produz e se consegue movimentar o ar da maneira esperada para aquele ambiente.
A corrida pela inteligência artificial (IA) já está encarecendo componentes importantes para smartphones e outros eletrônicos, e o cenário pode durar anos. Segundo o CEO da SK Hynix, Kwak Noh-jung, a escassez de chips de memória provocada pela demanda de sistemas de IA deve continuar até o fim de2030.
Nos últimos meses, fabricantes passaram a lidar com custos maiores de memória RAM e armazenamento, enquanto empresas de tecnologia voltadas para IA disputam uma parcela cada vez maior da produção de semicondutores.
O executivo afirmou que não existem sinais claros de que o mercado de memórias esteja prestes a entrar em um ciclo de queda. Por isso, a companhia espera que a atual situação de oferta limitada continue até dezembro de 2030.
O principal fator por trás desse cenário é o crescimento dos sistemas de inteligência artificial generativa, que dependem de grandes quantidades de memória para funcionar.
Essa disputa pode reduzir a disponibilidade de componentes para produtos convencionais, como smartphones, tablets e computadores, aumentando os custos de fabricação.
Celulares já começaram a sentir o impacto
Os efeitos desse cenário já chegaram aos consumidores. Os celulares da Xiaomi vão ficar mais caros a partir de setembro, segundo a própria empresa, justamente por fatores como o aumento no custo das memórias e de outros componentes.
Alguns modelos terão aumentos de cerca de R$ 500, enquanto determinadas configurações poderão ficar aproximadamente 25% mais caras. Entre os aparelhos afetados estão modelos das linhas Xiaomi e POCO.
O CEO da Apple também já havia alertado, em junho, que o aumento dos custos de memória e armazenamento tornaria inevitáveis novos reajustes em seus produtos. A pressão da demanda por IA sobre a cadeia de semicondutores foi apontada como uma das causas.
HBM pode evitar uma queda brusca na demanda
Apesar da previsão de escassez prolongada, o CEO da SK Hynix acredita que o mercado de HBM poderá se comportar de maneira diferente dos ciclos anteriores. A HBM é uma memória de alta velocidade usada principalmente em chips para inteligência artificial, como os aceleradores instalados em grandes data centers.
Segundo Kwak, esses componentes estão deixando de ser produtos totalmente padronizados. Em vez de simplesmente fabricar grandes quantidades de uma mesma memória e esperar pela demanda, as fabricantes de HBM trabalham cada vez mais próximas das empresas que desenvolvem os chips de IA.
Essa relação mais próxima pode reduzir o risco de excesso de estoque quando o mercado desacelerar. Por isso, mesmo que a indústria entre em um novo ciclo de baixa depois de 2030, o executivo não espera que a demanda por HBM despenque como poderia acontecer com memórias convencionais.
Então o avanço da inteligência artificial pode ter um efeito indireto no mercado de smartphones: enquanto novos recursos de IA chegam aos aparelhos, a própria tecnologia também pode contribuir para deixá-los mais caros. Mas quer saber quanto o preço de um celular cai após 6 meses? Veja dados reais.
Quem passa por algum problema com a conta Gov.br pode tentar resolvê-lo presencialmente em unidades de atendimento espalhadas pelo Brasil. O Balcão Gov.br permite tirar dúvidas ou recuperar o acesso com ajuda externa.
Ao todo, são 293 unidades de atendimento em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal — somente Ceará, Espírito Santo e Roraima não possuem atendimento presencial até o momento.
De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, as unidades alcançam uma população de 55 milhões de pessoas no país. Entenda como o serviço funciona:
Para que serve o atendimento presencial do Gov.br?
Ao visitar uma unidade do balcão, é possível saber mais sobre o que é uma conta Gov.br e solucionar problemas. Alguns dos serviços incluem:
Criar e recuperar conta do portal;
Adicionar medidas de segurança, como migrar para os níveis ouro ou prata da conta;
Obter ajuda para acessar serviços públicos digitais vinculados à plataforma.
Todas as unidades oferecem acesso gratuito à internet para não depender dos dados móveis do aparelho.
Onde encontrar uma unidade de atendimento próxima
Todas as 293 unidades de atendimento são listadas no site do Governo Digital (gov.br). É possível filtrar por estado ou município, além de conferir endereço e horário de atendimento.
A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou nesta quarta-feira (26) uma ação civil pública contra o Discord, pedindo indenização de R$ 500 milhões por danos morais coletivos. O valor seria destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos. A ação chega depois de duas semanas de negociação sem sucesso entre o governo federal e a plataforma para a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
Além da indenização, a AGU pede uma multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento e uma medida de urgência para que o Discord se adapte às exigências em até 15 dias após a decisão da Justiça Federal, em Brasília.
Negociação avançou e recuou no fim
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a empresa chegou a demonstrar interesse em assumir compromissos com o Estado brasileiro, mas recusou a assinatura do termo no último momento. Segundo ele, essa recusa deixou a ação civil pública como único caminho.
A procuradora-geral da União, Clarice Costa Calixto, disse que um termo de confidencialidade impede o governo de detalhar o motivo do impasse. Segundo ela, o padrão de exigência sobre segurança de crianças e adolescentes proposto pelo governo não foi aceito pela empresa.
O valor de R$ 500 milhões corresponde a R$ 50 milhões para cada uma das dez infrações que o governo diz ter identificado e documentado, entre elas falhas na verificação de idade, ausência de vinculação de contas de menores a responsáveis legais e omissão na comunicação de casos às autoridades. A AGU também considerou o faturamento anual do Discord, estimado pelo órgão em cerca de R$ 4 bilhões, para calcular a indenização.
Morte de adolescente acelerou o desfecho
O processo veio menos de um mês depois da morte de uma adolescente de 13 anos em Mato Grosso do Sul, induzida por outros usuários à automutilação durante uma transmissão ao vivo no Discord. Um relatório do Ministério da Justiça mostra que a live começou por volta de 2h20, a Polícia Civil de São Paulo alertou a empresa às 3h50 e o grupo só foi derrubado às 4h15. Os investigados foram banidos apenas às 15h20 do dia seguinte.
