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10 melhores aberturas de séries de todos os tempos

28 August 2026 at 12:09

Há quem diga que aberturas de série de TV são uma arte perdida, principalmente na era dos streamings, onde tudo precisa ser ágil para captar a atenção do público em poucos segundos. 

Na época em que a televisão ainda seguia as regras do modelo tradicional, com exibições definidas pela programação das emissoras, aberturas eram praticamente lei, com programas apostando em créditos iniciais criativos e diferenciados para ajudar a construir o universo ao redor da produção.

Porém, com a chegada da Netflix e companhia, as aberturas deixaram de fazer sentido para muitos estúdios, com os famosos cartões de título assumindo o lugar. Essa mudança, no entanto, não apaga o fato de que várias aberturas de série deixaram marcas na televisão, tornando-se extremamente lendárias. 

Melhores aberturas de séries de todos os tempos

Se você curte o universo das séries, com certeza deve ter aquela abertura que marcou a sua vida. Pensando nisso, o Canaltech selecionou as 10 melhores aberturas de série de todos os tempos, trazendo títulos que provam que uma sequência inicial de créditos faz toda a diferença na hora de criar a atmosfera de um programa. 

1. Família Soprano

Considerada uma das melhores séries já feitas na história da televisão, Família Soprano tem uma das aberturas mais icônicas da indústria. Ao som da música Woke Up This Morning, do Alabama 3, a sequência mostra o mafioso Tony Soprano (James Gandolfini) dirigindo seu carro em uma rota que o leva diretamente para sua casa, em Nova Jersey.

Por mais simples que possa parecer, a abertura de Família Soprano marcou a TV e a própria série pela maneira em como antecipa o clima da trama, que acompanha um homem cuja vida dupla entre a máfia e a família começa a afetar sua saúde mental. Com uma letra que fala sobre encontrar seu mundo de ponta-cabeça ao acordar, a abertura dá um gostinho da dualidade do protagonista a partir do cenário urbano, que sai de uma versão industrial e decadente para o subúrbio.

Onde assistir Família Soprano: HBO Max.

2. Game of Thrones

Game of Thrones tinha um mapa de Westeros e uma trilha marcante de Ramin Djawadi para fazer história na HBO como uma das aberturas mais icônicas da TV. Todo domingo, era de praxe nos juntarmos na frente da TV para “cantar” a composição épica, que mudava a cada episódio para mostrar as locações que seriam importantes para o capítulo da semana. 

Inspirada nos livros de As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, Game of Thrones estreou em 2011 para narrar a jornada de poderosas famílias que disputam um jogo mortal para sentar no Trono de Ferro e, dessa forma, governar os Sete Reinos de Westeros. Entre política, intrigas e traições, o programa foi um grande fenômeno, conquistando todo mundo com visuais impressionantes, tramas complexas e personagens icônicos.

Onde assistir Game of Thrones: HBO Max.

3. Buffy, a Caça-Vampiros

Além de ter marcado a TV com uma história focada em uma jovem caçadora de monstros sobrenaturais, Buffy, a Caça-Vampiros tem uma das aberturas mais divertidas e contagiantes já feitas na indústria. Com um instrumental que destaca a guitarra, a sequência é uma mistura de várias cenas rápidas dos personagens principais, apresentando-os de maneira enérgica em meio à rotina do ensino médio e da luta contra monstros perigosos.  

A abertura de Buffy, a Caça-Vampiros é um ótimo exemplo de uma sequência de créditos iniciais que ajuda a definir o clima da série, apostando em elementos que reforçam o caos da juventude e os perigos reais do sobrenatural.  O melhor de tudo é que, a partir da terceira temporada, a abertura vai mudando conforme novos personagens vão aparecendo na trama, atualizando um clássico para ajudar a situar os espectadores. 

Onde assistir Buffy, a Caça-Vampiros: Disney+.

4. Doctor Who

Mais uma abertura que deixou sua marca na TV foi a de Doctor Who. Original da década de 1960, a produção britânica já ganhou algumas versões, com o reboot de 2005 sendo o mais popular graças a nomes como David Tennant e Matt Smith, mas uma coisa que nunca mudou é o quão icônica a abertura é até os dias de hoje. 

Mais conhecida pelo famoso túnel psicodélico, onde a Tardis do Doutor viaja pelo espaço, a abertura de Doctor Who passou por modificações visuais ao longo dos anos, mas sempre manteve a essência bizarra, alucinante e épica que a jornada do alienígena que viaja pelo tempo em uma cabine telefônica exige. Não tem como não ficar hipnotizado pelo instrumental marcante da sequência de créditos, que parece saltar na tela. 

Onde assistir Doctor Who: Disney+.

5. Arquivo X

Quem sempre sentiu uma sensação ruim com a música da abertura de Arquivo X sabe como a sequência de créditos do programa de ficção científica mexeu com as emoções do público na década de 1990, período em que a série mais fez sucesso na TV.

Com um instrumental macabro que parece imitar um assobio vindo de outro planeta, a abertura de Arquivo X marcou a vida de muita gente com um clima  de suspense graças aos efeitos visuais sinistros que conseguiram captar a energia dos mistérios alienígenas investigados pela dupla de detetives Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny). A atmosfera é tão pesada que chegou a assustar de verdade muitos espectadores. 

Onde assistir Arquivo X: Disney+.

6. Twin Peaks

Quase uma personificação da melancolia, a abertura de Twin Peaks também é um exemplo perfeito de como uma sequência inicial de créditos pode ajudar na imersão dos espectadores na história. Com um tema onírico de Angelo Badalamenti, a abertura da série de David Lynch e Mark Frost reúne várias imagens hipnóticas que fazem um contraste entre o industrial e a natureza, criando a ideia de que estamos dentro de um sonho sombrio em que forças enigmáticas estão à espreita.

Quem conhece o trabalho de Lynch sabe que sonhos e mistérios perturbadores são temas recorrentes de suas obras, com Twin Peaks mantendo essa tradição para narrar as investigações de um agente do FBI que viaja até o local para solucionar o enigma por trás da morte da jovem Laura Palmer (Sheryl Lee). A abertura do programa de três temporadas passa exatamente essa atmosfera, transformando os créditos em uma viagem lenta e estranha pelo universo da produção.

Onde assistir Twin Peaks: Mubi e Mercado Play. 

7. Friends

Outra abertura de série de TV que ficou marcada na cultura pop e se tornou uma das melhores de todos os tempos é a de Friends. Ao som da contagiante música I'll Be There for You, do The Rembrandts, e das icônicas palmas, a sequência reúne os astros da sitcom na frente de uma fonte se divertindo. Uma abertura simples, mas que capta todo o espírito de juventude e amizade dos protagonistas. 

Uma das comédias mais amadas da televisão, Friends foi ao ar na década de 1990, transformando Rachel, Monica, Phoebe, Ross, Chandler e Joey em grandes astros da indústria televisiva ao narrar as aventuras rotineiras de seis amigos em Nova York.

Onde assistir Friends: HBO e Netflix.

8. Os Simpsons

Impossível acompanhar a indústria do entretenimento sem conhecer Os Simpsons, uma das séries animadas mais icônicas de todos os tempos. Considerando seu apelo na cultura pop, é claro que a abertura também seria extremamente marcante. 

Com uma música tema que gruda na cabeça, a sequência de créditos iniciais da produção é um compilado de cenas em Springfield, que vão desde a icônica imagem de Bart escrevendo na lousa até a família reunida no sofá de casa.

Onde assistir Os Simpsons: Disney+.

9. Mad Men

Na mesma toada de Família Soprano, Mad Men estreou em 2007 para revolucionar a TV, trazendo também uma das aberturas mais icônicas de todos os tempos. Com o instrumental A Beautiful Mine, do RJD2, a sequência usa uma animação em estilo retrô que mostra a silhueta de um homem de terno caindo em meio a prédios e outdoors publicitários. 

Situada na década de 1960, Mad Men fez sucesso com a história de Don Draper (Jon Hamm), um publicitário que tenta lidar com a pressão do trabalho em uma agência de publicidade e suas responsabilidades familiares. A abertura da série tenta replicar essa atmosfera, usando o homem caindo como uma espécie de metáfora para o colapso psicológico e a farsa por trás da ideia de sonho americano.

Onde assistir Mad Men: Disney+.

10. Um Maluco no Pedaço

Um Maluco no Pedaço marcou a carreira de Will Smith e ainda apresentou ao público uma das aberturas mais icônicas da década de 1990 e da TV no geral. Além de usar sua clássica batida de hip-hop para explicar ao público a jornada de Will, a abertura capta muito bem a energia daquele período à medida que mostra o choque cultural vivido pelo personagem. 

Amada pelos brasileiros que cresceram naquela época, Um Maluco no Pedaço fez sucesso com a história de um jovem que sai da região humilde onde vive para morar com os tios ricos em um bairro nobre de Los Angeles. Na nova casa, ele entra em várias confusões por não conseguir se encaixar no estilo de vida da família.

Onde assistir Um Maluco no Pedaço: HBO Max.

Aberturas icônicas da TV

Embora as aberturas trabalhadas e mais longas pareçam ter ficado no passado, várias produções atuais continuam resgatando a arte de usar seus créditos iniciais para preparar o público para o que eles vão encontrar na trama. Alguns dos exemplos mais marcantes são Ruptura, Succession e Pacificador. 

Para continuar imerso no universo da TV, aproveite também para conhecer 10 séries que são perfeitas do começo ao fim.

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iPhone 17 Pro de R$ 67 mil tem contador de radiação e relógio suíço embutido

28 August 2026 at 11:22

A Caviar, conhecida por transformar smartphones da Apple em peças de luxo com materiais exclusivos, apresentou uma versão bastante incomum do iPhone 17 Pro. Batizado de Geiger, o modelo incorpora um contador de radiação funcional, corpo de titânio e até um relógio suíço na traseira. A edição começa em US$ 13.130 (cerca de R$ 67.751).

O grande diferencial da edição especial é o contador Geiger integrado diretamente à traseira do aparelho, que usa um dosímetro SIG-RM1208 capaz de medir os níveis de radiação gama no ambiente.

O equipamento possui uma pequena tela digital que exibe as medições em tempo real. Também é possível configurar um alerta sonoro para ser acionado quando a radiação ultrapassar determinado limite.

O módulo fica instalado no centro da traseira do iPhone. Ao redor dele, a Caviar adicionou um mostrador de relógio analógico equipado com um mecanismo suíço Ronda 763, movido a quartzo.

Para combinar com os componentes adicionais, a Caviar substituiu a traseira convencional do iPhone 17 Pro por uma estrutura de titânio. O acabamento segue uma estética industrial, com parafusos aparentes, painéis metálicos espessos e uma faixa vermelha atravessando o centro do aparelho.

