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10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez

2 August 2026 at 14:11

Nos anos 1990 e durante uma parte dos anos 2000, as locadoras eram o principal refúgio para quem buscava jogos de Super Nintendo e Mega Drive. Para muitos fãs de videogames, ir ao estabelecimento aos sábados de manhã beirava o “religioso”.

Ainda que nenhum deles tivesse todos os cartuchos desses videogames, alguns faziam muito mais sucesso que outros e sempre apareciam para quem chegava cedo ou via um momento de sorte. 

Dito isso, uma lista seleta de títulos do SNES sempre era procurada pelos corredores. Aqueles dos quais você se lembra até da capa, de tanto segurá-los em suas mãos ou ver seus amigos locarem para aquele fim de semana “multiplayer”.

Para ajudar você a se lembrar deles, hoje o Canaltech lista 10 jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez.

10. Chrono Trigger

Um dos maiores JRPGs de uma geração, Chrono Trigger (1995) era uma experiência ampla e repleta de camadas, considerado como uma verdadeira obra-prima. Além disso, vê-lo nas locadoras foi o contato de muitos com o gênero.

Como não é um título “curto”, muitos ainda tentavam alugá-lo múltiplas vezes para conseguir avançar mais rápido na aventura e ver a sua conclusão em um fim de semana. Porém, com ao menos 23 horas de aventura, muitas crianças só viram o encerramento anos depois. 

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9. Mortal Kombat 3

Sem tantas opções mainstream de luta como vemos hoje, Mortal Kombat 3 (1995) se destacava pela agressividade, pelos movimentos elaborados e por trazer sangue de verdade — diferente da primeira versão, que teve a sua cor censurada.

Seja para jogar com aquele primo que não saía da sua casa, seja para se divertir nas torres e modo arcade, não é à toa que ele foi um dos jogos de Super Nintendo que todo mundo alugou ao menos uma vez — já que garantia horas de diversão, de várias formas distintas.

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8. Mega Man X

No início dos anos 1990, Mega Man já era muito conhecido entre os gamers e Mega Man X (1993) chegou com uma abordagem inédita: com uma história mais madura, personagens estilizados como os animes e ação desenfreada durante o gameplay.

Quem não se lembra de anotar os códigos, tentar encontrar as partes da armadura de X e fazer uma verdadeira “speedrun” para derrotar Sigma que atire a primeira pedra. Um clássico, ele fez parte da vida de muitos fãs e continua vivo no coração desses.

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7. Goof Troop

Produzido por Shinji Mikami, pai da franquia Resident Evil, Goof Troop (1992) era o verdadeiro It Takes Two (2021) daquela geração. Pateta e Max tinham de se ajudar para vencer os desafios, enquanto completavam dezenas de quebra-cabeças.

Inspirado nos desenhos animados da Disney, o título foi um verdadeiro sucesso — tanto por incentivar o trabalho em equipe (em vez da disputa direta, como os outros), quanto por ser incrivelmente divertido. 

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6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

O beat ‘em up  Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (1991) permitia escolher entre um dos quatro irmãos quelônios para impedir a ameaça do Destruidor. Durante a aventura, você tinha de derrubar o exército do Clã do Pé e vários chefões.

Com fases que mudavam a ambientação, estágios nos quais era permitido surfar nos esgotos e soluções criativas para o gênero, Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo viram nele o ápice de sua presença nos videogames. 

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5. Top Gear

Quando se fala em Top Gear (1992), é impossível não se lembrar do Super Nintendo, das locadoras, sua trilha sonora que marcou toda uma geração e a intensidade das corridas que conquistava os jogadores.

Com diversos veículos para escolher, power-ups e desafios, ele era a escolha favorita de muita gente que ama velocidade. Mesmo que tenha alguns que prefiram Top Gear 3000 (1995), o importante era curtir a diversão solo ou com amigos.

4. Donkey Kong Country

Donkey Kong Country (1994) representou o ápice gráfico do SNES e era o queridinho de muitos nas locadoras. Enquanto Mario era visto como “jogo de criança”, o gorila da Nintendo representava algo mais “descolado” e cheio de atitude.

Você podia controlar o próprio DK e Diddy Kong, explorar várias fases, passar pelos trechos com o carrinho de mineração e encarar muitos inimigos em busca das bananas. Mesmo que prefira o segundo ou o terceiro, o que vale é o entretenimento na franquia.

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3. Super Mario Kart

Em Super Mario Kart (1992), você tinha uma verdadeira central de diversão. Quem alugou a fita para Super Nintendo lembra que era possível correr em diversas pistas, disputar com amigos e até encarar todos em um “battle royale” completo.

Apreciado pela tecnologia do Mode 7, por apresentar todo um conceito que até então era inédito para os jogos do gênero e abrir toda uma nova vertente para outros mascotes (Sonic, Crash e outros a seguem até hoje), ele impressionava e muitas vezes era até disputado nesses estabelecimentos.

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2. Street Fighter II 

Apesar da fama de MK, Street Fighter II (1992) marcou muito mais os jogadores do SNES. No papel de um lutador, você viajava o mundo para enfrentar diversos outros no meio das ruas para ter a chance de encarar M. Bison e a organização Shadaloo.

Muitos até podiam curti-lo sozinhos, mas era um dos títulos mais esperados para disputar com os colegas e ver quem seria o melhor — e com qual personagem, é importante lembrar. Ele marcou uma geração e se tornou um dos principais games de luta de todos os tempos.

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1. International Superstar Soccer Deluxe

O Brasil é o país do futebol e só tinha um jogo que sintetizava isso para os fãs com um Super Nintendo: International Superstar Soccer Deluxe (1995). A Konami trazia seleções, times, códigos para cheats dentro do jogo e muito entretenimento entre os jogadores.

Muitos o pegavam várias vezes nas locadoras, para treinar e para poder chamar a galera em casa e fazer o emblemático “campeonatinho”. Pode não ter sido a sua preferência, mas era de alguém próximo e esse cartucho sempre parava na sua casa de algum modo. 

