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Operadora regional lança plano de 40 GB por R$ 35 e mira as gigantes

15 September 2026 at 21:30

A Algar quer ampliar sua presença no mercado de telefonia móvel e lançou um plano de 40 GB por R$ 35 mensais. A oferta ainda atende apenas parte de Minas Gerais, São Paulo e Goiás, mas a operadora pretende expandi-la para todo o país até o fim de 2026, o que pode aumentar a disputa com Vivo, Claro e TIM.

Chamado de Algar Muito Mais, o pacote também inclui WhatsApp e ligações sem limite, além de 500 SMS. O pagamento funciona por assinatura: o valor é cobrado automaticamente no cartão de crédito todos os meses.

Com isso, a proposta fica no meio do caminho entre o pré-pago tradicional e os planos pós-pagos. O cliente tem uma despesa mensal fixa, mas não precisa lembrar de colocar créditos para continuar com a linha ativa.

Algar quer levar plano para todo o Brasil

O principal movimento da empresa está na expansão geográfica. Nesta primeira fase, o Algar Muito Mais pode ser contratado em Minas Gerais, Goiás e no interior de São Paulo, onde a Algar já concentra boa parte de sua operação.

Isso deve mudar nos próximos meses. A companhia prevê liberar o plano para clientes de outras regiões até o fim do ano.

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Caso cumpra o cronograma, a Algar passa a levar uma oferta de R$ 35 para mercados onde hoje enfrenta diretamente as três maiores operadoras do país. A estratégia também aumenta o alcance da empresa para além das regiões nas quais sua marca já é mais conhecida.

Dá para contratar e ativar pelo celular

Outro destaque está no processo de contratação. O cliente pode resolver praticamente tudo pelo aplicativo da Algar, inclusive pedir portabilidade ou adicionar outras linhas à assinatura.

Quem tiver um celular compatível também pode escolher um eSIM e dispensar o chip físico. A outra opção é solicitar a entrega de um SIM tradicional em casa.

Há ainda a possibilidade de reunir dependentes em uma única assinatura, com os pagamentos concentrados na mesma conta. A Algar continuará oferecendo atendimento presencial para quem preferir contratar o serviço em uma loja.

Promoção aumenta franquia para 45 GB

Nesta terça-feira (15), quem assinar o Algar Muito Mais recebe um bônus de 5 GB em comemoração ao Dia do Cliente. Dessa forma, a franquia chega a 45 GB no primeiro mês e volta aos 40 GB previstos normalmente na oferta a partir do ciclo seguinte.

A Algar ainda não revelou detalhes sobre a chegada do plano a cada estado nem informou se as condições atuais serão mantidas após a expansão nacional.

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Clientes da Vivo terão até 60% de desconto em 7 mil farmácias; veja quem pode usar

15 September 2026 at 20:35

A Vivo passou a oferecer até 60% de desconto em medicamentos em mais de 7 mil farmácias para clientes do Vivo Pré. O novo benefício faz parte do Vale Saúde Farma e está disponível para usuários que realizarem recargas de R$ 30 ou mais.

Para aproveitar a novidade, o cliente precisa ativar o benefício pelo App Vivo. Depois, basta informar o CPF cadastrado na operadora no momento da compra do medicamento em uma das farmácias credenciadas. Não é necessário apresentar carteirinha física ou outro documento adicional.

Desconto vale em grandes redes de farmácias

A lista de estabelecimentos parceiros inclui algumas das maiores redes do país, como Drogasil, Droga Raia, Drogaria São Paulo, Drogaria Pacheco, Pague Menos, Panvel, Extrafarma e Nissei.

Também participam redes como Santo Remédio, Drogasmil, Farmácia Indiana, Farma Ponte, Drogaria Venâncio, Drogal, Drogaria Rosário, Tamoio, Farmalife e D'avó Farma.

Segundo a Vivo, a rede credenciada passa de 7 mil farmácias em todo o Brasil. O desconto pode chegar a 60%, mas a porcentagem efetiva varia de acordo com o medicamento e as condições oferecidas pelo programa.

