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Zoom Screen Sharing Attack

17 August 2026 at 18:41

Lily Hay Newman (via Ben Lovejoy):

As AI models gain advanced capabilities to find vulnerabilities in software, develop ways to exploit them, and even carry out autonomous hacking sprees, researchers offered a sobering new example on Tuesday, disclosing vulnerabilities in the video conferencing platform Zoom that could have been exploited to take over targets’ devices. Anyone on a call that involved screen sharing, whether participants or the host, would have been vulnerable to a silent attack that could be carried out with no indication and no interaction from the victim.

Researchers from the digital defense firm A Security say the bug was discovered in early June using publicly available AI models, and that it took fewer than 20 prompts to uncover the vulnerabilities and create a working attack. Zoom issued a security advisory on Tuesday, including details about fixes the company has already begun rolling out to address the flaws, which affected devices running all operating systems that Zoom supports—Windows, macOS, Linux, iOS, and Android.

[…]

The vulnerabilities were specifically in the protocol used to facilitate real-time annotation during screen sharing.

I don’t understand how it could take over an iOS device when Zoom’s iOS screen sharing feature only allows observation, not control.

Previously:

Brechas no Zoom permitiam controle de dispositivos durante videochamadas

11 August 2026 at 20:09

Pesquisadores da A Security revelaram vulnerabilidades na plataforma de videoconferência Zoom que poderiam ter sido exploradas para assumir o controle dos dispositivos dos usuários — em um ataque denominado “Zoomsday”.

Qualquer pessoa em uma chamada que envolvesse compartilhamento de tela — fosse participante ou anfitrião — estaria vulnerável a um ataque executável sem qualquer indicação ou interação por parte da vítima.

Os especialistas afirmam que a falha foi descoberta no início de junho, utilizando modelos de IA disponíveis publicamente, e que foram necessários menos de 20 comandos para identificar as vulnerabilidades e criar um ataque funcional.

O que nos interessa — e o que consideramos perigoso — é a democratização dessas capacidades; a barreira de entrada está caindo rapidamente. Antigamente, seria necessária uma equipe de cinco pessoas trabalhando talvez seis meses, com muitos ajustes e iterações, para descobrir isso. Agora, é possível obter os mesmos resultados com menos de 20 comandos. Além disso, o Zoom é um alvo importante porque as pessoas confiam na plataforma ao utilizá-la; elas não a veem como uma ameaça.

—Omer Gull, cofundador da A Security.

Ainda segundo os pesquisadores, as vulnerabilidades estavam localizadas especificamente no protocolo usado para permitir anotações em tempo real durante o compartilhamento de tela.

De acordo com informações do WIRED, o Zoom emitiu um comunicado de segurança nesta semana detalhando as correções das brechas, as quais afetavam dispositivos com todos os sistemas operacionais suportados pela plataforma — Windows, macOS, Linux, iOS e Android.

Eclipse solar em Portugal: como fotografar com segurança, inclusive com o iPhone

10 August 2026 at 11:00

Quem estiver em Portugal nesta quarta-feira, 12 de agosto, terá a oportunidade de testemunhar o primeiro eclipse solar total desde 1912, com previsão de repetição do feito somente daqui a 118 anos, em 2144.

A sua raridade, além da sazonalidade, está especialmente no percentual de visibilidade do fenômeno em todo o país, que varia de 92% a 100%. Para quem quiser ver o eclipse em sua totalidade, será necessário visitar o Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança.

Caso também seja do seu interesse registrar esse momento histórico, existem algumas coisas importantes a se observar e algumas alternativas, a depender do que você pretende fotografar exatamente.

Antes de qualquer dica tecnológica, é importante se certificar de que a sua visão estará protegida: recomenda-se o uso de óculos de eclipse com certificação ISO 12312-2, que serão distribuídos gratuitamente pela ZEISS em parceria com a rede de óticas Club da Visão, mediante cadastro e enquanto durarem os estoques (que, aparentemente, já esgotaram-se).

