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Vazou tudo: Galaxy A18 aparece por completo antes do lançamento

10 September 2026 at 20:40

O Galaxy A18 ainda não foi anunciado oficialmente pela Samsung, mas uma listagem antecipada de varejo praticamente revelou todos os detalhes do novo celular de entrada da marca. O aparelho apareceu em uma loja da Dinamarca com imagens de divulgação, especificações técnicas e até uma possível data para começar a ser vendido.

De acordo com a publicação, o Galaxy A18 LTE deve chegar ao mercado em três opções de cor: preto, azul-claro e prata. O visual mantém a fórmula já conhecida da linha Galaxy A1x, com bordas relativamente espessas e o tradicional notch em formato de “U” na parte superior da tela.

A ficha técnica vazada indica que o Galaxy A18 terá tela OLED de 6,7 polegadas, com resolução FHD+ e taxa de atualização de 90 Hz. No desempenho, a Samsung aparentemente pretende reaproveitar uma plataforma bastante conhecida. 

O aparelho seria equipado com o MediaTek Helio G99, chip lançado há alguns anos e que também aparece em modelos anteriores da linha Galaxy A, como o Galaxy A15.

O armazenamento será oferecido em versões de 128 GB e 256 GB, com possibilidade de expansão por cartão microSD de até 2 TB.

Câmeras de 50 MP e bateria de 5.000 mAh

O conjunto fotográfico traseiro deve ser formado por três câmeras. A principal terá 50 MP, acompanhada por uma ultrawide de 5 MP e um sensor macro de 2 MP.

Para alimentação, o Galaxy A18 deve trazer uma bateria de 5.000 mAh, com suporte a carregamento com fio de até 25 W. A ficha também menciona certificação IP64 contra poeira e respingos, além de Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3 e porta USB 2.0.

Apesar de ser um aparelho de entrada, a presença de uma tela OLED, câmera principal de alta resolução, NFC e suporte amplo a armazenamento externo pode tornar o conjunto competitivo dentro da categoria.

A loja dinamarquesa indica que o Galaxy A18 deve estar disponível em estoque a partir de 8 de outubro. Além dele, o A08 também chegou a aparecer em outro vazamento.

Caso a data esteja correta, a Samsung poderia apresentar oficialmente o smartphone entre o fim de setembro e o começo de outubro. A janela ainda deve ser tratada como uma previsão, já que a informação não partiu diretamente da fabricante.

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Marca dos “celulares indestrutíveis” lança smartwatch estilo Garmin

10 September 2026 at 19:13

Conhecida pelos celulares robustos voltados para situações extremas, a DOOGEE ampliou sua linha de produtos com o Anymoving M1 Pro, um smartwatch esportivo que mira usuários interessados em corrida, trilhas, ciclismo e outras atividades ao ar livre. 

O modelo combina recursos normalmente associados a relógios esportivos avançados, como GPS de banda dupla e navegação por rotas, com funções de monitoramento físico e inteligência artificial.

O principal destaque para quem pratica atividades outdoor é o suporte à navegação offline por arquivos GPX. O usuário pode importar uma rota antes de sair e acompanhar o percurso diretamente pelo relógio, mesmo em locais com conectividade limitada.

O M1 Pro também conta com o recurso Track Back, que registra o caminho percorrido em tempo real e permite refazer a rota para ajudar o usuário a retornar ao ponto de partida. O GPS de banda dupla busca melhorar a precisão da localização durante exercícios como corrida, ciclismo e caminhada.

Smartwatch usa IA para analisar os treinos

Além da navegação, o relógio aposta em análise esportiva com inteligência artificial. O sistema acompanha informações como carga de treinamento, VO₂ máximo e nível de vitalidade diária.

A proposta é utilizar esses dados para ajudar o usuário a entender o estado de recuperação, ajustar a intensidade dos exercícios e evitar excesso de treinamento. O relógio oferece ainda mais de 170 modos esportivos, incluindo corrida, ciclismo, trilha, natação e esqui.

