Graças à versatilidade do iPhone Duo, a Apple trouxe alguns recursos novos pensados exclusivamente para esse modelo de smartphone. Um deles é a Captura Inteligente (Smart Take), disponível no aplicativo nativo Câmera (Camera).
Quando ativado, o iPhone tira uma foto ao detectar uma pose ou quando você ficar imóvel, permitindo que você apareça em uma foto em grupo. Segundo a Apple, o iPhone Duo pode tirar até 20 fotos em alguns minutos.
Veja como utilizar essa função! 📸
Com o app Câmera aberto, coloque o iPhone Duo em uma mesa ou um tripé. Ou segure-o firme.
O botão de Captura Inteligente aparecerá na tela do iPhone, próximo ao obturador. Se não estiver visível, toque no ícone de grade e marque “Captura Inteligente”.
Divulgação/Apple
Toque no ícone do recurso, entre no enquadramento e faça uma pose ou fique imóvel. Assim, o flash piscará indicando que uma foto foi tirada.
Para impedir que as fotos sejam tiradas uma atrás da outra, toque no botão do recurso.
Para tirar mais fotos, toque novamente nele.
iPhone Duo
Cores: branco-estrela ou céu noturno Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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Há algum tempo, donos de iPhones podem utilizar o modo Em Espera (StandBy). A premissa é que você pode desfrutar de várias funções do telefone (como a data, a hora, os seus compromissos e as suas fotos) enquanto o smartphone estiver na horizontal, sendo recarregado.
Com a chegada do iPhone Duo, a Apple deu uma repaginada na função, tornando-a mais personalizada e útil — já que não é preciso que o dobrável esteja sendo recarregado para entrar nesse modo.
Veja como usá-lo no Duo! 📱
Como ativar e entrar no modo Em Espera no iPhone Duo
Antes de mais nada, abra os Ajustes (Settings).
Toque em “Em Espera” e habilite-o.
Para entrar no modo Em Espera, abra o iPhone Duo em forma de um livro e apoie-o em uma superfície. Ou então, coloque-o no modo tenda (com ele aberto da mesma maneira, mas deitado).
Divulgação/Apple
Deslize o dedo a partir da esquerda ou da direita para alternar entre mostradores/widgets do Em Espera.
Como personalizar o modo Em Espera no iPhone Duo
Ainda que o modo funcione sem que o iPhone Duo esteja sendo recarregado, você pode alterar essa e outras opções em Ajustes » Em Espera.
Você pode adicionar mostradores no modo Em Espera e personalizá-los, alterando o estilo, a cor, os algarismos, o conteúdo, a posição ou os widgets.
Desbloqueie o iPhone Duo.
Coloque-o nesse modo.
Mantenha um mostrador pressionado e toque em “+”.
Para fazer alterações no mostrador existente, passe o dedo até chegar ao mostrador que você quer alterar e selecione “Personalizar”.
Faça as modificações desejadas e toque no botão azul para confirmar.
Para apagar um mostrador, mantenha-o pressionado e deslize o dedo para cima para selecionar o botão de lixeira.
iPhone Duo
Cores: branco-estrela ou céu noturno Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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A atualização da One UI 9, da Samsung, coloca uma barra de pesquisa do Google ou do Samsung Finder fixa na tela inicial do celular. É uma das principais mudanças visuais da interface, mas existe um caminho rápido para remover o componente.
A barra de pesquisa pode causar estranheza por ocupar espaço considerável e ser mantida entre todas as páginas da tela inicial, acima da lista de apps. Caso o ajuste visual não seja um problema, o widget é uma alternativa para pesquisar ou encontrar aplicativos rapidamente no celular.
Como remover a barra de pesquisa na tela inicial da One UI 9.
Siga estes passos
Faça um movimento de pinça na tela inicial para abrir um menu;
Selecione “Configurações”;
Toque em “Exibir pesquisa na Tela Inicial”;
Desabilite as duas opções.
Além de usar a busca do Google, é possível trocar a barra de pesquisa pelo Finder da Samsung para localizar apps.
Quais são as outras novidades da One UI 9?
A atualização, que traz o Android 17 para os celulares da Samsung, permite editar todo o painel rápido de configurações e otimizar papéis de parede de acordo com o relógio da tela de bloqueio na parte visual.
Com relação a novos recursos, a One UI inclui o My FanCam, para focar a gravação de vídeo num único elemento, e o Now Nudge, com recomendações rápidas de ações com base no contexto da tela.
Em 2025, Clair Obscur: Expedition 33 quebrou todos os recordes de indicações no The Game Awards. O jogo da Sandfall Interactive teve 12 chances de levar o troféu para casa, das quais ele conquistou nove estatuetas — inclusive a de Jogo do Ano.
Em 2026, temos um verdadeiro colosso a caminho. GTA 6 está prestes a chegar pela Rockstar Games e promete bater todos os recordes já registrados por jogos eletrônicos e pelo entretenimento na história. Não dizemos por demagogia, esse é o real objetivo do estúdio e da Take-Two Interactive.
Se antes a dúvida era se o título concorreria ao TGA 2026, agora a questão é quais são as categorias pelas quais ele concorrerá. É evidente que GTA 6 estará entre os seis que disputarão o GOTY, mas em quais outras ele poderia estar presente?
Baseado no que foi visto no The Game Awards 2025, vamos entender se há chance de GTA 6 quebrar o recorde do RPG independente ou se ele estará um patamar abaixo na maior premiação de toda a indústria dos videogames.
Em quais categorias GTA 6 concorrerá ao The Game Awards?