Depois, vale observar as janelas de horário do eclipse:

  • Início: entre 18h30 e 18h40;
  • Pico: entre 19h30 e 19h40;
  • Fim: entre 20h20 e 20h30.

Fotografia: câmera DSLR/mirrorless ou iPhone?

Caso você opte por fotografar o evento, existem duas opções de mais fácil acesso: uma câmera digital ou o seu iPhone. Em ambos os casos, há uma série de poréns.

Sobre DSLRs e mirrorless, vale adquirir um filtro solar para a sua lente, considerando a sensibilidade do sensor à exposição ao sol, que pode acarretar uma danificação irreversível — dada a quantidade de entrada de luz. Recomenda-se fixar a abertura entre ƒ/8 e ƒ/16, com a velocidade do obturador ajustada entre 1/1000 e 1/4, de acordo com as especificações da sua câmera.

Já o iPhone, dado o tamanho do seu sensor e outras limitações técnicas, terá dificuldade de registrar o eclipse naturalmente. Claro, ainda é possível obter muitos resultados legais em relação à sombra e aos seus efeitos, ou até mesmo capturar a atmosfera do momento com um time-lapse utilizando um tripé ou outro equipamento estabilizador.

No entanto, para quem quiser de fato registrar o sol de maneira direta, será necessário adquirir acessórios:

  • Lente de zoom com ampliação entre 12x e 18x — das mais amadoras até as mais sofisticadas, com preços flutuando entre dezenas e centenas de dólares;
  • Filtro solar para o iPhone;
  • Tripé, visando não comprometer o resultado final das fotos borrando-as com um movimento sutil.

Quanto ao software, embora existam boas opções de apps de terceiros, como o Project Indigo ou o Halide, o próprio aplicativo Câmera (Camera) nativo do iPhone deverá dar conta.

Cada escolha (ou ausência) poderá impactar o registro do fenômeno, mas nada será tão determinante quanto a prática de quem fotografa. Independentemente da escolha, vale conhecer o equipamento que você tem em mãos antes do tão esperado dia, testar o comportamento da câmera sob o sol e pensar qual será o enquadramento do registro no dia do eclipse.

via AppleInsider, Lisboa Secreta

Wispr Flow lança assistente de reuniões para rivalizar com o Granola

5 August 2026 at 15:17

Já tratamos aqui do Wispr Flow, um aplicativo que ganhou popularidade por aprimorar a experiência de ditado nos sistemas da Apple. Agora, quem utiliza o app no macOS poderá acessar o Notetaker, um assistente de reuniões empurrado por inteligência artificial (IA).

O Notetaker fornece contexto adicional a transcrições, resumos e anotações com base em calendários, aplicativos conectados (como o Slack) e dicionários personalizados. Seu funcionamento é semelhante ao do Granola, aplicativo sobre o qual já falamos por aqui — usuários da plataforma, inclusive, podem importar todo o seu histórico para o Notetaker com apenas um clique.

Além de organizar transcrições, a ferramenta é capaz de deixar o usuário ciente de informações relevantes antes de reuniões, obtendo contexto a partir dos apps de terceiros em que o Notetaker foi integrado.

Após o encerramento de uma reunião, o usuário ainda pode retomar o histórico fazendo perguntas, as quais são respondidas com a indicação da minutagem e o link para o momento exato em que a resposta do assistente se baseou. 

O Notetaker é compatível com basicamente todo aplicativo executado no macOS, incluindo apps de reunião como Zoom, Google Meet, Microsoft Teams e Slack. Ele conta ainda com suporte à tecnologia MCP, permitindo levar todos os seus resumos e anotações para outros aplicativos de IA.

A novidade já está disponível no macOS e, segundo a Wispr, deverá chegar “em breve” ao Windows.

via TechCrunch

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