Edição limitada tem apenas sete unidades

iPhone Caviar

A Caviar informou que produzirá somente sete unidades do iPhone 17 Pro Geiger. Cada aparelho terá seu número de produção gravado na estrutura e será acompanhado por um certificado de autenticidade.

O preço inicial de US$ 13.130 (R$ 67.751) corresponde à versão com 256 GB do iPhone 17 Pro. O valor aumenta para quem optar por mais armazenamento ou pelo iPhone 17 Pro Max.

Além do contador de radiação funcional, o iPhone da Caviar tem um relógio suíço em uma edição extremamente limitada. Se gostou de conhecer, veja iPhones de ouro que custam mais que um carro. 

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Novos radares com inteligência artificial chegam a mais uma rodovia de SP

28 August 2026 at 11:00

Mais uma rodovia paulista vai contar com radares com inteligência artificial (IA). A concessionária Ecovias Raposo Castello vai implementar em breve novos equipamentos com IA na Rodovia Castello Branco, em São Paulo, para reforçar a fiscalização do tráfego em tempo real.

De acordo com a concessionária, o sistema vai funcionar 24 horas por dia por meio de câmeras de alta definição, capazes de flagrar desde motoristas e passageiros sem cinto de segurança até o uso de celular ao volante.

multa radar infração

No entanto, isso não significa que as autuações serão automáticas: na verdade, os equipamentos vão registrar os carros e enviar as imagens para análise da Polícia Militar Rodoviária, responsável por validar as infrações e emitir as multas — até porque a aplicação de penalidades não cabe à concessionária.

Radares com IA na estrada

A medida expande o monitoramento inteligente já testado em outras rodovias do estado, como a Raposo Tavares. Por lá, os dados da fase de testes mostraram a eficácia da tecnologia: foram mais de mil irregularidades captadas em apenas três dias, lideradas pela falta do uso do cinto de segurança por passageiros e motorista e pelo uso do celular ao volante. Todas essas práticas representam alto risco ao trânsito e geram penalidades severas.

Já o Rodoanel Mário Covas também conta com radares equipados com IA nos trechos sul e leste. Até agora, os equipamentos registraram quase 5 mil infrações, também lideradas pela falta do cinto de segurança e uso do celular ao volante. Além disso, o projeto do Rodoanel mostrou que o equipamento pode ajudar na identificação de acidentes e situações de risco.

A concessionária responsável pela Castello, bem como as autoridades estaduais, ainda vão definir o cronograma oficial e os pontos específicos da rodovia que vão receber os primeiros radares inteligentes.

Confira como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Galaxy S27 Pro aparece em imagens vazadas e pode ser um “Ultra compacto”

28 August 2026 at 10:57

O Galaxy S27 Pro apareceu em supostos renders que sugerem pela primeira vez detalhes do possível design do aparelho. O modelo ainda não foi confirmado oficialmente pela Samsung, mas pode ocupar uma posição inédita entre o Galaxy S27+ e o Galaxy S27 Ultra.

O principal destaque das imagens está na traseira. O Galaxy S27 Pro aparece com uma grande barra horizontal envolvendo o conjunto de câmeras, em uma solução visual semelhante à esperada para o Galaxy S27 Ultra.

Apesar de a barra ocupar boa parte da largura superior da traseira, as três câmeras ficam concentradas no lado esquerdo. O visual lembra bastante a abordagem adotada pela Apple em modelos recentes da linha iPhone Pro.

Além da questão estética, a estrutura pode ajudar a deixar o celular mais estável quando colocado sobre uma superfície plana, reduzindo a inclinação causada pelo módulo de câmeras.

S27 Pro

Tela de 6,6 polegadas e corpo compacto

Na frente, os renders mostram uma tela plana com bordas finas. O painel deve ter aproximadamente 6,6 polegadas, enquanto as laterais do aparelho aparecem com acabamento mais reto.

As dimensões estimadas são de 154,06 x 73,77 x 7,95 mm. Com isso, o Galaxy S27 Pro seria cerca de 9 mm mais curto e 5 mm mais estreito que o Galaxy S27 Ultra.

O aparelho também aparece na cor roxa nas renderizações, mas isso não significa que essa será uma opção comercial. A tonalidade pode ter sido escolhida apenas para destacar o dispositivo nas imagens.

Galaxy S27 Pro pode ter câmeras de 200 MP

Segundo os vazamentos, o Galaxy S27 Pro pode compartilhar parte do conjunto fotográfico do Ultra. A câmera principal teria 200 MP, acompanhada de uma ultrawide de 50 MP.

A diferença estaria na teleobjetiva. O Pro teria um sensor de 12 MP com zoom óptico de 3x, configuração mais simples que a esperada no modelo Ultra.

O celular também não deve contar com compartimento integrado para a S Pen, recurso que continuaria exclusivo do Galaxy S27 Ultra.

Snapdragon, até 16 GB de RAM e bateria de 5.200 mAh

No desempenho, os rumores apontam para o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro, embora exista a possibilidade de a Samsung utilizar o Exynos 2700 em determinadas regiões.

A memória RAM começaria em 12 GB, podendo chegar a 16 GB na versão com maior armazenamento. O espaço interno máximo especulado é de 1 TB. A bateria teria capacidade de 5.200 mAh, segundo os vazamentos disponíveis até agora.

O Galaxy S27 Pro ainda é apenas uma possibilidade, já que a Samsung não confirmou oficialmente a existência do aparelho. A expectativa atual é de que a linha Galaxy S27 seja apresentada em fevereiro de 2027. Enquanto isso, o grande assunto do momento é que o Galaxy S26 FE chegou: 1º celular com One UI 9 tem bateria para 29 horas de vídeo.

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7 séries para assistir após o fim de Outer Banks

27 August 2026 at 23:30

Em clima de despedida, Outer Banks retornou à Netflix em agosto para a sua quinta e última temporada, prometendo amarrar pontas soltas com mais uma aventura perigosa dos Pogues. 

Apostando em uma intensa caçada pelo tesouro, o último ano da série marca um fim de uma era para uma das produções mais populares da gigante do streaming, com o adeus aos personagens deixando um gostinho de quero mais. 

Caso você esteja sofrendo pelo fim do programa adolescente, a boa notícia é que existem várias séries parecidas com Outer Banks que podem preencher esse vazio quando os créditos do episódio final subirem na tela. 

Séries parecidas com Outer Banks

Para quem já está em busca de uma nova maratona, mas quer uma energia parecida com a jornada dos Pogues, o Canaltech selecionou 7 séries para assistir após o fim de Outer Banks.

1. The O.C.: Um Estranho no Paraíso

Uma das séries adolescentes mais emblemáticas da história da TV, The O.C.: Um Estranho no Paraíso marcou uma geração com a história de Ryan (Ben McKenzie), um jovem de origem humilde e com histórico problemático. Sua vida muda da noite para o dia quando ele é acolhido por um advogado rico e passa a morar em um bairro de elite na Califórnia. 

Repleto de dramas adolescentes e críticas sociais, The O.C. conta com quatro temporadas que vão te fazer mergulhar na estética dos anos 2000. Para quem gosta da ambientação de Outer Banks e dos conflitos geracionais e de classe, esta é a pedida perfeita para uma maratona. 

Onde assistir The O.C.: HBO Max e Prime Video.

2. Sterling Point

Sterling Point é um lançamento do Prime Video que também pode conquistar o coração dos fãs de Outer Banks. Criada por Megan Park, a série conta a história de Annie (Ella Rubin), uma adolescente cuja vida vira de ponta-cabeça quando seu avô morre e deixa como herança uma misteriosa ilha no Canadá, local onde sua falecida mãe guardou segredos de família. 

Explorando temáticas como luto, mistérios familiares e processos de autodescoberta na juventude, Sterling Point ganhou destaque no streaming pela maneira realista em como retrata a adolescência, além de explorar dramas de família sem focar tanto no amor romântico. Embora não tenha uma caça ao tesouro como Outer Banks, as duas séries dialogam pelo jeito em como exploram suas temáticas, enquanto trazem aquela energia contagiante de histórias de verão.

Onde assistir Sterling Point: Prime Video.

3. Clube de Mergulho

Para quem quer uma maratona rápida parecida com Outer Banks, a série Clube de Mergulho é uma produção não tão conhecida que combina bastante com a vibe das aventuras dos Pogues. Situada na cidade costeira de Cape Mercy, a trama acompanha um grupo de jovens mergulhadoras que investigam o misterioso desaparecimento de uma das líderes após um ciclone atingir o local. 

Misturando drama adolescente e um grande mistério, Clube de Mergulho aposta na aventura para resgatar o clima de caça ao tesouro de Outer Banks, com as personagens determinadas a solucionar as pistas ligadas a segredos da cidade para encontrar a amiga.

Onde assistir Clube de Mergulho: Netflix.

4. O Verão que Mudou Minha Vida

O Verão que Mudou Minha Vida não tem caça ao tesouro, mas tem dramas juvenis tão dramáticos quanto Outer Banks. Inspirado nos livros de Jenny Han, a série conta a história de Belly (Lola Tung), uma jovem que acaba num triângulo amoroso entre dois irmãos, transformando o verão perfeito em um verdadeiro caos de família. 

Com um formato coming of age, O Verão que Mudou Minha Vida levou os fãs de romance adolescente à loucura ao longo de suas três temporadas com a clássica narrativa do amor de verão, primeiras desilusões românticas, luto e amadurecimento. 

Onde assistir O Verão que Mudou Minha Vida: Prime Video.

5. On My Block

Ao longo de quatro temporadas, On My Block acompanha a jornada de quatro adolescentes que tentam sobreviver ao ensino médio em um bairro marginalizado de Los Angeles. Contando com o apoio entre eles, o grupo se apoia na amizade para lidar com os desafios da juventude e da violência da região. 

Seguindo a mesma energia de Outer Banks no que diz respeito à importância da amizade para enfrentar o caos da juventude, On My Block se destaca pela maneira como aborda temas sociais, saúde mental e desigualdades socioeconômicas que afetam a rotina dos personagens.

Onde assistir On My Block: Netflix.

6. Dawson’s Creek

Uma série adolescente clássica que pode agradar os fãs de Outer Banks é Dawson’s Creek. Com a energia de uma cidade costeira, a trama acompanha o dia a dia de quatro amigos que lidam com a transição da adolescência para a vida adulta em meio a problemas familiares, amores não correspondidos e expectativas frustradas para o futuro.

Com seis temporadas no total, Dawson’s Creek fez um baita sucesso entre o final da década de 1990 e o início dos anos 2000 tratando de temas como amadurecimento, famílias disfuncionais, saúde mental e sexualidade.

Onde assistir Dawson’s Creek: Mercado Play e Prime Video.

7. Cruel Summer

Ambientada em uma pequena cidade do Texas, Cruel Summer pode conquistar aqueles que gostam de um suspense psicológico no formato de antologia. Com apenas duas temporadas, o programa começa com o mistério por trás do desaparecimento de uma garota popular à medida que uma jovem tímida assume a posição social da garota desaparecida na escola, sendo acusada de estar envolvida no caso.

