A VibeSound aposta na nostalgia dos antigos minisystems com a V12 Power, uma caixa de som amplificada que combina 800 W RMS de potência, alto-falante de 12 polegadas e recursos voltados para festas e karaokê. O modelo já está disponível no mercado brasileiro e busca reunir som potente, mobilidade e conectividade em um único equipamento.
O visual e a proposta lembram os grandes equipamentos de áudio que marcaram os anos 2000, mas a V12 Power traz recursos mais atuais. A caixa conta com Bluetooth e tecnologia TWS, permitindo conectar duas unidades para criar uma experiência estéreo mais potente, além de entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone. Rádio FM e iluminação dinâmica também fazem parte do conjunto.
Um dos principais diferenciais do produto é o microfone com fio incluído na embalagem. A ideia é permitir que o consumidor use a caixa não apenas para ouvir música, mas também para transformar reuniões e festas em sessões de karaokê sem precisar comprar o acessório separadamente.
Apesar do porte, a V12 Power foi projetada para ser transportada. O equipamento possui bateria recarregável com autonomia de até sete horas em volume médio, além de alça e rodas para facilitar a movimentação. Com isso, a proposta é levar os 800 W RMS para diferentes ambientes.
VibeSound também tem opção mais compacta
Para quem não precisa de tanta potência, a VibeSound oferece a V8 Power, equipada com 340 W RMS e alto-falante de 8 polegadas. O modelo mantém Bluetooth, TWS, entradas USB, cartão SD, auxiliar e microfone, além de rádio FM e iluminação dinâmica.
A V8 também possui bateria para até sete horas de uso em volume médio e uma alça para transporte. Assim como a V12, já acompanha microfone com fio, reforçando a aposta da marca no segmento de festas e karaokê.
Segundo a VibeSound, os dois modelos foram desenvolvidos para combinar potência, mobilidade, conectividade e entretenimento. Ambos estão disponíveis nas principais redes de varejo, marketplaces e no site oficial da empresa.
O preço sugerido da V12 Power é de R$ 849, enquanto a V8 fica por R$ 392.
O novo Roborock Qrevo 2 Pro quer tornar os robôs-aspiradores ainda mais autônomos, com uma base capaz de armazenar a sujeira por até 65 dias antes de precisar ser esvaziada. O modelo também combina sucção de 25.000 Pa, sistema para evitar fios de cabelo nas escovas e recursos específicos para casas com pisos frios, tapetes e carpetes.
O Qrevo 2 Pro chega equipado com 25.000 Pa de sucção, potência que, segundo a Roborock, permite remover migalhas, poeira e pelos de animais de diferentes superfícies. O modelo ainda utiliza um Sistema Duplo Anti-Emaranhamento, que direciona os fios para dentro do aspirador e reduz o risco de cabelos ficarem presos nas escovas.
A Roborock afirma que o sistema pode alcançar uma taxa de 0% de emaranhamento de pelos, embora o resultado dependa das condições de uso.
Outro destaque está na limpeza de tapetes. Ao identificar uma área com carpete, o robô pode retornar à base para deixar os esfregões, evitando que o pano úmido entre em contato com a superfície. Depois da aspiração, ele volta à estação para recolocar os mops e continuar a limpeza.
O Qrevo 2 Pro também aumenta automaticamente a sucção em carpetes com o recurso Carpet Boost+. Já o Deep Carpet Cleaning faz uma segunda passagem pela mesma região, em um padrão cruzado, para tentar remover sujeiras mais profundas.
Base lava, seca e esvazia o robô
A estação de carregamento concentra boa parte das tarefas de manutenção. Ela consegue lavar os esfregões com água a 75 °C, secá-los com ar quente a 45 °C e reabastecer automaticamente o reservatório de água do robô.
O grande diferencial, porém, está no compartimento de sujeira da base. Segundo a Roborock, ele consegue armazenar poeira por até 65 dias, permitindo que o usuário passe semanas sem precisar fazer essa tarefa manualmente.
O aparelho ainda conta com o sistema SmartPlan 3.0, que aprende os hábitos de limpeza e adapta a estratégia de acordo com os cômodos. Há também suporte ao padrão Matter para integração com sistemas de casa inteligente.
