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Ugreen lança powerbank de 10.000 mAh com proteção contra explosões por R$ 90

10 September 2026 at 20:50

A Ugreen lançou na China o P5, novo power bank compacto com 10.000 mAh de capacidade e preço de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta. Além do cabo USB-C integrado e da potência de até 22,5 W, o acessório aposta em recursos de segurança para evitar incêndios e explosões.

O modelo foi desenvolvido para atender às novas normas nacionais de segurança da China para 2026 e recebeu a certificação obrigatória 3C. Segundo a fabricante, a bateria não pegou fogo nem explodiu durante testes de perfuração, compressão e exposição a altas temperaturas.

Bateria passou por testes contra incêndios e explosões

A segurança é um dos principais destaques do P5. O power bank usa materiais retardantes de chamas e possui dois sensores NTC para monitorar a temperatura durante o funcionamento.

De acordo com a Ugreen, o sistema mantém a temperatura em até 48 °C. A fabricante também submeteu a bateria a testes mais extremos, como perfuração com prego, compressão e exposição a calor elevado.

A célula usada no P5 é fornecida pela EVE Energy e possui tecnologia de íon de lítio com polímero, com capacidade energética de 37 Wh. A promessa é manter mais de 90% da capacidade original mesmo após 500 ciclos de carga.

O sistema de gerenciamento ainda acompanha temperatura, tensão e número de ciclos. Essas informações podem ser consultadas pelo aplicativo da Ugreen no celular ou pelo software da marca para computadores.

Cabo integrado carrega até três dispositivos

O P5 mede 117,8 x 72 x 16,8 mm e pesa aproximadamente 203,4 gramas. Segundo a Ugreen, ele é cerca de 25% mais leve que o antigo PB203.

Powerbank ugreen 10000mAh

Um dos diferenciais do design é o cabo USB-C de 18,5 cm integrado ao corpo. Além de servir para recarga, ele funciona como alça de transporte quando não está conectado a algum aparelho. A marca afirma que o componente suporta cerca de 10 mil dobras.

Além do cabo, há uma porta USB-C e outra USB-A. Com isso, o power bank consegue carregar até três dispositivos ao mesmo tempo.

A potência máxima chega a 22,5 W com apenas uma saída em uso. Ao conectar vários aparelhos simultaneamente, o limite total cai para 15 W. Um pequeno display na parte frontal mostra a porcentagem de carga restante.

O P5 também suporta USB Power Delivery, Quick Charge, Adaptive Fast Charging e SuperCharge Protocol. Para recarregar a própria bateria, a potência chega a 20 W e o processo completo leva cerca de 3 horas e 6 minutos.

Segundo testes divulgados pela Ugreen, 30 minutos de carga são suficientes para levar um iPhone 17 a aproximadamente 58%. No mesmo período, o Huawei Mate 80 chega a 37% e o Xiaomi 17 a 21%. Os números são estimativas da própria fabricante e podem variar conforme o aparelho e as condições de uso.

Preço e disponibilidade

O Ugreen P5 começa a ser vendido na China em 16 de setembro, pelo preço sugerido de 119 yuans, cerca de R$ 90 em conversão direta.

Por enquanto, a empresa não revelou planos para lançamento global nem confirmou se o novo power bank será vendido oficialmente no Brasil.

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Apple não vende mais iPhone 17 Pro e Pro Max em sua loja após lançamento do 18

10 September 2026 at 20:06

A Apple retirou os iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max de sua loja oficial após o lançamento dos novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira (9). A decisão segue a estratégia adotada pela empresa nos últimos anos, que costuma manter apenas modelos mais básicos de gerações anteriores em seu catálogo.

Com isso, quem ainda pretende comprar um iPhone 17 Pro ou 17 Pro Max precisa recorrer a varejistas que possuem unidades em estoque. A Apple não deve repor esses aparelhos e, quando as últimas unidades acabarem nas lojas, os modelos tendem a desaparecer gradualmente do mercado.

A mudança também pode mexer nos preços. Nas próximas semanas e meses, o varejo pode reduzir os valores para liberar os estoques restantes. Por outro lado, conforme a disponibilidade ficar menor, algumas versões podem voltar a subir de preço.

iPhone 18 Pro assume o posto de topo de linha

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram anunciados como os novos celulares mais avançados da linha tradicional da Apple. Os aparelhos estrearam o chipset A20 Pro de 2 nm e receberam mudanças no conjunto de câmeras, com uma nova principal de 48 MP com abertura variável.

iPhone 17 Pro

 A Apple também redesenhou o sistema de refrigeração, com uma câmara de vapor maior, e reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica. A autonomia oficial chega a até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e 45 horas no Pro Max.

A nova geração passa a ocupar diretamente o espaço deixado pelos modelos Pro de 2025 na loja oficial.

Como ficou a linha de iPhones da Apple

Após a atualização do catálogo, a Apple passa a vender oficialmente os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, o dobrável iPhone Duo, além dos iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17e e iPhone 16.

O iPhone 17 permanece como representante da geração passada, enquanto as versões Pro deixam de fazer parte da loja. Isso não significa que elas desaparecerão imediatamente do mercado, mas a disponibilidade agora depende exclusivamente dos estoques mantidos por varejistas.

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McDonald's começa a entregar lanches com drones

10 September 2026 at 19:08

O McDonald's começou a entregar lanches com drones em Xangai, na China, após a Meituan colocar em operação uma nova rede aérea de entregas na região de West Bund nesta quinta-feira (10). A parceria também marca a estreia da primeira rota exclusiva de drones para uma marca de alimentação no país.

A nova rede conecta pontos como o West Bund Dream Center, Xuhui Riverside, Model Speed Space e a área em frente ao McDonald's da Longteng Avenue. Quase 20 redes de alimentação já fazem parte da operação, entre elas McDonald's, A Ma Handmade e M Stand.

A expectativa da Meituan é ampliar a cobertura e superar 40 marcas integradas até o fim do ano.

Pedido pode chegar em cerca de 10 minutos

O processo mistura automação com o trabalho dos funcionários. Após o preparo, um colaborador leva o pedido até o "aeroporto" de drones mais próximo, onde um braço robótico coloca a encomenda na aeronave.

No destino, outro braço retira o pacote e o coloca em um armário de retirada. Nos casos mais rápidos, todo o trajeto pode levar cerca de 10 minutos.

Drone meituan McDonalds

A proposta é usar as rotas aéreas principalmente em regiões nas quais o transporte terrestre enfrenta mais obstáculos, como parques, áreas de difícil localização ou locais com acesso mais complicado para entregadores.

Os drones também podem atuar em conjunto com os profissionais de entrega em trajetos mais longos, terrenos extremos ou situações climáticas mais severas.

Drone opera até sob chuva forte e neve

A Meituan usa o M-Drone 4L Winch, modelo de quarta geração equipado com um sistema de descida por cabo. A aeronave pode parar no ar e baixar o pacote diretamente até um ponto determinado.

Segundo a empresa, o equipamento suporta chuva forte, neve moderada, ventos de força 6 e temperaturas entre -20 °C e 50 °C. A companhia afirma que o modelo consegue atender mais de 97% dos cenários urbanos encontrados na China.

No solo, a estrutura conta com o M-Port 3, uma estação inteligente de apenas 1,4 m², área próxima à de uma cabine telefônica. O módulo possui um braço robótico responsável pelo carregamento automático das encomendas.

Sistema recalcula rota em caso de imprevistos

A rede também conta com o M-DaaS 3, sistema responsável pelo despacho e controle das aeronaves. A Meituan o descreve como um "supercérebro" capaz de identificar anormalidades em até 100 milissegundos.

Caso haja uma mudança repentina no clima ou alguma alteração no espaço aéreo, o sistema pode recalcular a rota do drone ou acionar protocolos de segurança.