Repleta de segredos, manipulações e dramas da adolescência, Cruel Summer aposta em um mistério intrigante que movimenta uma cidade pacata, explorando a pressão social enfrentada por adolescentes e a energia de que todo mundo pode estar mentindo.

Onde assistir Cruel Summer: Prime Video.

Adeus, Outer Banks

Com 10 episódios no total, a quinta e última temporada de Outer Banks vai deixar um vazio no peito daqueles que acompanharam as aventuras dos Pogues desde o começo da série, lançada em 2020. 

Caso você queira superar o fim do programa, aproveite também para adicionar na sua watchlist 5 séries adolescentes de sucesso dos anos 2000 que vão te deixar nostálgico.

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Meta atualiza óculos com IA para interromper gravação se LED for coberto

27 August 2026 at 23:00

A Meta começou a distribuir nesta semana uma atualização que interrompe a gravação dos óculos com inteligência artificial caso o usuário cubra o LED indicador depois de iniciar a captura. A novidade fecha uma brecha que permitia começar a filmar com a luz acesa e escondê-la em seguida, mantendo a gravação ativa sem que outras pessoas percebessem.

A empresa confirmou a mudança em publicação enviada à imprensa nesta quinta-feira (27). Segundo a Meta, a atualização está começando a chegar aos aparelhos e ainda não está disponível para todos os usuários.

Alex Himel, vice-presidente de realidade aumentada da empresa, confirmou o lançamento em publicação no Threads. Ele afirmou que uma correção para o problema está começando a ser distribuída e que a câmera vai parar de funcionar caso a luz seja coberta durante uma gravação.

Como funcionava a proteção antes

Antes dessa mudança, os óculos já contavam com um mecanismo lançado em julho que desativa a câmera quando detecta adulteração física no LED, como a remoção da peça. Esse recurso não impedia outro tipo de burla, iniciar a gravação com a luz funcionando normalmente e cobri-la logo depois com o dedo ou outro objeto.

Tutoriais com esse método circulavam em redes sociais e permitiam ocultar o indicador sem violar o hardware do dispositivo. A atualização atual passa a interromper a captura também nesses casos, segundo a empresa.

zuckerberg rayban meta

Meta reforça proteção após casos de adulteração

A Meta afirmou que empresas que ofereciam serviços de remoção física do LED encerraram suas operações depois que a atualização de julho passou a desativar a câmera nesses casos. A companhia citou como exemplo a Ghost Metas, que anunciava remoção da luz em seu site e parou de oferecer o serviço em decorrência da decisão da Meta, segundo reportagem do USA Today publicada em 21 de agosto.

A porta-voz Dina El-Kassaby disse ao jornal americano que a Meta também envia notificações de cessar e desistir a pessoas que alteram o LED e remove anúncios e publicações que promovem esse tipo de serviço. Para ela, a interrupção desses prestadores demonstra que as medidas da empresa têm funcionado.

Óculos da Meta estão sob pressão por questões de privacidade

A atualização chega em meio a um debate crescente sobre os riscos de gravações não consentidas feitas com os óculos.

No Brasil, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights protocolaram nesta semana uma representação contra o produto na Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e no Ministério Público Federal (MPF). As entidades pedem que os órgãos investiguem se a comercialização do dispositivo respeita a Lei Geral de Proteção de Dados e o Código de Defesa do Consumidor.

Um dos pontos citados pelas entidades é a dificuldade de terceiros perceberem quando estão sendo filmados, já que o LED é pequeno e pode passar despercebido.

Nos Estados Unidos, o uso dos óculos para gravar pessoas sem consentimento em vídeos de pegadinhas levou o Instagram a banir contas ligadas a esse tipo de conteúdo, o que mantém o debate sobre os limites de privacidade em dispositivos vestíveis com câmera embutida.

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80 horas de GTA 6? Chefe da Rockstar aponta maior duração da franquia

27 August 2026 at 22:43

O chefe da Rockstar North, Rob Nelson, declarou que levou cerca de 80 horas para finalizar a campanha de GTA 6. Ou seja, será uma das campanhas mais longas de toda a franquia.

De acordo com a página How Long to Beat, o título mais longo da série é Grand Theft Auto V (2013) — com uma média de 32 horas. Pelo visto, o estúdio quis superar a sua própria marca.

Nelson revelou em entrevista ao The New York Times que concluiu a experiência no mês de fevereiro, com a aventura principal e alguns objetivos opcionais no seu caminho. 

Apesar da informação, não foi especificado se ele priorizou a exploração livre do mundo aberto, repetiu missões ou até mesmo incluiu testes técnicos nesse tempo de jogo.

Ainda assim, 80 horas de GTA 6 é um número altíssimo. Red Dead Redemption 2 (2018), um dos maiores games que a Rockstar produziu, tem uma média de 50 horas e meia, por exemplo.

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O mapa colossal de GTA 6

É importante ter em mente que o estúdio também confirmou que a escala explorável é absurda: três vezes maior do que RDR2 e duas vezes maior do que a vista em GTA 5, há mais de dez anos.

A região de Leonida incorpora Vice City, mas também trará áreas com pântanos, um vasto ambiente submerso e possivelmente locais escondidos pelo seu mapa.

A declaração de Rob Nelson surgiu logo após a exibição de “Um Olhar Estendido” do jogo, transmitido pela Netflix e que ficará disponível no YouTube ainda nesta quinta-feira (27), às 22h no horário de Brasília.

No vídeo, é possível notar que os jogadores poderão explorar muitos ambientes fechados, assim como terá dezenas de veículos (até um cruzeiro é visto) e eventos pela cidade. Na prática, atividades não faltarão para os fãs. 

Entre amor e crime, a prévia de GTA 6 revela sistema de relacionamento inédito e mais novidades. Veja tudo o que foi disponibilizado pela Rockstar no trailer de jogabilidade, repleto de detalhes.

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8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3

27 August 2026 at 22:31

A Konami pegou todos de surpresa quando anunciou que tiraria Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots do PlayStation 3 após quase duas décadas preso no sistema. O jogo fazia parte de uma vasta seleção de títulos que até hoje nunca sequer receberam port, remake ou remaster para plataformas mais atuais.

Um dos maiores culpados por prender tantos jogos ao PS3 foi o processador do console, o Cell Broadband Engine. Pela complexidade do chip, desenvolver jogos para o sistema de sétima geração foi um grande pesadelo para muitos desenvolvedores, que ou pulavam a plataforma ou não conseguiam portar seus títulos para XBOX 360 e PC devido às especificidades do processador.

Caso tenha ficado curioso sobre o assunto, o Canaltech explicou por que a CPU do PS3 aprisionou jogos como Metal Gear Solid 4 por tantos anos. Hoje, o foco é destacar justamente os jogos que seguem presos, seja por fechamento dos estúdios, falta de interesse das produtoras ou questões mais técnicas.

Conheça 8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3 e só podem ser acessados no sistema original ou via emulação:

  1. Infamous 2
  2. Resistance: Fall of Man
  3. Puppeteer
  4. Yakuza: Dead Souls
  5. Heavenly Sword
  6. Folklore
  7. 3D Dot Game Heroes
  8. Siren Blood Curse

8. Siren Blood Curse

Siren é uma das franquias de terror mais esquecidas da indústria, embora tenha dado as caras como uma referência em Astro Bot. A IP de propriedade da Sony nasceu no PlayStation 2 pelas mãos do Japan Studio e foi dirigida por ninguém menos que Keiichiro Toyama, mesmo diretor do primeiro Silent Hill.

Siren Blood Curse

No PlayStation 3, a franquia viu seu terceiro e último título, Siren Blood Curse. O jogo nada mais é do que uma reimaginação do primeiro game de PlayStation 2 com gráficos e gameplay aprimorados. A principal mecânica em Siren é o Sight Jack, que permite aos jogadores observar os ambientes por meio dos olhos dos inimigos. O recurso permite identificar inimigos, traçar rotas e encontrar os objetivos.

Apesar de ser bem única, a mecânica Sight Jack foi reutilizada pelo bizarro jogo independente Atama. Se você está curioso sobre Siren Blood Curse e não tem um PS3 ou PC potente, terá que se contentar com vídeos de gameplay. Isso porque a Sony aposentou a franquia no sistema e nunca mais tocou na série nem portou os clássicos para plataformas mais recentes.

7. 3D Dot Game Heroes

Quem disse que não havia ideias criativas na década de 2000? Apesar de os indies bombarem no fim da geração do PlayStation 3, já havia muitas ideias criativas disponíveis para compra na PS Store. Uma delas é 3D Dot Game Heroes, desenvolvido pelo estúdio japonês Silicon Studio Corporation e publicado no Japão por ninguém menos que a FromSoftware em 2009.

3D Dot Game Heroes

No jogo, o King of the Land ordenou que o Reino de Dotnia, onde a história se passa, passasse para as três dimensões, pois achava que sprites em 2D estavam ultrapassados. Com essa premissa, 3D Dot Game Heroes assume um estilo gráfico em 3D baseado em voxels, com fortes inspirações em jogos clássicos de RPG e aventura dos anos 80, como The Legend of Zelda e Final Fantasy Adventure. É como se a franquia comandada por Link e Zelda encontrasse o estilo de LEGO.

O jogo permite personalizar o avatar e tem um toque de humor. Ao ficar com a vida cheia, a espada do herói de 3D Dot Game Heroes fica exageradamente desproporcional ao cenário. Infelizmente, essa e outras ideias nunca viram a luz do dia fora do PS3. Uma pena!

6. Folklore

As mitologias greco-romana e nórdica foram muito bem exploradas nos videogames por séries como God of War, Hades e Assassin's Creed. Contudo, há mitos e lendas de outras regiões que são pouco comentados pelos jogadores, como a mitologia celta. Em 2007, a falecida desenvolvedora Game Republic (Crash of the Titans) lançou Folklore, RPG de ação exclusivo do PS3.

Folklore

O jogo oferece a opção de escolher entre os protagonistas Ellen e Keats enquanto eles exploram a vila litorânea de Doolin e o fantástico Mundo Inferior, povoado por monstros e criaturas mitológicas. O combate de Folklore é bem inventivo e mistura mecânicas de captura de monstros com ação. Para enfrentar os inimigos, podemos utilizar até quatro espíritos ou criaturas que atacam em tempo real. Também é possível absorver espíritos de criaturas em estado crítico e utilizá-los posteriormente.

Folklore completará duas décadas preso no PlayStation 3, sem qualquer possibilidade de aproveitá-lo além da emulação ou do hardware original. A Game Republic até propôs duas sequências para a Sony, que recusou a oferta por conta das baixas vendas.

