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Bateria dos carros da Tesla não dura tanto quanto a dos rivais, mostra estudo

9 September 2026 at 17:00

Parece que os carros elétricos da Tesla deixaram a desejar quando o assunto é a capacidade das baterias. De acordo com um levantamento da empresa austríaca de diagnósticos Aviloo, um estudo global baseado em 500 mil testes mostrou que, embora as baterias dos carros modernos consigam preservar boa parte da autonomia, os carros da marca de Elon Musk foram superados por rivais.

A constatação veio após a análise de 20 modelos populares desde 2022, que somaram até 160 mil quilômetros rodados. Depois, os pesquisadores exploraram o nível de degradação da capacidade útil da bateria.

Tesla Model 3

Como mencionamos, o levantamento mostrou que muito da autonomia das baterias foi mantida. O problema, no entanto, foram os populares Tesla Model 3 e Model Y, que tiveram queda significativa em comparação com modelos como o Hyundai Ioniq 5 e Ford Mustang Mach-E, que tiveram índices mais elevados de integridade mesmo com uso prolongado.

Bateria de carros da Tesla

Ao atingir a marca de 150 mil quilômetros, o Hyundai Ioniq 5 conseguiu manter média de 93,79% da capacidade original da bateria, enquanto o Mustang Mach-E registrou 92,53%. Por outro lado, o Tesla Model Y ficou na casa dos 90,32% e o Model 3 ficou com 88,94%.

No entanto, o estudo destaca que a maior perda de capacidade nos modelos da Tesla ocorre de forma mais acentuada nos primeiros 50 mil quilômetros rodados, e depois se estabiliza em ritmos mais lentos nas etapas posteriores. Além disso, os resultados variam conforme os hábitos do proprietário.

Isso significa que fatores como recargas constantes até 100%, trajetos diários intensos e exposição contínua a temperaturas elevadas podem acelerar a perda de autonomia da bateria — nos casos mais extremos, a integridade do componente pode cair para cerca de 80%.

Se você quiser saber mais sobre o assunto, vale a pena conferir nossa matéria que explica como carro elétrico perde autonomia com o passar do tempo.

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Nova resolução altera a Lei Seca no Brasil; veja as principais mudanças

9 September 2026 at 15:00

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as novas diretrizes da Lei Seca no Brasil por meio da Resolução nº 1.031/2026. O novo texto regulamenta a fiscalização de álcool e substâncias psicoativas nas rodovias e vias urbanas do país, além de padronizar a implementação do equipamento popularmente chamado de “drogômetro”.

Basicamente, o drogômetro é um dispositivo capaz de realizar análises qualitativas para detectar até 12 classes de substâncias, como cocaína e anfetaminas. No caso de remédios prescritos, a simples presença de vestígios na saliva não rende multa automática — para comprovar a infração, o agente precisa atestar pelo menos dois sinais clínicos de alteração psicomotora no condutor.

bafômetro

E, embora a norma já tenha sido publicada, autuações com o teste de saliva não vão ser imediatas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os equipamentos foram usados até o momento somente em caráter de testes, de modo que ainda não estão integrados à frota.

Lei Seca, bafômetro e penalidades

Já a fiscalização do nível de álcool segue por conta do já conhecido etilômetro (ou “bafômetro”, como é popularmente chamado), que vai servir para triagem inicial no uso passivo; já o teste ativo, que exige o sopro, vai ser necessário para validar a infração.

A recusa a qualquer um dos exames continua punida com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses. O que muda é que a nova regra proíbe a aplicação simultânea de multas por recusa e por condução sob influência na mesma abordagem.

Além disso, o novo texto também torna obrigatórios os exames para constatar a ocorrência de álcool ou outras substâncias em condutores envolvidos em acidentes fatais. Agora, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os órgãos estaduais de trânsito passarão por uma fase de adaptação gradual, que envolve licitação de equipamentos homologados pelo Inmetro, treinamento de agentes e atualização dos sistemas operacionais de fiscalização.