Com a nova operação em West Bund, a Meituan amplia sua aposta em drones para complementar a logística tradicional e reduzir o tempo de entrega em regiões nas quais motos e bicicletas enfrentam mais limitações.

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Quanto vale pagar pelo iPhone 17 Pro agora que o iPhone 18 Pro foi lançado?

10 September 2026 at 18:14

A chegada do iPhone 18 Pro abre uma boa oportunidade para quem quer um celular premium da Apple, mas prefere economizar com a geração anterior. Com base no histórico recente de preços, o iPhone 17 Pro de 256 GB já vale a compra entre R$ 8.000 e R$ 8.200, enquanto o iPhone 17 Pro Max de 256 GB faz sentido entre R$ 9.200 e R$ 9.400.

Esses valores não representam necessariamente o menor preço que os aparelhos podem atingir. Eles indicam uma faixa na qual o desconto já é relevante frente à média recente, sem depender de uma nova queda nas próximas semanas.

A mesma lógica vale para as capacidades maiores. Em boa parte das versões, uma redução próxima de 4% a 6% sobre o preço médio recente já cria um ponto interessante para compra.

Quanto vale pagar no iPhone 17 Pro?

O iPhone 17 Pro de 256 GB manteve uma média próxima de R$ 8.500 nos últimos meses. Uma oferta por R$ 8.200 já reduz o preço em cerca de 3,5% frente a esse patamar.

Por R$ 8.000, o desconto se aproxima de 6% e já pode ser considerado muito bom. Abaixo disso, a promoção entra em uma faixa ainda mais agressiva e pode não permanecer disponível por muito tempo.

Nas versões maiores, a lógica é parecida. O modelo de 512 GB já apareceu abaixo de R$ 10 mil, então preços entre R$ 9.900 e R$ 10.200 já são interessantes. Se cair para R$ 9.800 ou menos, a oferta fica ainda melhor.

Já o iPhone 17 Pro de 1 TB, que ficou recentemente na casa dos R$ 13 mil, começa a fazer sentido entre R$ 12.200 e R$ 12.500. Abaixo de R$ 12 mil, já entra em uma faixa excepcional.

iPhone 17 Pro

 E quanto vale pagar no iPhone 17 Pro Max?

O iPhone 17 Pro Max de 256 GB costuma custar entre R$ 9.600 e R$ 9.800. Nesse cenário, encontrar o celular por até R$ 9.400 já torna a compra interessante.

A faixa de R$ 9.200 ou menos é ainda melhor, com uma redução que pode ficar próxima de 6% frente aos valores recentes.

A versão de 512 GB costuma ficar perto de R$ 11,8 mil, então uma queda para R$ 11.100 a R$ 11.400 já é suficiente para considerar a compra. Se aparecer por R$ 10.800 ou menos, a oferta se torna especialmente boa.

No modelo de 1 TB, que ficou próximo de R$ 13,2 mil recentemente, a faixa de R$ 12.500 a R$ 12.800 já é interessante. Abaixo de R$ 12.500, o preço fica ainda mais agressivo.

O iPhone 17 Pro Max de 2 TB exige uma análise um pouco mais cautelosa. Além de ter menor volume de vendas, ele não possui um equivalente direto na geração iPhone 16 Pro Max para comparação histórica. Por isso, abaixo de R$ 15 mil já é uma faixa interessante, enquanto R$ 14.500 ou menos pode ser considerado um preço muito bom.

Modelo Bom preço Preço muito bom
iPhone 17 Pro 256 GB R$ 8.000 a R$ 8.200 R$ 8.000 ou menos
iPhone 17 Pro 512 GB R$ 9.900 a R$ 10.200 R$ 9.800 ou menos
iPhone 17 Pro 1 TB R$ 12.200 a R$ 12.500 R$ 12.000 ou menos
iPhone 17 Pro Max 256 GB R$ 9.200 a R$ 9.400 R$ 9.200 ou menos
iPhone 17 Pro Max 512 GB R$ 11.100 a R$ 11.400 R$ 10.800 ou menos
iPhone 17 Pro Max 1 TB R$ 12.500 a R$ 12.800 R$ 12.500 ou menos
iPhone 17 Pro Max 2 TB até cerca de R$ 15.000 R$ 14.500 ou menos

Histórico mostra que esperar demais pode não compensar

A geração passada ajuda a entender por que o lançamento de um novo iPhone não garante uma queda contínua no preço do anterior.

Após a chegada do iPhone 17 Pro, o iPhone 16 Pro Max de 256 GB passou de aproximadamente R$ 8.300 para R$ 8.000 nas semanas seguintes. A redução ficou perto de 3,6%, mas o preço voltou a subir pouco depois.

O movimento foi parecido com o iPhone 16 Pro de 128 GB. O aparelho custava perto de R$ 7.000, apareceu brevemente por cerca de R$ 6.600 e depois retornou à faixa habitual. Nesse caso, a queda chegou a aproximadamente 5,7%.

Isso ajuda a mostrar que uma promoção logo após a chegada da nova geração pode ser mais interessante do que esperar indefinidamente por outro corte.

Estoque menor pode até fazer o preço subir

Essa cautela é ainda mais importante nas versões de 512 GB e 1 TB. Conforme os iPhones Pro antigos deixam de ser produzidos e o estoque diminui, algumas capacidades passam a aparecer com menos frequência no varejo.

Com isso, o preço deixa de acompanhar uma curva normal de desvalorização. Há casos em que versões do iPhone 16 Pro com mais armazenamento chegaram a custar mais do que modelos equivalentes de gerações mais novas justamente por causa da baixa disponibilidade.

Por esse motivo, o preço atual de um iPhone 16 Pro ou Pro Max com muito armazenamento nem sempre serve como uma referência adequada para definir quanto o iPhone 17 Pro deveria custar.

A média recente do próprio aparelho passa a ser um indicador mais útil. Se a queda ficar perto de 4% a 6%, o desconto já está dentro do comportamento observado após a chegada de uma nova geração.

No fim, o melhor negócio não precisa coincidir com o menor preço histórico. Se qualquer versão do iPhone 17 Pro ou Pro Max cair para uma faixa suficientemente abaixo de sua média recente, já pode fazer sentido comprar antes que uma promoção desapareça ou o estoque diminua ainda mais.

É importante destacar que esses valores indicados não são, necessariamente, o melhor preço justo de forma independente, pois seguem o histórico de redução das gerações passadas da Apple ao longo dos anos. Dessa forma, os preços são mais "realistas" com o que, de fato, pode acontecer. 

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7 coisas que o iPhone Duo faz e que a Samsung não colocou no Galaxy Z Fold 8

9 September 2026 at 20:31

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho adota o formato de “passaporte”, com uma tela externa para o uso convencional e um painel maior que aparece quando o dispositivo é aberto. Com isso, a Apple entra diretamente na disputa com fabricantes que já estão há anos no segmento. Entre os principais concorrentes está o Galaxy Z Fold 8, atual dobrável no formato livro da Samsung.

Apesar da estreia tardia, o iPhone Duo chegou com algumas características que não estão disponíveis no rival sul-coreano. Curiosamente, a lista inclui até recursos que a própria Samsung já ofereceu em gerações anteriores, mas decidiu abandonar nos Fold mais recentes.

Há desde diferenças de resistência e câmeras até pequenos cuidados de software que aproveitam o formato dobrável. Confira 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

1 - Tela interna mais resistente a riscos

Um dos pontos que mais chamam atenção no iPhone Duo é a promessa de maior resistência a riscos na tela dobrável interna.

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A Apple não detalhou qual é o nível dessa proteção, então ainda será preciso esperar por testes práticos para entender o quanto o painel aguenta. Ainda assim, é um aspecto importante em dobráveis, já que telas flexíveis tradicionais são bem mais sensíveis e podem ficar marcadas apenas com a pressão da unha.