Para o secretário Nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça, Victor Fernandes, o caso não é isolado. O Ciberlab, centro de inteligência da pasta, produziu mais de 115 relatórios sobre indução ao suicídio, automutilação, maus-tratos e sacrifícios de animais na plataforma entre 2025 e 2026.
Um levantamento do Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil de São Paulo, divulgado em fevereiro, apontou média de cinco denúncias diárias no estado sobre indução ao suicídio, automutilação, estupro e outros crimes contra menores associados ao Discord, além de mais de 385 casos de maus-tratos e sacrifícios de animais registrados só em 2026.
O que a União quer que o Discord mude
A ação pede que o Discord passe a adotar verificação de idade mais robusta, vincule contas de usuários de até 16 anos a responsáveis legais e mantenha configurações de privacidade protetivas ativadas por padrão para menores. O texto também exige protocolos para detectar e interromper em tempo real transmissões com conteúdo de automutilação ou violência, caso as lives voltem a funcionar no país, e mecanismos específicos contra sextorsão e maus-tratos a animais.
Entre as demais exigências estão bloqueio técnico para impedir a recriação de contas banidas, preservação de registros de moderação por ao menos seis meses e manutenção de sede, representante legal e canal de denúncias em português no Brasil.
Discord nega descumprimento e cita proposta própria
Em nota, o Discord classificou a ação como desproporcional e afirmou manter diálogo de boa-fé com a AGU, com uma proposta detalhada de mudanças técnicas e investimento em segurança online no Brasil. A empresa disse acreditar em um caminho alternativo que amplie a proteção sem retirar o serviço do ar no país.
A ação da AGU é distinta do processo aberto pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que determinou em agosto a suspensão das transmissões ao vivo do Discord no Brasil até que a plataforma comprove medidas efetivas de proteção a crianças e adolescentes.
O YouTube dobrou o tempo de visualização necessário para começar a monetizar na plataforma de vídeos. A partir de 1º de fevereiro de 2027, novos canais precisarão ter 8 mil horas de exibição qualificadas nos últimos 365 dias ou 20 milhões de visualizações qualificadas no Shorts nos últimos 90 dias.
Atualmente, o padrão para começar a ganhar dinheiro na plataforma é de 4 mil horas de vídeos assistidos em 12 meses e 10 milhões de visualizações do Shorts em 90 dias, além de um mínimo de mil inscritos.
A mudança vai afetar novas contas que tentam ingressar no Programa de Parcerias do YouTube. Canais que já fazem parte da iniciativa não serão afetados, mas precisam concordar com os novos termos de serviço até 31 de janeiro de 2027 para manter a monetização.
Outras mudanças previstas
A empresa ainda divulgou outras novidades envolvendo o faturamento de criadores de conteúdo na plataforma.
Uma delas é o lançamento do YouTube Premium Lite para todos os países em que o Premium está disponível. Canais poderão acessar um fundo compartilhado de 60% da receita líquida de assinaturas, além de outro fundo com 30% da receita líquida nas visualizações do Premium.
Existem novos requisitos para entrar no Fundo para Criadores de Shorts e ganhar dinheiro com anúncios no meio de vídeos curtos: criadores precisam de 10 milhões de visualizações qualificadas nos últimos 90 dias para manter acesso à fonte de receita.
Por fim, o YT mudou os critérios para considerar um canal ativo no Programa de Parcerias. É necessário ter mil horas de exibição qualificada nos últimos 12 meses ou 1 milhão de visualizações qualificadas de Shorts nos últimos três meses ou dois vídeos longos ou cinco Shorts publicados a cada 90 dias.
Por que o YouTube alterou as regras de monetização?
A empresa afirma que a mudança tem o objetivo de “acompanhar os hábitos atuais dos espectadores e garantir que o YouTube continue sendo um motor de crescimento sustentável e de longo prazo”.
Ainda que o YouTube não mencione o tema diretamente, a medida pode ser interpretada como uma forma de controlar os canais que publicam conteúdo raso gerado por IA de olho nas métricas de monetização. A partir de 2027, a plataforma vai incentivar quem já mantém uma audiência ativa por mais tempo e pode limitar alguns crescimentos repentinos.
O aplicativo Clima, do Windows 11, se tornou alvo de críticas nas redes sociais pelo elevado consumo de memória RAM. Em caso relatado no X, a ferramenta chegou a ocupar 1 GB de memória para fazer tarefas básicas.
O Clima é um app nativo do Windows, ou seja, vem instalado nas configurações de fábrica do sistema. O software tem informações atualizadas sobre meteorologia, usa dados de localização para trazer dados sobre a cidade atual e pode até mostrar anúncios durante a navegação.
Em teste feito pelo Canaltech, o Clima chegou a consumir mais de 500 MB da memória RAM do computador apenas ao abrir a página inicial. O componente mais pesado recebe o nome de “Processador” e usa o WebView2, elemento do Microsoft Edge para carregar páginas da web dentro de apps.
Por que o app consome tanta memória?
A principal hipótese é a estrutura do aplicativo, de acordo com o site Windows Latest. Por funcionar como um web app, a ferramenta basicamente carrega um site em janela própria e pode consumir recursos do navegador (que normalmente têm impacto maior sobre o consumo de RAM).
Outros utilitários podem ser desenvolvidos para operar de forma nativa do Windows, sem a necessidade de funcionar como uma página da web. Além disso, o nome original do aplicativo é MSN Clima, o que pode explicar a presença de anúncios por ser vinculado ao portal de notícias da Microsoft.
O site Windows Latest ainda comparou o desempenho com o Clima, app nativo de mesmo nome no macOS: o software da Apple consome uma quantidade até cinco vezes menor de memória do que o rival no Windows.
