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Novo Kindle ganha tela colorida e até controle para virar páginas

1 October 2026 at 15:17

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (1º) uma nova geração da família Kindle no Brasil. Os leitores digitais ganharam um visual renovado, com tela nivelada à parte frontal e acabamento de cor única de ponta a ponta, além de corpos mais finos e leves. Os preços partem de R$ 899 no Kindle básico e chegam a R$ 1.749 no Colorsoft Signature Edition. 

A atualização contempla os modelos Kindle, Kindle Paperwhite e Kindle Colorsoft, com diferentes opções de armazenamento e acabamento. Algumas versões também ganharam traseira de alumínio e novos recursos para controle e recarga.

Kindle básico ganha novo visual e versão em alumínio

O novo Kindle mantém a tela de 6 polegadas, mas agora conta com a parte frontal nivelada, sem o rebaixo ao redor do display. Segundo a Amazon, esta é a versão mais compacta do leitor digital já produzida pela empresa.

O modelo de entrada tem 16 GB de armazenamento, autonomia de até seis semanas e promete abrir livros 30% mais rápido que a geração anterior. Ele será vendido nas cores Grafite e Roxo Ube por R$ 899. 

Outra novidade é uma versão com traseira de alumínio, disponível pela primeira vez no Kindle básico. Neste caso, o armazenamento sobe para 32 GB, com opções Azul Celeste e Verde Água, pelo preço de R$ 999. 

Kindle Paperwhite fica mais fino e leve

O Kindle Paperwhite também passou por uma reformulação. A Amazon afirma que o novo modelo está mais fino e leve que seu antecessor, mas mantém recursos já conhecidos da linha, como resistência à água e ajuste da temperatura da iluminação.

A autonomia prometida chega a 12 semanas por carga. O Paperwhite convencional tem 16 GB de armazenamento, acabamento Grafite e preço sugerido de R$ 1.149. 

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 Já o Paperwhite Signature Edition traz 32 GB, traseira de alumínio e iluminação frontal com ajuste automático. A versão também aceita recarga em uma nova base por pinos de contato e permite virar páginas com um toque duplo. O preço é de R$ 1.349, com opções Grafite e Verde Água.

Kindle Colorsoft também ganha nova geração

A série com tela colorida não ficou de fora. O novo Kindle Colorsoft promete reproduzir cores com aparência mais próxima do papel e sem o brilho intenso encontrado em telas tradicionais de tablets.

O Colorsoft convencional tem 16 GB de armazenamento, acabamento Grafite e custa R$ 1.499. A Amazon também oferecerá o Colorsoft Signature Edition, com 32 GB e traseira de alumínio, por R$ 1.749 nas cores Grafite e Figo.

Assim como no Paperwhite Signature Edition, a versão mais cara oferece ajuste automático da luz frontal, toque duplo para troca de página e suporte à nova base de carregamento por pinos de contato.

Kindle ganha controle para virar páginas

A Amazon também apresentou novos acessórios para a família. Entre eles está o Kindle Click, um pequeno controle Bluetooth que permite virar páginas à distância e funciona tanto com os lançamentos quanto com modelos apresentados a partir de 2024.

Outra novidade é uma capa com botões físicos para troca de páginas, destinada aos modelos Paperwhite Signature Edition e Colorsoft Signature Edition. A empresa também prepara uma base que mantém esses dois aparelhos em pé enquanto recarrega a bateria pelos pinos de contato.

Os novos acessórios ainda não tiveram preços divulgados para o Brasil.

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 Quanto custam os novos Kindle no Brasil?

Os dois modelos do Kindle básico já estão em pré-venda. A versão de 16 GB começa a ser entregue em 10 de novembro, enquanto a opção de 32 GB chega aos compradores a partir de 20 de novembro.

Modelo Armazenamento Preço
Kindle 16 GB R$ 899
Kindle com acabamento em alumínio 32 GB R$ 999
Kindle Paperwhite 16 GB R$ 1.149
Kindle Paperwhite Signature Edition 32 GB R$ 1.349
Kindle Colorsoft 16 GB R$ 1.499
Kindle Colorsoft Signature Edition 32 GB R$ 1.749

Já os novos Paperwhite e Colorsoft ainda não têm data de entrega divulgada. A Amazon abriu apenas o cadastro para consumidores interessados em receber um aviso quando os modelos estiverem disponíveis.

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Motorola lança Moto Watch Ultra no Brasil com eSIM e tecnologia da Polar

1 October 2026 at 15:06

A Motorola anunciou, nesta quinta-feira (1), a chegada do Moto Watch Ultra ao mercado brasileiro. O smartwatch conta com suporte a eSIM e também traz integração com tecnologias da Polar, marca conhecida por seus recursos voltados a esportes e bem-estar.

O chip virtual do relógio apresenta conexão 4G-LTE, o que significa que, com um plano compatível, o wearable pode realizar chamadas, enviar mensagens e gerenciar notificações sem depender da proximidade do smartphone. 

No que diz respeito à conectividade, o acessório ainda oferece NFC para pagamentos por aproximação, além de Wi-Fi, Bluetooth e GPS de dupla frequência.

O novo smartwatch tem tela OLED de 1,5 polegada, com brilho de até 2.700 nits, em uma caixa de aço inoxidável de 46 mm. A construção inclui proteção IP68 e resistência de 5 ATM, além de Gorilla Glass 3 na tela.

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Monitoramento de saúde com recursos da Polar

A parceria com a Polar aparece principalmente nas ferramentas de saúde, sono e treinamento. O Moto Watch Ultra utiliza sensores de sinais vitais e acompanhamento contínuo para transformar os dados coletados em métricas e orientações ao longo do dia. 

Entre os recursos encontrados no dispositivo, destaque para o Health Insights, com recomendações personalizadas, e o Running Coach, que oferece treinos guiados de corrida e caminhada diretamente no pulso.

A Motorola também ressalta que entre as funcionalidades está o Sleep Plus Stages, sistema que analisa a duração do sono e seus diferentes estágios, incluindo leve, profundo e REM. A noite recebe uma pontuação de 1 a 100, com informações detalhadas que podem ser sincronizadas com o aplicativo Polar Flow. 

Há ainda funções para acompanhar atividade diária, intensidade de movimento, períodos de inatividade, calorias e recuperação.

Na prática esportiva, o aparelho também aposta em recursos para quem não quer ficar limitado ao celular durante os treinos. O GPS de dupla frequência busca melhorar a precisão da localização em ambientes externos, enquanto a conexão Bluetooth permite o uso de fones de ouvido diretamente com o relógio.

Moto Watch Ultra

Wear OSe autonomia de até 50 horas

O novo relógio da Motorola roda Wear OS, sistema operacional do Google desenvolvido para smartwatches e outros dispositivos vestíveis. A plataforma permite instalar aplicativos pela Google Play Store e acessar serviços como: 

  • Google Maps;

  • Google Messages;

  • Google Gemini;

  • YouTube Music;

  • Spotify;

  • WhatsApp;

  • Strava. 

O acessório também sai da caixa com o processador Snapdragon W5+ Gen 1, chip de alto desempenho desenvolvido pela Qualcomm. O componente promete mais agilidade no uso geral do relógio, permitindo uma abertura mais rápida de aplicativos e animações mais fluidas.

Segundo a Motorola, a bateria do novo smartwatch pode chegar a dois dias de uso ativo, com estimativa de 50 horas sem always-on e 45 horas com o recurso ativado. A empresa também afirma que 15 minutos de carregamento podem entregar até 24 horas de uso, embora a autonomia varie conforme as condições e os padrões de utilização.

O Moto Watch Ultra chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.999. Mas você também pode conferir qual é o melhor smartwatch para comprar hoje, segundo especialistas do Canaltech.

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Golpe usa site oficial do ChatGPT para infectar PCs com Windows

1 October 2026 at 15:01

Criminosos estão usando páginas hospedadas no próprio domínio do ChatGPT para levar usuários do Windows a instalar um malware capaz de assumir o controle do computador. A campanha foi identificada pela empresa de segurança Huntress e explora os GPTs personalizados, versões do chatbot que podem ser criadas por terceiros e publicadas dentro do “chatgpt.com”.

Um dos GPTs maliciosos recebeu o nome de “Plus 5.6”, em uma tentativa de fazê-lo parecer um produto oficial da OpenAI. A fraude fica mais convincente porque algumas vítimas chegaram à página por anúncios patrocinados exibidos em pesquisas no Google por “ChatGPT”, segundo os pesquisadores.

A Huntress investigou pelo menos 40 incidentes ligados à infraestrutura usada pelos criminosos. Em dois deles, a empresa conseguiu confirmar que a infecção começou diretamente pelo GPT malicioso hospedado no ChatGPT.

Como funciona o golpe?

O ataque começa quando a vítima acessa o “Plus 5.6”. Como os GPTs personalizados ficam hospedados no site oficial do ChatGPT, o endereço exibido no navegador começa com chatgpt.com, o que pode reduzir a desconfiança do usuário.

Há, porém, uma pista de que não se trata de um modelo oficial: a página identifica o responsável pelo GPT como um criador da comunidade.

Ao enviar qualquer mensagem ao chatbot, a vítima recebe um aviso falso de que o serviço está com disponibilidade limitada. A página oferece então a opção de continuar por um suposto “domínio de backup”.

O link leva para uma página hospedada no Google Sites e preparada para imitar uma verificação da Cloudflare. Nesse momento entra em ação uma técnica conhecida como ClickFix, na qual a vítima é instruída a copiar e executar um comando no próprio computador sob o pretexto de resolver um erro ou comprovar que é humana.

ChatGPT

Nesse caso, o comando executado no PowerShell do Windows inicia uma sequência de downloads e instala silenciosamente um arquivo MSI malicioso. Os criminosos também usam programas legítimos e assinados digitalmente para carregar componentes modificados e dificultar a identificação do ataque por ferramentas de segurança.