O Galaxy Z Fold 8 também recebeu melhorias de construção e durabilidade, mas não traz uma promessa equivalente de resistência a riscos no painel flexível.

2 - Suporte para Apple Pencil

O iPhone Duo também aproveita a tela interna maior para oferecer suporte para Apple Pencil, o que aproxima um pouco a experiência de um iPad mini.

Esse é justamente um recurso que a Samsung já ofereceu em seus dobráveis. O suporte para S Pen, porém, foi aposentado com o Galaxy Z Fold 6 e não voltou no Fold 8.

A ausência da caneta virou um dos pontos de reclamação entre usuários da linha. No iPhone Duo, a Apple estreia no segmento com uma função que a principal rival decidiu deixar para trás.

3 - Vira um relógio de cabeceira

Quando fica entreaberto sobre uma mesa, o iPhone Duo pode assumir a função de relógio de cabeceira, com as informações exibidas de uma forma adaptada à posição do aparelho.

A ideia não é inédita no mercado. Dobráveis de fabricantes como Honor, Motorola e Huawei também exploram esse tipo de uso quando ficam parcialmente fechados.

No Galaxy Z Fold 8, porém, não há uma experiência nativa equivalente. 

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4 - Câmera escondida embaixo da tela

O iPhone Duo também aposta em uma câmera escondida sob a tela interna, o que evita um recorte aparente no painel maior.

Neste caso, a situação é curiosa porque a Samsung foi uma das fabricantes que mais apostaram nessa tecnologia. Os Galaxy Z Fold usaram câmera sob o display até o Galaxy Z Fold 6.

A companhia abandonou a solução no Fold 7 e manteve essa decisão no Fold 8. Com isso, a Apple estreia seu dobrável com uma característica que já fez parte da identidade dos aparelhos da Samsung.

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 5 - Certificação IP68 contra poeira e água

Em resistência, o iPhone Duo também leva vantagem no papel graças à certificação IP68 contra poeira e água.

O principal diferencial está na proteção contra partículas sólidas. O Galaxy Z Fold 8 possui certificação IP48, portanto não alcança o mesmo nível de resistência contra poeira do aparelho da Apple.

Esse é um ponto especialmente importante em dobráveis, já que a dobradiça e outras partes móveis tornam a proteção contra pequenas partículas um desafio maior do que em celulares convencionais.

6 - Grava vídeos em 4K a 120 fps

Para quem usa o celular para vídeo, o iPhone Duo também oferece uma possibilidade que o Galaxy Z Fold 8 deixa de fora: gravação em 4K a 120 quadros por segundo.

A vantagem segue uma característica que já aparece em outros iPhones mais avançados. A Apple oferece uma taxa de quadros maior em 4K, o que dá mais liberdade para cenas em câmera lenta sem reduzir tanto a resolução.

No Galaxy Z Fold 8, a gravação chega a 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Assim, o Samsung alcança uma resolução superior, mas não oferece a mesma combinação de 4K com 120 fps.

7 - Animação ao abrir e fechar a tela

A última diferença é bem mais estética, mas mostra o cuidado da Apple com a transição entre os dois formatos do iPhone Duo.

O iOS possui uma animação específica para a passagem entre a tela externa e a interna, baseada na identidade visual Liquid Glass. Ao abrir ou fechar o aparelho, o conteúdo recebe um efeito de transparência durante a troca entre os displays.

Isso não muda a funcionalidade do celular, mas deixa a transição mais natural e ajuda a dar continuidade ao que estava na tela. O Galaxy Z Fold 8 alterna normalmente entre os dois painéis, mas não possui um efeito visual semelhante.

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Touch ID está de volta: iPhone Duo ressuscita leitor de digitais da Apple

9 September 2026 at 19:44

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e aproveitou a estreia do novo formato para ressuscitar o Touch ID nos iPhones. O leitor de impressões digitais fica integrado ao botão lateral e pode autenticar o usuário tanto com o aparelho aberto quanto fechado.

O recurso não aparecia em um novo iPhone desde o iPhone SE de terceira geração, apresentado em março de 2022. Já na linha principal da marca, os últimos modelos com Touch ID foram o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus, lançados em 2017.

Touch ID migra para o botão lateral

Nos iPhones antigos, o Touch ID ficava integrado ao botão de Início abaixo da tela. No iPhone Duo, a Apple adotou uma solução diferente e colocou o sensor biométrico diretamente no botão lateral.

Segundo a empresa, a posição permite uma autenticação fácil e consistente independentemente da forma de uso do dobrável. Além do Touch ID, proprietários de um Apple Watch também podem usar o relógio para desbloquear o iPhone Duo.

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A escolha faz sentido pelo formato do aparelho. Fechado, o iPhone Duo tem proporções semelhantes às de um passaporte, em uma proposta próxima de dobráveis como Galaxy Z Fold 8 e Huawei Pura X Max. A tela externa tem 5,4 polegadas, enquanto o painel interno chega a 7,6 polegadas.

Assim, o leitor lateral permanece acessível sem depender de qual tela está em uso. O botão convive ainda com o Camera Control, dedicado a atalhos da câmera.

O iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro, inclusive no Brasil, e chega às lojas em 23 de outubro. O aparelho será oferecido em versões de 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB. Os preços partem de R$ 21.999. 

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iPhone Duo: celular dobrável da Apple vai custar R$ 31 mil no Brasil

9 September 2026 at 19:37

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) sua nova geração de celulares e confirmou os preços para o mercado brasileiro. O destaque fica para o iPhone Duo, primeiro dobrável da marca, que será vendido por a partir de R$ 21.999 no país, com a versão 2TB de espaço chegando a R$ 30.999.

Além dele, a fabricante também revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, que chegam como os modelos tradicionais mais avançados da linha. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

iPhone Duo estreia formato dobrável na Apple

O iPhone Duo marca a entrada da Apple no mercado de celulares dobráveis com um formato de livro, semelhante ao adotado por aparelhos como o Galaxy Z Fold 8. O modelo possui uma tela externa para o uso convencional e um painel maior na parte interna, que amplia o espaço para aplicativos e multitarefa.

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Por dentro, o celular é equipado com o chipset A20 Pro e traz um sistema de câmeras com dois sensores traseiros de 48 MP. O formato dobrável ainda permite aproveitar a tela externa como visor ao usar as câmeras principais para selfies.

Outra mudança importante está na biometria. Em vez do Face ID, o iPhone Duo traz de volta o Touch ID, agora integrado ao botão lateral. O recurso não aparecia em um modelo principal da linha desde o iPhone 8.

A Apple também adaptou o iOS para aproveitar a tela interna maior, com recursos próprios para multitarefa e aplicativos que usam melhor o espaço adicional oferecido pelo painel dobrável.

iPhone 18 Pro e Pro Max recebem melhorias de câmera e desempenho

Os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o formato tradicional da linha, mas receberam atualizações importantes no hardware. Os dois também usam o A20 Pro, acompanhado por um novo sistema de resfriamento por câmara de vapor.

A câmera principal de 48 MP agora conta com abertura variável, recurso que dá mais controle sobre a entrada de luz e a profundidade de campo. A Apple também reduziu o tamanho da Ilha Dinâmica nesta geração.

O iPhone 18 Pro Max ainda ganhou atenção especial na autonomia. Segundo a fabricante, o modelo recebeu a maior evolução de bateria já feita em um iPhone, graças à combinação entre uma bateria maior e melhorias de eficiência do novo chipset.

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Preços dos novos iPhones no Brasil

Os três aparelhos começam em 256 GB e chegam a até 2 TB de armazenamento. Confira os preços oficiais:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max iPhone Duo
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999 R$ 21.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499 R$ 23.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499 R$ 26.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999 R$ 30.999

A diferença entre as versões mais baratas do iPhone 18 Pro e do iPhone Duo chega a R$ 10 mil. Já o dobrável com 2 TB custa R$ 30.999, quase R$ 9 mil a mais que sua configuração de entrada.

