A equipe do XBOX Brasil confirmou o lançamento do controle XBOX Edição Especial X25, em comemoração aos 25 anos da marca. O periférico em verde translúcido estará disponível pelo preço sugerido de R$ 799.
O controle foi apresentado durante o XBOX Games Showcase 2026, em junho, junto da nova edição XBOX Series X25, que acompanha o padrão verde translúcido. Ao Canaltech, o XBOX confirmou o lançamento do acessório no Brasil, embora ainda não possa confirmar uma data exata.
A reportagem também questionou a empresa sobre o lançamento do XBOX Series X25 no país, mas não obteve retorno. Vale ressaltar que, ao acessar a página do XBOX Series X no site da Microsoft no Brasil, o console aparece como “esgotado”, o que indica que o aparelho sumiu das prateleiras e não pode mais ser comprado oficialmente por aqui.
Os preços dos controles XBOX no país sempre foram um ponto de crítica dos fãs, apesar dos elogios à ergonomia e à compatibilidade com o Windows. A edição especial do acessório baseada em Starfield, por exemplo, é comercializada na loja oficial da marca na Amazon por R$ 1.450. Outras edições, como a Stormcloud Vapor, sequer estão disponíveis por aqui.
Futuro do hardware do XBOX
Apesar da nova gestão, o XBOX tem um caminho árduo pela frente se quiser continuar vivo na fabricação de consoles. A CEO da divisão de games, Asha Sharma, revelou qual deverá ser o plano para os próximos consoles, em meio à crise dos componentes que tem afetado muitos setores.
O portal de moda e lifestyle Modern Notoriety compartilhou uma lista com todas as músicas presentes nos quase 30 minutos de GTA 6 - Um Olhar Estendido, que estreou na Netflix nesta quinta-feira (27). Ao todo, foram encontradas 14 faixas que embalaram as fugas, assaltos e o romance de Jason e Lucia.
As músicas muito provavelmente farão parte da trilha sonora do jogo ou, quem sabe, das estações de rádio clássicas de GTA. Entre os artistas que estarão presentes na playlist estão clássicos como Phil Collins e Depeche Mode, acompanhando o clima dos anos 80 do jogo.
Confira a lista com todas as músicas de GTA 6 - Um Olhar Estendido:
Birdman & Lil Wayne - Pop Bottles
Sexyy Red & Tay Keith - Pound Town
Kodak Black - Skrilla
The Bellamy Brothers - Let Your Love Flow
Def Leppard - Love Bites
Depeche Mode - People Are People
Captain & Tennille - But I Think It's a Dream
Prefab Sprout - Cars and Girls
!!! - Off The Grid (ft. Meah Pace)
Cliff Richard - Devil Woman
Chimbala x Omega - Se Me Nota
Phil Collins - Against All Odds
Aluna & Jayda G - Mine O' Mine
Elderbrook & Bob Moses - Inner Light
Vale notar que há uma variedade bem robusta de faixas, que vão desde a música eletrônica e o country até o hip-hop, algo que foi bem constante em jogos anteriores a GTA 6.
Antes da estreia das novidades de GTA 6, os vazamentos do jogo sobre os quais a Rockstar quebrou o silêncio nesta semana também confirmaram a presença de diversas faixas que podem figurar no game. O portal Kotaku reuniu todas as músicas que já passaram pelo jogo, seja por meio dos vazamentos ou em trailers oficiais de GTA 6.
Além de Um Olhar Estendido, prévias de GTA 6 também ficaram disponíveis logo após a exibição na Netflix. Portais e criadores de conteúdo tiveram acesso ao game, bem como puderam falar com desenvolvedores de alto escalão da Rockstar Games.
A Rockstar Games confirmou que GTA 6 contará com um teto de nível de procurado de seis estrelas, maior do que o visto no jogo anterior, durante a transmissão de 'Um Olhar Estendido' do jogo, que estreou na Netflix nesta quinta (27). Além da expansão do recurso, a produtora também implementou o Criminal Profile e ícones que indicam se você está acompanhado de alguém, como está vestido ou se está em posse de alguma arma.
O sistema de seis estrelas já havia se tornado um padrão na franquia desde GTA III. Quando o jogador conquistava o nível de procurado mais alto, o jogo enviava todo o armamento possível, incluindo apoio militar de tanques, caminhões e perseguição aérea.