É importante notar que, mesmo antes de Grand Theft Auto VI chegar, já é possível imaginar que ele terá espaço nos seguintes critérios para disputar espaço:
Melhor Jogo do Ano
Melhor Direção de Jogo
Melhor Narrativa
Melhor Direção de Arte
Melhor Trilha Sonora e Música
Melhor Design de Som
Melhor Performance
Melhor Inovação em Acessibilidade
Melhor Jogo de Ação/Aventura
O game da Rockstar tem um vasto potencial de concorrer nessas 9 categorias, a depender do seu desempenho e críticas durante o lançamento em novembro. Na prática, ainda que ganhe troféus em todas elas, estará no mesmo patamar de Clair Obscur: Expedition 33.
Como assim Clair Obscur teve mais oportunidades?
Vale notar que Clair Obscur: Expedition 33 ganhou espaço em categorias nas quais GTA 6 não poderia concorrer — nem se a Rockstar se esforçasse muito. São elas: Melhor Jogo Independente e Melhor Estreia de Jogo Independente.
Sua entrada nelas continua questionável até os dias atuais, já que ele contou com o amplo financiamento da Kepler Interactive durante o desenvolvimento. Contudo, a organização do TGA manteve o título nessas posições, mesmo diante da controvérsia.
Essa “colher de chá” o Grand Theft Auto VI não receberá. A Rockstar Games está entre os maiores estúdios do planeta e todos os seus games recebem aclamação global (mesmo aqueles esnobados no TGA, “2018 nunca será esquecido”).
Isso significa que Clair Obscur: Expedition 33 conseguiu disparar mais longe por ter sido uma completa surpresa ao público. Ninguém esperava um “grande game” ali, com resultados que superaram até as melhores expectativas da desenvolvedora.
A campanha de GTA 6 pode trazer surpresas que ultrapassem a barreira do que já está estabelecido na franquia e dentro destas categorias. Se os rumores sobre Jason ter neurodivergência se concretizarem e o tema for abordado de forma devida, quem sabe não entre também em Melhor Jogo que Impacta?
Porém, exceto se uma nova divisão surgir ou algo do gênero, não há oportunidade para a experiência furar a bolha no TGA 2026. Ainda nas que apresentamos, há chances de não ser um dos indicados por quaisquer razões existentes — de seu desempenho a respeito por acessibilidade, há um abismo até a premiação.
Ainda que leve as nove estatuetas para o estúdio, caso concorra a todas elas, o game ainda empatará com Clair Obscur: Expedition 33. A única solução é abrir caminho em categorias nas quais não costuma estar presente, mas dependerá muito do trabalho da Rockstar e da Take-Two Interactive nestas frentes.
Uma coisa é certa: GTA 6 venderá milhões de unidades, arrecadará mais dinheiro do que qualquer outra obra lançada em diversas mídias e chamará atenção o suficiente para atropelar o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time — o jogo mais bem avaliado de todos os tempos.
Esse é o peso que o projeto tem, independentemente dos prêmios que receberá e aclamação. Vale notar que mesmo ações anticonsumidor e polêmicasnão fizeram cócegas na reputação que Grand Theft Auto carrega. Ele vai varrer tudo e mais um pouco do que tiver em seu caminho.
Com o encerramento do anime de Bleach em breve, é difícil não carregar uma certa nostalgia pela obra. Afinal de contas, já se passaram mais de 20 anos desde a exibição do primeiro episódio e, de lá para cá, foram muitos combates e cenas intensas.
Ainda que cada fã tenha um conjunto particular de trechos que impactaram, alguns são inegavelmente os maiores de toda a história. São diversos arcos que construíram uma narrativa sólida, cheia de diálogos relevantes e batalhas absurdas.
É possível fazer um ranking de cada saga, do início da animação à Thousand-Year Blood War — com passagem pela Soul Society, Hueco Mundo e pela grande guerra entre Aizen e os ceifadores da morte. Há dezenas de situações que se tornaram icônicas.
Ainda assim, nós do Canaltech listamos os 10 momentos mais importantes de Bleach. Seja por batalhas insanas ou que definiram todo o anime, eles mudaram a forma como muitos fãs enxergam sua narrativa.
10. Yamamoto vs. Aizen
Na guerra contra Aizen e seus Arrankars na cidade de Karakura, o vilão venceu cada oponente e só restava um adversário: Genryusai Shigekuni Yamamoto, o comandante dos 13 esquadrões e líder dos ceifadores por mil anos.
Após ter seus poderes absorvidos por Wonderweiss, ele faz questão de remover a parte de cima do seu roupão, exibir os músculos e cicatrizes e dizer para Aizen: “faz mil anos que não nasce um ceifador mais forte do que eu” antes de sair no soco com o antagonista. O cenário evidencia que com ou sem poder, a classe é muito bem liderada e nem apagar sua técnica iria pará-lo.
9. O Adeus
O fim do embate com Aizen foi emblemático por muitas razões, mas o desfecho corta o sentimento até no coração mais revestido de pedra. Ichigo usou a habilidade de Mugetsu para deter a ameaça, mas ela tem um custo alto demais — a perda dos poderes.
Em Bleach, isso significa que ele não conseguirá mais enxergar fantasmas a partir deste ponto, quem dirá combatê-los. Porém, ele mostra um semblante triste ao notar que não conseguirá mais se comunicar com Rukia e a despedida dos dois revela um fim melancólico que ninguém estava pronto para ver.
8. A Reversão do Pêndulo
No auge da batalha contra o líder dos Arrankar, a história para e volta no tempo. 100 anos no passado, para sermos mais exatos. Neste instante começa o arco que apresenta o que aconteceu com os Vizards, assim como Kisuke Urahara foi banido da Soul Society.
