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O que é e como funciona o WhatsApp Plus

27 August 2026 at 12:03

O WhatsApp Plus é uma assinatura paga oficial da Meta que adiciona recursos extras ao WhatsApp. Diferentemente das versões modificadas e não oficiais que usam o mesmo nome, o serviço é integrado ao aplicativo original e foi criado para oferecer mais opções de personalização e organização das conversas.

A assinatura é opcional e não muda o funcionamento básico do mensageiro. Quem não contratar o plano continua com acesso às principais funções do WhatsApp normalmente.

Os recursos e a disponibilidade podem variar conforme a região e o tipo de conta. As condições da assinatura são apresentadas ao usuário antes da confirmação da contratação.

A seguir, tire suas dúvidas sobre:

  • O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

  • Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

  • Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

  • Como assinar o WhatsApp Plus?

WhatsApp

O que é e como funciona o WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus é uma assinatura mensal que adiciona recursos de personalização e organização às contas pessoais do mensageiro. Para assinar, é necessário:

  • Ter um número de telefone de um país onde o WhatsApp Plus esteja disponível;

  • Possuir uma conta ativa do WhatsApp Messenger;

  • Aceitar os Termos de Serviço de Assinatura da Meta;

  • Seguir os Padrões da Comunidade do WhatsApp.

A contratação e o gerenciamento da assinatura são feitos pelo aplicativo para Android ou iPhone, a partir das configurações. O plano fica vinculado à conta que realizou a compra e deve ser gerenciado na mesma plataforma em que foi contratado.

WhatsApp

Quais são os recursos do WhatsApp Plus?

O WhatsApp Plus reúne funções focadas na personalização do aplicativo e na organização das conversas. As mudanças visuais ficam restritas ao assinante, portanto, os contatos não veem os temas ou ícones escolhidos por ele. Entre os recursos estão:

  • Fixar mais conversas: permite fixar até 20 conversas no topo da lista;

  • Temas e ícones exclusivos: adiciona novas cores, temas, planos de fundo e opções de ícones para o aplicativo;

  • Figurinhas com efeitos especiais: oferece figurinhas com efeitos de tela cheia e identificação do WhatsApp Plus;

  • Toques exclusivos: permite definir toques especiais para contatos específicos;

  • Listas de conversas personalizadas: adiciona alertas, toques e temas próprios para diferentes listas de conversas.

WhatsApp

Quanto custa assinar o WhatsApp Plus?

No Brasil, o WhatsApp Plus custa R$ 7 por mês. A assinatura funciona com renovação automática, então a cobrança é repetida mensalmente enquanto o plano permanecer ativo. 

Por exemplo, quem contratar o WhatsApp Plus em 15 de agosto terá a próxima cobrança prevista para todo dia 15 dos próximos meses. 

Como assinar o WhatsApp Plus?

Para assinar o WhatsApp Plus, basta seguir o passo a passo abaixo:

  1. Abra o WhatsApp no celular;

  2. Toque no ícone de três pontos;

  3. Selecione “Configurações”;

  4. Acesse “Assinaturas”;

  5. Toque em “WhatsApp Plus”;

  6. Siga as instruções exibidas na tela para concluir a assinatura.

Passos para assinar o WhatsApp Plus

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “WhatsApp Plus vale a pena? Veja prós e contras da assinatura”. 

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União Europeia força Big Techs a rotularem conteúdo feito por IA

26 August 2026 at 23:03

A União Europeia começou a aplicar novas regras de transparência para conteúdos criados ou modificados por inteligência artificial (IA). O Artigo 50 do AI Act, que entrou em vigor em 2 de agosto, determina que empresas identifiquem imagens, vídeos e áudios gerados por IA quando eles puderem ser confundidos com conteúdos reais.

A regra também abrange determinados textos produzidos ou manipulados por IA sobre assuntos de interesse público, caso não tenham passado por revisão humana ou controle editorial. A medida coloca a UE entre as regiões com regras mais rígidas para identificar conteúdos sintéticos.

O descumprimento pode resultar em multas de até 15 milhões de euros ou 3% do faturamento anual mundial da empresa. Como grandes laboratórios de IA operam em diversos mercados e o custo é alto para manter modelos ou versões de produtos diferentes para cada região, as exigências europeias também podem influenciar a forma como essas tecnologias são usadas fora do bloco.

