A Xiaomi lançou na China um novo aparelho pensado para deixar o banheiro mais confortável nos dias frios. Trata-se do Mijia Smart Bathroom Heater 2C, que é instalado no teto e reúne aquecimento, ventilação e iluminação em um único equipamento.
O destaque fica por conta de um módulo de aquecimento de grafeno com 3.000 W, acompanhado por um sistema de ventilação capaz de distribuir o ar quente pelo ambiente. O fluxo de ar pode oscilar em um ângulo entre 60° e 100°, enquanto um mecanismo de controle de temperatura ajusta o funcionamento para manter o ambiente aquecido de maneira mais constante.
O aparelho também permite usar aquecimento e ventilação ao mesmo tempo. Segundo as especificações divulgadas, a capacidade de exaustão chega a 180 m³/h, permitindo renovar o ar enquanto o sistema térmico continua funcionando.
Radar detecta presença no banheiro
Uma das funções mais interessantes do aquecedor está em umradar de 24 GHz integrado ao equipamento. O sensor consegue identificar a presença de pessoas e automatizar recursos como iluminação e ventilação, com possibilidade de ajustar tanto a sensibilidade quanto a distância de detecção.
O funcionamento também pode ser controlado pelo celular ou por comandos de voz, além de aceitar programações de horário. Na prática, é possível usar o aparelho para preparar o banheiro antes do banho ou configurar determinadas funções para serem acionadas em momentos específicos.
O equipamento ainda traz uma luminária LED de 1.600 lúmens e acompanha um painel Bluetooth que pode ser instalado na parede. O produto conta com proteção contra superaquecimento e curto-circuito, além de grau de proteção IPX2 contra água.
O Mijia Smart Bathroom Heater 2C começa a ser vendido na China no dia 21 de setembro, chegando ao mercado por 882 yuans (cerca de R$ 675 na cotação atual). Ainda não há informações sobre o lançamento do aparelho em outras regiões.
A Xiaomi começou a detalhar uma das principais novidades de sua próxima geração de celulares top de linha. A série Xiaomi 18 Pro terá uma tela adicional na traseira integrada ao módulo de câmeras, e que poderá funcionar como um pequeno painel inteligente para acessar diferentes recursos sem precisar virar o aparelho.
As novas informações foram divulgadas pela própria fabricante em sua conta oficial na rede social Weibo. Na publicação, a Xiaomi afirma que o componente poderá reunir diferentes funções e promete “milhares de possibilidades” para a segunda tela.
A empresa também faz uma breve referência ao uso de inteligência artificial (IA) no novo dispositivo, mas ainda não explica como a tecnologia será integrada ao display traseiro.
Um vídeo de divulgação do aparelho ajuda a mostrar melhor o que a marca prepara. O painel poderá exibir pedidos de comida, lembretes, informações de atividades físicas, compromissos e até mesmo receitas. Em uma das demonstrações, a tela mostra um cronômetro de 25 minutos, enquanto outra apresenta cartões para estudar palavras em inglês.
Ou seja, a própria Xiaomi indica que a tela traseira vai além de recursos voltados apenas a relógio e notificações. O painel também poderá ser utilizado em tarefas do cotidiano, com o intuito de reduzir a necessidade de recorrer ao display principal para interações mais simples.
A empresa afirmou que a série Xiaomi 18 Pro será lançada ainda em setembro, embora não tenha revelado uma data específica. Preços e informações sobre disponibilidade internacional também não foram divulgados.
Xiaomi Watch S5 41 mm a caminho
Além dos novos celulares, a Xiaomi confirmou que lançará na China ainda neste mês o Xiaomi Watch S5 de 41 mm, que já entrou em pré-venda no país. O relógio aposta em um design de aparência clássica, pesa 36 gramas e tem espessura de apenas 0,99 cm.
Entre os recursos divulgados pela marca estão:
Acompanhamento do ciclo menstrual;
Sugestões de exercícios;
Gerenciamento de calorias;
Alertas sobre a intensidade da radiação ultravioleta.
O smartwatch será equipado com o HyperOS 4 e poderá funcionar como controle para dispositivos conectados da casa, do carro e outros aparelhos do ecossistema da marca. A fabricante ainda promete até 14 dias de autonomiacom uma carga.
Você termina o banho, percebe que a região da ligação do chuveiro soltou um cheiro de queimado e então surge a dúvida: isso faz parte do funcionamento ou é sinal de problema? A primeira reação pode ser pensar que esse calor é esperado em um aparelho tão potente, mas o aquecimento também pode indicar falhas na instalação e até risco de incêndio.