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Novo Apple Watch Ultra promete mais de 2 dias longe da tomada

9 September 2026 at 19:08

A Apple apresentou o Apple Watch Ultra 4 com uma evolução importante na bateria. O novo relógio promete até 50 horas de autonomia no uso cotidiano, tempo suficiente para passar mais de dois dias longe da tomada. A duração pode ficar ainda maior com o Modo Pouca Energia, que amplia a estimativa para até 84 horas. A recarga também ficou mais rápida: segundo a Apple, 15 minutos na tomada acrescentam até 18 horas de uso.

Bateria foi pensada para treinos mais longos

A Apple também criou novos modos de treino para quem precisa registrar atividades por muitas horas sem abrir mão do GPS e do monitoramento cardíaco.

No Extended Workout, o Apple Watch Ultra 4 consegue acompanhar exercícios ao ar livre por até 25 horas, com GPS e leitura de frequência cardíaca ativos. Segundo a fabricante, isso representa um aumento de 25% em relação ao modelo anterior.

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Para alcançar essa autonomia, o relógio ativa o Modo Pouca Energia durante o exercício. Com isso, algumas métricas avançadas de corrida deixam de ficar disponíveis.

Como funciona o modo para ultramaratonas?

Para atividades ainda mais longas, há o Max Extended Workout. O recurso permite registrar corridas, caminhadas e trilhas por até 45 horas, tempo que, segundo a Apple, costuma ser suficiente para completar uma prova de 100 milhas, cerca de 161 km.

Mesmo nesse modo de economia mais agressivo, o relógio continua com o GPS ativo e registra a localização a cada segundo, o que permite manter um acompanhamento detalhado do percurso.

Em troca da autonomia maior, o Max Extended Workout desativa alertas e parciais do treino, além de deixar algumas métricas indisponíveis. O objetivo é priorizar o registro contínuo da atividade e evitar que o relógio fique sem bateria no meio de provas muito longas.

O Apple Watch Ultra 4 foi apresentado nesta quarta-feira (9) ao lado do Apple Watch Series 12 com "sensor mais preciso do mundo". 

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iPhone 18 Pro fica 40% mais rápido e ganha bateria de Pro Max

9 September 2026 at 18:08

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, celulares mais avançados no seu novo portfólio. A geração estreia o chipset A20 Pro de 2 nanômetros, traz câmera Fusion de 48 MP com abertura variável e adota uma Dynamic Island menor. Com o novo hardware, os iPhones deste ano ficaram 40% mais rápidos que o iPhone 17 Pro, segundo a Apple.

Os aparelhos também chegam com nova câmara de vapor, modem próprio C2 e iOS 27 com Apple Intelligence e Siri AI. O iPhone 18 Pro parte de US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 em conversão direta, enquanto o Pro Max começa em US$ 1.299, aproximadamente R$ 6.611.

A pré-venda começa em 12 de setembro, inclusive no Brasil, e as primeiras unidades chegam às lojas no dia 18 de setembro.

Câmera de 48 MP ganha abertura variável

Um dos principais destaques da nova geração está na câmera principal Fusion de 48 MP, que agora possui abertura variável entre f/1.8 e f/4. É a primeira vez que a Apple oferece controle de abertura física em um iPhone.

O mecanismo usa seis lâminas cortadas a laser e pode alterar automaticamente a abertura de acordo com a iluminação e a profundidade de campo necessária. O usuário também pode escolher manualmente entre quatro configurações pelo aplicativo Câmera.

A Apple afirma que o novo sensor melhora as fotografias em baixa luminosidade e entrega mais detalhes. Fotos de grupos também devem preservar melhor a nitidez de pessoas ou elementos posicionados mais ao fundo da cena.

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Uma nova etapa de fotografia computacional busca gerar imagens mais nítidas, enquanto os Photographic Styles recebem controles de textura e granulação para ampliar as possibilidades de personalização.

A Apple também destacou melhorias para fotografias sob luz solar intensa e no foco de assuntos em movimento. O recurso Focus Tracking acompanha o objeto durante a captura para ajudar a mantê-lo em foco em gravações de vídeo.

Pro Controls oferece mais ajustes manuais

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max ganham uma nova interface Pro Controls dentro do aplicativo Câmera. A ferramenta concentra configurações usadas com frequência e amplia os controles manuais disponíveis para fotos e vídeos.

É possível alterar parâmetros como abertura da lente, velocidade do obturador, ISO e balanço de branco, além de consultar um histograma para verificar os níveis de exposição da cena.

Apple A20 Pro

A Apple também disponibilizará uma API para que desenvolvedores aproveitem o controle da abertura variável em aplicativos de terceiros.

Para vídeo, efeitos Cinematic poderão ser aplicados após a gravação em conteúdos capturados a até 60 fps. O modo Time-lapse passa a filmar em 4K com Dolby Vision HDR.

O Audio Mix também recebeu novos algoritmos para melhorar a qualidade das vozes e agora consegue isolar músicas presentes no áudio da gravação.

Apple Reference Image ajuda a identificar fotos alteradas

A Apple também apresentou o Apple Reference Image, novo recurso voltado à autenticidade das fotografias capturadas pelos iPhone 18 Pro.

No modo Reference, o novo sensor registra dados assinados durante a captura. O Private Cloud Compute usa essas informações para criar uma imagem de referência que não pode ser alterada.

Essa versão aparece no aplicativo Fotos ao lado da imagem principal e funciona como uma espécie de negativo digital, que permite comparar os dois arquivos para identificar possíveis edições.

A Apple também usará metadados e prepara suporte ao padrão SynthID para ajudar a identificar conteúdos criados ou modificados com inteligência artificial.

A20 Pro estreia processo de 2 nm

Os dois modelos chegam com o Apple A20 Pro, fabricado em processo de 2 nm. O chipset possui 50% mais largura de banda de memória que o A19 Pro e traz uma CPU de seis núcleos.

São dois novos núcleos de desempenho e quatro novos núcleos de eficiência, com Neural Accelerators integrados. Segundo a Apple, a CPU é até 20% mais rápida, e a companhia a destaca como a mais veloz já usada em um smartphone.

A GPU possui sete núcleos e oferece desempenho gráfico até 40% superior ao A19 Pro, com foco tanto em jogos quanto em tarefas mais pesadas de criação.

Já o Neural Engine usa uma arquitetura Dual 16-core, com 32 núcleos no total. Segundo a Apple, isso dobra a capacidade de processamento de inteligência artificial em relação ao A19 Pro.

Nova câmara de vapor melhora desempenho contínuo

Para controlar as temperaturas, a Apple reformulou o sistema de refrigeração dos novos iPhones. O A20 Pro usa um encapsulamento inspirado nos chips da linha M, com memória e silício posicionados lado a lado.

A mudança remove a memória do caminho térmico e permite que o chipset tenha contato direto com uma câmara de vapor de nova geração.

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 Segundo a companhia, o componente tem três vezes mais área que o sistema usado no iPhone 17 Pro. A combinação permite um ganho de até 40% no desempenho sustentado, o maior já registrado pela Apple em um iPhone.

iPhone 18 Pro estreia modem C2 e chip N1

Outra novidade está na conectividade. Os dois celulares usam o N1, novo chip sem fio desenvolvido pela Apple com suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread.

Eles também estreiam o modem C2, segunda geração do sistema celular próprio da companhia. A Apple promete uploads significativamente mais rápidos que no C1X e 15% menos consumo de energia. O componente adiciona suporte a 5G mmWave nos Estados Unidos.