Vivo Operadora

 Quem pode usar o desconto da Vivo?

O Vale Saúde Farma está disponível para clientes do Vivo Pré que fizerem recargas a partir de R$ 30. A operadora também reformulou essa faixa de recarga, que agora oferece 25 GB de internet com validade de 30 dias.

O pacote mantém ligações e SMS para qualquer operadora do Brasil, além de aplicativos digitais inclusos e a possibilidade de compartilhar a internet do celular por meio do App Vivo.

Com isso, a empresa tenta ampliar os benefícios do pré-pago para além dos serviços tradicionais de telecomunicações. Segundo Flávia Carneiro, diretora de Marketing B2C da Vivo, a ideia é oferecer uma vantagem prática para um público que busca economia no dia a dia.

“Com o Vale Saúde Farma, estamos ampliando a proposta de valor do Vivo Pré ao oferecer uma vantagem prática, inédita e relevante para a vida das pessoas”, afirma a executiva.

Além do desconto em farmácias, a operadora também anunciou, recentemente, a volta de YouTube ilimitado para clientes do Vivo Easy. 

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iPhone dobrável já enfrenta problema e pode faltar nas lojas

15 September 2026 at 19:58

Quem pretende comprar o iPhone Duo logo no lançamento pode precisar ser rápido. A Apple deve produzir menos unidades de seu primeiro celular dobrável do que o esperado em 2026 por causa de restrições relacionadas à dobradiça do aparelho.

A nova estimativa vem do analista Jeff Pu, que reduziu de 7 milhões para 6 milhões a projeção de unidades enviadas pela Apple neste ano. A queda é de aproximadamente 14% e reforça a possibilidade de estoques reduzidos nas primeiras semanas de venda.

Dobradiça pode limitar produção do iPhone Duo

Segundo Pu, o principal obstáculo para aumentar a fabricação está nas chamadas “hinge constraints”, ou restrições relacionadas à produção e ao fornecimento da dobradiça usada no iPhone Duo.

O componente é uma peça essencial de qualquer celular dobrável e pode limitar o ritmo das linhas de produção caso a oferta não acompanhe a demanda da Apple.

Com isso, o analista agora espera cerca de 6 milhões de unidades enviadas em 2026. Vale destacar que o número é apenas uma projeção de mercado e não uma estimativa oficial divulgada pela fabricante.

Rumores anteriores já apontavam para uma produção inicial pequena do primeiro iPhone dobrável. A nova previsão indica que a disponibilidade pode ser ainda menor.

iPhone Duo pode ser bem mais raro que o iPhone 18 Pro

A diferença fica mais clara quando o volume previsto para o iPhone Duo é comparado ao dos celulares tradicionais da Apple.

iPhone Duo

 

Jeff Pu estima que a empresa deve enviar aproximadamente 72 milhões de unidades do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max até o fim de 2026. O número é 12 vezes maior que a previsão para o dobrável.

Isso não significa necessariamente que a Apple espera pouca procura pelo Duo. Neste momento, o gargalo apontado está na capacidade de fabricar unidades suficientes.

Mesmo com preço inicial de US$ 1.999, ou a partir de R$ 21.999 oficialmente no Brasil, o mais alto já cobrado pela Apple por um iPhone, o aparelho pode ter prazos de entrega maiores e algumas versões podem desaparecer rapidamente dos estoques.

Quando o iPhone Duo chega às lojas?

O iPhone Duo terá um calendário diferente do restante da geração. Enquanto os modelos da linha iPhone 18 Pro chegam ao mercado em setembro, o primeiro dobrável da Apple ficou para outubro.

A pré-venda começa em 16 de outubro, enquanto as primeiras entregas estão previstas para o dia 23 do mesmo mês.

Se as projeções de Jeff Pu se confirmarem, portanto, o preço pode não ser o único obstáculo para quem quiser comprar o iPhone Duo nas primeiras semanas. Encontrar uma unidade disponível também pode exigir alguma sorte.

