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Novo app da Caixa vem aí: confira visual, serviços e quem já pode testá-lo

A Caixa quer concentrar seus serviços bancários num único aplicativo: a nova plataforma traz novo visual, integra recursos do Caixa Tem, aumenta camadas de segurança e coloca ferramentas para simplificar pagamentos pelo celular. 

Os primeiros testes do app começaram em julho e a instituição ampliou o acesso ao Beta para mais contas durante o mês de agosto. Por enquanto, só é possível acessá-lo no Android sob o nome de “Novo App CAIXA” na Play Store.

“O projeto tem como objetivo reunir, em um único aplicativo, todos os produtos e serviços atualmente distribuídos entre os diversos aplicativos da CAIXA, oferecendo uma experiência mais simples, integrada, segura e personalizada”, informa a instituição em nota ao Canaltech.

Novo app Caixa

Quais recursos estão disponíveis no novo app da Caixa?

Uma das principais vantagens envolve a segurança da conta, com suporte para biometria facial, validação de presença, criptografia de ponta a ponta e mecanismos de prevenção contra fraudes. As medidas permitem usar o app sem a necessidade de ir a uma agência para validar o acesso, por exemplo.

A plataforma tem novo visual e simplifica pagamentos: a jornada do Pix tem menos etapas, enquanto há uma nova ferramenta para buscar boletos e mais soluções integradas ao Open Finance para importar dados de outras instituições. Outras funções básicas estão mantidas, como transferências, recarga de celular e gerenciamento de cartões.

A ferramenta deve funcionar como um “superapp” e incorporar recursos de outros aplicativos da Caixa, como o Caixa Tem. Será possível consultar benefícios como Bolsa Família, Seguro-Desemprego e Pé-de-Meia pelo novo software.

Novo app Caixa

 

Como vai funcionar a migração entre apps?

A Caixa Econômica Federal não tem uma data de lançamento da versão estável do novo app, mas espera levar todos os serviços digitais do seu ecossistema de aplicativos para a nova plataforma até o final deste ano.

O app padrão da Caixa e o Caixa Tem ainda continuam ativos durante a fase Beta e podem ser acessados normalmente. Confira alguns ajustes importantes para proteger os apps de banco no seu celular.

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Microsoft não segue Apple e descarta Liquid Glass no Windows 11; entenda por quê

O design Liquid Glass foi lançado pela Apple em 2025 e rapidamente se espalhou para outros aplicativos e interfaces. No entanto, um funcionário da Microsoft confirmou que a empresa não tem planos de adotar o visual transparente no Windows 11.

Perguntado sobre o tema, o diretor de design da Microsoft, March Rogers, respondeu que a Big Tech “não fará mudanças imediatas nas opções de transparência que já existem no Windows”.

Rogers explicou que todas as mudanças visuais de larga escala no sistema operacional passam por discussões sobre investimentos, usabilidade e acessibilidade para garantir uma experiência de alta qualidade. 

Além disso, a empresa fica de olho em projetos da comunidade, como a ferramenta de personalização Windhawk, que oferece um visual transparente nos moldes do Liquid Glass do macOS.

 

Windows já teve sua época com visual transparente

O efeito de vidro já virou parte da identidade da Apple, mas já foi usado pela Microsoft há décadas. Na primeira metade dos anos 2000, o estilo de design Windows Aero serviu como base para o Windows Vista e apostou nos efeitos transparentes.

O padrão foi mantido no Windows 7, de 2009, mas depois a Microsoft passou por um ponto de virada e adotou cores mais sólidas nos Windows 8 e 10. O Windows 11 ainda segue o mesmo estilo, porém possui mais elementos em 3D.

Atualmente, o sistema mantém alguns elementos transparentes e permite desabilitá-los na opção "Efeitos de transparência", dentro dos ajustes de acessibilidade nas configurações do PC.

Windows Vista

Microsoft quer aposentar telas “pré-históricas”

A MS trabalha em outro ajuste visual para o Windows: o fim de telas muito antigas e que preservavam o mesmo visual de antecessores, como o Windows 95.

