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Google apresenta Gemini 4 Argon, nova IA para peitar ChatGPT e Claude

O Gemini 4 Argon é o novo modelo de IA mais poderoso do Google e a resposta da empresa para bater de frente com GPT-6 Astra e Claude Fable 5.1. A novidade foi revelada nesta quarta-feira (30), mas ainda não pode ser usada pelo público enquanto passa por testes de segurança.

É o primeiro anúncio de um modelo de fronteira pela Gigante de Mountain View desde o primeiro semestre, com a família Gemini 3.5. Nos últimos meses, a Big Tech focou em atualizações menores de seus modelos da variante Flash, voltados para tarefas mais rápidas, enquanto concorrentes apostaram em alternativas mais avançadas. 

O Google afirma usar o Gemini 4 Argon internamente, inclusive na área de pesquisas de computação quântica. O novo modelo evolui consideravelmente a janela de tokens, que passa de 64 mil para um milhão e permite gerar respostas com mais contexto. 

Gemini 4 Argon

Você ainda não pode usar o modelo

O Gemini 4 Argon foi revelado ao público, mas ainda não pode ser acessado. A fase inicial de lançamento é limitada para um grupo de defensores cibernéticos e testadores — após coletar feedback e aplicar ajustes, o modelo será liberado para assinantes do plano Google AI Ultra.

A empresa segue um padrão no mercado para aumentar os testes de segurança antes de liberar modelos mais inteligentes. A prática se tornou mais comum após os casos de ataques hackers autônomos por IAs e chegou a atrasar o lançamento do GPT-6 Astra pela OpenAI.

Por falar em Gemini, o assistente do Google vai acabar com os Gems e substituí-los por Skills, similar ao que acontece no Claude

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Windows 11 26H2 liberado: veja as 4 maiores mudanças na nova versão do sistema

O Windows 11 26H2 chegou: a Microsoft liberou a grande atualização semestral do sistema na terça-feira (29) com novidades visuais, incluindo a nova Barra de Tarefas, e mudanças no Explorador de Arquivos.

O pacote já pode ser baixado via Windows Update nos computadores compatíveis. A MS libera atualizações menores ao longo do ano, mas a versão 26H2 traz um conjunto mais amplo de recursos e melhorias nos PCs.

A seguir, confira algumas das principais novidades:

4 grandes mudanças do Windows 11 26H2

A lista tem:

  1. Explorador de Arquivos reformulado

  2. Nova Barra de Tarefas e personalização da interface

  3. Busca mais inteligente

  4. Mais ferramentas de acessibilidade

1. Explorador de Arquivos reformulado

O Explorador de Arquivos do Windows ganhou um novo menu de contexto com o botão direito para facilitar o uso de tarefas feitas por IA, como resumir documentos ou pe0rguntar ao Copilot. Além disso, o menu agora tem suporte a mais formatos de arquivos, como UU, CPIO e XAR.

2. Nova Barra de Tarefas e personalização da interface

As principais mudanças visuais focam na personalização, liderada pela nova Barra de Tarefas posicionável em qualquer um dos quatro cantos da tela. A atualização também traz opções para controlar o tamanho do componente e um Menu Iniciar redesenhado com diferentes formas de visualização.

Barra de Tarefas Windows 11

3. Busca mais inteligente

A busca padrão do Windows foi otimizada com novas prévias de arquivos e sugestões mais inteligentes, até mesmo em casos de erros de digitação. O sistema identifica as pastas mais usadas e facilita o acesso aos locais na hora de usar a pesquisa.

4. Mais ferramentas de acessibilidade

A ferramenta de Lupa agora consegue trazer zoom mais preciso em partes específicas da tela, enquanto o Narrador ganhou o Visualizador em Braille para mostrar um texto na tela e a versão equivalente em Braille.

Como baixar e instalar o Windows 11 26H2

A maneira mais simples e rápida de instalar o Windows 11 26H2 é pelo Windows Update:

  1. Abra as configurações;

  2. Acesse “Windows Update”;

  3. Clique em “Baixar e instalar” na janela do Windows 11 26H2;

  4. Aguarde o download e reinicie o PC para concluir o processo.

Aproveite para entender como formatar ou restaurar um PC com Windows 11. 