Anymoving M1 Pro

A autonomia é outro ponto forte do Anymoving M1 Pro. Segundo a DOOGEE, o relógio pode funcionar por até 30 dias no uso típico. Com o Always-On Display ativado, a estimativa cai para cerca de sete dias, enquanto o uso intenso proporciona aproximadamente quatro dias. O carregamento é feito por sistema magnético.

A tela é uma AMOLED HD de 1,5 polegada, com brilho máximo de até 1.000 nits, característica que favorece a visualização sob luz solar intensa. O relógio também possui resistência à água de 5 ATM e certificação IP68.

A DOOGEE também oferece diferentes opções de acabamento para o M1 Pro. O relógio pode ser encontrado com pulseiras de silicone, couro ou aço inoxidável, permitindo adaptar o visual para atividades esportivas ou situações cotidianas. Outro recurso incluído é o gravador de voz integrado, que permite registrar áudios diretamente pelo smartwatch.

O DOOGEE Anymoving M1 Pro custa US$ 219 (aproximadamente R$ 1.117) e está disponível nas cores preto, cinza e azul.

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1º teste revela que iPhone 18 Pro é mais poderoso que Galaxy S26 Ultra

10 September 2026 at 18:25

O iPhone 18 Pro recuperou a liderança em desempenho após o primeiro teste de benchmark do chip A20 Pro. Os resultados registrados no Geekbench colocam o novo processador da Apple à frente do Galaxy S26 Ultra, que utiliza o Snapdragon 8 Gen 5 Elite.

No teste, o iPhone 18 Pro alcançou 4.719 pontos em single-core e 12.677 em multi-core. Para efeito de comparação, o Galaxy S26 Ultra marcou 3.753 e 11.259 pontos, respectivamente. Isso representa uma vantagem de cerca de 26% no desempenho de núcleo único e 13% no multinúcleo para o aparelho da Apple.

O resultado ainda é inicial e pode variar conforme a versão do Geekbench, software e condições de teste. Mesmo assim, o desempenho chama atenção por mostrar que a Apple conseguiu abrir uma vantagem considerável sobre um dos principais concorrentes Android.

O A20 Pro é fabricado com processo de 2 nanômetros, tecnologia que permite concentrar mais transistores em uma área menor. Segundo a Apple, os dois novos supernúcleos da CPU são até 20% mais rápidos, enquanto o desempenho contínuo pode chegar a 40% acima do iPhone 17 Pro em determinadas cargas.

O avanço também aparece na comparação direta com o antecessor. O iPhone 17 Pro marcou 3.668 pontos em single-core e 9.498 em multi-core no mesmo benchmark citado.

Na prática, uma pontuação maior pode beneficiar tarefas como abertura de aplicativos, processamento de imagens, animações da interface e jogos, além de atividades mais pesadas que exigem bastante da CPU.

a20 geekbench

Apple aposta no controle de temperatura

Parte da vantagem pode estar não apenas no chip, mas também na forma como o iPhone 18 Pro administra o calor.

A Apple já havia adotado uma câmara de vapor no iPhone 17 Pro para melhorar a dissipação térmica. Na nova geração, a empresa ampliou a solução: a câmara de vapor teria três vezes a área de superfície utilizada anteriormente.

Outra mudança é a estrutura que posiciona a memória junto ao chip, permitindo uma conexão mais direta com o sistema responsável por espalhar o calor. A ideia é evitar que o A20 Pro atinja rapidamente temperaturas que reduzam seu desempenho.

Isso é importante porque benchmarks medem picos de desempenho, mas a experiência real depende também da capacidade de um aparelho de manter essa potência durante períodos prolongados.

Por enquanto, o resultado deve ser encarado como um primeiro retrato do desempenho do A20 Pro e não como uma conclusão definitiva sobre toda a experiência dos aparelhos. Ainda assim, o benchmark indica que a Apple voltou a ter uma vantagem importante em potência bruta, além de se destacar em outros recursos.