Quem estuda para concurso sabe que o mais difícil nem sempre é aprender o conteúdo. Também é preciso organizar um edital que pode ter dezenas de páginas, encontrar tempo para estudar, revisar o que já foi visto, resolver questões e acompanhar se o rendimento está realmente melhorando. Sem um bom planejamento, é comum perder tempo com tarefas que pouco contribuem para a preparação.
Para se preparar para o concurso, o ChatGPT pode ajudar. A ferramenta consegue montar cronogramas, adaptar explicações ao seu nível de conhecimento, criar materiais de revisão, analisar provas anteriores e acompanhar sua evolução ao longo dos estudos.
No entanto, é importante usar a inteligência artificial com senso crítico. O ChatGPT pode cometer erros, criar informações incorretas ou interpretar de forma equivocada leis, normas, editais, gabaritos e decisões judiciais. Por isso, sempre confirme informações importantes em fontes oficiais e materiais atualizados.
Nesta matéria, os prompts foram organizados em uma sequência para acompanhar o processo de preparação do início ao fim. Eles podem ser usados separadamente, mas tendem a funcionar melhor quando aplicados na ordem apresentada, já que cada etapa fornece o contexto necessário para a próxima.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
Configurar o ChatGPT para estudar para concursos
Montar um plano de preparação
Aprender e revisar os conteúdos
Resolver questões e aprender com os erros
Analisar provas anteriores
Criar simulados progressivos
Reúna estas informações antes de começar
Antes de abrir o ChatGPT, vale separar alguns materiais que serão usados ao longo da preparação. Tenha em mãos:
Edital oficial;
Data prevista da prova.
Nome da banca organizadora;
Lista de disciplinas;
Tempo que você consegue estudar durante a semana;
Provas anteriores do mesmo cargo ou de funções semelhantes.
Quanto mais contexto você fornecer, melhores tendem a ser as respostas. Os comandos vagos normalmente geram planejamentos genéricos. Já informações sobre sua rotina, nível de conhecimento, disponibilidade e objetivo permitem que o ChatGPT adapte as sugestões à sua realidade.
Também pode ser interessante manter a maior parte da preparação na mesma conversa. Assim, a ferramenta preserva parte do contexto e acompanha sua evolução ao longo do tempo. Ainda assim, não dependa apenas do histórico do chat: registre cronogramas, metas e anotações importantes em outro local para evitar perder essas informações.
Antes de pedir resumos, simulados ou cronogramas, o ideal é explicar ao ChatGPT qual concurso você pretende fazer e qual papel espera que ele desempenhe. Esse contexto reduz respostas genéricas e torna as próximas solicitações mais úteis.
1. Transformar o ChatGPT em assistente para concursos
Este primeiro comando funciona como a base de todos os demais. Ele define o papel da ferramenta, estabelece limites para evitar respostas inventadas e orienta o ChatGPT a conhecer sua realidade antes de sugerir qualquer estratégia.
Quanto mais completo for esse contexto inicial, menos informações precisarão ser repetidas nos prompts seguintes.
Prompt:
“Quero que você atue como meu assistente de estudos para o concurso de , organizado pela banca . Sua função será me ajudar a planejar os estudos, compreender conteúdos, revisar matérias, resolver questões e acompanhar meu desempenho. Não invente leis, regras, dados ou respostas. Quando não tiver certeza, informe claramente. Antes de começar, faça as perguntas necessárias para entender meu nível, minha rotina e meu objetivo.”
2. Fazer um diagnóstico inicial do candidato
Depois de apresentar seu contexto, vale pedir que o ChatGPT faça um retrato da sua preparação. A ideia é identificar quais disciplinas você domina melhor, quais são suas principais dificuldades e quais conteúdos merecem mais atenção neste momento.
Responda às perguntas com sinceridade e procure atualizar esse diagnóstico conforme avança nos estudos. Sempre que fizer simulados ou acumular resultados em questões, envie essas informações para que as próximas recomendações reflitam sua evolução.
Prompt:
“Faça um diagnóstico da minha preparação para o concurso de . Pergunte sobre minha experiência com concursos, domínio de cada disciplina, horas disponíveis por dia, dificuldades, materiais utilizados e desempenho em questões. Ao final, apresente meus principais pontos fortes, lacunas e prioridades.”
3. Organizar o conteúdo do edital
O edital reúne todas as regras da seleção, mas nem sempre é fácil localizar rapidamente informações importantes. O ChatGPT pode estruturar esse conteúdo por disciplina e destacar os principais pontos.
O ideal é enviar o edital oficial em PDF e comparar o resultado com o documento original, principalmente datas, critérios de eliminação, pesos e requisitos.
Prompt:
“Vou enviar o edital do concurso de . Analise o documento e organize o conteúdo programático por disciplina, assunto e subassunto. Destaque prazos, etapas, critérios de eliminação, pesos, número de questões e outras informações importantes. Não presuma informações que não estejam no arquivo.”
4. Criar uma matriz de prioridades
Nem todas as disciplinas precisam receber a mesma quantidade de tempo. Este prompt ajuda a identificar quais conteúdos merecem mais atenção ao considerar o peso no edital, a frequência com que costumam aparecer nas provas e o seu nível atual de conhecimento.
Isso não significa deixar algumas matérias de lado. A ideia é distribuir melhor o tempo de estudo para reforçar os assuntos mais importantes, sem deixar de revisar os demais ao longo da preparação.
Prompt:
“Com base no edital, no peso das disciplinas, no número provável de questões e no meu nível atual, crie uma matriz de prioridades. Classifique cada conteúdo como prioridade alta, média ou baixa e explique o motivo da classificação.”
Etapa 2: montar o plano de preparação
Depois de entender o edital e seu perfil, é o momento de organizar a rotina de estudos. Um bom planejamento precisa caber na sua realidade e prever espaço para revisões, simulados, imprevistos e descanso.