Toda a sequência prepara o público para uma grande retomada, assim como explica como iniciaram os testes com Hollows em ceifadores e a conexão que existe entre os personagens no passado. É o “flashback definitivo” de Bleach e um dos mais importantes da obra.
7. O fim da Guerra Sangrenta dos Mil Anos
Diferentemente do mangá, o autor da história decidiu seguir outra abordagem para determinar o fim da batalha contra Yhwach. O vilão invadiu o mundo humano, Soul Society e Hueco Mundo para afundar os três planos de existência nas trevas e enfrentou resistência em cada um deles.
Assistir aos ceifadores, Arrankars, humanos e os heróis unidos contra o mesmo inimigo e encontrarem soluções próprias para impedi-lo enriqueceu tanto o enredo que se tornou uma das maiores batalhas de toda a história. Ali também mostram que Ichigo é decisivo, mas não encarou a salvação do universo sozinho.
6. Ichigo vs. Ulquiorra
Por falar no protagonista, seu embate contra Ulquiorra causa choque em muitos fãs até os dias atuais. Sem forças para derrotar o Arrankar, ele tem seu peito atravessado e “morre” diante do grande vilão. Contudo, a morte nunca é o fim em Bleach, não é?
O “Shirozaki” assume o corpo do ceifador e vemos pela primeira vez a sua máscara completa — com os chifres e uma total falta de controle. Nesta forma, ele não apenas vence o vilão, como se torna um risco até para os seus aliados (o braço de Uryu Ishida que o diga).
5. A partida de Orihime
Após a invasão dos Arrankars, Orihime escolhe seguir com os vilões para evitar um derramamento de sangue maior. Seus poderes de reverter eventos é o objetivo de Aizen e ela o oferece de mão beijada — antes que Ichigo e os demais se machuquem contra as ameaças.
Nesse momento já acompanhamos o quanto a heroína está disposta a se sacrificar pelo bem comum, ainda que isso resulte na separação com o seu amado. É inquestionável que sua declaração sobre viver múltiplas vidas e escolher o amor fez muito marmanjo lacrimejar.
4. A Chuva
Durante o arco de Thousand-Year Blood War, Ichigo teve sua espada destruída e precisa recuperá-la. Contudo, isso não é possível enquanto ele continua sem saber qual foi a sua origem e o seu propósito real dentro de toda a guerra contra os Quincies e Yhwach.
Ao voltar para casa, seu pai conta sobre o passado e como encontrou a mãe — uma história agridoce, mas cheia de explicações que definem os principais elementos que compuseram o roteiro desde o início do anime. Da máscara Hollow ao fato de ter vários poderes em um corpo só, tudo é esclarecido e nós (e ele) podemos seguir em frente.
3. A Lâmina e Eu
Antes da saga da Soul Society, Ichigo perde os poderes e busca em Urahara uma solução para resgatar Rukia. O treinamento é intenso, mas ele é guiado por Zangetsu por todo o trajeto — o que inicia uma relação de parceria e dilemas que os dois encaram juntos em toda a trama de Bleach.
Desde o discurso sobre a chuva ao apoio incondicional que a lâmina oferece, o primeiro contato dos dois é emblemático e desenrola momentos que impactam até a batalha final da obra. O momento em que Ichigo desperta a Zanpakutou é mais do que importante, é vital para todos os eventos do anime.
2. O resgate à Rukia
Rukia já está pendurada para ser executada. Uma ave gigante surge para eliminar a alma da ceifadora de uma vez por todas. De repente, sua investida é parada por Ichigo Kurosaki — que está pronto para salvá-la, mesmo com diversos capitães e tenentes no local.
Tudo a partir disso se tornou emblemático, da reação do comandante dos 13 esquadrões ao apoio de Kyoraku e Ukitake, assim como a intervenção de Byakuya ao plano dos heróis. A batalha mostra a Bankai do protagonista, o início da ameaça da máscara Hollow e termina com revelações bombásticas sobre o verdadeiro vilão que manipulou todos.
1. A Morte e o Morango
Pode ser debatido o que realmente é o momento mais importante de Bleach, mas ele é reservado para o primeiro encontro entre Ichigo e Rukia. Ao ter sua família atacada por um Hollow, ele busca poder para salvá-los e ela cede sua posição para ele assumir e concluir seu objetivo.
Todo o evento foi tão bem construído que marcou uma geração inteira. Os diálogos divertidos, os desenhos feios da ceifadora, o fato do herói possuir poderes mesmo antes de ser atingido pela espada e demonstrar uma aptidão natural ao trabalho fez muita gente se apaixonar pela obra ainda no primeiro episódio.
Bleach chegará ao fim?
Vale lembrar que, por mais que o anime seja repleto de momentos marcantes, talvez eles não sejam todos que você viu da trama. Rumores já apontam para adaptação de “No Breathes from Hell” e uma sequência oficial para a história — o que pode trazer ainda mais momentos marcantes.
Em 2006, X-Men: O Confronto Final fechava a trilogia dos mutantes com “chave de ouro”. O surgimento da Fênix Negra (interpretada por Famke Janssen) e a cura para o Gene X movimentaram os Filhos do Átomo para uma batalha como nenhuma outra vista nos filmes da 20th Century Fox.
Ele não fechava apenas um arco iniciado em 2000, mas também a história idealizada para revitalizar os super-heróis da Marvel para uma nova geração. Mais do que isso, iniciou uma série de adaptações que, ao longo dos anos, deram vida ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
Era o fim de uma era, da forma mais literal que você possa imaginar. O estúdio ainda tentou manter a chama viva por meio do Wolverine (interpretado por Hugh Jackman), com filmes solos que estendiam a trama de seu universo e mostravam o que veio antes e depois dos três filmes clássicos.