Ao final do processo, o computador recebe um trojan de acesso remoto, conhecido pela sigla RAT. Segundo a análise da Huntress, o malware permite visualizar a tela, procurar arquivos, acessar câmera e microfone, capturar áudio do sistema e executar novos programas no dispositivo infectado.

A OpenAI retirou do ar um dos GPTs denunciados pela Huntress em 25 de setembro. Dois dias depois, porém, os pesquisadores encontraram outra versão do “Plus 5.6” ligada à mesma campanha.

A empresa de segurança também identificou mudanças posteriores na cadeia de infecção, indicando que os responsáveis continuaram modificando a operação.

Há casos confirmados no Brasil?

Até o momento, não há confirmação pública de brasileiros infectados especificamente por essa campanha.

A Huntress afirma ter atendido pelo menos 40 incidentes associados ao endereço usado na falsa verificação, mas não publicou a localização das vítimas. Além disso, apenas dois desses casos tiveram o GPT personalizado do ChatGPT confirmado como ponto inicial da infecção.

Nas fontes consultadas pelo Canaltech, também não foram encontrados alertas de órgãos brasileiros de segurança digital ou de empresas de cibersegurança que confirmem vítimas do “Plus 5.6” no país.

Isso não impede que usuários brasileiros encontrem golpes semelhantes. A campanha depende principalmente de engenharia social e de anúncios em mecanismos de busca, e não de uma vulnerabilidade restrita a um país.

A principal recomendação é desconfiar de páginas que peçam para abrir o PowerShell, o Prompt de Comando ou a janela Executar do Windows e colar instruções durante verificações de segurança. CAPTCHAs e serviços legítimos normalmente não exigem que o usuário execute comandos no sistema operacional.

Veja também no Canaltech: https://canaltech.com.br/inteligencia-artificial/deepfakes-como-saber-se-um-video-de-candidato-e-verdadeiro/

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Volkswagen ID.4 mal chegou ao Brasil e já tem data para sair

1 October 2026 at 15:01

O ID.4 começou a ser vendido no Brasil há pouco, em uma mudança de estratégia da Volkswagen, mas, ao que tudo indica, não terá vida longa por aqui. Depois de ficar um longo período disponível apenas pelo serviço de assinatura da marca, o SUV elétrico agora pode ser comprado pelos clientes, mas não por muito tempo.

A marca alemã confirmou que o modelo terá vida curta e, em breve, será substituído pelo ID. Tiguan, que estreia na Europa em 2027 e depois chega a outros mercados, incluindo o brasileiro. A estratégia da Volkswagen é clara: abandonar a nomenclatura numérica da linha ID e apostar em nomes já conhecidos, como Tiguan e Polo, que vem fazendo tanto sucesso em sua versão elétrica que já tem fila de espera de 10 meses. 

Volkswagen ID.Tiguan

Além disso, o ID. Tiguan chega com a missão de ser mais eficiente e competitivo que o ID.4 atual, um projeto já desgastado, mas que antes não era acessível para venda. A expectativa é que ofereça baterias maiores que as de 58 kWh e 79 kWh do ID.4, consideradas modestas diante da concorrência, especialmente em um mercado cada vez mais disputado por marcas como BYD e GWM.

Design e diferenciais do ID. Tiguan

O novo SUV elétrico aposta em linhas mais arrojadas e dinâmicas do que o ID.4. Os faróis de LED têm elementos internos recortados, a grade inferior vem em preto e há entradas de ar discretas nas extremidades do para-choque. Na traseira, as lanternas horizontais ocupam toda a largura da carroceria, reforçando a identidade visual.

volkswagen id.tiguan linkedin

Outros detalhes chamam atenção: retrovisores externos rebaixados, barras de teto e maçanetas tradicionais, diferentes dos puxadores tipo alavanca do ID.4. Essas mudanças aproximam o modelo da estética de SUVs premium, reforçando a ideia de versatilidade e sofisticação.

Estratégia global e impacto no Brasil

Segundo o CEO da Volkswagen, Thomas Schäfer, o Tiguan representa a essência da marca e agora será levado ao futuro elétrico. A ideia é oferecer uma linha robusta de SUVs, com opções a combustão e elétricas, atendendo diferentes perfis de clientes.

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Para o Brasil, isso significa que o ID.4 será apenas uma transição. O ID. Tiguan deve chegar após 2027, trazendo mais autonomia e posicionamento premium, o que pode torná-lo um rival direto de modelos como BYD Song Plus e GWM Haval H6. A mudança mostra que a Volkswagen não quer perder espaço no segmento mais competitivo do mercado automotivo atual.

Ainda está interessado no antigo SUV elétrico, mesmo com a aposentadoria próxima? Então vale conferir o review que o CT Auto publicou do Volkswagen ID.4, que entrega uma experiência elétrica verdadeiramente premium!

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Como passar fotos do iPhone para o PC com Windows ou Mac sem perder qualidade

1 October 2026 at 14:52

Você pode transferir fotos e vídeos do iPhone para um computador usando um cabo USB, iCloud, Google Fotos ou outro serviço de nuvem. Se o destino for um Mac, o AirDrop também é uma opção para enviar alguns arquivos sem cabo.

Testado e atualizado pela equipe do Canaltech em setembro de 2026, nas versões mais recentes do iOS, Windows e macOS.

Qual é a melhor forma de passar fotos do iPhone para o PC ou Mac?

Existem diferentes maneiras para transferir fotos e vídeos entre o celular e o computador. No geral, a forma mais prática é utilizar o serviços de armazenamento na nuvem, como o iCloud, ou o AirDrop no Mac.

Porém, caso tenha muitas imagens, especialmente arquivos pesados, o cabo USBtende a oferecer um caminho mais rápido para fazer a cópia.

Como passar fotos do iPhone pelo cabo USB

A exportação de arquivos pelo cabo USB, seja pela porta Lightning e USB-C, é feita da seguinte maneira:

No Windows

Veja como transferir fotos e vídeos no Windows:

  1. Instale o app “Dispositivos Apple” (apps.microsoft.com);
  2. Conecte o iPhone ao PC pelo cabo USB;
  3. Desbloqueie o iPhone e toque em “Confiar”;
  4. Abra o app Fotos;
  5. Aperte em “Importar”;
  6. Selecione as fotos e vídeos que você deseja importar;
  7. Escolha onde salvá-los e inicie a importação;
  8. Aguarde a cópia ser finalizada.

No Mac

A importação pelo Mac é feita dessa forma:

  1. Conecte o iPhone via porta USB;
  2. Desbloqueie o Mac e autorize a conexão;
  3. Abra o app Fotos no computador;
  4. Selecione as fotos desejadas;
  5. Caso prefira, escolha um álbum para importá-las;
  6. Aperte em “Importar”.

Agora é só esperar o processo de importação ser finalizado.

Como transferir os arquivos no formato original

A transferência de fotos e vídeos para o computador podem ser feitas com um formato compatível com mais plataformas, como o JPEG, ou com os arquivos originais, em HEIC ou RAW.

Caso queira manter o formato original, sem conversão, faça o seguinte:

  1. Acesse os ajustes do celular;
  2. Abra o menu “Apps”;
  3. Entre em “Fotos”;
  4. Vá em “Transferir para Mac ou PC”;
  5. Marque a opção “Manter Originais”.
    Como transferir fotos do iPhone no formato original via USB

Como baixar fotos do iPhone pelo iCloud

Outra opção é baixar as fotos e vídeos sincronizados no iCloud. A plataforma pode ser acessada pelo app Fotos do Mac ou pela versão web em qualquer dispositivo:

  1. Acesse o iCloud (icloud.com);
  2. Faça login com a sua conta da Apple;
  3. Vá em “Fotos”;
  4. Selecione as fotos desejadas;
  5. Aperte o botão de download.
    Como baixar fotos pelo iCloud na web

Caso queira acessar os arquivos originais, sem modificação, faça o seguinte:

  1. Marque as fotos e vídeos que você deseja baixar;
  2. Pressione o botão de três pontinhas;
  3. Vá em “Mais opções de download...”;
  4. Escolha a opção “Originais não modificados”.

Como usar o iCloud para Windows

O app do iCloud para Windows também permite acessar a biblioteca diretamente pelo Explorador de Arquivos. Veja como:

  1. Baixe o iCloud para Windows (apps.microsoft.com);
  2. Faça login com sua conta;
  3. Ative o “Fotos do iCloud”;
  4. Escolha uma pasta para guardar as fotos;
  5. Se preferir, altere o formato ou ative os vídeos em HDR;
  6. Salve os ajustes.

Agora basta acessar a pasta indicada para visualizar as fotos sincronizadas no iCloud.

Como transferir fotos pelo AirDrop

O AirDrop permite compartilhar arquivos entre dispositivos da Apple próximos sem depender de cabo USB e demais serviços. Para enviar fotos e vídeos, basta fazer o seguinte:

  1. Abra o app Fotos no seu iPhone;
  2. Marque as fotos desejadas;
  3. Acesse o menu “Compartilhar”;
  4. Vá em “AirDrop”;
  5. Selecione o dispositivo desejado;
  6. Aguarde a transferência ser finalizada.

Dá para usar outros apps de fotos na nuvem?

Sim. Também é possível transferir fotos utilizando outras plataformas, como o Google Fotos, por exemplo.

Pelo Google Fotos

O Google Fotos armazena fotos e vídeos no armazenamento do Google Drive. Veja como usá-lo no seu iPhone:

  1. Baixe o app e faça login (apps.apple.com);
  2. Permita o acesso à biblioteca de fotos;
  3. Aperte em “Ativar backup”;
  4. Toque na sua foto de perfil;
  5. Vá em “Configurações de Google Fotos”;
  6. Entre em “Backup”;
  7. Toque em “Qualidade de fotos e vídeos”;
  8. Escolha a opção desejada.
    Como sincronizar fotos do iPhone no Google Fotos

Agora é só acessar a plataforma pelo seu computador:

  1. Acesse o Google Fotos pelo navegador (photos.google.com);
  2. Selecione as fotos desejadas;
  3. Baixe as fotos.

Vale lembrar que, ao fazer upload dos arquivos na qualidade original, o Google Fotos necessita de mais espaço para armazenar as fotos e vídeos.