Os recursos de conectividade via satélite continuam disponíveis quando não há cobertura de rede celular ou Wi-Fi. A Apple também prorrogou por mais um ano o acesso gratuito às funções de satélite para usuários elegíveis das linhas iPhone 14, 15 e 16.

Dynamic Island fica menor e mostra mais informações

A Apple reduziu o tamanho da Dynamic Island nos novos modelos, mas manteve o sistema Face ID para desbloqueio, autenticação de compras e acesso a aplicativos.

O espaço também ficou mais funcional e agora consegue mostrar até três Atividades ao Vivo simultaneamente.

Siri AI estreia integrada ao Apple Intelligence

Os iPhone 18 Pro chegam com o iOS 27, que traz a nova geração do Apple Intelligence e apresenta a Siri AI, uma reformulação da assistente virtual da companhia.

Segundo a Apple, a Siri recebe atualmente mais de 2,5 bilhões de solicitações por dia. A nova versão passa a usar contexto pessoal para procurar informações em mensagens, e-mails, fotos e outros dados do usuário.

A Siri AI também consegue interpretar o conteúdo exibido na tela e executar ações relacionadas a ele. Um modo dentro do aplicativo Câmera permite ainda perguntar sobre o que está diante do celular e realizar ações a partir dessas informações.

A assistente passa a trabalhar melhor com aplicativos de terceiros. Entre os exemplos mostrados estão enviar mensagens pelo WhatsApp, reproduzir audiobooks no Audible, mandar e-mails e criar listas de compras.

Também é possível escrever pedidos para a Siri e personalizar sua voz e entonação.

Apple Intelligence edita fotos e monitora páginas

O Apple Intelligence também recebe novas ferramentas. O Spatial Reframing permite alterar a composição de uma foto depois da captura, enquanto o Extend consegue expandir a imagem.

O Clean Up foi atualizado e o Image Playground passa a gerar imagens com aparência fotorrealista.

No Safari, o novo Notify Me consegue acompanhar mudanças em páginas e avisar sobre eventos como reposição de produtos em estoque ou quedas de preço.

Para preservar a privacidade, a Apple afirma que parte das tarefas de IA ocorre diretamente no aparelho. Recursos que precisam de mais processamento podem usar o Private Cloud Compute.

Siri AI chega em português em outubro

O Apple Intelligence estará disponível em 16 idiomas, incluindo português, com a chegada do iOS 27.

A nova versão do sistema será disponibilizada gratuitamente em 14 de setembro. A Siri AI estreia na mesma data em versão beta para aparelhos configurados em inglês.

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 O suporte a mais idiomas, como português, francês, japonês, coreano e espanhol chega em outubro.

O iOS 27 também amplia as opções de personalização do visual Liquid Glass e adiciona novos recursos de proteção infantil e controle parental.

Outra novidade é o iPhone Handoff, que permite alternar entre dois iPhones com o mesmo número em operadoras compatíveis.

Pro Max tem maior salto de bateria já feito pela Apple

A Apple afirma que o iPhone 18 Pro Max registra o maior aumento de autonomia já feito entre gerações de iPhone, graças às melhorias do A20 Pro e à adoção de uma bateria maior.

Nas versões vendidas exclusivamente com eSIM, o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas de reprodução de vídeo, enquanto o iPhone 18 Pro Max chega a 45 horas.

Esses aparelhos usam o espaço antes reservado ao cartão SIM físico para colocar uma bateria maior e oferecem duas horas adicionais de reprodução de vídeo.

As versões exclusivas com eSIM serão vendidas em mercados como Estados Unidos, Canadá, Japão e México. O Brasil não está na lista divulgada pela Apple.

No carregamento, o iPhone 18 Pro recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos pelo cabo ou em aproximadamente 30 minutos sem fio.

No Pro Max, cinco minutos de carga com fio oferecem cerca de sete horas de reprodução de vídeo. A Apple também estima até 30 horas de uso com uma carga completa em seu novo modelo de medição baseado em dados de utilização real.

Construção usa 40% de materiais reciclados

Segundo a Apple, os iPhone 18 Pro e Pro Max são produzidos com 40% de conteúdo reciclado no total.

A bateria usa 100% de cobalto reciclado, enquanto a estrutura possui 85% de alumínio reciclado. A companhia também afirma que 50% da energia usada na cadeia de fabricação vem de fontes renováveis, como solar e eólica.

As embalagens são produzidas integralmente com fibras e podem ser recicladas.

Quatro cores e até 2 TB de armazenamento

Os iPhone 18 Pro e Pro Max serão vendidos nas cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto). O tom Burgundy é a nova opção introduzida nesta geração.

Os dois modelos também terão as mesmas opções de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.

A Apple anunciou ainda novas capas Silicone, TechWoven e transparentes, além de carteiras FineWoven e alças Wrist Strap e Crossbody Strap.

Preço e disponibilidade

O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 para a versão com 256 GB. Já o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 também com 256 GB.

Veja os preços oficiais no Brasil:

Armazenamento iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
256 GB R$ 11.999 R$ 12.999
512 GB R$ 13.499 R$ 14.499
1 TB R$ 16.499 R$ 17.499
2 TB R$ 20.999 R$ 21.999

A pré-venda começa no sábado, 12 de setembro, em mais de 65 países e regiões, incluindo o Brasil. As primeiras unidades chegam às lojas na sexta-feira, 18 de setembro.

Outros 20 países e regiões recebem os aparelhos a partir de 25 de setembro.

Ficha técnica do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Característica iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro Max
Chipset Apple A20 Pro Apple A20 Pro
Processo 2 nm 2 nm
CPU 6 núcleos 6 núcleos
GPU 7 núcleos 7 núcleos
Neural Engine 32 núcleos 32 núcleos
Conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Thread e 5G
Modem Apple C2 Apple C2
Armazenamento 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Câmera principal Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4 Fusion de 48 MP, abertura variável de f/1.8 a f/4
Sistema iOS 27 iOS 27
IA Apple Intelligence e Siri AI Apple Intelligence e Siri AI
Autonomia em vídeo com eSIM-only Até 36 horas Até 45 horas
Cores Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto) Burgundy (roxo), Glacier (branco), Silver (cinza) e Black (preto)
Preço inicial US$ 1.199, cerca de R$ 6.102 US$ 1.299, cerca de R$ 6.611
Pré-venda 12 de setembro 12 de setembro
Disponibilidade 18 de setembro 18 de setembro

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Xiaomi vai copiar recurso matador do Galaxy S26 Ultra, diz leaker

28 August 2026 at 22:27

A Xiaomi pode adotar, nos seus próximos celulares topo de linha, um recurso de privacidade semelhante a um dos principais diferenciais do Galaxy S26 Ultra. Imagens vazadas no X mostram uma função chamada Smart Privacy Display, criada para dificultar que outras pessoas enxerguem o conteúdo da tela pelas laterais.

A novidade, porém, deve ir além de simplesmente ligar ou desligar a proteção. A interface revelada no vazamento indica que será possível escolher quais aplicativos ativam o modo de privacidade, assim como acontece no celular da Samsung, além de criar grupos personalizados para organizar essas configurações.

A Xiaomi ainda não confirmou oficialmente o recurso, mas as novas imagens reforçam rumores anteriores de que a fabricante trabalha em uma alternativa à tecnologia apresentada pela Samsung no Galaxy S26 Ultra.

Privacidade pode ser ativada automaticamente

Um dos diferenciais do Smart Privacy Display seria a possibilidade de proteger a tela sem qualquer comando do usuário. O sistema poderá identificar conteúdos considerados sensíveis e restringir automaticamente o ângulo de visão.

Isso pode acontecer, por exemplo, ao abrir aplicativos bancários, conversas em mensageiros ou campos para digitar senhas. Dessa forma, o celular poderia dificultar que alguém ao lado veja informações pessoais mesmo que o usuário não tenha ativado previamente o modo.