5. Heavenly Sword

O estúdio inglês Ninja Theory lutava para sobreviver após sofrer uma reestruturação significativa em 2004. A desenvolvedora acabou se encontrando em um ciclo de dependência ao desenvolver jogos de outras companhias. Mais tarde, a criadora de Hellblade chegou a fechar um acordo com a Sony para trazer Heavenly Sword ao PlayStation 3. Dito e feito.

Heavenly Sword

O jogo é de um tipo bem característico da época: um hack and slash regado a muita ação e Quick-Time Events. Nele, controlamos a protagonista Nariko e sua arma chamada "Espada Celestial". Heavenly Sword até contou com a participação do ator Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos, Batman).

Assim como ocorreu com Folklore, a Ninja Theory estava planejando uma sequência de Heavenly Sword, rejeitada posteriormente pela Sony por não considerar o produto comercialmente viável. O abandono da IP fez com que o jogo ficasse no limbo eterno do PS3, sem previsão para retornar.

4. Yakuza: Dead Souls

A franquia Yakuza é uma das séries de videogames com mais títulos no século XXI. Entre as dezenas de jogos, a IP da SEGA explorou a temática de zumbis em Yakuza: Dead Souls, lançado para o PlayStation 3 em 2011. Quem já está acostumado com a série sabe que Like a Dragon é um lar de surpresas, indo de piratas e samurais a zumbis.

Yakuza: Dead Souls

O jogo manteve as lutas de rua padrão da série, mas também introduziu combates com armas de fogo para deter a invasão zumbi. Yakuza: Dead Souls traz personagens icônicos como Kazuma Kiryu, Ryuji Goda, Shun Akiyama e Goro Majima. Embora seja um spin-off um pouco esquecido, o título segue acorrentado ao PS3.

3. Puppeteer

Na lista de franquias bacanas que a Sony simplesmente abandonou, Puppeteer é um jogo de plataforma 2.5D desenvolvido pelo talentoso Japan Studio e publicado pela Sony em 2013 para o PlayStation 3.

Puppeteer PlayStation 3

No jogo, controlamos Kutaro, um garoto transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça após ser decapitado. A premissa pode parecer um pouco assustadora, mas justifica uma das principais mecânicas do jogo. Kutaro pode usar várias cabeças para substituir a sua, o que garante certas animações exclusivas e diferentes interações com o cenário.

Além disso, o protagonista conta com a tesoura mágica Calibrus, que permite cortar o cenário e acessar áreas de forma diferente. Relatos afirmam que Puppeteer chegou a vender cerca de 230 mil unidades em todo o mundo. Os números verdadeiros ou não, o jogo foi esquecido no baú pela Sony na sétima geração de consoles.

2. Resistance: Fall of Man

Se engana quem pensa que a Sony só possui jogos em terceira pessoa com uma pegada cinematográfica. Houve um tempo em que a empresa investia em todos os tipos de jogos, inclusive alguns que ela abandonou há tempos. Este é o caso de Resistance: Fall of Man, jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Insomniac Games, publicado e esquecido no PlayStation 3.

Resistance: Fall of Man

O jogo militar conta uma história alternativa em que o Crash de 1929 nunca aconteceu e o nazismo foi derrotado antes mesmo de tomar o poder na Alemanha. Em vez da Segunda Guerra Mundial, o planeta teve que lidar com outro conflito em escala global: a invasão da raça alienígena Quimeriana.

Resistance: Fall of Man brilhava ao misturar uma temática clássica de armas de fogo e pólvora com tecnologia alienígena de ponta. O jogo nos dava acesso ao armamento quimeriano, que permitiam variar um pouco o gameplay e se assemelhavam bastante ao rival da época, Halo. Resistance recebeu uma trilogia no PS3, totalmente abandonada pela Sony. O jogo até retornou à PS Plus Premium no exterior, mas já deixou o catálogo.

1. Infamous 2

Infamous 2 é sem dúvida um dos jogos presos ao PlayStation 3 mais sentidos pela comunidade — posto anteriormente ocupado por Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. A sequência foi desenvolvida pela Sucker Punch, que durante a geração do PS4 focou em sua nova franquia, Ghost of.

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O estúdio revelou anteriormente que tem apreço e interesse pela IP de Infamous, que conta com três jogos. No entanto, o diretor Nate Fox explicou que a Sucker Punch tem focado em um jogo por vez e parece estar dedicada a contar suas histórias ambientadas no Japão Feudal.

Infamous 2 chamou a atenção por seu combate e movimentação baseados nos poderes elétricos do protagonista Cole, bem como sua narrativa baseada em karma que leva a história a dois finais. Infelizmente, para experimentar a aventura, é necessário tirar a poeira do PS3 ou tentar a sorte em um emulador do sistema no PC.

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5 alternativas ao Galaxy S26 FE que você pode comprar agora

27 August 2026 at 22:30

O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.

Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.

A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.

1. Galaxy S25

O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.

Galaxy S25

A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.

Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.

2. Motorola Edge 70 Pro

O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.

Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.

Motorola Edge 70 Pro

 O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.

As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.

3. iPhone 16

O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.

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 Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.

A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.

Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.

4. Xiaomi 17T

O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.

O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.

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 A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.

Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.

5. POCO X8 Pro

O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.

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 Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.

A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.

O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.

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GTA 6: 10 detalhes do Olhar Estendido que você não percebeu

27 August 2026 at 22:23

O grande dia chegou: nesta quinta-feira (27), a Rockstar finalmente liberou o tão aguardado Olhar Estendido de GTA 6 na Netflix. Totalmente focado na dinâmica de "Bonnie e Clyde" de Jason e Lucia, o vídeo de quase 27 minutos usou o relacionamento do casal como fio condutor para detalhar não só o enredo, mas também apresentar o gameplay e diversas mecânicas de um dos jogos mais aguardados de todos os tempos.

As novidades incluem não só sistemas complexos, como a nova inteligência policial e mais dificuldade para roubar e dirigir automóveis, como também interações e atividades "mundanas" que vão contribuir para a imersão completa na história que será contada em Vice City neste novo capítulo do jogo.

A seguir, veja 10 detalhes que provavelmente você não percebeu no Olhar Estendido de GTA 6 — e o que cada uma dessas mecânicas pode significar na prática quando o jogo chegar às mãos dos jogadores.

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1. Novo sistema de honra (e não é só cosmético)

Logo nos primeiros minutos do vídeo, um ícone com um anjo aparece na tela no momento em que Jason para para acariciar um cachorro pelas ruas de Vice City. É a primeira pista de que a Rockstar trouxe para GTA 6 um sistema de moralidade nos moldes do que já havia visto em Red Dead Redemption 2, rastreando tanto pequenos gestos de bondade quanto atos de violência gratuita ao longo da campanha.

Mais do que um contador estético, a companhia sinalizou que esse sistema deve ter peso real na narrativa. Segundo a própria Rockstar, em entrevista concedida à revista Dazed nesta semana, as escolhas do jogador terão consequências que vão muito além do que qualquer sistema de honra anterior da franquia já ofereceu — um recado direto de que o comportamento de Jason e Lucia deve reverberar em como NPCs, policiais e até o rumo da história reagem a cada decisão.

Vale reforçar que os detalhes técnicos de como esse sistema vai calcular ou exibir essa "reputação" ainda não foram revelados. O que já dá para especular é que ele deve dialogar diretamente com os outros pontos desta lista — como o novo perfil criminal e a inteligência policial —, criando um mundo em que Vice City parece de fato prestar atenção nas atitudes do jogador e não apenas reagir a alarmes de crime disparados por scripts.

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2. Sistema de relacionamento entre Jason e Lucia

Pela primeira vez na história da franquia, GTA 6 coloca um casal como protagonista jogável, e isso não é só um detalhe de roteiro. Ao longo do Olhar Estendido, vemos Jason e Lucia se revezando ao volante durante uma perseguição policial, trocando de papel em segundos: em um momento, Jason atira pela janela traseira do carro; no seguinte, a câmera já está com Lucia, que assume a direção. É uma evolução clara da troca de personagens vista em GTA 5, só que muito mais fluida e contextual.

Só que a relação vai além da tela de ação. Em uma cena de preparação para um jantar, Lucia pergunta a Jason qual vestido usar, e o jogador pode responder para ela se apressar — pequenos momentos de intimidade que mostram como o game quer construir a cumplicidade do casal também fora das missões. Segundo a Rockstar, essa dinâmica de "Bonnie e Clyde" foi pensada para permitir que o jogador escolha viver a história como dupla ou seguir sozinho parte do caminho, com Lucia sendo descrita internamente como a primeira protagonista feminina plenamente desenvolvida de um GTA principal.

A expectativa é que essa camada de relacionamento se conecte diretamente ao sistema de honra citado no item anterior: como o casal reage um ao outro diante de escolhas moralmente questionáveis pode ser um dos fatores que vão dar peso extra às decisões do jogador ao longo da campanha.

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3. Retorno do nível de procurado de 6 estrelas

Um dos detalhes mais comemorados pelos fãs de longa data foi a confirmação, direto no vídeo da Netflix, de que o nível de procurado de GTA 6 volta a ter seis estrelas — um degrau a mais do que o teto de cinco estrelas usado desde GTA 5. A mecânica de seis estrelas existia nos títulos da era 3D da franquia (de GTA 3 a San Andreas, passando por GTA 4) e havia sido retirada na geração atual.

Historicamente, alcançar o nível máximo de procurado nos jogos antigos significava a entrada de forças militares na perseguição, com tanques e resposta armada pesada substituindo os simples carros de polícia. A Rockstar não detalhou o que vai acontecer especificamente com a sexta estrela de GTA 6, mas o simples retorno do número já é um indício de que a companhia quer elevar a tensão nos momentos de maior caos do jogo.

Do ponto de vista de design, faz sentido: com um mundo mais denso e sistemas de identificação mais sofisticados (que veremos no próximo item), simplesmente reaproveitar o teto de cinco estrelas de GTA 5 não daria conta de representar a escalada de uma perseguição em Vice City. O sexto grau ressurge para dar finais mais dramáticos a esse novo ecossistema de fuga e captura.

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4. Perfil criminal: a polícia agora "lembra" de você

Um dos avanços mais interessantes mostrados no vídeo é a exibição de três ícones distintos logo abaixo da barra de procurado: um cabide de roupa, um rosto e um veículo. A leitura mais consistente entre quem acompanhou o evento é que cada um deles representa uma peça de identificação separada que a polícia pode reunir sobre o jogador — a roupa que está vestindo, o rosto exposto e o carro em que está fugindo.

Isso sugere uma mudança e tanto na forma de escapar da lei em GTA 6. Em vez de simplesmente sumir do campo de visão da polícia até a estrela cair, o jogador pode ter que trocar de roupa, abandonar o veículo reconhecido ou cobrir o rosto para "apagar" pistas específicas que os policiais têm sobre sua identidade. A Rockstar já vinha comentando que a identidade do personagem se torna cada vez mais notória se ele não trocar de visual com frequência, o que reforça essa leitura.