Chatbots de IA - Gemini ChatGPT e Copilot

Como funciona a regra da UE sobre marca d'água em conteúdo de IA?

A legislação não determina uma tecnologia específica para fazer a identificação. Em vez disso, ela exige que a origem sintética do conteúdo possa ser reconhecida. Assim, empresas de IA podem recorrer a diferentes métodos. 

Uma das opções são as marcas d'água invisíveis, inseridas em imagens, vídeos ou áudios. O SynthID, do Google, é um exemplo dessa tecnologia. Como o sinal fica incorporado ao próprio conteúdo, ele pode continuar presente depois de algumas alterações, como cortes ou compressão. 

Outra possibilidade é usar metadados, que registram informações sobre a origem do arquivo. O método é semelhante aos dados EXIF encontrados em fotografias digitais, mas tem uma desvantagem: essas informações podem desaparecer quando o arquivo é editado, convertido ou publicado em determinadas plataformas. 

A UE também estabelece formas visuais de identificação para conteúdos gerados ou modificados por IA. Os rótulos devem aparecer de maneira clara quando o usuário entra em contato com o material. Já em conteúdos artísticos, criativos, satíricos ou de ficção, a exigência é adaptada: o aviso sobre o uso de IA precisa informar o público, mas sem prejudicar a apresentação ou a fruição da obra.

Quais são os principais rótulos?

As diretrizes diferenciam conteúdos totalmente gerados por IA daqueles que foram apenas modificados. Entre os exemplos estão:

  • AI: indica que houve participação de IA na criação ou alteração do conteúdo, como em um deepfake com voz ou imagem artificial;

  • AI GENERATED: usado quando o conteúdo foi produzido integralmente por IA, como um vídeo fictício de um político ou uma música criada por IA;

  • AI MODIFIED: identifica conteúdos originalmente feitos por humanos que foram modificados por IA, como uma troca de rosto em uma foto real.

Por que a UE está exigindo marca d’água nos conteúdos de IA?

A principal preocupação é reduzir o impacto de desinformação, golpes e deepfakes. Com modelos de IA cada vez mais capazes de produzir imagens, vozes e vídeos convincentes, fica difícil para uma pessoa identificar sozinha se determinado material é autêntico.

A identificação também busca facilitar a rastreabilidade do conteúdo. Em vez de depender apenas da percepção do usuário, plataformas e ferramentas podem usar sinais incorporados ao arquivo ou informações de procedência para verificar se houve participação de IA.

Chatbots de IA

Rotulagem não resolve todos os problemas

Ainda assim, a rotulagem não resolve todos os problemas, pois marcas d'água podem ser prejudicadas por alterações no arquivo, capturas de tela, recodificação ou processamento por outros modelos de IA.

Também não existe um padrão universal compartilhado entre as empresas de tecnologia. Um sinal de procedência inserido pela ferramenta de uma empresa pode não ser reconhecido pelo sistema de detecção de outra companhia ou por determinada rede social, o que limita a eficácia da rastreabilidade. 

Esse cenário é conhecido como problema da assimetria: as regras de rotulagem funcionam bem para identificar e catalogar conteúdos sintéticos criados por usuários comuns em plataformas, como OpenAI, Google e Anthropic. Porém, têm eficácia limitada contra campanhas intencionais de desinformação, nas quais os responsáveis podem usar sistemas modificados ou remover as marcações de IA. 

Chatbots de IA - Gemini e ChatGPT

Outro risco é o chamado efeito bumerangue. Se os usuários começarem a confiar demais nos rótulos, podem interpretar qualquer conteúdo sem identificação como verdadeiro. Isso criaria uma falsa sensação de segurança justamente nos materiais produzidos por quem não segue as regras.

Por isso, a identificação deve funcionar como uma camada adicional de proteção, e não como uma garantia de autenticidade. A capacidade de avaliar a fonte, o contexto e possíveis inconsistências continua importante mesmo com a adoção das novas regras.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “É VERDADE que as imagens geradas por IA têm marca d’água oculta que você não vê”.

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