Também será possível escolher aplicativos específicos que sempre devem usar a proteção. Assim, quem quiser manter apenas WhatsApp, banco ou outro serviço protegido não precisará deixar o recurso ativo em todo o sistema.

Ainda não está claro, porém, como a Xiaomi pretende implementar essa tecnologia no hardware.

No Galaxy S26 Ultra, a Samsung usa uma tecnologia integrada ao próprio display para reduzir o ângulo em que o conteúdo permanece visível. A solução é diferente de simplesmente diminuir o brilho da tela ou aplicar um filtro físico de privacidade sobre o aparelho.

 

Xiaomi 18 Pro pode estrear o recurso

O Smart Privacy Display deve aparecer inicialmente no Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max, segundo os rumores. Os dois celulares são esperados para setembro e também podem ficar entre os primeiros modelos equipados com o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro.

Outro recurso que deve retornar é a tela secundária na parte traseira. A Xiaomi já adotou esse componente nos antecessores, mas rumores indicam que o display auxiliar pode ficar maior na próxima geração.

Por enquanto, tanto a presença do Smart Privacy Display quanto sua implementação nos Xiaomi 18 Pro e Pro Max seguem sem confirmação oficial. As capturas vazadas, contudo, dão mais força aos rumores de que a fabricante chinesa prepara sua própria versão de um dos recursos mais diferentes do Galaxy S26 Ultra.

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Óculos com câmera podem ganhar trava física contra gravações escondidas

28 August 2026 at 21:23

A Meta estuda uma nova forma de impedir o uso escondido das câmeras de óculos inteligentes. Uma patente concedida recentemente à empresa apresenta um interruptor físico capaz de desligar o sensor, sem deixar essa função exclusivamente nas mãos do sistema operacional.

A tecnologia pode se tornar uma camada extra de proteção para dispositivos como os Ray-Ban Meta, que já enfrentam críticas pelo risco de gravações sem consentimento. Por enquanto, porém, a empresa não anunciou planos para levar o mecanismo a um produto comercial.

Câmera seria desligada direto no hardware

Em vez de apenas enviar um comando para que o sistema pare de usar a câmera, a proposta prevê interromper fisicamente a energia que chega ao componente. Dessa forma, o sensor ficaria impossibilitado de capturar imagens enquanto a proteção estivesse ativa.

Isso também reduz a dependência de atualizações ou comandos do próprio sistema. A ideia é que o bloqueio continue válido mesmo diante de uma eventual falha de software, já que a interrupção ocorre diretamente no circuito responsável pela câmera.

Ray-Ban Meta

 O documento trata a tecnologia de forma genérica e não associa o mecanismo oficialmente a um produto específico. Ainda assim, os desenhos apresentados lembram o formato dos óculos inteligentes que a Meta desenvolve em parceria com a Ray-Ban.

Meta já mudou sistema atual dos óculos

Hoje, um dos principais recursos para avisar sobre uma gravação é um LED localizado próximo à câmera. A luz acende sempre que os óculos começam a registrar um vídeo, para alertar as pessoas próximas.

Esse método, no entanto, já foi burlado por usuários que cobrem o indicador. Uma das possibilidades era iniciar a gravação normalmente e esconder o LED depois, o que permitia manter o registro sem o aviso visual.

A Meta começou a corrigir essa brecha com uma atualização recente. Caso o indicador seja coberto durante a captura, os óculos passam a interromper o vídeo automaticamente.

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Novo "iPhone Air chinês" não é tão fino quanto o da Apple, mas bateria deve durar

28 August 2026 at 19:56

A Tecno apresentou o Spark Go 3 Pro, novo celular barato que aposta em uma fórmula diferente da adotada pela Apple no iPhone Air. O aparelho não tenta quebrar recordes de espessura, com cerca de 8 mm, mas aproveita o espaço extra para incluir uma bateria relativamente grande, de 5.200 mAh.

A comparação com a Apple não surge por acaso. A própria Tecno já mostrou o Spark Slim, conceito com apenas 5,75 mm de espessura que chegou a ostentar o título de celular mais fino do mundo antes da chegada do iPhone Air. No Spark Go 3 Pro, porém, a fabricante seguiu um caminho menos extremo.

Bateria grande e proteção contra água

A bateria de 5.200 mAh é um dos principais destaques do Spark Go 3 Pro, especialmente por se tratar de um celular de entrada. O componente aceita carregamento de 15 W, e a Tecno inclui o carregador na caixa.

Outro ponto que chama atenção é a construção com certificações IP68 e IP69 contra água e poeira. Na parte frontal, o aparelho traz uma tela de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.

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 O restante da ficha técnica é mais modesto. O celular usa o chipset MediaTek Helio G81, limitado às redes 4G, e conta com 4 GB de RAM. Há opções com 64 GB ou 128 GB de armazenamento.

Nas câmeras, o Spark Go 3 Pro traz apenas um sensor traseiro de 13 MP, com abertura f/1.8 e foco automático. Para selfies e chamadas de vídeo, há uma câmera frontal de 8 MP.

Preço e disponibilidade

A Tecno iniciou as vendas do Spark Go 3 Pro na Índia, mas confirmou que o celular também chegará a outros mercados posteriormente. Ainda não há detalhes sobre quais países receberão o aparelho.

O modelo de 64 GB custa cerca de US$ 169,99, aproximadamente R$ 879 em conversão direta. Já a versão de 128 GB sai por US$ 179,99, cerca de R$ 931. Os valores em reais não consideram impostos ou outros custos de uma eventual comercialização internacional.

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Concurso da Jovi vai dar celular de R$ 20 mil para quem tirar melhor foto

28 August 2026 at 18:44

A Jovi abriu um concurso de fotografia mobile e vai premiar o autor da melhor imagem com um Kit de Fotografia Profissional JOVI X300 Ultra, que custa R$ 20 mil no Brasil. A competição é gratuita e recebe inscrições até 7 de setembro.

Promovida em parceria com a Mobgraphia, a iniciativa tem como tema “O que é beleza para você?” e aceita fotografias feitas com qualquer smartphone. Cada participante pode enviar até três imagens por CPF.

As fotos serão avaliadas por uma banca formada pela equipe da Mobgraphia e por fotógrafos profissionais convidados. Entre os critérios estão técnica, composição e a história por trás da imagem.

Como participar do concurso da Jovi

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela plataforma da Mobgraphia. O regulamento permite o envio de até três fotografias por CPF, desde que todas tenham sido registradas com um celular.

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Os vencedores serão anunciados em 11 de setembro pelos canais de comunicação e redes sociais da Jovi e da Mobgraphia. A promoção conta com o Certificado de Autorização SPA/ME nº 03.052036/2026.

JOVI X300 Ultra é um celular feito para fotografia

 O prêmio chama atenção principalmente pelo JOVI X300 Ultra, que se saiu muito bem no nosso review de câmeras.

O celular registra fotos com alto nível de detalhes, HDR preciso e cores equilibradas, além de ter um zoom bastante competente. Em nossos testes, ele preservou texturas até em objetos distantes e também entregou bons resultados em natureza e retratos.

O Photography Kit amplia ainda mais essa proposta com teleobjetivas externas equivalentes a 200 mm e 400 mm. Com elas, o X300 Ultra consegue fotografar objetos a grandes distâncias e ainda manter um bom nível de detalhes, o que aproxima a experiência da encontrada em uma câmera dedicada.

Quer ver até onde esse conjunto consegue chegar? Confira nosso review completo do JOVI X300 Ultra com o Photography Kit, com testes de zoom, retratos e uma galeria completa de fotos.

 

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5 alternativas ao Galaxy S26 FE que você pode comprar agora

27 August 2026 at 22:30

O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.

Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.

A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.

1. Galaxy S25

O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.

Galaxy S25

A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.

Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.

2. Motorola Edge 70 Pro

O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.

Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.

Motorola Edge 70 Pro

 O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.

As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.

3. iPhone 16

O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.

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 Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.

A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.

Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.

4. Xiaomi 17T

O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.

O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.

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 A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.

Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.

5. POCO X8 Pro

O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.

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 Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.

A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.

O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.

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7 alternativas ao Redmi Note 17 Pro Max para quem quer bateria de 2 dias

27 August 2026 at 21:11

O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.

O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.

Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como  Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:

1. JOVI V70

O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.

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 Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.

O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.

2. OPPO Reno16 5G

O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.

A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.

OPPO Reno16

 O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.

3. OPPO A6 Pro 5G

Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Oppo A6 Pro

Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.

O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.

4. JOVI T1 5G

O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.

Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.

Jovi T1

O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.

5. Realme P4 Power 5G

Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.

realme p4 power

A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.

O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.

6. Realme C85 Pro

O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.

Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.

Realme C85 Pro

Realme C85 Pro

O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.

7. POCO X8 Pro

Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix. 

POCO X8 Pro

A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.

Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.

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Da TV paga ao celular: Sky vai virar operadora com cobertura nacional

27 August 2026 at 18:59

Conhecida principalmente pela TV por assinatura, a Sky agora quer ganhar espaço também no mercado de telefonia celular. A empresa ampliou a comercialização da Sky Móvel para todo o Brasil, com planos disponíveis tanto pela internet quanto em lojas físicas.

A expansão faz parte de uma estratégia mais ampla da Waiken ILW, dona da Sky e da Zaaz Telecom, para concentrar diferentes serviços de telecomunicações em seu portfólio. Além da TV paga, o grupo já atua com streaming, banda larga e, desde abril, telefonia móvel.

Segundo André Ribeiro, head da Sky Móvel, a adesão ao novo serviço já acompanha boa parte das contratações da empresa. Atualmente, seis em cada dez vendas da Sky também incluem um plano de celular.

Sky Móvel terá planos de até 50 GB

O catálogo da operadora é dividido em quatro opções, que começam em 6 GB de internet e chegam a 50 GB. Dependendo da franquia escolhida, a mensalidade fica entre R$ 29,90 e R$ 89,90.

Nos pacotes a partir de 15 GB, a Sky adiciona ligações e mensagens de texto sem limite. WhatsApp e Waze também podem ser usados sem consumir os dados contratados, enquanto a internet que sobrar em um mês fica disponível para o período seguinte.

Sky operadora

Também é possível migrar um número já existente para a Sky Móvel por meio da portabilidade. Quem já assina a TV pós-paga da empresa pode encontrar condições específicas ao reunir os serviços no mesmo pacote.

Para ampliar o alcance da operação, os chips estão distribuídos em mais de 1,2 mil lojas e pontos de atendimento ligados à Sky e à Zaaz Telecom. A empresa também mantém a venda pelos canais online.

Rede terá 4G e 5G, mas parceira não foi revelada

Embora a Sky Móvel passe a ser comercializada nacionalmente, isso não significa que a companhia tenha construído uma rede própria de antenas pelo país. A empresa informa que seus clientes terão conexão 4G e 5G, mas não revelou qual operadora fornece a infraestrutura por trás do serviço.

Também não foram apresentados detalhes sobre a abrangência efetiva do sinal em cada estado ou município. O anúncio, portanto, confirma a venda nacional dos planos, mas não permite comparar a cobertura da Sky Móvel com a das grandes operadoras brasileiras.

A telefonia da Sky estreou no fim de abril, inicialmente restrita aos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. A empresa não informou quantos clientes conquistou desde então.

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Assistir TV pelo Wi-Fi gasta mais energia que pela antena comum?

27 August 2026 at 17:00

Quem praticamente abandonou a TV aberta para assistir a YouTube, IPTV e serviços de streaming pode ter uma dúvida: deixar a televisão conectada ao Wi-Fi durante horas aumenta o consumo de energia? Para descobrir se essa diferença aparece na prática, fizemos um teste com watímetro e comparamos quatro formas de assistir à mesma TV. O resultado contrariou o que poderíamos imaginar: os dois cenários que dependiam exclusivamente do Wi-Fi consumiram menos energia que a TV aberta pela antena.

Como fizemos o teste?

Para comparar os quatro cenários, usamos a mesma televisão conectada a um watímetro e mantivemos as configurações padronizadas durante todo o experimento. O volume ficou sempre no nível 14, enquanto brilho e demais ajustes de imagem permaneceram iguais.

A cada etapa, deixamos conectada apenas a fonte necessária para aquela reprodução: Wi-Fi no YouTube e Roku Channels, antena na TV aberta e HDMI no conversor de TV 3.0. Assim, conseguimos observar o consumo de cada cenário sem alterar as principais configurações da televisão.

Wi-Fi fez a TV gastar mais energia?

No YouTube, com a TV conectada apenas ao Wi-Fi e sem antena, o consumo registrado foi de 0,60 kWh. No Roku Channels, também apenas pela internet, o resultado ficou próximo: 0,63 kWh.

Quando desligamos o Wi-Fi e usamos somente a antena para assistir à TV aberta, a medição subiu para 0,69 kWh. Já com Wi-Fi e antena desligados e um conversor de TV 3.0 conectado pelo HDMI, o consumo chegou a 0,84 kWh.

Nas condições do teste, portanto, a TV aberta consumiu cerca de 15% mais energia que o YouTube e 10% mais que o Roku Channels. O cenário com conversor ficou aproximadamente 22% acima da TV aberta e 40% acima do YouTube.

Os números de YouTube, Roku e TV aberta não permitem medir exatamente quanto o Wi-Fi ou o sintonizador da antena consomem. A placa de rede usa energia para receber os dados, mas esse gasto ocorre dentro de um aparelho que já alimenta tela, processador e vários outros componentes.

O que o teste mostra é que o uso contínuo do Wi-Fi não provocou um aumento perceptível no consumo da televisão.

TV distância

Então streaming gasta menos energia que TV aberta?

Não necessariamente, pois não reproduzimos exatamente o mesmo conteúdo em todas as fontes.

Minha principal suspeita é que parte da diferença esteja mais relacionada ao conteúdo exibido do que ao Wi-Fi em si. Pode ser que, durante o teste, os vídeos do YouTube tivessem menos brilho ou exigissem menos da tela do que a programação que estava passando pela antena.

A televisão não consome exatamente a mesma quantidade de energia com qualquer imagem. Cenas mais claras ou escuras, brilho, HDR, resolução e processamento de vídeo podem alterar o gasto, a depender da tecnologia do painel.

Por isso, não dá para olhar para os 0,60 kWh do YouTube e 0,69 kWh da TV aberta e concluir que o sinal de antena, sozinho, acrescentou 0,09 kWh. Parte dessa diferença pode ter vindo simplesmente das imagens exibidas durante cada medição.

O Roku Channels ajuda a reforçar a conclusão mais segura. Ele também dependeu totalmente do Wi-Fi e registrou 0,63 kWh, bem próximo dos 0,60 kWh do YouTube. Em nenhum dos dois casos a conexão sem fio fez o consumo disparar.

Assim, o resultado não é que streaming economiza energia, mas que não encontramos uma penalidade relevante pelo uso do Wi-Fi ou da antena. Não faz sentido desligar a conexão da TV ou evitar streaming com a expectativa de reduzir de forma significativa a conta de luz.

Confira, abaixo, quanto isso daria em reais no fim do mês. Todos os testes foram realizados durante 6 horas. 