O último game a adotar o sistema foi GTA 4. Quando Niko Bellic cometia algum crime grave ou entrava em áreas restritas antes da hora, as forças policiais eram extremas e implacáveis. Há até uma conquista no jogo, 'One Man Army', que exige que o jogador sobreviva por 5 minutos seguidos com 6 estrelas de nível de procurado, sem morrer ou ser preso.
A coisa mudou de figura em GTA 5, quando a produtora retraiu o sistema para apenas cinco estrelas, embora tenha mantido a brutalidade policial e o caos, mesmo com um nível de procurado a menos.
Como o sistema de procurado de seis estrelas vai funcionar em GTA 6 ainda é um mistério. Na nova visão estendida, é possível acompanhar uma fuga de Jason e Lucia na qual o sistema está em quatro estrelas e já é possível observar tentativa de bloqueios policiais, helicópteros e um certo número de agentes, mas nada muito caótico.
Além das clássicas seis estrelas, GTA 6 também inclui novos ícones de procurado que tornarão as fugas um pouco mais estratégicas. Ao todo, foram notados seis ícones que apontam informações à polícia. O primeiro deles é a CCTV, que indica se o jogador foi visto ou não por câmeras ao cometer os delitos.
A polícia também pode saber seJason ou Lucia estão acompanhados, a roupa com que estão vestidos, a descrição física do personagem e até o carro que estão usando na fuga. A mecânica indica que será possível trocar de roupa para despistar a polícia, bem como sair do carro identificado pelos agentes.
Os policiais saberão se os jogadores estão ou não armados, o que deve elevar ainda mais o nível de procurado do jogador em comparação a quando estiver de mãos abanando.
Os seis ícones e o sistema de seis estrelas são acompanhados de um novo recurso chamado Criminal Profile, que avalia o contexto das ações dos jogadores ao longo do game. A mecânica pretende diferenciar atitudes de violência desnecessária daquelas em legítima defesa, por exemplo. Ele funcionará como uma espécie de sistema de moralidade que irá direcionar seu perfil criminal para algum lado.
Um dos maiores culpados por prender tantos jogos ao PS3 foi o processador do console, o Cell Broadband Engine. Pela complexidade do chip, desenvolver jogos para o sistema de sétima geração foi um grande pesadelo para muitos desenvolvedores, que ou pulavam a plataforma ou não conseguiam portar seus títulos para XBOX 360 e PC devido às especificidades do processador.
Conheça 8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3 e só podem ser acessados no sistema original ou via emulação:
Infamous 2
Resistance: Fall of Man
Puppeteer
Yakuza: Dead Souls
Heavenly Sword
Folklore
3D Dot Game Heroes
Siren Blood Curse
8. Siren Blood Curse
Siren é uma das franquias de terror mais esquecidas da indústria, embora tenha dado as caras como uma referência em Astro Bot. A IP de propriedade da Sony nasceu no PlayStation 2 pelas mãos do Japan Studio e foi dirigida por ninguém menos que Keiichiro Toyama, mesmo diretor do primeiro Silent Hill.
No PlayStation 3, a franquia viu seu terceiro e último título, Siren Blood Curse. O jogo nada mais é do que uma reimaginação do primeiro game de PlayStation 2 com gráficos e gameplay aprimorados. A principal mecânica em Siren é o Sight Jack, que permite aos jogadores observar os ambientes por meio dos olhos dos inimigos. O recurso permite identificar inimigos, traçar rotas e encontrar os objetivos.
Apesar de ser bem única, a mecânica Sight Jack foi reutilizada pelo bizarro jogo independente Atama. Se você está curioso sobre Siren Blood Curse e não tem um PS3 ou PC potente, terá que se contentar com vídeos de gameplay. Isso porque a Sony aposentou a franquia no sistema e nunca mais tocou na série nem portou os clássicos para plataformas mais recentes.
7. 3D Dot Game Heroes
Quem disse que não havia ideias criativas na década de 2000? Apesar de os indies bombarem no fim da geração do PlayStation 3, já havia muitas ideias criativas disponíveis para compra na PS Store. Uma delas é 3D Dot Game Heroes, desenvolvido pelo estúdio japonês Silicon Studio Corporation e publicado no Japão por ninguém menos que a FromSoftware em 2009.
No jogo, o King of the Land ordenou que o Reino de Dotnia, onde a história se passa, passasse para as três dimensões, pois achava que sprites em 2D estavam ultrapassados. Com essa premissa, 3D Dot Game Heroes assume um estilo gráfico em 3D baseado em voxels, com fortes inspirações em jogos clássicos de RPG e aventura dos anos 80, como The Legend of Zelda e Final Fantasy Adventure. É como se a franquia comandada por Link e Zelda encontrasse o estilo de LEGO.