Pelo Google Drive

Caso queira enviar arquivos pontuais, sem criar uma galeria de fotos em outra plataforma, a alternativa é enviá-los através do Google Drive. Assim, você consegue não apenas acessá-los no seu PC como é possível compartilhar facilmente com outras pessoas.

  1. Baixe o Google Drive e faça login (apps.apple.com);
  2. Abra a galeria de fotos no celular;
  3. Selecione as mídias desejadas;
  4. Abra o menu para compartilhar;
  5. Escolha o Google Drive;
  6. Indique uma pasta para guardar as fotos;
  7. Inicie o upload.

Depois é só abrir o Google Drive no computador e baixar as fotos.

Pelo OneDrive

O OneDrive é uma alternativa para quem não utiliza serviços do Google:

  1. Instale o OneDrive e faça login (apps.apple.com);
  2. Escolha as fotos que deseja salvar na galeria do iPhone;
  3. Abra o menu para compartilhar;
  4. Toque em “OneDrive”;
  5. Selecione uma pasta para fazer o upload;
  6. Inicie o upload;
  7. Acesse o OneDrive pelo PC e baixe as fotos.

Passar fotos por cabo reduz a qualidade?

Não. A transferência via cabo não impacta a qualidade do arquivo da foto, desde que você não faça alterações no arquivo.

Por que algumas fotos não aparecem ao conectar o iPhone ao Windows?

Ao conectá-lo no computador, o iPhone exibe apenas os arquivos que estão salvos no armazenamento do celular. Dessa forma, é preciso baixar as fotos e vídeos salvos apenas no iCloud antes de transferi-los via cabo USB.

As fotos do iCloud ficam no PC se eu apagá-las do iPhone?

Depende. Se você criou uma cópia da foto no computador, o arquivo continua salvo normalmente após removê-lo do iPhone. Contudo, caso esteja armazenado apenas no iCloud, o arquivo é removido de todos os dispositivos sincronizados.

Google Fotos em “Economia de armazenamento” mantém a qualidade original?

Segundo o Google, as fotos maiores de 16 MP são redimensionadas para reduzir o consumo de espaço ao ativar o modo “Economia de armazenamento”. Além disso, os arquivos podem ser guardados em um formato diferente, como JPG.

O mesmo é válido para vídeos. Neste caso, os conteúdos são reduzidos para 1080p, caso ultrapassem essa resolução, e terão a “aparência próxima à do original”.

Dá para transferir fotos do iPhone para o Linux?

Sim. O caminho mais prático para baixar fotos do iPhone em sistemas baseados em Linux é através do iCloud e de outros serviços na nuvem, como o Google Fotos.

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Google cria teclado maluco que leva cada tecla até seu dedo

1 October 2026 at 14:36

O Google Japão apresentou nesta quinta-feira (1º) mais um de seus teclados experimentais e, desta vez, decidiu inverter a lógica da digitação. Chamado de Rotating Gboard Keyboard, o projeto coloca as teclas em uma espécie de esteira para que cada letra vá até o dedo do usuário.

A ideia é simples e, ao mesmo tempo, bastante absurda. Em um teclado comum, os dedos precisam percorrer as teclas até encontrar cada letra. No novo conceito do Google, basta manter a mão parada e esperar a opção desejada aparecer na sua frente.

A própria empresa brinca que os teclados convencionais ficaram "normais demais" e trata a mudança como uma espécie de "revolução copernicana" da digitação.

Teclado do Google funciona como uma esteira

O Rotating Gboard Keyboard distribui suas teclas sobre uma estrutura que gira continuamente. Portanto, se o usuário quiser digitar a letra "A", por exemplo, não precisa levar o dedo até ela: basta esperar que o "A" complete seu percurso até chegar à posição correta.

Cada esteira conta com 29 teclas e aceita letras maiúsculas e minúsculas. A proposta também favorece a digitação com apenas uma mão ou até mesmo com um único dedo, já que praticamente todo o trabalho de deslocamento fica por conta do próprio teclado.

Quem achar que uma mão parada é pouco ainda pode montar uma segunda unidade. Nesse caso, cada mão fica responsável por uma esteira diferente, o que deve tornar a experiência um pouco menos demorada e muito mais estranha.

Naturalmente, o projeto não tem a pretensão de substituir teclados convencionais no escritório. Ele faz parte da tradição de conceitos experimentais desenvolvidos pela equipe japonesa do Gboard. Veja como o periférico bizarro funciona:

Google Japão tem tradição de criar teclados bizarros

O Google Japão aproveita o dia 1º de outubro para apresentar projetos inusitados de teclado desde 2021. A escolha da data também faz parte da brincadeira: no formato mês/dia, 10/1 pode ser lido como "101", em referência aos tradicionais teclados de 101 teclas.

A iniciativa substituiu, de certa forma, as antigas brincadeiras de 1º de abril feitas pela empresa. Desde então, a divisão japonesa passou a reservar outubro para mostrar ideias pouco convencionais relacionadas ao Gboard.

O modelo rotativo deste ano mantém essa tradição e talvez seja um dos mais excêntricos já apresentados. Em vez de tentar reduzir o número de teclas, mudar o formato ou reinventar a disposição das letras, a equipe resolveu simplesmente colocar tudo em movimento.

Dá para montar o teclado em casa

Como costuma acontecer com esses experimentos, o Google não pretende vender o Rotating Gboard Keyboard. Isso não significa, porém, que ele ficará restrito aos escritórios da empresa.

O projeto foi disponibilizado como open source, o que permite que qualquer pessoa construa sua própria versão. Para isso, é claro, será preciso ter os componentes necessários, algum conhecimento técnico, bastante paciência e uma disposição considerável para transformar a tarefa de digitar em um pequeno passeio de esteira.

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O que vai acontecer quando os remakes de Resident Evil acabarem? Capcom explica

1 October 2026 at 14:36

A franquia Resident Evil tem emplacado sucesso atrás de sucesso nos últimos anos, principalmente por conta dos remakes. Na última década, foram três títulos inéditos e outros três games refeitos, mas isso vai acabar em algum momento. Jun Takeuchi, um dos diretores da série, deixou claro agora que esses dois caminhos diferentes vão se encontrar lá na frente, quando não tiver mais o que refazer.

Em um evento de comemoração dos 30 anos da franquia, Takeuchi disse que a Capcom já pensa no que fazer quando esse momento chegar:

"Um dia, a série de remakes alcançará a era dos títulos numerados e já estamos pensando no que faremos quando isso acontecer. Temos nos preparado gradualmente para isso desde a época de Resident Evil Village. O surgimento de nomes como Umbrella e Spencer, bem como o retorno de Raccoon City em Requiem, também fazem parte da preparação para um crossover".

Segundo o diretor, essa virada começou a acontecer em Resident Evil 7: Biohazard, com elementos que, inicialmente, seriam somente "fan service", mas os jogadores ficaram "muito mais entusiasmados" do que os desenvolvedores esperavam, chegando até a "analisar os pensamentos que a equipe de desenvolvimento mantinha em segredo".

Por isso, a Capcom acabou expandindo esse aspecto em RE Village e RE Requiem, trazendo referências como a origem da Umbrella e o retorno de Chris Redfield, além de Leon Kennedy mais velho em Raccoon City décadas depois do incidente original que acontece nos games RE2 e RE3.

Remakes continuam nos próximos anos

A Capcom já refez Resident Evil 2, 3 e 4. Code Veronica é o próximo e ele chega em 2027. Além disso, rumores indicam que os trabalhos em RE 0 seguem avançando, além do primeiro jogo, que parece estar em estágio inicial de desenvolvimento. Com os remakes desses jogos prontos, restariam somente RE5 e RE6, títulos que até mesmo os rumores seguem escassos.

Além disso, essa nova fase da franquia Resident Evil tem potencial de deixar furos no roteiro, como já acontece. E, ao que parece, a Capcom deve focar cada vez mais em fan service. Se os remakes têm o propósito de misturar os diferentes caminhos lá na frente, isso significa que teremos um jogo no estilo do longa Death Island? É esperar para ver.

Enquanto esse momento não chega, você pode conferir a ordem certa de jogar e assistir Resident Evil, já que os games e os longas em CGI se complementam.

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Review Gears of War: E-Day | Dia da Emergência entrega beleza e brutalidade

1 October 2026 at 14:00

Em 7 de novembro de 2006, chegou às prateleiras de todo o mundo o revolucionário Gears of War, jogo exclusivo do XBOX que se destacou por seu sistema de cobertura criativo e bem-feito, seu gameplay visceral, além de revolucionar o modo online e inspirar muitos outros títulos daquela geração.

Depois de 20 anos, Gears of War: E-Day chega aos XBOX Series como uma prequel da franquia e primeiro jogo exclusivo vitalício do XBOX em anos. Além dessas responsabilidades, Marcus Fenix, Dom Santiago e companhia têm a importante missão de rechear as comemorações de 25 anos da marca, logo após Forza Horizon 6 e Halo: Campaign Evolved.

Mas, afinal, Gears of War: E-Day valeu seis anos de espera por um novo jogo da The Coalition? O título está tão impressionante quanto nos foi apresentado?

Prós

  • Ação cinematográfica;

  • Gráficos de ponta na Unreal Engine 5;

  • Jogabilidade e sistema de cobertura responsivos;

  • Variedade de inimigos;

  • Química do Esquadrão Bravo.

Contras

  • Quedas constantes de FPS em todo o jogo no XBOX Series X;

  • Problemas de áudio e dublagem;

  • Trilha sonora morna;

  • Repetitividade e reutilização de cenários;

  • Oportunidades perdidas na narrativa.

O Dia da Emergência é brutal e lindíssimo

Uma das tarefas mais difíceis para qualquer obra é conseguir atrair as pessoas em seus primeiros momentos. Nos videogames, consigo me lembrar do início brutal e caótico de The Last of Us como um dos mais marcantes de todos. Felizmente, Gears of War: E-Day segue uma linha muito parecida e entra para esse hall da fama.

