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Qual foi o primeiro app do mundo a ter Stories?

Os stories se tornaram uma característica marcante das redes sociais. Porém, o estilo de publicações que expiram após 24 horas não começou com o Instagram.

O formato de conteúdo também está disponível em WhatsApp, Snapchat, Telegram e TikTok, e já passou por alguns nomes improváveis, como X (antigo Twitter) e até YouTube.

A seguir, saiba qual foi o primeiro app a adotar o tipo de post e a evolução com os anos.

Qual foi o primeiro app a usar Stories?

O primeiro aplicativo a adotar publicações com 24 horas de duração foi o Snapchat, em 2013, com o recurso My Story. A rede social já era conhecida pela efemeridade, com posts que expiravam após a visualização, mas a troca ocorria em grupos ou mensagens diretas.

Com o My Story, o Snapchat permitiu que as pessoas publicassem o conteúdo sem a necessidade de enviá-lo diretamente a alguém: qualquer amigo na rede poderia simplesmente abrir e assistir em ordem cronológica.

O modo fez tanto sucesso que o Instagram decidiu adotá-lo em 2016. Anos depois, os criadores do app afirmaram que o recurso foi uma forma de minar o concorrente Snapchat. 

Snapchat

Evolução para mais apps

Os stories viraram febre após a chegada no Instagram. Por volta de 2020, praticamente toda rede social popular tinha a sua versão do recurso, passando pelo antigo Twitter até o LinkedIn.

Os filtros especiais e até a opção de “Amigos próximos” ajudaram a popularizar a ferramenta com os anos. E por falar em nostalgia, aproveite para relembrar a primeira versão do Instagram. 

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Quando novas regras e restrições do Instagram e Facebook vão começar no Brasil?

A Meta anunciou uma série de mudanças no funcionamento do Instagram e do Facebook para adolescentes, incluindo limite diário de uso e bloqueio de funções durante a madrugada. No entanto, as medidas valem apenas para os Estados Unidos e não necessariamente devem chegar a outros países, como o Brasil.

A informação foi confirmada pela própria Big Tech. Os ajustes são resultados de um acordo entre a empresa e um coletivo de estados em julgamento no país norte-americano. 

As restrições vão chegar ao Brasil?

Por enquanto, não. A Meta pode ter versões adaptadas de suas redes sociais em diferentes regiões e esse deve ser o caminho seguido nos EUA. Vale lembrar que a empresa já muda a experiência na União Europeia e até no Brasil para cumprir com o ECA Digital. 

“O ECA Digital (Lei 15.211/2025) já impõe verificação etária efetiva, vinculação obrigatória das contas de usuários de até 16 anos a um responsável legal, ferramentas de supervisão parental e vedação a mecanismos que explorem a vulnerabilidade do público infantojuvenil”, explica o advogado sócio do escritório Coletta Rodrigues Advogados, Diogo Coletta, ao Canaltech.

logo instagram

 

Para o especialista, essas mudanças poderiam chegar a outros países caso a empresa decida padronizar a experiência. 

“Existe um efeito prático que costuma ser subestimado: manter dez versões de um mesmo produto é caro. Em algumas mudanças estruturais, sobretudo as que mexem em algoritmo de recomendação e em arquitetura de notificação, é mais barato padronizar globalmente do que sustentar variações regionais. É por esse caminho, e não pelo caminho jurídico, que decisões americanas acabam chegando ao usuário brasileiro”, reforça o advogado Diogo Coletta.

O que vai mudar no Facebook e no Instagram?

A Meta vai aplicar novas medidas para proteger adolescentes em redes sociais nos EUA. Os ajustes incluem um limite diário de duas horas de uso (contando Facebook e Instagram), bloqueio de funções durante a madrugada, bloqueio de notificações em horário escolar e remoção da contagem de curtidas para menores de idade.

O acordo prevê o pagamento de cerca de US$ 18 bilhões da Meta para os estados envolvidos, mas o valor “cheio” só será atingido caso YouTube e TikTok adotem medidas similares, como limite de uso diário.

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Modo IA do Google passa a vigiar preço de voos e hotéis para você; veja como usar

O Modo IA do Google ganhou uma opção para rastrear preços de passagens aéreas e criar alertas de voos mais baratos. O processo acontece na própria conversa com a IA, enquanto os avisos são enviados por e-mail para a conta Google usada.

A novidade está disponível desde ontem (27) e já pode ser acessada no Brasil. A empresa também anunciou suporte para fazer reservas em hotéis pelo modo, mas o recurso foi liberado apenas nos Estados Unidos durante a fase inicial.

A empresa também anunciou uma opção para comparar a quantidade de milhas necessárias para pagar passagens.

Como criar alerta de voos pelo Modo IA do Google

O caminho é simples:

  1. Abra o Modo IA na busca do Google;
  2. Informe para onde você quer ir. Exemplo: “Quais são as melhores passagens para Maceió em julho de 2027 saindo do aeroporto de Viracopos?”;
  3. Aguarde a resposta;
  4. Envie “Crie um alerta de preços”.

Também é possível cancelar o alerta pela própria conversa.

Modo IA Google passagens aéreas

Google tem solução própria de IA para encontrar passagens

O Modo IA simplifica o processo para consultar preços e gerar alertas, mas vale reforçar que o Google também tem a ferramenta Ofertas de Voos, usada para procurar passagens aéreas em experiência conversacional.

O recurso chama a atenção pela flexibilidade, visto que entende comandos como “encontrar passagens baratas em janeiro saindo de Guarulhos” e então ajusta com os melhores destinos possíveis.

Confira outras formas de usar IA na busca por voos.

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