 

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Apple ressuscitou no iPhone 18 Pro recurso que Samsung abandonou há 7 anos

10 September 2026 at 17:46

A Apple resgatou no iPhone 18 Pro uma tecnologia que a Samsung apresentou nos celulares há quase uma década e abandonou pouco depois: a abertura variável mecânica da câmera. O recurso apareceu no Galaxy S9, em 2018, e continuou na linha Galaxy S10, mas desapareceu dos smartphones da marca a partir da geração seguinte.

A diferença é que a Apple evoluiu a ideia. Enquanto os Galaxy S9 e S10 alternavam entre apenas ente duas opções (f/1.5 e f/2.4), o iPhone 18 Pro permite quatro níveis de abertura, entre f/1.8 e f/4, dando ao usuário mais controle sobre a quantidade de luz e a profundidade de campo.

O que muda na prática?

A abertura determina quanto de luz entra pela lente. Quanto menor o número f, maior é a abertura. Assim, uma configuração como f/1.8 deixa entrar mais luz, sendo útil em ambientes escuros, e tende a produzir maior desfoque do fundo.

Ao fechar o diafragma para f/4, menos luz chega ao sensor, mas a profundidade de campo aumenta. Isso significa que uma parcela maior da cena permanece em foco — característica interessante para paisagens, fotografias de grupos e situações nas quais o fotógrafo quer nitidez em diferentes planos.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

A Samsung já explorava exatamente essa diferença. No Galaxy S9, a abertura f/1.5 favorecia ambientes escuros, enquanto f/2.4 ajudava em cenas muito iluminadas e aumentava a profundidade de campo.

Como funcionava no Galaxy S9 e no S10?

A Samsung utilizava um diafragma físico com componentes móveis dentro do módulo da câmera. O mecanismo alterava o tamanho da abertura para escolher entre os dois valores disponíveis.

A tecnologia continuou no Galaxy S10, mas a fabricante abandonou a solução na geração Galaxy S20. Desde então, a Samsung passou a apostar principalmente em sensores maiores, múltiplas câmeras e fotografia computacional para controlar exposição, ruído, HDR e profundidade.

galaxy s9

A companhia não divulgou uma razão única para eliminar a abertura variável. Porém, a solução mecânica adiciona custo, complexidade e componentes móveis a um módulo de câmera que precisa ser extremamente compacto. Com a evolução do processamento computacional, parte dos benefícios também passou a ser reproduzida digitalmente.

Apple foi além da solução da Samsung

No iPhone 18 Pro, a Apple utiliza um mecanismo com seis lâminas controladas por um sistema de rotor para modificar fisicamente a abertura. Em vez de apenas alternar entre dois extremos, o aparelho oferece quatro posições.

Isso permite encontrar um equilíbrio mais preciso entre luminosidade e profundidade de campo. A abertura maior favorece luz e desfoque, enquanto o diafragma fechado mantém mais elementos da cena nítidos.

A tecnologia é especialmente interessante porque o controle de abertura continua sendo fundamental em câmeras profissionais. Embora sensores de smartphones sejam menores e a fotografia computacional reduza a necessidade desse recurso, alterar fisicamente o diafragma oferece um efeito óptico real que o software nem sempre consegue reproduzir perfeitamente.

A Apple não foi pioneira na ideia, mas ressuscitou o conceito da Samsung e o levou além, adicionando mais níveis de controle e combinando o mecanismo óptico com o processamento computacional moderno.

 

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Comparativo iPhone Duo x Galaxy Z Fold 8: qual celular dobrável é mais potente?

9 September 2026 at 20:18

O iPhone Duo finalmente coloca a Apple na disputa dos celulares dobráveis, justamente em um segmento no qual a Samsung praticamente domina. O rival direto é o Galaxy Z Fold8, que também inaugurou o design de passaporte na linha.