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Jogos mais alugados de Super Nintendo

A popularidade das locadoras chegou ao fim, mas sua cultura permanece no coração de muitos — mais de 30 anos depois de seu ápice. Era o local no qual fãs com um Super Nintendo se reuniam, trocavam dicas e formavam conexões que às vezes duravam poucos minutos, mas que trouxeram experiências incríveis.

Ainda que alugar cartuchos como The Legend of Zelda: A Link to the Past, Disney’s Magical Quest, Contra III: The Alien Wars, Super Metroid, Super Castlevania IV e dezenas de outros fosse comum, alguns títulos ficaram gravados na memória de todo mundo. São eles:

  1. International Superstar Soccer Deluxe

  2. Street Fighter II

  3. Super Mario Kart

  4. Donkey Kong Country

  5. Top Gear

  6. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

  7. Goof Troop

  8. Mega Man X

  9. Mortal Kombat 3

  10. Chrono Trigger

Bateu saudade desta época? Você também pode conferir qual levou a melhor entre Mega Drive ou Super Nintendo: qual foi o mais popular no Brasil nos anos 1990. Também foi ali que surgiu o polêmico sistema de classificação etária nos jogos (com muita confusão e disputa entre as grandes companhias). 

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10 piores jogos lançados para o Atari 2600

1 August 2026 at 18:33

O Atari 2600 trouxe muitas pérolas e foi extremamente popular durante os anos 1980, mas ainda assim teve jogos horríveis que foram falhas comerciais gigantescas.

É importante lembrar que o console, apesar de ser um sucesso indiscutível, provocou a primeira grande ruptura no mercado de videogames já registrada.

Porém, você conhece quais foram os títulos mais odiados daquela época? Daqueles que você jogava uma vez ou duas no máximo e não queria mais tocar no cartucho?

Nós do Canaltech reunimos os 10 piores jogos lançados para o Atari 2600, que hoje seriam inaceitáveis dentro da indústria.

10. E.T. The Extra Terrestrial

Item obrigatório em qualquer lista que se digna a mostrar o que há de terrível na plataforma. E.T. The Extra Terrestrial (1982) foi uma verdadeira tragédia em formato de jogo.

A adaptação foi feita em poucas semanas, com um gameplay desastroso e pouca criatividade. O projeto foi tão ruim que afundou a Atari e levou seus cartuchos a serem enterrados no deserto do Novo México. 

9. Sssnake

O Sssnake (1982) pega inspiração em Centipede para sua jogabilidade, mas a sua execução consegue estragar toda a experiência para quem acredita que terá uma dinâmica similar.

Você controla um bloco que deve atirar em cobras e monstros que transitam pelo cenário. Contudo, muitos deles se movimentam bem mais rápido do que você pode se mover, o que deixou muitos jogadores frustrados.

8. Flag Capture

Por falar nos piores jogos lançados para o Atari 2600, Flag Capture (1978) traz uma proposta completamente diferenciada: você tinha de encontrar bandeiras, de acordo com as pistas que eram apresentadas.

Além de trazer dicas terríveis, existiam bombas espalhadas pelo cenário e um modo que fazia seu objetivo se mover — ou seja, você tinha de apertar o botão quadrado por quadrado para encontrá-la. Chatíssimo. 

7. Custer’s Revenge

Não vamos mencionar a parte polêmica de Custer’s Revenge (1982), mas é importante lembrar que seu gameplay também era uma verdadeira abominação.

Para chegar na vítima, você tinha de desviar de flechas e pular sobre cactos. Porém, só podia se movimentar para as laterais — o que gerava bastante inconveniência e tornou o título mais infame do que ele já era.

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6. Dishaster

Em Dishaster (1983), você controla uma jovem no Atari 2600 e seu trabalho é equilibrar pratos em hastes. Porém, apesar de a proposta ser interessante, na prática ela é monótona e sem graça.

Não há trilha sonora, detalhes no fundo, os discos não se equilibram adequadamente e tudo costuma acabar rápido demais. Ou seja, não há tempo nem para começar a se divertir.

5. Mr. Do’s Castle

Quando se fala nos piores jogos lançados para o Atari 2600, Mr. Do’s Castle (1984) entra como um dos ports mais tenebrosos daquela plataforma.

Ele veio direto dos arcades, mas diferentemente do original, você tem uma caixa de colisão incompreensível e o título sofre com diversos bugs: como o desaparecimento do personagem principal enquanto sobe as escadas.

4. Star Ship

Ainda que os títulos do console costumassem ser simples, Star Ship (1977) atingia outro nível de facilidade. Na aventura, você controlava uma nave para cima e para baixo e atirava. Fim.

Existiam inimigos que não traziam desafio algum, assim como objetos para se desviar no cenário, mas o objetivo era chegar do ponto A ao ponto B antes da contagem regressiva acabar e pronto.

3. Pac-Man

Um dos maiores sucessos dos fliperamas, Pac-Man (1982) mostrou como não se portar um jogo para o Atari 2600. Ele tinha o visual diferente, os elementos da tela também não eram os mesmos dos arcades e parte do encanto se perdeu na versão.

Nem mesmo os icônicos fantasmas foram poupados e não tinham metade do carisma visto nas máquinas originais. Miraram no maior título daquela época, acertaram em uma memória ruim.

2. Karate

Karate (1982) é uma verdadeira decepção em forma de jogo, já que ele mostra lutas que seriam incríveis se elas existissem. Você chuta, dá socos, mas nunca atinge o seu inimigo na tela.

Você tem de acompanhar se vence ou não as disputas pelo sistema de pontuação que fica na parte superior da interface, já que é impossível saber quem acertou o golpe apenas pelos sprites pixelados.

1. Fire Fly

Considerado um dos piores jogos de todos os tempos, Fire Fly (1983) é um conjunto de erros: do gameplay, trilha sonora, visuais e narrativa confusa, ele tentou ser coisas demais e não chegou a lugar algum.