Forma de assistir Consumo em 6 horas Consumo em 30 dias Fortaleza São Paulo Curitiba Manaus Brasília
YouTube pelo Wi-Fi 0,60 kWh 18,0 kWh R$ 17,46 R$ 17,10 R$ 15,30 R$ 15,12 R$ 14,94
Roku Channels pelo Wi-Fi 0,63 kWh 18,9 kWh R$ 18,33 R$ 17,95 R$ 16,06 R$ 15,88 R$ 15,69
TV aberta pela antena 0,69 kWh 20,7 kWh R$ 20,08 R$ 19,66 R$ 17,59 R$ 17,39 R$ 17,18
Conversor de TV 3.0 por HDMI 0,84 kWh 25,2 kWh R$ 24,44 R$ 23,94 R$ 21,42 R$ 21,17 R$ 20,92

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Garmin lança smartwatch top com satélite e mapas que carregam 30% mais rápido

25 August 2026 at 20:29

A Garmin anunciou nesta terça-feira (25) os novos Fēnix 9 e Fēnix 9 Pro, sua nova geração de smartwatches voltados para esportes e atividades ao ar livre. Entre as principais novidades estão um sistema de mapas até 30% mais rápido e, nas versões Pro compatíveis, conexão LTE e via satélite para chamadas, mensagens e pedidos de socorro sem depender do celular.

Os dois modelos são vendidos em tamanhos de 43 mm, 47 mm e 51 mm, mas o Fēnix 9 Pro concentra as principais novidades de construção e conectividade. Ele é o primeiro relógio da família a usar uma caixa de titânio e também estreia uma tela AMOLED maior na opção de 51 mm.

Mapas ficam mais rápidos e relógio ganha 64 GB

Uma das principais mudanças do Fēnix 9 está no sistema de navegação. A Garmin aumentou a memória RAM em 50% em relação ao Fēnix 8 e adotou um novo motor para os mapas.

Com isso, a movimentação pelo mapa pode ficar até 30% mais rápida, segundo a fabricante. Há ainda um novo modo de perspectiva, que exibe mais informações do percurso à frente e facilita a visualização do caminho em diferentes distâncias.

O armazenamento também dobrou para 64 GB. O espaço permite baixar até duas vezes mais mapas do que no Fēnix 8, além de guardar até 7 mil músicas diretamente no relógio.

A tela AMOLED do Fēnix 9 também ficou duas vezes mais brilhante do que a geração anterior. O relógio mantém cristal de safira resistente a riscos, botões protegidos contra infiltração e suporte para mergulhos de até 40 metros.

Garmin Epic junta vários exercícios em uma única atividade

A Garmin também apresentou um novo recurso chamado Garmin Epic, disponível gratuitamente dentro do Garmin Connect. A função permite reunir atividades registradas durante vários dias, semanas ou até meses em uma única história.

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 Assim, uma viagem com trilhas, uma competição dividida em várias etapas ou um período específico de treinamento pode aparecer como uma única atividade. O usuário também pode adicionar fotos e visualizar dados de saúde e desempenho referentes àquele intervalo.

Outra novidade está nas métricas de resistência. Os relógios passam a oferecer zonas de stamina e curva de stamina, que mostram como a capacidade de manter o esforço muda de acordo com o condicionamento e o histórico de treinamento.

O modo de remo indoor também passa a calcular VO2 Max e curva de potência. Já os recursos de rucking foram ampliados e agora aceitam mudanças no peso carregado durante a atividade, treinos da GORUCK direto no relógio e metas com mochilas de até 100 kg.

Fēnix 9 Pro estreia caixa de titânio e tela de 3.000 nits

O Fēnix 9 Pro recebe todas as novidades do modelo convencional, mas estreia uma construção diferente. Pela primeira vez na família Fēnix, a Garmin adotou uma caixa de titânio.

A fabricante usa um processo de nano moldagem que combina metal e plástico na estrutura. Segundo a marca, isso ajuda a diminuir a espessura do relógio sem aumentar o peso.

Nas versões AMOLED, o brilho pode chegar a 3.000 nits, o que deve facilitar a leitura do display sob luz solar direta. A variante de 51 mm também estreia uma tela AMOLED de 1,5 polegada, a maior já usada em um fēnix.

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Apesar do display 15% maior em relação ao Fēnix 8, a Garmin manteve o tamanho externo da caixa. As versões Pro ainda podem ser compradas com carregamento solar.

A lanterna integrada também recebeu um novo modo com luz verde, pensado para manter a visão adaptada ao escuro durante atividades noturnas.

Para personalização, a marca lançou as novas pulseiras de tecido ComfortFit, disponíveis para os dois modelos. Com sistema QuickFit para trocas rápidas, o acessório utiliza uma estrutura de trama dividida que combina flexibilidade, durabilidade, maciez e resistência à umidade.

Garmin Fēnix 9 Pro pode se conectar ao satélite sem celular

O maior diferencial das versões compatíveis do Fēnix 9 Pro está no inReach, sistema que combina conexão LTE e comunicação por satélite.

Com um plano inReach ativo, o relógio pode fazer chamadas, enviar mensagens e acionar um SOS diretamente pelo pulso, mesmo quando o usuário deixa o smartphone para trás.

O pedido de emergência pode ser encaminhado ao Garmin Response, central de coordenação que funciona 24 horas por dia.

O sistema também recebeu novos recursos. O LiveTrack pode avisar contatos pelo Garmin Messenger quando uma atividade começa e compartilhar o percurso em tempo real por LTE.

Já o Garmin Locate permite que familiares consultem a localização do usuário pelo aplicativo. Previsões do tempo para um ponto específico também podem ser enviadas ao relógio por satélite, além da opção por LTE.

Pela primeira vez, a conectividade inReach está disponível como opção nos três tamanhos do Fēnix 9 Pro, de 43 mm, 47 mm e 51 mm.

Bateria pode chegar a 57 dias

A autonomia varia bastante de acordo com a versão escolhida. No fēnix 9 de 51 mm, a Garmin promete até 29 dias de bateria no modo smartwatch.

O Fēnix 9 Pro de 51 mm com tela AMOLED pode chegar a 31 dias. Já as variantes com carregamento solar alcançam até 57 dias, segundo a fabricante.

Esses números correspondem às configurações maiores da linha. A Garmin não detalhou no material fornecido a autonomia de todas as combinações de tamanho, tela e conectividade.

Preços do Garmin fēnix 9 e fēnix 9 Pro

Os preços mudam de acordo com tamanho, versão e presença do inReach. As configurações exibidas pela Garmin são:

Tamanho Versão inReach Preço Conversão para reais
43 mm Fēnix 9 Não US$ 999,99 R$ 5.151,15
43 mm Fēnix 9 Pro Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
43 mm Fēnix 9 Pro Sim US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
47 mm Fēnix 9 Não US$ 999,99 R$ 5.151,15
47 mm Fēnix 9 Pro Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
47 mm Fēnix 9 Pro Sim US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
47 mm Fēnix 9 Pro Solar Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
47 mm Fēnix 9 Pro Solar Sim US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
51 mm Fēnix 9 Não US$ 1.099,99 R$ 5.666,27
51 mm Fēnix 9 Pro Não US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
51 mm Fēnix 9 Pro Sim US$ 1.299,99 R$ 6.696,51
51 mm Fēnix 9 Pro Solar Não US$ 1.199,99 R$ 6.181,39
51 mm Fēnix 9 Pro Solar Sim US$ 1.299,99 R$ 6.696,51

Os valores em reais são conversões diretas e não consideram impostos ou taxas de importação.

Assim, a linha começa em US$ 999,99, cerca de R$ 5.151, no Fēnix 9 de 43 ou 47 mm e chega a US$ 1.299,99, aproximadamente R$ 6.697, no Fēnix 9 Pro de 51 mm com inReach, tanto na versão AMOLED quanto na Pro Solar.

No site norte-americano da Garmin, os modelos aparecem com pedidos disponíveis a partir de 28 de agosto. Até o momento, não foram informados preços nem uma data de lançamento para o mercado brasileiro.

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