O jogo se passa antes dos eventos do primeiro título, durante o Dia da Emergência, momento em que a raça subterrânea conhecida como Locust invade o planeta Sera e devasta tudo o que vê pela frente. Gears of War: E-Day, em específico, se passa na cidade de Kalona pouco tempo depois do fim da Guerra do Pêndulo, local onde Dom Santiago e Marcus Fenix dão uma pausa após a morte do irmão e companheiro Carlos Santiago, que perdeu a vida no conflito.

Gears of War: E-Day

Gears of War: E-Day começa com os dois pés na porta. Logo de início, já conhecemos o que viria a ser o Esquadrão Bravo, formado pela dupla conhecida pelos fãs, mas com a estreia de Mags Carter e Lucas Reyes. Juntos, eles precisam lidar com um cenário totalmente novo: buracos surgem do chão e criaturas não humanas atacam tudo o que veem pela frente.

Desde o primeiro momento de gameplay, a The Coalition mostrou todo o seu poderio tecnológico e pedigree na Unreal Engine 5. Embora seja um jogo linear, o que facilita as coisas, Gears of War: E-Day possui gráficos simplesmente incríveis.

Além disso, há um nível de detalhes e uma densidade de objetos no cenário de tirar o chapéu. O título conta com texturas bem complexas e detalhadas, iluminação fantástica e reflexos em superfícies como vidros e poças d’água que colocam a franquia em outro patamar gráfico. A mesma qualidade se repete nas cutscenes e na captura de movimentos, que só melhoram com o passar do jogo.

Gears of War: E-Day

É uma primeira impressão caótica, mas lindíssima, digna de um jogo da série Gears, conhecida por sua visceralidade. De início, o jogo até passa a sensação de que vai pegar emprestado elementos de terror, mas deixa essa estética rapidamente.

Ação de outro mundo

Embora os gráficos sejam um grande convite para entrar na guerra contra os Locusts, Gears of War: E-Day reitera mais uma vez que estamos falando de um jogo de ação. A The Coalition não apenas mostrou isso com takes mais cinematográficos, destruição em massa e explosões para todos os lados, como também refinou as conhecidas mecânicas da franquia.

Gears of War: E-Day entrega um sistema de cobertura ultra-responsivo e dinâmico, que permite transições fluidas entre diversas estruturas e incentiva o jogador a se locomover a todo momento para contornar as linhas inimigas. O ritmo frenético dos combates também ajuda a ressaltar a ação no jogo de tiro em terceira pessoa. A brutalidade segue o pedigree da série, com sangue, vísceras e cenas chocantes para todos os lados.

A progressão acontece de maneira linear, com algumas poucas áreas abertas, mas ainda direcionadas para a ação. O looping de gameplay alterna entre missões de suporte, combate a ondas de inimigos, defesa de posições, coleta de munição e exploração do cenário.

Gears of War: E-Day

Nesses locais mais amplos, Marcus Fenix pode realizar algumas missões paralelas que concedem modificações para o arsenal da CGO, também encontradas em baús espalhados pelo mapa. Cada arma do jogo pode contar com até quatro melhorias que mudam aspectos como dano, precisão, cartucho e coice, entre outros atributos. Os jogadores também contam com upgrades para a armadura e itens táticos como bombas de adrenalina e rastreadores de inimigos.

Essas modificações também incentivam os jogadores a explorar os mapas de Kalona para conseguir mais melhorias — o que funciona, ao menos no início do jogo. Isso porque há tantas opções de upgrades que fica até cansativo ir atrás de mais deles, sendo que vários são pouco proveitosos. Navegar pela interface das armas é outra tarefa que se torna burocrática quanto mais nos aproximamos do fim.

Seria interessante se a The Coalition optasse por um sistema mais simplificado, como vemos na franquia DOOM, por exemplo. Se o foco do jogo é a ação, o jogador não quer perder tempo lendo dezenas de descrições de melhorias das várias armas.

Locusts mais atacados do que nunca

Não teríamos ação sem os antagonistas do game. Gears of War: E-Day apresenta uma boa variedade de inimigos que permitiu à The Coalition explorar diversas situações de maneiras diferentes, embora a repetitividade ainda seja uma questão presente.

O jogo não oferece novas formas de jogar ou enfrentar os inimigos de manerias diferentes com muita frequência. São as atividades de progressão padrão: elimine os inimigos da área e continue. Contudo, pelo menos até a metade da campanha, a produtora amenizou a sensação de repetitividade ao posicionar os inimigos em locais diferentes e variar os tipos de ameaças. O level design brilha por muito tempo em Kalona, mas vai perdendo seu brilho aos poucos.

Nos trechos finais do jogo, a fórmula de combater os Locusts e prosseguir vai ficando maçante. Um fator que contribui muito para isso é a frequente reutilização de cenários. Podemos citar o Centro de Kalona, que funciona como uma espécie de hub entre as missões e pelo qual passamos pelo menos três vezes.

Gears of War: E-Day

Claro que a The Coalition se deu ao trabalho de destruir o distrito mais e mais a cada passagem do Esquadrão Bravo, mas a sensação de "já passei por aqui" deixa um tom amargo no final da experiência.

Há níveis muito legais em Gears of War: E-Day e não dá para entender por que a desenvolvedora optou por repetir alguns desses cenários. Embora isso ajude o jogador a se familiarizar com os locais, se perde o fator novidade. A equipe poderia ter usado esse espaço para introduzir novas mecânicas de combate, fugindo um pouco do padrão convencional da série.

Felizmente, essa repetitividade é interrompida pelas batalhas contra chefes e inimigos mais fortes. Logo de início, enfrentamos alguns Locusts barra-pesada e gigantescos, que ressaltam ainda mais a ação do jogo. Embora esses chefes não contem com padrões de ataque muito complexos — variando de duas a quatro ações diferentes —, monstros como um sapo gigante ou um mini-Godzilla já colocam Gears of War: E-Day em uma escala ainda maior de ação.

Esquadrão Bravo brilha no Dia da Emergência

Gears of War nunca escondeu um de seus pontos mais fortes: a dinâmica entre os protagonistas. No novo jogo, os personagens possuem uma profundidade que vai além do superficial. A química entre eles dispensa comentários, e há toda uma evolução na forma como lidam um com o outro e com as missões que lhes são atribuídas.

Logo na abertura, podemos notar os dramas pessoais dos membros. Marcus Fenix, por exemplo, perdeu seu irmão de consideração na guerra e precisa lidar com o luto a todo instante. Dom Santiago quer pendurar a armadura, mas a invasão dos Locusts gera incertezas sobre o paradeiro de sua família. Mags, uma ex-Gear, questiona a todo momento os superiores e a estrutura daquele mundo. Por fim, Lucas é o recruta inexperiente que, diferentemente de outros casos em que arquétipos assim viram mero alívio cômico, evolui ao perceber a brutalidade da guerra.

Gears of War: E-Day

Há um desenvolvimento consistente dos personagens ao longo da campanha, algo reforçado nos coletáveis que contam não apenas a história daquele mundo, mas também dos personagens que lá habitam. O grande problema é que a The Coalition abusou dos itens colecionáveis para se aprofundar na narrativa de Gears of War: E-Day, o que pode incomodar quem não gosta de ir do ponto A ao B sem justificativa clara.

Claro que estamos falando de um shooter de ação, e o tiroteio precisa ser o foco. A questão é que há várias abordagens que a desenvolvedora deixou de lado. É o caso do autoritarismo da CGO, que, embora seja abordado em diversos momentos, acaba esquecido no fim das contas. Há até um representante da organização militar que poderia ser um ótimo antagonista, em especial por suas motivações questionáveis, mas cuja trama não é tão bem explorada.

Os problemas em Kalona

Não é possível falar sobre Gears of War: E-Day sem mencionar sua qualidade gráfica impressionante. Porém, todo esse pedigree vem acompanhado de problemas de performance. Toda a campanha do Esquadrão Bravo em Kalona foi marcada por quedas constantes de FPS no XBOX Series X (mesmo no modo desempenho).

As áreas mais abertas são ainda mais críticas nesse quesito. Essa perda de rendimento se intensifica no trecho final do jogo, quando há dezenas de inimigos por todos os lados. Cheguei a enfrentar um crash inesperado nos momentos decisivos da campanha. O problema pode ser fruto da Unreal Engine 5, que ganhou má fama entre os jogadores de PC por conta de títulos lançados com otimização aquém do esperado.

Gears of War: E-Day é um jogo pesado e que deve dar trabalho em hardware menos potente. As quedas de taxa de quadros não chegam a tornar o shooter injogável, mas podem incomodar quem valoriza estabilidade.

Gears of War: E-Day

Outro ponto negativo é o design de áudio do jogo. Gears of War: E-Day conta com muitos diálogos fora das cutscenes, em especial entre os membros do Esquadrão Bravo. O grande problema é que a mixagem de som parece desalinhada: as vozes dos personagens ficam muito baixas em comparação com o som ambiente e os efeitos sonoros. Mesmo ajustando as configurações, é possível ver uma discrepância marcante.

A dublagem em português do Brasil também apresenta deslizes. Em vários momentos, ocorrem dessincronização labial, sobreposição de vozes e falas cortadas que retornam com atraso após o fim das cenas. Somado à mixagem inconsistente, ouvir uma conversa entre Marcus e Dom em meio ao tiroreio pode ser uma tarefa difícil, principalmente se as legendas estiverem desativadas.

A trilha sonora do jogo também é discreta demais. Em certos momentos, há apenas temas militares genéricos que definitivamente não marcam. Não se trata de uma trilha ruim, mas sim da ausência de faixas mais marcantes que pudessem elevar a ação visceral que Gears of War: E-Day oferece.

Gears of War: E-Day vale a pena?

Gears of War: E-Day veio com a missão de não só representar a franquia na geração do XBOX Series, mas também comemorar os 25 anos da marca XBOX. Embora os problemas de performance, áudio e repetitividade sejam um tendão de Aquiles para o Esquadrão Bravo, a The Coalition conseguiu entregar exatamente o que o fã espera de um Gears quando o assunto é temática militar e ação visceral.