Você está em um planeta alienígena, enfrenta diversos insetos e sua nave é uma borboleta. Seu objetivo nisso é salvar uma fada, inclusive. Sem nada que atraísse os jogadores, ele se tornou uma verdadeira bomba na época.

Piores jogos do Atari 2600

Como se a lista não fosse suficiente, diversos outros poderiam ser mencionados — como é o caso de Sneak ‘n Peek, Racquetball, King Kong e diversos outros, inclusive alguns feitos por desenvolvedores de renome nos anos 1980.

Porém, ao contrário dos 10 melhores jogos do Atari 2600, você verá entre os piores jogos lançados para o console:

  1. Fire Fly

  2. Karate

  3. Pac-Man

  4. Star Ship

  5. Mr. Do’s Castle

  6. Dishaster

  7. Custer’s Revenge

  8. Flag Capture

  9. Sssnake

  10. E.T. The Extra Terrestrial

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10 fusões mais poderosas em Dragon Ball

1 August 2026 at 15:30

Dragon Ball construiu um verdadeiro universo ao seu redor, marcado por seres extremamente poderosos e embates que se tornaram emblemáticos para milhões de fãs mundo afora.

Porém, quando uma ameaça aparece de verdade nessa aventura, eles se veem obrigados a usar uma técnica secreta que combina o poder de dois guerreiros em um só: a fusão.

Com misturas potentes, elas mudam a maré da batalha e podem decidir uma vitória. Ainda assim, nem todas são dignas de nota e só algumas valem a pena destacar na saga.

Dito isso, hoje o Canaltech lista as 10 fusões mais poderosas em Dragon Ball — de DBZ até os spin-offs, com GT e Super nesta seleção.

10. Kibitoshin

O Supremo Senhor Kaioh e seu ajudante, Kibito, se uniram com os brincos Potara para encarar os perigos de Majin Buu. Kibitoshin é uma existência divina e poderosa, mas que não ofereceu nenhum momento memorável dentro dos mangás e da animação.

Apesar da fusão neste método ser vitalícia, os dois conseguiram desfazê-la durante o arco de Dragon Ball Super — logo, é impossível determinar a força que ela carrega e se ela será vista novamente em alguma batalha no futuro.

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9. Piccolo

Após a derrota como vilão em Dragon Ball, Piccolo retorna como um dos grandes aliados de Goku para proteger a Terra. Contudo, ele sabe que seu Ki não é o suficiente para vencer os Saiyajin e Freeza, então decide aumentar sua capacidade com a fusão. 

Na saga do Namekusei, ele primeiro se funde a Nail — um guerreiro que intensifica o poder do herói e o torna uma grande ameaça em combate. Depois, faz as pazes com Kami-Sama e o absorve, o que o torna quase imbatível naquele arco.

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8. Aka

Em um OVA que celebra os 40 anos da Weekly Shonen Jump, Goku e seus amigos encaram a dupla Abo e Kado — dois remanescentes das forças de Freeza. Durante a trama do especial, eles se unem e formam o vilão Aka.

Ele chega a enfrentar Gotenks, que não se transforma em Super Saiyajin (SSJ) 3, mas é interrompido por Goku. Apesar de não ser uma fusão marcante e ter sido derrotada facilmente pelo maior Guerreiro Z de todos os tempos, ela é canônica e merece seu lugar no ranking.

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7. Gotenks

Para encarar a ameaça de Majin Buu, Goten e Trunks decidem tentar a técnica secreta da Dança da Fusão para unir forças e derrotar o vilão. Após algumas tentativas fracassadas, os dois aperfeiçoam a habilidade e se tornam o guerreiro divertido Gotenks.

Mesmo que sua existência seja apenas pelo período de 30 minutos, ele mostrou uma força sem igual, superando de longe suas versões isoladas e se igualando até mesmo a Goku como SSJ3 — um dos maiores momentos da saga final de Dragon Ball Z.

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6. Uub

Ainda que muitos não considerem Dragon Ball GT canônico, ele segue no coração dos fãs com um grande carinho. Na saga, vemos Uub (reencarnação do Kid Buu) como um forte guerreiro e um dos principais candidatos a herdar o posto de Goku como o grande herói do futuro da humanidade.

Para derrubar Baby Vegeta, ele usa a fusão para se unir ao Majin Buu “bom” — o que não muda a sua aparência, mas intensifica bastante seus poderes. Na batalha contra o vilão, inclusive, ele dispara um “Chocolate Kamehameha”, união das habilidades de seu mestre e daquele que lhe deu origem. 

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5. Gogeta SSJ4

Por falar em Dragon Ball GT, é impossível falar em fusão e não mencionar a presença de Gogeta SSJ4 no embate contra Omega Sheng-Long. Para muitos, este foi o ápice de toda a escala de Ki de toda a franquia e isso só foi mexido novamente há alguns anos.

Quando Goku e Vegeta alcançam o nível de SSJ4, mas não conseguem derrubar o grande vilão, eles se unem como uma medida desesperada para vencer a batalha e salvar a humanidade. 

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4. Vegetto

Com os brincos Potara, Goku e Vegeta também se juntam para enfrentar Buu e a fusão resulta em Vegetto, um dos guerreiros mais poderosos de toda a história de Dragon Ball. Não é para menos que ele dominou o combate contra o grande vilão.

Porém, para resgatar Gohan, Gotenks, Piccolo e Tenshinhan de dentro do inimigo, o guerreiro se deixou absorver. No “estômago” da criatura, a fusão se desfez por completo. Ele só voltaria a aparecer muito depois, em DB Super como SSJ God SSJ.

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3. Kefla

Durante o Torneio do Poder, em Dragon Ball Super, vemos Kale e Caulifa lutarem a favor do Universo 6. As guerreiras Saiyajin, ao ver que poderiam ser derrotadas, se unem e formam Kefla: que possui ao seu favor a força do Lendário Super Saiyajin, já que Kale é a contraparte de Broly no multiverso.