A dúvida faz sentido porque o chuveiro elétrico está entre os equipamentos que mais exigem da instalação de uma casa. Durante o funcionamento, uma corrente elevada passa pelos cabos e parte da energia acaba sendo transformada em calor devido à resistência natural dos condutores, fenômeno conhecido comoefeito Joule.
Isso significa que perceber algum aumento de temperatura não indica automaticamente que o equipamento está com defeito. O que merece atenção é a forma como esse aquecimento acontece, principalmente quando fica muito intenso, solta cheiro de queimado ou se concentra em determinados pontos da instalação.
Quando o fio do chuveiro esquentando vira problema?
Uma das possíveis causas é o cabo subdimensionado, ou seja, um fio que não possui espessura adequada para a corrente exigida pelo chuveiro. Nessas condições, o condutor pode aquecer mais do que deveria durante o banho.
Por isso, não existe uma única bitola de fio adequada para qualquer chuveiro. A Lorenzetti, por exemplo, indica fios de 10 mm² e disjuntor de 50 A para aparelhos de 5.500 W em 127 V, enquanto modelos de 7.500 W em 220 V podem exigir fios de 6 mm² e disjuntor de 40 A.
Já para distâncias maiores, a própria fabricante prevê a necessidade de condutores mais grossos para reduzir a queda de tensão ao longo do circuito.
A espessura do cabo, contudo, não é a única explicação possível para o superaquecimento. Uma conexão frouxa ou mal instaladapode criar uma região de maior resistência à passagem da corrente e concentrar calor justamente no ponto em que a fiação do chuveiro encontra os fios da residência.
Por isso, é recomendado o uso de conectores elétricos apropriados para a instalação. Uma área adequada de contato entre os fios reduz a resistência na ligação e ajuda a evitar o aquecimento nesse ponto.
Emendas mal feitas, como aquelas com fita isolante, podem provocar um problema semelhante. Ligações improvisadas ou componentes inadequados criam pontos nos quais o calor pode ficar concentrado, mesmo que o restante da fiação pareça estar em boas condições.
Quando há risco de incêndio?
O sinal de alerta fica mais evidente quando o calor começa a deixar marcas. De acordo com a Enel, distribuidora de energia elétrica em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, entre os indícios de problemas na instalação estão:
Cheiro de queimado;
Marcas de derretimento ou escurecimento;
Fios excessivamente quentes ao toque.
A empresa também cita fiação antiga ou mal dimensionada e conexões mal feitas entre os problemas capazes de comprometer uma instalação elétrica.
O risco aumenta porque temperaturas elevadas podem deteriorar o material que isola os fios e danificar conectores ou outros componentes próximos. Dependendo da falha, o calor pode continuar se acumulando até atingir materiais capazes de entrar em combustão.
O que fazer se o fio do chuveiro estiver muito quente?
Ao perceber aquecimento excessivo dos fios, cheiro de queimado ou sinais de derretimento, a recomendação mais segura é interromper o uso do chuveiro e solicitar a avaliação de um eletricista. Continuar utilizando o equipamento pode agravar uma falha que já está comprometendo a instalação.
Também não é recomendado improvisar emendas, reapertar conexões sem conhecimento técnico ou simplesmente substituir o fio por outro mais grosso. Isso porque o problema pode estar no dimensionamento do circuito, no ponto de conexão ou em outros componentes, e a causa precisa ser identificada antes do reparo.
Ou seja, é normal que a passagem de corrente gere algum calor nos condutores, especialmente em um equipamento de alta potência como o chuveiro. O que não deve ser encarado como normal é o superaquecimento, que pode indicar desde um cabo inadequado até uma conexão frouxa ou uma emenda mal feita.
A Vivo (Jovi no Brasil) começou a revelar o que prepara para sua nova geração de celulares premium, e o foco está novamente nas câmeras. A empresa detalhou que o Vivo X500 Pro contará com uma combinação de novo processador, recursos avançados para fotos e vídeos e tecnologias que o aproximam de uma máquina fotográfica.
Uma das principais novidades será o Dimensity 9600 Pro, novo chip de alto desempenho da MediaTek produzido em processo de 2 nanômetros. O processador conta ainda com uma arquitetura de CPU com dois núcleos de alto desempenho.
A linha X500 Pro será a primeira do mundo equipada com o processador, desenvolvido em uma parceria de três anos entre Vivo e MediaTek. A novidade foi apresentada durante um evento da própria MediaTek, no qual Shi Yujian, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da Vivo, destacou a incorporação do chip aos futuros dispositivos da companhia.
Parceria se estendeu ao conjunto fotográfico
A colaboração entre as empresas também se estendeu às câmeras. As companhias desenvolveram em conjunto um novo sistema de processamento de imagem, que reúne cinco recursos voltados à fotografia e ao vídeo.