Nos cantos, a escova lateral pode alterar sua direção para alcançar regiões onde a poeira costuma se acumular, enquanto o esfregão consegue se aproximar até 1,85 mm das bordas.
O Roborock Qrevo 2 Pro foi lançado nos Estados Unidos por US$ 550 (R$ 2.866) em preço promocional, contra US$ 799 (R$ 4.164) do valor normal.
A Huawei colocou em pré-venda nesta sexta-feira (28) o Pura X View, smartphone que aposta em uma tela mais larga e em bordas extremamente finas para ampliar a área útil de exibição. O aparelho chega ao mercado chinês com uma proporção de tela de 16:9.5 e promete uma experiência diferente para assistir a vídeos, ler, jogar e trabalhar.
O Huawei Pura X View será lançado oficialmente em 7 de setembro, durante a conferência de novos produtos da empresa. O modelo já aparece em plataformas de comércio eletrônico da China e será oferecido em quatro opções de cor: Vermelho Sombra Saltitante, Cinza Linho, Branco Zero Grau e Preto Noite Mágica.
O principal destaque do celular está na tela. Segundo a Huawei, o Pura X View tem uma relação tela-corpo de 96,1%, índice apontado pela fabricante como o maior da indústria.
As quatro bordas pretas são simétricas e têm apenas 1,05 mm de largura, contribuindo para o visual de tela quase sem molduras. O painel tem resolução de 2232 × 1320 pixels, escurecimento PWM de alta frequência de 2160 Hz e brilho máximo de até 6.500 nits.
A Huawei também desenvolveu experiências específicas para aproveitar o formato mais largo. A proposta inclui reprodução de séries, leitura, jogos e tarefas de escritório em uma área de visualização maior. De acordo com os dados divulgados pela empresa, assistir a conteúdos em tela larga proporciona 16% mais área de exibição, enquanto a navegação vertical aumenta a área visível em 21%.
Bateria de 7.000 mAh
Apesar da tela diferenciada, o aparelho mantém dimensões relativamente compactas. O Pura X View tem cerca de 6,68 mm de espessura e pesa aproximadamente 201 gramas.
Internamente, o smartphone conta com uma bateria de 7.000 mAh, capacidade considerável para um aparelho desse perfil. Outro destaque é o software: o modelo será o primeiro smartphone equipado com o HarmonyOS 7.
O Huawei Pura X View terá versões com 12 GB de RAM e 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento. O preço não foi informado no material divulgado.
A Sony anunciou a BRAVIA 6, nova TV OLED que chega aos Estados Unidos e Canadá para disputar espaço com modelos intermediários de Samsung e LG. Posicionada abaixo das linhas BRAVIA 8 e BRAVIA 8 II, a novidade aposta em preços mais competitivos sem abrir mão de recursos avançados.
A BRAVIA 6 utiliza painel OLED de 120 Hz e será vendida em cinco tamanhos: 48, 55, 65, 77 e 83 polegadas. A TV também conta com Triluminos Pro, Google TV com Gemini e compatibilidade com Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS:X.
Um dos principais diferenciais da BRAVIA 6 é a presença de quatro portas HDMI 2.1, característica que pode interessar especialmente a gamers que utilizam mais de um console ou PC. A Sony ainda não confirmou qual processador equipa a televisão.
A empresa também redesenhou o controle remoto, que ganhou um direcional maior e centralizado, além de uma nova disposição para os botões de serviços de streaming. O acessório ainda possui microfone integrado para comandos ao Gemini.
Com a nova televisão, a Sony amplia sua oferta de modelos OLED e passa a disputar diretamente uma faixa de preço ocupada por produtos como a LG C6 OLEDe a Samsung S90H QD-OLED. A estratégia também complementa os recentes investimentos da fabricante em TVs com tecnologia LED RGB.