 

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Pague pelo que usar: Google Play muda assinaturas no Android de olho em apps de IA

O Google anunciou um novo modelo de assinatura de apps no Android com base no uso de cada serviço. A novidade é uma alternativa para ferramentas de IA que cobram de acordo com o poder computacional usado, no lugar de um valor fixo.

De acordo com o gerente de produtos sênior do Google Play, Sheenam Mittal, um modelo mais rígido de assinatura recorrente “nem sempre encaixa” com ferramentas que dependem dos custos computacionais. 

O novo modelo de pagamento permite que assinantes usem um sistema pré-pago de recargas automáticas: ao atingir um limite predefinido, o aplicativo pode fazer uma cobrança para recuperar o saldo e não interromper o acesso às ferramentas. 

Todo o processo acontece no ambiente do Google Play, similar às assinaturas convencionais e com os métodos de pagamentos usados na loja do Android. A nova tecnologia está disponível para desenvolvedores, que podem optar por adicioná-la ou não em seus respectivos apps.

O ecossistema do Android ganhou outras novidades para o faturamento de apps. Uma delas é a opção de cobrar por múltiplas assinaturas ao mesmo tempo, ideal para compras para grandes equipes, além de um método de “carrinho misto” para combinar assinaturas e compras individuais no mesmo pedido.

Chatbots de IA - Gemini Grok Claude ChatGPT

 

Pagar pelo uso virou tendência no mercado de IA

O novo método de assinatura no Google Play é reflexo de uma mudança nos gastos com IA reforçada em 2026. Empresas deixaram de cobrar por pedido e agora cobram de acordo com o poder computacional usado em cada tarefa, o que afeta os limites diários de Claude, Gemini, ChatGPT e outros assistentes.

Um dos motivos da nova tendência é a ascensão dos agentes: um único prompt pode render tarefas extensas e recorrentes, então o mercado adaptou o modelo de cobrança para considerar a quantidade de recursos exigida por cada comando.

Não quer atingir o limite diário? Confira algumas dicas para economizar nos créditos de IA.

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Governo pede bloqueio de 5,2 mil sites de bets e manda banir apps de celulares

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou nesta terça-feira (29) que já pediu pelo bloqueio de 5.209 sites de apostas no Brasil. A decisão ocorre após a publicação de medida provisória para proibir as plataformas de bets no país, publicada na última sexta-feira (25).

O órgão ainda solicitou a retirada de 186 de aplicativos de apostas na App Store e na Google Play Store. Ambas as lojas têm até o dia 6 de outubro para tirar os apps do ar em território brasileiro.

Com relação à publicidade envolvendo ao tema, o MJSP solicitou a remoção de mais de 90 perfis no Instagram e 300 páginas no Facebook, além de notificar oito grandes plataformas de tecnologia (Google, Meta, X, YouTube, Telegram, TikTok, Kwai e Discord) para exclusão de propagandas irregulares em até dez dias. 

O Telegram, inclusive, é um dos grandes alvos da fiscalização. O Ministério afirma ter alcançado mais de um milhão de membros entre grupos, canais e perfis sobre bets durante ações de monitoramento.

bet aposta

 

Como um site é bloqueado no Brasil?

Sites, aplicativos e rede sociais podem ser bloqueados no Brasil após ordens judiciais. Nesses casos, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebe uma decisão oficial e então repassa o pedido para as provedoras de internet bloquearem o acesso aos domínios e sites das empresas.

A agência já acionou mais de 21 mil provedoras de internet que atuam em todo o Brasil para derrubar os sites no país. O processo é gradual, então algumas plataformas podem “desaparecer” primeiro em operadoras maiores, por exemplo.

Caso você tenha saldo em conta de bets, saiba como retirar o dinheiro das plataformas antes do bloqueio definitivo.

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