Porém, em 2011, veio o grande choque aos fãs: a 20th Century Fox “matou” os mutantes originais e os reapresentou com um novo elenco em X-Men: Primeira Classe. Era uma prequel? Um soft reboot? Nem eles sabiam explicar, mas o longa estreou e não contava com (quase) nenhum ator dos originais.
Abro parênteses por causa de Hugh Jackman — que foi o único mantido no seu papel como o carcaju. Era consenso entre os fãs e a gravadora que o astro se tornou um ícone neste papel e substitui-lo causaria revolta. Porém, todos os demais foram cortados sem dó nem piedade.
Se esta fosse a única “morte” que os personagens e atores viram, seria o suficiente. Contudo, eles reaparecem e são aniquilados repetidas vezes pela Disney e levantam a questão: por qual razão mostram o fim desse universo constantemente e qual o objetivo disso?
Em Vingadores: Doutor Destino, é uma certeza de que veremos isso pela terceira vez. Será que existe uma justificativa ou é apenas divertido trazer Patrick Stewart e Ian McKellen inúmeras vezes, só para mostrar seu fim de outro modo? Hoje o Canaltech explica por que a Marvel tenta matar os X-Men da Fox pela 3ª vez.
Morte repetida dos X-Men
Após serem substituídos por astros como James McAvoy e Michael Fassbender, os atores do original acreditaram que conseguiriam “descansar” e se dedicar a outros projetos. Afinal de contas, na época, dedicar 5 a 6 anos a uma franquia era tempo demais.
Contudo, a própria 20th Century Fox tinha outros planos. Após ver que havia muita confusão entre o público sobre a troca de atores, decidiram chamar todo mundo de novo para explicar melhor o que aconteceu com todos. Daí, surgiu X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).
A trama já começa no futuro, com a derrota dos mutantes originais perante a ameaça dos Sentinelas. Para salvar o seu destino, eles enviam a mente de Logan ao passado por meio das habilidades de Kitty Pryde (interpretada por Elliot Page) e tentam reverter a criação dos robôs.
Assim, de forma menos abrupta, o longa-metragem prepara um adeus mais adequado aos personagens e atores que foram tão amados pelo público. Quando o Wolverine volta à sua própria linha do tempo, ele reencontra todos felizes e em harmonia — talvez pela primeira vez nos cinemas.
A partir disso, os “novos mutantes” (com o perdão do trocadilho) assumiram a direção de vez em X-Men: Apocalipse (2016) e X-Men: Fênix Negra (2019). Os fãs mais apaixonados até ouviam uma piada ou outra em Deadpool (2016) e Deadpool 2 (2018), mas serviam apenas para ilustrar a confusão da Fox.
Até ali, assumia-se que a 20th Century Fox estivesse satisfeita com a segunda morte dos Filhos do Átomo. Ela serviu, de fato, como um desfecho satisfatório para todo mundo — tanto para os astros quanto para o público geral. Aí a Marvel Studios comprou o estúdio em 2019 e resolveu que não era o bastante.
A era Disney
Vamos primeiro visualizar o contexto de tudo. Em 2019, Vingadores: Ultimato fez um imenso sucesso nos cinemas e encerrou três fases no MCU. A próxima exploraria o multiverso e era o espaço perfeito para trazer atores antigos e produções “esquecidas” pelo público.
Assim nasceu Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021), Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) — este que traz até o Patrick Stewart, mas para morrer de novo em uma cena breve — e Deadpool & Wolverine (2024). Inclusive, esse traz o Quarteto Fantástico, Blade, Elektra e outros para encerrar suas jornadas adequadamente.
Contudo, no meio disso tudo, tivemos The Marvels (2023) que fez cada fã tremer na base mais uma vez. A cena pós-crédito mostrava o Fera de Kelsey Grammer (Cheers e Frasier) brevemente. Isso representava o retorno dos mutantes originais da Fox, mais uma vez — mas dessa, em tom de ameaça.
Eles voltarão em Vingadores: Doutor Destino, mas seu destino já foi pré-determinado muito antes disso. A Disney quer um reboot completo da franquia e trocará todo o elenco. Sadie Sink (A Baleia e Stranger Things) já é a nova Jean Grey do MCU, apresentada em Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026).
Parte do elenco novo já foi divulgado, o que significa que não há um futuro para Patrick Stewart, Ian McKellen, James Marsden, Kelsey Grammer, Alan Cumming e outros grandes nomes de toda uma geração. Na prática, eles encontrarão um novo fim no longa — ou, no mais tardar, em Vingadores: Guerras Secretas.
Por que matar os X-Men pela 3ª vez?
O que a Marvel Studios e a Disney desejam é mostrar que este é o fim de uma geração. Não há grupo melhor para representar isso do que os X-Men originais — que foi a primeira adaptação bem-sucedida das histórias das HQs para os cinemas.
Há rumores de que o próprio MCU sofrerá um reboot em Guerras Secretas. Logo, antes Kevin Feige precisa mostrar como os outros universos “morrem” antes de matar aquele que ajudou a construir no ano de 2007. É simbólico, assim como nostálgico.
Nunca vimos os X-Men ao lado dos Vingadores e, em determinado momento, os dois grupos se unirão para encarar o Doutor Destino. É o crossover dos crossovers, que atravessa não apenas universos, mas gerações de fãs.
Para uma nova representação dos mutantes, precisam ilustrar nas telas que os originais deixarão de existir por completo. Não haverá realidade na qual eles ainda permanecem de pé, algo que precisa ser demonstrado nessa era multiversal.