Ainda que possuísse um imenso potencial — chegando a lutar de igual para igual com Jiren e com Goku na forma Ultra Instinto —, a fusão exigia um treinamento maior e as duas personagens não conseguiram mantê-la durante a competição.

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2. Fusão Zamasu

Quando a união de Zamasu com Goku (que gerou o Goku Black) não conseguiu mais dar conta de enfrentar o herói, Vegeta e Trunks, ele resolveu se fundir com a sua versão do futuro — o que resultou no chamado Fusão Zamasu, que tem a energia de um deus da destruição.

O guerreiro apocalíptico quase venceu os heróis, mas teve de lidar diretamente com Vegetto. O retorno desta versão estava em um nível elevado de poder, com a capacidade do SSJ God SSJ — porém, foi derrotado apenas por Zeno. 

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1. Gogeta SSJ God SSJ (“Azul”)

Quando Broly e seu exército ameaçaram a Terra, ficou clara a diferença de poderes entre o Lendário Super Saiyajin e os demais. Mesmo com habilidades acima da expectativa, Goku e Vegeta não conseguiram dar conta do brutal guerreiro.

Para vencê-lo, tiveram de apelar para a fusão de Gogeta SSJ God SSJ — que conseguiu bater de frente com a ameaça. Ainda que Vegetto seja o favorito de muitos e não teve oportunidades de mostrar a que veio, essa versão inegavelmente recebeu toda a atenção e brilhou em seu lugar. 

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As fusões mais poderosas de Dragon Ball

Como a saga nunca acabou oficialmente, é possível que os roteiristas consigam trabalhar novas fusões ou até reforçar as atuais — com uma nova escala de poder e que ganhem mais tempo de tela para mostrar seu verdadeiro potencial.

Porém, entre as fusões mais poderosas em Dragon Ball, temos:

  1. Gogeta SSJ God SSJ (“Azul”)

  2. Fusão Zamasu

  3. Kefla

  4. Vegetto

  5. Gogeta SSJ4

  6. Uub

  7. Gotenks

  8. Aka

  9. Piccolo

  10. Kibitoshin

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12 maiores casos de propaganda enganosa da indústria dos jogos

1 August 2026 at 14:31

A indústria dos jogos é feita de encanto e grandes promessas, com expectativas altas para que uma experiência cumpra tudo aquilo que foi dito e mostrado.

Contudo, isso muitas vezes se torna um verdadeiro tiro no pé. Afinal de contas, dá para trazer toda a magia que traduza as palavras e vídeos em uma aventura incrível?

Algumas vezes, isso é possível. Em outras, se torna uma grande mentira que deixa milhares (às vezes, milhões) de jogadores amargurados com grandes franquias e produtoras.

Veja 12 dos maiores casos de propaganda enganosa dos jogos, que passaram bem longe de honrar com as palavras que foram ditas.

12. Loot boxes em Star Wars Battlefront II

Após dividir a comunidade em Star Wars Battlefront (2015), a Electronic Arts jurou de pés juntos que consertaria a falta de conteúdo vista na experiência na sua sequência. A ideia era trazer um game recheado em Star Wars Battlefront II (2017), sem cobrar DLCs. 

Porém, o sistema agressivo de loot boxes caiu como uma verdadeira bomba na comunidade: alguns itens, como personagens, só podiam ser obtidos após 40 horas de grinding intenso (ou o gasto excessivo em microtransações). A situação ficou tão fora de controle que a Disney precisou intervir. 

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11. Downgrade inexplicável

Já viu aquele trailer maravilhoso para, no final, ter uma experiência bem diferente daquilo que prometeram? Isso acontece de vez em quando, mas nenhum que tenha se equiparado a casos como de Alien: Colonial Marines (2013) e Watch Dogs (2014).

Além de desapontarem o público com seus gráficos diferentes daquilo que foi garantido em trailers, ambos tinham diversos problemas de desempenho que impactaram o público. No fim, a SEGA e a Ubisoft conseguiram se redimir com os fãs, mas foram os maiores exemplos de propaganda enganosa nos jogos. 

10. Foco no PlayStation 5? Não é bem assim

Antes do PS5 chegar em 2020, o antigo CEO da marca, Jim Ryan, prometeu que o videogame estaria repleto de exclusivos e não replicaria a abordagem “cross-gen” vista na concorrência. Na prática, vimos mais do mesmo na plataforma da Sony.

Horizon Forbidden West (2022) God of War Ragnarök (2023), Marvel’s Spider-Man: Miles Morales (2020), Gran Turismo 7 (2022) e outros foram disponibilizados no console atual e no PS4 — o que fez muita gente se sentir traída por “correr” para comprar o console mais recente. 

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9. Fable passou longe do que foi prometido

O desenvolvedor Peter Molyneux sempre foi conhecido por prometer o impossível, mas em Fable (2004) ele foi além e garantiu que os jogadores veriam um RPG vivo, dinâmico e que teria uma passagem de tempo similar à vista no mundo real.

No fim, era mais uma propaganda enganosa da indústria dos jogos. Linear, o título passava distante do simulador de vida que foi declarado pelo time de produção e sequer era possível “plantar uma semente e vê-la crescer” com o passar dos anos. 

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8. Multiplayer ilusório de No Man’s Sky

O estúdio independente Hello Games prometeu o universo (literalmente, nesse caso) com No Man’s Sky (2016), que traria entre uma das suas principais funções o multiplayer online. Os criadores já afirmavam que seria difícil encontrar jogadores pela amplitude, mas desde quando o público não aceitaria o desafio, não é?

No lançamento, dois streamers combinaram de ir para o exato mesmo planeta e se encontrarem na mesma coordenada. Mesmo com os dois no mesmo lugar, não conseguiam se ver. Na prática, ele não tinha modo online — que chegou anos depois, mas que deixou muitos fãs irados com a desenvolvedora por muito tempo.