5. Criar um cronograma até a prova
Na hora de montar um cronograma, é importante evitar aqueles planejamentos que preenchem todas as horas do dia e são difíceis de cumprir na prática. O ideal é criar uma rotina equilibrada, com espaço para teoria, revisões, resolução de questões, simulados e momentos de descanso.
Também vale revisar esse planejamento toda semana. Conforme você avança nos estudos, ganha mais tempo em alguns conteúdos ou identifica novas dificuldades, o cronograma pode ser ajustado para continuar fazendo sentido.
Prompt:
“Minha prova será em . Tenho horas disponíveis nos dias úteis e horas aos fins de semana. Crie um cronograma até a prova, dividindo teoria, revisão e questões. Considere minhas prioridades e inclua períodos de descanso, recuperação de atrasos e simulados.”
6. Transformar o cronograma em metas semanais
Ter metas claras ajuda a acompanhar sua evolução ao longo da preparação. Mais do que definir quantas horas você vai estudar, é importante estabelecer objetivos que possam ser conferidos no fim da semana, como concluir um conteúdo, revisar um capítulo ou resolver uma quantidade específica de questões.
Assim, fica mais fácil perceber o que foi cumprido, identificar atrasos e reorganizar o planejamento sempre que necessário.
Prompt:
“Converta meu cronograma em metas para os próximos sete dias. Para cada disciplina, indique o conteúdo que devo estudar, o número de questões que devo resolver e quais tópicos devo revisar. Organize as metas de forma realista e mensurável.”
7. Criar uma sessão diária de estudo
Nem sempre o dia acontece como planejado. Quando houver menos tempo disponível ou mudanças na rotina, este comando ajuda a reorganizar o estudo sem abandonar completamente o cronograma. A divisão em blocos também facilita manter o foco durante cada etapa.
Prompt:
“Tenho disponível para estudar hoje. Minhas prioridades são . Monte uma sessão de estudo com blocos de teoria, revisão, questões e correção. Inclua pequenas pausas e indique o objetivo de cada bloco.”
Etapa 3: aprender e revisar os conteúdos
O ChatGPT consegue adaptar explicações ao seu nível de conhecimento e apresentar o mesmo assunto sob diferentes perspectivas. Ainda assim, as respostas não substituem livros, apostilas ou materiais oficiais.
8. Pedir uma explicação progressiva
Se você sente dificuldade para entender determinado assunto, pode pedir que o ChatGPT explique o tema aos poucos. Começar pelos conceitos mais simples e avançar gradualmente costuma facilitar a compreensão antes de chegar aos pontos mais cobrados pela banca.
Depois da explicação, compare as informações com o seu material de estudo. Assim, você confirma os conceitos mais importantes e reduz o risco de aprender algum conteúdo incorreto ou desatualizado.
Prompt:
“Explique em três níveis. Comece com uma visão simples para iniciantes, avance para os conceitos intermediários e termine com os detalhes mais cobrados em concursos. Use exemplos e destaque possíveis pegadinhas da banca .”
9. Estudar com perguntas socráticas
Para quem aprende melhor participando da explicação, este prompt torna o estudo mais interativo. O ChatGPT faz uma pergunta de cada vez, analisa sua resposta e só depois aprofunda o assunto, ajudando você a construir o raciocínio ao longo da conversa.
Esse esforço para recuperar a informação da memória ajuda a fixar o conteúdo e costuma ser mais eficiente do que apenas ler a resposta pronta.
Prompt:
“Atue como um professor e me ensine por meio de perguntas. Faça uma pergunta por vez, analise minha resposta e dê pistas antes de apresentar a explicação completa. Aumente a dificuldade gradualmente.”
10. Criar um resumo para prova
Na hora de pedir um resumo, é importante focar em um assunto específico, pois pedidos muito amplos, como resumir toda uma disciplina, costumam gerar respostas superficiais e mais difíceis de conferir.
Também aproveite para pedir que o ChatGPT destaque regras, exceções e detalhes que costumam causar confusão nas provas. Assim, o material fica mais útil para consultar durante as revisões.
Prompt:
“Produza um resumo de voltado para o concurso de e para a banca . Priorize conceitos, regras, exceções, prazos, fórmulas e diferenças que possam gerar confusão. Ao final, apresente cinco pontos que eu não posso esquecer.”
11. Gerar flashcards
Os flashcards são uma forma de revisar o conteúdo em poucos minutos. Para funcionar bem, eles precisam ter perguntas objetivas e respostas curtas, facilitando a lembrança da informação sem depender de textos longos.
Depois de gerar os cartões, você pode copiá-los para o aplicativo de revisão que já utiliza. Se tiver um material de referência, envie também para que o ChatGPT use apenas informações que possam ser conferidas.
Prompt:
“Crie flashcards sobre . Use perguntas objetivas na frente e respostas curtas no verso. Misture conceitos, exceções, prazos e situações práticas. Não inclua informações que não possam ser confirmadas no material que eu fornecer.”
12. Montar uma revisão espaçada
Depois de estudar um assunto, o ideal é não deixá-lo de lado até a semana da prova. Este prompt ajuda a distribuir as revisões ao longo do tempo para que você volte ao conteúdo antes de esquecê-lo.
O plano pode ser adaptado conforme a data da prova. Se o exame estiver próximo, por exemplo, faz sentido diminuir os intervalos entre uma revisão e outra.
Prompt:
“Estudei hoje. Crie um plano de revisão espaçada para os próximos , indicando o que devo revisar em cada etapa e qual atividade utilizar: releitura, flashcards, questões ou explicação sem consulta.”
Etapa 4: resolver questões e aprender com os erros
Quem estuda para concurso sabe que responder questões é apenas parte do processo. Depois de conferir o gabarito, é necessário dedicar um tempo para entender porque determinado erro aconteceu, quais assuntos ainda geram dúvidas e quais dificuldades aparecem com mais frequência.
Essas informações ajudam a direcionar melhor as próximas revisões e os estudos.