No fim, é apenas para o público ter um aperitivo de como o Universo Cinematográfico Marvel poderia ser a partir da união de todos esses heróis. Isso se repetirá com novos astros e pessoas no futuro, mas esse é o momento de “olhar para trás”.
Não é à toa que Robert Downey Jr. e Chris Evans aceitaram voltar. Seus personagens, assim como os X-Men da Fox, já tiveram o seu desfecho. Porém, agora será o fim de tudo o que foi construído dentro e fora do MCU e quem não quer fazer parte disso?
Veremos a terceira morte dos mutantes, porém essa será a primeira vez que a realidade que começou há 20 anos será encerrada. O que Kevin Feige deseja é concluir tudo isso em grande estilo, com a participação de todos — que é justamente como o universo devia ter começado nos cinemas.
Com a chegada do iPhone Duo, um recurso de multitarefa visto antes somente em iPads finalmente desembarcou em um smartphone da Apple.
Trata-se do modo Split View, que possibilita usar dois aplicativos ou duas janelas do mesmo aplicativo de forma simultânea na tela interna do dobrável.
Veja como usar na prática! 📱
Se estiver dentro de um app e quiser abrir outro em Split View, deslize o dedo para cima a partir da parte inferior da tela e faça uma pausa no centro. Continue arrastando o app para o lado esquerdo ou direito para posicioná-lo em um dos lados. Na outra metade, selecione o segundo app na Tela de Início ou na Biblioteca de Apps.
Você também pode tocar e segurar um ícone de app na Tela de Início ou na Biblioteca de Apps e, em seguida, selecionar “Abrir na visualização dividida”. Encontre o segundo app e toque nele.
Para trocar o lado dos apps, deslize o dedo para cima a partir da parte inferior de um dos apps, faça uma pausa no centro e mova-o para o lado oposto.
Ainda é possível “emparelhar” dois apps, de forma que eles sejam sempre abertos em dupla quando você estiver escolhendo um na visualização multitarefa do Duo. Para isso, basta tocar no traço no meio da tela, que divide os dois apps. Para desemparelhá-los, arraste o divisor no centro até a borda esquerda ou direita da tela — ou simplesmente toque ali no meio novamente.
iPhone Duo
Cores: branco-estrela ou céu noturno Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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A Conta Meta é uma nova forma de login unificado nas plataformas da empresa, como Instagram, Facebook, WhatsApp, Meta AI e os sistemas dos óculos inteligentes. A credencial traz mais camadas de segurança e facilita o acesso entre diferentes apps.
Quando aplicada, a conta dispensa a necessidade de ter uma senha diferente para entrar em cada uma das redes sociais, desde que estejam vinculados pela Central de Contas. Ainda é possível ativar chaves de acesso para fazer login sem senha alfanumérica.
O recurso foi anunciado pela Big Tech em abril de 2026 e segue distribuição por fases. A seguir, o Canaltech explica os principais detalhes.
Conta Meta e Central de Contas são a mesma coisa?
Não. A Conta Metaé uma evolução da Central de Contas, usada para sincronizar recursos entre Facebook, Instagram e outras ferramentas.
A central será atualizada automaticamente com o objetivo de simplificar os acessos, mas ainda será possível acessar um painel com todas as configurações. A empresa reforça que ainda é possível ter uma credencial para cada rede social, mas a conta unificada seria uma opção para os perfis que já estão vinculados.
Quais são os recursos exclusivos da Conta Meta?
Uma das vantagens do login unificado da Conta Meta é a opção de usar chaves de acesso (ou passkeys) para fazer o login. As chaves usam dados biométricos, como Touch ID e Face ID, para autenticar um cadastro e dispensam o uso das senhas convencionais.
A conta também pode ser configurada para ativar autenticação em dois fatores, no qual é necessário inserir um código recebido externamente para confirmar uma nova sessão. A medida cria uma camada adicional de segurança caso a senha tenha sido interceptada.
Quem tem acesso à Conta Meta?
A distribuição da Conta Meta começou em abril de 2026, mas ainda ocorre de forma gradual. Os perfis selecionados são avisados por e-mail sobre a migração.
O AA Browser é um navegador de código aberto para Android Auto. A principal vantagem é a opção para reproduzir vídeos do YouTube e de outros serviços de streaming na central multimídia do carro estacionado.
A ferramenta opera de forma similar ao abrir o YT no navegador do celular, por exemplo. É possível usar o modo de tela cheia, assistir a vídeos e salvar sites na aba de favoritos para acessá-los rapidamente no veículo.
Vale mencionar que o Android tem uma série de restrições para reproduzir vídeos com o carro parado em veículos com o sistema embutido. O YouTube é integrado ao sistema Auto, mas sequer tem um aplicativo próprio.
Como ver YouTube na central multimídia do carro
O procedimento pelo AA Browser é uma espécie de “gambiarra” e viola algumas regras do Google, visto que o app não está disponível na Play Store.
Caso você tenha interesse em instalar, o processo ocorre por conta e risco do usuário e os próprios desenvolvedores alertam que o app é uma alternativa para quem está no banco do passageiro e com o veículo parado.
O primeiro passo exige abrir o modo de desenvolvedor do Android Auto:
Abra as configurações do celular;
Procure por “Android Auto” na pesquisa;
Desça a tela até a opção “Versão”;
Toque várias vezes sobre a aba “Versão”;
Confirme o uso das configurações de desenvolvedor;
Os streamings de vídeos se tornaram muito populares nos últimos tempos, graças ao sucesso de serviços como Netflix e à chegada do Apple TV a esse competitivo mercado.