O jogo permite personalizar o avatar e tem um toque de humor. Ao ficar com a vida cheia, a espada do herói de 3D Dot Game Heroes fica exageradamente desproporcional ao cenário. Infelizmente, essa e outras ideias nunca viram a luz do dia fora do PS3. Uma pena!
6. Folklore
As mitologias greco-romana e nórdica foram muito bem exploradas nos videogames por séries como God of War, Hades e Assassin's Creed. Contudo, há mitos e lendas de outras regiões que são pouco comentados pelos jogadores, como a mitologia celta. Em 2007, a falecida desenvolvedora Game Republic (Crash of the Titans) lançou Folklore, RPG de ação exclusivo do PS3.
O jogo oferece a opção de escolher entre os protagonistas Ellen e Keats enquanto eles exploram a vila litorânea de Doolin e o fantástico Mundo Inferior, povoado por monstros e criaturas mitológicas. O combate de Folklore é bem inventivo e mistura mecânicas de captura de monstros com ação. Para enfrentar os inimigos, podemos utilizar até quatro espíritos ou criaturas que atacam em tempo real. Também é possível absorver espíritos de criaturas em estado crítico e utilizá-los posteriormente.
Folklore completará duas décadas preso no PlayStation 3, sem qualquer possibilidade de aproveitá-lo além da emulação ou do hardware original. A Game Republic até propôs duas sequências para a Sony, que recusou a oferta por conta das baixas vendas.
5. Heavenly Sword
O estúdio inglês Ninja Theory lutava para sobreviver após sofrer uma reestruturação significativa em 2004. A desenvolvedora acabou se encontrando em um ciclo de dependência ao desenvolver jogos de outras companhias. Mais tarde, a criadora de Hellblade chegou a fechar um acordo com a Sony para trazer Heavenly Sword ao PlayStation 3. Dito e feito.
O jogo é de um tipo bem característico da época: um hack and slash regado a muita ação e Quick-Time Events. Nele, controlamos a protagonista Nariko e sua arma chamada "Espada Celestial". Heavenly Sword até contou com a participação do ator Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos, Batman).
Assim como ocorreu com Folklore, a Ninja Theory estava planejando uma sequência de Heavenly Sword, rejeitada posteriormente pela Sony por não considerar o produto comercialmente viável. O abandono da IP fez com que o jogo ficasse no limbo eterno do PS3, sem previsão para retornar.
4. Yakuza: Dead Souls
A franquia Yakuza é uma das séries de videogames com mais títulos no século XXI. Entre as dezenas de jogos, a IP da SEGA explorou a temática de zumbis em Yakuza: Dead Souls, lançado para o PlayStation 3 em 2011. Quem já está acostumado com a série sabe que Like a Dragon é um lar de surpresas, indo de piratas e samurais a zumbis.
O jogo manteve as lutas de rua padrão da série, mas também introduziu combates com armas de fogo para deter a invasão zumbi. Yakuza: Dead Souls traz personagens icônicos como Kazuma Kiryu, Ryuji Goda, Shun Akiyama e Goro Majima. Embora seja um spin-off um pouco esquecido, o título segue acorrentado ao PS3.
3. Puppeteer
Na lista de franquias bacanas que a Sony simplesmente abandonou, Puppeteer é um jogo de plataforma 2.5D desenvolvido pelo talentoso Japan Studio e publicado pela Sony em 2013 para o PlayStation 3.
No jogo, controlamos Kutaro, um garoto transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça após ser decapitado. A premissa pode parecer um pouco assustadora, mas justifica uma das principais mecânicas do jogo. Kutaro pode usar várias cabeças para substituir a sua, o que garante certas animações exclusivas e diferentes interações com o cenário.
Além disso, o protagonista conta com a tesoura mágica Calibrus, que permite cortar o cenário e acessar áreas de forma diferente. Relatos afirmam que Puppeteer chegou a vender cerca de 230 mil unidades em todo o mundo. Os números verdadeiros ou não, o jogo foi esquecido no baú pela Sony na sétima geração de consoles.
2. Resistance: Fall of Man
Se engana quem pensa que a Sony só possui jogos em terceira pessoa com uma pegada cinematográfica. Houve um tempo em que a empresa investia em todos os tipos de jogos, inclusive alguns que ela abandonou há tempos. Este é o caso de Resistance: Fall of Man, jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Insomniac Games, publicado e esquecido no PlayStation 3.