Esse sistema de perfil criminal conversa diretamente com a nova inteligência policial (próximo tópico) e com os disfarces disponíveis no jogo. Juntos, eles formam um tripé que substitui o antigo modelo de "onisciência policial" — em que os guardas praticamente sabiam sua localização exata assim que um crime era cometido — por algo mais parecido com uma investigação real, baseada em evidências visuais coletadas por testemunhas e câmeras.

5. Inteligência policial mais realista

Ligado diretamente ao ponto anterior, o Olhar Estendido também deu pistas de que a polícia de GTA 6 vai operar de um jeito mais crível do que em qualquer game anterior da série. Um dos indícios mais discutidos por quem acompanhou o evento é que os policiais não parecem mais identificar o jogador automaticamente fora do campo de visão — eles precisam efetivamente ver Jason ou Lucia, ou reconhecer uma das peças que falamos no item anterior.

Outro detalhe que chamou atenção é que a polícia de Vice City parece existir no mundo mesmo antes de qualquer crime ser cometido pelo jogador: viaturas fazem barreiras de fiscalização de velocidade e patrulham normalmente, o que dá a sensação de uma cidade viva, com forças de segurança cumprindo sua rotina e não apenas "esperando" para reagir ao jogador.

Essas mudanças apontam para uma experiência de fuga mais tática. Se antes bastava sumir de vista e esperar o medidor de estrelas baixar, agora parece que quanto mais pistas concretas (rosto, roupa, veículo) a polícia acumular sobre você, mais difícil será de se livrar da abordagem — o que torna decisões como usar um disfarce ou trocar de carro no meio de uma fuga muito mais relevantes do que eram antes.

6. Roubar carros ficou mais difícil

Outra mudança que salta aos olhos de quem já jogou os GTAs anteriores é a forma como Jason e Lucia agora abordam um veículo alheio. Em vez da clássica opção de arrombar a porta e sair cantando pneu, o game passa a oferecer caminhos alternativos e mais discretos para furtar um carro — incluindo usar uma ferramenta fina para destravar a porta sem quebrar o vidro, evitando o alarde imediato de um roubo à vista de todos.

Esse tipo de escolha se soma a outros métodos que já haviam aparecido em materiais anteriores sobre o jogo, como a possibilidade de clonar a chave de um veículo em vez de simplesmente arrombá-lo à força — uma opção que, segundo relatos de quem teve contato com versões anteriores do material, tende a evitar que o crime seja reportado de imediato pelos NPCs ao redor.

A ideia é transformar o roubo de carros em uma decisão estratégica: quebrar o vidro é mais rápido, mas gera barulho e atenção; já as abordagens mais discretas pedem paciência, mas preservam o jogador do primeiro contato com a polícia. É um ajuste que reflete bem a filosofia geral do jogo de tornar cada ação corriqueira um pouco mais deliberada.

7. Disfarces à escolha do jogador

Diretamente conectado ao novo perfil criminal, o Olhar Estendido também confirmou que Jason e Lucia podem optar por cobrir o rosto — com uma bandana, por exemplo — durante ações mais arriscadas, como assaltos a lojas de conveniência. A escolha de usar ou não esse tipo de disfarce terá impacto direto em quão rapidamente a polícia consegue reconhecer o jogador depois de um crime.

O próprio vídeo mostra uma cena de assalto a uma loja de conveniência mais elaborada do que qualquer coisa vista em GTA 5: o dono do estabelecimento reage e chega a revidar, tornando até um crime simples menos previsível. Nesse contexto, a escolha de estar ou não com o rosto coberto deixa de ser só estética e passa a ser parte da estratégia para reduzir o risco de ficar "marcado" pelo sistema de perfil criminal que já falamos.

A expectativa é que essa camada de customização visual — trocar de roupa, usar acessórios, cobrir o rosto — funcione como uma ferramenta ativa de jogabilidade e não apenas como personalização cosmética. Ou seja: a forma como Jason e Lucia se vestem para um assalto pode literalmente determinar quanto tempo eles conseguem ficar "invisíveis" para a lei depois do golpe.

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8. Direção mais realista, puxando para a simulação

Um dos aspectos mais comentados por quem assistiu ao vídeo foi a nova física de direção dos veículos. A sensação geral é de um comportamento mais físico e menos arcade do que o de GTA 5 — com suspensão, aceleração e frenagem reagindo de um jeito que lembra mais a pegada de GTA 4 do que a condução mais "flutuante" da geração atual.

Essa mudança não é acidental. De acordo com o material divulgado pela Rockstar, a equipe responsável pela física de veículos do jogo mais do que dobrou de tamanho desde Red Dead Redemption 2 e passou a contar até com ex-pilotos de corrida entre seus integrantes — o que ajuda a explicar cenas como a de uma corrida em um circuito fechado, em estilo bem próximo ao de jogos de rali, mostrada durante o Olhar Estendido.

Essa aposta em realismo tende a dividir opiniões, como já aconteceu quando a Rockstar fez movimento parecido para contar a história de Niko Bellic: parte dos jogadores vai elogiar a profundidade extra na condução, enquanto outra parte, mais acostumada à acessibilidade de GTA 5, pode sentir estranheza no início. De qualquer forma, é um indício de que perseguições policiais e fugas de carro devem exigir mais habilidade — e menos apelo à força bruta do acelerador — do que em qualquer GTA desde a geração PS2/Xbox original.

9. Novo sistema de diálogo, no molde de Red Dead Redemption 2

Outro ponto que chamou atenção foi a forma como Jason e Lucia interagem com os NPCs pelas ruas de Vice City. Ao segurar um gatilho específico, o jogador pode escolher entre diferentes opções de interação — como cumprimentar ou provocar quem cruza seu caminho —, em um sistema muito parecido com o que a Rockstar já havia implementado em Red Dead Redemption 2.

Essa mecânica pode parecer um detalhe pequeno diante de tantos sistemas mais complexos, mas ela tem um papel importante na construção da sensação de "mundo vivo" que a Rockstar está tentando entregar. Cada interação de diálogo contribui para a percepção de que Vice City é habitada por gente que reage de verdade à presença do jogador — e não apenas cenário decorativo esperando para ser atropelado.

Esse sistema também deve se conectar ao novo sistema de honra citado no primeiro item desta lista: é bem provável que a forma como o jogador escolhe interagir com os NPCs — sendo gentil ou hostil nas opções de diálogo — tenha algum peso na forma como o "karma" do casal evolui ao longo da campanha, ainda que a Rockstar não tenha detalhado essa conexão.

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10. Uma avalanche de atividades para viver em Vice City

Por fim, talvez o ponto que melhor resuma a ambição de imersão da Rockstar para GTA 6 seja a quantidade de atividades "do dia a dia" mostradas ao longo do Olhar Estendido. Além de acariciar cães pelas ruas, o vídeo mostrou Jason e Lucia andando de jet ski, praticando mergulho, remando em canoa, disputando partidas de bilhar, correndo em circuitos fechados de carro e até puxando ferro na academia — atividade que, segundo a Rockstar, tem impacto visível no físico dos personagens ao longo do tempo, tal qual nos acostumamos a ver em GTA San Andreas.

A lista de pequenas interações "mundanas" também impressiona: é possível abrir a geladeira para escolher o que comer ou beber, assistir TV e trocar de canal, e até navegar pelo feed de redes sociais direto do celular do personagem enquanto está no banco do carona — um detalhe que reforça a ambientação em uma Vice City de 2026, conectada e digitalizada.

Tomadas em conjunto, essas atividades não têm o peso narrativo de sistemas como o de honra ou o perfil criminal, mas cumprem uma função igualmente importante: dar ao jogador motivos para simplesmente existir dentro de Leonida, sem uma missão ativa na tela. É esse tipo de camada que costuma transformar um mapa bonito em um lugar que os jogadores realmente querem habitar por centenas de horas — e que deve pesar bastante na retenção de GTA 6 nos meses seguintes ao lançamento.

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O que vem pela frente

Passado o alarde inicial do Olhar Estendido, fica claro que a Rockstar não usou esses 27 minutos apenas para mostrar gráficos bonitos ou cenas de ação isoladas — a empresa aproveitou a vitrine para deixar claro que está reconstruindo, sistema por sistema, a forma como o jogador se relaciona com Vice City. Entre honra, perfil criminal, inteligência policial e uma direção mais exigente, o recado é de que GTA 6 quer ser jogado com mais cautela e mais intenção do que qualquer título anterior da franquia.

E por mais generoso que tenha sido, o Olhar Estendido de GTA 6 ainda representa só uma fração do que a Rockstar tem guardado. Com a expectativa do mercado nas alturas e a concorrência observando de perto cada detalhe revelado, é bem provável que a companhia siga soltando novas informações — oficiais ou não — nas próximas semanas, elevando ainda mais a régua do que os jogadores devem esperar.

Por enquanto, resta contar os dias: Grand Theft Auto 6 chega em 19 de novembro de 2026, exclusivamente para PS5 e Xbox Series X/S. E prepare-se: o jogo pode levar até 80 horas para ser concluído.

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Para quem é o monitor mais rápido do mundo com 1.100Hz anunciado pela Samsung?

27 August 2026 at 22:12

Durante a gamescom 2026, realizada em Colônia, na Alemanha, a Samsung apresentou a sua nova geração de monitores Odyssey voltados para o público gamer. A fabricante revelou produtos equipados com painéis QD-OLED de quinta geração, tecnologia Penta Tandem e taxas de atualização que ultrapassam a barreira dos 1.000 Hz no modelo Odyssey G6.

São quatro monitores novos, sendo três deles equipados com painel OLED, oferecendo alta taxa de atualização de imagem, resolução 4K e modos que trocam a resolução e a velocidade. Além disso, o único modelo que não usa esse tipo de tela é o primeiro do mundo a atingir 1.100 Hz nativamente, e que não para aí, já que tem outros destaques.

Odyssey G6 com 1.100 Hz e modo duplo

Focado em jogos competitivos, especialmente FPS, o novo Odyssey G6 (G60H) de 27 polegadas é o primeiro monitor do mercado a atingir 1.100 Hz nativamente, mas na resolução HD (720p). O monitor é equipado com um painel Fast IPS com tempo de resposta de 1 ms e suporte a Dual Mode, permitindo que o usuário alterne entre a resolução QHD a 600 Hz para maior nitidez ou o modo HD a incríveis 1.100 Hz para máxima fluidez de movimento. 

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A combinação da resolução 720p em uma tela de 27 polegadas não entrega uma qualidade gráfica boa, na verdade, é o oposto disso. Porém esse modelo consegue chegar a 1440p a 600 Hz, uma combinação ainda de alto padrão. Ou seja, o Odyssey G6 é tanto voltado para jogadores competitivos quanto para quem quer maior fidelidade gráfica com a resolução QHD, mas atingindo ainda altas taxas de FPS.