Caso você consuma esses tipos de conteúdos no seu MacBook, é possível reproduzir vídeos HDR 1High dynamic range, ou ampla faixa dinâmica. em SDR 2Standard dynamic range, ou faixa dinâmica padrão. enquanto estiver usando a bateria — o que consome menos energia.
Habilite “Otimizar streaming de vídeo quando a bateria estiver em uso”.
Simples, não?! 👨💻
MacBook Pro de 16″
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Cores: preto-espacial ou prateado Tela: padrão ou nano-texture Chips: M5, M5 Pro ou M5 Max Memória: 24GB, 36GB, 48GB, 64GB ou 128GB Armazenamento: 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB Adaptador de energia: USB-C de 70W ou 96W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
Cores: azul-céu, prateado, estelar ou meia-noite Chip: M5 Memória: 16GB, 24GB ou 32GB Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB ou 4TB Adaptador de energia: USB‑C de 30W, 35W com duas portas ou 70W
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Por meio da Central de Controle (Control Center) do Mac, você pode acionar diversas funções do sistema — como capturar a tela, ativar o Bluetooth e escolher um modo de Foco.
Por padrão, a Apple pode mostrar sugestões de controles sempre que você abrir a galeria da Central de Controle. Porém, você pode facilmente desabilitar isso. Veja como! 👨💻
Após 22 anos de exibição (e um longo hiato), Bleach finalmente chegará ao fim. O anime, produzido atualmente pela Pierrot Films — de Chainsaw Man: O Filme - Arco da Reze — mostrará a conclusão da batalha entre os ceifadores de alma, Arrankars e demais aliados contra as forças de Yhwach.
Dividida em quatro arcos, a saga Thousand-Year Blood War adapta o encerramento da narrativa e apresenta as maiores ameaças que Ichigo e seus amigos enfrentaram. Os Quincies e seu líder buscam reescrever as leis naturais do mundo e isso envolve destruir tudo e recomeçar do zero.
Após a invasão da Sociedade das Almas, o conflito dentro do Palácio do Rei das Almas e uma verdadeira guerra que envolveu todos os personagens da obra, o grande vilão está a um passo de conquistar seus objetivos. Porém, enquanto houver forças, o protagonista lutará para “reverter o destino”.
Não daremos spoilers do que ocorreu no episódio 49: A Lâmina, transmitido na última segunda-feira (19), mas vale notar que muita coisa mudou da versão original e a garantia é que a grande conclusão trará aspectos diferentes dos vistos no mangá. Logo, há muita expectativa pelo capítulo final.
Para te ajudar a não perder nem um instante do fim da trama, hoje o Canaltech conta que horas vai passar o último episódio de Bleach e como você pode assistir no Brasil.
Quando será transmitido o fim de Bleach?
Embora o anime tenha integrado a grade de produções exibidas durante a última temporada, o fim do combate contra Yhwach teve um adiamento pela Pierrot Films. Se antes o público veria o encerramento ainda em setembro, agora temos os capítulos decisivos na metade final de outubro.
Enquanto o episódio 49 foi apresentado nesta semana, o 50º e último da animação vai passar na segunda-feira (26). Você poderá acompanhar a parte final da história de Ichigo Kurosaki a partir das 12h30, no horário de Brasília, e o capítulo estará disponível no Disney+.
Apesar de já ter sido estabelecido, vale lembrar que há reincidência de atrasos e problemas de transmissão. Na prática, apenas na quarta parte de Bleach: Thousand-Year Blood War já foram vistos erros na legenda, atraso para a estreia dos episódios e outras anormalidades que geraram críticas e reclamações.
O objetivo é assistir ao fim do anime no horário estabelecido, mas pelo histórico não será recomendável contar com uma transmissão “comum”. Os fãs estarão lá no primeiro instante em que a obra será liberada, mas o ideal é deixar passar um tempo e ver com calma posteriormente — para evitar estresse e problemas.
Quanto tempo terá o último episódio de Bleach?
Ainda que todos os capítulos de Bleach tenham cerca de 20 a 25 minutos, não foi revelada a duração do episódio final. Neste aspecto, podemos esperar pelo básico ou algo um pouco mais extenso — como o anterior, que teve 27 minutos.
Alguns animes reservam um tempo maior para o “grand finale”, como a exibição dupla para mostrar mais elementos extras. Isso já ocorreu com Demon Slayer - Kimetsu no Yaiba e Jujutsu Kaisen. A terceira parte de Thousand-Year Blood War também fez isso.
Contudo, foi declarado anteriormente pelo serviço que seriam dois episódios mostrados em sequência — e não apenas um mais longo. Dito isso, é possível que seja uma experiência mais contida e feche as pontas soltas sobre o destino dos personagens.
Transmissão pelo Disney+
É importante ter em mente que, oficialmente, o Disney+ é a única companhia que possui os direitos de lançar Bleach no Brasil. É na plataforma de streaming do Mickey Mouse que você verá a história acabar — assim como todo o arco de guerra contra os Quincies.
Não há qualquer previsão para Thousand-Year Blood War chegar em outros serviços, principalmente a tempo do episódio final. É possível que, um tempo depois, a VIZ Media (que detém os direitos no Ocidente) abra parcerias com outras, porém isso pode demorar a acontecer.
O fim de Bleach
O episódio 50 mostrará os eventos apresentados no mangá Bleach #74, com o encerramento do embate contra Yhwach e como isso define o futuro de cada um dos heróis e vilões. A obra original foi concluída em 2016 — o que mostra que se passaram 10 anos desde que a trama de Tite Kubo foi encerrada.
A publicação da Weekly Shonen Jump terminou, mas o artista nunca escondeu que deseja voltar a esse universo. Em 2021, o autor escreveu um One-Shot (história de um capítulo só) chamada de “No Breathes from Hell” e indica uma futura sequência para a história.