Preço da BRAVIA 6
A BRAVIA 6 já está disponível nos Estados Unidos e Canadá por meio da loja da Sony, Amazon, Best Buy e outros revendedores autorizados. Os preços sugeridos são:
48 polegadas: US$ 1.299,99 (R$ 6.499,95);
55 polegadas: US$ 1.499,99 (R$ 7.499,95);
65 polegadas: US$ 1.999,99 (R$ 9.999,95);
77 polegadas: US$ 2.999,99 (R$ 14.999,95);
83 polegadas: US$ 3.999,99 (R$ 19.999,95).
Não há informações sobre lançamento da BRAVIA 6 no Brasil, uma vez que a marca desistiu de vender TVs por aqui após a chegada das coreanas.
A Xiaomi lançou na China uma nova luminária de estudo que chama atenção pelo tamanho e pelo formato pouco convencional. A Mijia Vertical Study Lamp 2C já está à venda no JD.com por 1.199 yuans, valor equivalente a R$ 920 em conversão direta.
Com aproximadamente 8,5 kg, o produto tem uma estrutura vertical e uma cabeça de iluminação de 80 cm de comprimento. A parte responsável pela emissão de luz fica a cerca de 1,3 metro da mesa, fazendo com que a luminária realmente lembre um pequeno poste de iluminação instalado ao lado da área de estudos.
O principal destaque do modelo é o enorme fluxo luminoso de 11.000 lúmens, suficiente para iluminar ambientes de até 14 m². A proposta é oferecer uma iluminação ampla e uniforme durante atividades como leitura e estudo.
A Mijia Vertical Study Lamp 2C utiliza um sistema de dupla fonte de luz. A iluminação superior fornece 8.000 lúmens, enquanto a inferior entrega outros 3.000 lúmens, seguindo uma proporção de brilho de 8:3.
A Xiaomi afirma que a combinação ajuda a complementar a iluminação do ambiente por meio de reflexão difusa. O formato alongado da cabeça também foi pensado para reduzir as sombras causadas pelas mãos, proporcionando uma área de trabalho mais uniforme.
A estrutura central da cabeça tem apenas 28 mm de espessura e conta com um sistema antitombamento de 11° para a parte frontal e traseira. A haste superior também possui botões sensíveis ao toque para alternar entre funções e modos.
Foco é reproduzir a luz natural
Outro diferencial está na reprodução de cores. A luminária possui índice de reprodução de cores Ra98 e temperatura de cor de 4.000 K. Segundo a fabricante, o espectro de luz é amplo, com GFC superior a 0,985, buscando reproduzir as características da luz solar.
O produto também atende ao nível RG0 de segurança contra luz azul, enquanto a Xiaomi afirma que o design praticamente elimina o ofuscamento, com índice UGR inferior a 13.
A Samsung resolveu não mexer em time que está ganhando com o Galaxy S26 FE, mas a nova geração chega com uma mudança importante em relação ao modelo do ano passado: o processador. Enquanto o Galaxy S25 FE utiliza o Exynos 2400, o modelo lançado nesta quinta-feira (27) aposta no Exynos 2500 de 3 nm, além de trazer Android 17 e One UI 9 de fábrica.
Fora isso, as diferenças são mais discretas. Tela, câmeras, bateria, carregamento e resistência permanecem praticamente iguais entre os dois modelos. Por isso, a escolha entre um e outro depende principalmente da diferença de preço e da importância que o usuário dá a desempenho e longevidade do software.
A maior mudança do Galaxy S26 FE está no coração do aparelho. O Exynos 2500 de 3 nm substitui o Exynos 2400 de 4 nm do S25 FE. Isso torna o S26 FE mais interessante para quem pretende usar o celular durante vários anos, especialmente em tarefas pesadas, jogos e aplicações que exigem mais processamento.
A quantidade de memória permanece em 8 GB de RAM, enquanto as opções de armazenamento continuam sendo 128 GB, 256 GB e 512 GB. Portanto, não há evolução nesse aspecto.
Tela continua praticamente igual
Os dois aparelhos possuem painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e brilho máximo de até 1.900 nits.
A principal diferença informada para o S26 FE é a indicação de taxa de atualização de 60/120 Hz, enquanto o S25 FE trabalha com até 120 Hz. Na experiência cotidiana, não há uma mudança significativa esperada na qualidade do display.
Para assistir a vídeos, navegar na internet ou jogar, os dois modelos continuam oferecendo uma tela bastante competente.