Recentemente, a LG revelou um modelo que chega a 1.100 Hz, mas através de overclock. Porém sua principal diferença é que ele consegue atingir 1.000 Hz na resolução Full HD, o que não é o caso do novo modelo da Samsung.

Linha Odyssey ganhou novos modelos com tela OLED

Além do menor monitor dessa nova geração, a Samsung lançaou ainda os Odyssey OLED G7, G8 e G9. O Odyssey OLED G9 (G95SJ) chega ao mercado como o primeiro monitor de 49 polegadas com resolução DQHD (5120 x 1440) a atingir 360 Hz de taxa de atualização. O modelo estreia o painel QD-OLED de quinta geração com estrutura Penta Tandem, entregando até 1,3 vezes mais eficiência e o dobro da vida útil em comparação com a geração anterior, além do layout de subpixels RGB Stripe para reduzir aberrações cromáticas em textos.

O modelo alcança pico de brilho de até 1.300 nits, possui tempo de resposta de 0,03 ms (GtG) e traz o recurso Dual Mode, permitindo alternar da resolução nativa em 360 Hz para o modo Dual HD (2560 x 720) operando a até 720 Hz.

Já o modelo Odyssey OLED G8 (G80SJ) aposta em um painel QD-OLED de 32 polegadas com resolução 4K, tempo de resposta de 0,03 ms e certificação VESA DisplayHDR TrueBlack 600. O grande diferencial fica por conta da tecnologia Triple Mode, que permite ao jogador escolher entre 4K a 360 Hz, QHD a 520 Hz ou Full HD a 680 Hz.

Para evitar reflexos, a tela traz o revestimento Samsung Glare Free com 54% menos brilho que as películas antirreflexo convencionais. Em conectividade, o monitor conta com DisplayPort 2.1 UHBR20, duas portas HDMI, USB-C com Power Delivery de 98 W, hub USB e suporte a KVM.

Inaugurando um novo formato para o segmento, o Odyssey OLED G7 (G75SJ) é apresentado como o primeiro monitor OLED curvo de 42 polegadas na proporção 16:9 do mundo. O modelo oferece uma área de exibição cerca de 72% maior que os monitores tradicionais de 32 polegadas e traz uma curvatura acentuada de 1000R, aproximando as bordas do campo de visão do jogador.

A tela une resolução 4K, taxa de atualização de 165 Hz, tempo de resposta de 0,03 ms e a tecnologia antirreflexo Glare Free, sendo voltada para quem busca imersão em jogos, mas não abre mão da proporção mais popular do mundo.

Nos últimos meses, pude testar a geração anterior do Odyssey G9, Odyssey G7 e Odyssey 3D, cada um com uma proposta diferente. Por enquanto, ainda não existe previsão de lançamento dessa nova geração no mercado brasileiro.

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Esqueceu o PC ligado? Windows 11 poderá ser desligado de longe com celular Android

27 August 2026 at 22:00

O Windows Latest identificou, dentro do código do aplicativo "Link to Windows para Android", evidências de que a Microsoft está desenvolvendo controles remotos de energia para o PC. As novas funções permitiriam desligar, reiniciar ou colocar o computador em modo de espera diretamente pelo celular.

O recurso ainda não foi confirmado pela Microsoft e não está ativo para nenhum usuário. As strings foram encontradas em uma versão do aplicativo datada de 25 de agosto, com a flag "isRemotePcControlsV2Enabled" configurada como falsa, o que indica que a função existe no código, mas segue desligada.

Como o recurso deve funcionar

O Link to Windows já permite bloquear remotamente um PC pelo celular, função lançada no fim do ano passado. Os novos controles ampliariam essa lista com opções de reiniciar, desligar e colocar o computador para dormir.

Duas variações adicionais também apareceram no código, batizadas de "atualizar e reiniciar" e "atualizar e desligar". Elas sugerem que a Microsoft pretende integrar o Windows Update aos comandos remotos, permitindo instalar atualizações pendentes antes de reiniciar ou desligar a máquina pelo celular.

O modo de espera funcionaria de forma diferente dos outros comandos. Uma mensagem encontrada pelo Windows Latest avisa que, após o PC entrar em repouso, ele se desconecta do celular e só pode ser reativado fisicamente, já que a conexão de rede é interrompida nesse estado.

Alertas de confirmação também aparecem quando o usuário tenta reiniciar ou desligar o computador em meio a uma atualização em andamento, com aviso de que dados não salvos em aplicativos abertos podem ser perdidos.

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O que ainda não está confirmado

Como a função segue desativada no aplicativo, não há capturas de tela do recurso em funcionamento nem previsão de lançamento. A Microsoft não se manifestou sobre a descoberta até o momento.

O avanço faz parte de um movimento mais amplo da empresa para aprofundar a integração entre smartphones e PCs com Windows 11. Nos últimos meses, a companhia adicionou uma seção com informações do celular ao menu Iniciar e testa novos atalhos para acesso rápido ao telefone.

Quais aparelhos devem ser compatíveis

Os controles remotos fazem parte do par formado pelo Phone Link, aplicativo nativo do Windows 11, e pelo Link to Windows, disponível para smartphones Android. A funcionalidade de bloqueio remoto já existente hoje segue essa mesma combinação, o que indica que o novo recurso deve manter a exigência de um PC com Windows 11 conectado a um celular Android.

Não há, até o momento, indício de que a função chegue a iPhones, já que a versão do Phone Link para iOS opera com recursos mais limitados de integração com o computador.

Lembra do Windows Phone? Confira 6 recursos dele que poderiam ser usados até hoje.

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Rockstar revela que o romance é o "ingrediente secreto" de GTA 6

27 August 2026 at 21:54

A Rockstar revelou mais detalhes sobre o relacionamento de Jason e Lucia em GTA 6 nesta quinta-feira (27), após a exibição de “Um Olhar Estendido” pela Netflix. A dinâmica entre os dois será ainda maior do que foi anunciado previamente.

No sistema inédito, os jogadores podem nutrir o amor dos pombinhos por meio de ações e escolhas que poderão realizar no game. Isso definirá se os personagens serão íntimos ou se vão estar emocionalmente distantes dentro da ação.

Ao IGN, um dos chefes da Rockstar North, Rob Nelson, detalha que essa mecânica seguirá de forma isolada das demais e pode ser um dos pontos mais importantes de toda a experiência.

“Há o sistema que rastreia o tipo de criminoso que você é. Há o que monitora o relacionamento. Eles são separados. Você gerencia a relação de forma que você deveria fazer em qualquer conexão do mundo real — passando um tempo juntos”, revelou o executivo.

Nelson também aponta que o mapa inteiro de GTA 6 é aberto para que os jogadores aproximem Jason e Lucia, de formas únicas dentro da história e do gameplay.

“No mundo aberto você pode fazê-los explorar lado a lado ou fazer atividades unidos, ir à piscina ou praticar mini-golfe e até andar de caiaque. Coisas comuns do cotidiano. Ou roubar coisas e assaltar bancos em casal. Como os fãs vão querer passar o tempo com os dois, impactará positivamente no vínculo”, revela o chefe da Rockstar North.

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No trailer de 26 minutos exibido na plataforma de streaming, também mostraram que há um status único para o romance dos protagonistas. Como a maior parte das missões será realizada com os dois, provavelmente ter uma relação ruim pode aumentar a dificuldade ou gerar penalidades.

O amor de Jason e Lucia

Toda a história de GTA 6 será centrada nessa conexão que existe entre os personagens. Rob Nelson reforça que esta é uma das partes nas quais o jogador mais precisa se atentar dentro de todas as opções presentes no próximo lançamento.

“No relacionamento, começamos vendo Jason e Lucia tentando dar uma chance a isso. Porém, apenas seguir a história e iniciar as missões juntos pode não ser o suficiente para mantê-los unidos. Você terá de alimentar isso ao passar um pouco de tempo em dupla no mundo aberto e talvez isso reforçará sua conexão e aumentará seu investimento na narrativa”, diz o executivo.

A trama “exige que os dois estejam conectados pela maior parte da história e trabalhem unidos”, no entanto não foi revelado quanto este status será desafiado. Porém, ao que parece o romance terá conflitos e caberá ao público não distanciá-los.

O chefe da Rockstar North também aponta que passaram por diversos questionamentos, mas que estão confiantes de que os jogadores vão se apaixonar pelo laço entre Jason e Lucia em GTA 6.

“Será que poderíamos trazer ressonância emocional para Grand Theft Auto, para as pessoas que querem se envolver com isso? Será que poderíamos oferecer mecânicas para que simplesmente optassem por não participar, caso não se interessassem? Caso pensem ‘não quero um relacionamento nisso’? É isso que vamos descobrir”, afirma Nelson.

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Além destas novidades, GTA 6 vai herdar sistema de peso, músculos e ressaca de San Andreas. O "colosso" será lançado no PS5 e XBOX Series em 19 de novembro de 2026.

 

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DLC de filme? Marvel é criticada por relançar Ultimato com 4 minutos extras "obrigatórios"

27 August 2026 at 21:45

A Marvel Studios anunciou nesta terça-feira (25) o filme Vingadores Ultimato Encore, relançamento da produção nos cinemas com 4 minutos extras de duração “obrigatórios” para conectar sua trama com Vingadores: Doutor Destino.

Esta é a segunda vez que o título volta às telonas, seguida de sua reestreia em junho de 2019 — que conta com uma cena deletada do Hulk, uma homenagem a Stan Lee, uma mensagem do diretor Joe Russo e uma prévia de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019). 

Contudo, essa nova versão é descrita pelos Irmãos Russo como “essencial” para assistir ao próximo crossover dos Heróis Mais Poderosos da Terra. A intenção, obviamente, é fazer com que o público volte a engajar com este universo e arrecadar alguns milhões da bilheteria.

Muitos fãs foram às redes sociais para mostrar sua insatisfação sobre Vingadores Ultimato Encore, com vários argumentos que mostram como a Disney deseja recuperar parte do dinheiro perdido nas suas últimas produções, assim como pode ser um apelo para ultrapassar Avatar (2009) definitivamente.

Reclamações sobre Vingadores Ultimato Encore

É importante ter em mente que o conteúdo destes quatro minutos extras não foi divulgado pela Marvel Studios. A expectativa é que mostre a jornada de Steve Rogers em sua viagem no tempo e na forma como ele “quebrou” a linha do tempo após sua decisão.

A grande crítica é ter que reassistir a três horas de filme apenas para acessar os trechos complementares. Para quem é fã, isso não é um “sacrifício”, porém com ingressos a preços altos e excesso de grandes produções, se tornou um problema para muita gente.