O jogo militar conta uma história alternativa em que o Crash de 1929 nunca aconteceu e o nazismo foi derrotado antes mesmo de tomar o poder na Alemanha. Em vez da Segunda Guerra Mundial, o planeta teve que lidar com outro conflito em escala global: a invasão da raça alienígena Quimeriana.
Resistance: Fall of Man brilhava ao misturar uma temática clássica de armas de fogo e pólvora com tecnologia alienígena de ponta. O jogo nos dava acesso ao armamento quimeriano, que permitiam variar um pouco o gameplay e se assemelhavam bastante ao rival da época, Halo. Resistance recebeu uma trilogia no PS3, totalmente abandonada pela Sony. O jogo até retornou à PS Plus Premium no exterior, mas já deixou o catálogo.
1. Infamous 2
Infamous 2 é sem dúvida um dos jogos presos ao PlayStation 3 mais sentidos pela comunidade — posto anteriormente ocupado por Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. A sequência foi desenvolvida pela Sucker Punch, que durante a geração do PS4 focou em sua nova franquia, Ghost of.
O estúdio revelou anteriormente que tem apreço e interesse pela IP de Infamous, que conta com três jogos. No entanto, o diretor Nate Fox explicou que a Sucker Punch tem focado em um jogo por vez e parece estar dedicada a contar suas histórias ambientadas no Japão Feudal.
Infamous 2 chamou a atenção por seu combate e movimentação baseados nos poderes elétricos do protagonista Cole, bem como sua narrativa baseada em karma que leva a história a dois finais. Infelizmente, para experimentar a aventura, é necessário tirar a poeira do PS3 ou tentar a sorte em um emulador do sistema no PC.
A Rockstar Games confirmou que o mapa de GTA 6 será três vezes maior que o de Red Dead Redemption 2 e o dobro do de GTA 5. A informação parte do codiretor do estúdio da Rockstar North, Rob Nelson, em entrevista ao criador de conteúdo australiano TGG, que foi até o quartel-general da produtora em Edimburgo, Reino Unido, junto de outros criadores e membros da imprensa.
A expectativa é que o mundo aberto de GTA 6 se aproxime do que foi visto em 2018, com Red Dead Redemption 2. À IGN, Nelson afirma: “Existe um outro mundo inteiro em Red Dead Redemption 2, sim. GTA 6 é muito parecido com isso”.
O codiretor explica que há uma quantidade "enorme" de coisas para fazer em Leonida, mas que a Rockstar não abusa de ícones, "blips" ou objetivos para guiar o jogador. "Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito", conta. "É um mapa grande, um mapa muito grande."
Nelson reforça que o trabalho em GTA 6 será uma continuação do que foi feito em 2018 e que a equipe segue avançando e "fazendo tudo o que podemos para criar o maior, mais profundo, mais densamente povoado e complexo mundo que já construímos para as pessoas se perderem."
“Há uma quantidade enorme de coisas que você descobre de forma emergente, que não estamos necessariamente direcionando você através de objetivos, blips ou ícones em um mapa. Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito. É um mapa grande, um mapa muito grande”, disse o codiretor da Rockstar North, Rob Nelson.
O TGG afirma que Vice City e seus arredores serão 11 vezes maiores que Los Santos e o subúrbio que rodeia a cidade. Vale lembrar que GTA 6 é ambientado no estado fictício de Leonida e abrange várias regiões, entre elas Vice City.
GTA 6 revela sistema de relacionamento entre Jason e Lucia
O aguardado Um Olhar Estendido de GTA 6 estreou nesta quinta-feira (27) e trouxe diversos aspectos do jogo da Rockstar Games, incluindo gráficos, mecânicas, missões e um pouco do casal de protagonistas.
A CEO do XBOX, Asha Sharma, afirmou em entrevista à BBC nesta terça-feira (26) que o hardware de próxima geração da marca adotará eficiência e acessibilidade financeira ao lado do desempenho. Para a executiva: "Toda a indústria precisa começar a inovar em acessibilidade financeira e eficiência."
As fabricantes de hardware têm sofrido com o aumento constante de preços, em especial pela alta no valor dos chips e pela escassez de componentes causados pela demanda massiva de data centers de IA.