Em potência, a disputa é equilibrada no papel. O Duo traz o novo A20 Pro, enquanto o Fold8 usa o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Sem testes independentes de benchmark do iPhone, ainda não dá para cravar qual vence em desempenho bruto. Mas há diferenças claras no conjunto. Entenda:

Especificação

iPhone Duo

Galaxy Z Fold8

Processador

Apple A20 Pro

Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy

RAM

Não divulgada oficialmente

12 GB

Armazenamento

256 GB a 2 TB

256 GB, 512 GB e 1 TB

Tela externa

5,4"

5,5"

Tela interna

7,6"

7,6"

Taxa de atualização

ProMotion

120 Hz

Câmeras traseiras

48 MP + 48 MP

50 MP + 50 MP

Câmera frontal

12 MP

10 MP

Bateria

Dupla bateria

4.800 mAh

Peso

—

201 g

Espessura aberto

—

4,5 mm

Sistema

iOS 27

Android 17 / One UI 9

Preço no Brasil

a partir de R$ 21.999

a partir de R$ 12.599

Qual é mais potente?

O iPhone Duo tem vantagem potencial em desempenho bruto graças ao A20 Pro, chip desenvolvido pela Apple e também utilizado na linha iPhone 18 Pro. Entretanto, ainda faltam benchmarks independentes para comparar diretamente o processador com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy.

O Galaxy, por outro lado, leva vantagem na memória disponível: são 12 GB de RAM, algo importante para manter vários aplicativos abertos e explorar a proposta de multitarefa do Android.

Na prática, o Duo tende a ser a escolha mais interessante para quem prioriza desempenho otimizado dentro do ecossistema Apple, enquanto o Fold8 é mais versátil para produtividade e multitarefa.

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Telas e design

Aqui há praticamente um empate. Os dois têm tela interna de 7,6 polegadas, mas adotam propostas diferentes.

O Duo tem tela externa de 5,4 polegadas e, aberto, funciona como um pequeno tablet. O aparelho também suporta Apple Pencil, recurso interessante para anotações, desenho e produtividade.

O Fold8 tem tela externa de 5,5 polegadas e painel interno de 7,6 polegadas, com proporções de 10:16 e 4:3, respectivamente. Por outro lado, o dobrável da Samsung não tem suporte a S Pen, então ponto para a Apple.

Câmeras: Galaxy leva vantagem em versatilidade

O Duo tem duas câmeras traseiras de 48 MP, uma principal e outra ultrawide. É um conjunto bastante forte, mas existe uma limitação importante: não há uma lente teleobjetiva dedicada.

O Fold8 também usa duas câmeras traseiras, mas ambas têm 50 MP: uma grande-angular com OIS e outra ultrawide. O aparelho ainda oferece zoom de qualidade óptica de 2x e até 10x digital.

Por isso, o Galaxy Z Fold8 vence em versatilidade fotográfica, enquanto o Duo aposta mais no processamento computacional da Apple (que segue sendo muito forte).

Bateria: Galaxy tem capacidade conhecida

A Samsung informa bateria de 4.800 mAh e até 26 horas de reprodução contínua de vídeo no Fold8.

No Duo, a Apple adotou uma arquitetura com duas baterias, mas a capacidade em mAh não é o melhor parâmetro para comparar diretamente os dois aparelhos. A eficiência do A20 Pro e do iOS 27 terá papel importante na autonomia real.

Assim, o Fold8 leva vantagem em capacidade declarada, mas ainda não é possível afirmar qual dura mais em uso cotidiano.

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E o preço?

Aqui está a maior diferença. O Galaxy Z Fold8 custa R$ 12.599 na versão de 256 GB, enquanto o iPhone Duo começa em R$ 21.999 – diferença de R$ 9.400, apenas para começar.

Isso muda bastante a conclusão: mesmo que o Duo consiga superar o Galaxy em desempenho, o Fold8 oferece uma relação entre hardware e preço muito mais agressiva.

O iPhone Duo parece ser o mais promissor em potência bruta, mas ainda precisa passar por benchmarks para confirmar essa vantagem. Já o Galaxy Z Fold8 é mais completo para quem valoriza multitarefa, câmeras versáteis, maior variedade de armazenamento e preço significativamente menor.