No Reddit, um usuário aponta que a solução será facilitada para conectar o público a Vingadores: Doutor Destino em dezembro de 2026:

“Será literalmente quatro minutos extras de gravação que estarão no YouTube em pouco menos de dois dias. Provavelmente eu ainda verei, porque Ultimato é ótimo e eu amaria vê-lo de novo em Dolby, mas eles estão realmente tentando superestimar este conteúdo adicional, eu acho”, revela “/JMadFour”

Outro comentário, um pouco mais agressivo, afirma que essa ideia é basicamente o que a indústria de jogos tem feito com o seu público nesta última década:

“A última coisa que esse mundo precisa é de uma porcaria de DLC (conteúdo extra pago, comum nos videogames) para filmes”, vocifera um fã nas respostas.

No X (antigo Twitter), um deles reclama da ganância da Disney para que o público retorne aos cinemas e reacenda sua paixão pelo Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

“Eu verei? Sim. Mas os caras estão divulgando de forma falsa o Infinity Vision e apenas tentam fazer mais dinheiro só por alguns minutos”, revela “strechtmarks”.

O que realmente incomodou o público não é o relançamento da produção, mas sim as declarações dos Irmãos Russo na San Diego Comic-Con — que destacaram que a experiência será “obrigatória” para aproveitar o próximo filme. Na prática, apenas na sua terceira chegada aos cinemas ele estaria “completo”. 

Vingadores Ultimato Encore será lançado no Brasil no dia 24 de setembro de 2026, com sessões especiais nos formatos Infinity Vision e IMAX. 

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Escala colossal: mapa de GTA 6 tem o dobro do de GTA 5 e é 3x maior que Red Dead 2

27 August 2026 at 21:44

A Rockstar Games confirmou que o mapa de GTA 6 será três vezes maior que o de Red Dead Redemption 2 e o dobro do de GTA 5. A informação parte do codiretor do estúdio da Rockstar North, Rob Nelson, em entrevista ao criador de conteúdo australiano TGG, que foi até o quartel-general da produtora em Edimburgo, Reino Unido, junto de outros criadores e membros da imprensa.

A expectativa é que o mundo aberto de GTA 6 se aproxime do que foi visto em 2018, com Red Dead Redemption 2. À IGN, Nelson afirma: “Existe um outro mundo inteiro em Red Dead Redemption 2, sim. GTA 6 é muito parecido com isso”.

O codiretor explica que há uma quantidade "enorme" de coisas para fazer em Leonida, mas que a Rockstar não abusa de ícones, "blips" ou objetivos para guiar o jogador. "Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito", conta. "É um mapa grande, um mapa muito grande."

Nelson reforça que o trabalho em GTA 6 será uma continuação do que foi feito em 2018 e que a equipe segue avançando e "fazendo tudo o que podemos para criar o maior, mais profundo, mais densamente povoado e complexo mundo que já construímos para as pessoas se perderem."

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“Há uma quantidade enorme de coisas que você descobre de forma emergente, que não estamos necessariamente direcionando você através de objetivos, blips ou ícones em um mapa. Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito. É um mapa grande, um mapa muito grande”, disse o codiretor da Rockstar North, Rob Nelson.

O TGG afirma que Vice City e seus arredores serão 11 vezes maiores que Los Santos e o subúrbio que rodeia a cidade. Vale lembrar que GTA 6 é ambientado no estado fictício de Leonida e abrange várias regiões, entre elas Vice City.

GTA 6 revela sistema de relacionamento entre Jason e Lucia

O aguardado Um Olhar Estendido de GTA 6 estreou nesta quinta-feira (27) e trouxe diversos aspectos do jogo da Rockstar Games, incluindo gráficos, mecânicas, missões e um pouco do casal de protagonistas.

A prévia de GTA 6 também revelou um sistema de relacionamento inédito e mais novidades que aprofundam o amor e o crime que parecem ser a base do game.

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A expectativa para novidades oficiais (e não vazadas) de GTA 6 era tamanha que nem a Netflix aguentou e "desmaiou ao vivo" nesta quinta-feira (27). 

Vale lembrar que, para quem não tem uma assinatura ativa no serviço de streaming, a Rockstar Games também disponibilizará o conteúdo no YouTube. Para quem quer conferir a que horas sai o gameplay de GTA 6, veja quando assistir no YouTube.

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Preço de smartwatch da Huawei derrete no Mercado Livre

27 August 2026 at 21:34

Quem procura uma pulseira inteligente completa para exercícios e monitoramento de saúde pode aproveitar uma promoção forte no Mercado Livre. A HUAWEI Band 11 Pro está saindo por R$ 311,40 no PIX, após aplicação do cupom COMPRABOA, com frete grátis.

O anúncio mostra preço de referência de R$ 599. Considerando as reduções exibidas no carrinho, a economia chega a cerca de R$ 288, ou aproximadamente 48%. O modelo traz tela AMOLED de 1,62 polegada, corpo de alumínio, resistência 5 ATM, Bluetooth 6.0 e bateria de até 14 dias.

Vale a pena comprar a HUAWEI Band 11 Pro?

A HUAWEI Band 11 Pro chama atenção pela combinação de tela grande, corpo bastante leve e bateria prolongada. A tela é uma AMOLED de 1,62 polegada com resolução de 286 x 482 pixels e densidade de 347 ppi, oferecendo bastante espaço para visualizar métricas, notificações e informações durante os exercícios.

Mesmo com a tela relativamente grande, a pulseira continua bastante leve. O corpo pesa aproximadamente 18 gramas sem a pulseira e mede apenas 8,99 mm em seu ponto mais fino, características que ajudam principalmente durante exercícios e monitoramento do sono, quando um relógio maior pode incomodar.

A construção também sobe de nível em relação às smartbands mais baratas. A Huawei utiliza caixa em liga de alumínio, com opções em verde, azul e preto, e oferece versões com pulseiras de fluoroelastômero ou tecido.

Na parte de sensores, a Band 11 Pro possui uma IMU de nove eixos, formada por acelerômetro, giroscópio e magnetômetro, além de sensor óptico de frequência cardíaca e sensor de luz ambiente. O conjunto é utilizado para registrar exercícios e diferentes indicadores de bem-estar.

A autonomia é outro destaque. A Huawei informa até 14 dias no cenário de uso mais leve e cerca de oito dias em condições normais, com monitoramento contínuo de frequência cardíaca, TruSleep, SpO2, estresse e notificações ativados. Quem deixa a tela sempre ligada deve esperar uma redução significativa: nesse cenário, a estimativa oficial cai para até três dias.

HUAWEI Band 11 Pro

Também há proteção 5 ATM, permitindo utilizar a pulseira em atividades em águas rasas, como piscina. Isso não significa que ela seja adequada para mergulho, sauna, banho quente ou esportes com correnteza forte.

Por R$ 311,40, a Band 11 Pro também fica praticamente empatada com a Galaxy Fit3 e custa mais de R$ 200 menos que a Xiaomi Smart Band 10 Pro. A Xiaomi justifica parte da diferença com seu GNSS independente, recurso importante para quem quer registrar percursos sem levar o celular.

Comparativo

Característica HUAWEI Band 11 Pro Xiaomi Smart Band 10 Pro Samsung Galaxy Fit3
Preço R$ 311,40 R$ 524 R$ 313
Tela AMOLED 1,62" AMOLED 1,74" AMOLED 1,6"
Resolução 286 x 482 — 256 x 402
Brilho máximo 2.000 nits Até 2.000 nits Não informado
Peso do corpo Aprox. 18 g 21,6 g 18,5 g
Bateria máxima Até 14 dias Até 21 dias Até 13 dias
Uso típico Até 8 dias Até 15 dias Até 13 dias
GPS/GNSS integrado Não listado na ficha oficial Sim, 5 sistemas Não
Frequência cardíaca Sim Sim Sim
SpO2 Sim Sim Sim
Resistência à água 5 ATM 5 ATM 5 ATM + IP68
Bluetooth 6.0 5.4 5.3
Android e iPhone Sim Sim Android
Principal vantagem Preço e leveza GPS e autonomia Ecossistema Galaxy

Qual vale mais a pena?

A HUAWEI Band 11 Pro oferece o melhor equilíbrio nesta promoção. Por R$ 311,40, entrega tela AMOLED grande, caixa de alumínio, corpo de apenas 18 gramas, bateria que pode alcançar 14 dias e proteção 5 ATM. Para quem quer principalmente acompanhar exercícios, sono e métricas de bem-estar, é a opção mais atraente pelo preço.

A Xiaomi Smart Band 10 Pro é consideravelmente mais cara, mas possui um diferencial importante para esportistas: GNSS independente com GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou e QZSS. Isso permite registrar percursos sem depender do GPS do smartphone. Ela também leva vantagem com tela de 1,74", brilho de até 2.000 nits e bateria anunciada de até 21 dias.

Já a Galaxy Fit3 custa praticamente o mesmo que a Huawei e pode fazer mais sentido para quem já utiliza um celular Samsung. Ela oferece tela AMOLED de 1,6", mais de 100 modalidades de exercício, proteção 5 ATM + IP68 e forte integração com o ecossistema Galaxy, mas depende do smartphone pareado para GPS.

Perguntas frequentes sobre a HUAWEI Band 11 Pro

A HUAWEI Band 11 Pro é boa?

Sim, principalmente considerando o preço desta promoção. Ela combina tela AMOLED de 1,62", corpo leve de alumínio, sensores para acompanhamento de exercícios e saúde, resistência 5 ATM e bateria que pode chegar a 14 dias.

Por pouco mais de R$ 300, o conjunto a coloca entre as opções mais completas da faixa de preço.

Quais são as especificações da HUAWEI Band 11 Pro?

A Band 11 Pro possui tela AMOLED de 1,62 polegada e resolução de 286 x 482 pixels, corpo de aproximadamente 18 g, Bluetooth 6.0 e resistência 5 ATM.

Os sensores incluem acelerômetro, giroscópio, magnetômetro, sensor óptico de frequência cardíaca e sensor de luz ambiente.

Quanto dura a bateria da HUAWEI Band 11 Pro?

A Huawei informa três cenários principais:

  • até 14 dias em uso leve;

  • até 8 dias em uso normal;

  • até 3 dias com Always-on Display ativado.

A autonomia real depende dos sensores, exercícios, notificações e frequência de uso da tela.

A HUAWEI Band 11 Pro é à prova d'água?

Ela possui certificação 5 ATM e pode ser utilizada em atividades em águas rasas, incluindo piscina.

A Huawei deixa claro, porém, que a classificação não significa que o aparelho possa ser utilizado a 50 metros de profundidade. Também não é recomendado usá-lo em mergulhos, saunas, banhos quentes ou situações com água em alta pressão.

A HUAWEI Band 11 Pro tem GPS integrado?