Gears of War: E-Day

Não espere uma grande revolução ou a reinvenção da roda. Gears of War: E-Day é um título feito para quem valoriza a jogabilidade em primeiro lugar. O game resgata o espírito dos grandes shooters da era do XBOX 360: direto ao ponto, divertido e visceral, independentemente da história ou de outros detalhes secundários.

Os grandes acertos ainda ficam para a dinâmica do Esquadrão Bravo, a qualidade gráfica impressionante e uma direção de jogo que coloca a ação e a diversão em primeiro lugar.

*Gears of War: E-Day foi avaliado em cópia digital gentilmente cedida ao Canaltech pela XBOX Brasil

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Huawei Mate 90 estreia com câmera de encaixar e até 3 linhas ativas

1 October 2026 at 13:54

A Huawei apresentou a nova linha Mate 90 com mudanças importantes em câmeras, desempenho e conectividade. O principal destaque fica para o Mate 90 Pro Max Collector's Edition, que aceita uma câmera externa com zoom óptico contínuo de 10x e transforma o celular em um sistema fotográfico modular.

A série também estreia a tecnologia Quad-SIM Triple-Standby, com suporte para até quatro chips entre SIM físico e eSIM e três linhas disponíveis simultaneamente em standby. O catálogo inclui Mate 90, Mate 90 Pro, Mate 90 Pro Max, Pro Max Collector's Edition e o Mate 90 RS Ultimate Design.

Mate 90 ganha câmera externa com zoom óptico de 10x

A grande novidade da geração é o Huawei Ruiying Z10, um módulo de câmera que pode ser acoplado ao Mate 90 Pro Max Collector's Edition pelo sistema HyperClick.

O acessório tem câmera própria Red Maple de terceira geração e cobre distâncias focais equivalentes de 24 mm a 240 mm. Na prática, isso entrega zoom óptico contínuo de 10x, com abertura máxima variável entre f/2.0 e f/4.5.

A Huawei também oferece perfis de cores inspirados em câmeras clássicas e suporte para filtros externos. A proposta é aproximar o celular de uma câmera dedicada sem depender apenas das lentes e sensores instalados no aparelho.

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Vale destacar que o Ruiying Z10 não acompanha toda a linha Mate 90, e a compatibilidade foi anunciada para a edição Collector's Edition do Mate 90 Pro Max.

Câmeras chegam a 200 MP no Mate 90 Pro Max

Mesmo sem o módulo externo, a Huawei trouxe mudanças importantes para as câmeras da família. Toda a série usa a terceira geração da tecnologia Red Maple Primary Color, que promete uma precisão de cores 37% maior.

O Mate 90 básico tem câmera principal RYYB de 50 MP, sensor de 1/1,56 polegada e abertura variável contínua entre f/1.4 e f/4.0. O conjunto ainda inclui telefoto de 50 MP com zoom óptico de 4x e ultrawide de 40 MP.

Já o Mate 90 Pro aumenta o sensor principal para 1/1,28 polegada e mantém a resolução de 50 MP e a abertura variável. A telefoto também tem 50 MP, mas adiciona recursos para fotografia macro.

O Mate 90 Pro Max vai além. A principal de 50 MP traz tecnologia LOFIC e alcance dinâmico anunciado de 18 EV, enquanto a telefoto sobe para 200 MP. O zoom óptico permanece em 4x, com opção de 8x em qualidade óptica.

Tela chega a 12.000 nits

O Mate 90 e o Mate 90 Pro têm telas planas de 6,75 polegadas, enquanto o Pro Max aumenta o tamanho para 6,9 polegadas. Todos os modelos contam com reconhecimento facial 3D por ToF.

Nos modelos Pro e Pro Max, a Huawei usa a segunda geração da tela Linglong, com arquitetura Tandem OLED de duas camadas. O painel trabalha em conjunto com o chip dedicado Zhuque e traz otimização de imagem por IA em nível de pixel.

Segundo a fabricante, o pico de brilho pode chegar a 12.000 nits. No Pro Max, o painel Full-Color Linglong ainda oferece suporte à gama de cores BT.2020.

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 A proteção também recebeu atenção especial. Toda a família usa a terceira geração do Kunlun Glass e conta com certificações IP68 e IP69. A Huawei afirma que os aparelhos resistem a imersões de até 6 metros, além de jatos de água sob alta pressão e temperatura.

Novos chips Kirin equipam toda a linha

A Huawei dividiu a família Mate 90 entre diferentes versões dos novos chipsets Kirin, que passam a adotar a designação τ (tau).

O Mate 90 usa o Kirin 9030 Flagship τ. Segundo números da própria Huawei, ele tem CPU 13% mais rápida, GPU 54% superior e NPU 13% mais potente que o Kirin 9020.

O Mate 90 Pro sobe para o Kirin 9035 Flagship τ, com ganhos anunciados de 11% em CPU, 10% em GPU e 51% em NPU sobre o Kirin 9030.

Já o Mate 90 Pro Max usa o Kirin 9050 Pro Logic Folding τ. A Huawei destaca uma densidade de 238 milhões de transistores por mm², 28% acima da geração anterior. A versão do Pro Max com 12 GB de RAM, porém, traz o Kirin 9050 sem o sufixo Pro.

Huawei permite usar até quatro chips

Outro diferencial do Mate 90 Pro Max é o chamado Quad-SIM Triple-Standby. A tecnologia aceita quatro chips entre opções físicas e eSIM e mantém até três linhas em standby ao mesmo tempo.

A Huawei também adicionou uma antena que combina conexões Wi-Fi e celular, além de um sistema de comunicação colaborativa entre vários dispositivos e um novo modo voltado para atividades ao ar livre.

No Pro Max, a bateria chega a 6.800 mAh. O aparelho ainda traz uma tecnologia para chamadas mais discretas, com estrutura de áudio de triplo diafragma criada para reduzir o vazamento do som durante conversas.

HarmonyOS 7 traz mais recursos de IA

A família estreia com o HarmonyOS 7 e amplia a presença da assistente Xiaoyi. Entre os recursos estão um assistente para anotações, ferramentas inteligentes na galeria e o Air Transfer, que permite transferir conteúdos por gestos.

O sistema também recebeu melhorias no Huawei Share, transferência remota de fotografias e comunicação entre aparelhos com sistemas diferentes.

Na segurança, a Huawei adicionou detecção de páginas maliciosas e identificação de chamadas redirecionadas do exterior.

Huawei Mate 90 series

Mate 90 RS Ultimate Design aposta em titânio

No topo da família está o Huawei Mate 90 RS Ultimate Design. A versão tem visual próprio, com acabamento inspirado em diamante, microtextura em relevo e estrutura unibody feita em titânio polido.

O aparelho herda grande parte do hardware do Pro Max Collector's Edition, como o Kirin 9050 Pro, as câmeras avançadas, o Quad-SIM Triple-Standby e a compatibilidade com o Ruiying Z10.

O RS também oferece comunicação via satélite Tiantong e mensagens por Beidou. A Huawei retirou a opção de 20 GB de RAM disponível na geração anterior, mas agora oferece armazenamento de até 2 TB.

Preços da linha Huawei Mate 90

O Huawei Mate 90 parte de ¥ 5.999, cerca de R$ 4.633 em conversão direta. O modelo mais caro da família chega a ¥ 18.999, aproximadamente R$ 14.672. Até o momento não há informações sobre a estreia fora da China. Veja os preços locais de cada variante:

Modelo Versão Preço Conversão direta
Mate 90 12 GB + 256 GB ¥ 5.999 R$ 4.633
Mate 90 12 GB + 512 GB ¥ 6.999 R$ 5.405
Mate 90 12 GB + 1 TB ¥ 8.499 R$ 6.564
Mate 90 Pro 12 GB + 256 GB ¥ 6.999 R$ 5.405
Mate 90 Pro 12 GB + 512 GB ¥ 7.999 R$ 6.177
Mate 90 Pro 16 GB + 512 GB ¥ 8.499 R$ 6.564
Mate 90 Pro 16 GB + 1 TB ¥ 9.999 R$ 7.722
Mate 90 Pro Max 12 GB + 512 GB ¥ 9.499 R$ 7.336
Mate 90 Pro Max 16 GB + 512 GB ¥ 9.999 R$ 7.722
Pro Max Collector's Edition 16 GB + 512 GB ¥ 10.999 R$ 8.494
Pro Max Collector's Edition 16 GB + 1 TB ¥ 12.999 R$ 10.039
Pro Max Collector's Edition Kit completo ¥ 19.499 R$ 15.059
Ruiying Z10 Encaixe H1 ou H2 ¥ 5.999 R$ 4.633
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 512 GB ¥ 12.999 R$ 10.039
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 1 TB ¥ 14.999 R$ 11.583
Mate 90 RS Ultimate Design 16 GB + 2 TB ¥ 18.999 R$ 14.672

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Google apresenta Gemini 4 Argon, nova IA para peitar ChatGPT e Claude

O Gemini 4 Argon é o novo modelo de IA mais poderoso do Google e a resposta da empresa para bater de frente com GPT-6 Astra e Claude Fable 5.1. A novidade foi revelada nesta quarta-feira (30), mas ainda não pode ser usada pelo público enquanto passa por testes de segurança.

É o primeiro anúncio de um modelo de fronteira pela Gigante de Mountain View desde o primeiro semestre, com a família Gemini 3.5. Nos últimos meses, a Big Tech focou em atualizações menores de seus modelos da variante Flash, voltados para tarefas mais rápidas, enquanto concorrentes apostaram em alternativas mais avançadas. 

O Google afirma usar o Gemini 4 Argon internamente, inclusive na área de pesquisas de computação quântica. O novo modelo evolui consideravelmente a janela de tokens, que passa de 64 mil para um milhão e permite gerar respostas com mais contexto. 