Não apenas isso, um spin-off chamado Burn the Witch foi lançado em 2018 e mostra como eventos paranormais são controlados no Reino Unido. Este já foi adaptado para anime em 2020 e manteve a chama da Sociedade das Almas acesa para muitos fãs, mas não há sinais de como ele prosseguirá.
A esperança do público é ver um episódio especial — assim como MY HERO ACADEMIA teve — para No Breathes from Hell. Contudo, nem Tite Kubo nem a Pierrot Films anunciaram algum projeto que traga seus eventos para a animação.
O aplicativo Relógio (Clock) foi expandido há algum tempo para Macs, permitindo que usuários confiram os relógios de várias localidades ao redor do mundo, configurem alarmes, cronômetros e também timers.
No caso dos temporizadores, o app para computadores permite iniciar um usado recentemente sem precisar fazer isso manualmente nem pedir à Siri, bastando usar a barra de menus.
With so many smartphone apps in the modern age locked (or partially locked) behind paywalls, it’s important to grab the free ones when they become available—and on rare occasions, it’s the biggest software companies on the planet offering apps free of charge. Adobe Premiere for iOS launched back in September 2025, and a year later, we got Adobe Premiere for Android too. You don’t need an Adobe account or a subscription to use these apps (unlike the desktop equivalents)—the only paid components are credits for AI image and video generation, if you want to use those tools.
With these apps available, there’s really no excuse for sharing sub-standard video. You get a wealth of editing features right on your mobile screen, all optimized to suit the smaller display and the more limited capabilities of a phone versus a full computer.
We’re going to concentrate on the Android app here, as it’s the one most recently launched, but the features are the same on the iPhone too. You can even use Premiere across multiple Android and iOS devices.
The video editing timeline
A wealth of edits and filters can be applied from the timeline. David Nield
It’s easy enough to get started with Premiere: From the main screen, tap the + (plus) button to choose a saved video clip or image to use as the starting point for a new project, or select New blank project. Either will take you to the timeline view, and you can then use the + (plus) button on the timeline to load in more content.
The layout is going to be familiar if you’ve used a video editor before. Photos and videos make up the main timeline, and if you select them, you get handles around them—use these handles to shorten or lengthen the clips. Select a video on the timeline, then tap Split to cut it in two at the current playhead position (that’s wherever the long vertical white line is in the timeline).
Your video project is previewed above the timeline, and you can use the playback controls to go backward and forward through it. The other options you’ll see on the toolbar include Audio (for dropping in a voiceover or some stock music), Text (for titles and overlays), and Generate (for producing generative AI content). You can also select Files to load local files (such as audio snippets) from your phone.
Select anything on the timeline to get more options for it. For a video clip, these will include Retime (for changing the speed of a clip or freezing it), Filters (for adjusting the look of a clip), Effects (tweaks like glows or shakes), and tools to mirror, flip, or duplicate whatever you’ve got selected. To change transitions, tap on the borders between scenes.
Then there are the generative AI tools, which you can get to by tapping on the Generate button underneath the timeline. This part of the app requires an Adobe account—the account itself is free, but you’ll be restricted in terms of your AI usage before you have to start paying for credits.
Working with templates
Templates and export options are easy to access. David Nield
If you want a quicker, easier way to make content, there are plenty of ready-made templates to use. You’ll see these on the front screen, under headings like Lifestyle and Beauty. Tap on a template to view it, then choose Use this template to start making it your own.
Making it your own means picking images and videos from your phone’s library to add to the template you just viewed. As you make your selections, you’ll see the template slots fill up underneath (you don’t have to use all of them)—when you’re done, choose Next to see the finished product.
This will have the same transitions, timings, titles, and audio as your template, and if you’re happy with that, then tap Export to send the video somewhere else. There are some basic editing tools here as well: Select one of the images or videos you’ve dropped in, and you can trim them or replace them with the buttons at the bottom.
To customize the clip even more, choose Full editor to return to the fully featured interface we looked at above, complete with filters, effects, and everything else. Note that once you’ve converted your template-based video to work with the full timeline interface, you can’t go back into template mode with the same project.
It’s an app that works well for quick video creations and more detailed projects you want to do on your phone, and you’ll also get numerous settings (resolution, frame rate, quality) when it’s time to export your work. If you do sign up for an Adobe account and pay for the Creative Cloud suite, you can easily sync your projects with Premiere on the desktop.
Instacart shares jumped 10% in the final minutes of regular stock market trading Friday following The Information’s report that the delivery app company is in talks to sell itself.
Shares in the company closed at $56.44.
Instacart has been working with an investment bank to weigh its options and ...
Instacart is in talks to sell itself in a transaction that would cap the grocery delivery app’s 14-year run as a standalone company.
Currently valued at $12 billion, Instacart has been working with an investment bank to weigh its options and held at least preliminary conversations with DoorDash and Uber, according to people familiar with the matter, though talks with Uber are not ongoing, according to a person close to Uber. The potential buyer would acquire one of Silicon Valley’s best known consumer companies, which became a lifeline for many Americans during the Covid-19 lockdown.
Lembra da sonda Voyager 1, da NASA? Segundo cálculos da agência, em 18 de novembro, esta viajante espacial deve atingir a marca simbólica de um dia-luz de distância da Terra, tornando-se o primeiro objeto de origem humana a conseguir o feito — o que é surpreendente, afinal, a física atual desconhece algo mais rápido que a velocidade da luz.