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iPhone dobrável tem câmera escondida embaixo da tela

9 September 2026 at 19:36

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e trouxe uma solução inédita para os smartphones da empresa: a câmera frontal da tela interna fica escondida embaixo do display. A tecnologia permite que o painel de 7,6 polegadas tenha uma área de visualização sem notch ou furo aparente.

A nova câmera FaceTime permanece oculta quando não está em uso, preservando a experiência de tela inteira. A solução faz parte da estratégia da Apple de aproveitar melhor o espaço do display interno, que também recebe acabamento em nanotextura para reduzir reflexos e tornar o vinco menos perceptível.

O iPhone Duo tem duas telas Super Retina XDR: uma externa de 5,4 polegadas, utilizada com o aparelho fechado, e outra interna de 7,6 polegadas quando o dispositivo é aberto. É justamente sob o painel maior que a Apple posicionou a câmera frontal Center Stage.

O componente foi desenvolvido para ficar invisível durante o uso normal. Segundo a Apple, a câmera também consegue tirar fotos e vídeos automaticamente em diferentes orientações, sem que o usuário precise girar o aparelho para ajustar o enquadramento.

A tela interna mantém ainda recursos como ProMotion, Always-On e brilho máximo de até 3.000 nits em ambientes externos. A proporção das duas telas também é a mesma, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional ao abrir ou fechar o aparelho.

iPhone Duo transforma a câmera traseira em selfie

A câmera escondida não é a única novidade fotográfica do dobrável. O aparelho também permite usar a câmera traseira para tirar selfies em alta resolução, aproveitando a tela externa como visor para que o usuário consiga visualizar o enquadramento.

Outro recurso chamado Duo Preview permite que a pessoa que está sendo fotografada consiga acompanhar a prévia da imagem na tela externa antes do disparo.

iphone duo

 Há ainda o Smart Take, que utiliza inteligência artificial para identificar quando as pessoas estão posando e realizar automaticamente a captura. Para fotografar crianças, o Kid Cue exibe animações do Snoopy e de outros personagens de Peanuts no display externo para tentar chamar a atenção dos pequenos.

O conjunto também habilita o Duo FaceTime, que permite que outras pessoas próximas participem de uma videochamada utilizando a tela e a câmera externas.

Na traseira, o iPhone Duo traz uma câmera principal Fusion de 48 MP, capaz de registrar fotos de 24 MP por padrão e equipada com uma teleobjetiva integrada de 2x com qualidade óptica. O sistema promete ainda zero shutter lag, reduzindo o intervalo entre o toque no botão e a captura.

A segunda câmera é uma Ultra-Wide Fusion de 48 MP, destinada a fotografias com campo de visão mais amplo e imagens macro. O aparelho também grava vídeos em 4K a 120 quadros por segundo com Dolby Vision e permite ajustar efeitos cinematográficos depois que a gravação já foi realizada.

Design dobrável aposta em tela sem interrupções

A câmera sob o display combina com a proposta de design do iPhone Duo. Aberto, o aparelho é o iPhone mais fino já produzido pela Apple e oferece uma tela 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max.

O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com armazenamento de 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB. A pré-venda começa em 16 de outubro, inclusive no Brasil, e a disponibilidade geral está marcada para 23 de outubro. O preço inicial é de R$ 21.999.

Já no iPhone tradicional, a Apple também trouxe melhorias significativas na câmera da linha Pro.

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iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

9 September 2026 at 18:53

A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta quarta-feira (9) com uma das maiores mudanças já feitas no sistema de câmeras da linha. Os novos celulares finalmente adotam abertura variável na câmera principal, recurso tradicionalmente associado a câmeras profissionais que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor.

A novidade coloca os modelos Pro mais próximos da experiência de uma câmera dedicada. Em vez de depender exclusivamente de processamento computacional para lidar com diferentes condições de iluminação, o usuário passa a contar com controle sobre a abertura da lente, permitindo adaptar a captura à situação.

A abertura de uma lente determina quanto de luz chega ao sensor e também influencia características como profundidade de campo. Em câmeras tradicionais, fotógrafos podem alterar esse parâmetro para adaptar a imagem à cena.