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Celulares devem ficar ainda mais caros em 2027 devido à crise causada pela IA

15 September 2026 at 18:31

Os celulares podem ficar ainda mais caros em 2027 como reflexo da forte demanda por semicondutores provocada pelo avanço da inteligência artificial. O alerta parte de um cenário traçado por Michael Dell, CEO da Dell Technologies, que prevê uma piora na escassez de chips no próximo ano.

O executivo não falou especificamente sobre smartphones. A declaração teve como foco PCs e infraestrutura computacional, mas parte dos componentes e da capacidade industrial disputados pelo setor de IA também abastece fabricantes de celulares e outros eletrônicos.

Crise dos chips pode piorar em 2027

Segundo Michael Dell, a atual escassez estrutural de semicondutores não deve ser resolvida no curto prazo. Pelo contrário: o executivo acredita que 2027 provavelmente será mais complicado para a indústria do que 2026.

Um dos motivos é a diferença entre a velocidade de expansão da inteligência artificial e o tempo necessário para aumentar a produção de componentes. Modelos e aplicações de IA podem mudar em poucos meses, enquanto novas fábricas de semicondutores levam anos até operar em plena capacidade.

A explosão na construção de data centers também eleva a procura por chips e outros componentes usados em servidores. Se a capacidade de produção não crescer na mesma proporção, o resultado tende a ser uma combinação de oferta apertada e custos maiores.

Michael Dell afirma que a alta já afeta os preços dos equipamentos vendidos pela própria companhia., que pretende repassar parte desses aumentos aos clientes.

Para o executivo, porém, existe um problema ainda pior do que pagar mais caro: simplesmente não encontrar o produto disponível por falta de estoque.

Por que celulares também podem ficar mais caros

Apesar de a declaração ter como foco o mercado de computadores, servidores e infraestrutura de IA, a indústria de smartphones não está completamente isolada dessa disputa.

Celulares também dependem de fábricas de semicondutores, processos avançados de produção, capacidade de encapsulamento e fornecedores que atendem vários segmentos da indústria eletrônica.

Isso não significa que cada chip usado por uma GPU de inteligência artificial também esteja presente em um celular. O problema está na pressão exercida sobre uma cadeia industrial que possui diversos recursos compartilhados.

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Quando uma categoria absorve uma parcela maior da capacidade disponível, fabricantes de outros produtos podem enfrentar preços mais altos, prazos maiores ou dificuldades para garantir determinados componentes.

Memória pode ser um dos principais problemas

Um dos pontos citados por Dell é justamente a alta no preço das memórias, componente que tem impacto direto também sobre smartphones.

Todo celular depende de memória RAM e armazenamento flash. Portanto, uma alta prolongada no custo desses componentes pode afetar aparelhos de diferentes categorias.

Modelos com 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento ficam especialmente expostos, já que utilizam uma quantidade maior de memória flash. O mesmo vale para celulares com 12 GB, 16 GB ou mais de RAM.

Essa pressão também ajuda a explicar por que até aparelhos sem recursos avançados de IA podem sentir os efeitos do boom do setor. Um celular básico não precisa executar grandes modelos de inteligência artificial para sofrer com uma cadeia de componentes mais cara.

Construir novas fábricas não acompanha o ritmo da IA

Fabricantes de semicondutores investem bilhões de dólares para ampliar a capacidade de produção, mas esse tipo de expansão não acontece rapidamente.

É justamente esse descompasso que preocupa Michael Dell. Enquanto a demanda por infraestrutura de IA cresce em um ritmo acelerado, novas fábricas precisam de vários anos entre o planejamento, a construção e o início da produção em grande escala.

Se a procura continuar no ritmo atual, a indústria pode chegar a 2027 com uma disputa ainda maior por determinados componentes.

Para o mercado de celulares, isso não garante que todos os modelos ficarão mais caros. Ainda entram nessa conta fatores como câmbio, estratégia das fabricantes, contratos de fornecimento e evolução dos processos produtivos.