Gemini 4 Argon

Você ainda não pode usar o modelo

O Gemini 4 Argon foi revelado ao público, mas ainda não pode ser acessado. A fase inicial de lançamento é limitada para um grupo de defensores cibernéticos e testadores — após coletar feedback e aplicar ajustes, o modelo será liberado para assinantes do plano Google AI Ultra.

A empresa segue um padrão no mercado para aumentar os testes de segurança antes de liberar modelos mais inteligentes. A prática se tornou mais comum após os casos de ataques hackers autônomos por IAs e chegou a atrasar o lançamento do GPT-6 Astra pela OpenAI.

Por falar em Gemini, o assistente do Google vai acabar com os Gems e substituí-los por Skills, similar ao que acontece no Claude

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BYD Shark é “invadida” por hacker e expõe fragilidade de carros conectados

1 October 2026 at 13:04

A BYD Shark, picape eletrificada que, até o momento, ainda não se destacou  no mercado brasileiro, virou alvo de um experimento de cibersegurança na Austrália. O especialista Dan Hreszczuk, fundador da Fortify Labs, conseguiu assumir remotamente diversas funções do veículo sem precisar quebrar criptografia complexa. Para a invasão, bastou ao "hacker" acessar uma porta de software sem senha para iniciar a invasão.

Durante o teste, realizado em uma estrada próxima a Camberra, o hacker desligou os faróis da picape de 2.600 kg enquanto ela rodava a 30 km/h à noite. Também acionou os limpadores na velocidade máxima, travou portas, alterou imagens da multimídia e reproduziu áudios para distrair o motorista.

Além dos comandos físicos, Hreszczuk acessou o microfone interno e rastreou a localização do veículo em tempo real. Ele gravou o comando de voz usado para ativar o assistente do celular do motorista e, ao reproduzi-lo nos alto-falantes, conseguiu induzir o smartphone a revelar dados sensíveis como endereço e data de nascimento.

Riscos e debate sobre carros conectados

Embora funções vitais como freios e câmeras tenham proteção mais robusta, a invasão mostrou que iluminação e sistemas multimídia podem ser manipulados com facilidade. Em alta velocidade, a perda repentina dos faróis poderia causar acidentes graves.

Hacker

O caso reacende o debate sobre espionagem e privacidade por hackers em veículos modernos, que funcionam como computadores sobre rodas. No Brasil, onde a BYD Shark também é vendida, ainda não há regulamentação clara sobre padrões mínimos de cibersegurança automotiva.

O que dizem especialistas sobre carros autônomos

O CT Auto já havia abordado o tema sobre invasão a carros autônomos em 2021, na entrevista com Fabio Assoline, analista-sênior da Kaspersky, empresa de segurança digital fundada em 1997. O especialista alertou que a invasão dos sistemas dos carros conectados não é obra de ficção: “Sim, porque no momento nós vemos carros conectados. Não é ficção. Isso pode acontecer, desde que haja vulnerabilidade”.

hacker cibersegurança

Assoline citou um caso de 2015, quando hackers invadiram um Chrysler Cherokee e conseguiram controlar acelerador e freios. Para ele, ataques a carros inteligentes são uma questão de tempo se fabricantes não reforçarem testes e atualizações constantes de software.

Caminhos para maior proteção

Montadoras como Mercedes-Benz e Volvo afirmam que separam sistemas críticos (freios, direção, acelerador) dos conectados, reduzindo riscos. Já a Stellantis chegou a realizar recall em 1,4 milhão de veículos para instalar patches de segurança após um ataque semelhante.

Carro protegido

O episódio da BYD Shark mostra que, sem protocolos globais de cibersegurança, carros conectados podem se tornar alvos fáceis. A pressão agora recai sobre fabricantes e reguladores para garantir que a evolução tecnológica não comprometa a segurança dos motoristas.

Vale pontuar que o caso da invasão à picape da BYD não é um fato isolado. Recentemente, carros modernos viraram alvo de hackers com falha em chip de comunicação; relembre.

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Combina com tudo: tema clássico de Guile ganha versão épica para filme de Street Fighter

1 October 2026 at 12:57

A Paramount Pictures disponibilizou nesta quarta-feira (30) o emblemático tema do personagem Guile para o filme baseado em Street Fighter. A composição soma-se ao que já era considerada uma trilha sonora épica, o que tem potencial para elevar ainda mais a escala da produção.

O estúdio liberou a música nas plataformas Apple Music, Spotify, Amazon Music, YouTube Music, Deezer e Tidal. Quem conhece a versão original notará um solo de guitarra e algumas mudanças para se encaixar melhor em um longa-metragem — contudo, a sua “alma” continua no lugar.

Vale notar a atenção redobrada que a direção oferece ao personagem. Além de Guile estar presente em vários trailers em posição de destaque, o balde de pipoca replica o seu icônico corte de cabelo e agora a sua faixa também é divulgada como uma das principais músicas da obra.

O lutador será interpretado por Cody Rhodes (Corra que a Polícia Vem Aí e Arrow), que também possui uma carreira estelar no cenário das lutas livres profissionais do WWE. Não foi revelado o peso do seu arco na história, porém nota-se que ele terá uma participação maior do que os demais heróis. 

Toda a trilha sonora de Street Fighter, com 39 músicas, será disponibilizada no dia 16 de outubro de 2026. No Brasil, o longa-metragem estreia nos cinemas um dia antes — em 15 de outubro. A pré-venda dos ingressos já foi liberada em todo o país.

A icônica trilha de Guile em Street Fighter

Quando a internet viveu o seu auge, entre o fim dos anos 2000 e início da década de 2010, o som original que embala o estágio do personagem virou um meme por “combinar com absolutamente tudo”. 

A situação chegou a tal ponto que muitos a ouviam em versões com 10 horas de duração ou mais —- o que a tornou uma das mais reconhecíveis para toda uma geração e prolongou a fama do game para além de sua própria época.

Composta por Yoko Shimomura (reconhecida por também ser responsável pela trilha sonora de Kingdom Hearts, Xenoblade Chronicles e Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars), a canção foi incluída em Street Fighter II (1991) e permaneceu intocável por diversos games da franquia.

Para o filme, Leo Birenberg e Zach Robinson (conhecidos por seu trabalho em Cobra Kai) dizem que a artista foi uma inspiração: “Como compositores jovens, ouvimos a icônica canção de Guile feita por Yoko Shimomura mais vezes do que assistimos Os Caçadores da Arca Perdida. Esperamos que os fãs ouçam e entendam o amor e reverência que sentimos por essa música em nossa versão do tema de Guile”. 

Confira quem é quem no filme de Street Fighter e por que o elenco é tão inusitado. Se você é fã de Street Fighter 2, entenda o real significado de "Shoryuken" e outras expressões.

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Suspense erótico com Sydney Sweeney, A Empregada ganha data de lançamento na HBO Max

1 October 2026 at 12:01

Um dos maiores sucessos de bilheteria no Brasil no começo de 2026, A Empregada já tem data para chegar ao catálogo da HBO Max. O filme foi um fenômeno na época da estreia por entregar um suspense erótico envolvente, chegando agora ao streaming a tempo de pegar o embalo da estreia de Verity.

Estrelado por Sydney Sweeney (Euphoria), A Empregada conseguiu se firmar entre o público graças ao boca a boca, especialmente devido às reviravoltas chocantes que fizeram os espectadores correrem para os cinemas antes dos spoilers. Sem contar que, no meio literário, a história já era conhecida pelos leitores dos livros da escritora Freida McFadden que inspiraram o filme, impulsionando ainda mais a repercussão. 

Sob comando do diretor Paul Feig (Um Pequeno Favor), a adaptação usa o livro homônimo como base para narrar a história de Millie (Sweeney), uma jovem que, fugindo de seu passado, decide aceitar um emprego como empregada doméstica na luxuosa mansão do casal de ricaços Nina (Amanda Seyfried) e Andrew Winchester (Brandon Sklenar).

Porém, o que parecia ser o trabalho ideal para o seu recomeço logo se torna perigoso quando Millie percebe que Nina apresenta um comportamento imprevisível e sádico, uma percepção que a leva a se aproximar de Andrew para suportar os abusos vividos na casa. Tudo piora quando a jovem descobre que existem segredos muito mais sombrios escondidos ali. 

Quando A Empregada estreia na HBO Max?

Após uma temporada disponível nas plataformas digitais para compra ou aluguel, A Empregada finalmente vai chegar ao catálogo da HBO Max. A data está marcada para o dia 9 de outubro.

Sequência de A Empregada confirmada

Com o sucesso estrondoso de A Empregada nos cinemas, a Lionsgate não demorou muito para confirmar a sequência: O Segredo da Empregada. O longa usará como base o livro homônimo de Freida McFadden, que acompanha Millie enfrentando outro desafio ao trabalhar como empregada doméstica para uma nova família. 

Para a continuação, Sydney Sweeney volta a interpretar a protagonista, Millie, desta vez dividindo os holofotes com Kirsten Dunst (Homem-Aranha) e Paul Anthony Kelly (História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette), que vivem o casal Wendy e Douglas Garrick. O elenco também terá Michele Morrone (365 Dias) e Brittany Snow (A Escolha Perfeita), e Paul Feig retorna como diretor. 

a empregada

O Segredo da Empregada tem data de estreia marcada para 17 de dezembro de 2027. Aproveite para mergulhar no universo do suspense sabendo mais sobre A Empregada: tudo sobre o suspense com Sydney Sweeney e Amanda Seyfried.

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“Devemos desculpas”: empresa atrasa 5 meses câmera que rivalizaria com a DJI

1 October 2026 at 11:52

A fabricante XTRA pediu desculpas pelo atraso das câmeras Muse 2 e Muse 2 Pro, anunciadas em agosto, mas ainda sem data definida para chegar ao mercado. Em uma publicação feita no X, a companhia afirmou que está trabalhando para lançar a nova geração "o mais rápido possível", sem divulgar uma previsão até concluir os testes.