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7. SimCity não funciona offline

Quando a EA decidiu retomar SimCity (2013), um dos aspectos que mais deixou o público curioso era a obrigatoriedade de estar conectado o tempo todo. A produtora revelou que era assim por causa do peso da simulação, tão “complexa” que offline não seria possível administrar o game.

A propaganda enganosa do jogo caiu no dia do lançamento, no momento em que os servidores caíram. Modders, ao alterar uma linha de código, provaram que o título rodava perfeitamente sem conexão e descobriram que a obrigação era para o sistema antipirataria (DRM) funcionar. 

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6. Zelda exclusivo no Wii U não existiu

Toda geração de consoles Nintendo recebeu um grande jogo da franquia The Legend of Zelda, desde o NES. Quando The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017) foi anunciado em 2014, foi para mostrar que o Wii U ainda tinha forças e receberia a aventura de Link como o grande chamariz da geração.

Após ser adiado diversas vezes, ele virou na verdade o maior atrativo do Switch — console híbrido que veio na sequência. Ainda que a Big N tenha cumprido a promessa de liberar a aventura no antecessor, muitos que compraram o videogame apenas na expectativa de tê-lo apenas ali se sentiram traídos. 

5. Modo história (PvE) em Overwatch 2

Após o imenso sucesso que Overwatch (2016) fez, a Blizzard começou a trabalhar em Overwatch 2 (2023) e prometeu muitas coisas ao longo dos anos. A justificativa para o novo projeto seria a inclusão do PvE cooperativo com uma história inédita que envolvesse os seus heróis.

Os constantes atrasos e adiamentos obrigaram o time de desenvolvimento a abrir mão desta modalidade, que caiu como uma bomba para o público. No fim das contas, a produtora queria apenas mudar o modelo de monetização (para incluir os Passes de Temporada) e reduzir o número de jogadores em partidas. 

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4. Cyberpunk 2077 no PS4 e XBOX One

A CD Projekt Red prometeu o mundo em Cyberpunk 2077 (2020), com a afirmação de que eles rodariam perfeitamente em plataformas como o PS4 e XBOX One — mesmo com uma nova geração de consoles já presentes no mercado.

Porém, o problema já estava nos reviews: eles mandaram para análise apenas as versões de PC. Na sua chegada, o título estava injogável nos videogames de 2013 e sofreu diversas ações para proteger o consumidor. A Sony, por exemplo, o removeu das lojas digitais e ofereceu reembolso. 

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3. Kinect obrigatório

Na chegada do XBOX One em 2013, um dos fatores que mais afastava o consumidor era seu preço. Porém, a justificativa é de que ele tinha de ser acompanhado pelo Kinect — seu sensor de movimentos. A Microsoft afirmava que ele era uma parte essencial de como o público jogaria no console naquela geração.

Com vendas em queda, a companhia atualizou o sistema para não exigir mais o acessório e o tirou das caixas. Assim, seu preço foi reduzido e ele voltou a vender de forma mais saudável. O desuso do Kinect veio logo depois, o que deixou muita gente que tinha comprado o periférico na mão e com um grande peso de papel.

2. Fallout 76 e sua famosa “bolsa de lona”

A Bethesda também tem sua cota de propaganda enganosa na indústria de jogos, principalmente com a chegada de Fallout 76 (2018). Foi prometido aos jogadores que eles receberiam uma bolsa de lona com a Edição de Colecionador, com resistência e temática militar.

Na prática, apenas influenciadores e pessoas selecionadas ganharam esse item em um evento. Quem a comprou por US$ 200 recebeu em casa uma sacola de nylon que mais parecia um saco de lixo. A companhia até tentou alegar sobre a “escassez de materiais”, mas a desculpa não colou. 

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1. PlayStation: “como você empresta e compartilha jogos?”

Quando o XBOX One foi anunciado em 2013, com restrição online e com jogos “presos” no sistema dos jogadores, a Sony Interactive Entertainment foi brincar com a situação e gravou um vídeo para mostrar como o usuário podia emprestar e compartilhar seus games no PS4. 

O tom bem-humorado marcou a época e mostrou uma superioridade do PlayStation. Como o mundo não gira, ele capota: hoje a companhia digital ameaça a produção de discos e todos os seus títulos serão vendidos pela PS Store — que impede de emprestar e compartilhar, veja só. Propaganda enganosa total. 

Não caia em golpe nos jogos

Ainda que veja essa seleção com 12 promessas descumpridas, existem várias outras histórias — como Silent Hills com Hideo Kojima, uma nova era para Final Fantasy com “Versus XIII”, a falsa campanha de Halo 5: Guardians e vários outros.

Para não cair em propaganda enganosa, é importante que nunca bote a mão no fogo por declarações e promessas. Pode ser um trailer, uma mensagem nas redes sociais e o que for: só há garantia de algo certo quando ele já está disponível. Entre os maiores golpes na indústria dos jogos, você já viu:

  1. PlayStation: “como você empresta e compartilha jogos?”

  2. Fallout 76 e sua famosa “bolsa de lona”

  3. Kinect obrigatório

  4. Cyberpunk 2077 no PS4 e XBOX One

  5. Modo história (PvE) em Overwatch 2

  6. Zelda exclusivo no Wii U não existiu

  7. SimCity não funciona offline

  8. Multiplayer ilusório de No Man’s Sky

  9. Fable passou longe do que foi prometido

  10. Foco no PlayStation 5? Não é bem assim

  11. Downgrade inexplicável

  12. Loot boxes em Star Wars Battlefront II

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Marvel Tokon, Metal Gear Solid e os lançamentos de jogos de agosto de 2026

1 August 2026 at 11:33

Apesar de setembro ser um mês bizarro para os videogames, ainda estamos em agosto e há dezenas de jogos bons que serão lançados nesse período. 