Mesmo assim, o alerta do CEO da Dell indica que o cenário de custos elevados no setor de semicondutores pode durar mais do que o esperado. E, caso a pressão alcance memórias e outras etapas compartilhadas da cadeia, parte da conta também pode chegar ao bolso de quem pretende trocar de celular em 2027.

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Solução da Xiaomi para aposentar o chuveiro elétrico custa R$ 2.218

15 September 2026 at 17:52

A Xiaomi começou a vender na China o Mijia Smart Gas Water Heater 2, aquecedor a gás de 16 litros que surge como uma alternativa ao chuveiro elétrico. O aparelho estreia por 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218 em conversão direta, e aposta em funcionamento silencioso, controle preciso da temperatura e aumento da pressão da água.

O novo modelo também tenta simplificar a instalação ao dispensar uma tubulação exclusiva para drenar a água de condensação. Além disso, pode se conectar a outros dispositivos da Xiaomi para automatizar o aquecimento da água antes mesmo do banho.

Aquecedor da Xiaomi faz menos barulho

Um dos destaques do Mijia Smart Gas Water Heater 2 é o sistema multidimensional de redução de ruído, desenvolvido para diminuir o som produzido por diferentes componentes durante o funcionamento.

Segundo a Xiaomi, o aquecedor pode operar com apenas 32 dB(A) e recebeu certificação de baixo ruído. A proposta é tornar o aparelho menos incômodo mesmo quando instalado próximo a áreas de uso frequente da casa.

O modelo também traz um sistema de controle de temperatura de nível 6A. A fabricante promete manter a água estável mesmo quando há mudanças no consumo em outros pontos da residência.

Para casas ou apartamentos que sofrem com pouca pressão, há ainda uma bomba dedicada capaz de elevar o fluxo de água em até 245%. O recurso pode ser especialmente útil em prédios antigos e apartamentos localizados em andares mais altos.

Mijia Smart Gas Water Heater 2

Não precisa de tubo para água de condensação

Outro diferencial do aquecedor está no tratamento da água gerada pela condensação. Em vez de exigir um tubo adicional para o descarte, o aparelho usa um sistema de atomização centrífuga em alta velocidade.

A Xiaomi também utiliza minerais para neutralizar essa água antes da eliminação. Com isso, a instalação pode dispensar intervenções extras na parede, ao mesmo tempo em que a fabricante promete reduzir riscos de corrosão no equipamento.

O Mijia Smart Gas Water Heater 2 possui ainda uma nova câmara de combustão selada e uma ventoinha de corrente contínua com velocidade variável. 

Água quente pode ficar pronta antes do banho

O aquecedor também pode manter um sistema de água quente instantânea para diferentes pontos da casa. O pré-aquecimento pode ser acionado pelo fluxo de água, por programação de horário, manualmente ou por uma automação.

A solução funciona tanto em imóveis com tubulação de retorno quanto em instalações sem esse tipo de estrutura. A ideia é reduzir o intervalo entre abrir a torneira ou o chuveiro e receber água na temperatura escolhida.

Há ainda um sistema de tratamento em seis etapas, que atua da entrada à saída da água. A Xiaomi afirma que o conjunto filtra sedimentos e outras impurezas e oferece taxa antibacteriana de até 99,9%.

Integração com a casa inteligente

Como parte do ecossistema Xiaomi HyperConnect, o aquecedor pode ser controlado pelo aplicativo Mijia e por comandos de voz em caixas de som inteligentes da marca.

Também é possível criar cenários personalizados e conectá-lo a outros dispositivos. Uma das integrações previstas é com o aquecedor inteligente para banheiro da própria Mijia, o que permite combinar diferentes equipamentos em uma única rotina.

O Mijia Smart Gas Water Heater 2 começou a ser vendido na China em 15 de setembro. O preço sugerido é de 2.999 yuans, enquanto a oferta de lançamento reduz o valor para 2.899 yuans, cerca de R$ 2.218.

Por enquanto, não há previsão de lançamento do aquecedor no Brasil.

Além do aquecedor, a Xiaomi também anunciou uma máquina de espresso que consegue pesar o café sozinha e não deixa o pó grudar no sistema. 

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