A mensagem chama atenção porque a XTRA também reconhece os atrasos enfrentados pela comunidade. Segundo a empresa, a decisão de não informar uma data vaga foi tomada para evitar novas expectativas antes de ter o lançamento confirmado.

A empresa apresentou a Muse 2 Pro em um evento realizado em julho e voltou a mencionar a câmera em 13 de agosto. Mesmo após meses de espera, os novos modelos ainda não chegaram às lojas.

No posicionamento publicado no X, a XTRA afirma que quer avisar os consumidores assim que a data estiver realmente definida: "Não vamos lançar uma data vaga até que o hardware e o firmware estejam 100% verificados", diz a mensagem.

A empresa também afirma que os atrasos não mudaram seu compromisso com os próximos modelos. "Apesar dos contratempos e atrasos ao longo do caminho, nosso compromisso com uma verdadeira XTRA CHOICE nunca vacilou".

Empresa aproveita para promover a Muse original

Enquanto a segunda geração não chega, a XTRA voltou a destacar a Muse original. Na publicação, a companhia apresenta a câmera como uma alternativa para quem quer gravar vídeos estabilizados sem carregar equipamentos grandes, e ainda compara o produto com smartphones e equipamentos profissionais mais caros.

"Smartphones: vocês são ótimos para fotos casuais. Mas truques de algoritmo só conseguem chegar até certo ponto", afirma a XTRA, ao destacar o sensor de 1 polegada e as lentes ópticas da Muse.

A empresa também diz que câmeras profissionais de mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10.240) seriam mais adequadas para produções de cinema do que para passeios do dia a dia.

Atraso acontece em meio a problemas com a DJI

A demora da Muse 2 acontece em um momento complicado para a XTRA. A empresa americana vinha sendo vista como uma possível alternativa aos produtos da DJI nos Estados Unidos, principalmente após restrições envolvendo a fabricante chinesa.

Segundo o texto, a situação ficou mais complicada quando a FCC (órgão regulador dos EUA) colocou a investigação para incluir a XTRA, após uma acusação de que os dispositivos da empresa seriam cópias exatas de hardware. A XTRA chegou a devolver valores de pré-vendas feitas depois do anúncio relacionado à investigação.

O texto também menciona que a FCC propôs uma multa de US$ 25 mil (cerca de R$ 128 mil) à XTRA, em parte por alegada falta de resposta às investigações.

Por enquanto, a empresa mantém a promessa de lançar a Muse 2 e a Muse 2 Pro, mas ainda não revelou quando isso vai acontecer. Em meio a essa novela, o DJI Neo 3 vazou e deve mudar bastante a forma de pilotar.

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Prefeitura de SP barra radares com IA; entenda o motivo

1 October 2026 at 11:30

Por enquanto, a Prefeitura de São Paulo não vai adotar câmeras de monitoramento com inteligência artificial (IA) para multar motoristas por condutas como o uso do celular ao volante ou falta de cinto dentro da capital.

É o que declarou Gilmar Miranda, secretário executivo municipal de Mobilidade e Trânsito, durante o Summit Futuro da Mobilidade 2026. Segundo o secretário, a tecnologia é mais eficaz em malhas rodoviárias extensas do que no ambiente urbano de alta densidade.

multa radar infração

Enquanto a capital paulista mantém a fiscalização tradicional por meio da CET e da Polícia Militar, as rodovias do estado já operam com a novidade — tanto que trechos da Rodovia Raposo Tavares e do Rodoanel Mário Covas têm o recurso, e a concessionária Ecovias projeta expandir a instalação dos novos radares para a Rodovia Castelo Branco.

Radar com inteligência artificial

As câmeras com IA captam as suspeitas de infração e enviam as imagens para validação humana em uma central da Polícia Militar Rodoviária, que decide se é necessário aplicar a penalidade. No trecho concessionado da Raposo Tavares, a tecnologia já demonstrou alto alcance ao registrar 2.316 multas em um único mês de operação.

Até o momento, a falta do cinto de segurança lidera as infrações, somando 1.386 ocorrências (falta grave, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH). Já o manuseio ou uso de celular ao volante respondeu por 930 flagrantes (falta gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na carteira).

Quer saber mais? Confira nossa matéria que explica como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Fone da Samsung que não entra no ouvido vai custar R$ 1.100 e já tem data

1 October 2026 at 11:05

A Samsung apresentou seu primeiro fone de ouvido sem fio com formato clip-on, o Galaxy Buds On. O modelo deixa o canal auditivo aberto e fica preso ao redor da orelha, focado em exercícios e atividades ao ar livre. O lançamento acontece primeiro na Coreia do Sul em 27 de outubro, por KRW 299 mil, cerca de R$ 1.126.

A Samsung afirma ter estudado diferentes formatos de orelha para definir a posição dos componentes. A área de contato maior também ajuda a distribuir a pressão de maneira mais uniforme, enquanto a estrutura em formato de clipe foi pensada para manter o fone firme durante movimentos intensos.

A proposta faz sentido para corridas e exercícios ao ar livre, quando ouvir o que acontece ao redor pode ser importante. O design dos Galaxy Buds que se prendem na orelha já tinha vazado  anteriormente. 

Fone tenta resolver os problemas do formato aberto

Só que um dos desafios dos fones abertos é entregar graves suficientes sem aumentar o vazamento de som. Para isso, o Galaxy Buds On traz um sistema de dois alto-falantes chamado TwinBoost, que trabalha principalmente nas frequências mais baixas.

O modelo também tem um recurso para reduzir o vazamento de áudio e ajusta automaticamente o volume de acordo com o ambiente. A bateria oferece até 9,5 horas de reprodução com uma carga.

galaxy buds on

Por dentro, o fone usa a plataforma Snapdragon S7 Gen 1 Sound Platform, da Qualcomm, acompanhada de um amplificador de alta eficiência.

Galaxy Buds On tem recursos de IA

A Samsung também incluiu funções ligadas ao Galaxy AI. O usuário pode acessar o Gemini Live sem precisar segurar o celular e gravar anotações rápidas de voz.

O fone tem três microfones e um sensor que capta a voz por meio da condução óssea, para melhorar as chamadas.

Também é possível responder chamadas, dispensar alarmes e interagir com notificações usando movimentos da cabeça.

Preço e lançamento

O Galaxy Buds On será vendido inicialmente na Coreia do Sul a partir de 27 de outubro, exclusivamente na cor preta. A Samsung ainda não informou os preços ou as datas de lançamento em outros mercados. A expansão internacional deve acontecer posteriormente. Atualmente, a JBL lança fone que não tampa os ouvidos e limita o volume, indo na mesma onda.

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Samsung prepara óculos inteligentes para novembro e desafia Apple e Meta

1 October 2026 at 10:43

A Samsung deve lançar seus primeiros óculos inteligentes em novembro, colocando no mercado um novo rival para os dispositivos da Meta e para os futuros óculos da Apple. O produto apareceu em registros da FCC, órgão regulador dos Estados Unidos, e já teve o mês de lançamento confirmado pela própria Samsung.

Os óculos fazem parte da estratégia da empresa para o Android XR, plataforma voltada a dispositivos de realidade estendida.

O modelo também deve ser desenvolvido em parceria com as marcas Warby Parker e Gentle Monster, que trabalham em diferentes versões do acessório.

Óculos da Samsung aparecem em registro

Os registros mostram dois modelos diferentes, identificados pelos códigos SM-O200J e SM-O200P. A diferença está principalmente no desenho das hastes, o que indica que podem ser as versões produzidas em parceria com Gentle Monster e Warby Parker.

As informações disponíveis ainda não revelam todas as especificações do produto, mas o documento mostra que os óculos serão carregados com uma entrada de 5 V e 1 A, equivalente a 5 W de potência.

A Samsung já tinha antecipado que pretende fazer dos óculos um dos modelos mais leves do mercado. Segundo informações citadas no material, a empresa trabalha com uma meta de 46 gramas, cerca de 5 gramas a menos que os óculos inteligentes da Meta, que pesam 51 gramas.

Óculos Samsung

Câmera e recursos de inteligência artificial

Os óculos devem trazer um chip Qualcomm Snapdragon AR1 Gen 1, desenvolvido para acessórios compactos. O dispositivo também terá uma câmera de 12 MP com sensor Sony, alto-falantes que deixam os ouvidos livres e vários microfones com redução de ruído.

Os controles ficam nas próprias hastes dos óculos, enquanto o usuário também poderá comandar algumas funções pelo Galaxy Watch ou por um celular Galaxy.

A integração com o Gemini será uma das principais apostas do produto. A Samsung pretende oferecer recursos como tradução ao vivo, resumo de mensagens e busca por informações a partir do que a câmera identifica.

Lançamento acontece em novembro

Sabemos que os óculos chegam em novembro, mas a data exata ainda não foi divulgada. A empresa pode aproveitar o período próximo à Black Friday, quando o movimento de compras costuma aumentar.

O preço também continua desconhecido. A expectativa é que o aparelho fique próximo dos óculos da Meta, estimados em US$ 449, o equivalente a aproximadamente R$ 2.299.

Enquanto isso, os óculos da Apple serão "Apple Watch para o rosto" em vez de câmera para Instagram. A fabricante vai focar em exibição de frequência cardíaca e calorias queimadas e chegou até a estudar funções de exercícios para o Vision Pro.

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Casio lança relógio de safira azul que custa mais que um Porsche

1 October 2026 at 10:25

A Casio anunciou um novo relógio da linha premium G-SHOCK MR-G feito com safira azul e muita exclusividade: 20 unidades produzidas para todo o mundo. Segundo a própria Casio, o relógio também é tão caro que seu preço supera o de um Porsche Macan e de relógios de marcas tradicionais de luxo O valor exato, porém, não foi informado ainda.

O modelo, chamado MRG-D5000, foi desenvolvido com uma estrutura formada por várias peças separadas. A Casio eliminou os parafusos da montagem da caixa e do aro, já que eles poderiam aumentar o risco de danos à safira azul durante impactos.

Para chegar a esse resultado, a empresa estudou como a força de uma pancada é transmitida para a safira e criou uma estrutura capaz de proteger o material. O objetivo é manter a resistência característica dos G-SHOCK sem abrir mão de um visual mais sofisticado..