13. Criar questões por nível de dificuldade
Depois de estudar um conteúdo, você pode pedir ao ChatGPT que crie questões ou quizzes para testar o que acabou de aprender. A ideia é começar pelos exercícios mais simples e aumentar a dificuldade aos poucos.
Lembre apenas que questões geradas por inteligência artificial podem conter ambiguidades ou informações incorretas. Use esse material como complemento e continue priorizando provas e bancos de questões oficiais. Depois de responder, peça uma correção comentada para entender o que acertou e o que precisa melhorar.
Prompt:
“Crie 15 questões inéditas sobre , no estilo da banca . Divida-as entre nível básico, intermediário e avançado. Não mostre o gabarito inicialmente. Depois que eu responder, corrija cada questão e explique meus erros.”
14. Criar um caderno de erros
Errar faz parte do processo de aprendizagem, principalmente durante a preparação para concursos. O importante é entender por que aquele erro aconteceu e evitar repeti-lo nas próximas revisões.
Com esse prompt, o ChatGPT organiza as questões que você errou e ajuda a identificar padrões, como dificuldade em determinado assunto, falta de atenção ou confusão entre conceitos parecidos.
Prompt:
“Vou enviar questões que errei. Para cada uma, identifique o assunto, o motivo provável do erro, o conceito que preciso revisar e uma estratégia para não repetir a falha. Organize os resultados em um caderno de erros.”
15. Analisar o desempenho em questões
Acertar 80% das questões pode parecer um ótimo resultado, mas esse número sozinho nem sempre mostra onde estão as maiores dificuldades. Separar os acertos por disciplina ou assunto costuma revelar quais conteúdos ainda precisam de mais atenção.
Sempre que possível, envie esses resultados ao ChatGPT para receber sugestões de como distribuir melhor o tempo de estudo nos dias seguintes.
Prompt:
“Resolvi questões e acertei . Estes foram meus resultados por disciplina: . Analise meu desempenho, identifique as maiores lacunas e sugira como distribuir meus próximos sete dias de estudo.”
Etapa 5: analisar provas anteriores
As provas anteriores são uma das melhores formas de conhecer o estilo da banca. Ao analisar esses exames, fica mais fácil identificar os assuntos que aparecem com frequência, perceber como as questões costumam ser elaboradas e observar mudanças no perfil das cobranças ao longo do tempo.
16. Analisar uma prova anterior enviada pelo candidato
Uma prova anterior pode revelar bastante sobre a forma como a banca costuma cobrar os conteúdos. Ao enviar o arquivo para o ChatGPT, inclua também o gabarito oficial. Assim, a análise fica mais confiável e diminui o risco de interpretações incorretas, principalmente em questões de Direito ou outros temas que mudam com frequência.
Também vale pedir que a ferramenta cite exemplos específicos da prova, indicando o número das questões sempre que identificar algum padrão, pois isso facilita a conferência da análise.
Prompt:
“Vou enviar uma prova anterior para o cargo de . Analise a distribuição das questões por disciplina e assunto, o nível de dificuldade, o tipo de raciocínio exigido e as principais características da banca. Apresente exemplos de padrões encontrados, citando os números das questões.”
17. Comparar diferentes provas da mesma banca
Uma única prova oferece pistas sobre o perfil da banca, mas comparar várias edições costuma trazer uma visão completa. Dessa forma, fica mais fácil perceber quais assuntos aparecem com frequência, como o nível de dificuldade mudou ao longo do tempo e quais características se repetem nos enunciados.
Prompt:
“Vou enviar provas anteriores da banca para cargos semelhantes a . Compare os documentos e identifique assuntos recorrentes, mudanças no nível de dificuldade, formatos de enunciado e padrões de cobrança. Separe conclusões confirmadas de hipóteses.”
18. Criar um mapa de incidência
Depois de analisar o edital e as provas anteriores, você pode pedir ao ChatGPT que organize os assuntos de acordo com a frequência com que aparecem. Esse levantamento ajuda a identificar conteúdos que costumam receber mais atenção da banca e pode orientar melhor a distribuição do tempo de estudo.
Ainda assim, use esse resultado como um guia, e não como uma previsão. Todo conteúdo previsto no edital continua tendo chance de aparecer na prova, mesmo que tenha sido pouco cobrado nas edições anteriores.
Prompt:
“Com base nas provas enviadas e no edital atual, crie um mapa de incidência dos conteúdos. Indique quais assuntos apareceram mais vezes, quais são relevantes no edital atual e quais merecem maior atenção. Não descarte conteúdos apenas porque não apareceram nas provas analisadas.”
Etapa 6: criar simulados progressivos
Os simulados ajudam a medir sua evolução e mostram como você reage diante de uma prova parecida com a do concurso. Em vez de deixar esse tipo de treino apenas para a reta final, vale incluí-lo em diferentes momentos da preparação e aumentar o nível de dificuldade aos poucos.
19. Criar três simulados para diferentes fases
Uma boa estratégia é pedir simulados com objetivos diferentes. O primeiro pode avaliar os conhecimentos básicos, o segundo misturar mais conteúdos e aumentar o nível de dificuldade, e o terceiro pode reproduzir uma situação mais próxima da prova.
Ao comparar os resultados de cada etapa, fica mais fácil perceber sua evolução e identificar quais assuntos ainda merecem atenção antes do concurso.
Prompt:
“Com base no edital e nas provas anteriores enviadas, crie três simulados para o concurso de . O primeiro deve avaliar fundamentos, o segundo deve misturar conteúdos e elevar a dificuldade, e o terceiro deve reproduzir o nível mais exigente da banca. Mantenha a proporção de questões por disciplina. Não mostre os gabaritos antes que eu termine cada prova.”
20. Criar a prova final com expectativas de cobrança
Na reta final, o ChatGPT pode reunir o edital, as provas anteriores e seu histórico de desempenho para montar um simulado mais próximo do perfil esperado para o concurso. A proposta não é prever quais questões serão cobradas, e sim reproduzir o estilo da banca com base nas informações disponíveis.