Já se perguntou quantas cervejas pode tomar antes de dirigir? Descubra na nossa matéria!

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Nova Mobylette elétrica precisa de CNH e emplacamento? Descubra

9 September 2026 at 13:00

A Caloi está se preparando para lançar uma nova versão 100% elétrica da clássica Mobylette no Brasil. Com chegada oficial ao mercado prevista para outubro, o modelo promete ajudar quem precisa de uma solução para deslocamentos curtos e médios nas cidades — e sem a necessidade de Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Na verdade, o modelo dispensa tanto a CNH quanto o emplacamento, porque opera dentro do limite regulamentar de velocidade de 32 km/h para autopropelidos e bicicletas elétricas. Segundo a marca, a Mobylette elétrica entrega autonomia estimada de até 60 km com sua bateria de 500 Wh.

de assistência ao pedal.três modos selecionáveis na dianteira e traseira. Para gerenciar a entrega de potência, o conjunto oferece sistema de iluminação em LED, cockpit de aço no padrão BMX, mesa de alumínio e pneus largos de 4 polegadas equipadas com aro 20 Já a estrutura mecânica do modelo conta com rodas de 

Nova Mobylette elétrica

A novidade surge em meio à demanda crescente de soluções de micromobilidade no país — basta considerar que, no fim do ano passado, o Brasil já somava mais de 300 mil bicicletas elétricas em circulação, segundo informações da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

Quem quer levar a Mobylette elétrica para casa ainda vai precisar esperar um pouco. Por ora, a Caloi ainda não revelou o pacote completo de dados técnicos nem a tabela oficial de lançamento, mas a nova Mobylette já começou a aparecer listada em plataformas de varejistas nacionais com preços estimados na faixa de R$ 5 mil.

Curtiu a novidade? Aproveite para conferir também o novo acessório que transforma bike comum em elétrica em questão de minutos!

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Renault derruba preço do Renault Boreal e SUV sai mais em conta que Hyundai Creta

8 September 2026 at 21:00

Quem quer um Renault Boreal para chamar de seu não pode perder os descontos do programa Move Brasil, que rendem reduções de mais de R$ 50 mil no SUV, que sai mais em conta que o Hyundai Creta, o qual costuma custar a partir de R$ 165 mil. Vale lembrar, no entanto, que os benefícios valem somente para taxistas e motoristas de aplicativo.

O que acontece é que o programa elevou o limite de financiamento para R$ 200 mil, o que significa que taxistas já podem ter acesso às versões Techno e Iconic do Boreal; já no caso dos motoristas de app, dá para adquirir as versões Evolution e a Techno.

Renault Boreal

Na prática, os abatimentos para taxistas chegam a 26,3% na opção topo de linha Boreal Iconic, cujo valor cai de R$ 214.990 para R$ 158.480; aqui, a redução é de R$ 56.510. Já no caso dos motoristas de app, a versão Evolution passa a ser comercializada por R$ 167.990, com redução de R$ 12 mil sobre o preço público.

Como funciona o programa Move Brasil

De forma resumida, o programa Move Brasil - Táxis e Aplicativos foi criado para oferecer crédito especial para a compra de carros que atendam os critérios determinados pelo programa — o que inclui SUVs bem equipados, como é o caso das versões do Boreal contempladas pela oferta.

Para acessar o benefício, o profissional deve realizar o cadastro no portal oficial do Move Brasil – Táxi e Aplicativos. Após a validação do Governo Federal (que deve ser enviada em até cinco dias úteis), o motorista pode procurar uma concessionária para passar pela análise de crédito bancário e concluir a aquisição do veículo.

Quer eliminar qualquer dúvida antes de fechar negócio? Confira nossa matéria que explica 3 motivos para comprar o Renault Boreal e 2 para fugir do SUV francês!

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