No iPhone 18 Pro, a Apple incorporou essa possibilidade à câmera principal de 48 MP. A abertura variável pode ajudar especialmente em situações de pouca luz, além de permitir maior controle sobre o resultado de fotografias com diferentes níveis de iluminação.

Na prática, isso representa uma mudança importante em relação aos iPhones anteriores, que utilizavam uma abertura fixa em suas câmeras. A abertura variável vinha sendo apontada como uma das principais novidades fotográficas da geração e agora foi confirmada pela Apple.

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iPhone ganha ferramentas de fotografia profissional

A evolução não está apenas no hardware. A Apple também prepara o sistema de câmera para oferecer controles mais avançados, aproximando o celular das ferramentas encontradas em equipamentos voltados a fotógrafos.

Entre os recursos anunciados para a nova geração estão ferramentas como histograma e waveform para análise de exposição, focus peaking para auxiliar na confirmação do foco e alertas de áreas superexpostas. Também foram citados controles de foco manual e correções de imagem baseadas na abertura utilizada.

Essas funções são particularmente interessantes para quem prefere ter maior controle sobre a captura em vez de deixar todas as decisões nas mãos dos algoritmos automáticos.

O focus peaking, por exemplo, destaca visualmente as regiões que estão em foco. Já histogramas e formas de onda ajudam a avaliar a distribuição de luz da imagem antes ou depois da captura, ferramentas comuns em fluxos profissionais de fotografia e vídeo.

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Mais controle sem abandonar a fotografia computacional

Apesar da aproximação com câmeras profissionais, a Apple não abandonou a estratégia de fotografia computacional que se tornou característica do iPhone.

O processamento de imagem continua responsável por combinar dados dos sensores, ajustar exposição e melhorar resultados em situações difíceis. A diferença é que o hardware passa a oferecer uma variável adicional para o fotógrafo controlar.

A abertura variável também pode contribuir para melhorar fotografias em ambientes escuros. Segundo a cobertura do lançamento, a câmera principal de 48 MP ganhou justamente esse mecanismo, com a proposta de ampliar a capacidade do aparelho em diferentes condições de iluminação.

Pro e Pro Max recebem foco nas câmeras

Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o posicionamento de aparelhos voltados a usuários que procuram o máximo em fotografia e vídeo dentro do ecossistema da Apple.

Além das câmeras atualizadas, os celulares são equipados com o novo chip A20 Pro de 2 nanômetros, que promete aumento de desempenho e eficiência energética. Os aparelhos também receberam melhorias no gerenciamento térmico e na autonomia, além de um recurso que identifica fotos criadas com IA.

A combinação entre processamento mais potente e novo sistema óptico é importante porque muitos dos recursos avançados de fotografia dependem justamente da capacidade do aparelho de analisar e processar grandes quantidades de dados rapidamente.

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Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível

9 September 2026 at 18:37

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o Apple Watch Ultra 4 e o Apple Watch Series 12, novas gerações de seus relógios inteligentes. Embora tenham propostas diferentes, os dois modelos compartilham uma das principais novidades da geração: o Sistema de Sensoriamento de Saúde, que promete oferecer o monitoramento de frequência cardíaca mais preciso em um dispositivo vestível.

A tecnologia combina novos sensores ópticos e elétricos com o chip S11, permitindo medições mais recorrentes da frequência cardíaca e da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Os dados servem de base para novos recursos de saúde e condicionamento físico, incluindo a inédita pontuação de prontidão, que tenta indicar se o corpo está preparado para atividades mais intensas ou se precisa de recuperação.

Apple Watch Ultra 4 tem bateria para até 50 horas

O Apple Watch Ultra 4 mantém a proposta de ser o modelo mais resistente da família, com caixa de titânio disponível nas opções natural e preto. O relógio também ganhou melhorias direcionadas a atletas e aventureiros, incluindo o que a Apple classifica como o GPS integrado mais preciso em um relógio esportivo.