Câmeras: pouca novidade
O conjunto fotográfico também permanece essencialmente o mesmo. O Galaxy S25 FE possui câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x. O S26 FE mantém essa configuração, mas a telefoto passa a ter OIS explicitamente listado nas especificações.
Na frente, ambos contam com câmera de 12 MP. Isso significa que quem já possui um S25 FE não encontrará no S26 FE uma revolução fotográfica. A evolução está mais relacionada ao processamento proporcionado pelo novo chip do que a uma mudança radical no hardware das câmeras.
Bateria também não mudou
A capacidade continua em 4.900 mAh nos dois aparelhos. O carregamento com fio chega a 45 W, enquanto o carregamento sem fio permanece em 15 W. No S26 FE, a Samsung indica até 69% de carga em aproximadamente 30 minutos utilizando um carregador de 45 W.
O novo modelo também mantém o Wireless PowerShare, recurso que permite compartilhar energia sem fio com dispositivos compatíveis. Portanto, não há um motivo forte para trocar o S25 FE pelo S26 FE apenas por causa da bateria.
Android 17 dá vantagem ao Galaxy S26 FE
Aqui existe uma vantagem importante para o modelo mais novo. O Galaxy S26 FE chega com Android 17 e One UI 9, enquanto o S25 FE parte do Android 16 com One UI 8.
Como ambos têm previsão de sete anos de atualizações de sistema e segurança, o S26 FE também leva vantagem em longevidade: por ter começado com uma versão mais recente do Android, ele tende a terminar seu ciclo de atualizações em uma versão posterior.
Para quem pretende ficar muitos anos com o mesmo aparelho, esse detalhe pode pesar bastante.
Qual vale mais a pena?
O Galaxy S26 FE é a escolha mais completa entre os dois. O Exynos 2500 de 3 nm, o Android 17 e a One UI 9 são suas principais vantagens e tornam o aparelho mais interessante para quem busca desempenho e longevidade.
Por outro lado, o Galaxy S25 FEpode ser o melhor negócio na precificação atual. O preço oficial do S26 FE no Brasil ainda não foi revelado, mas o S25 FE já pode ser encontrado por menos de R$ 3.000.
Considerando que o preço de lançamento é alto, vai levar alguns meses até que o S26 FE seja encontrado por um valor mais justo.
Vale comprar o Galaxy S26 FE se:
Você quer o processador mais novo;
Pretende ficar vários anos com o aparelho;
Valoriza começar com Android 17;
A diferença de preço para o S25 FE for pequena.
Vale comprar o Galaxy S25 FE se:
Ele estiver consideravelmente mais barato;
Você não precisa do máximo desempenho;
Câmeras e tela são prioridades;
Você busca o melhor custo-benefício.
O Galaxy S26 FE é tecnicamente superior, mas não representa uma atualização radical em relação ao S25 FE. Se os preços estiverem próximos, escolha o S26 FE. Se o S25 FE estiver bem mais barato, ele continua sendo uma compra muito interessante.
Curitiba deu o primeiro passo para retirar parte da fiação aérea das ruas. A Prefeitura e o BNDES assinaram um protocolo de intenções para estruturar um projeto que prevê o enterramento de até 120 quilômetros de cabos de energia elétrica e telecomunicações na capital paranaense. O custo estimado é de R$ 1,2 bilhão.
A iniciativa será estruturada por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Neste momento, ainda não há obras em andamento: o acordo firmado entre as partes autoriza o desenvolvimento dos estudos de viabilidade e a preparação para uma futura contratação.
A intenção inicial é concentrar a implantação em vias pavimentadas do Centro de Curitiba e regiões próximas, priorizando áreas mais movimentadas, turísticas, históricas, densamente ocupadas ou que apresentem problemas relacionados à resiliência da infraestrutura.
O projeto deverá envolver empresas de energia e telecomunicações, incluindo operadoras de internet por fibra óptica. Também serão avaliadas questões regulatórias relacionadas a órgãos como Anatel e Aneel, já que diferentes empresas e infraestruturas serão afetadas pela mudança.