O menu Executar já foi reformulado para atender ao padrão de design mais recente, enquanto outras mudanças devem surgir no Explorador de Arquivos. O objetivo é migrar toda a base do sistema para o WinUI 3, framework de design mais atualizado e que pode deixar o computador mais responsivo.

 

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Grok lança novo editor profissional de imagens que parece o Photoshop

O Grok lançou o Imagine Image 2.0, novo modelo de IA para gerar. O foco da novidade é melhorar a edição de imagens com ferramentas como uma “varinha mágica” para selecionar partes específicas da foto e atalhos rápidos para remover ou desfocar o fundo.

A nova versão já está disponível no site do Grok e no aplicativo da IA para Android e iOS. A desenvolvedora xAI destaca o uso profissional da ferramenta, com destaque para a habilidade de seguir instruções e manter a maior quantidade de detalhes.

Há uma série de modelos personalizáveis para criar edições rápidas, um novo recurso para mudar a proporção da imagem e adaptá-la a diferentes formatos (como feeds verticais e horizontais), além de ajustes rápidos para trocar a cor de um item ou manter o mesmo padrão de design entre imagens.

Grok edição imagens

Novo foco para o Grok

A atualização pode ser uma tentativa de reposicionar o Grok como uma ferramenta profissional e afastar o foco das discussões sobre deepfakes gerados pela IA. Desde o começo do ano, a plataforma é usada para criar imagens eróticas sem consentimentos e já rendeu investigações em diferentes países, incluindo o Brasil.

O Image 2.0 combina o poder conversacional dos geradores de imagens com recursos de edição rápida, o que pode ser útil para padronizar imagens da mesma marca ou criar novas versões de produtos, por exemplo. 

O Grok pode se tornar uma alternativa ao ChatGPT Images, modelo da OpenAI conhecido por manter detalhes entre edições e que lidera os testes de benchmark no segmento.

ChatGPT ganhou integração com Photoshop e outros apps

Por falar em ChatGPT, o assistente da OpenAI recentemente ganhou um novo plugin da Adobe com mais de 70 ferramentas de edição disponíveis. É possível acessar recursos de apps como Photoshop, Lightroom, Illustrator e InDesign para manipular imagens na janela de conversa.

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Decisão polêmica do X muda regras e pode deixar criadores sem pagamento

Má notícia para criadores de conteúdo brasileiros: o X (antigo Twitter) vai adotar um novo sistema de monetização e o Brasil não está na lista de países participantes. O programa de Partilha de Receitas será encerrado em setembro e substituído por outro sistema que privilegia publicações autênticas.

O novo recurso de faturamento vai se chamar Programa de Recompensas de Conteúdo Original e começa a receber inscrições a partir de 8 de setembro. De acordo com a empresa, o objetivo é “recompensar quem traz algo novo para o X”, como novas histórias, notícias urgentes e outras contribuições.

O programa terá novos requisitos, como uma assinatura do plano pago X Premium, mínimo de 18 anos de idade, pelo menos 500 seguidores verificados e pelo menos 500 mil impressões na linha do tempo de contas verificadas nos últimos 90 dias.

A mudança pode resolver um problema recorrente no X: a enxurrada de conteúdos repetidos ou copiados. Era comum que perfis verificados replicassem posts de outras pessoas ou forçassem interações em posts virais para aumentar o engajamento e, consequentemente, o faturamento.

Brasil de fora

A decisão surpreende por excluir o Brasil do Programa de Recompensas de Conteúdo Original. Ainda que alguns perfis nacionais cumpram os requisitos da monetização, o país não aparece na lista de regiões que poderão participar da novidade. 

O X ainda não revelou se haverá alguma novidade relacionada ao público brasileiro. 

X Twitter monetização Brasil

O que vai acontecer com o programa antigo?

O Programa de Partilha de Receitas será desativado no dia 7 de setembro e não aceita novas inscrições. A plataforma ainda fará três pagamentos até o final do serviço nos dias 14 de agosto, 28 de agosto e 11 de setembro.

O X (ou Twitter) completou 20 anos de história em 2026 — relembre alguns grandes momentos da rede social.

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