Sharma espera que vejamos cada vez mais negócios radicalmente diferentes do habitual da indústria, embora não tenha especificado quais seriam esses negócios. "Chegamos a um ponto em que será difícil imaginar que o grande público possa arcar com milhares de dólares para gastar em uma geração de consoles", disse a executiva. Boatos apontam que o próximo XBOX seguirá um modelo OEM, no qual outras marcas poderão vender o console, mas nada foi confirmado.
"Nosso trabalho como XBOX, à medida que avançamos na nossa próxima geração, é levar em consideração o que está acontecendo no mundo e construir a melhor experiência para nossos jogadores", declarou a CEO do XBOX, Asha Sharma.
"Eu sei que os jogadores amam mídia física e sei que há muitos benefícios na mídia digital, e quero garantir que as pessoas tenham escolha", afirmou Sharma à BBC.
Segundo fontes de Corden, a questão das mídias físicas "é menos sobre os discos e mais sobre os próprios leitores de disco". O editor-chefe prossegue e afirma que a cadeia de suprimentos dos componentes necessários para fabricar leitores de disco óptico "está em colapso".
A reportagem indica que as linhas de montagem dos leitores de disco óptico têm migrado para longe da tecnologia à medida que os usuários optam cada vez mais por mídias digitais.
A Microsoft tem sido pouco vocal quando o assunto é o fim das mídias físicas, embora muitos setores da indústria acreditem que a Big Tech seguirá o mesmo caminho da Sony.
Além do recurso que permite levar jogos físicos do XBOX One e Series para o digital, a divisão de games liderada por Asha Sharma tem progredido em levar jogos do XBOX Original e do 360 ao PC via emulação. Alguns títulos já fazem parte desse programa, como Conker: Live & Reloaded e o temporal Blinx: The Time Sweeper.
Os jogos independentes têm se tornado um importante segmento do mercado de videogames, em especial por se oporem aos jogos mainstream caros, repetitivos e cheios de práticas duvidosas e predatórias. O ano de 2025 mostrou que os indies e títulos de menor orçamento estão com tudo, em especial se olharmos para Clair Obscur: Expedition 33, Hollow Knight: Silksong e Hades II.
Felizmente, o mercado segue acompanhando pérolas independentes fantásticas neste ano. Por enquanto, recebemos grandes jogos como Mina the Hollower, Big Walk, Denshattack!, Mewgenics, Slay the Spire II e a lista não para.
Um desses grandes jogos indie roubou a atenção e tem feito um sucesso estrondoso entre jogadores de PC e streamers pelo mundo. Meccha Chameleon chegou ao Steam em junho após passar por uma produção curta de dois meses pelas mãos de dois desenvolvedores japoneses.
Com mais de 20 milhões de cópias registradas até agosto, Meccha Chameleon se tornou um jogo viral em redes sociais e plataformas de lives, seguindo com muita atenção do público. Seu preço bem acessível e uma ideia simples e fácil de jogar também contribuíram para que o indie fizesse tanto sucesso.
Mas, afinal, como de fato Meccha Chameleon se tornou um dos maiores jogos de 2026?
O que é Meccha Chameleon?
Meccha Chameleon é um jogo multiplayer de esconde-esconde com uma premissa parecida com os populares prop-hunts que viralizaram no PC anos atrás, como em Garry's Mod. Nele, os jogadores controlam um boneco todo em branco e precisam se desenhar para se camuflar no cenário e evitar serem pegos pelos caçadores.
O título foi criado por dois desenvolvedores japoneses que atendem pelos apelidos de Lemorion e Haganeiro. O fato mais curioso sobre Meccha Chameleon, além do surpreendente marco de 20 milhões de unidades vendidas, é que a produção durou apenas dois meses, com os devs reutilizando recursos e assets de projetos anteriores.
Curiosamente, Meccha Chameleon divide uma história com Fortnite. Isso porque Lemorion começou no desenvolvimento de games no Unreal Editor for Fortnite, ferramenta fornecida pela Epic Games para criar experiências dentro do próprio jogo.
Por isso, não é de se estranhar que o jogo indie utilize a Unreal Engine como motor gráfico, bem como o recurso gratuito Epic Online Services para a funcionalidade de matchmaking.
A ideia principal por trás de Meccha Chameleon surgiu de Lemorion. Ele se lembrou de assistir a um programa de TV, há muito tempo, no qual um artista fazia pintura corporal para se camuflar no cenário.
Meccha Chameleon surpreendeu até os desenvolvedores
Em 11 de agosto, os desenvolvedores confirmaram que Meccha Chameleon já havia ultrapassado 20 milhões de cópias vendidas, um número impressionante para qualquer estúdio. A marca fica ainda mais emblemática quando levamos em conta que a expectativa dos criadores era drasticamente menor do que o resultado alcançado.