Para aproveitar melhor esse exercício, faça a prova nas mesmas condições do concurso: controle o tempo, evite consultas, limite as pausas e, se fizer sentido para o seu exame, preencha um cartão-resposta.
Prompt:
“Use o edital atual, as provas anteriores e meu histórico de desempenho para elaborar um simulado final completo para o concurso de . Reproduza a quantidade de questões, o tempo de prova, a distribuição das disciplinas e o estilo da banca . Priorize assuntos com maior probabilidade de cobrança, mas inclua também conteúdos menos recorrentes. Depois que eu responder, apresente o gabarito comentado, classifique meus erros e indique os últimos ajustes antes da prova.”
O ChatGPT dificilmente fará diferença se for usado apenas para responder a dúvidas isoladas. Quando os prompts são aplicados em sequência, a ferramenta consegue acompanhar diferentes etapas da preparação, desde a organização do edital e do cronograma até as revisões, simulados e análise dos resultados.
Ainda assim, a inteligência artificial deve funcionar como apoio, e não como única fonte de estudo. Sempre confira informações importantes no edital oficial, na legislação atualizada, em provas anteriores, nos gabaritos publicados pela banca e em materiais produzidos por professores e instituições confiáveis.
O Canva lançou o Canva Code 2.0 nesta terça-feira (14), plataforma de vibe coding para criar sites interativos rapidamente. A novidade combina o uso de IA para criar uma página mesmo sem saber programação e usa o editor da empresa para finalizar a parte visual.
Vibe coding é o nome dado ao processo de criar apps e sites com inteligência artificial apenas pelas conversas com a IA, sem a necessidade de conhecimento prévio da área de desenvolvimento.
É possível iniciar um projeto a partir de um simples prompt de texto, código HTML já existente ou de um catálogo de templates personalizáveis do app. O objetivo é tornar a criação simples e intuitiva, além de liberar a colaboração com outras pessoas em tempo real.
Após montar a “base” do site, o Canva oferece as ferramentas já conhecidas de edição para mudar cores, fontes e reposicionar elementos. Esse, provavelmente, é o diferencial da ferramenta, visto que o mercado está repleto de ferramentas de vibe coding, mas que não são integradas a plataformas de edição.
Os sites são adaptados automaticamente para telas de computadores de celulares. Na hora de publicar, o app permite usar um domínio personalizado do Canva, escolher um domínio gratuito ou compartilhar os arquivos com outras pessoas da mesma empresa.
Quem pode usar a novidade?
O Canva Code 2.0 está disponível para todos os usuários da plataforma. Assinantes do serviço pago Canva Pro contam com maiores limites de uso do chatbot de IA, que também pode ser usado para gerar imagens, apresentações, vídeos e outros documentos.
Reuniões online já fazem parte da rotina de quem trabalha em home office, estuda à distância, atende clientes, participa de entrevistas ou simplesmente precisa se comunicar melhor no dia a dia. O problema é que, muitas vezes, essa experiência depende de um conjunto improvisado de webcam externa, fone de ouvido, microfone separado, cabos espalhados pela mesa e uma tela que nem sempre entrega conforto.
É justamente aí que entra o Dell C2423H, um monitor para videoconferência de 24 polegadas pensado para organizar a estação de trabalho e melhorar a qualidade das chamadas em uma solução única. Mais do que um simples monitor com câmera, ele combina webcam integrada, sistema de áudio, microfones, tela Full HD, ergonomia e conectividade para transformar a mesa em um ambiente mais limpo, funcional e preparado para produtividade.
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Webcam integrada e mesa mais organizada
A primeira grande vantagem do Dell de 24” para Videoconferência está na webcam Full HD integrada. Em vez de depender de acessórios externos presos na borda da tela ou apoiados de qualquer jeito sobre a mesa, o monitor já traz a câmera embutida ao próprio corpo do equipamento.
Isso ajuda em dois pontos essenciais: qualidade e organização. Quem participa de reuniões online com frequência sabe como pequenos detalhes fazem diferença, seja no enquadramento mais natural, na imagem mais nítida ou na praticidade de iniciar uma chamada sem precisar conectar periféricos extras.
Outro detalhe importante é o mecanismo retrátil da câmera. Quando não está em uso, a webcam pode ser recolhida, reforçando a privacidade do usuário e deixando o visual do setup mais discreto. É uma solução simples, mas muito bem pensada para quem passa o dia alternando entre chamadas, documentos, planilhas e apresentações.
Webcam integrada dispensa o uso de cabos e ajuda a manter a mesa de trabalho sempre organizada (Imagem: Reprodução/Dell)
Áudio e microfones pensados para chamadas
Imagem boa é importante, mas reunião online só funciona de verdade quando todo mundo consegue ouvir e ser ouvido com clareza. Por isso, o Dell C2423H também aposta em um sistema de áudio integrado otimizado para chamadas, evitando que o usuário dependa sempre de caixas de som, fones ou microfones externos.
Os microfones integrados foram pensados para captar a voz de forma eficiente, ajudando em conversas de trabalho, aulas, apresentações e alinhamentos rápidos com a equipe. O resultado é uma experiência mais natural: você senta à frente do monitor, abre a chamada e participa da reunião sem transformar a mesa em um emaranhado de acessórios.
Esse é um ponto útil principalmente para quem divide o computador entre trabalho e uso pessoal. De manhã, o monitor pode ser a central das reuniões com a empresa; à tarde, serve para estudar, resolver pendências e conversar com familiares; à noite, continua sendo uma tela confortável para navegar, assistir vídeos ou organizar tarefas.
Tela de 24 polegadas para produtividade e conforto visual
O Dell C2423H traz tela de 24 polegadas com resolução Full HD, uma combinação bastante equilibrada para quem quer boa área útil sem ocupar espaço demais na mesa. É tamanho suficiente para trabalhar com documentos lado a lado, acompanhar apresentações, responder mensagens e manter a videochamada em destaque.
