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Quando a LG vai vender TV 3.0? Nós conversamos com a marca para descobrir

12 July 2026 at 13:30

O avanço da TV 3.0 no Brasil desperta dúvidas entre os consumidores, principalmente sobre quando as primeiras Smart TVs compatíveis chegarão às lojas. Para entender os planos da LG para o país, o Canaltech conversou com a fabricante.

Segundo Diego Oliveira, gerente de Televisores da LG Brasil, a empresa ainda aguarda a definição do padrão definitivo da TV 3.0 antes de anunciar produtos compatíveis.

A fabricante afirma que o cenário regulatório ainda passa por mudanças e, por isso, considera prematuro divulgar cronogramas ou confirmar datas de lançamento.

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Oliveira também explicou que o Processo Produtivo Básico (PPB) para televisores com tela de cristal líquido ainda passa pela fase de publicação. Sem essa etapa concluída, a LG prefere aguardar as definições técnicas e legais para desenvolver aparelhos compatíveis com o novo padrão brasileiro.

Apesar disso, a empresa destaca que suas Smart TVs atuais já contam com recursos considerados fundamentais para a TV 3.0, como inteligência artificial, conectividade e integração com diferentes plataformas.

A LG enviou ao Canaltech o seguinte posicionamento oficial:

"No momento, a LG não possui modelos à venda no varejo compatíveis com a TV 3.0, uma vez que o padrão definitivo dessa nova tecnologia ainda está em fase de definição e implementação no Brasil. Como a fase de publicação do Processo Produtivo Básico (PPB) de televisor com tela de cristal líquido segue em andamento, qualquer anúncio sobre cronogramas ou sobre a disponibilidade de modelos compatíveis neste momento seria prematuro. No entanto, as Smart TVs da LG já são ricas em inteligência artificial, conectividade e capacidade de integração com plataformas, que são os pilares essenciais da TV 3.0."

O que é a TV 3.0

A TV 3.0 inaugura a próxima geração da televisão aberta brasileira e substituirá gradualmente o atual padrão digital.

A principal proposta da tecnologia é unir a transmissão tradicional com a conexão à internet para oferecer uma experiência semelhante à dos serviços de streaming, mas sem abrir mão do sinal gratuito.

Na prática, o usuário continuará assistindo à programação aberta normalmente, sem precisar trocar a TV. A conexão com a internet entra em cena apenas para liberar recursos adicionais, como participação em enquetes, escolha de diferentes ângulos de câmera durante eventos esportivos, compras diretamente pela televisão e outras funções interativas.

TV 3.0 promete revolucionar a transmissão de TV aberta no Brasil (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O novo padrão também eleva a qualidade das transmissões, com suporte a resolução 4K, áudio mais imersivo e novos serviços integrados. Entre eles está o envio de alertas automáticos da Defesa Civil para informar a população sobre enchentes, tempestades e outros eventos climáticos.

TV 3.0 ainda passa por ajustes antes da expansão nacional

A posição da LG acompanha o momento vivido pela própria TV 3.0 no Brasil. Embora as primeiras transmissões com o novo padrão já tenham começado, com 22 cidades recebendo o sinal já no lançamento da tecnologia, o governo federal ainda trabalha nos ajustes técnicos e regulatórios necessários antes de ampliar a tecnologia para todo o país.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que a TV 3.0 ainda passa por uma fase de adequações antes do lançamento oficial em escala nacional. A declaração aconteceu durante a apresentação do balanço do programa Brasil Digital, realizada na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Segundo o ministro, as dificuldades fazem parte do processo por se tratar de uma tecnologia inédita no Brasil. Embora as primeiras transmissões tenham começado em 11 de junho, durante a Copa do Mundo, apenas moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília têm acesso ao novo sinal.

Uma das principais críticas de quem já utiliza a tecnologia envolve o preço dos conversores. Equipamentos vendidos por empresas como Aquário e Intelbras custam mais de R$ 600, o que ainda limita o acesso de parte da população.

Questionado sobre medidas para tornar esses dispositivos mais acessíveis, Frederico de Siqueira Filho não apresentou detalhes sobre um eventual programa do governo para reduzir os preços dos aparelhos.

Mesmo assim, o ministro acredita que a TV 3.0 pode prolongar a relevância da televisão aberta diante do crescimento de plataformas como YouTube e serviços de streaming. Para isso, o governo aposta justamente nos recursos interativos incorporados ao novo padrão.

Além de assistir à programação ao vivo, os espectadores poderão escolher diferentes câmeras em transmissões esportivas, participar de enquetes e até realizar compras diretamente pela televisão.

A nova geração da TV aberta também oferece melhorias na qualidade de imagem e áudio, com suporte a conteúdo em 4K, além da integração de serviços públicos, como o envio de alertas da Defesa Civil diretamente para a tela do televisor.

Tecnologias semelhantes já existem em outros países. Coreia do Sul e Estados Unidos, por exemplo, utilizam padrões de televisão aberta com recursos interativos e qualidade de imagem avançada há alguns anos.

Leia a matéria no Canaltech.

Galaxy A37 x Jovi T1: qual celular básico vale mais a pena?

12 July 2026 at 12:30

O segmento de celulares básicos ganhou novos concorrentes nos últimos meses. A Samsung aposta no Galaxy A37 para oferecer um conjunto mais completo, enquanto o Jovi T1 tenta conquistar quem procura o máximo pelo menor preço.