Em outras palavras, a Voyager 1 está tão longe que os sinais de rádio emitidos por ela — que, vale lembrar, foi lançada há quase 50 anos para explorar o Sistema Solar — vão levar mais de 24 horas consecutivas para percorrer o meio interestelar e alcançar os receptores em nosso planeta. Para completar, há quem considere que é mais importante quando a Voyager 1 estiver a um dia-luz do Sol. Confuso?
É que, no momento, a Terra está no ponto da sua órbita em que fica mais longe, em média, da Voyager; portanto, por mais curioso que pareça, a espaçonave está mais de 80 milhões de quilômetros mais perto do Sol do que de nós, ou seja, seus sinais chegam primeiro na estrela. Por outro lado, ainda iria demorar mais dois meses para ficar a um dia-luz do Sol.
Também é interessante considerar que a marca de um dia-luz ilustra, e muito bem, como é a dimensão das distâncias cósmicas: não é fácil imaginar de forma concreta que a estrela mais próxima do Sol está a 4,3 anos-luz de nós. Por outro lado, fica mais simples se considerarmos que a espaçonave mais rápida criada pela humanidade levou quase meio século para percorrer uma fração desta distância.
Voyager 1
Lançada no final da década de 1970, a missão Voyager revolucionou a astronomia — inclusive, alguns consideram que as Voyager 1 e 2 foram mais importantes para a ciência do que os pousos tripulados na Lua do programa Apollo. Ao longo de suas jornadas, elas revelaram a atividade vulcânica de Io, o oceano oculto na lua Europa e as complexidades das luas de Saturno.
E eis que, em 2012, a Voyager 1 passou a desbravar a região fora do Sistema Solar, tornando-se a primeira espaçonave interestelar. Mas, antes, ela recordou suas origens (literalmente!), já que “olhou” para trás e tirou fotos que fizeram história. Uma delas mostra a Terra como um “pálido ponto azul” no espaço, e a outra é um retrato de família do nosso sistema.
Hoje, as Voyager seguem coletando dados do espaço interestelar e medindo suas características, como densidade, e enviando as informações para a Terra com os instrumentos que ainda estão ativos. Claro, houve alguma discussão sobre encerrar as operações delas em solo, mas ambas continuam enviando dados científicos interessantes — e devem seguir na ativa por mais algum tempo.
O YouTube reformulou a página inicial no app para celulares e agora deixa cada pessoa montar o próprio feed com frases simples. Além de listar categorias tradicionais, como músicas e filmes, a ferramenta tem um espaço para descrever quais sugestões você quer receber.
O novo visual concentra as categorias no topo da tela e coloca a aba de canais inscritos entre as primeiras opções. Para personalizar o feed, basta selecionar o ícone de “+” e enviar um comando em linguagem natural, como “podcasts para um deslocamento de 30 minutos”.
A empresa reforça que é possível fixar mais de uma lista de sugestões na tela inicial, então o aplicativo fica ainda mais personalizável para atender aos interesses de cada pessoa. Os feeds são sincronizados entre dispositivos para carregar o progresso entre PC e celular — a versão para computadores, inclusive, foi lançada no mês passado.
Por enquanto, o feed personalizável está disponível apenas nos Estados Unidos para pessoas com mais de 13 anos, histórico de visualizações habilitado e que usam o app em inglês.
Mais IA no YouTube
O recurso do feed é mais um item para o conjunto de ferramentas com IA generativa no YouTube. A plataforma também possui o recurso Ask para proporcionar uma busca mais inteligente: além de retornar com vídeos sobre o tema original, o app mostra fragmentos de textos e destaca trechos específicos em clipes com respostas ao prompt.
As redes sociais ficaram repletas de memes nas últimas semanas em que figuras famosas são inseridas em vídeos populares. A tendência usa IA para trocar os personagens e ainda manter a alta qualidade de imagem.
Alguns dos exemplos mais famosos são a comemoração do jogador de futebol Enzo Fernandez durante a Copa do Mundo e uma apresentação do grupo de hip-hop Migos. A proximidade do segundo turno das eleições também rendeu clipes com políticos brasileiros.
A seguir, o Canaltech explica o procedimento por trás dos vídeos virais:
Como os vídeos funcionam?
Os clipes usam uma tecnologia chamada Motion Swap ("troca de movimento", em tradução livre), no qual a IA identifica o personagem principal e substitui o movimento por outra pessoa. O recurso também pode ser usado para trocar cenários ou a roupa dos elementos envolvidos, por exemplo.
Após enviar uma foto da pessoa que será inserida no vídeo, a ferramenta gera várias imagens estáticas do mesmo modelo e depois cria um vídeo com o novo personagem em 3D. É comum que os apps também ofereçam uma galeria de templates prontos para evitar o trabalho de redigir prompts extensos.
Quais ferramentas são usadas?
Algumas das plataformas mais populares para a tarefa sãoAusar.ai, Creathoon e a brasileira Real Oficial. As ferramentas não usam um único modelo específico: na verdade, recorrem a modelos de vídeo e imagem de diferentes empresas e escolhem a melhor opção para cada tarefa.
O Ausar.ai, por exemplo, menciona modelos da Seedance, Kling, OpenAI e outras empresas do mercado de IA.
É gratuito?
Não. As plataformas mencionadas criam vídeos e imagens com base no consumo de créditos obtidos por planos pagos. Como esse tipo de criação exige muito poder computacional e consumo de tokens de IA, os vídeos ficam restritos a planos pagos.
Cuidado com os deepfakes
Os vídeos chamam a atenção por preservar os detalhes das fotos enviadas, mas também há um alerta para o uso em deepfakes — tentativas de golpes ou de constranger uma pessoa com conteúdos criados por IA.
Os clipes em questão funcionam como memes, mas é importante ter cuidado ao gerar e publicar conteúdos do tipo nas redes sociais.