Entre os destaques está uma tecnologia dedicada a gravações profissionais capaz de registrar vídeos em 4K a 120 fps e 10 bits no formato Log.
O conjunto inclui ainda a segunda geração de um NPU dedicado ao processamento de imagem, com rastreamento de foco a 60 fps, além de um chip proprietário da Vivo voltado às câmeras. A fabricante também destacou suporte a vídeos de retrato em 4K com Dolby Vision e uma tecnologia de super-resolução para gravações feitas com grandes níveis de aproximação.
A apresentação antecipou ainda um novo processador voltado à inteligência artificial (IA) e um recurso de aprimoramento de imagens com auxílio da tecnologia. Mais detalhes sobre o funcionamento das novidades e sobre o conjunto completo de câmeras devem ser apresentados no evento oficial de lançamento do X500 Pro, no dia 21 de setembro.
O que mais esperar do Vivo X500 Pro
A nova geração já vinha aparecendo em vazamentos antes das revelações feitas por Shi Yujian. Informações anteriores indicam que a família deve ser formada inicialmente por Vivo X500, X500 Pro e X500 Pro Max, com os dois aparelhos mais avançados mantendo um grande módulo circular de câmeras na traseira.
Os rumores apontam que X500 Pro e Pro Max podem contar com sistemas de três câmeras e sensores de até 200 MP. Há ainda a expectativa de que o modelo Pro chegue às lojas com uma tela de aproximadamente 6,4 polegadas, enquanto o Pro Max pode aumentar o painel para 6,85 polegadas.
Enquanto aguardamos pela chegada da linha X500, que tal conferir como funciona o seu antecessor? O Canaltech testou o Jovi X300 Ultra e te conta se vale a pena pagar R$ 20 mil no aparelho.
Pequena o suficiente para caber quase inteira na palma da mão, a nova Fujifilm Instax Pal 2 tem dimensões que podem fazer o aparelho parecer mais um acessório do que uma câmera. Apesar do tamanho, o dispositivo registra fotos de até 10 MP, tem visor óptico e recursos encontrados em câmeras digitais maiores.
O modelo é a segunda geração da Instax Pal e abandona o formato arredondado da antecessora para adotar um design mais próximo de uma câmera tradicional em miniatura. A Fujifilm também adicionou uma pequena tela LCD na parte superior, usada para visualizar as imagens registradas.
Mesmo carregando o nome Instax, porém, a Pal 2 não imprime fotografias sozinha. Os arquivos ficam armazenados digitalmente e podem ser enviados ao celular ou transferidos para impressoras Instax compatíveis e câmeras híbridas da marca para serem levados ao papel.
Bing Liem, presidente da divisão de imagem da Fujifilm na América do Norte, afirma que a fabricante levou em consideração as reações à primeira geração durante o desenvolvimento do novo modelo.
“Ao desenvolver a Pal 2, reunimos um amplo retorno dos consumidores sobre a versão original. Com o novo visual, que lembra uma câmera analógica clássica, além do visor óptico e da possibilidade de enviar e publicar as imagens digitalmente ou imprimi-las por meio de impressoras Instax para smartphones ou de nossas câmeras híbridas Evo, a Pal 2 coloca diferentes opções na palma da mão”, destaca Liem em comunicado.
Instax Pal 2 traz filtros e até modo de animação
Além do novo formato, a câmera ganhou recursos voltados à criação das imagens. É possível fotografar em 10 MP ou 1 MP, aplicar até 30 efeitos divididos em diferentes categorias e escolher entre formatos inspirados nos filmes Instax Mini, Square e Wide.
Outro recurso é o Instax Animation, que registra até dez fotos consecutivas e transforma a sequência em uma animação no estilo flipbook. O aplicativo Instax Pal também pode ser usado como controle remoto, além de receber, editar e compartilhar as fotografias pelo celular.
A ficha técnica da câmera inclui ainda sensorCMOS de 1/3,06 de polegada e lente equivalente a 28 mm, com abertura f/2.2 e foco a partir de 8 cm. O modelo também trabalha com ISO automático entre 100 e 1.600 e conta com flash integrado para auxiliar em ambientes com pouca iluminação.
Já a memória interna comporta aproximadamente 100 fotos, enquanto o suporte a cartões microSD permite ampliar o armazenamento. A Instax Pal 2 mede 37 x 42 x 92,3 mm, pesa cerca de 87 gramas e tem bateria recarregável, com carregamento via USB-C.
A Instax Pal 2 chega aos Estados Unidos no fim de setembro nas cores preta e branca, com preço sugerido de US$ 169,95(cerca de R$ 871 na cotação atual). Ainda não há informações sobre preço ou data de lançamento da nova câmera da Fujifilm no Brasil.