Neste comparativo, analisamos os principais pontos de cada modelo para mostrar qual faz mais sentido para o seu perfil.

Acabamento e proteção

O Jovi T1 conta com certificação IP65 contra poeira e jatos d'água. A marca também utiliza um vidro de proteção com certificação SGS Five-Star Drop, embora não revele o nome comercial do material. A moldura e a traseira são de plástico.

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Galaxy A37 oferece mais resistência no dia-a-dia (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O Galaxy A37 sobe um degrau ao oferecer certificação IP68, que garante resistência inclusive à submersão em água. O aparelho utiliza Gorilla Glass Victus+ na tela e na traseira, enquanto as laterais também são feitas de plástico.

Na prática, o Galaxy A37 transmite uma sensação mais premium graças ao acabamento em vidro. Já o Jovi segue a receita tradicional dos intermediários de entrada, com construção em plástico. Além do visual mais refinado, o modelo da Samsung também oferece uma proteção mais completa contra acidentes com água.

Desempenho e tempo de suporte

O Jovi T1 vem equipado com o MediaTek Dimensity 7360 Turbo, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. No AnTuTu, o aparelho alcança 955.604 pontos gerais.

Jovi T1 garante um bom desempenho (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Já o Galaxy A37 utiliza o Exynos 1480 e aparece em versões com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento ou 8 GB de RAM e 256 GB. No mesmo benchmark, ele registrou 1.044.323 pontos com a combinação mais potente.

No uso diário, a diferença entre os dois é pequena. Ambos executam aplicativos com folga e mantêm boa fluidez nas tarefas mais comuns. A vantagem do Galaxy aparece principalmente nos testes sintéticos, o que indica uma margem maior de desempenho em cenários mais exigentes.

A Samsung também leva vantagem no suporte. O Galaxy A37 tem promessa de seis anos de atualizações do Android, enquanto o Jovi T1 chega a cinco anos.

Galaxy A37 mostra superioridade em benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Câmeras: equilíbrio, mas com vantagem para a Samsung

O Jovi T1 traz um sensor principal de 50 MP, uma câmera ultrawide de 8 MP e uma frontal de 32 MP.

O Galaxy A37 aposta em um conjunto com câmera principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e macro de 2 MP. Na frente, a câmera tem 12 MP.

Os dois gravam vídeos em 4K a 30 fps com as câmeras frontal e traseira. A qualidade agrada nos dois aparelhos, mas o Galaxy entrega estabilização ligeiramente melhor e vídeos mais fluidos.

A Samsung também leva vantagem no processamento de imagem. O HDR preserva mais detalhes nas áreas de sombra, enquanto o Jovi tende a escurecer essas regiões. Além disso, o sensor macro amplia as possibilidades de fotografia, mesmo que seu uso seja mais específico.

Veja exemplos de fotos feitas com o Galaxy A37:

Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy A37 - Teste de câmeras
Galaxy A37 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Veja exemplos de fotos feitas com o Jovi T1:

Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Jovi T1 - Teste de câmeras
Jovi T1 - Teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Bateria: o grande trunfo do Jovi

Aqui, o Jovi T1 abre vantagem. O aparelho utiliza uma bateria de silício-carbono com 6.500 mAh, tecnologia que permite maior densidade energética sem aumentar o tamanho do dispositivo. O Galaxy A37, por sua vez, utiliza uma bateria convencional de 5.000 mAh.

Jovi T1 tem larga vantagem em bateria (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

No teste padrão de reprodução contínua de vídeo por quatro horas, o Jovi consumiu apenas 14% da carga, o que dá uma estimativa de quase 28 horas de autonomia. O Galaxy gastou 25% no mesmo cenário, com projeção de cerca de 16 horas.

Na prática, com uso no dia-a-dia, o Jovi passa um dia e meio de uso sem dificuldade e pode chegar a dois dias nas mãos de usuários moderados. Já o Galaxy normalmente chega a um dia, e dificilmente passa disso com um uso mais intenso. 

Qual é a melhor compra?

No varejo, o Jovi T1 tem preço sugerido de R$ 1.900 em sua única versão, com 256 GB de armazenamento. O Galaxy A37 já aparece em ofertas por cerca de R$ 2.100 na versão com 8 GB de RAM e 256 GB.

O Jovi T1 faz mais sentido para quem prioriza autonomia e quer gastar menos. A bateria muito acima da média é seu principal diferencial e ajuda a justificar a compra.

Já o Galaxy A37 justifica o valor extra para quem busca um conjunto mais equilibrado. O aparelho oferece acabamento mais refinado, proteção superior contra água, câmeras melhores e um período maior de atualizações.

Se a prioridade for passar mais tempo longe da tomada, o Jovi T1 é a melhor escolha. Mas, se você valoriza fotografia, durabilidade e pretende ficar vários anos com o mesmo celular, o Galaxy A37 entrega um pacote mais completo. 

Antes de fechar a compra, vale acompanhar as promoções no WhatsApp do CT Ofertas para encontrar o menor preço.

Vale lembrar que nós já testamos o Galaxy A37 de forma completa, e também fizemos a análise das câmeras do Jovi T1. O teste de bateria do celular chinês mostrou uma boa autonomia no dia-a-dia. 

Leia a matéria no Canaltech.

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