Para mencionar alguns, nas próximas semanas veremos Marvel Tokon: Fighting Souls e Beast of Reincarnation — que prometem surpreender os jogadores em diversas plataformas.

Contudo, o mês também contará com muitos soulslikes, RPGs táticos, jogo que estava preso a uma plataforma há décadas e experiências de tirar o fôlego. Prepare a carteira e coloque os controles para recarregar. 

Confira os maiores lançamentos de agosto de 2026 nos jogos, assim como o calendário completo de estreias no mês.

6. Mortal Shell II

Sequência direta do soulslike que impactou milhares de jogadores, Mortal Shell II te colocará para enfrentar um verdadeiro panteão de deuses falsos.

Segundo as prévias e descrições, seu combate será ainda mais ágil do que o antecessor, assim como o sistema de armas complexo se destaca entre as novidades.

Na aventura, você terá de explorar o mundo aberto com cautela — já que cada oponente pode te derrubar definitivamente. Porém, há uma vantagem: seu personagem pode possuir o corpo dos guerreiros caídos ao redor de todo o cenário.

Você se preparou para libertar o mundo devastado de Mortal Shell 2? Ele chegará ao PS5, XBOX Series e PCs em 20 de agosto de 2026.

5. Star Wars Zero Company

Star Wars Zero Company, a nova história que se passa em uma galáxia muito, muito distante, colocará você na liderança de um esquadrão de elite de stormtroopers.

O RPG tático permitirá controlar os soldados durante os eventos que encerram as Guerras Clônicas da saga, com o apoio de Jedi e contra várias ameaças espalhadas universo afora.

Seu objetivo na jornada é impedir um grande mal de surgir, o que desequilibraria por completo o poder da República e da ordem que todos conhecem da franquia. 

Mantenha a estratégia afiada e escolha cada passo sabiamente em Star Wars Zero Company, que será lançado para o PS5, XBOX Series e PCs no dia 27 de agosto de 2026.

4. Metal Gear Solid: Master Collection Vol.2

A espera acabou! Após mais de uma década preso no PS3, os jogadores finalmente poderão aproveitar Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots em consoles mais atuais.

A coletânea Metal Gear Solid: Master Collection Vol.2 permitirá experimentar a aventura ao lado de outros clássicos, como MGS: Peace Walker — emblemático título lançado para o PSP no passado.

Estas aventuras serão acompanhadas de alguns bônus, que complementarão a sua jornada pelo cenário geopolítico e stealth concebido pela mente de Hideo Kojima.

Além dos dois emblemáticos games, a reunião também aproveita para trazer de volta Metal Gear Ghost Babel — jogo lançado para o Game Boy Color em 2000. Na prática, só “pedrada”.

Metal Gear Solid: Master Collection Vol.2 poderá ser jogado no PS5, XBOX Series, Nintendo Switch, Switch 2 e PCs a partir de 27 de agosto de 2026. 

3. Hell Let Loose: Vietnam

Enquanto aguarda por um novo Call of Duty, a Team17 foi mais veloz e trouxe Hell Let Loose: Vietnam — seu mais novo game de tiro, baseado no conflito que mudou a história dos Estados Unidos.

A promessa é que seu modo multiplayer seja um verdadeiro cenário de guerra, com disputas de 50v50 em diversos mapas recriados a partir dos terrenos reais.

Na experiência, você estará na pele de um soldado que mergulhará na Guerra do Vietnã — que durou 20 anos e moldou toda uma geração ao redor do planeta.

Se você curtiu o game que antecede este ou está de olho no fator histórico, Hell Let Loose: Vietnam é o que buscava. Ele chegará em 13 de agosto de 2026 no PS5, XBOX Series e computadores.

2. Beast of Reincarnation 

Há alguns anos a Game Freak, estúdio que criou Pokémon, tenta emplacar novas franquias. Sua mais nova aposta nesta frente é Beast of Reincarnation, um RPG de ação e estratégia.

Ao lado de uma criatura mística e em um futuro distópico, você deverá explorar o mapa em busca de algo que possa impedir o ressurgimento da fera da reencarnação.

Repleta de mistérios e de elementos mitológicos, a promessa é que veremos uma jornada emblemática — que pode, finalmente, provar o talento da desenvolvedora. 

De forma curiosa, Beast of Reincarnation não será lançado em um console Nintendo. Ele estará disponível apenas no PS5, XBOX Series e PCs no dia 4 de agosto de 2026 e será um “Day One” na assinatura do Game Pass.

1. Marvel Tokon: Fighting Souls

Seja para quem sente falta de Marvel vs. Capcom, seja para quem já embarcou no universo dos super-heróis de cabeça, Marvel Tokon: Fighting Souls é o jogo de luta que promete abalar os milhões de fãs do universo das HQs.

Com diversos personagens do Aranhaverso, X-Men, Vingadores, Guardiões da Galáxia, Campeões e de outros núcleos, teremos um grande embate de 3v3 para curtir no offline ou nas disputas multiplayer.

Produzido pela Arc System Works, mesmo estúdio de Guilty Gear e por adaptações como Dragon Ball FighterZ e Persona 4 Arena, a ideia é ser um dos grandes destaques do gênero em 2026 — ano que já não recebeu muita atenção neste nicho.

Nos consoles, Marvel Tokon: Fighting Souls é exclusivo para o PlayStation 5. Ainda assim, também chegará uma versão aos PCs em simultâneo, no dia 6 de agosto.

Todos os lançamentos de jogos em agosto de 2026

Apesar de destacarmos 6, você deve prestar atenção em vários lançamentos de jogos em agosto. O mês trará ao Nintendo Switch 2 experiências como Lies of P e Elden Ring, por exemplo, que ajudam a compor o catálogo da plataforma de modo mais amplo.

Nesse aspecto, o console tem um grande foco no calendário de títulos disponíveis — também chegarão The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, Final Fantasy XIV e muito mais.