Menos acidentes e apagões
Além de melhorar a aparência da cidade, o enterramento dos cabos tem objetivos de segurança e infraestrutura. Segundo a Prefeitura, a rede subterrânea pode reduzir riscos de acidentes, incêndios e furtos, além de proteger os equipamentos contra eventos climáticos que podem provocar apagões e interrupções nos serviços.
A mudança também deve contribuir para a requalificação da paisagem urbana e da acessibilidade, retirando das ruas a grande quantidade de fios e cabos atualmente instalados nos postes.
Um dos aspectos mais importantes do acordo é que Curitiba pretende utilizar o projeto como uma espécie de laboratório para um futuro marco regulatório nacional sobre o enterramento de fiação. De acordo com o BNDES, a experiência da capital paranaense poderá ajudar a definir regras para iniciativas semelhantes em outras cidades brasileiras.
A estimativa de R$ 1,2 bilhão corresponde ao enterramento dos 120 quilômetros previstos, mas o financiamento deverá depender da estruturação da PPP e da participação de empresas interessadas. Portanto, o valor ainda representa uma estimativa do projeto e não um investimento já contratado.
Se sair do papel, Curitiba poderá se tornar uma das primeiras grandes cidades brasileiras a adotar uma estratégia ampla para substituir a tradicional “teia” de fios nos postes por uma infraestrutura subterrânea, com impactos na segurança, conectividade e paisagem urbana.
A Boya apresentou o Notra Neo, um gravador de voz compacto com inteligência artificial que promete transformar conversas em textos, resumos e anotações. O dispositivo consegue registrar mais de 140 idiomas e conta com recursos voltados para reuniões, entrevistas, aulas e chamadas telefônicas.
O Notra Neo possui dois microfones MEMS e um VPU para realizar gravações em 360 graus. Segundo a Boya, os microfones conseguem captar sons a até 5 metros de distância, enquanto o sistema de cancelamento de ruído por IA reduz interferências em até 30 dB.
O aparelho alterna automaticamente entre gravações ambientais, chamadas telefônicas e chamadas realizadas por Bluetooth. Ele também possui suporte magnético e compatibilidade com MagSafe.
A autonomia chega a 20 horas de gravação com uma carga. Em modo de espera, entretanto, o dispositivo pode permanecer por até 365 dias. O carregamento é feito por USB-C e leva aproximadamente 1,5 hora.
IA transforma gravações em notas
O principal diferencial do Notra Neo está na transcrição. O sistema reconhece mais de 140 idiomas e também identifica diferentes participantes de uma conversa.
Depois de transformar o áudio em texto, a inteligência artificial pode gerar resumos, destacar pontos importantes, criar listas de tarefas e produzir mapas mentais. O recurso Ask AI permite ainda pesquisar informações dentro das gravações.
A plataforma também oferece mais de 60 modelos profissionais para diferentes situações, incluindo atas de reunião, resumos de chamadas, entrevistas e aulas. O sistema é compatível com modelos de IA como ChatGPT, Grok, Claude e Gemini.
O gravador possui 8 GB de armazenamento interno e permite sincronização com a nuvem. A Boya também anuncia capacidade de até mil horas de gravações por meio do sistema de nuvem e aplicativo, número que não corresponde à memória física do aparelho.
Pelo aplicativo BOYA OS ou pela versão web, o usuário pode sincronizar arquivos e notas entre dispositivos. As gravações podem ser transferidas por Bluetooth ou Wi-Fi e exportadas em formatos como MP3, WAV, DOCX, PDF, TXT, Markdown e SRT. Também é possível compartilhar gravações, transcrições, resumos e mapas mentais por meio de links.
A pré-venda já está disponível, com os primeiros envios previstos para 4 de setembro. A Boya oferece frete grátis para o mundo todo, tornando possível importar o Notra Neo para o Brasil.
Todas as quatro cores (preto, branco, amarelo e rosa) estão saindo por R$ 719, mas a empresa está oferecendo 12% de desconto com o cupom NeoEarly12, ficando R$ 632 (sem a adição dos impostos de importação).