A autonomia é um dos principais diferenciais. O Ultra 4 promete até 50 horas de uso diário, podendo chegar a 84 horas no modo de pouca energia. Para atividades ao ar livre, o modo de treino estendido oferece até 25 horas de rastreamento com GPS completo, enquanto o modo de treino máximo estendido chega a 45 horas, com leituras de GPS a cada segundo.

A recarga rápida também evoluiu: 15 minutos na tomada podem adicionar até 18 horas de bateria.

Series 12 aposta em formato mais convencional

Já o Apple Watch Series 12 mantém a proposta de smartwatch tradicional, mas recebe o mesmo sistema de sensoriamento de saúde e o chip S11. O modelo mede a frequência cardíaca a cada cinco segundos ao longo do dia, utilizando LEDs verdes maiores e mais eficientes no sensor óptico.

A VFC passa a ser medida até 24 vezes mais frequentemente. A Apple divide o indicador em duas categorias: VFC de Recuperação, voltada para sinais diários de estresse e recuperação, e VFC Geral, direcionada a informações mais amplas sobre a saúde cardiovascular.

O Series 12 terá caixas de 42 mm e 46 mm, com opções de alumínio, titânio e cerâmica. Entre os acabamentos estão preto, ouro claro, cinza espacial, titânio natural, ouro radiante, branco pérola e azul noite.

A autonomia chega a 24 horas, enquanto 15 minutos de carregamento garantem até 12 horas adicionais de bateria. Em treinos ao ar livre, a Apple promete até 10 horas de uso.

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Prontidão transforma dados em uma nota de 0 a 10

Nos dois relógios, o novo recurso de prontidão reúne atividade recente, carga de treinamento, sinais vitais e pontuação de sono para gerar uma nota diária entre 0 e 10.

Em vez de apresentar apenas os números coletados pelos sensores, o sistema transforma as informações em recomendações como “Recuperar”, “Maneirar”, “Pronto” e “Vai com Tudo”. A pontuação pode mudar durante o dia conforme novos dados, como um treino intenso, são registrados.

A Apple também redesenhou o aplicativo Saúde do iPhone, que receberá no fim do ano uma nova aba Longevidade. Entre os recursos está a Idade de Saúde, que compara a evolução das métricas do usuário com sua idade real.

Apple Intelligence chega aos relógios

O chip S11 também amplia o uso de inteligência artificial nos relógios. Com o watchOS 27, a Apple Intelligence alimenta a Siri no Apple Watch, permitindo que a assistente compreenda melhor o contexto pessoal e utilize um conhecimento mais amplo.

Outro destaque é a Inteligência de Áudio. O microfone do relógio, combinado ao processamento do S11, permite identificar sons importantes como sirenes, alarmes, campainhas e choro de bebê.

O recurso Live Rewind também pode exibir em texto os últimos 15 segundos de uma conversa após um clique duplo na Digital Crown. Há ainda o Siri Recap, para resumir os principais pontos de conversas, e integração com o Shazam para identificar músicas.

O Apple Watch Series 12 parte de US$ 399 (cerca de R$ 2.036), enquanto o Apple Watch Ultra 4 começa em US$ 799 (R$ 4.078) nos Estados Unidos. A pré-venda dos dois modelos começa nesta quarta-feira (9), com disponibilidade prevista para 18 de setembro de 2026. 

Ainda não temos datas para pré-venda ou disponibilização no Brasil, mas a Apple já revelou que o novo Apple Watch Ultra 4 terá preços a partir de R$ 10.499, enquanto Apple Watch Series 12 parte de R$ 5.499 com várias versões. Veja os preços para cada variante:

Configuração Preço inicial no Brasil
Apple Watch Series 12 Alumínio a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 Titânio a partir de R$ 9.299
Apple Watch Series 12 Cerâmica a partir de R$ 11.899
Apple Watch Series 12 42 mm a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 46 mm a partir de R$ 6.099
Apple Watch Series 12 GPS a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 GPS + Cellular a partir de R$ 6.799

Durante a apresentação, a Apple também anunciou a nova geração do iPhone e dos seus fones AirPods.

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