"Originalmente, tínhamos como meta 100 mil cópias, então estou extremamente feliz. Sinto uma sensação de dever cumprido e que valeu a pena continuar criando games", afirma Lemorion em entrevista ao portal japonês GameWith. O desenvolvedor conta que o sucesso era esperado apenas no Japão, e não no exterior.
Apesar da quebra de expectativa, os primeiros indícios dos holofotes já surgiram nos trailers de Meccha Chameleon. O engajamento nas redes sociais garantiu que a ideia se espalhasse por todo o mundo.
Meccha Chameleon: um sucesso camuflado
Há vários motivos que podem ter feito de Meccha Chameleon um verdadeiro sucesso. O maior deles é a viralização nas redes sociais e plataformas de transmissão como a Twicth. Jogos multiplayer com um toque de comédia, como Peak e Big Walk, costumam performar muito bem entre streamers e espectadores.
Após a recepção positiva de Meccha Chameleon nas redes sociais, os desenvolvedores passaram a trabalhar focados na viralização, incluindo cenas criativas e engraçadas sobre o que os jogadores poderiam fazer na partida em trailers e vídeos de divulgação.
"Já prevíamos que o jogo viralizaria com postagens nas redes sociais. No trailer, incluímos aquela cena de virar uma bolinha para se camuflar de pedaço de carne com a intenção de induzir maneiras engraçadas e 'compartilháveis' de se esconder", afirmou Lemorion ao Denfaminicogamer.
Os cortes e vídeos curtos de momentos engraçados em Meccha Chameleon catapultaram ainda mais a fama do título, que atingiu um pico de 340 mil usuários simultâneos no Steam em seu melhor dia.
Mais do que apenas viral, Meccha Chameleon é um jogo criativo e intuitivo. Os jogadores precisam se esconder em mapas oficiais ou criados por fãs, tentando se unir ao cenário ao pintar e alterar poses e formas do personagem. Os desenvolvedores fizeram questão de oferecer ferramentas e recursos para que a experiência fosse divertida, entre elas estão pintura em tempo real, conta-gotas, cores metálicas e uma interface simples para desenhar e se camuflar.
Lemorion enfatizou que o foco do jogo foi "não exigir comandos complexos do usuário" e "não criar sistemas complicados", o que caiu como uma luva. "É difícil apontar um único motivo para o sucesso, mas acredito que seja o fato de ser divertido para todos: tanto para quem joga quanto para quem assiste", contou o desenvolvedor.
Obviamente, o preço ajudou muito na popularização do jogo. Meccha Chameleon chegou ao Steam por R$ 23,49 e recebeu descontos nesses dois meses após o lançamento, chegando ao patamar de R$ 18 em certas ocasiões.
Meccha Chameleon é um exemplo de como criatividade e simplicidade, algo que tem sido esquecido por grandes produtoras, ainda têm força na indústria dos games, mesmo em seu período mais brutal.
Estamos em uma época em que um jogo independente de esconde-esconde pode se sentar à mesma mesa de um colosso como GTA 6 e se consagrar como um dos melhores videogames do ano.
Seguem abaixo os horários em que a visão estendida de GTA 6 irá estrear na Netflix e no YouTube:
Netflix: 27 de agosto, a partir das 16h (horário de Brasília);
YouTube: 27 de agosto, a partir das 22h (horário de Brasília).
É bem provável que o conteúdo inclua trechos de gameplay, apresentação de mecânicas e aprofundamento na narrativa de GTA 6. Vale lembrar que o último trailer do jogo foi ao ar há mais de 500 dias.
A Rockstar pegou todos de surpresa quando anunciou que iria revelar o novo gameplay de GTA 6 no serviço de streaming. O que pesou ainda mais foi o fato de que os jogadores precisarão pagar para acompanhar o conteúdo em primeira mão, o que gerou uma onda de revolta entre os fãs por causa da Netflix.
Em um comunicado sobre a participação da produtora polonesa na Gamescom 2026, Nowakowski ressaltou que não apresentará The Witcher IV durante o evento. Logo depois, o executivo confirmou que a aventura de Ciri chegará em dois anos.
Apesar de a janela de lançamento de The Witcher IV acalmar o coração dos fãs e controlar as expectativas até 2028, a estreia do game coincidirá com o fim da distribuição de discos por parte do PlayStation.