A próxima geração de celulares topo de linha da Samsung pode ganhar um dos processadores móveis mais rápidos já desenvolvidos. Segundo o leaker Digital Chat Station, o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 poderá alcançar impressionantes 5,01 GHz em seus dois principais núcleos.
O chip, identificado pelo modelo SM8975, deve utilizar uma nova configuração de oito núcleos Oryon, distribuídos em um arranjo 2+3+3. Caso as informações se confirmem, será uma frequência inédita para um processador destinado a smartphones.
De acordo com o vazamento, os dois núcleos de maior desempenho chegarão a 5,01 GHz. Os outros dois grupos trabalhariam a 4,03 GHz e 3,74 GHz, respectivamente.
Para efeito de comparação, o suposto Exynos 2700 da própria Samsung estaria sendo desenvolvido com dez núcleos e frequência máxima de 4,24 GHz. Em clock máximo, portanto, o chip da Qualcomm teria uma vantagem considerável.
O Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 também deverá ser fabricado pela TSMC em 2 nm, utilizando o processo N2P. A GPU Adreno 850 deve completar o conjunto, com expectativa de ganhos em gráficos, jogos e tarefas relacionadas à inteligência artificial.
Galaxy S27 Ultra pode receber o chip
A expectativa é que a Samsung utilize o novo Snapdragon no Galaxy S27 Ultra, previsto para chegar no início de 2027.
Já os Galaxy S27 e S27+ poderiam adotar uma estratégia diferente, com versões equipadas tanto com o Snapdragon quanto com o Exynos 2700.
Apesar da frequência inferior, o chip da Samsung pode levar vantagem em outros aspectos. Estimativas internas indicam que o Exynos 2700 poderia apresentar melhor desempenho sustentado, eficiência energética e gerenciamento térmico durante períodos prolongados de uso.
Isso significa que uma frequência de 5 GHz não necessariamente garantirá que o Snapdragon seja mais rápido em todas as situações. O desempenho real dependerá também da arquitetura, refrigeração e eficiência do aparelho.
Por enquanto, as informações sobre o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 são baseadas em vazamentos. Nem a Qualcomm nem a Samsung confirmaram oficialmente as especificações dos chips ou quais modelos utilizarão cada processador.
A Xiaomi apresentou a Mijia Smart IH Rice Cooker 2 Multifunctional Edition, uma panela elétrica multifuncional que aposta em visual e construção mais próximos dos de uma panela tradicional. O modelo tem cuba interna removível, estrutura modular e estará disponível nas versões de 3 e 4 litros.
Um dos principais destaques está na cuba interna, fabricada com composto de titânio fundido, com 3 mm de espessura. Quando removida da base, a cuba parece uma panela tradicional, com visual excelente para ir à mesa. O recipiente também conta com revestimento sem flúor e foi projetado para oferecer boa retenção de calor.
A panela utiliza um sistema de aquecimento 3D IH de 1.300 W, que distribui o calor ao redor do recipiente para buscar um cozimento mais uniforme. As alças laterais da cuba possuem um sistema que evita quedas, facilitando a retirada do recipiente.
O design modular também foi pensado para simplificar a limpeza da panela, já que a cuba pode ser removida facilmente da estrutura principal.
Nove modos de preparo
A Mijia Smart IH Rice Cooker 2 oferece nove modos de cozimento. Entre eles estão preparo rápido de arroz, cozimento a vapor, ensopados e até opções de assados sem água.
No modo rápido, a Xiaomi afirma que é possível preparar arroz em aproximadamente 26 minutos. A tampa também pode ser aberta durante o funcionamento para mexer a comida ou adicionar ingredientes, sem que seja necessário interromper o cozimento.
Como outros produtos da linha Mijia, o aparelho também possui integração com o aplicativo da Xiaomi. A conexão permite acessar mais de 100 receitas disponíveis na nuvem e programar o funcionamento com até 24 horas de antecedência. Também é possível manter a comida aquecida por até 12 horas após o preparo.
O produto será lançado inicialmente por meio de financiamento coletivo na Xiaomi Youpin a partir de 6 de setembro. Os preços serão de 649 yuans (R$ 497) para a versão de 3 litros e 689 yuans (R$ 528) para o modelo de 4 litros.