A safira azul também aparece na parte traseira do relógio. Cada uma das 20 unidades recebe um número de série individual gravado nessa região, deixando claro que se trata de uma edição extremamente limitada.

Relógio tem carregamento por luz

O relógio traz o sistema Gallium Tough Solar, responsável por aproveitar a luz para manter o relógio carregado. A tecnologia foi desenvolvida para oferecer resistência e carregamento eficiente mesmo sob luz intensa.

O modelo faz parte da coleção MR-G, criada em 1996 com a proposta de combinar a resistência dos G-SHOCK com materiais e técnicas de fabricação mais sofisticados.

Casio também apresentou outros dois modelos

Junto do MRG-D5000, a Casio anunciou mais dois G-SHOCK com elementos de safira azul.

O MRG-B5000SA traz duas safiras azuis lapidadas, cada uma com dois quilates, posicionadas na parte superior e inferior da caixa. O aro é feito de uma liga metálica de alta dureza e recebe um acabamento azul.

Já o GMW-B5000SB é um G-SHOCK totalmente metálico que apresenta pedras de safira azul instaladas em quatro pontos na parte frontal do aro.

Os três modelos seguem a proposta da Casio de transformar o relógio em uma peça com materiais chamativos, fabricação especializada e edições limitadas. Mas nem tudo é tão sofisticado: recentemente, a Casio surpreendeu com novo G-Shock temático: um relógio de banana.

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Deepfakes: como saber se um vídeo de candidato é verdadeiro

1 October 2026 at 00:00

A poucos dias do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para domingo (4), vídeos e áudios de candidatos circulam com velocidade pelas redes sociais e aplicativos de mensagens. Com ferramentas de inteligência artificial capazes de reproduzir rostos e vozes, procurar apenas erros na imagem já não é suficiente para saber se uma gravação é verdadeira.

Movimentos estranhos da boca, deformações no rosto, sombras incoerentes ou problemas em mãos e acessórios ainda podem levantar suspeitas.

Esses sinais, porém, devem ser tratados como alertas e não como provas de manipulação, explica Paulo Baldin, especialista em cibersegurança, proteção de dados e governança digital da CLA Brasil.

Isso significa que um conteúdo falso pode passar sem apresentar defeitos evidentes. Ao mesmo tempo, compressão de vídeo, conexão ruim e problemas de sincronização podem fazer uma gravação verdadeira parecer manipulada.

A recomendação é olhar além da imagem: descobrir de onde o conteúdo veio, procurar a publicação original e verificar se aquela declaração aparece em outras fontes.

Mãos e boca podem dar pistas, mas não provam um deepfake

Durante os primeiros anos de popularização das imagens geradas por IA, características como mãos deformadas e movimentos pouco naturais eram indícios bastante conhecidos. Esses problemas continuam sendo úteis para despertar atenção.

Baldin recomenda observar, por exemplo, se a boca acompanha corretamente a fala, se os contornos do rosto mudam durante o vídeo e se sombras e reflexos combinam com a iluminação. Dentes, óculos, acessórios e a textura da pele também podem apresentar inconsistências.

O problema é transformar essas pistas em um “teste de deepfake”.

“Um conteúdo falso pode parecer perfeito, enquanto um vídeo verdadeiro pode apresentar falhas de sincronização ou perda de qualidade”, afirma o especialista. Por isso, a ausência de defeitos visuais não confirma a autenticidade de uma gravação.

O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu em setembro critérios para caracterizar deepfakes no contexto eleitoral. Segundo a Corte, eles envolvem conteúdos sintéticos produzidos ou manipulados com IA ou tecnologia equivalente, com grau de realismo ou verossimilhança, capazes de criar, reproduzir ou alterar imagem, voz ou manifestação de uma pessoa.

pessoa usando computador

Reconhecer a voz também não confirma o áudio

A dificuldade aumenta quando o conteúdo é apenas um áudio. Sistemas de clonagem de voz conseguem usar gravações anteriores, como entrevistas, discursos e vídeos publicados na internet, para reproduzir características da fala de uma pessoa e gerar frases novas.

Um estudo publicado em 2025 na revista Scientific Reports, ajuda a dimensionar o problema. Participantes identificaram corretamente vozes geradas por IA em cerca de 60% das tentativas. Quando ouviram lado a lado uma voz verdadeira e seu clone, consideraram que ambas pertenciam à mesma pessoa em aproximadamente 80% dos casos.

Um caso recente ocorreu na própria campanha presidencial de 2026. Em setembro, o Projeto Comprova verificou um áudio falso atribuído ao candidato Renan Santos (Missão). Uma análise com a ferramenta Hive Moderation apontou 99,2% de probabilidade de a fala ter sido gerada artificialmente.

A publicação também usava elementos da identidade visual do The Intercept Brasil para parecer uma reportagem verdadeira. O veículo confirmou ao Comprova que não havia produzido nem publicado aquele material.

O episódio mostra por que a checagem não deve depender apenas da capacidade de perceber uma voz artificial: elementos reais, como logotipos, fotos e identidades visuais conhecidas, também podem ser usados para aumentar a aparência de autenticidade.

Como checar um vídeo ou áudio de candidato

Antes de compartilhar uma gravação suspeita, o primeiro passo é descobrir sua origem. Um vídeo recebido no WhatsApp ou recortado em uma rede social pode perder informações importantes sobre quem publicou o material e em qual contexto.

A partir daí, vale seguir algumas verificações:

  1. Procure a publicação original: busque o nome do candidato e palavras da declaração para localizar a gravação completa;

  2. Confira a data: vídeos antigos podem voltar a circular como se fossem atuais;

  3. Assista ao conteúdo completo: cortes podem retirar uma fala verdadeira do contexto;

  4. Procure confirmação independente: confira veículos jornalísticos, agências de checagem e canais oficiais;

  5. Verifique quem publicou: no caso de perfis de candidatos, confira o endereço exato da conta e os links divulgados, em vez de confiar apenas no nome, foto ou selo de verificação.

Segundo Baldin, até uma conta com poucos seguidores ou criada recentemente não pode ser considerada falsa apenas por essas características. O ideal é verificar o conjunto de informações e confirmar se há ligação com os canais oficiais da candidatura.

Os endereços eletrônicos utilizados pelas campanhas devem ser informados à Justiça Eleitoral no registro de candidatura ou, quando criados posteriormente, comunicados em até 24 horas. O TSE também mantém o sistema DivulgaCandContas, que reúne dados oficiais das candidaturas.

urna eletrônica TSE

Deepfakes têm regras específicas nas eleições

O uso de IA na propaganda eleitoral também é regulamentado pelo TSE. Conteúdos sintéticos utilizados em propaganda devem informar de forma explícita que houve fabricação ou manipulação e indicar a tecnologia empregada.

A Justiça Eleitoral proíbe ainda o uso de deepfakes para favorecer ou prejudicar candidaturas. Além disso, nas 72 horas que antecedem o pleito e até 24 horas após o término da votação, ficam vedadas a publicação, republicação e o impulsionamento de novos conteúdos sintéticos produzidos ou alterados por IA que utilizem imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Por isso, Baldin recomenda que um conteúdo cuja origem não possa ser confirmada seja tratado como informação não verificada, mesmo quando a imagem ou a voz pareçam convincentes.

Veja também: O que acontece se você perguntar às IAs em quem votar? Testamos 5 delas

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Emulador de PS5 já consegue rodar Marvel’s Wolverine, mas "cobra" caro por isso

30 September 2026 at 23:04

Parece que os PC gamers estão se preparando para jogar GTA 6 antes do lançamento oficial da versão de PC; basta ver a velocidade do desenvolvimento de emuladores de PS5. Alguns jogos já chegam a 60 FPS e até mesmo Marvel Wolverine já começou a ser rodado por um dos emuladores, embora ainda se restrinja ao menu principal e tenha bugs gráficos.

Já circula nas redes sociais um vídeo do emulador KyTyPS5 iniciando o mais recente jogo da Insomniac, que não tem sido muito bem aceito, mas esse avanço é importante, de qualquer maneira. Marvel Wolverine tem somente duas semanas de lançamento e o fato de ter até mesmo prints de cenas do jogo rodando, mesmo com problemas visuais, é um feito e tanto.

É questão de pouco tempo para que o jogo esteja rodando sem muitas dificuldades, já que existem games rodando bem, como Demon's Souls Remake, já até consegue usar DLSS e elevar a taxa de FPS para incríveis 120 FPS com geração de quadros.

Diversos jogos emulados de PS5 já rodam a 60 FPS

Uma das últimas grandes atualizações sobre esse assunto aconteceu com Astro Bot e as otimizações feitas por uma pessoa. Ela conseguiu rodar o início do game no emulador de PS5 a 60 FPS, uma evolução enorme comparada aos 20 FPS com travadas de vários segundos como acontecia antes.

 

Um outro emulador, chamado de SharpEmu, já consegue rodar oito jogos mais leves a 60 FPS. Ao todo, 17 títulos já chegam ao gameplay, embora muitos ainda precisem de ajustes. Mas, como já falamos aqui, a evolução está sendo tão rápida que você nem vai perceber que outros jogos estarão rodando bem acima de 30 FPS sem problemas gráficos.

O problema é que a emulação, principalmente em seus estágios iniciais, exige consideravelmente mais do PC do que uma versão nativa para a plataforma. Temos visto esses testes rodando em máquinas com configurações como Ryzen 9 9950X3D e Radeon RX 7900 XT e Ryzen 7 7800X3D e GeForce RTX 5090. Com muita otimização, é possível reduzir essa altíssima demanda de processamento.

A comunidade é incansável. Eles já até conseguiram rodar Nintendo Switch nativamente em um PlayStation 5 destravado, um feito impressionante. O PC também tem ganhado muitas recompilações, ports de jogos de consoles, e se você não sabe a diferença entre emulação e recompilação, dá uma olhada no nosso artigo sobre o assunto.

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