No home office, isso faz diferença. Uma tela maior e mais confortável ajuda a reduzir a sensação de aperto comum em notebooks, principalmente em jornadas longas. Para quem trabalha com planilhas, sistemas corporativos, e-mails ou ferramentas de colaboração, ter um monitor dedicado melhora a organização da rotina e torna o fluxo de trabalho mais eficiente.
Tela de 24 polegadas do Dell C2423H é perfeito para quem trabalha home office e faz muitas reuniões (Imagem: Reprodução/Dell)
Além disso, o foco em conforto visual reforça a proposta do produto: o Dell de 24” para Videoconferência não foi pensado apenas para “mostrar imagem”, mas para ser usado por várias horas, em diferentes tarefas, sem abrir mão da experiência do usuário.
Ergonomia para trabalhar melhor
Outro ponto que aproxima o Dell C2423H de uma solução profissional é o design ergonômico. O monitor permite ajustes de altura, inclinação e rotação, ajudando o usuário a encontrar uma posição mais confortável para trabalhar, estudar ou participar de chamadas.
Isso é mais importante do que parece. Em uma reunião longa, a altura errada da tela pode forçar o pescoço; em uma rotina cheia de tarefas, a inclinação inadequada pode incomodar a visão; em uma apresentação, o enquadramento da câmera também se beneficia quando o monitor está na posição correta.
Com esses ajustes, o Dell C2423H se adapta ao usuário — e não o contrário. É o tipo de detalhe que melhora a postura, deixa a estação de trabalho mais agradável e reforça a sensação de produto bem construído.
Dell C2423H se adapta à sua necessidade, com ajustes de altura, inclinação e rotação (Imagem: Reprodução/Dell)
Hub de conectividade e solução all-in-one
O Dell de 24” para Videoconferência também funciona como um hub de conectividade integrado, ajudando a concentrar conexões importantes no próprio monitor. Para quem usa notebook no home office, essa proposta é bastante prática: menos cabos espalhados, mais periféricos acessíveis e uma mesa com aparência mais profissional.
Essa integração é o que transforma o produto em uma solução “all-in-one” para reuniões virtuais. Em um único equipamento, o usuário tem tela, webcam integrada, áudio, microfones, ergonomia e conectividade. Isso reduz a dependência de acessórios externos e simplifica a montagem de uma estação de trabalho eficiente.
A Dell é reconhecida globalmente por desenvolver soluções corporativas com foco em confiabilidade, durabilidade, inovação e experiência do usuário. Esse posicionamento aparece claramente no Dell de 24” para Videoconferência: em vez de apostar apenas em especificações isoladas, o monitor entrega um conjunto pensado para resolver problemas reais de produtividade.
Com webcam Full HD retrátil, áudio integrado, microfones eficientes, tela de 24 polegadas Full HD, design ergonômico e hub de conectividade, o monitor para videoconferência da Dell entrega exatamente o que o usuário moderno precisa: menos improviso e mais produtividade em cada reunião online.
Poucos jogos conseguem transformar uma música de cidade, um Poring saltitante ou a disputa por uma carta rara em memória afetiva. Ragnarök Online faz isso desde os anos 2000 e ainda reúne aventureiros que aprenderam, muitas vezes na raça, a chegar de Prontera a Payon.
Em 2026, porém, a viagem não depende apenas de nostalgia. O MMORPG da Gravity ganhou uma atualização de peso no servidor oficial LATAM, com novas evoluções, sistemas de progressão e desafios.
Pensando nisso, hoje listamos cinco motivos para vestir novamente o chapéu de aventureiro, ou criar seu primeiro personagem para jogar Ragnarök Online.
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Ragnarök Online LATAM oferece acesso gratuito no PC e reúne jogadores da América Latina em um serviço oficial publicado pela Gravity Interactive. O cliente e os conteúdos estão disponíveis em português brasileiro, espanhol e inglês, reduzindo uma das principais barreiras para quem nunca conheceu Rune-Midgard.
Para os veteranos brasileiros, isso significa revisitar cidades, monstros e sistemas familiares em uma estrutura voltada à região. Para os novatos, basta criar a conta e baixar o jogo: não é necessário comprar nada nem desembolsar nada com assinatura mensal para começar.
2. Classes 4 renovam a evolução dos personagens
A principal novidade de 2026 é a chegada das Classes 4, quarta etapa de evolução para 13 progressões não expandidas. Personagens elegíveis das Classes 3 podem avançar para profissões como Cavaleiro Dragão, Guarda Imperial, Arquimago, Mestre Elemental, Meister, Biolo, Cardeal e Inquisidor, cada qual com habilidades próprias.
A atualização também eleva o nível máximo para 250/50 e adiciona seis novos Talentos, usados para fortalecer características ligadas ao dano físico ou mágico. Já os Pontos de Atividade, ou AP, alimentam habilidades poderosas e exigem gerenciamento nas batalhas. Ou seja: não é apenas trocar o sprite e continuar tudo igual.
Novas Classes 4 trazem 13 progressões não expandidas (Imagem: Reprodução/Gravity)
3. Novos lugares para sofrer e farmar no endgame
Quem guarda lembranças de passar horas atrás de equipamento sabe que Ragnarök sempre misturou risco, repetição e a esperança de um drop perfeito. A atualização abre cinco novas áreas de calabouço distribuídas entre Rudus, Laboratório Amicitia e Nifflheim, com requisitos que chegam ao nível 240.
Esses mapas trazem monstros fortes, missões diárias e recompensas como equipamentos, consumíveis, visuais e materiais de progressão. Armas de nível 5, equipamentos de nível 2 e um sistema de classificação dos itens ampliam as possibilidades para quem gosta de perseguir a build ideal.