A ficha técnica oficial disponibilizada pela Huawei não lista GPS ou GNSS entre os sensores e conexões da Band 11 Pro. Por isso, não é seguro atribuir GPS independente ao modelo com base apenas em resultados de busca de terceiros.

Esse é um diferencial claro da Xiaomi Smart Band 10 Pro utilizada nesta comparação, cuja própria Xiaomi informa GNSS independente.

A HUAWEI Band 11 Pro tem NFC?

A ficha técnica oficial brasileira não lista NFC entre as formas de conectividade. Ela informa Bluetooth 6.0/BLE, portanto não convém comprar o modelo esperando realizar pagamentos por aproximação.

HUAWEI Band 11 Pro

HUAWEI Band 11 Pro ou Xiaomi Smart Band 10 Pro: qual é melhor?

A Xiaomi é mais completa para exercícios ao ar livre por possuir GNSS independente e bateria maior.

A Huawei ganha em custo-benefício: custa cerca de R$ 213 menos nesta comparação e ainda oferece tela AMOLED, caixa de alumínio, resistência 5 ATM e ampla autonomia.

HUAWEI Band 11 Pro ou Galaxy Fit3: qual vale mais a pena?

Como os preços estão praticamente empatados, a escolha depende principalmente do celular utilizado.

A Galaxy Fit3 é especialmente interessante para quem já está no ecossistema Samsung e oferece IP68 adicional. A Band 11 Pro funciona tanto com Android quanto com iPhone, usa Bluetooth 6.0 e tem uma proposta bastante leve para uso contínuo.

A HUAWEI Band 11 Pro funciona com iPhone?

Sim. A ficha oficial informa compatibilidade com iOS 13 ou posterior, além de Android 9 ou posterior.

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Amor e crime: prévia de GTA 6 revela sistema de relacionamento inédito e mais novidades

27 August 2026 at 21:16

A Rockstar e a Netflix apresentaram Um Olhar Estendido de GTA 6 nesta quinta-feira (27), com um destaque para o gameplay — que é mostrado através de diversas sequências entre o casal Jason e Lucia.

O romance dos dois personagens será regado a crimes e perseguições. Na prévia, pudemos notar inúmeras novidades do próximo jogo da Rockstar. 

O vídeo da Netflix mostra que veremos muito mais das explorações em ambientes internos, apesar de não ter revelado se isso acontecerá livremente ou apenas em missões específicas.

Tanto Jason quanto Lucia podem atirar em 3ª pessoa, o que deixa uma parcela dos fãs tristes pela ausência do modo em 1ª pessoa. Vale notar que isso pode ser acrescentado até o lançamento, então não trate como uma verdade absoluta.

Entre as cenas, que ocorrem em uma missão para coletar um material para o personagem Boobie e muitas outras, podem-se ver momentos em câmera lenta, visualização de pontos do corpo dos adversários que o jogador pode atingir para desencadear reações únicas e até destruição dos ambientes.

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Outro destaque é a possibilidade de fazer carinho em pets, indícios de que veremos policiais corruptos, além de poder realizar diversos assaltos fora das missões principais. Os jogadores podem botar uma máscara e roubar “livremente” algum estabelecimento que esteja em seu caminho.

O trailer de GTA 6 também contou com muitos momentos entre Jason e Lucia, ou “Jay” e “Lu”, como carinhosamente se chamam. A relação deles é tão importante que um ícone mostra o seu status enquanto alterna entre os dois — algo que pode ser impactado por suas decisões dentro da narrativa.

Perseguições e mecânicas de Grand Theft Auto

O “Um Olhar Estendido” também mostrou uma longa perseguição de carros, com Lucia no volante e Jason como atirador. Durante a ação, você pode trocar facilmente entre os dois, para cobrir pontos críticos que acontecerem durante os tiroteios.

As estrelas de procurado estão de volta e, pelo que a Rockstar mostrou, teremos seis delas no total. Entre as cenas de confronto, também nota-se que é possível carregar coisas com uma mão enquanto se usa qualquer arma com a outra — o que pode render desafios interessantes na jogabilidade.

Um dos destaques foram as lutas corporais, com a presença de alguns estilos diferentes em uso. Seja em um ringue, seja contra outros agentes ou civis, provavelmente terá uma gama de opções de movimentos que poderá usar em GTA 6.

Por fim, a Rockstar confirmou que Grand Theft Auto VI será lançado no PlayStation 5 e XBOX Series no dia 19 de novembro de 2026. Tudo indica que os rumores sobre o adiamento ou de atraso na sua produção não eram reais, já que a data se manteve.

Você sabia que a revelação de GTA 6 na Netflix foi toda capturada no PlayStation 5?

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7 alternativas ao Redmi Note 17 Pro Max para quem quer bateria de 2 dias

27 August 2026 at 21:11

O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.

O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.

Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como  Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:

1. JOVI V70

O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.

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 Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.

O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.

2. OPPO Reno16 5G

O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.

A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.

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 O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.

3. OPPO A6 Pro 5G

Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Oppo A6 Pro

Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.

O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.

4. JOVI T1 5G

O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.

Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.

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O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.

5. Realme P4 Power 5G

Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.

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A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.

O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.

6. Realme C85 Pro

O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.

Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.

Realme C85 Pro

Realme C85 Pro

O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.

7. POCO X8 Pro

Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix. 

POCO X8 Pro

A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.

Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.

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Renault Kwid 2027 chega com preços no chão e é carro mais barato do Brasil

27 August 2026 at 21:06

A Renault aproveitou o estande da marca no Festival Interlagos para lançar, nesta quarta-feira (26) à noite, o Kwid 2027 e, de quebra, recolocar o hatch na posição de carro mais barato do Brasil. A marca francesa reduziu os preços em relação à linha anterior em mais de R$ 10 mil e, assim, posicionou o Kwid abaixo do Fiat Mobi e dos principais concorrentes do segmento.

Além dos preços no chão, o Kwid recebeu atualizações visuais e tecnológicas que o aproximam da nova identidade global da Renault. A dianteira foi redesenhada, a grade ganhou acabamento em preto brilhante e as lanternas traseiras receberam efeito “Crystal Lens”. Todas as versões passam a contar com luzes diurnas em LED, reforçando a modernidade do modelo.

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No interior, o destaque é o painel digital de 7 polegadas, presente desde a versão de entrada. A partir da configuração Techno, o Kwid recebe a central multimídia Media Evolution de 10,1 polegadas, compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. Essa evolução tecnológica coloca o compacto em sintonia com as demandas atuais de conectividade e conforto.

Visual e tecnologia

O Kwid 2027 traz elementos inspirados em modelos como Kardian e Boreal, com para-choques mais robustos e logotipo atualizado da Renault. Na traseira, as lanternas em LED e a câmera de ré integrada ao logotipo reforçam o apelo tecnológico. Internamente, cada versão recebe acabamentos específicos, como detalhes azuis na Techno e revestimentos premium na Outsider.

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A central multimídia de 10,1” é um dos grandes diferenciais, oferecendo conectividade sem fio e informações do veículo em tempo real. Essa atualização coloca o Kwid em vantagem frente a concorrentes diretos, que ainda oferecem sistemas mais simples em versões de entrada.

Mecânica e desempenho

Apesar das mudanças visuais e tecnológicas, o conjunto mecânico permanece o mesmo. O motor 1.0 SCe flex entrega até 71 cv com etanol e 68 cv com gasolina, com torque máximo de 10 kgf/m. O consumo é competitivo: 10,2 km/l na cidade com etanol e até 15 km/l na estrada com gasolina. A velocidade máxima é de 159 km/h, suficiente para o uso urbano e rodoviário.

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A altura livre do solo de 185 mm e os ângulos de entrada e saída favorecem a condução em pisos irregulares, mantendo o Kwid como uma opção versátil para diferentes cenários. O porta-malas de 290 litros, ampliável para 1.100 litros com os bancos rebatidos, garante praticidade no dia a dia.

Versões e preços

O Kwid Evolution 2027, versão de entrada, custa R$ 71.190 e já traz quatro airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e painel digital. A Techno, por R$ 75.990, adiciona multimídia de 10,1”, câmera de ré e acabamento diferenciado. Já a Outsider, topo de linha, sai por R$ 84.890 e oferece bancos premium, barras de teto, rodas de liga leve diamantadas e teto em cor contrastante.

Com essa estratégia, o Kwid 2027 se consolida como o carro mais barato do Brasil, sem abrir mão de recursos modernos. A Renault aposta em um pacote que une preço acessível, tecnologia e estilo renovado para manter o modelo como líder entre os compactos de entrada.

Se você curtiu saber desta novidade do Festival Interlagos 2026, talvez também queira dar uma olhada no que Leapmotor, Ford e GWM também anunciaram para o mercado brasileiro durante o primeiro dia do evento.

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Sony decide desafiar LG e Samsung com nova linha de TVs OLED

27 August 2026 at 21:04

A Sony anunciou a BRAVIA 6, nova TV OLED que chega aos Estados Unidos e Canadá para disputar espaço com modelos intermediários de Samsung e LG. Posicionada abaixo das linhas BRAVIA 8 e BRAVIA 8 II, a novidade aposta em preços mais competitivos sem abrir mão de recursos avançados.

A BRAVIA 6 utiliza painel OLED de 120 Hz e será vendida em cinco tamanhos: 48, 55, 65, 77 e 83 polegadas. A TV também conta com Triluminos Pro, Google TV com Gemini e compatibilidade com Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS:X.

Um dos principais diferenciais da BRAVIA 6 é a presença de quatro portas HDMI 2.1, característica que pode interessar especialmente a gamers que utilizam mais de um console ou PC. A Sony ainda não confirmou qual processador equipa a televisão.

A empresa também redesenhou o controle remoto, que ganhou um direcional maior e centralizado, além de uma nova disposição para os botões de serviços de streaming. O acessório ainda possui microfone integrado para comandos ao Gemini.

Com a nova televisão, a Sony amplia sua oferta de modelos OLED e passa a disputar diretamente uma faixa de preço ocupada por produtos como a LG C6 OLED e a Samsung S90H QD-OLED. A estratégia também complementa os recentes investimentos da fabricante em TVs com tecnologia LED RGB.

sony bravia 6

Preço da BRAVIA 6

A BRAVIA 6 já está disponível nos Estados Unidos e Canadá por meio da loja da Sony, Amazon, Best Buy e outros revendedores autorizados. Os preços sugeridos são:

  • 48 polegadas: US$ 1.299,99 (R$ 6.499,95);
  • 55 polegadas: US$ 1.499,99 (R$ 7.499,95);
  • 65 polegadas: US$ 1.999,99 (R$ 9.999,95);
  • 77 polegadas: US$ 2.999,99 (R$ 14.999,95);
  • 83 polegadas: US$ 3.999,99 (R$ 19.999,95).

Não há informações sobre lançamento da BRAVIA 6 no Brasil, uma vez que a marca desistiu de vender TVs por aqui após a chegada das coreanas.

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