Confira abaixo todos os lançamentos de agosto de 2026 nos jogos:

4 de agosto

  • Beast of Reincarnation (PS5, XBOX Series, PC)

  • Big Walk (PS5, Switch 2, PC)

  • D-Hopper (Switch, Switch 2)

  • Final Fantasy XIV (Switch 2)

  • Kynseed (PS4, PS5, XBOX One, XBOX Series, Switch)

  • Zero Racers (Switch, Switch 2)

5 de agosto

  • Akatori (PC)

  • Lost & Found: A This Bed We Made Story (PC)

  • Expansão de Pokémon Pokopia: Bubbly Basin (Switch 2)

  • Parkasaurus: Dinoluxe Edition (PS5, XBOX Series, Switch 2)

6 de agosto

  • Ao Oni 2 (Switch, PC)

  • Capy Castaway (PC)

  • Cotton Rock with You: Oriental Night Dreams (PS5, Switch 2, PC)

  • Doloc Town (PC)

  • Echobreaker (PC)

  • Lies of P: Complete Edition (Switch 2)

  • Marvel Tokon: Fighting Souls (PS5, PC)

  • Montabi (XBOX One, XBOX Series, Switch, Switch 2, PC)

  • Monsters are Coming! Rock & Road (XBOX Series)

  • Obakeidoro 2: Chase & Seek (Switch, Switch 2)

  • ReStory (PC)

  • Tensei Game: Karma x Cross (Switch)

7 de agosto

  • Acesso antecipado de Expeditions: Samurai (PC)

11 de agosto

  • The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered (Switch 2)

  • Acesso antecipado de Grounded 2 (PS5)

  • No More Room in Hell 2 (PS5, XBOX Series, PC)

12 de agosto

  • Akatori (PS4, PS5, XBOX One, XBOX Series)

  • Finding Polka (PC)

  • Pro Jank Footy (PS5, XBOX Series, Switch 2, PC)

13 de agosto

  • BlazBlue Entropy Effect X (Switch 2)

  • Acesso antecipado de Dash ‘n’ Drops (PC)

  • Defender of the Crown: The Legend Returns (PS5, XBOX Series, Switch, PC)

  • Duskfade (PS5, XBOX Series, Switch 2, PC)

  • Hell Let Loose: Vietnam (PS5, XBOX Series, PC)

  • IGS Classic Arcade Collection (PC)

  • Panzer Knights: Commander’s Edition (PS5, XBOX Series)

  • Rivage (PS5, XBOX Series, PC)

  • Servant of the Lake (PC, Mobile)

  • Skatesterre (PS5, XBOX Series, Switch 2, PC)

  • Wild Blue Skies (PS5, XBOX Series, PC)

14 de agosto

  • Platonica Space (PC)

  • Expansão de Mafia: The Old Country - Man of Honor (PS5, XBOX Series, PC)

18 de agosto

  • Acesso antecipado de Beastlink (PC)

  • Acesso antecipado de Entropy (PC)

  • Reka (PC)

  • The Sinking City 2 (PS5, XBOX Series, PC)

  • Twisted Tower (PC)

19 de agosto

  • No Case Should Remain Unsolved (PS5)

20 de agosto

  • Cozy Marbles (PC)

  • Dungeon Antiqua 2 (PS5, XBOX Series, Switch)

  • Gallipoli (PS5, XBOX Series, Switch)

  • Mexican Ninja (PS4, PS5, XBOX One, XBOX Series, PC)

  • Mortal Shell II (PS5, XBOX Series, PC)

  • Over Requiemz (Switch)

  • Expansão de S.T.A.L.K.E.R. 2: Cost of Hope (PS5, XBOX Series, PC)

  • Steins;Gate Re:Boot (PS4, PS5, XBOX Series, Switch, Switch 2, PC)

  • The Witch’s Bakery (PS5, XBOX Series, Switch 2, PC)

  • Wobbly Life (Switch 2, Mobile)

25 de agosto

  • Aliens: Fireteam Elite 2 (PS5, XBOX Series, PC)

  • Apidya’s Special (PS5, XBOX Series, Switch, PC)

  • Blood Dungeon (PS5, XBOX Series, Switch, Switch 2, PC)

  • Once Human (PS5, XBOX Series)

26 de agosto

  • Brigandine: Abyss (PC)

27 de agosto

  • Aggelos II (PS4, PS5, XBOX One, XBOX Series, Switch, PC)

  • Brigandine: Abyss (PS5, XBOX Series, Switch 2)

  • The Immortal John Triptych (PS5, XBOX One, XBOX Series, Switch, PC)

  • Kalanoro (PS5, XBOX Series, Switch, PC)

  • Lou’s Lagoon (PS5, XBOX Series, Switch, Switch 2, PC)

  • Metal Gear Solid: Master Collection Vol.2 (PS5, XBOX Series, Switch, Switch 2, PC)

  • Model Debut4 (Switch 2, PC)

  • Neptunia Unlimited (PS4, PS5, Switch, Switch 2)

  • Resonance: A Plague Tale Legacy (PS5, XBOX Series, PC)

  • Star Wars Zero Company (PS5, XBOX Series, PC)

28 de agosto

  • Captain Tsubasa II: World Fighters (PS5, XBOX Series, Switch, PC)

  • Elden Ring: Tarnished Edition (Switch 2)

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Vai jogar GTA 6? Sony garante preço e estoque do PS5 até 2027

1 August 2026 at 00:32

A Sony Interactive Entertainment garantiu que terá PlayStation 5 suficiente para atender GTA 6, Marvel’s Wolverine e outros grandes lançamentos que virão durante o ano fiscal — que será encerrado no segundo trimestre de 2027.

De acordo com o seu relatório financeiro, eles asseguraram memória suficiente para suprir as vendas e não aplicar acréscimos de preço durante o período. Assim, tranquilizam o mercado acerca dos rumores que apontavam para possíveis cobranças extras para aproveitar os bons jogos. 