Nifflheim conta com novas áreas de calabouço com requisitos que chegam ao nível 240 (Imagem: Reprodução/Gravity)
4. Incentivos para começar ou voltar agora
O aniversário de um ano do servidor LATAM veio acompanhado de ações para diminuir a distância entre iniciantes e aventureiros estabelecidos. O Evento de Arrancada permite usar um Ticket de Classe do Aniversário para transformar um Aprendiz em uma Classe Transcendental e colocá-lo no nível base 99, além de conceder uma caixa de apoio.
A programação comemorativa, prevista até 6 de julho de 2026, também inclui recompensas para quem retorna, reinicialização gratuita de atributos e habilidades, bônus de experiência e drop de itens por login diário. É uma janela conveniente para reencontrar aquela conta esquecida — ou evitar uma escalada solitária desde o nível 1.
5. Essência social como parte da aventura
Ragnarök não virou clássico apenas por causa dos números de dano. Grupos para enfrentar MVPs, clãs, cercos, comércio entre jogadores e mais de 50 classes ajudam a transformar cada personagem em uma função na comunidade. Muitas das melhores histórias começam com alguém pedindo ajuda e terminam em amizade, rivalidade ou uma madrugada de farm.
O servidor LATAM mantém fórum, Discord e canais oficiais, além de criadores que publicam guias e análises sobre as Classes 4. Isso facilita a vida de quem precisa reaprender sistemas antigos, entender novas builds ou encontrar companhia para os desafios mais difíceis.
Uma das mais tradicionais características de Ragnarök Online continuam presentes em 2026: seu fator social (Imagem: Reprodução/Gravity)
Ragnarök Online chega a 2026 preservando o visual, a trilha sonora e o senso de descoberta que marcaram toda uma geração, mas com razões concretas para olhar adiante. O servidor oficial LATAM, as Classes 4 e os novos conteúdos tornam este um momento convidativo para descobrir porque Rune-Midgard segue habitada depois de tantos anos.
Dados, IA e automação omnichannel. Foi com essa combinação que a E-goi ajudou o grupo francês Intermarché a crescer 7% nas vendas e identificar 280% mais clientes dentro das próprias lojas físicas.
O e-commerce transformou cada clique em dado. No varejo físico, porém, consumidores entram e saem das lojas sem que as marcas consigam identificar comportamentos ou transformar essas visitas em inteligência acionável.
O contexto mudou nos últimos anos. Com o aumento dos custos de aquisição de clientes e a fragmentação dos canais, os dados próprios (first-party data) se tornaram um dos ativos mais valiosos para o varejo que busca crescer de forma sustentável.
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Do físico ao digital
Com a E-goi, o Intermarché, grupo com mais de 2.500 supermercados no mundo, conectou informações do Cartão Intermarché, do Wi-Fi das lojas e dos canais digitais numa visão única de cada cliente.
Em mais de 255 lojas, os dados passaram a alimentar modelos de IA para personalizar campanhas e recomendar ofertas.
A operação resultou em 7% de crescimento nas vendas das categorias impactadas e 280% mais cadastros, ampliando a capacidade da rede de desenvolver relacionamentos mais relevantes com seus consumidores.
"O grande desafio do varejo moderno não é gerar mais tráfego. É transformar cada interação física e digital em conhecimento útil para o negócio", afirma o Head of Global Sales da E-goi, Ernesto Ferreira.
Para estimar o impacto de estratégias de fidelização e personalização, a E-goi disponibiliza uma calculadora gratuita. Confira: e-goi.com.
Em um momento de transformação acelerada para o varejo, a Eletrolar Show All Connected 2026 se consolida como o ponto de convergência, onde as tendências deixam de ser apenas discurso e se transformam em decisões reais de negócios.
O evento, que acontece entre os dias 22 e 25 de junho no Distrito Anhembi, em São Paulo, é considerado parada obrigatória para quem decide o rumo do mercado no Brasil.
Mais do que uma vitrine de lançamentos, a feira é o maior encontro multissetorial de bens de consumo da América Latina, integrando tecnologia, mobilidade, robótica e lifestyle em uma única plataforma.
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Mais de 1,5 mil expositores de toda a América Latina compareceram à edição 2025 da Eletrolar Show (Imagem: Thiago Henrique/Eletrolar)
Negócios em escala e expansão regional
O impacto econômico da Eletrolar Show é mensurável: em 2025, o evento reuniu mais de 1.500 expositores e gerou um volume superior a R$ 2 bilhões em negócios.
Para 2026, a expectativa é ainda maior, com uma estrutura de cerca de 100 mil m² projetada para facilitar a conexão entre os principais players do setor.
A feira também atua como um hub estratégico que conecta o Brasil ao resto do continente, integrando mercados que representam a maior parte do PIB da América Latina através da plataforma regional do Grupo Eletrolar.
Experiência prática e tecnologia aplicada
O diferencial da feira está na possibilidade de testar soluções em funcionamento. Diversos espaços foram desenhados para mostrar a tecnologia na prática:
Casa All Connected: demonstra como a tecnologia se integra de forma nativa ao dia a dia doméstico.
Future Mobility: foca na mobilidade elétrica, apresentando veículos e infraestrutura de carregamento.
Interior Lifestyle South America: uma área dedicada a conectar design e comportamento de consumo ao futuro do morar.
AirCon e Global Supplier: espaços que reforçam setores estratégicos e a presença de fornecedores internacionais.
Todas as grandes marcas do segmento de eletro estarão na feira em 2026 (Imagem: Fredy Uehara/Eletrolar)
Conteúdo estratégico e tomada de decisão
Além da área de exposição, a Arena Eletrolar será o palco de debates essenciais para o segundo semestre. Especialistas discutirão temas como cenário econômico, estratégias digitais e o uso de Inteligência Artificial no varejo, traduzindo dados complexos em direcionamentos práticos para o visitante.
Por que visitar a Eletrolar Show 2026?
Para profissionais da indústria e distribuição, a visita se tornou estratégica para:
Identificar tendências antes que elas cheguem ao consumidor final;
Negociar diretamente com fabricantes e descobrir novos parceiros;
Atualizar estratégias comerciais com base em dados reais de mercado.