“Quanto ao impacto das condições do mercado de memória no hardware PlayStation 5, asseguramos a quantidade necessária para atender o volume projetado de vendas para o ano fiscal de 2026 e não há mudanças de planos para a lucratividade do dispositivo para o período, que se mantém similar a de 2025”, declarou a companhia no documento.

A expectativa é que as vendas do console de mesa sejam impulsionadas pelo jogo da Rockstar, assim como por Marvel’s Wolverine e outros grandes lançamentos que a plataforma receberá entre o penúltimo e último trimestre de 2026.

Na prática, a Sony precisa ter comprado muito mais memória do que suas remessas comuns — para dar suporte a estes lançamentos e os colossos que chegarão durante o período financeiro: como é o caso de God of War Laufey, que estreia em fevereiro do próximo ano.

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Promessa com prazo de validade

É importante ter em mente que a escassez de memórias e armazenamento, provocada pelo suprimento em excesso dos data centers de inteligência artificial, não tem uma previsão de chegar ao fim. Várias figuras importantes da indústria tech relatam que não há uma resolução a curto prazo.

O que isso quer dizer? Muito possivelmente a companhia japonesa deve manter os preços do PlayStation 5 até abril de 2027, para aumentá-los logo em seguida. Especula-se que o PS6 chegará em 2028 com valor acima de US$ 999 e, se a situação se mantiver, pode se tornar realidade.

Além disso, se a declaração do relatório financeiro estiver correta, não existirão problemas. Caso não, e o videogame venda mais do que o esperado, enfrentaremos a falta de hardwares no estoque das lojas e reajustes aplicados pelas distribuidoras e revendas — que aproveitarão para vendê-lo a valores mais altos.

PlayStation nos extremos

O documento compartilhado pela Sony mostra que a companhia continua lucrativa, porém vendeu menos videogames para os usuários. No primeiro trimestre de 2026, o PS5 teve 1,6 milhão de unidades vendidas (uma queda de aproximadamente 30% em comparação ao mesmo período de 2025).

Apesar do enfraquecimento, ele chegou ao total de 95,3 milhões de hardwares e está próximo de bater sua primeira centena de milhões. Se levar em conta que o PlayStation 6 chegará entre o fim de 2027 e início de 2028, dificilmente ele baterá as vendas estratosféricas de gerações como do PS2.

Já a base mensal de usuários ativos da PlayStation viu um aumento de 2%, com um recorde de 125 milhões — a primeira vez que atingiram uma quantidade dessas em um mês de junho. Contudo, o tempo médio de jogo caiu em 4% na plataforma durante o período.

Enquanto isso, a promessa é de manter a decisão sobre o problema dos discos. "Entendemos os fãs, mas vamos em frente": Sony responde ao fim da mídia física.

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Super Saiyajin Six-Seven? Entenda a nova polêmica de Dragon Ball

31 July 2026 at 21:31

Você se lembra de Goku Super Saiyajin 5 de Dragon Ball AF? O projeto de fãs indicava que o herói da franquia atingiria novos níveis de evolução acima do SSJ4, contudo, o autor da obra — Akira Toriyama — nunca canonizou estes modelos.

Na época, Dragon Ball GT flertou com a ideia. No episódio 55, Vegeta clama para Goku: “Kakarotto, venha com o Super Saiyajin 4 ou 5 ou o que quiser! Ainda não fui derrotado!”, o que fez muitos fãs imaginarem se a transformação poderia ser alcançada.

Enquanto isso era apenas um vislumbre, nada foi concretizado pelos responsáveis pela franquia. No entanto, com o falecimento do lendário mangaká e o papel de Toyotaro (que era um dos fãs que criaram Dragon Ball AF), uma nova polêmica complementa a velha discussão.

O jogo Dragon Ball Sparking! Zero (2024), na dublagem em inglês, reforça tudo novamente: “Kakarotto, venha com o Super Saiyajin 4, 5 ou 6, 7, o que quiser! Vou te superar de todas as formas”, diz a voz de Vegeta no mais recente jogo de luta da franquia. 

Para compreender melhor, essa ideia de “6 e 7” surgiu apenas nos Estados Unidos — possivelmente para  atender à piada com “67” (a qual os jovens não usam mais, vale se atentar). No japonês, a dublagem se mantém fiel até o número 5. 

Ou seja, pode respirar tranquilamente: a Toei Animation, Toyotaro e os demais responsáveis dificilmente trarão um “Goku Six-Seven” como algo sério. O fato de a piada existir só na versão dos EUA mostra que serviu apenas para se encaixar na adaptação para o público local e não uma norma sobre os planos futuros.

Se levar em consideração que o Super Saiyajin God Super Saiyajin foi o limite — já que o Ultra Instinto e o Ego Superior são categorizados como outras formas —- talvez estas antigas sejam revisitadas apenas em obras especiais, como foi Dragon Ball Daima com o SSJ4. 

O risco do Super Saiyajin 5

Caso não tenha percebido, o novo autor de Dragon Ball Super, Toyotaro, é a mesma pessoa que ajudou a trazer DB AF e o Goku Super Saiyajin 5 ao mundo. Porém, há diversas condições e outros interesses envolvidos que podem impedi-lo de reviver o meme.

Não se sabem as condições pelas quais Akira Toriyama o deixou assumir na época (possivelmente há algum acordo em específico sobre o SSJ5), mas até o momento ele não atuou em prol de consolidar a transformação que criou nos anos 2000.

O atual mangá está em hiato desde 2024, após o falecimento de Toriyama. Porém, em breve Toyotaro reassumirá a história — a expectativa é que a obra volte ainda no mês de agosto de 2026 e crie material para mais animes e filmes no futuro. 

Se Goku se transformasse em Super Saiyajin 5 ou até no temido "Six-Seven", quem você gostaria que ele enfrentasse nesta nova forma? Um dos 5 vilões mais cruéis de Dragon Ball ou uma nova ameaça? 

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